Peguei no terminal do Guadalupe, (rodoviária antiga) o ônibus que leva a Quatro Barras, tem dois modos de ir, pelo bus branco normal e o verde via BR 116 ambos param no mesmo local, somente fazem caminhos diferentes, mas chegam ao terminal de Quatro Barras, onde tem que pegar outro bus para Borda do Campo, segue até o ponto final. Andando uns 100 metros já está no portal do início do Caminho do Itupava. Levou desde a saída do Guadalupe para Borda do Campo uma hora. Preço R$ 1.95 passagem integrada.
Aqui começa o relato: Terça-Feira dia 15/03 Eu e meu filho, chegamos ao posto do IAP. Não tinha ninguém para cadastrar a entrada, ficamos sem mapa e informações que talvez mudasse nosso planejamento.
As informações que eu tinha, era somente aqui do site, o que me fez ter uma previsão falsa de chegada, por que a distância não é o que esta descrita nas informações do IAP é muito mais. Um dos erros foi não ter prestado atenção na referência do Danilo no tópico perguntas e respostas sobre o término do caminho que da numa estrada, o pior nesta hora nos não encontramos a maldita placa, já não esta mais lá, foi a segunda perdida que gerou mais uns minutos de andada errada.
Primeiramente a trilha não é leve não, é considerada semi-pesado em condições secas, mas após a Casa do Ipiranga a mata é densa e a umidade deve ser constante na maior parte do Ano, por isto o calçado tem que ser aderente.
Estou colocado abaixo as distâncias que consta no mapa do IAP, mas não é só isto. Vou relatando passo a passo.
Trechos Tempo Distância
Posto de Informação Boa Vista 1 hora e 40 minutos 3.78
Boa Vista Casa do Ipiranga 2 horas 3.35
Santuário N.S do Cadeado- Término caminho recuperado 1 Hora 2.42
Término do caminho recuperado – Centro de Visitantes 30 minutos 1.5
6 horas e 40 minutos Total 16.32
Começamos nossa trilha as 08h40minh chegamos à Boa Vista as 09h20min andamos 3.78 m em 01h20minh, pensei vai ser moleza. Tem uma placa mostrando o desenho da trilha, como pelo desenho, a trilha parecia ser fácil e tranqüila nem anotamos as distâncias e nem copiamos o mapa, erro crasso. Pior não levamos esparadrapo para fazer tala, lanterna (pilhas extras) entre outros.
Fiz um bastão para ajudar na caminhada, um apetrecho que não pode faltar, ainda bem que tinha levado uma faca que perdi no caminho.
Chegamos à Casa do Ipiranga as 11:00 horas com o tempo de 02h20min = 7 km e. 130 m.
Quando se fala que os acidentes acontecem aliados a uma sucessão de erros é pura verdade.
Um pouco antes da casa do Ipiranga, passou por nós um casal, deram um oi e seguiram em frente, bem rápido.
Ao passarmos pela Casa do Ipiranga deparamos com um trilho de trem e bem em frente uma placa caída no chão escrito Ipiranga com uma seta para a direita, como vimos o casal no fim da curva andando sobre os trilhos fomos atrás, fomos induzidos ao erro, andamos uns 20 minutos e resolvemos voltar, o sol não estava na direção do nosso caminho anterior. No retorno encontramos três rapazes, perguntei qual era o correto, pois estava-mos meio perdidos. Descobrimos saindo da Casa do Ipiranga, que para a direita ia para a cachoeira do Ipiranga, trilha que eles estavam fazendo. A previsão do mesmo era retornar para Curitiba, acho que o casal também, pois até o final da trilha não encontramos mais ninguém.
O caminho correto era exatamente cruzar o trilho onde a placa estava no chão, só que a trilha também estava encoberta por mato e era uma subida acentuada mal dava para ver.
Com isto perdemos uns bons minutos, bem seguimos a trilha, eu diria sem informação nenhuma, um dos rapazes informou que era o pior trecho que íamos fazer, devido às descidas íngremes. Agora eu diria decidas e subidas, placa de informação nenhuma. Estava-mos parando para descanso em média cada hora e meia, nossa comida banana, pé de moleque, um pão com frango e um litro e meio de água para cada um, a banana foi acabando, e a água também, mas reabastecemos nos rios que cortam a trilha, repelente, protetor solar e pomada para dor fez parte da mochila.
Bem para encurtar entre tombos, pulando diversas árvores caídas na trilha chegamos ao Santuário N.S. do Cadeado ás 15.00 horas, começou chover forte, nos abrigamos na igrejinha por uns 25 minutos, pelo menos deu para contemplar o conjunto do Marumbi bem a nossa frente. Neste ponto a gente corta o trilho mais uma vez, da para ver também dois túneis um de cada lado e ao longe a continuação da estrada de ferro, bem que da vontade de seguir pelo trilho, não fomos, ainda bem, por que é proibido e acho que é muito mais longe.
Seguimos a trilha, mas já preocupado, pela lentidão da nossa andada dentro da mata, muitas vezes ficava bem escuro, e com o sistema psicológico já abalado pelos escorregões, e pela dificuldade de andar na trilha, cheia de possas de água, minha maior preocupação era que meu filho com o pé machucado estava andando lento demais, seguimos e de repente mais uma vez a trilha termina em uma estradinha, sem nenhuma placa indicativa, e se tivesse o mapa ele também não indica qual a direção a tomar, mais uma decisão errada, optamos pegar a direita por que era uma subidinha e se tivesse que voltar era descida, os músculos da perna já estavam doendo devido o esforço sobre as pedras molhada, andamos mais uns 15 minutos e a sorte de principiante, vinha descendo um carro (lotado) ele informou que estava indo para o lado errado, Eu estava indo para a Estação Eng. Langue e para o Marumbi e que faltava 11 km para chegar a Morretes, que íamos levar 01.30 de caminhada para chegar ao centro de informações do IAP. Eu pensei algo estava errado, como se a trilha era 16.32. Mas não tinha remédio, o negócio era andar e andar. Este é um ponto que sirva de lição, quando vc sai na estrada, onde é o fim do caminho do Itupava, tem que pegar a esquerda mais uma andada chega até outra bifurcação, para a esquerda vai para a Usina Hidroelétrica Marumbi. e para a direita para Morretes, aleluia ali tinha uma placa indicativa, e claro para o Centro de atendimento.
Chegamos à Central de atendimento exatamente às 18,00 horas. Peguei uma mapa então que entendi, após o centro de visitantes, tem mais quatro kilômetros para chegar a estrada da Graciosa e mais 6 até o centro de Morretes, esta caminhada não estava prevista e não consta no mapa.
De acordo com as informações do atendente, os 16.32 km são considerados até o centro de visitantes e mais os 10 até Morretes.
Prestar atenção: No posto não tem telefone, e o celular tem que andar mais uns 2 km dependendo do aparelho para pegar o sinal. Seguimos pela estrada e só não pegamos uma pousada que já começam aparecer à beira do rio por falta de comunicação com Curitiba. Já eram 19,00 horas quando consegui sinal e pedir um taxi, pelos cálculos andamos até ali uns 19 km totais. Chegando à rodoviária de Morretes compramos para as 20,00 horas passagem para Curitiba, chegando as 21,10 mais morto do que vivo. Custo da passagem R$ 25,00 duas pessoas. Tem ônibus intermunicipal que vai ás praias e Paranaguá.
A trilha vale à pena fazer, tem algumas vistas cinematográficas e alguns pontos para deitar nas águas geladas dos riozinhos, acho que deve ter muito lambari. É proibido acampar em todo o percurso. O ideal é ir no mínimo em três pessoas, se um se machucar fica difícil socorrer. Se for para incluir no passeio uma ida na Cascata do Ipiranda e o Véu da Noiva o qual não encontramos a trilha de desvio , acho que complica, no nosso caso teríamos chegado a noite.
O ideal é marcar hora para um taxi antes da descida para pegar no posto do IAP. Tem um ônibus que passa às 16.00 horas na estrada que vai para Morretes, mas são 4 km de pernada e mais 6 km até Morretes se perder o busão.
O telefone que consegui foi 41 9978 1573 – fixo 041 3462 1925, ele me cobrou R$ 25,00 mas juro que pagava R$ 50,00, é o mesmo que aluga kit bóia e transporta de Kombi o pessoal para descer o rio de bóia. Alias aproveito para informar o custo do Kit é R$ 15.00 por pessoa capacete, colete, bóia e transporte.
Caminho do Itupava
Peguei no terminal do Guadalupe, (rodoviária antiga) o ônibus que leva a Quatro Barras, tem dois modos de ir, pelo bus branco normal e o verde via BR 116 ambos param no mesmo local, somente fazem caminhos diferentes, mas chegam ao terminal de Quatro Barras, onde tem que pegar outro bus para Borda do Campo, segue até o ponto final. Andando uns 100 metros já está no portal do início do Caminho do Itupava. Levou desde a saída do Guadalupe para Borda do Campo uma hora. Preço R$ 1.95 passagem integrada.
Aqui começa o relato: Terça-Feira dia 15/03 Eu e meu filho, chegamos ao posto do IAP. Não tinha ninguém para cadastrar a entrada, ficamos sem mapa e informações que talvez mudasse nosso planejamento.
As informações que eu tinha, era somente aqui do site, o que me fez ter uma previsão falsa de chegada, por que a distância não é o que esta descrita nas informações do IAP é muito mais. Um dos erros foi não ter prestado atenção na referência do Danilo no tópico perguntas e respostas sobre o término do caminho que da numa estrada, o pior nesta hora nos não encontramos a maldita placa, já não esta mais lá, foi a segunda perdida que gerou mais uns minutos de andada errada.
Primeiramente a trilha não é leve não, é considerada semi-pesado em condições secas, mas após a Casa do Ipiranga a mata é densa e a umidade deve ser constante na maior parte do Ano, por isto o calçado tem que ser aderente.
Estou colocado abaixo as distâncias que consta no mapa do IAP, mas não é só isto. Vou relatando passo a passo.
Trechos Tempo Distância
Posto de Informação Boa Vista 1 hora e 40 minutos 3.78
Boa Vista Casa do Ipiranga 2 horas 3.35
Santuário N.S do Cadeado- Término caminho recuperado 1 Hora 2.42
Término do caminho recuperado – Centro de Visitantes 30 minutos 1.5
6 horas e 40 minutos Total 16.32
Começamos nossa trilha as 08h40minh chegamos à Boa Vista as 09h20min andamos 3.78 m em 01h20minh, pensei vai ser moleza. Tem uma placa mostrando o desenho da trilha, como pelo desenho, a trilha parecia ser fácil e tranqüila nem anotamos as distâncias e nem copiamos o mapa, erro crasso. Pior não levamos esparadrapo para fazer tala, lanterna (pilhas extras) entre outros.
Fiz um bastão para ajudar na caminhada, um apetrecho que não pode faltar, ainda bem que tinha levado uma faca que perdi no caminho.
Chegamos à Casa do Ipiranga as 11:00 horas com o tempo de 02h20min = 7 km e. 130 m.
Quando se fala que os acidentes acontecem aliados a uma sucessão de erros é pura verdade.
Um pouco antes da casa do Ipiranga, passou por nós um casal, deram um oi e seguiram em frente, bem rápido.
Ao passarmos pela Casa do Ipiranga deparamos com um trilho de trem e bem em frente uma placa caída no chão escrito Ipiranga com uma seta para a direita, como vimos o casal no fim da curva andando sobre os trilhos fomos atrás, fomos induzidos ao erro, andamos uns 20 minutos e resolvemos voltar, o sol não estava na direção do nosso caminho anterior. No retorno encontramos três rapazes, perguntei qual era o correto, pois estava-mos meio perdidos. Descobrimos saindo da Casa do Ipiranga, que para a direita ia para a cachoeira do Ipiranga, trilha que eles estavam fazendo. A previsão do mesmo era retornar para Curitiba, acho que o casal também, pois até o final da trilha não encontramos mais ninguém.
O caminho correto era exatamente cruzar o trilho onde a placa estava no chão, só que a trilha também estava encoberta por mato e era uma subida acentuada mal dava para ver.
Com isto perdemos uns bons minutos, bem seguimos a trilha, eu diria sem informação nenhuma, um dos rapazes informou que era o pior trecho que íamos fazer, devido às descidas íngremes. Agora eu diria decidas e subidas, placa de informação nenhuma. Estava-mos parando para descanso em média cada hora e meia, nossa comida banana, pé de moleque, um pão com frango e um litro e meio de água para cada um, a banana foi acabando, e a água também, mas reabastecemos nos rios que cortam a trilha, repelente, protetor solar e pomada para dor fez parte da mochila.
Bem para encurtar entre tombos, pulando diversas árvores caídas na trilha chegamos ao Santuário N.S. do Cadeado ás 15.00 horas, começou chover forte, nos abrigamos na igrejinha por uns 25 minutos, pelo menos deu para contemplar o conjunto do Marumbi bem a nossa frente. Neste ponto a gente corta o trilho mais uma vez, da para ver também dois túneis um de cada lado e ao longe a continuação da estrada de ferro, bem que da vontade de seguir pelo trilho, não fomos, ainda bem, por que é proibido e acho que é muito mais longe.
Seguimos a trilha, mas já preocupado, pela lentidão da nossa andada dentro da mata, muitas vezes ficava bem escuro, e com o sistema psicológico já abalado pelos escorregões, e pela dificuldade de andar na trilha, cheia de possas de água, minha maior preocupação era que meu filho com o pé machucado estava andando lento demais, seguimos e de repente mais uma vez a trilha termina em uma estradinha, sem nenhuma placa indicativa, e se tivesse o mapa ele também não indica qual a direção a tomar, mais uma decisão errada, optamos pegar a direita por que era uma subidinha e se tivesse que voltar era descida, os músculos da perna já estavam doendo devido o esforço sobre as pedras molhada, andamos mais uns 15 minutos e a sorte de principiante, vinha descendo um carro (lotado) ele informou que estava indo para o lado errado, Eu estava indo para a Estação Eng. Langue e para o Marumbi e que faltava 11 km para chegar a Morretes, que íamos levar 01.30 de caminhada para chegar ao centro de informações do IAP. Eu pensei algo estava errado, como se a trilha era 16.32. Mas não tinha remédio, o negócio era andar e andar. Este é um ponto que sirva de lição, quando vc sai na estrada, onde é o fim do caminho do Itupava, tem que pegar a esquerda mais uma andada chega até outra bifurcação, para a esquerda vai para a Usina Hidroelétrica Marumbi. e para a direita para Morretes, aleluia ali tinha uma placa indicativa, e claro para o Centro de atendimento.
Chegamos à Central de atendimento exatamente às 18,00 horas. Peguei uma mapa então que entendi, após o centro de visitantes, tem mais quatro kilômetros para chegar a estrada da Graciosa e mais 6 até o centro de Morretes, esta caminhada não estava prevista e não consta no mapa.
De acordo com as informações do atendente, os 16.32 km são considerados até o centro de visitantes e mais os 10 até Morretes.
Prestar atenção: No posto não tem telefone, e o celular tem que andar mais uns 2 km dependendo do aparelho para pegar o sinal. Seguimos pela estrada e só não pegamos uma pousada que já começam aparecer à beira do rio por falta de comunicação com Curitiba. Já eram 19,00 horas quando consegui sinal e pedir um taxi, pelos cálculos andamos até ali uns 19 km totais. Chegando à rodoviária de Morretes compramos para as 20,00 horas passagem para Curitiba, chegando as 21,10 mais morto do que vivo. Custo da passagem R$ 25,00 duas pessoas. Tem ônibus intermunicipal que vai ás praias e Paranaguá.
A trilha vale à pena fazer, tem algumas vistas cinematográficas e alguns pontos para deitar nas águas geladas dos riozinhos, acho que deve ter muito lambari. É proibido acampar em todo o percurso. O ideal é ir no mínimo em três pessoas, se um se machucar fica difícil socorrer. Se for para incluir no passeio uma ida na Cascata do Ipiranda e o Véu da Noiva o qual não encontramos a trilha de desvio , acho que complica, no nosso caso teríamos chegado a noite.
O ideal é marcar hora para um taxi antes da descida para pegar no posto do IAP. Tem um ônibus que passa às 16.00 horas na estrada que vai para Morretes, mas são 4 km de pernada e mais 6 km até Morretes se perder o busão.
O telefone que consegui foi 41 9978 1573 – fixo 041 3462 1925, ele me cobrou R$ 25,00 mas juro que pagava R$ 50,00, é o mesmo que aluga kit bóia e transporta de Kombi o pessoal para descer o rio de bóia. Alias aproveito para informar o custo do Kit é R$ 15.00 por pessoa capacete, colete, bóia e transporte.
Telefones Úteis
Inst. Ambiental do Paraná 41 3213 3700
IAP escritório local Morretes 41 3462 1155
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