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Olá viajante!

Bora viajar?

Que livro te fez viajante?

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Fala, mochileiros. 

Estava aqui relendo o livro Into the Wild, quando me veio a mente toda aquela sensação de euforia e confusão que senti ao perceber que meu lugar não era sentado num sofá de um apartamento, repetindo rotinas diárias e me relacionando apenas com as pessoas que sempre estiveram ao meu redor. O livro ascendeu uma chama que parecia nem existir em mim. Um enorme vontade de me jogar no desconhecido.

Essa motivação em buscar viver, que a história me passava, funcionou como uma bateria recarregando minhas energias, mostrando-me que a vida não é feita para ser observada pela janela, mas sim presenciada do outro lado dela.

Dalí em diante, joguei-me em busca de conhecer lugares novos, pessoas novas e um novo eu. 

E você, que livro te tirou do sofá e te jogou na estrada?

Que livro te fez viajante?

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  • StanlleySantos
    StanlleySantos

    Comigo foi mais ou menos isso, também. Aqui temos mil universos em um. Vim tirar umas dúvidas sobre um destino em particular e acabei virando morador permanente, rs. Agora em matéria de livro, pe

  • Roberto Brandão
    Roberto Brandão

    O Título do livro já faz você ficar com vontade de viajar,  Volta Ao Mundo em 80 Dias, do francês e grande escritor de ficção científica Júlio Verne... Foi após ler este livro com 13 anos de idade que

  • No meu caso não foi um livro.. e sim, aqui. O fórum do mochileiros.  Lembro de ter começado a ler os relatos do tradicional Bolívia, Chile e Peru isso por volta de 2008 😬  

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Em 11/08/2021 em 21:04, RicardoRM disse:

Eu viajo/mochilão desde antes de saber que existia o termo mochilão, mochileiros... hahaha.

Afinal tenho 44, primeira viagem longa e com grana contata, tirando a casa dos parentes foi aos 13 anos.

Boa, Ricardo. Você já é veterano então. Deve ter muita história boa pra contar.

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Em 12/08/2021 em 09:22, StanlleySantos disse:

Comigo foi mais ou menos isso, também. Aqui temos mil universos em um. Vim tirar umas dúvidas sobre um destino em particular e acabei virando morador permanente, rs.

Agora em matéria de livro, pessoalmente me inspiro em 2 do Jon Krakauer: além do citado "na natureza selvagem", um que leio todo ano é o "no ar rarefeito" que trata da tragédia do Everest de 96. Inclusive quero me dar uma viagem ao EBC futuramente por causa dessa história.

Um livro que volta e meia dou uma olhadinha também, e penso que serve de inspiração para viagens é bem "popzinho", mas é uma ótima leitura, o "Livre" da Cheryl Strayed. É legal acompanhar os perrengues e alegrias de alguém com 0 experiência em Trekking que resolve buscar uma resposta na estrada, diante de tragédias e más escolhas na vida. Bom para iniciantes nessa modalidade de viagem.

Tou tentando começar os livros do Jack London, parece que a narrativa deles é maravilhosa (eu tou indo pela narração do filme "o chamado da natureza" que saiu recentemente). Inclusive esse autor foi uma grande inspiração para o Chris MacCandless tbm.

Gostei da dica do "ar rarefeito" e do Jack London. Vou incluir na minha lista aqui.

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13 horas atrás, eniobeier disse:

Minha vontade de viajar não se deu por um livro. Quando eu tinha meus 12/13 anos meu pai trabalhava numa transportadora e fazia viagens pelo Rio Grande do Sul e Santa Catarina, nas férias escolares eu ia com ele. Isso me fez ter vontade de conhecer novos lugares.

 

Que legal quando nosso pai cria em nós a sensação de liberdade. Fantástico, Eniobeier.

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11 horas atrás, Doce.Gabi disse:

Ahhh os livros…o fiel companheiro de quase todo viajante. Hoje minha escolha vai para Clarisse Pinkolas - ‘Mulheres que correm com os Lobos’. Identifica a essência da alma feminina, sua psique instintiva mais profunda, com o arquétipo da mulher selvagem. 

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Pelo Nietzsche duplamente ali na imagem, já sei que tem bom gosto, Gabi. Vou anotar esse ‘Mulheres que correm com os Lobos’ pra dar uma olhada.

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Você preferem livros de viagem com ou sem imagens? Dos vários livros que já li sobre o tema, poucos tinham imagens. Qual a opinião de vocês sobre isso?

Postado
  • Colaboradores

Se o texto for bem feito, imagens são desnecessárias, a meu ver. 99% do que leio é apenas texto. Claro, tem elementos mais complexos como mapas, com as trajetórias, que ajudam no entendimento da situação exposta.

Às vezes uma foto pode ajudar com a imersão na história. No livro "127 horas" do Aaron Ralston existem os registros fotográficos da aventura e do drama dele, incluindo a famosa pedra onde ele perdeu o braço (com braço, sangue e tudo). Aquilo em particular dá uma agonia da peste que o texto não consegue passar. E fizeram algo semelhante com o filme, a meu ver, tentaram mecher com as sensações do expectador, sobre o que é sentir sede, secura, ou a tortura de automutilação, ou a dimensão da solidão à qual o protagonista se encontrava. 

Agora em livros que falam sobre lugares para serem visitados e tal (guias e afins), penso que é necessária uma amostra do que podemos encontrar por lá, não tem jeito. 

Editado por StanlleySantos

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América Central nas Asas do Quetzal - Eduardo Soares Batista (Autor)

  • 4 meses depois...
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Achei esse tópico por acaso e vou ressuscitar, haha

Viajar pelo mundo era um sonho de infância, mas foi nos anos 2000 e pouco que eu entrei pro mochileiros.com e realmente percebi que os sonhos podiam virar realidade. Então sem dúvida, este fórum foi minha maior fonte wanderlust. 

Por limitações financeiras, somente perto dos 30 anos consegui começar a fazer viagens um pouco mais complexas e pra gringa, e acho engraçado que hj, aos 40, meus objetivos e gostos são bastante diferentes de 10 anos atrás. Mas vamos voltar pros livros.


Vi que o @StanlleySantoscitou os livros do Krakauer (Into the wild e No Ar Rarefeito) e do Jack London (O Chamado da Natureza - MARAVILHOSO) e de fato são todos muito legais, mas gostaria de acrescentar algumas sugestões, especialmente pra quem curte literatura de alta montanha.


Quem leu No Ar Rarefeito sabe o tanto que ele é polêmico, e gostei demais de ter lido a versão do Anatolian (A Escalada) e do Beck Weathers (Deixado para Morrer). Hj eu sou #teamAnatolian, rs

Os livros do Ed Viesturs (o único norte-americano a escalar os 14 picos) tb são legais, embora um pouquinho confusos. "K2 - vida e morte na montanha mais alta do mundo" é um relato histórico bem interessante da montanha, e "Não há atalhos pra chegar ao topo" conta a história dos 14 picos. 

Um que é pura lindeza e difícil encontrar (pq é esgotado) é o "Annapurna", do francês Maurice Herzog. Ele e seu truta foram só os primeiros caras do mundo a escalar uma montanha 8k+, em 1950. MARA!

Ah, minha lista vai longe... tem muito livro de montanha legal. Estes dias comecei um que de cara não me animou muito pelo tipo de narrativa, mas seguimos. É o "Aconcágua" do brasileiro Assis Aymone.

To aqui tb com "Crônicas na Bagagem" da Carina e JP, que viajaram mais de 400 dias pela América do Sul num Sandero, mas ainda não li.

Editado por Juliana Champi

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  • Membros

O meu foi o Atlas da Enciclopédia Brittanica que tínhamos em casa. Por graças da vida, meu pai teve pouca educação formal mas era muito bem letrado e, minha mãe, professora de História. Resultado: eu tinha mais livros em casa que brinquedos (uma biblioteca com mais de 3 mil livros) e o meu favorito era esse atlas, mesmo entendendo lhufas de Inglês na época quando tinha, 7, 8 anos.

O diferencial dele para os outros atlas era que não existiam somente mapas, mas também fotos e textos sobre os países e lugares. Então, meu prazer era ver essas fotos e ficar imaginando caminhando nos mesmo lugares. Interessante é que, anos depois (muitos anos depois), estive em muitos dos lugares ali retratados e vendo as mesmas coisas; Alkmaar e seu mercado de queijo, Luang Prabang e sua escadaria (maldita escada!), Paris e sua torre, etc.

Boas lembranças...

PS: achei uma foto do dito atlas aqui na web :)

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Postado
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3 horas atrás, pmichelazzo disse:

O meu foi o Atlas da Enciclopédia Brittanica que tínhamos em casa. Por graças da vida, meu pai teve pouca educação formal mas era muito bem letrado e, minha mãe, professora de História. Resultado: eu tinha mais livros em casa que brinquedos (uma biblioteca com mais de 3 mil livros) e o meu favorito era esse atlas, mesmo entendendo lhufas de Inglês na época quando tinha, 7, 8 anos.

O diferencial dele para os outros atlas era que não existiam somente mapas, mas também fotos e textos sobre os países e lugares. Então, meu prazer era ver essas fotos e ficar imaginando caminhando nos mesmo lugares. Interessante é que, anos depois (muitos anos depois), estive em muitos dos lugares ali retratados e vendo as mesmas coisas; Alkmaar e seu mercado de queijo, Luang Prabang e sua escadaria (maldita escada!), Paris e sua torre, etc.

Boas lembranças...

PS: achei uma foto do dito atlas aqui na web :)

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Acho que carregamos algum "DNA" de viajante, mas você me fez relembrar minha primeira fonte indutora para exacerbar meu desejo insano de "viajar",  parado ou em movimento,  foi a incrível enciclopédia Delta Larrousse, na década de 60, meu pai investiu numa (eram 15 volumes enormes e pesados), desde criança meu livro preferido era sobre os países.

Tempos bons!

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