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mcm

Feriado em Canoa Quebrada

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Feriado de 7 de Setembro + promoção para Fortaleza = não recusar. Eram 3 dias, e algumas áreas ainda estavam por explorar. Ubajara era uma delas, Canoa Quebrada era outra. Desde que fomos a Jericoacoara pelo litoral que fiquei na memória que voltaria a Mundaú. No fim das contas, elegemos Canoa Quebrada para o feriado relax de 3 dias.

Chegamos em Fortaleza na quinta de noite, apenas para dormir num hotel econômico e partir logo cedo na manhã seguinte. A estrada para Canoa Quebrada está muito boa para os padrões nacionais. E com muitos radares, dentro dos padrões nacionais. Pegamos algum trânsito no caminho (saída de feriado!), mas fomos numa boa. 

No planejamento eu identifiquei um lugar um pouco antes de Canoa que era encontro de rio com mar. Adoro locais com foz de rio, e esse parecia valer a pena conhecer. Trata-se de Fortim. Foi nossa primeira parada. Chegamos com a maré ainda baixa, mas já crescendo. Curtimos o resto da manhã e o começo da tarde naquele cantinho bacana. Fomos caminhando até perto da foz, passamos por uma pousada isolada à beira-rio, perto do mar, dedicada a esportes de vento. Bem bacana. Local ótimo para quem pratica. Antes de seguirmos para Canoa, ainda entramos mais na cidade para conhecer o Pontal de Maceió, onde já é praia de mar. Apenas conferimos, não era ideia ficar lá.

 

Chegamos em Canoa, largamos o carro na pousada (e só pegamos para ir embora) e fomos conhecer... as falésias! Descemos para a praia, vimos as várias e sucessivas barracas de praia instaladas num patamar mais elevado para “sobreviver” à maré alta. A maré estava alta. 

Vimos no alto uma passarela que, presumo, enseja um belo visual da área. Mas... está interditada. Visivelmente deteriorada. Enfim, aquele Brasil de sempre.

Curtimos o logo de Canoa Quebrada na falésia (tem outro num ponto mais distante) praticamente sozinhos (um raro momento naquele feriado!) e fomos curtir o pôr do sol no Restaurante O Nain, que foi nosso ponto de fim de tarde, em todas as tardes. Das melhores lembranças que tenho desse feriado é o visual do gramado e o mar ao fundo com cervejinha ou água de côco no Restaurante O Nain.

Voltamos, piscinamos um pouco, e fomos jantar e bater perna no centrinho, a famosa Broadway. É bem bacana, com diversas opções de restaurantes, lojinhas, bares, showzinhos, etc.

 


Dia seguinte foi dia do tradicional passeio de buggy. Fomos andando até o centrinho, pouco antes da Broadway tem o ponto dos buggys. Preço e roteiro são tabelados, então nos descolamos de ficar pesquisando. Passeio para Ponta Grossa custa 350 por buggy. Eu queria esticar até a Praia Redonda, mas não rolava por causa da maré. Ok, então. O passeio dura pouco, umas 3 ou 4 horas, e proporciona belíssimos visuais. Extraordinários mesmo. Pelo caminho vc vê falésias (claro!), para na Garganta do Diabo (onde tem uma fonte de água, mas o que mais curti lá foi o visual), apenas passa pela Lagoa do Mato, passa num mirante estonteante, e segue até Ponta Grossa. Lá há uma parada geral dos buggys, e é onde vc pode curtir o mar (rola um snorkel), ou tentar subir as dunas. Depois de um tempo lá, é hora de voltar.
 

De tarde ficamos de relax na praia, vendo a maré engolir a areia e a área dos banhistas. Tinha a dica da barraca Lazy, mas tava lotada. Ficamos onde havia lugar, até que o mar chegou e acabou com a festa. Galera sobe para as barracas, que ficam lotadas (era feriado!) com a maré alta.  Nós fomos para o nosso O Nain, novamente curtir aquela vibe de fim de tarde com visual, paz e cerveja.

Nesse dia ainda fomos curtir um voo de parapente (270 para 2 pessoas), que curtimos demais. Eu não voava em algo parecido havia 20 anos (tinha voado de asa delta algumas vezes). Maior paz, maior tranquilidade. E maior visual. Recomendo muito. É outra coisa que levarei na memória durante muito tempo, espero.

Ainda deu tempo de curtir o por do sol na duna, delicioso programa tradicional de fim de tarde por lá (vá a pé!).

De resto, seguimos o roteiro Broadway, piscina, Broadway de novo. Tava mais cheio nesse dia.

No último dia, fomos fazer uma caminhada pela praia seguindo para leste. Passamos pelo outro logo de Canoa Quebrada. Ainda fui até a praia seguinte, Majorlândia, depois voltei. É um longo trajeto, acho que de 1h, entre uma praia habitada e outra. Galera voltou antes e estacionou numa barraca de praia mais tranquila, um pouco distante do burburinho. Curtimos a praia na maré baixa e novamente ficamos curtindo a maré crescendo e tomando a areia. Galera de kyte, de surf. 

De tarde batemos nosso ponto no O Nain (lembrei-me do Bar Utopia, de Luang Prabang, achei a vibe semelhante). Só no relax com o mar à frente. E o gramado mega aconchegante de lá.

Voltamos para Fortaleza de noite. Pernoitaríamos perto do aeroporto para embarcar de madrugada de volta ao Rio – dia seguinte já era novamente dia de trabalho!

E assim foi mais um feriado desbravando algum canto do Brasil.


[Todas as fotos são do Instagram da Katia]
 

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MCM,

Pretendo fazer um roteiro parecido com o seu no feriado de 25 de janeiro, mas não pretendo alugar carro.

Pretendo contratar um passeio (só de ida mesmo) para Canoa Quebrada e ficar por lá até o dia da volta.

Gostaria de saber se alguém pode indicar uma agência de transfer ou mesmo um taxi para voltar de Canoa direto para o aeroporto (meu voo parte 12h50 - meio dia e meia), pois não queria dormir em Fortaleza. Por outro lado, não posso correr o risco de perder o voo.

desde já agradeço.

 

 

 

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@sandromc
taxi deve saia uma facada de 300-400 por trecho. Estimativa bruta. Mas existem agências de transfer, salvo engano na faixa de 100 ou menos por pessoa em vans ou ônibus (mas com horários determinados). Não tenho como indicar pq não usei.

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    • Por eog1978
      Cheguei no aeroporto JJD as 03:30 da manha de domingo para segunda e o aeroporto fica deserto minutos apos o desembarque deste unico voo da madrugada. Fui ao banheiro trocar de roupa pois o calor está sempre presente e tambem por que notei que nao havia chance de eu ir para meu destino que nao era a vila de jericoacoara... Ja estive em Jeri 3x e em Parnaiba somente 1x e apostei no Piaui novamente... Fiquei sentado aguardando amanhecer e um  rapaz que trabalha no aeroporto (acho que na lanchonete) me ofereceu uma "carona" ao custo de 30,00 para 13,5km ate Jijoca, coisa que os taxistas queriam de 80,00 a 100,00 !!!
      No posto 24h de Jijoca (o unico da cidade rsrs) aguardei amanhecer e com sorte havia uma canja, alem de paes, bolos etc etc porem de comida eram duas opcoes.
      As 7h quando abriu o posto de atendimento da Fretcar eu que era o primeiro ja tinha que enfrentar uma fila pois fica desnecessario explicar rs quando foi minha vez a resposta era de que o onibus de Jijoca para Camocim partiria as 11:45 ! La fui eu na av seguir de van ate camocim por 17,00 2h de viagem. Chegando em Camocim descobri que o onibus que vai para Parnaiba sairia as 15h e ainda eram 09:30..... 11:40 partiu um microonibus ao custo de 26,00 com tempo de viagem 2:30.
      Em Parnaiba fiquei em hostel que tem um ano de funcionamento e estrutura bem simples ao custo de 38,00 reais a diaria pelo booking (conversei com outras pessoas hospedadas la e estavam pagando 25,00 sem o tal cafe (que era pao frances margarina e cafe c leite)
      Para se locomover utilizei de microonibus que os locais chamam de van ao custo de R$ 2,40 que me deixava perto da ponte (ponto banco bradesco) que dava acesso a Praia Pedra do Sal e Porto dos Tatus de onde parte o passeio de barco pelo Delta do Parnaiba com lencois piauienses por 70,00 podendo ser pago com cartao de credito na agencia que fica abaixo da ponte ainda do lado da cidade creio que seja possivel pelo fone +5586994648589 Humberto.
      Conheci varios locais etc porem o melhor para almoco e jantar era o Flavao (fica de esquina na av principal que os locais chamam de pistao) com 12,00 incluso a bebida voce come muito bem!
      Na volta eu utilizei o transporte da Yvone Tur +558633231541 (nao sei se tem telefone celular, tenho somente este fixo) sai de Parnaiba passa por varios municipios parando em jijoca para almoço (faça sua refeiçao aqui pois no aeroporto JJD so ha uma lanchonete rs) e seguindo para Fortaleza passando pela entrada do aeroporto de Jeri (caminhei menos de 350 metros) o trajeto Parnaiba ate o acesso aeroporto Jeri custou 40,00 !
      Os onibus desta empresa sao confortaveis porem pontualidade não é o forte deles! Cheguei na garagem da empresa que fica atras da rodoviaria faltando 5 minuto para as 6:00 por que me foi dito que haveria onibus das 06:00 e das 07:00 entretanto saiu somente o das 07:00 com quae 50min de atraso kkkkk
      A estadia na Praia Pedra do Sal é muito caro se comparado a Parnaiba (pedem 100,00 a diaria com cafe da manha -- cafe com pao e vento) recomendo ir pela manha e voltar no onibus das 19h pois ficar la nao compensa. (depende pois eu fiquei uma noite para dormir escutando as ondas)
      Creio que valha a pena passar uma ou duas noites em Ilha Grande (de onde sai passeios ao Delta) pois é possivel percorrer as dunas que tem acesso muito facil mesmo que va no bate e volta de onibus R$ 3,00 a partir de 01/02/2020 (antes era 2,50)
      Pra mim o maximo do passeio é os lencois piauienses e certamente ficaria hospedado em Ilha Grande cujos locais se oferecem para nos guiar pelas dunas (serviço pago porem creio que 20 a 40 reais no maximo - combinar ANTES)
      Este foi um breve resumo de 01 semana e minha 2a vez nos cofins do Piaui :.)))
       
       
       
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Reais
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi ฿1.000 Baht, Chip ฿600,00 Baht, Hostel ฿340,00 Baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = ฿31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por ฿600,00 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por ฿400,00 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias ฿340,00 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        
       


       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média ฿100,00 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de ฿80,00 baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por ฿200,00 baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por ฿400,00 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 Reais
       
      (((((Continua no próximo post)))))
       
       
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    • Por eliz.sampaio-leite
      Galera, muito cuidado nas reservas, nunca deixe um valor pago de reserva em Hostel nenhum.
      Paguei minha reserva, fiquei com crédito de cinco diárias no valor de R$209 no Good Hostel em Fortaleza e tive esse prejuízo pois quando mudou a administração o novo proprietário se recusou a abater o valor já pago.
      Nota zero para a administração desse hostel e para todas as outras que fazem o mesmo. 
      Eu não recomendo este hostel a ninguém.
      Fica a dica para vcs, caros amigos!
      Em pouco tempo um hostel pode mudar de dono e aí vcs podem perder o dinheiro de vcs como eu perdi o meu.
      Espero que fiquem atentos. 
      Agora estou alerta!
    • Por RosiSousa
      Olá amigos!
      Você que vai visitar o Ceará e quer curtir algo a mais que só o litoral, tem um local encantador que se chama Sítio do Bosco na serra localizado em Tianguá, frio maravilhoso, ambiente completo com piscina, restaurante, camping, chalés, cascata, tirolesa, vôo livre e trilhas.
       
      Como chegar até lá de Fortaleza:
      De Fortaleza peguei um bus saindo da rodoviária Engenheiro João Thomé, foi uma média de 6h de viagem e custou R$ 56,00 ida e volta R$ 70,00 empresa Guanabara e vai até a única rodoviária de Tianguá, chegando lá peguei um mototáxi para o Sítio e foi R$ 15,00. 
      1° dia cheguei as 13:30, e já tinha pesquisado sobre a Lapa Ecoturismo🤩, pensei que fosse dentro mas não era, andei uns 2km é um espaço com cascata, restaurante, trilhas e mirante. Na volta consegui uma carona dos usuários que ali estavam e iam sentido ao Sítio.
      Fiquei na barraca valor individual R$ 60,00 por diária, com direito a café da manhã(maravilhoso completinho) e acesso a piscina.
      Banheiros por toda parte do sítio com água quente e as barracas oferecidas pelo o próprio sitio, não há necessidade de levar nada, até colchonetes lá tem.
      Pela noite, pedi no restaurante que esquentassem minha cafeteira pois levei chá para fazer, mas também pedi um chocolate quente que custou R$ 5,00.
      2° dia fiquei no sítio e fiz algumas trilhas de 300km a 350km os caminhos são íngremes, e ao final de cada trilha tinha a outra dimensão do sítio, como a cascatinha, a rampa de vôo livre e uma caverna. Fiz a tirolesa por R$ 10,00 a visão é deslumbrante.
      E não deixe de visitar o mirante de Carajás fica 5min do Sítio e é gratuito, a vista de lá é fora do comum. 
      Almoço self service por R$ 25,00 com diretio a suco ou refri.
      3° dia aproveitei e repeti alguns passeios antes de ir embora.
      Tudo isso gastando pouquíssimo, se você tiver a oportunidade de conhecer vale muito a pena. Na rodoviária de lá tem acesso a Natal/Belém e Piauí.
       
       
       
       
       
       
       







    • Por Anderson Paz
      O Parque Estadual de Monte Alegre - PEMA pode ser facilmente incluído em uma viagem por Santarém e Alter do Chão. Para chegar no município de Monte Alegre, é necessário pegar uma balsa no porto do DER em Santarém, com saídas diárias conforme a escala abaixo (desconsiderem a frase e a seta indicativa hehehe) e duração de aproximadamente 2h de viagem até Santana do Tapará, de onde saem carros (transporte alternativo) ou ônibus regulares com destino a Monte Alegre (R$30, 1h15 de viagem).


      O parque se situa a cerca de 35km do centro de Monte Alegre. Criado em 2001, abrange uma área de 3.678 ha com vegetação de Cerrado, formações geológicas super interessantes, grutas e ainda pinturas rupestres com cerca de 12 mil anos de idade. Vale a pena reparar na paisagem ao longo do caminho entre a cidade e o parque, na qual se verá os campos de Monte Alegre: formações de campo sujo em que o capim natural parece que foi roçado por alguém.

      Para conhecer o parque é recomendável ir com carro traçado, pois há alguns trechos com areia fofa e alta. O guia atualmente é obrigatório. Fomos com o agente de turismo Natio (NW Transfer - 92-991810506) e com o guia Ilivaldo, ambos super atenciosos e com muito conhecimento sobre a região.

      As paisagens de Cerrado imersas na Amazônia são maravilhosas! E digo isso como um "calango do Cerrado do Planalto Central". 😂

      O PEMA é um campo cheio para quem curte pinturas rupestres e de viajar na imaginação sobre os povos originários. Logo na entrada do Parque, nos deparamos com a Serra da Lua, um paredão com pinturas de 11.200 - 12.000 anos que se estendem por mais de 200 m. Entre as figuras, alusões ao sol e lua, figuras zoomórficas, outras antropológicas, outras que cada um pode interpretar da maneira mais conveniente para si, deixando a imaginação fluir. Interessante ver como algumas pinturas foram feitas em locais mais altos. Será que usavam escadas, andaimes ou em alguns locais subiam uns nos outros, como os pichadores dos nossos dias? Ainda não se sabe a resposta e provavelmente nunca saberemos exatamente.
       
       
       
       
      Do alto da Serra, é possível ver melhor o design do centro de visitantes/complexo de musealização, que foi construído inspirado nas pinturas rupestres e tem banheiro e espaço para loja, lanchonete, museu e biblioteca, mas que por enquanto ainda não está em pleno funcionamento. Ô, Governo do Pará, vamos dar mais atenção para este lugar incrível!

      Seguindo pela estrada, chegamos à Pedra do Mirante. O nome por si só já define o local. Um dos melhores pontos para se ter uma vista em 360° da paisagem e se deslumbrar com o rio Tapajós ao longe, encontrando uma faixa de floresta amazônica que depois se entremeia na vegetação de Cerrado.
       

      VID_20191208_101547.mp4 Mais adiante na estrada, chegamos à Gruta de Itatupaoca, com 56m de comprimento e uma bela entrada de cerca de 9,5m de altura. Dentro da gruta, infelizmente há traços de vandalismo de um pastor doido (segundo o guia) que pendurou uma garrafa de plástico no teto e escreveu uma frase em referência a Deus no teto da entrada. 
       
      Seguindo o caminho, chegamos à Pedra do Cogumelo, uma formação bem interessante, que fica isolada, bem no meio do Cerrado. E um pouco mais adiante, avistamos a Pedra da Tartaruga, que fica na parte alta da serra. De longe parece mais um pato pra mim (hahaha!), mas olhando melhor se vê a tartaruga em cima da base de rocha. 
       
      Mais adiante no parque, encontramos o Painel do Calendário, com mais figuras de animais, outras geométricas abstratas e as que motivam o seu nome que consistem quadradinhos marcados, como se indicassem a contagem de dias. Ou seria de pessoas, de animais ou de qualquer outra coisa?!
        




      A partir do Painel iniciamos uma caminhada um pouquinho cansativa de cerca de 20 min até a Pedra do Pilão. Com cerca de 8m de altura e uma bela visão da paisagem,  é um dos atrativos de maior destaque no parque.



       
      No nosso percurso acabamos não visitando a Gruta do Pilão (caverna da Pedra Pintada), a qual tem mais mais algumas pinturas rupestres, pois estava fechada por conta de infestação de marimbondos (ou "cabás" em bom paraense hehehe).

       Realmente valeu muito a pena incluir Monte Alegre na viagem pela região de Santarém e Alter do Chão. Se quiser ver algumas dicas de Alter do Chão, acesse o meu Instagram de viagem: https://www.instagram.com/viajadon_/


      Outras informações:
      - O nosso condutor Natio levou frutas, água, suco e biscoitos no passeio, então não tivemos que nos preocupar com comida e água previamente.
      - O passeio tem uma duração total de 5h30, 6h com saída às 7h30 da sua hospedagem.
      - Ficamos no Hostel Itatupaoca. O local é uma grande casa com posição e vista privilegiadas. O preço era bom, o café da manhã simples, mas bastante satisfatório, porém ficamos decepcionados com a limpeza do local e com o conforto das camas. Para reservar hospedagens, acesse o link https://join.booking.com/r/d/8065942d?lang=pt-pt&p=4
       
       


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