Ir para conteúdo

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''pirenópolis''.

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Fóruns

  • Faça perguntas
    • Perguntas Rápidas
    • Perguntas e Respostas & Roteiros
  • Envie e leia Relatos de Viagem
    • Relatos de Viagem
  • Compartilhe dicas de Roteiros Gastronômicos
    • Roteiros gastronômicos
  • Encontre Companhia para Viajar
    • Companhia para Viajar
  • Encontre companhia, faça perguntas e relate experiências em Trilhas
    • Trilhas
  • Tire dúvidas e avalie Equipamentos
    • Equipamentos
  • Outros Fóruns
    • Demais Fóruns
    • Saúde do Viajante
    • Notícias e Eventos
  • Serviços com Desconto
    • Seguro Viagem
    • Reservar Hospedagem
    • Cupom de Desconto

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que contenham...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Ocupação


Próximo Destino

Encontrado 14 registros

  1. Esta pequena cidade histórica, incrustada aos pés da Serra dos Pireneus, no interior de Goiás, é cercada de morros, com dezenas de cachoeiras. Tombada como Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro, mantém seu aspecto antigo e bucólico - retrato vivo da história goiana, onde um povo hospitaleiro, alegre e festivo, convive com um ambiente de extrema beleza natural. SUGESTÕES AOS VIAJANTES *Traga calçados confortáveis - Pirenópolis é uma cidade pequena, calçada com pedras e cercada de montanhas. Portanto caminhar aqui, em pedras, subindo e descendo, é praticamente obrigatório. *Traga boné ou chapéu e filtro solar - O sol é forte quando aparece. *Traga quarda-chuva ou capa - se for tempo de chuva (outubro a março). *Venha de roupas apropriadas - cachoeiras tem mosquitos, trilhas tem capins que riscam as pernas e o sol queima os ombros. Lembre, cachoeira não é piscina e nem praia. *Venha de carro apropriado - nossos melhores atrativos são rurais e as estradas nem sempre estão boas. * Não vacile nos feriadões - apesar da criminalidade aqui ser baixa, em feriadões malandros podem visitar nossa cidade. * Venha com tempo - para conhecer bem Pirenópolis são necessários vários dias. * Procure contratar um guia - é mais seguro e confortável, você perde menos tempo e conhece bem melhor. Vá ao CAT-Centro de Atendimento ao Turista. Abraço a todos, Rogério Félix
  2. Quando você não está de férias mas quer viajar e não tem muito tempo, Pirenópolis é uma boa opção! Fica bem pertinho de Brasília (2h mais ou menos) e em 2 dias você consegue ter um gostinho de tudo que dá para fazer na cidade. Para organizar a nossa viagem queríamos aproveitar: as cachoeiras, a vida noturna da cidade e subir os morros da região. Os lugares que escolhemos para fazer isso foram: Cachoeiras dos Dragões; Rua dos Restaurantes; e Parque dos Pirineus. Cachoeiras dos Dragões Para começar, saímos de Brasília 7h da manhã, o caminho de ida foi pela BR 060, estrada muito boa com boa parte do caminho com via duplicada. O plano era ir direto para as cachoeiras dos dragões que fica num mosteiro budista mais ou menos a uns 45 minutos de Pirenópolis e funciona de 9h - 17h. Para chegar lá você terá que passar por uma estrada de terra de mais ou menos uns 15km, de carro comum você consegue chegar lá, porém pode sofrer um pouco pois é uma subida e tem muita terra fina. Mas é uma estrada bem sinalizada e não acho que vai precisar de um guia. Chegando no mosteiro você passa por uma orientação rápida sobre as regras do local e já pode ir para a trilha. No local você pode usar os banheiros e encher as garrafinhas de água. Na trilha você vai ter duas opções uma mais leve e outra um pouco mais pesada, as trilhas têm uma boa manutenção e são bem sinalizadas, acho que tem um nível de dificuldade baixa, mesmo sendo 4,5 Km no total você consegue fazer ela toda sem muita dificuldade. Eu fui em outubro lá, época que as chuvas ainda estão voltando então tinha 3 cachoeiras que estavam secas, por isso eles dão um desconto na entrada, mas ainda assim acho que vale a pena, você consegue chegar em lugares da rocha que não seria possível na época da cheia. Rua dos Restaurantes A cidade é bem charmosa e preparada para receber os turistas, ficar a noite apenas andando nas ruas e olhando a cidade já bem interessante. Muita coisa só funciona a noite, uma rua em especial fica cheia de gente e tem vários restaurantes para você escolher. Descobrimos por acaso essa rua apenas caminhando pela cidade, mas é muito interessante para ir jantar e aproveitar a noite, porque nessa rua também funciona algumas casas de festa. Ficamos hospedados no "camping do theo" que nos foi indicado pelas pessoas da cidade mesmo, é um local muito tranquilo fica perto do centro da cidade, então você pode passar pela cidade e voltar a pé mesmo, pode entrar com o carro no quintal e montar a sua barraca do lado. Ele disponibiliza os banheiros e é um senhor muito simpático, conversando com ele você pode usar a geladeira e fogão também. Parque dos Pirineus O parque fica bem próximo a Pirenópolis, porém você tem que pegar uma estrada de chão de mais ou menos 12km para chegar lá, que para ir de carro comum você vai gastar um tempo a mais, devido as imperfeições que a estrada fica por conta do vento. Se você for voltar para Brasília, deixar o parque como última atração é muito bom, porque você já tem uma saída para a direção de Brasília que corta uma grande caminho da estrada convencional. Você sai na BR 070 dessa vez, que não é duplicada, mas é uma estrada em boas condições e chega em Brasília em 1:15h apenas. O parque tem várias trilhas pela "cidade de pedras" porém são trilhas sem muita manutenção e nenhuma sinalização, então é importante ir com um guia se quiser fazer as outras trilhas do parque. Porém você pode ir para a atração mais visitada que é subir os morros, aí você não precisa de guia, pois o caminho é bem simples e você vai ter uma vista linda de toda a região, já que você vai está a 1385m de altura em relação ao nível do mar. O morro que tem a capelinha tem uma subida simples, mas se você quiser subir os outros a trilha não é tão simples e terá que subir por trilhas sem sinalização e com uma dificuldade um pouco maior. Mas se você gosta de paisagens vai gostar da vista que os morros têm.
  3. Olá amigos tenho uma viagem de 10 dias programada para fevereiro de 2019 a Brasília e Goiás. A princípio faria Brasília e Alto Paraíso de Goiás. Porém um amigo decidiu ir junto e ele não está acostumado com trilhas e por isso decidimos Pirenópolis. O que sugerem 05 dias em Brasília e 05 em Pirenópolis? No caso faremos todo nosso deslocamento de ônibus. É possível fazer muita coisa no DF além dos palácios ? Pirenópolis é uma boa opção ? Desde já os agradeço!
  4. Desde uma viagem que fizemos no ano passado para Goiânia e Goiás que tínhamos vontade de conhecer a cidade histórica de Pirenópolis. Na verdade, a programação inicial incluía Goiás e Pirenópolis, as duas principais cidades históricas da região, num mesmo fim de semana. Depois, pesquisando melhor, achei que ficaria corrido e optamos, naquela época, por Goiás. Haveríamos de conseguir novas promoções de passagens aéreas para este ano – e conseguimos. Então agora foi a vez de Pirenópolis. E o mais sensacional é que, mesmo tendo comprado os bilhetes meses atrás, calhou de termos comprado exatamente para o fim de semana da abertura das Cavalhadas na Festa do Divino! Só fiquei sabendo disso uns 10 dias antes da viagem. Chegamos em Brasília na sexta à noite. Jantamos uma boa pizza e fomos dormir. Sábado de manhã cedo, antes de ir para Pirenópolis, passamos por dois lugares que não tínhamos conhecido na viagem anterior: a Catedral (estava fechada para reforma quando estivemos lá no ano passado) e o Santuário Dom Bosco. Interior da Catedral de Brasília Panorama de dentro do Santuário Dom Bosco, em Brasília De lá, partimos para Pirenópolis. No caminho, paramos para admirar o Salto Corumbá, entramos rapidamente na cidade de Corumbá de Goiás e depois seguimos viagem. Salto Corumbá Em Pirenópolis, logo que chegamos estava rolando a saída dos mascarados pela cidade. Largamos carro na pousada e fomos passear pela cidade. Passeamos muito pelo centro histórico, com destaque para a Rua Direita, com muitas casas históricas com fachadas bem preservadas. A chamada rua do lazer (Rua do Rosário) é onde você encontra restaurantes em série. Mas cuidado, alguns deles tinham preços proibitivos. Na verdade você encontra restaurantes, lanchonetes e bares por quase todas as regiões do centro histórico da cidade. A Rua do Lazer, em Pirenópolis Chegamos mais ou menos na hora da soltura dos mascarados, personagens importantes da Festa do Divino. Os mascarados, tradicionalmente, representam a rebeldia e fazem bagunça pela cidade. Mascarados nas ruas! No começo da noite, ficamos esperando uma procissão que a galera local disse que haveria -- fazia parte da Festa do Divino. Mas o tempo foi passando, uma missa que rolava na Igreja da Matriz (lotada!) não terminava nunca (e precedia a tal procissão) e a fome batia. Desistimos de esperar e fomos jantar a famosa pizza quadrada do lugar. Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, de 1728, considerada a mais antiga de Goiás Logo que terminamos a pizza, vimos a procissão descendo a rua. Corremos para nos juntar à galera e, logo a seguir, começou uma bela queima de fogos de artifício. Muito legal! Fomos dormir, mas escutamos queima de fogos durante toda a madrugada. Acho que muita gente virou a noite na cidade. Espetáculo de fogos de artifício da Festa do Divino
  5. Olá galera... eis aqui um breve relato sobre Pirenópolis e Corumbá... Eu já havia traçado Pirenópolis como destino para este ano... mas veio a concretização quando apareceu uma promoção de hospedagem num site de compras coletivas... Pousada Cavalhadas, bem no centro da cidade em frente à igreja matriz... saiu 60,00 por duas diárias para cada. Sai de casa na sexta-feira 2/09 as 8:30 da manhã... passei pela Samambaia para pegar minha amiga e os pais dela e seguimos pela BR 060... a pista está um tapete... muito bom. Chegamos lá as 13 horas... enrolamos... era para ter chegado mais cedo... ãã2::'> Quando chegamos fomos almoçar lá pertinho mesmo 9,90 o almoço a vontade... dica... durante o dia tem vários restaurante bons e baratos... por kilo, a vontade... isso depende de cada bolso e gosto. Logo seguimos caminhando pela cidade toda de paralelepipedos... fomos ao rio, detalhe... não esqueçam do repelente... nós esquecemos e o resultado não foi nada bom A noite tem vários lugares para jantar e que tocam MPB... se vc não quer gastar muito fuja desta rua... rsrsr lá tem opção para quem quer gastar pouco tb... tem restaurantes que vendem uma panelinha... dá para duas pesssoas e custa em torno de 22,00. No sábado tem feirinha... Lá é muito tranquilo... a maioria dos carros dormem na rua mesmo... ninguém mexe. Vimos casas abertas... pessoas sentadas conversando... típico de cidade pequena. O forte mesmo de lá são as cachoeiras... os passeios tb tem para todos os gostos e bolsos rsrsr... Um cara nos ofereceu um guia por 100,00 para levar na cachoeira do Rosário, nos disse que as de bom Sucesso não era boa, que a água era rasa e não estava dando para tomar banho... ele queria era nossa grana. Optamos por ir nas cachoeiras da Fazenda Bom Sucesso... 10,00 por pessoa... eu particulamente gostei e muito a cachoeira das pedras, poço azul e bom sucesso eram fundas sim... poço azul 5 metros... bom sucesso 7 metros... pô como é que o camarada diz que não dá para tomar banho??? dá para se afogar direitinho isso sim Dica: Leve seu próprio lanche, bebida para lá... o almoço é super caro e muito sem graça. No domingo decidimos descer, subir sei lá rsrsr para salto corumba... entrada 20,00 por pessoa, almoço bom e 18,00 o kilo. E pra mim a melhor cachoeira... Lá tb tem uma gruta e para os fãs de piscina tb tem... quem quiser acampar é 28,00. Já havia acampado lá em 2008, mas foi em época de chuva... teve lugares que não deu para ir... agora em setembro estava bem mais seco... deu para aproveitar mais. Compensa muito ir... e vc não gasta muito. Olhem as fotos: Pensei que nem tinha mais tanto fusca... o rio da cidade... aquela mulher estava procurando ouro... CORUMBÁ
  6. Muito bem galera mochileira, hora de compartilhar mais uma trip com vcs. Depois de algumas pesquisas decidi ir para o Centro-Oeste, mas não para explorar a Chapada dos Veadeiros ou o Pantanal (ainda). Chamei meu parceiro de viagens e fomos explorar cidades "menos conhecidas" do pessoal do sudeste. Piri, Goiás, Goiânia e a mais badalada Brasília. Compramos passagens pela TAM para o trecho SP-BSB-SP por R$ 278,50 com taxas. Demais trechos todos feitos de ônibus. Reservamos antecipadamente apenas o hostel em Pirenópolis, o GO Hostel. Bora ver como foi?! 03/01 - Sábado Saímos cedo em direção ao aeroporto (ônibus R$ 3,00; trem e metrô R$ 3,00). Ao chegarmos na estação Barra-Funda, onde pegamos o Metrô o trem ficou parado por uns 5 ou 10 minutos... o que apertou nosso tempo para chegar ao aeroporto. Tanto que dessa vez ao chegarmos na estação São Judas de cara pegamos um táxi para o aeroporto... Iríamos em voos diferentes mas em horários bem próximos, mas para o meu amigo o táxi não salvou e ele acabou perdendo o voo. Eu fiz meu check-in enquanto ele remarcava o voo e lá pelas 10:20 nosso voo partiu para Brasília. No aeroporto fomos ao balcão de informações e lá, muto bem atendidos. O cara nos deu um mapa de Brasília e nos indicou como chegar à Rodoviária Interestadual, que é onde vc deve ir para fazer viagens de Brasília para fora do DF, com Alto Paraíso ou, no nosso caso, Pirenópolis. Pegamos o ônibus que faz a linha circular do aeroporto (R$ 8,00) e descemos na estação 114 do metrô. Lá, pegamos então o metrô até a estação Shopping (R$ 2,00) que é ao lado da Rodoviária. Antes de irmos comprar as passagens fomos ao shopping almoçar (R$ 24,40 c/suco) e logo em seguida partimos pra Rodoviária. No guichê da Viação Goianésia compramos passagem pra Piri (R$ 26,75) que sairia por volta das 15hs. Chegamos em Piri lá pelas 6hs e tentamos ligar para o hostel para saber como ir da rodoviária até lá, mas ninguém atendia o telefone e eu não lembrei (de novo) de anotar o endereço do hostel. Rodamos perdidos, passamos pelo Centro de Informações turísticas, onde pegamos um mapa e depois conversamos com um senhor q fica rodeando a rodoviária e ele nos levaria onde possivelmente seria o hostel... daí, na 10ª ligação me atenderam e passaram o endereço... o tiozinho nos deixou lá na porta (R$ 10,00). O hostel estava beeem movimentado...tava rolando tipo uma festinha na piscina e, bem, não tinha ninguém na recepção... depois fomos acomodados. Depois do merecido banho fomos bater perna pelo centro à noite e paramos numa pracinha pra comer uma tapioca (R$ 5,00). Fim da noite voltamos pro hostel, cansados, mas na expectativa dos dias seguintes. Gasto do dia: R$ 90,15 04/01 - Domingo Levantamos por volta das 8hs pra tomar café e logo saímos para comprar ingresso pra alguma das inúmeras cachoeiras. Vc pode encontra-los em vários locais e perto do hostel tinha um tiozinho que vendia. Conversamos um pouco com ele e decidimos ir para a Cachoeira da Usina Velha (R$ 20,00). A partir do hostel são uns 5km, então, decidimos ir à pé. Compramos água pra levar (R$ 1,50), uma água de coco (R$ 3,00) e botamos o pé na estrada. Sol de rachar. Não lembro quanto tempo demoramos pra chegar..mas não foi muito. Como era um domingo estava com bastante gente, mas tava de boa. A profundidade do poço é pequena então dá pra ir de boa até a queda. Ahhh q delícia de banho... relaxante e revigorante...hehe. Fora da queda principal tem umas outras que também são bem legais. Subimos pra explorar um pouco a parte de cima e depois começamos a ornada de volta. Depois de um bom banho saímos pra bater perna e tomar um açaí (R$ 5,50) e passamos no mercado pra comprar algo pra comer na cachoeira no dia seguinte (R$ 2,45). Ficamos de bobeira no hostel e mais à noite saímos. Voltamos na pracinha da noite anterior, passamos ela rua do lazer e fomos comer uma pizza (R$ 9,00 p/p.). Voltamos pro hostel, galera já tinha ido todo embora... ficamos nós para aproveitar o resto da semana. Gasto do dia: R$ 41,45 05/01 - Segunda-Feira Ritual matutino no hostel e partimo pra frente da casa do sr. Bilu, de quem tínhamos comprado os ingressos no dia anterior, pois para irmos à Cachoeiras Bonsucesso tivemos de arrumar um táxi, que ele nos arrumou no dia anterior por R$ 30,00 p/p. No horário combinado o taxista estava lá e partimos. A entrada na Fazenda custa R$ 20,00 e se paga na entrada mesmo. A fazenda conta com umas 5 cachoeiras, desde pequenos "filetes" de água até quedas mais altas e incrivelmente lindas. Há poços para banho na maioria e alguns chegam aos 7 metros de profundidade. Há um pequeno trecho com um pedaçõ de uma antiga estrada de pedras do século XVIII, e as cachoeiras da fazenda são: Do Açude, Landi, Do Palmito, Da Pedreira, Bonsucesso, Da Lagoa Azul! O trecho da Pedreira até a Lagoa Azul é praticamente uma escalaminhada, mas é de boa. Lá pelas 15hs retornamos para o hostel e no fim da tarde fomos falar com o sr. Bilu pra fechar um táxi pra irmos até o complexo do Abade no dia seguinte. à noitinha descemos para o centro histórico e fomos jantar num restaurante perto da pracinha (R$ 24,90). Como era segunda, a cidade estava mais vazia... então voltamos pro hostel. Gasto do dia: R$ 74,90 06/01 - Terça-feira Depois do café e de arrumar a mochila fomos esperar o cara que nos levaria para o Complexo do Abade ((R$ 60,00 p/p.). Demora um pouquinho pra chegar e se compra a entrada lá mesmo na chegada. Você pode optar por dois tipos de ingresso: o parcial (R$ 20,00) que permite acesso às cachoeiras do Cânion e do Abade; ou o ingresso completo (R$ 30,00) que te permite andar por todo o complexo no meio do cerrado. Optamos pelo completo. As paisagens são muito bonitas, com alguns mirantes, outras cachoeiras como a do Sossego e uma outra que não lembro o nome. E nessa que não lembro o nome tive uma das mais belas vistas. Subindo acima da queda que beira a trilha nos deparamos com umas quedas de uma BELEZA incrível... sério... fiquei extasiado!! Seguindo a trilha passamos por uma ponte suspensa, aquelas do estilo Indiana Jones, que diz-se ter uns 25m de altura. Bem legal. Seguindo a trilha paramos na cachoeira do Cânion e depois seguimos pra cachoeira do Abade. É muito bonita.... a maior queda que vimos em Piri e o poço tem profundidade variada.... dá pra todo mundo se divertir. Depois de curtirmos bastante voltamos pra entrada do complexo e o cara do táxi já nos esperava para voltarmos. No caminho paramos no mirante e depois seguimos viagem de volta pro hostel. À tarde saímos pra tomar um açaí (R$ 5,50) e como começou a chover passamos logo no mercado pra comprar alguma coisa pra jantar... tá... foi miojo mesmo rsrsrs (R$ 1,50), mas foi um miojo com legumes incrementado...hehehe Assim que parou a chuva voltamos pro hostel e à noite fizemos nosso jantar... Gasto do dia: R$ 97,00 07/01 - Quarta-Feira Último dia pra curtir Piri depois do café fomos comprar ingresso para a cachoeira Meia Lua (R$ 20,00), que é no mesmo ruma da Usina Velha, então, fomos novamente à pé. Não diria que é perto, mas com disposição dá pra ir tranquilo. Fica um pouco mais à frente da Usina Velha. É bem legal também a cachu. Dá pra ficar de boas lá, deitado nas pedras com a água correndo.... tem poço pra banho bacana, delícia mesmo!! À tarde partimos de volta pro hostel não sem antes forrar o estômago com um misto que vendem lá na lanchonete da cachoeira (R$ 4,00). Se não me engano dá pra pedir almoço também. Depois do banho, à noite, fomos aproveitar a última noite em Piri. Demos umas voltas pelo centro histórico e paramos pra jantar (R$ 28,00 com uma breja). Ficamos até bem tarde pelo centro e terminamos assim nossos dias e noites em Piri. Gasto do dia: R$ 52,00 CONTINUA...
  7. A Cachoeira dos Dragões não estava em meu roteiro, mas devido a tantas mudanças de planos fui parar em Pirenópolis, uma cidadezinha encantadora! Qual pretendo voltar com certeza! Adorei o lugar. A cia também era uma das melhores, dois amigos que conheci aqui no site numa inesquecível viagem para Chapada dos Veadeiros/2011. Fernando Nobre- SP Sabrina - BSB Eu iria fazer o relato das Cachoeiras dos Dragões, mas vi aqui que ja tem alguns bons relatos: O Thiago Gentil contou aqui a história de cada uma das cachoeiras e seus nomes, gente vale apena a leitura pra quem gosta. pirenopolis-goias-cachoeira-dos-dragoes-t82707.html Aqui outros relatos interessante também do Renato travessia-dos-pirineus-t72892.html O aventureiro Guilherme, que deu uma boa pernada aqui trekking-nos-pirineus-cidade-de-pedra-e-cachoeira-dos-dragoes-t89848.html Me restou postar algumas fotos dessa que é uma das cachoeiras pouco visitadas na cidade, talvez por ser a mais distante (25km de asfalto + 15 de estrada de chão). E uma das cachoeiras mais belas que ja vi tambem. Com tudo, se precisarem de alguma dúvida, tento ajudar!
  8. Salve Mochileiros!! Conforme publiquei no relato anterior, ----> pirenopolis-goias-cachoeira-do-rosario-t81425.html Continuo publicando sobre a Cidade de Pirenópolis-GO, desta vez relato sobre a Cachoeira dos Dragões, que fica a 40 km de distância da cidade, para quem viu o post anterior que foi sobre a cachoeira do rosário é o mesmo caminho, a cachoeira dos dragões fica 5 km após a do rosário. Para conhecer esta maravilha é cobrado uma taxa de R$ 30,00. Mas pexinche!! eu Paguei 20 conto Olha o mapa que indica o caminho até a cachoeira do rosário, 5 km após fica a cachoeira dos dragões. A cachoeira dos dragões é composta por 8 diferentes quedas, numa trilha de aproximadamente 4,5 km e fica na região conhecida como Várzea do Lobo. No local existe o Mosteiro Zen Budista Eisho-Ji, que oferece hospedagem para quem é adepto ao budismo e também para aqueles que queiram conhecer, mais informações vide: http://eishoji.com.br/ Todas as cachoeiras possuem local para banho e água potável e cristalina. O acesso se dá por 25 km de asfalto e 15 km de estrada de chão, que nem sempre está em boas condições, pois é estrada de pedreira, lembrando sempre que em épocas de chuva tem que se ater quanto ao nível do rio das araras, que tem que ser atravessado para se chegar as cachoeiras!! Se começar a chover, pé na estrada!! Pesquisando sobre esta cachoeira descobri que existe toda uma mitologia sobre elas, olha só: CACHOEIRA DOS DRAGÕES Em primeiro lugar, Ryumon, o portão do dragão, que é a primeira das cachoeiras. No Shobogenzo-Zuimonki está dito: “Existe um lugar no oceano onde está o portão do dragão, que é quando o peixe, em geral uma carpa, ao chegar a tal lugar onde as ondas são muito altas. Como uma cascata de três camadas. O peixe começa a subir. Mas como são três camadas, não consegue subir e no meio da ascensão cai, tomba. Tenta de novo mas cai, caindo, caindo, mas alguns peixes conseguem subir tudo isso. E a mitologia diz: Nesse momento, quando se consegue passar tudo isso, o peixe se transforma em dragão.” Portanto, essa cachoeira, portão do dragão, é a entrada do dragão. Esse lugar corresponde ao Mosteiro Zen. O treinamento é muito árduo, muitos não conseguem passar, caem fora. Quem conseguiu ficar lá, no ango de três meses, um ano, dois, três anos, esse monge, praticante Zen, se transforma em um dragão, monge Zen verdadeiro e não depende de saber muitas coisas sobre o Dharma, não precisa falar como uma cascata e não depende se já leu o Tripitaka ou todos os sutras Budistas três vezes, isso para monge Zen não quer dizer nada mas apesar de tudo, aparentemente você é a mesma pessoa, tem a mesma cara mas algo está totalmente mudado. Essa transformação é um símbolo do dragão como falei anteriormente, caos, quer dizer, questão de vida e morte, perigos, riscos, quem passar isso conseguiu sua auto-realização. Entretanto não é controlado. Ninguém sabe o que vai acontecer. Todas as dificuldades, fora dos limites físicos e espirituais. Quem quer experimentar pode entrar nesse lugar. Mas as pessoas não sabem nada disso e pensam que você ainda está lá naquela parte da água e parado com a represa, tirando a água fora querendo pegar esse peixe, carpa, no fundo da água, mas imagine, esse peixe já se transformou em um dragão e subiu para os céus. Essa é a imagem do dragão, do portão do dragão. A pessoa para tentar entrar nesse portão, tem uma certa maneira, porque se a pessoa entrar, não tem mais regresso para trás. E entrega seu corpo e mente ao que ocorrer no mosteiro. A segunda é a cachoeira do dragão azul. O dragão azul está no símbolo dos Quatro Deuses de Shishin. Esse dragão azul está morando no fundo das águas onde ninguém pode sondar tal profundidade. As pessoas estão querendo chegar até lá, tem que descer até essa profundidade. Coloquei esse nome porque a cachoeira do dragão tem camadas de pedra, como um penhasco, então o livro Zen do Hekigan “Crônicas do Penhasco Azul” fala do sofrimento, que duro, não contar a ninguém sobre essa dureza, porque ninguém vai entender, apenas aqueles que por isso passaram. Então com a prática do Zen às vezes tem que entrar na caverna do dragão azul arriscando sua própria vida. É isso aí. O mosteiro hoje em dia está um pouco relaxado, mas o sesshin, o kyosaku é isso e experimenta seus limites, tanto físicos quanto espirituais. Mas com o tempo de treinamento a capacidade vai crescendo cada vez mais. É o treinamento: quanto mais treina, tanto mais a capacidade cresce. O Dragão Azul. A terceira cachoeira é a Pérola do Dragão: Essa Pérola do Dragão pode-se imaginar: Dizem que o dragão está guardando uma pérola preciosa, negra, rara, dentro de suas mandíbulas. Isso simboliza que essa pérola tem algo de precioso, não tem preço, como a natureza de Buda. Para conseguir pegar essa pérola, você tem que arriscar sua vida, como o rabo do tigre, se pisar ali, ou se você montar um tigre correndo, tem que segurar bem senão cai e morre. E assim a pérola do dragão é a mesma coisa, embaixo da mandíbula do dragão, as escamas são dispostas ao contrário do resto do corpo. Quando a pessoa toca nessa região de escamas ao contrário, o dragão fica com raiva, porque aquele lugar é proibido. E para tirar essa pérola, tem tocar essa parte, muito perigoso, uma questão de vida e morte. A terceira cachoeira da Pérola do Dragão, as águas ali são muito profundas e não se pode enxergar o fundo, mesmo mergulhando. Essa é a imagem da Pérola do Dragão. Passando para a quarta cachoeira. A cachoeira das Nuvens do Dragão. Se a pessoa conseguiu pegar essa pérola do dragão, aparecem muitas nuvens e o dragão sai da água, pega essas nuvens e começa a subir para os céus. Essa é a quarta. As nuvens de certo modo também são o caos. Nada controlado, nada preparado. Ninguém sabe o que acontece. Com essa situação você consegue a auto-realização. Nuvens do Dragão. Passando isso se chega à cachoeira do Dragão Verdadeiro. O livro de Mestre Dogen, Fukanzazengi, manual de zazen, prática de meditação universal, fala de uma história. Tinha um senhor chamado Seirioku, que era como um lord, um senhor. Ele gostava muito de dragões, era maníaco de dragões, desenhos de dragões, potes com forma de dragões, ou roupas com desenhos de dragões, qualquer coisa sobre dragões, colecionava. Um dia, sabendo disso, o dragão ficou muito contente, por que não cumprimentá-lo? Assim o dragão resolveu descer dos céus, visitar a casa dele e tocou a janela com seu rabo. Toc, toc. Quem é? Olhou pela janela, quem é? Abriu a janela. Aí viu a cara do dragão verdadeiro. E nesse momento Seirioku desmaiou. Quer dizer, muita gente fala, fala, fala sobre o Zen, aquelas histórias sobre koans, dokusan, como coisas engraçadas e se auto-propalando como professores de Zen ou do Dharma, mas isso tudo é mentira, como desenho, escultura, imitando o dragão. Mas um dia aparece o dragão verdadeiro, como pode imaginar, não tem nada a ver com aquilo que falava. Desmaiou. Isso realmente acontece. A gente diz que isso é Zen de salão de chá, eu digo que é Zen de papparazzi, aquelas pessoas que através da internet, ou email, despacham mensagens para duzentas, trezentas pessoas ao mesmo tempo, recebendo respostas e perguntas. Respondendo o que ele pensa ou aprendeu algures em livros Zen, ou sutra do Dharma, falando com se fosse professor. Pode ser professor, mas não é monge Zen nem mestre, claro, é tudo imitação, mentira. Quando aparece o verdadeiro dragão mostrando sua cara, assusta, querendo explicar, justificar, quanto mais explica, justifica, pior. Porque não aceita esse susto calado. Não tem força nenhuma. Aí está perdido, mas não percebe que está perdido, continua agindo, mas é tudo mentira. Essa é a imagem do Dragão Verdadeiro. Agora é o sexto. O sexto é a cachoeira maior de todas, com uma queda de cinqüenta e cinco metros, e se chama Dragão Voador. O Dragão Verdadeiro corresponde à matriz de nossa escola, Eihei-ji, foi fundada por Mestre Dogen. Nós temos uma outra matriz, Soji-ji, fundada por Keizan Zenji. Então Soji-ji tem uma revista de mosteiro, como a nossa “Flor do Vazio” que se chama “Dragão Voador”. Essa é alta, larga, como se fosse um dragão abrindo as asas, subindo para os céus. A sétima cachoeira se chama Dragão do Céu. Tenryu. Ten é céu, ryu é dragão. Já está realizado, saindo do mosteiro, começa a trabalhar com toda a força. A oitava pode ser a cachoeira Rei do Dragão. Onde ficam os urubus-rei no terreno: Pegando esse “rei” do urubu-rei. Cachoeira do Rei dos Dragões, porque tem muitas quedas separadas no mesmo lugar. Fica em cima do Dragão Voador. Todo dia de manhã no mosteiro ou templo Budista Zen, se canta um sutra para a cozinha. No final nós temos um mantra, com os oito reis dos dragões, nanda-ryu, batsunanda-ryu, shakara-ryu, watsukiti-ryu, tokushaku-ryu, anabata-ryu, manashi-ryu, uhara-ryu. Este ryu é o rei dos dragões. Existem países com muitas pessoas. Então ele dirige essa família. Esse é o grande Rei do Dragão e representa os guardiões do mosteiro. Defendem o Dharma para que o mosteiro permaneça funcionando bem. Em todo o caso, o dragão corresponde à ligação com a água, fogo, terra, com energia fora do comum. É isso o que representam esses oito nomes acima, são nomes sânscritos e o ryu é chinês, Rei dos Dragões. Muitos dragões. Tem ainda outros nomes de dragões. Ryu em sânscrito é Naga. Como Nagarjuna. Dragão. Quer dizer aquela pessoa treinada, realizada, fora do comum. Aí o mosteiro é a montanha dos dragões e fênix, somente dragões e fênixes podem morar ali. A fênix tem que estudar muito mais. Um dia vou contar. Agora vamos as fotos Bom galera acho que é isso!! Fica o registro dessa cachoeira incrível que é a Cachoeira dos Dragões, sem dúvida foi a mais linda que conheci em Pirenópolis!! Apesar de não ter estrutura como a Cachoeira do Rosário, ela é muito mais bonita.. melhor para banho, e a trilha é muito legal!.. Com certeza vale muito apena conhecer!! Vou encerrar deixando o contato de uma pensão que me hospedei, paguei R$ 20,00 pra dormir, quarto limpo com banheiro, que para nós mochileiros é o que interessa!! Suítes da Cristina (Fica a 200 metros do rio) (bem próximo a rua do lazer) Fone: 62 3331 2698 / 9126 6934 End: Rua do Frota s/n.° - Bairro do Carmo, Pirenópolis-GO. O próximo relato será sobre as Cachoeiras da Reserva Vargem Grande!! (em breve) Qualquer dúvida, fico a disposição! Abrasss
  9. História: Pirenópolis foi fundada por bandeirantes em 1727 durante o ciclo do ouro. Por um século a exploração deste metal foi a principal atividade econômica da região. Uma das principais rotas de saída do ouro e chegada de mercadorias da época era a Estrada do Norte que passa dentro da fazendo Bonsucesso. Hoje ainda existe um trecho preservado desta estrada, uma calçada e um muro de pedras construídos por escravos no século XVIII. NO século seguinte com o esgotamento do ouro, a agricultura, a pecuária e o comércio passaram a ser a base da economia local. A Fazenda Bonsucesso surgiu nesta época e pertence à família Curado há cinco gerações. Atualmente o proprietário da fazenda é o Sr. Luiz Athur Valle Curado. A sede da Fazenda foi construída pelo Cel. Luiz Augusto Curado +/- em 1890. Seu alicerce é feito de pedra de Pirenópolis, suas paredes são feitas de adobe (tijolo de barro amassado e cozido pelo Sol), suas telhas foram fabricadas nas olarias que existiam na própria fazenda e sua estrutura é de madeira nativa (principalmente aroeira lavrada à mão). No passado, as principais atividades desenvolvidas na fazenda eram: garimpo, olaria, pecuária e agricultura (algodão e cana-de-açucar). Atualmente, continuam as atividades de pecuária e agricultura, além da nova exploração da pedra de Pirenópolis. No dia 10/12/1994 foi iniciada a exploração de turismo ecológico na fazenda, através de uma parceria entre os proprietários e a Cerrado Ecoturismo Ltda.. A principal atração local são as seis cachoeiras no ribeirão Soberbo, afluente do Rio das Almas (Bacia do Tocantins). Os visitantes podem ainda experimentar a culinária local (almoço caseiro), sorvetes e levar para casa produtos da fazenda (doces, queijo e artesanatos). Descrição: Uma sequencia de 06 belas cachoeiras no ribeirão Soberbo, afluente do Rio das Almas (Bacia do Tocantins) é uma das principais atrações de Pirenópolis-GO. Infelizmente o mapa que recebemos na entrada do local molhou-se, mas segue abaixo o que sobrou dele (prometemos melhorar quando retornarmos ao local ) Logo que iniciamos a trilha e passamos pela calçada de pedra do século XVIII, encontramos a Cachoeira Açude, uma pequena queda com um poço de 1,5 metros de profundidade, excelente para as crianças se divertirem. Voltamos para a trilha e após uma boa caminhada chegamos a Cachoeira Landi, uma pequena queda que não possui local para banho. Seguimos a trilha e logo chegamos a Cachoeira Palmito, esta sim muito boa para banho, com seu poço de 2 metros de profundidade. Caminhando mais um pouco, logo chegamos a Cachoeira Pedreira, outra bela queda com um poço de 2 metros de profundidade. A partir desde ponto a trilha passa por uma subida íngreme, aumentando muito o grau de dificuldade, porém, nada disso impediu o acesso de alguns idosos e inúmeras crianças que encontramos no local. A proxima cachoeira é, na nossa opinião, a mais bela do percurso. A Cachoeira Bonsucesso, além de muito bela, conta com um poço para banho de 7 metros de profundidade, um convite para nos refrescarmos antes de encararmos a última (e cansativa) subida até a Cachoeira Lagoa Azul, outra bela queda com um poço de 5 metros de profundidade. Agora é só voltar pela trilha de 1.200 metros até a recepção e se a fome bater, desfrutar da comida da Roça preparada no restaurante do local. Como chegar: As Cachoeiras do Bonsucesso estão situadas a 5 km de Pirenópolis. A saída é pela bairro Alto do Carmo. Fácil de chegar. É só atravessar a ponte de madeira, passar em frente aos restaurantes Dona Cida e Oxente Uai e seguir até o final da avenida. Então vira à direita e entra na estrada de terra. Têm placas de sinalização por todo o trajeto. Não há como errar. Apesar das chuvas, a pista está em boas condições, mas é preciso tomar cuidado, pois o movimento ali é grande. Demais Informações: - É cobrado taxa de entrada por pessoa. . - As Cachoeiras do Bonsucesso ficam abertas ao público das 7h as 17h.
  10. Si vc pense que a “CIDADE DE PEDRA “ é na Jordânia ....vc não esta completamente enganado , mas o que vc talvez não saiba , é que nós temos Aqui no Brasil a nossa própria “ CIDADE DE PEDRA “ .. Aqui começa o meu relato , da minha viagem para conhecer a CIDADE DE PEDRA . No meio do ano passado eu comecei a planejar esta viagem e pesquisando aqui no site , vi um relato de um mochileiro que pretendia conhecer " A TAL CIDADE " , mas que acabou não indo , então resolvi pesquisar mais ...foi ai que vi algumas fotos do lugar
  11. Veja mais fotos no nosso blog: http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/ Para aproveitar uns poucos dias de férias que tiramos agora em julho, decidimos acampar com a nossa filhinha, a Duna, pela primeira vez. Ela estava com 8 meses e gostou. Escolhemos Pirenópolis (mais conhecida como Piri), pois além de ficar perto de Brasília também tem boa estrutura para acampar. Foi ótimo. O melhor foi que ficamos praticamente sozinhos, o que proporcionou momentos maravilhosos de puro contato com a natureza. Ficamos no camping Sombra da Mata, dentro da fazenda de onde é possível fazer o passeio para as cachoeiras Usina Velha e Meia Lua. A estrutura do camping é legal, com churrasqueira, mesa e banco de pedras e energia elétrica. Eles também tem banheiros espalhados por todo o camping, com chuveiro elétrico e vaso sanitário. Também há pia para a higiene pessoal e pia separada para lavar louça. Acho que gostamos mais porque o camping estava vazio, pois ficamos lá de terça à quinta-feira. Como os carros podem ficar estacionados ao lado das barracas - o que pode ajudar por um lado - também é terrível pelo fato de que os gostos musicais não combinam. No último dia de camping, chegou um pessoal que armou acampamento ao nosso lado e colocou música na maior altura, o que não foi muito agradável, já que estávamos ali para curtir os sons do rio correndo, da mata, dos pássaros. Ainda bem que já estávamos levantando acampamento. Camping: Sombra da Mata - na Fazenda onde ficam as cachoeiras Usina Velha e Meia Lua. Quando ir: eu prefiro acampar quando não está chovendo, de junho a setembro em Pirenópolis, mas tem gente que vai o ano todo. Onde Fica: a 7 km do centro de Pirenópolis, saída para as Pedreiras. Leia mais relatos no nosso blog: http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/
  12. Olá pessoal, segue um breve relato sobre minha viagem para Pirenópolis. Eu e minha amiga saímos de carro de Brasilia numa terça-feira (02/10) e sem roteiro definido. No 1º dia chegamos por volta das 13 horas na cidade e almoçamos no Restaurante Central ao lado da Igreja Matriz. Comida gostosa, buffet variado e por quilo, e o preço bem bacana (não lembro ao certo o valor mais saiu super barato, o que nos levou a almoçar lá nos dois dias). Após almoçar seguimos para o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), para saber um pouco mais dos atrativos e pegar informação de guias e campings. Dali, resolvemos ir para a Reserva do Abade a 17 km do centro. Chegamos com o horário meio apertado lá, mas o tempo foi suficiente para conhecer todo o trajeto. Lá há duas opções de trilhas uma curta por R$ 15 e uma longa por R$ 30 por pessoa. Recomendo a trilha longa. A estrutura é super legal com trilhas e pontes suspensas, mas super bem planejado o que não polui visualmente o local. Ao retornar para a cidade, ficamos no camping beija-flor ao lado da Igreja do Bonfim. Detalhe: esquecemos a bomba do nosso colchão de ar, mas o Seu Osvaldo proprietário do camping foi super atencioso, e improvisou o cano de um compressor de ar e resolveu nosso problema!! Recomendo o camping, de estrutura bacana e apenas R$ 15 a diária. Fomos jantar no restaurante Trilha Zen (recomendadíssimo), quase em frente ao CAT. Com deliciosas opções de crepes e o preço acessível. No 2º dia acordamos e fomos atrás de uma padoca para tomar café da manhã (tem umas perto da rua dos bancos), depois na Agência Morro Alto se informar sobre a Cidade de Pedra, onde fomos super bem atendidas. Logo após fomos para a Fazenda Bom Sucesso (5 km), algumas cachoeiras de águas cristalinas com a taxa de R$ 12 por pessoa. Não achamos grande coisa, mas para um passeio de meio dia para tomar uns banhos de cachu vale a pena. Chegamos meio tarde na cidade, almoçamos e fizemos uma tentativa de chegar no Vale Dourado, apesar de nos avisarem que não era aberto para visitação, pois era uma antiga comunidade alternativa e tal. Na sorte, conseguimos um contato e uma companhia que nos levou até lá. Fomos jantar no Trilha Zen novamente. Neste dia, ligamos pra um guia da Tilapias Tur para agendar o passeio para o Parque dos Pirineus no dia seguinte (conseguimos o telefone dele no CAT, pois a agência estava fechada). Cristiano era o guia e recomendo para os mais interessados em Botânica, ele conhece muita coisa. No 3º dia fomos ao Parque dos Pirineus. O diária do guia era de R$ 100. Apesar de ter sido bem legal ir com ele, pois contou histórias legais e nos passou muitas informações sobre o local, é um passeio que acredito que possa ser feito tranquilamente sem guia. Pois ele nos levou numas cachoeiras meio escondidas que não eram tão bonitas e o acesso ao parque (objetivo do passeio) foi bem tranquilo, no qual só subimos o morro da capelinha com um visu irado. Se a ideia é dar uma conferida no Parque, acho que vale a pena tentar um acesso sem guia mesmo. Na volta para a cidade comemos novamente no Trilha Zen (viciamos nos crepes deliciosos, kkk) e pegamos a estrada para ir embora. Nossa ideia era ter ido para a Cidade de Pedra, mas desistimos pq nessa época o passeio não é muito indicado pois o local fica muito seco (além de não ter água no percurso) e também falaram que o acesso de carro simples é bem complicado. As cachoeiras do Rosário e dos Dragões ficaram na vontade, pois foi muito indicado pelas pessoas com quem conversamos (fica a dica). No mais é isso!! Abraços!
  13. Andar pelas ruas da cidade é o melhor passeio, pois a cidade foi tombada como conjunto arquitetônico, urbanístico, paisagístico e histórico pelo IPHAN em 1989, Pirenópolis conta com Centro Histórico riquíssimo com casarões e igrejas do século XVIII, e prédios de uma imensa beleza arquitetônica como o Teatro e o Cine Pireneus. Quando cheguei em Piri tive uma surpresa, estava rolando o III Encontro Internacional de Fotografia de Pirenópolis, por isso a grande quantidade de turistas estrangeiros na cidade. Assim que cheguei lá perguntei a uma mulher onde ficava a Praça do Coreto, e ela respondeu: I don´t speak portuguese. Ah tah beleza! Sorry hehe... No domingo fiquei um tempão no Cine Pireneus, onde acontecia o encontro, então não tive tempo de conhecer nenhuma cachoeira. Auto Viação Goianésia - Como Chegar Valor: R$ 21,00 (valor já com a taxa de embarque - Saindo de Brasília). 03 horas de viagem (o ônibus vai parando em cada cidade para pegar passageiros). Telefone da loja da Goianésia em Pirenópolis (62) 3331.2765 Saindo da Rodoferroviária. No plano piloto você pode pegar o metrô (R$ 2,00) e descer na estação Shopping (é a 10ª parada) de frente para a estação do metrô é a Rodoferroviária. Fui no sábado, no ônibus de 10h cheguei em Piri 13h. O ônibus da ida é muito bom, mas o da volta é péssimo. (Nunca volte de Piri para Brasília no ônibus de 15h30 de domingo, é sem ar condicionado e entra muita fumaça). Hospedagem Camping Roots Rua dos Pireneus, 95 (Próximo a Praça do Coreto) Na rodoviária tem um ponto de moto táxi, custa apenas R$ 3,00 para o camping. Andando fica um pouco longe, acho que mais de 1km. Camping Roots Valor da diária R$ 20,00 (todos acham o valor alto) gostei de lá, o banheiro era limpo e tinha chuveiro com água quente, porém, não tem segurança alguma. A noite a pessoa que fica na recepção vai dormir. Achei muito inseguro. Alimentação Não deixe de comer a coxinha (espetacular) da loja vizinha da loja da Goianésia, uma delícia. Na Praça do Coreto a noite a feirinha de artesanato e comidinhas bomba! Muita coisa gostosa, lá eu peguei uma torta de frango com suco de hortelã. Tomamos café da manhã em uma mercearia, não lembro o nome, fica próximo a ponte. Pão de queijo com coca-cola. Na Rua do Lazer tem dezenas de bares e restaurantes, mas como eu estava no estilo mochilão econômico, não parei por lá! Todas as fotos estão no: http://picasaweb.google.com.br/atilaximenes
  14. Pequena cidade no interior de Goiás, tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que conserva seu aspecto antigo e bucólico, cercada de morros e cachoeiras. Um retrato vivo da história Goiana, onde um povo hospitaleiro, alegre e festivo, convive com um ambiente de extrema beleza natural. Uma das mais belas cachoeiras, a Cachoeira do Abáde, Situada na fazenda cabaçais, tem uma queda d’água de 21 metros, o acesso é feito pela estrada dos Pirineus, segue fotos. Entrada da cachoeira. Primeira vista da caxu, vista da trilha. Natureza perfeita. Uma das cachoeiras que mais gosto... Água quentinha...rssss Irmandade!! Sem comentários. Há dez anos que vou nessa cidade tão maravilhosa que é Pirenópolis, precisando de informações sobre a cidade fiquem a vontade, msn: thiago_gno@hotmail.com valeu!!
×
×
  • Criar Novo...