Chegamos a Cusco às 5:00 da manhã, e já na saída do aeroporto estavam os taxistas, pediam entre 30 e 40 soles. Andando um pouco para a direita, logo após passar pela porta de saída do aeroporto, há outros taxistas com preços melhores. Paguei 20 soles para nos levar até nossa hospedagem. Como eram 5 horas da manhã e estávamos há quase 24 horas entre vôos e aeroportos, não tive saco para pechinchar muito o taxi, mas eu acredito que fariam mais barato facilmente.
Chegando ao Kokopelli Hostel, nossa hospedagem, não havia quartos disponíveis para um early check-in e tivemos que esperar até meio-dia dormindo em um sofá na sala de TV. Tomamos um banho, arrumamos as coisas e saímos para almoçar e conhecer a cidade. Cusco é uma cidade bonita, mas ainda há muita pobreza. Na primeira tarde fomos ver a Plaza de Armas, a pedra dos doze ângulos e o mercado municipal, além de caminhar um pouco a esmo pelas pequenas ruas a fim de nos ambientar com a cidade e ir aperfeiçoando o nosso “No, gracias”, a expressão mais usada durante a viagem. Como já estava se aproximando do Inti Raymi (dia 24/06) a cidade já estava em clima de festa. Havia um palco montado em frente à catedral, muita música e gente dançando, e quanto mais se aproximou da data da festa mais movimentado ficou.
Aproveitamos para fazer o cambio de moedas e conseguimos a cotação de 1 real para 0,90 soles em uma casa de câmbio na Av. El Sol . Há muitas casas de cambio em Cusco e algumas são pequenas cabines dentro de lojinhas. A cotação era bem parecida na maioria delas e as principais estão localizadas na Av. El Sol.
Durante a caminhada também aproveitamos para parar em uma agência de turismo e ver os preços dos passeios. A coisa lá é meio tabelada por todas as agências. 20 soles o city tour, 30 soles Maras / Moray e 60 soles o Vale Sagrado. Como era o mesmo preço da agência que tinha dentro do nosso albergue, optamos por fechar com o pessoal do albergue. As agências vão vendendo os passeios e depois um ônibus sai recolhendo o pessoal dessas várias agências. Fechamos os passeios do City Tour e do Vale Sagrado.
Dia 15/06
O City tour geralmente é feito durante a tarde, começando as 14:00. Mas nós optamos em fazer de manhã, que não tem o templo de Qorikancha incluso e, não sei qual a lógica aqui, custa 5 soles a mais. Mas queríamos fazer logo pela manhã para aproveitar o clima e depois ter o resto do dia livre. As 9:00 nos buscaram e partimos. Para quem não sabe, o city tour neste caso não é um tour dentro da cidade. Ao redor da cidade de Cusco há importantes sítios arqueológicos, e são esses lugares que se conhece.
A primeira parada foi em Saqsaywaman, e lá mesmo já compramos o Boleto Turístico por 130,00 Soles, válidos por 10 dias, e que te dá direito a entrar em vários lugares turísticos. Recebemos as explicações do guia sobre a importância e as peculiaridades do lugar e saímos para caminhar e tirar fotos. Mesmo tendo grande parte de sua estrutura destruída pelos espanhóis, o lugar ainda assim impressiona. Gigantescos blocos de pedra encaixados perfeitamente. Lá também tivemos nosso primeiro contato com as simpáticas lhamas.
Saindo de lá, paramos em Q’enqo. O local é pequeno, mas eu adorei. Foi um lugar de cerimônias e possui, dentro de uma galeria subterrânea, embaixo de uma grande rocha, uma sala de sacrifícios esculpida na rocha.
Próxima parada, Tambomachay. Local dedicado ao culto à água, cheio de canais e cascatas. E logo ali do lado, também está Puka Pukara, última parada do nosso city tour. Este sítio era um forte militar utilizado para controlar o acesso à cidade de Cusco, e neste ponto já nos haviam ensinado que o correto seria Qosqo, o ‘umbigo do mundo’.
Na volta para Cusco paramos em uma loja de roupas feitas com a lã de alpaca. Para compras não vale a pena, pois é tudo muito caro. O que vale é a explicação de como identificar uma peça de lã de alpaca, baby alpaca e ‘maybe alpaca’.
Chegamos à cidade na hora do almoço, nos deixaram um pouco acima da Plaza de Armas, e ali perto já comemos um delicioso hambúrguer. Então fomos conhecer o templo de Qorikancha. Chegando lá, pagamos os 15 soles por pessoa pela entrada (não está incluso no Boleto Turístico) mais 35 soles para uma guia particular. Os guias ficam na porta de entrada, vão pedir mais, mas é só pechinchar. O tour com guia privado foi de +- 1 hora e foi muito bom e completo. Valeu a pena demais.
Se eu soubesse e pudesse, teria feito todo o city tour com guia particular. A quantidade e qualidade de informações são muito superiores. Por isso, caso estejam em mais pessoas e com o orçamento folgado, recomendo que o façam. Segue o contato da guia: Gina Diaz F. - +51 984 335420 – coquina.19@hotmail.com
À noite fomos comer algo e voltamos para dormir, pois no outro dia faríamos o Vale Sagrado.
Segue abaixo o relato da viagem que fiz com minha esposa entre os dias 13 e 24 de junho de 2016.
ROTEIRO
Link do tópico do meu roteiro: peru-cusco-e-arequipa-13-06-a-24-06-t127774.html
DIA a DIA
Dia 14/06
Chegamos a Cusco às 5:00 da manhã, e já na saída do aeroporto estavam os taxistas, pediam entre 30 e 40 soles. Andando um pouco para a direita, logo após passar pela porta de saída do aeroporto, há outros taxistas com preços melhores. Paguei 20 soles para nos levar até nossa hospedagem. Como eram 5 horas da manhã e estávamos há quase 24 horas entre vôos e aeroportos, não tive saco para pechinchar muito o taxi, mas eu acredito que fariam mais barato facilmente.
Chegando ao Kokopelli Hostel, nossa hospedagem, não havia quartos disponíveis para um early check-in e tivemos que esperar até meio-dia dormindo em um sofá na sala de TV. Tomamos um banho, arrumamos as coisas e saímos para almoçar e conhecer a cidade. Cusco é uma cidade bonita, mas ainda há muita pobreza. Na primeira tarde fomos ver a Plaza de Armas, a pedra dos doze ângulos e o mercado municipal, além de caminhar um pouco a esmo pelas pequenas ruas a fim de nos ambientar com a cidade e ir aperfeiçoando o nosso “No, gracias”, a expressão mais usada durante a viagem. Como já estava se aproximando do Inti Raymi (dia 24/06) a cidade já estava em clima de festa. Havia um palco montado em frente à catedral, muita música e gente dançando, e quanto mais se aproximou da data da festa mais movimentado ficou.
Aproveitamos para fazer o cambio de moedas e conseguimos a cotação de 1 real para 0,90 soles em uma casa de câmbio na Av. El Sol . Há muitas casas de cambio em Cusco e algumas são pequenas cabines dentro de lojinhas. A cotação era bem parecida na maioria delas e as principais estão localizadas na Av. El Sol.
Durante a caminhada também aproveitamos para parar em uma agência de turismo e ver os preços dos passeios. A coisa lá é meio tabelada por todas as agências. 20 soles o city tour, 30 soles Maras / Moray e 60 soles o Vale Sagrado. Como era o mesmo preço da agência que tinha dentro do nosso albergue, optamos por fechar com o pessoal do albergue. As agências vão vendendo os passeios e depois um ônibus sai recolhendo o pessoal dessas várias agências. Fechamos os passeios do City Tour e do Vale Sagrado.
Dia 15/06
O City tour geralmente é feito durante a tarde, começando as 14:00. Mas nós optamos em fazer de manhã, que não tem o templo de Qorikancha incluso e, não sei qual a lógica aqui, custa 5 soles a mais. Mas queríamos fazer logo pela manhã para aproveitar o clima e depois ter o resto do dia livre. As 9:00 nos buscaram e partimos. Para quem não sabe, o city tour neste caso não é um tour dentro da cidade. Ao redor da cidade de Cusco há importantes sítios arqueológicos, e são esses lugares que se conhece.
A primeira parada foi em Saqsaywaman, e lá mesmo já compramos o Boleto Turístico por 130,00 Soles, válidos por 10 dias, e que te dá direito a entrar em vários lugares turísticos. Recebemos as explicações do guia sobre a importância e as peculiaridades do lugar e saímos para caminhar e tirar fotos. Mesmo tendo grande parte de sua estrutura destruída pelos espanhóis, o lugar ainda assim impressiona. Gigantescos blocos de pedra encaixados perfeitamente. Lá também tivemos nosso primeiro contato com as simpáticas lhamas.
Saindo de lá, paramos em Q’enqo. O local é pequeno, mas eu adorei. Foi um lugar de cerimônias e possui, dentro de uma galeria subterrânea, embaixo de uma grande rocha, uma sala de sacrifícios esculpida na rocha.
Próxima parada, Tambomachay. Local dedicado ao culto à água, cheio de canais e cascatas. E logo ali do lado, também está Puka Pukara, última parada do nosso city tour. Este sítio era um forte militar utilizado para controlar o acesso à cidade de Cusco, e neste ponto já nos haviam ensinado que o correto seria Qosqo, o ‘umbigo do mundo’.
Na volta para Cusco paramos em uma loja de roupas feitas com a lã de alpaca. Para compras não vale a pena, pois é tudo muito caro. O que vale é a explicação de como identificar uma peça de lã de alpaca, baby alpaca e ‘maybe alpaca’.
Chegamos à cidade na hora do almoço, nos deixaram um pouco acima da Plaza de Armas, e ali perto já comemos um delicioso hambúrguer. Então fomos conhecer o templo de Qorikancha. Chegando lá, pagamos os 15 soles por pessoa pela entrada (não está incluso no Boleto Turístico) mais 35 soles para uma guia particular. Os guias ficam na porta de entrada, vão pedir mais, mas é só pechinchar. O tour com guia privado foi de +- 1 hora e foi muito bom e completo. Valeu a pena demais.
Se eu soubesse e pudesse, teria feito todo o city tour com guia particular. A quantidade e qualidade de informações são muito superiores. Por isso, caso estejam em mais pessoas e com o orçamento folgado, recomendo que o façam. Segue o contato da guia: Gina Diaz F. - +51 984 335420 – coquina.19@hotmail.com
À noite fomos comer algo e voltamos para dormir, pois no outro dia faríamos o Vale Sagrado.