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13/02

No ultimo dia na cidade de El Calafate, optei por um “free walking tour” no estilo “DIY”. Escolhi mais ou menos o que ver, contratei um taxi para os locais mais distantes e consegui, praticamente, conhecer toda a cidade. Dois dias (inteiros) são suficientes para os melhores e principais pontos da cidade. Vou aproveitar e por as fotos relativas ao Hotel. 

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Deixamos as coisas na recepção do hotel para podermos rodar a cidade. Por sinal, acredito ter sido a melhor hospedagem de toda a viagem. Um pouco mais caro, claro.. mas compensando em tudo: vista, atendimento, conforto. Após a caminhada, almoçamos no restaurante chamado La Lechuzita. Comemos em lugares melhores.. rs. 

Depois, tomamos um sorvete na sorveteria LAS OVEJITAS. Diversas opções. Lugar para conhecer o sorvete de calafate.. hehe. Recomendo a ida.

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Na parte da tarde do dia, por volta das 16h, embarcamos em um ônibus da empresa BUS ZAAHJ com destino Puerto Natales, no Chile. Importante salientar que, nesse ponto, tive MUITA DIFICULDADE em achar qualquer informação acerca do transporte entre El Calafate x Puerto Natales. Só consegui, de fato, encontrar essa empresa, faltando umas 3 semanas pra viagem. Ônibus confortável, viagem tranquila. Faz duas paradas: na fronteira pela parte da argentina e, depois, na parte chilena, onde são bem rigorosos. Não se pode entrar com nada de origem animal ou vegetal (não me deixaram entrar com uma maçã!). Nas duas paradas ventava MUITO! E não achei demorado.. levamos cerca de 20 minutos em cada parada.

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Por volta das 22h, chegamos a Puerto Natales e fomos direto para o HOSTEL VAIORA. Simples, porém bem recebidos e não nos faltou nada. Aliás, como era a primeira cidade chilena, eu ainda não havia feito câmbio de moeda. Cheguei com pesos argentinos e uns poucos dólares, que a dona do hostel trocou pra mim na cotação atual em pesos chilenos, pois no dia seguinte logo pela manhãzinha iríamos para Torres del Paine, e lá precisava de pagamento em “efectivo”, ou seja, não aceitava cartão, somente dinheiro e em moeda local. Finalizei com uma cerveja chilena pra dar sorte. 

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Praticamente só foto nesse dia, pois nao tem muita coisa a ser narrada. Grande parte do dia foi viajando. 

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14/02

Um dos passeios mais esperados, tanto pela beleza quanto pelo sofrimento. Acordamos bem cedo, tomamos um café no hostel e fomos para a rodoviária. Saímos por volta das 07h20 de lá, em direção à Torres del Paine. Deu pra dar uma cochilada. Chegamos por volta das 08h30m, se não me engano. Daí em diante, sem sinal de internet. Só se pagar no acampamento, mas era muito caro e não achei necessário. Após o cadastro, seguimos em outro ônibus até a base das torres, onde tem um primeiro acampamento e é o ponto de saída.

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Ali começou a subida. O tempo não colaborou muito. Às vezes, dava uma chuvinha bem fina, mas na maior parte do tempo esteve nublado e com um vento gelado. Eu, com o pé torcido, e minha namorada com o joelho ruim. E, pela frente, 10km de subida (depois, 10km de descida). Porém, cada passo era válido. A vista foi perfeita do começo ao fim. Depois de praticamente 05 horas subindo, fomos contemplados com as torres. Um pouco escondidas nas nuvens, mas era espetacular. Não queria descer pra não perder aquela vista... e enfrentar os 10km de retorno.. mas vamos nós.

Após quase 5h descendo também, com muita dor no pé e muita dor no joelho, conseguimos chegar na base. Em cima da hora para o último ônibus de retorno. Lembrando: fomos por nossa conta, nada de agencia de turismo. Pegamos ônibus de linha e fomos. Vale muito a pena e, pra quem tem disposição pra uma boa caminhada, é a melhor maneira. Existem os circuitos a serem feitos... mas por falta de tempo e disposição, nem cogitei. Leva mais de 01 dia.

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A parte triste: voltei tão cansado que apaguei no ônibus das torres até Puerto Natales. Como estava com minha câmera profissional, por conta da preguiça preferi guardar a lente no bolso do casaco e não na mochila dela.. acordamos na rodoviária destruídos. Saí do ônibus e fui pro hotel, tomamos um banho e fomos jantar.

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Até o presente momento, o melhor cordeiro que comi na vida, nesse restaurante chamado "El Asador Patagonico", em Puerto Natales.

Só fui dar falta da lente original (18-55) no dia seguinte, no hotel. Fiquei apenas com a lente de fotos distantes (55-200). Triste.. algo tinha que estragar o passeio hehe.

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15/02

Já indignado por conta da lente, procurei locais próximos que poderiam vender uma substituta pra mim, mas em Puerto Natales não tinha nada. Nesse dia, queria ter ido até a Cueva del Milodon e estar mais disposto a dar uma volta na cidade.. mas apenas fui até a “praia”, tirei umas fotos +- na estátua do Milodon, almoçamos e fui pra rodoviária tentar alguma informação sobre a lente. Vi alguns brasileiros de moto na cidade também. 

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Noticia boa, noticia ruim. A mulher que trabalhava no guichê da empresa de ônibus que esqueci a lente, informou que fez contato com o motorista e ele confirmou a lente no carro, dizendo que deixou no painel do mesmo para que o próximo motorista do dia desse os devidos encaminhamentos. Solicitei a ela que, se possível, me enviasse até Punta Arenas. Ela disse que poderia. Nesse momento estava aliviado.

Por volta das 17h, fui para Punta Arenas e chegamos umas 22h, se não me engano. E assim que chegamos, a mensagem da mesma funcionária: o motorista não sabia de quem era a lente, a deixou no painel do mesmo jeito mas alguém pegou. No Brasil eu não acreditaria muito nessa versão, mas vi boa vontade neles.. enfim, perdi.

Em Punta Arenas ventava demais!! Mas fomos comer, assim mesmo. Encontramos uma casa de lanches artesanais de nome KARTEN PASH. Comi um hambúrguer de cordeiro, muito bom. Não vendia bebida industrializada: só os sucos feitos por eles (geralmente misturados).

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Depois do lanche, retornamos pra casa. E com muito vento!

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16/02

A missão do dia era ir até a zona franca e procurar por uma lente, pois não tinha menor possibilidade de passar o restante da viagem somente com a lente de distância. Fui feliz e encontrei uma 18-105 por aproximadamente R$ 800,00 já convertidos (no BR não seria menos de 1200, após rapida consulta em sites de buscas).

E digo mais: comprem na zona franca. Os preços valiam muito a pena. Mas caso ainda tenham Ushuaia como próximo destino, esperem pra comprar por lá.

Aproveitei pra almoçar la na zona franca mesmo. Nesse dia, comi no DOGGIS. Um fast food de cachorro quente. Tamanho aceitável, vem um pastelzinho muito bom e um sorvete. Deu pra satisfazer o almoço tranquilamente.

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Depois de dar uma rodada na Zona Franca, resolvemos dar uma volta pela cidade por conta própria. Fomos até o cemitério (apesar de ser um cemitério, é um cartão postal da cidade). Bem bonita a construção e as arvores existentes. Passamos pelo Monumento Al Ovejero e por alguns bosques, e muitos cachorros. Não há cachorro pequeno na patagônia. Todos são gigantescos. Fomos também ao Santuário Maria Auxiliadora. Uma bonita igreja que tinha ali no centro. Depois, uma volta na orla, com uma foto na placa de PUNTA ARENAS e alguns outros pontos e, por fim, casa. Dessa vez, em Punta Arenas aluguei pelo AIRBNB. Saiu mais em conta e não me faltou nada.

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Não consegui fotografar pois nao esperava ver, mas haviam muitos golfinhos na orla. Ninguém tinha me falado dessa possibilidade. hahaha.

Ps.: sem paciência pra por marca d'agua em todas as fotos. Se por acaso alguém quiser usar alguma foto, apenas faça referência ao autor. Posso encaminhar as demais sem marca d'água.

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17/02

Acordamos nesse dia com o intuito de ir ate o museu NAU VICTORIA, onde tem os navios réplicas 1:1 de Fernao de Magalhães e Charles Darwin. Visita interessante, um dos pontos “turísticos” da cidade. No caminho, passei pela base naval do chile e tirei umas fotos.

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Depois embarcamos em um uber e fomos pro centro da cidade de novo, esticando até o “Cerro de La Cruz”. Algumas fotos, pra despedir da cidade, e depois, retorno à casa. Ps.: Lugar que também vale a visita. Tem uma bela vista da cidade.

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Poupei dinheiro: a janta foi em casa. Pão com presunto e queijo. Rs

 

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18/02

Uma das partes mais sofríveis da viagem. Ir a Ushuaia de avião, certamente, é a melhor opção. Mas, a agilidade é proporcional ao custo. Então, optei por enfrentar um ônibus por quase 12 horas. O problema: não sai de madrugada.. O ônibus saiu as 08h de Punta Arenas. Com cerca de 2h ou menos de viagem, realizamos a travessia em ferry boat do estreito de Magalhães. Uma bela vista durante todo trajeto. O “mar” azulzinho. Durou cerca de uns 30 minutos a travessia.

Realizamos mais duas paradas nas fronteiras para verificação de documentação e bagagem, e depois de 12 sofridas horas, estávamos chegando em Ushuaia. O resultado é um dia perdido, porém MUITOS REAIS economizados. A passagem ficou em cerca de R$ 200 cada, quando de avião seria uns 1200 heheh.

Mas também, há um porém: achar empresa de ônibus que faça o trajeto é muito difícil. Pesquise bem e compre, sem medo, com antecedência. Li uns dois ou três relatos de pessoas que orientam a comprar na hora. Vai por mim: se deixasse pra comprar na hora, estaria até agora em Punta Arenas. Não tinha ônibus. A empresa foi a mesma que vim de Puerto Natales a Punta Arenas: BUS SUR. Não são os melhores ônibus, mas nada a reclamar. Usem, como sugestão, o aplicativo/site BUS BUD para verificar algumas passagens.

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Agora, sim.. a cereja do bolo. Aqui passaria os últimos cinco dias da minha viagem. Chegamos na “rodoviária”, bem ao centro, por volta das 19h. Bem claro, por sinal: como toda a patagônia, o sol só ia embora por volta das 22h. Corremos até o Hostal (Hostal Rio Ona), fizemos checkin e deixamos as bagagens. Retornamos às ruas e deu tempo de ir até a Plaza Islas Malvinas, conhecer um pouco da historia e tirar uma foto na placa de Ushuaia (não ficou boa, voltamos outro dia).

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Depois, fomos procurar um lugar pra comer. Achei um restaurante que já havia visto um em El Calafate: CASIMIRO BIGUÁ. Caro, porém muito gostoso. Um garçom falava português fluentemente, conhecia até o Espirito Santo (“quem tira o mar de Minas Gerais”). Depois percebi que eles “filtram” os clientes por garçom: uns falam português, inglês, espanhol (!!), francês, etc..

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Esse cordeiro patagônico... nossa mãe! :D

Alimentados, voltamos pro hostal pra um descanso merecido.

 

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19/02

Primeiro dia em Ushuaia. Nesse dia ficamos livres pra fazermos o que quisermos. Então, rodamos a cidade, conhecemos alguns pontos dela. Há um free shop bem na rua principal. “Atlantico Sur Free Shop”. Vá por mim: VALE A PENA. E, dependendo, você encontra ainda mais barato no free shop do aeroporto. Só pra comparar: uma garrafa de absolut no Free Shop do Aeroparque, em Buenos Aires, e em Guarulhos, custava cerca de R$ 70 reais quando convertidos. No aeroporto de Ushuaia custava o equivalente a R$ 30,00. Dentre varias outras bebidas, comidas, perfumes, roupas, etc.

Pela manhã, rodamos alguns pontos. Procuramos a famosa placa de Ushuaia – Fin del Mundo, e depois almoçamos no restaurante chamado “La Casa de Los Mariscos”. Observei que os preços por aqui eram bem mais em conta do que nas cidades Chilenas. A comida era boa, tomamos um sorvete de Calafate, bem gostoso também. Em determinado momento a cidade toda ficou sem energia, então almoçamos “à luz de velas.”

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Sorvete de Calafate

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Depois do almoço, fizemos um passeio de 1h num trem/ônibus que roda pela cidade, contando um pouco sua história. Monótono, mas já estávamos lá mesmo.. então fomos. Começou a chover assim que acabamos o passeio.. então retornamos pro Hotel, já era quase 18h. Estávamos bem cansados.

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Acompanhando, parabéns pela viagem maravilhosa!

A Patagônia está no meu topo de lugares para ir. Ainda não consegui por falta de planejamento. Mas acabei de voltar do Atacama determinado a ir a Patagônia assim que der. Seu relato está inspirador!

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    • Por fernandobalm
      Resumo:
      Itinerário: Buenos Aires (Argentina) → Puerto Madryn (Argentina)→ Rio Gallegos (Argentina) → Punta Arenas (Chile) → Ushuaia (Argentina) → Puerto Natales (Chile) → El Calafate (Argentina) → Comodoro Rivadavia (Argentina) → San Carlos de Bariloche (Argentina).
      Período: 10/03/2001 a 01/04/2001
      10-12: Buenos Aires
      13-15: Puerto Madryn
      16: Rio Gallegos
      16-18: Punta Arenas
      18-21: Ushuaia
      21-23: Puerto Natales
      23-25: El Calafate
      26: Comodoro Rivadavia
      27-29: Bariloche
      30: Buenos Aires
      01/04: SP-Rodoviária do Tietê
      Ida: Voo de São Paulo a Buenos Aires pela KLM, previsto para sair às 9h15 do Aeroporto de Guarulhos, pago com pontos do programa de fidelidade da KLM.
      Volta: Ônibus de Bariloche a Buenos Aires e depois a São Paulo (Rodoviária do Tietê), previsto para sair perto de 16h ou 17h da Rodoviária de Bariloche. Paguei cerca de 105 pesos (equivalente a 105 dólares na época) pelo trecho de Buenos Aires a São Paulo,
      Considerações Gerais:
      Não pretendo aqui fazer um relato detalhado, mas apenas descrever a viagem com as informações que considerar mais relevantes para quem pretende fazer um roteiro semelhante, principalmente o trajeto, acomodações, meios de transporte e informações adicionais que eu achar relevantes.
      Nesta época eu ainda não registrava detalhadamente as informações, então albergues, pousadas, pensões, hotéis e meios de transporte poderão não ter informações detalhadas, mas procurarei citar as informações de que eu lembrar para tentar dar a melhor ideia possível a quem desejar repetir o trajeto e ter uma base para pesquisar detalhes. Depois de tanto tempo os preços que eu citar serão somente para referência e análise da relação entre eles, pois já devem ter mudado muito.
      Sobre os locais a visitar, só vou citar os de que mais gostei ou que estiverem fora dos roteiros tradicionais. Os outros pode-se ver facilmente nos roteiros disponíveis na internet. Os meus itens preferidos geralmente relacionam-se à Natureza e à Espiritualidade.
      Informações Gerais:
      Em toda a viagem houve bastante sol. Chuva e neve foram raras, ocorrendo geralmente de maneira breve e na região mais ao sul. As temperaturas na região de Buenos Aires, Bariloche e Puerto Madryn estiveram bem razoáveis, chegando até perto dos 30 C em alguns dias. Mais ao sul, em Comodoro Rivadavia, Rio Gallegos, Puerto Natales e principalmente Punta Arenas e Ushuaia estiveram bem mais baixas, chegando a ficar abaixo de zero à noite. O vento foi muito forte em toda a Patagônia, o que tornava a sensação térmica ainda menor. Na região perto de Punta Arenas o tempo mudava muito rapidamente, havendo várias situações diferentes durante o dia.
      A população de uma maneira geral foi muito cordial e gentil 👍. Disseram-me que poderia não ser muito bem tratado em Buenos Aires, mas se enganaram. Fui muito bem tratado em toda a viagem, com uma única exceção numa visita a uma loberia em Puerto Madryn e, assim mesmo, porque creio que houve um mal entendido.
      Tive alguma dificuldade em entender a língua no Chile, principalmente quando conversando com pessoas com forte sotaque regional.
      As paisagens ao longo da viagem agradaram-me muito, passando por monumentos, parques e construções interessantes nas cidades e por áreas costeiras, praias, montanhas, lagos, cavernas, geleiras, glaciais, florestas, rios e outros   .
      Pude ver também vários animais durante a viagem, a maioria em seu habitar natural. Isso incluiu lobos e leões marinhos, focas, elefantes marinhos, pinguins, delfins, guanacos. flamingos, tatus etc.
      Pensei em fazer a travessia de Bariloche a Puerto Montt, passando pelo Vulcão Osorno, mas desisti, pois naquela época demorava 4 dias, por não haver estradas em boa parte do trajeto, e eu não dispunha deste tempo.
      Surpreendeu-me que nas viagens de ônibus na Argentina estavam incluídas no preço pago as refeições (almoço e jantar) 👍.
      A viagem no geral foi tranquila. Não tive nenhum problema de segurança.
      Eu era (e ainda sou) vegetariano. Como a base da alimentação nesta região é a carne, foi um pouco difícil conseguir comida vegetariana, mas nada que supermercados não solucionassem. Gostei muito dos sanduíches de miga na Argentina, do doce de leite e dos vinhos, que tomei pouco .
      Os preços na Argentina estavam muito altos, pois havia a paridade do peso para o dólar e o real tinha sofrido a desvalorização alguns anos antes.
      A Viagem:
      Fui de SP a Buenos Aires no sábado 10/03/2001. A saída do voo estava prevista para as 9h15. Durante o voo uma senhora argentina de cerca de 60 a 70 anos falou-me de como eu iria gostar de Buenos Aires (ela disse: “há muito o que ver, Buenos Aires não é feia como São Paulo” ). Falou-me que seu filho ou sobrinho estava procurando por emprego há tempos, após se formar e não conseguia (o que me parecia um sintoma do agravamento da crise). Achei a travessia da foz do Rio da Prata espetacular . Cheguei perto da hora do almoço e me receberam muito bem no aeroporto 👍. Deram-me gratuitamente bastante material sobre a Argentina e me indicaram um ônibus que me deixaria na Praça San Martín. Peguei e de lá, após obter informações sobre onde me hospedar, fui andando até a região da Recoleta.
      Para as atrações de Buenos Aires veja https://turismo.buenosaires.gob.ar/br. Os pontos de que mais gostei foram os monumentos, os equipamentos e eventos culturais, os parques e a cidade como um todo.
      Fiquei hospedado na Recoleta por 22 pesos a diária (na época equivalente a 22 dólares). Acho que era o Hotel Lion d’Or (https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g312741-d317288-Reviews-Hotel_Lion_d_Or-Buenos_Aires_Capital_Federal_District.html).
      Depois de me hospedar fui dar uma volta nas redondezas. Gostei bastante do local, bem cuidado. Passei por um cemitério que me chamou a atenção pelas estátuas. Resolvi entrar e lá fiquei por mais de 1 hora, apreciando as obras de arte que existiam nos túmulos, alguns dos quais de pessoas famosas, até internacionalmente. Nunca tinha feito uma visita destas a um cemitério, mas gostei bastante. Depois passeei pelo bairro apreciando suas ruas e lojas. Parecia um local elitizado. Se bem me lembro ainda fui a Puerto Madero à noite.
      No domingo 11/03 fui conhecer os outros pontos da cidade, incluindo o centro com seus monumentos e órgãos do Estado, e pontos específicos com seus equipamentos culturais e esportivos. Saí perto de 9h da manhã e voltei por volta de 23h. Andei muito. Pude visitar a Casa Rosada, a Praça de Maio, os órgão legislativos e judiciários, a catedral, o obelisco, centros culturais, confeitarias históricas, vários monumentos, o Rio da Prata, áreas arborizadas, a Boca, o Caminito (com suas casas coloridas), ver o estádio de La Bombonera por fora, ver casais fazendo apresentação de Tango na rua etc  .
      Num dos dias jantei algo como nhoque num restaurante de rua e no outro jantei no shopping. Interessante como no shopping os atendentes perceberam que eu era brasileiro e até falaram palavras em português comigo 👍.
      Na 2.a feira 12/03, fui para o outro lado, conhecer o Jardim Japonês e os parques da região do bairro de Palermo. Gostei muito . Eram parques enormes, sendo que o jardim japonês fazia jus ao nome, com várias estruturas nipônicas, que se encaixavam muito bem na paisagem. Voltei para o hotel perto da hora do almoço e no início da tarde peguei um ônibus para Puerto Madryn, já na Patagônia.
      A viagem durou perto de 18h. Passamos por Bahia Blanca no início da madrugada. A paisagem ao longo da viagem agradou-me bastante 👍. Recebemos jantar incluído no valor da passagem. Cheguei bem cedo na 3.a feira 13/03, hospedei-me num hotel simples (acho que o nome era parecido com Vaskonia). Como era bem cedo, fui ver se era possível fazer excursão à Península Valdez ainda naquele dia. Achei uma agência de turismo que dava desconto para hóspedes do hotel em que estava e, pesquisando algumas outras, vi que era a melhor opção. Acabei comprando com eles o passeio pela Península. O dono brincou comigo perguntando se eu lembrava do jogo entre Argentina e Brasil na Copa de 1990, quando Maradona atraiu a marcação de 3 e lançou Caniggia sozinho para driblar Taffarel e fazer o gol.
      Para as atrações de Puerto Madryn e da Península Valdez veja https://www.patagonia-argentina.com/puerto-madryn/ e https://www.patagonia-argentina.com/peninsula-valdes/. Os pontos de que mais gostei foram os animais, as formações rochosas e a natureza como um todo.
      Saímos pouco depois da 9h, se bem me lembro. No nosso grupo havia um espanhol da região basca, uma inglesa, um suíço, um casal de argentinos e acho que alguns outros. O espanhol mencionou que desejava conhecer outros locais, mas que a Argentina era muito grande e tudo muito distante. Perguntou-me se o Brasil era tão extenso quanto a Argentina . Passamos por locais de avistagem de pinguins, lobos marinhos e elefantes marinhos. Não vi orcas. Numa das paradas, perguntei se poderia nadar e o guia disse que sim. Enquanto nadava, disseram-me que um pinguim nadou atrás de mim. Numa outra ocasião vi um pinguim perseguindo um peixe. Nunca imaginei que um pinguim fosse tão rápido nadando. Parecia um torpedo. No caminho apreciamos também a paisagem patagônica, desértica, com vários guanacos (ou seus parentes). Conversando com o argentino, que se me lembro era advogado, ele me falou da patagônia, dos possíveis aproveitamentos econômicos, da população, de Buenos Aires e da situação da Argentina como um todo. No fim, quando estávamos nos despedindo, encontramos um tatu, que parecia já acostumado a humanos. Regressamos no meio da tarde.
      Aproveitei e ainda fui dar um passeio na praia. Reencontrei o suíço, mas acho que ele não me reconheceu.
      Na 4.a feira 14/03 fui conhecer a Loberia de Punta Luma, onde havia lobos marinhos e montanhas. Fui caminhando pelas estradas de terra ou similar. Num dado momento fui para a costa, pois achei que seria mais belo o passeio. Passei por uma linda jovem argentina que me orientou sorridente sobre o caminho. Encontrei pequenos grupos de lobos marinhos e cheguei bem perto, o que me permitiu observá-los bem. Acho que foi um erro, pois devo tê-los deixado nervosos. Na hora não avaliei isso bem. Mas não houve nenhuma reação de ataque ou surto visível, embora tenha percebido que eles pareciam ter ficado tensos. Devido a isso, resolvi afastar-me e não mais me aproximar tanto. Encontrei uma monitora que me explicou sobre lobos e leões marinhos. Por ter ido pela costa e praias, acabei não vendo a placa que dizia que alguns locais não eram permitidos e que tinha que pagar uma taxa. Quando cheguei à entrada principal, o responsável disse que eu não poderia ter passado por uma área de que vim, perguntando-me se não tinha visto a placa na estrada ou não tinha querido ver. Ele parecia irritado. Pediu-me o ingresso. Como a monitora não havia me cobrado, achei que poderia ser indevido e lhe disse que ela não me havia cobrado. Ele se irritou bastante e disse que ele estava cobrando, já em tom bem mais alto 😠. Eu paguei, ele acalmou-se, deu-me algumas informações sobre as montanhas e o local. Fui dar um passeio e conhecer as montanhas, que tinham aparência interessante, diferente, parecendo até de outro planeta. Realmente grandiosas . Depois, já perto do pôr do sol, voltei a pé. No caminho, acho que ele passou por mim com sua caminhonete.
      Na 5.a feira 15/03 peguei um ônibus para Rio Gallegos. Novamente belas paisagens, mas desta vez bem mais desérticas. Neste ou em outros trajetos pude ver guanacos, criações de ovelhas e fazendas com fileiras de álamos próximos às casas, que segundo me explicaram eram plantados para cortar o vento, muito forte na Patagônia. Cheguei lá na 6.a feira 16/03 pela manhã. Estava bem mais frio 🥶, obrigando o uso da roupa mais pesada (fleece) e da jaqueta (anoraque). Conversei com uma atendente pública local, que me explicou sobre a região, os pontos a conhecer e me falou sobre as precauções a tomar com o frio. Dei um passeio pelo centro da cidade e fui a uma agência de turismo perguntar sobre os possíveis passeios. Embora tenha achado interessante o lago na cratera de um vulcão, achei muito caro e distante. Resolvi então contemplar a orla e o centro. Achei a paisagem do mar muito bela 👍.
      Para as atrações de Rio Gallegos veja https://www.patagonia-argentina.com/rio-gallegos-ciudad/. Os pontos de que mais gostei foram os monumentos, a cidade, a orla e o mar.
      Parti no próprio dia para Punta Arenas. A ida para Ushuaia via terrestre era inviável, porque passava pelo Chile e as companhias argentinas não faziam diretamente. Saí no início da tarde e cheguei na parte final da tarde. No ônibus um judeu me perguntou de que cidade eu era, e quando disse que era de São Paulo, ele fez um ar de admiração e falou “uma cidade muito perigosa”. Falou de um jeito que imaginei que conhecesse São Paulo . No caminho paramos para fazer a saída da Argentina e entrada no Chile. No escritório havia um mapa bem amplo da região e descobri que existia uma reserva florestal em Punta Arenas, pela qual me interessei. Em Punta Arenas fiquei hospedado numa casa que funcionava como hotel, aparentemente de uma mulher judia. Ainda saí para dar uma volta nos arredores e conhecer um pouco da cidade. Encontrei uma pequena empresa de informática e lhes perguntei sobre como eram as condições de trabalho ali. Quando voltei, Eli (acho que este era o nome da dona) me disse “Metió sus patitas en el barro.” ou algo parecido, quando eu pedi desculpas e fui lhe pedir um pano ou vassoura para limpar a sujeira que tinha deixado. À noite deste ou do dia seguinte (ou em ambas), fui jantar num restaurante, pedindo espaguete e tomando vinho 👍. O vento era muito forte e frio, o que fazia a sensação térmica diminuir muito. A temperatura estava perto de zero graus 🥶.
      Para as atrações de Punta Arenas veja https://chile.travel/pt-br/onde-ir/patagonia-e-antarctica/punta-arenas. Os pontos de que mais gostei foram a reserva florestal e a paisagem do mar.
      No sábado 17/03 dei um passeio por Punta Arenas e depois fui conhecer a Reserva Florestal de Magalhães, que havia descoberto na estrada. Antes passei pela Ordem Salesiana para conhecer suas obras e pelos edifícios mais famosos da cidade. Depois, de acordo com o mapa, rumei para a reserva. Havia uma ladeira, que fazia um corredor de vento para o mar. Quando estava chegando lá em cima, o vento era tão forte, que eu andava para frente sem sair do lugar. Aí andei os metros finais agachado, diminuindo minha superfície e, portanto, a força que o vento exercia sobre mim . Caminhei até a reserva passando por paisagens naturais de que gostei. Gostei muito da reserva também , com seus bosques preservados, sua vista de montanhas e paisagens naturais, os sinais da presença de castores, embora não tenha visto nenhum, suas árvores típicas da região e a vista ampla da região, a partir de alguns pontos mais elevados. Depois retornei no fim da tarde. Neste dia o tempo amanheceu nublado, depois garoou, depois abriu o sol, depois choveu com média intensidade, voltou a abrir o sol, nevou fraco e parou . Uma amostra de como o tempo muda rápido nesta região. A noite voltou a fazer muito frio novamente 🥶, que era mais sentido devido ao vento muito forte.  Se bem me lembro, foi aqui que minhas mãos começaram a perder o movimento, depois que o sol se foi. Era difícil até esfregá-las. Eu não levei luvas. Tentei colocá-las dentro da roupa, mas adiantou pouco. O sangue parecia estar parando de fluir. Quando cheguei ao hotel, reaqueci-as e senti a vida voltar. Como deve ser difícil ficar numa situação destas como ocorre com os montanhistas em situações inesperadas.
      No domingo 18/03 resolvi ir para Ushuaia, mesmo sabendo que aos domingos não havia transporte direto. Peguei um ônibus até Puerto Porvenir, já na Terra do Fogo. Para chegar lá precisamos pegar uma balsa para atravessar o Estreito de Magalhães. Acho que foi aqui que pensei em nadar enquanto esperava, mas a água estava muito fria e não me arrisquei. Achei a travessia muito bela, com vistas espetaculares . Vários delfins (eu acho) 🐬 acompanharam o barco. Quando chegamos lá acho que houve algum problema de um dos veículos que vieram no barco com um policial, o que fez a viagem atrasar e ficarmos parados um tempo. Na viagem havia vários americanos, alguns de Wyoming, que sabiam falar um pouco de espanhol. Havia também uma queniana (ou descendente de quenianos) radicada na Bolívia. Conversei com os americanos sobre a viagem, suas expectativas e como o ambiente se parecia com o local onde moravam. Conversei com a queniana-boliviana sobre a Reserva do Masai Mara. Combinei com ela de irmos juntos ao Parque Nacional da Terra do Fogo no dia seguinte, se bem me lembro, encontrando-nos na porta por volta de 8h. As paisagens naturais do resto da viagem também me pareceram belas. Chegamos à noite. Depois de pesquisar um pouco, resolvi experimentar um hostel (pela primeira vez na vida), visto que com a dolarização, os hotéis regulares pareciam-me caros. Foi o primeiro de muitos .
      Para as atrações de Ushuaia veja https://turismoushuaia.com/?lang=pt_BR. Os pontos de que mais gostei foram o parque, o glacial, as paisagens naturais e a vista da cidade e do mar.
      Na segunda-feira 19/03 fui até o Parque Nacional da Terra do Fogo. Perdi a hora de manhã e cheguei 1h atrasado ao encontro marcado . A moça não me estava esperando (imagino que desistiu). Fui caminhando e adorei o parque. Assim como a Reserva Florestal de Magalhães, havia muitas paisagens naturais a observar, cursos de água, montanhas, árvores e vegetação típicas etc . Fiquei lá o dia inteiro. Encontrei um japonês no meio do caminho que me disse que achava frio para acampar ali. Saí no pôr do sol. Desta vez fui tirar o barro dos meus tênis num local que parecia um tanque no banheiro. Voltei à noite ao hostel.
      Lá conheci um casal de europeus, americanos ou canadenses (não me lembro bem). Não percebi no hostel que na cama de baixo havia uma moça e troquei de roupa no próprio quarto num dos dias . Ela, que era eslovena e estava quase dormindo, virou para o outro lado. Depois, quando percebi que era uma moça, fui pedir desculpas.
      Na 3.a feira 20/03 fui explorar a cidade e seus arredores. A vista do oceano em direção à Antártica parecia linda. Tentei verificar a possibilidade de ir até lá, nem que só um pouquinho, mas achei inviável o tempo necessário. Não tinha me preparado para tal. Após andar pela cidade e reencontrar o casal do hostel, fui em direção ao Glacial Martial (https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g312855-d313939-Reviews-Glacier_Martial-Ushuaia_Province_of_Tierra_del_Fuego_Patagonia.html). Nunca tinha ido a um Glacial. Não sabia o que esperar. Não estava preparado em termos de equipamentos. Fui de tênis de pano (ou couro). Mas adorei . Era uma geleira pequena, mas subi nela até onde achei seguro, para não escorregar. Sentei até um pouco, para apreciar a maravilhosa vista, tanto das montanhas acima e do glacial, como da paisagem abaixo, com a cidade e o oceano. Achei ambas espetaculares. Mas era frio. Depois de apreciar bastante e quase ficar meditando um tempo lá, voltei para a cidade e fui apreciar novamente a orla.
      Na 4.a feira 21/03 peguei um ônibus para Puerto Natales, no Chile novamente, para ir conhecer Torres del Paine. Tivemos que fazer entroncamento, posto que a rota regular, se bem me recordo, era direto para Punta Arenas. Não me recordo bem se cheguei a ir até Punta Arenas (acho que não) ou se parei num ponto intermediário (acho que é mais provável). Cheguei em Puerto Natales no meio da tarde e me hospedei num pequeno hotel. Saí para dar uma volta na cidade, antes do pôr do sol.
      Para as atrações de Puerto Natales veja https://chile.travel/pt-br/onde-ir/patagonia-e-antarctica/puerto-natales. Os pontos de que mais gostei foram Torres del Paine, a caverna com o animal extinto e as paisagens naturais.
      Na 5.a feira 22/03 fui até o Parque de Torres del Paine (https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_Torres_del_Paine). Se bem me lembro, havia um ônibus de turismo que ia até a porta do parque e depois pegava as pessoas no fim do dia para retornar (acho que eram vários horários de retorno). Na ida passamos por paisagens que achei espetaculares, das montanhas nevadas e da vegetação nativa. Paramos num espelho d’água formado por um lago com montanhas ao redor, como eu só tinha visto em filmes e quadros. A partir da porta do parque fui caminhando em direção às torres. Achei toda a paisagem espetacular . Até bebi água em um riacho, mas a temperatura da água era muito baixa. Tive algum tipo de torção ou mau jeito no joelho, pois devido ao horário de volta do último ônibus resolvi acelerar. Achei espetaculares as torres e toda a paisagem no seu entorno . No retorno, pouco depois do meio do caminho, encontrei dois geólogos brasileiros, que trabalhavam para companhias de petróleo. Eles me deram carona até a entrada e afastaram qualquer risco de perder o último ônibus. Inclusive, se bem me lembro, acho que devido a isso peguei o penúltimo. Estavam fazendo pesquisas devido à similaridade daquela região com o fundo do mar, onde se explora petróleo. Falaram que era o primeiro local turístico em que foram trabalhar.
      Na 6.a feira 23/03 fui até uma caverna com registros pré-históricos que era próxima da cidade. Talvez fosse a Cueva del Milodon (https://chile.travel/pt-br/onde-ir/patagonia-e-antarctica/torres-del-paine/monumento-natural-cueva-del-milodon). Achei interessante a caverna com seus registros humanos pré-históricos e o Milodon, um animal extinto há muito tempo 👍. Se bem me lembro fui e voltei de ônibus. No meio da tarde peguei um ônibus para El Calafate. Cheguei no início da noite e fiquei hospedado numa casa. A dona avisou-me para tomar cuidado quando fosse ao Lago Argentino, porque havia muito barro no entorno.
      Para as atrações de El Calafate veja https://www.patagonia-argentina.com/el-calafate/. Os pontos de que mais gostei foram o Glacial Perito Moreno, o Lago Argentino, com seus flamingos e as paisagens naturais.
      No sábado 24/3 peguei uma excursão para conhecer o Glacial Perito Moreno (https://pt.wikipedia.org/wiki/Geleira_Perito_Moreno). Logo de manhã combinei a excursão com uma agência e fomos num micro-ônibus. A guia sugeriu que tapássemos os olhos no caminho e só abríssemos quando ela avisasse, para termos a surpresa de ver o glacial. Gostei bastante da paisagem, com geleiras e depois gostei do Glacial, com o lago em que estava inserido . Pegamos um barco e fomos até certo ponto, para vê-lo de mais perto. Disseram-me alguns anos depois, que não se ia mais de barco até perto do glacial, devido ao aquecimento global e aos deslizamentos. Não sei como está atualmente. Havia uma escada com muitos degraus, que a guia disse para aqueles que poderiam ter alguma dificuldade de mobilidade (idosos por exemplo), avaliarem se compensava descer. Eu fui até o último degrau e apreciei a paisagem de cima e de baixo. Gostei bastante da paisagem. Vimos algumas quedas de blocos de gelo, imagem famosa em vídeos. Na época não tão comum quanto atualmente. Na volta ganhamos um chocolate quente ☕.
      Depois, mais tarde, eu fui dar um passeio numa parte do Lago Argentino que era próximo. Achei o lago espetacular . Os flamingos no meio, em grande quantidade, embora já estivesse perto do entardecer, davam um colorido que tornava a paisagem ainda mais bela. Sujei bastante meu tênis com a lama do entorno. Quando voltei, perguntei para a filha da dona se ela poderia limpar meu tênis, comigo pagando, e a mãe, ouvindo, disse “Eu não te avisei” . Achei que a moça não gostou muito da ideia, pois daria um trabalhão e resolvi eu mesmo lavar no dia seguinte.
      No domingo 25/3 fui dar uma volta nos arredores, andando por boa parte da margem do Lago Argentino e apreciando a paisagem. Gostei muito de tudo 👍. Durante o passeio, quando estava bem longe da cidade, 2 cachorros 🐕 começaram a me acompanhar. Como gosto de cachorros, fiz agrado para eles e fizemos parte do passeio juntos. Mas eu pensei que depois eles ficariam por ali. Quando comecei a voltar, eles começaram a me acompanhar. No começo não me importei e pensei que iriam desistir. Depois fiquei preocupado, pois claramente não sabiam andar nas ruas e já estávamos chegando perto da estrada e da cidade. Tentei espantá-los, mas não havia meio de voltarem. Achei que poderiam morrer atropelados, pela total falta de traquejo que demonstravam com as ruas. Falei com um homem que estava na rua, perguntando sobre como resolver aquela questão. Ele riu da minha dúvida e disse que não sabia de quem eram os cachorros e me disse para atirar uma pedra neles. Eu não podia fazer isso. Eu gosto muito de cachorros. Mas andei mais um pouco e eles quase foram atropelados. Aí, com enorme dor no coração, atirei uma pedra do lado deles. Mas eles não entenderam e continuaram atrás, novamente, indo pela rua e quase sendo atingidos por carros. Aí resolvi atraí-los para fora da rua, peguei uma pedra não muito grande e acabei atirando no dorso, de modo a causar o mínimo impacto possível. Nunca vou esquecer a fisionomia de decepção dos cachorros, que me seguiram com amor e me viram atirar pedras neles. Foi uma facada na minha alma 😢. Mas eles pararam de me seguir e acho que voltaram para os campos. Talvez tenha funcionado, mas acho que o preço foi alto.
      À noite peguei um ônibus para Comodoro Rivadavia. Cheguei no dia seguinte, 2.a feira 26/3, entre o princípio e o meio da manhã. Considerando o tempo que eu tinha disponível e as atrações a conhecer, resolvi ficar somente um dia e pegar um ônibus para Bariloche no fim do dia.
      Para as atrações de Comodoro Rivadavia veja https://www.comodoroturismo.gob.ar e https://manualdoturista.com.br/comodoro-rivadavia. Os pontos de que mais gostei foram o Museu do Petróleo, as informações sobre as Malvinas e a guerra, as construções na cidade, a praia e a vista do oceano.
      Fui a um escritório de turismo municipal perguntar por sugestões de pontos a visitar. Além da cidade e do museu, foi sugerido conhecer a Praia de Rada Tilly. Perguntei se não seria mais interessante conhecer um campo com alguns aerogeradores de energia eólica (naquela época nunca tinha visto nenhum). O atendente disse-me que era muito longe, num caminho que não tinha outras atrações e era deserto, o que poderia me deixar à mercê de algum acidente ou problema nas pernas ou pés. Resolvi então seguir a sugestão e ir a Rada Tilly, que achei uma praia muito bonita, porém cuja aproveitabilidade ficava comprometida pelo clima frio. Mas a paisagem agradou-me, incluindo o caminho 👍. Antes tinha ido ao Museu do Petróleo, que achei bastante interessante 👍. Nele ou em algum local anexo, havia uma exposição sobre as Malvinas, com informações sobre a guerra, que achei bastante interessantes também, apenas pontuando que era a visão argentina do conflito, que apesar disso me pareceu razoavelmente isenta, mas ainda assim sob a ótica argentina. Dei também um passeio pela cidade, sua catedral, seus edifícios históricos etc.
      Depois de voltar de Rada Tilly, peguei o ônibus para Bariloche. A viagem durou quase 1 dia, se bem me lembro. Conversei com algumas pessoas durante a viagem, sendo que me falaram de cidades na região de Bariloche que tinham pouca população, mas concentravam muitos artistas e amantes de filosofia e artes. Durante a viagem, após saber que eu era brasileiro, o jovem comissário do ônibus perguntou-me “Pelé ou Maradona?” ⚽. Respondi que Pelé tinha feito mais de 1.200 gols e Maradona menos de 200, Pelé tinha sido 5 vezes campeão do mundo e Maradona só 1 etc. Ele retrucou para mim que Pelé jogava com os mestres. Continuamos um pouco na conversa, mas olhei para os outros passageiros e percebi que muitos estavam me olhando. Para não causar confusões, falei então “Cada um no seu tempo”, que é algo em que creio e que acho que apaziguou os ânimos .
      Cheguei no início da tarde da 3.a feira 27/3. Achei a paisagem da viagem magnífica , principalmente na região de Bariloche. Havia muitos lagos e montanhas entremeados, além das paisagens com vegetação natural aparentemente preservada. Hospedei-me numa casa, que funcionava como hotel. Consegui gratuitamente mapas com informações e sugestões de passeios 👍.
      Para as atrações de Bariloche veja https://barilocheturismo.gob.ar/br/home. Foi um dos pontos de que mais gostei . O que mais me agradou foram as paisagens naturais, os lagos, a vista do Monte Campanário e os locais naturais e típicos do Circuito Pequeno (Chico).
      Inicialmente, como ainda havia luz do sol, fui dar uma caminhada acompanhando o curso do lago que ficava perto da área central. Durou umas 2 horas. Achei magnífica a paisagem.
      Nos 2 dias seguintes fui realizar o Circuito Pequeno (Chico) e subi no Monte Campanário. Decidi subir pela trilha, que estava com a infraestrutura bastante comprometida, mas nada que me parecesse ameaçar a segurança, apenas causando maior necessidade de esforço físico e fazendo sujar os calçados e as roupas. A vista lá de cima foi uma das mais belas que já vi  , englobando a paisagem natural, com lagos, montanhas, picos nevados, florestas, vilas etc. Andando pelo circuito, pude ver muitos atrativos naturais, paisagens de que muito gostei. Houve também a Colônia Suíça, que achei interessante.
      Na 5.a feira 29/3 à tarde fui pegar um ônibus para Buenos Aires e posteriormente a São Paulo. Optei pelo ônibus porque o preço da passagem aérea só de volta era mais alto do que o de ida e volta . A porta da casa estava trancada, eu tocava a campainha, batia palmas e ninguém aparecia para abrir. Comecei a ficar preocupado em perder a hora. Aí comecei a gritar e a atendente veio abrir a porta. Acho que ela ficou com medo, talvez não sabendo quem estava na porta. Imagino que quando reconheceu minha voz veio abrir. Talvez por ser chilena e não conhecer bem a cidade ou por estar em alguma situação irregular, tenha ficado com medo se fosse um desconhecido.
      Peguei o ônibus por volta de 17h. A viagem até Buenos Aires novamente teve belas paisagens 👍, mas não tão espetaculares quanto a anterior. Durou 1 dia. Chegando lá na 6.a feira 30/3, comprei uma passagem para São Paulo pela Viação Pluma (https://www.pluma.com.br). Fizemos a entrada por Paso de los Libres e Uruguaiana no fim da madrugada. O atendente da Polícia Federal olhou-me com cara feia, após carimbar meu passaporte e eu avisar que era brasileiro e que não precisava ter carimbado como entrada de viajante. Acho que pensou que eu era estrangeiro . Depois de entrar no Brasil, já não havia mais refeições incluídas no preço da passagem. A viagem pelo Brasil, pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e sul de São Paulo apresentou paisagens que achei magníficas . Fomos pelo interior e passamos por cânions, campos, amplas áreas com vegetação nativa, montanhas etc. No sábado 31/3 almoçamos numa churrascaria em Passo Fundo. Eu sou vegetariano e não peguei carne. Num dado momento, o moço que servia o rodízio veio oferecer-me gentilmente linguiça calabresa. Eu disse que não tinha comprado o rodízio, mas ele disse que era cortesia. Falei então que não comia carne e vi sua cara de decepção. Fiquei um pouco tocado por ter rejeitado a sua gentil oferta. No Rio Grande do Sul, ainda mais naquela época, imagino que vegetarianos deveriam ser raríssimos. A viagem foi cansativa 😫, as pernas, os glúteos e as costas ficaram doendo um pouco, mas as paisagens foram muito belas. Cheguei em São Paulo perto de 5h da manhã do dia 01 de abril, data em que fazia 32 anos.
    • Por tai_narua
      Olá, tudo bem?
      Me chamo Tainá e estou fazendo uma pesquisa sobre hábitos e comportamentos de viagem para meu trabalho de conclusão de curso da minha pós-graduação em influência digital. 
      Para entender mais sobre esse assunto, estou realizando uma pesquisa com viajantes, ela é bastante rápida e as respostas são  anônimas.
      Quem quiser/puder responder me ajudará muito!
      Segue o link: https://forms.gle/At2vKVAn3onpigci6

      Muito obrigada!
    • Por Matheus Verdan
      O vídeo acima explica quais são exatamente, todos os documentos necessários para entrar na Argentina com seu automóvel.
      Algumas informações e duvidas de muitas pessoas como:
      - Posso viajar com o automóvel financiado?
      - Qual seguro preciso ter para entrar na Argentina?
      - É exigido alguma vacina para entrar na Argentina?
      As perguntas acima são algumas de muitas outras que você não terá mais duvida depois de ver esse vídeo.
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      Comprando seu produto na Desacelerados Store, você me ajuda a continuar fazendo esses videos explicativos a fim de te ajudar a fazer sua viagem de forma tranquila ao exterior.
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      Direção Nacional de Imigração:
      Dirección: Av. Antártida Argentina, 1355, Ciudad de Buenos Aires
      Código postal: C1104ACA
      Teléfono: 54 (011) 4317-0234
      Correo electrónico: [email protected]
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      Contatos importantes
      Em caso de emergência, recomenda-se que o brasileiro disque o número 107, serviço de pronto-socorro municipal que pode enviar uma ambulância ao seu domicílio ou hotel. Brasileiros que passem mal em Ezeiza, entretanto, ou fora da cidade de Buenos Aires, devem chamar o Serviço de Emergência da Província de Buenos Aires, pelo telefone 911.
      Os dados dos serviços de utilidade pública da Argentina são:        
      Ambulâncias: 107       
      Bombeiros: 100          
      Defesa Civil (emergências): 103        
      Policia Federal: 101/911        
      Aeroportos: 5480-6111          
      Buetur (assistência ao turista): 0800 999 283887     
      Auxílio à lista: 110     
      Hora certa: 113
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      Links uteis:
      OS LINKS ESTÃO NO PRIMEIRO COMENTÁRIO DO VÍDEO.
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      Se quiser qualquer informação sobre a viagem, será um prazer ajudar.
      Para acompanhar todas as fotos dessa trip espetacular entre no meu instagram: 
      @mathverdan 
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      Gostou do Vídeo? Deixe aquele LIKE, não esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos.
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    • Por RafaelOS
      Olá pessoal!! 
       
      Tenho um grande sonho pela Patagônia tanto chilena quanto Argentina e sonho em conhecer Ushuaia, porém não tenho noção de valores, não me importo com hotéis  chiques, gostaria de saber se com 3mil reais é possível conhecer esse lugar por pelo menos 1 semana? 
    • Por Carol.Barbosa94
      Olá, 
      Aqui vou descrever sobre os meus passeios, gastos e como foi a minha viagem ao Chile do dia 02 a 10 de Outubro de 2019. Época fora da temporada de neve, porém, com uma beleza encantadora e ainda assim pude ver e sentir a neve.
      Vou deixar meus insta aqui pra quem quiser mais informações: @barbosa_carolin
      Passagens Aérea (ida e volta):
      R$ 709,00 Guarulhos x Santiago
      R$ 239,00 Santiago × Calama
      Companhia SKY Airline (comprei pelo site Maxmilhas). É possível encontrar bem mais barato, mas comprei muito em cima da hora hehe...
       
      Cambio:
      Comprei $25.000 pesos no aeroporto de Santiago, a cotação é ruim, mas é melhor que trocar no Brasil e saiu 153 pesos por real. Então gastei R$ 170,00 (com uma taxa de $1.043,00 pesos incluso, que é cobrado na casa de câmbio do aeroporto)
       
      A conversão é feita assim: o total de pesos que você precisa dividido pela cotação do dia. 
      Ex: 26.043,00 ÷ 153 = R$ 170,21
      Sugiro trocar no aeroporto só o que for usar para o translado.
      Transfer Aeroporto x Hostel (ida e Volta)
      De Calama p/ San Pedro leva em média 1h30 de viagem e o transfer é tabelado e custa $20.000 pesos ida e volta com desconto. (Só ida ou volta $12.000)
      Do aeroporto de Santiago até o hostel no centro ida e volta com desconto ficou por $13.320,00 pesos. (Só ida ou volta $7.400)
       
      Total Transfers: R$ 210,00
       
      Hospedagens:
      Em San Pedro de Atacama, fiquei no Tiny Hostel, super limpo e organizado e perto de tudo. 29.300 pesos (R$ 174,40) por 3 dias e meio e não paguei os 19% do IVA porque apresentei o PDI e identidade.
      Em Santiago, fiquei no Hostal Yungay localizado no centro e indicado para quem busca mais tranquilidade a noite. O custo foi bem parecido com de Atacama, porém foram 05 diárias por 29.400 pesos. Devido a diferença de cãmbio o meu gasto foi de R$ 175,60.

      No Total, gastei R$ 350,00 para 08 diárias.
       
      Passeios:
      1° Dia - Valle de la Luna: É um tour maravilhoso, com paisagens incríveis, passando pelas dunas e mais alguns pontos famosos como as 3 Marias. Geralmente feito na parte da tarde e encerra com um lindo pôr do sol. 
      2° Dia - Lagunas de Baltinache: São 7 lagunas simplesmente lindas!!! Fiquei encantada com aquele lugar, pode entrar na primeira e na última Laguna, água extremamente salgada e gelada rsrs... Também encerramos com um pôr do sol maravilhoso.
      A noite fiz o Tour astronômico. Super recomendo. 
      3°  Dia - Piedras Rojas e Lagunas Antiplanicas: Pra quem não sabe, a entrada na Piedras Rojas está fechada, podemos ir apenas até o mirante, mas é um passeio fantástico também, só o caminho até chegar lá já faz valer a pena. Muitas histórias, vegetação, animais. Ainda passamos pela placa de  Capricórnio. Nas Lagunas de Miscanti e Miñiques pudemos ver um pouco mais de perto os vulcões com o mesmo nome. Paisagem que parece uma pintura de tão lindo que é.
      4° Dia - Deixei livre para conhecer um pouco mais de San Pedro e fazer algumas comprinhas de lembrancinhas. No seu dia livre pode alugar uma bike também para desbravar um pouco mais.
       
      Todos os passeios em San Pedro de Atacama ficaram por 87.500 pesos. (R$ 520,00) o pacote fechado com a mesma agência "Tour Connection" que super indico, os guias são maravilhosos. Agora vamos seguir para Santiago onde fiz os passeios com a Agência Bora Pro Chile Br e recomendo muito, excelente atendimento e acompanhamento do inicio ao fim de cada passeio.
       
      5° Dia - Manhã livre no centro, fiz a visita guiada no Palácio de la Moneda agendei Com 1 mês de antecedência e assisti um pedaço da troca de guardas e conheci a Catedral.
      Na parte da tarde fui com a agência na Vinícola Undurraga. É simplesmente linda. 
      6° Dia - Viña Del Mar e Valparaíso. Que lugar lindo, alegre e cheio de Cores e arte. Não deixe de conhecer, é um dos principais passeios.
      7° Dia - Portillo. O passeio mais esperado por  mim. Que paisagem linda do inicio da estrada até a fronteira com a Argentina. Paisagens de quadro. Vale muito a pena conhecer, aquela Laguna del Inca é surreal!!
      8° Dia - Vale Nevado & Farellones Sunset (Esse eu fiz com a agência Morandé) Pra quem assim como eu é apaixonada por montanha e pelo pôr do sol, esse passeio é super recomendado. Mesmo sem neve foi incrível.
       
      Todos os passeios em Santiago ficaram por 105.000 pesos (R$ 600,00) fechando os 3 primeiros com a mesma agencia e o ultimo com uma agencia diferente.
       
      Total com passeios e tickets de entradas R$ 1.120,00
       
      Alimentação:
      A média que estabeleci para refeição foi de 12.000 pesos por dia, mas gastei bem menos. Como alguns passeios oferecem café da manhã, teve outro que oferecia almoço, então acabei economizando. Ao todo gastei R$ 545,00 em refeições. Lá existe os pratos prontos com entrada+prato principal+sobremesa por 4.000 pesos, McDonalds, Subway ou o famoso La Piccola Italia, são opções bem econômicas para comer.
       
       
      GASTO TOTAL DESSA VIAGEM: R$ 3.173,00 







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