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Trilha proibida em SP tem 74 resgates em 1 ano

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Completar os 28 km da rota indígena entre SP e Itanhaém tornou-se um desafio

 

Completar os 28 km de uma antiga rota indígena entre Itanhaém, no litoral, e Marsilac, no extremo sul da capital paulista, pelo meio da Serra do Mar tornou-se "troféu" para grupos de trekking de todo o País - mesmo com visitação proibida pela direção do Parque da Serra do Mar. Sem sinalização, a trilha guarda algumas más lembranças para as 74 pessoas resgatadas no caminho desde abril de 2010.

 

Os penhascos de 20 metros de altura e a mata totalmente fechada têm confundido até os mais experimentados montanhistas. No dia 9, o Corpo de Bombeiros localizou seis pessoas que ficaram 52 horas perdidas. Todas estavam com cordas, mapas, barracas e GPS. O tempo que eles passaram sem contato, porém, foi pouco perto dos sete dias e meio que um grupo de Indaiatuba teve de enfrentar no fim de julho.

 

Os cinco moradores do interior faziam trilhas há duas décadas. Eles sabiam que o percurso era proibido, mas resolveram confiar nos mapas e no guia por satélite. "Eu moro aqui há 24 anos e fiz a trilha várias vezes", afirma o ambientalista Erley Coradi, de 54 anos, morador de Marsilac. "Mas, na Páscoa do ano passado, fui com um grupo de 28 pessoas e iríamos esticar até Mongaguá. Um índio nos guiaria a partir do meio do caminho. Só que depois de duas horas o índio confessou que estava perdido. Ficamos três dias na mata até o helicóptero da PM nos encontrar."

 

 

20110428093128.jpg

Ayrton Vignola/AE

Coradi. 'Tem hora que a trilha tem até seis saídas'

 

Coradi reforça que a trilha não é turística. Como existe lei federal que proíbe as pessoas de andarem ao lado da malha ferroviária e 8 km da trilha são ao longo de uma linha de trem com movimento de cargas, nenhuma operadora de turismo faz o passeio. O ambientalista ressalta as dificuldades das dez horas da trilha, como "as formigas que sobem nas pernas durante a caminhada".

 

GPS. Ele também garante que o GPS não funciona no meio da mata. "E tem hora que a trilha tem bifurcações com até seis saídas. Não adianta ter mapa", diz Coradi. "Quando estávamos perdidos no ano passado, ficamos parados em uma clareira da mata. Tinha uma garota com as costelas quebradas, não podíamos sair do lugar. A sorte foi que encontramos as lonas deixadas por alguns palmiteiros e ficamos cobertos."

 

Os relatos de pessoas que se perderam na trilha e conseguiram voltar sem resgate também são inúmeros nas redes sociais da internet. "Andamos duas horas pelo meio dos túneis da linha do trem, até que vimos uns três homens cortando uma carcaça de Kombi com machados. Ficamos assustados e voltamos", recorda o goiano Hélio Luzzi, de 34 anos.

 

"Como o curso do Rio Capivari é muito sinuoso e não segue um caminho reto até o litoral, mesmo que você fique perdido e tente seguir o rio não adianta. Ele corre pelo meio da mata fechada até a cidade de Cubatão", fala o comerciante de Parelheiros José Francisco Cardoso, de 46 anos, que fez três vezes a trilha.

 

Para quem conseguiu atravessar São Paulo até o litoral pelo meio da Mata Atlântica, ficaram as boas recordações. São oito cachoeiras no caminho e a possibilidade de dar mergulhos nas águas cristalinas do Rio Capivari. "Os mirantes a 400 metros de altura com a vista do mar são incríveis", garante o jipeiro Jorge Sampaio, de 29 anos, que fez a trilha em fevereiro. "Mas é para fazer uma vez na vida e só."

 

Precaução

Para quem vai fazer uma trilha longa, é bom deixar o mapa da rota planejada com alguém de confiança. Se até certo horário o grupo não ligar, o mapa deve ser entregue ao Corpo de Bombeiros.

 

Fonte:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110424/not_imp709990,0.php

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Ai deu vontade de fazer essa trilha heim...

 

hahahahahah o efeito foi o contrário!!! tb fiquei mto a fim! rsrs

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Agora um cara que se diz ambientalista levar 28 pessoas pra uma trilha????? Acho que ele faltou à aula de EIA - Estudo de Impacto Ambiental.

 

abraços!!!

 

O cara que leva 28 personas pra trilha ser chamado ambientalista é uma puta falta de sacanagem.... Cidadão quer acabar com a trilha e não sabe como...

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é...a parte das 8 cachoeiras e a vista dos mirantes deixam qualquer trilheiro afim de se aventurar por lá...rs

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Com certeza é um "sem noção"...rsrs...menos ambientalista...rs

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Também já fiz parte dessa trilha, descendo entres os túneis 24 e 25 da linha férrea.

Segunda o Raffa postou um breve relato de uma investida feita na sexta feira: http://www.mochileiros.com/trilha-ate-o-rio-branquinho-serra-do-mar-sampa-t54963.html

O Divanei também fez completa, porém descendo pela vertente do Rio Capivari até a confluência com o Rio Branco:

http://www.mochileiros.com/trilha-do-rio-branco-de-parelheiros-a-itanhaem-t33394.html

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Excelente sugestão...........Bateu a vontade! rsrs

 

::cool:::'> cachoeiras.......... ::otemo::

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Esse povo que dá trabalho pagam os mesmos impostos que os milhares de motoristas e pedestres imprudentes que causam acidentes diariamente, e certamente são mais que 74 acidentes com vítimas, em todo estado e que os bombeiros tem que socorre-los do mesmo jeito.

 

Eu considero esse tipo de reportagem ofensiva para o mundo do trekking, pois querem nos marginalizar, falando que é proibido, que geramos gastos desnecessários (acidentes de trânsito não são?). Enfim, mas o que esperar de uma sociedade hipócrita em que vivemos? temos um monte de paradoxos para exemplificar como meia dúzia de idiotas proíbem um monte de coisas pq não fazem parte da sua cultura...

 

Se eu tivesse a oportunidade de ficar cara a cara com esse F**, metido a intelectual (que deve ser obeso e só diverte na disney), que escreveu essa matéria daria uma surra nele para ele aprender a fazer jornalismo imparcial.

 

aff desculpe-me o desabafo, pois toda vez que leio uma reportagem ou comentário sobre esse assunto fico louco. Abaixo a opressão e liberdade para todos!!

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(kkk, o Fabio tá com o modo [[Viva la revolucion]] ativado kkk mas concordo com o que ele diz plenamente)

 

Boa parte dos casos dos "perdidos num sei quantos dias na serra" são de grupos muito grandes (o que gera muito atraso) que acabam nao terminando a trilha antes de escurecer ou gente que parte com pouca informação/pouco preparo (sem agasalho, sem lanterna, sem lanches...). Ai bate o desespero e danou-se ... A historia lá dos fulanos que ficaram sete dias "perdidos" me cheira mais a um caso de interferencias naturais (tromba d'água, deslisamento, coisas que podiam deixar eles isolados - e isolado não é "perdido"), mesmo sabendo que a Serra do Mar é mata fechada; muita coisa se confunde já que se perde as referencias visuais...

 

Se perder a ponto de não ter condicoes nem de voltar por onde começou é soma de diversas escolhas erradas, e as primeiras delas devem ter sido tomadas muito antes de por o pé na trilha... isso nao interessa ao reporter nessa noticia ja que é a "tragédia" que vende jornal...

 

Trilhas tem diferentes niveis de dificuldade de navegação. Se quer desbravar, então esteja preparado pra isso. Se so quer repetir o que alguem já fez, se informe a respeito e se mesmo assim não se sentir seguro pra ir por conta, nao vejo vergonha em procurar alguem mais experiente pra acompanhar ou mesmo um guia - desde que seja alguem que realmente saiba o que está fazendo ao inves de sair num grupo qualquer.

 

Há relatos, croquis, tracklogs e infos de quem foi (que, geralmente, compartilha de bom grado)... referencias pra trabalharem em conjunto. E mesmo um relato ou um tracklog pode estar desatualizado em algumas referencias - trechos que se fecham por falta de uso, bifurcações que ficaram escondidas pela mata que cresceu ou pelo nivel de agua que subiu, bifurcações que não existiam abertas por locais ou palmiteiros/caçadores....

 

Se desorientar faz parte, pegar bifurcação errada faz parte, passar batido por um caminho d'água ao inves da trilha por falta de atencao tambem faz parte kkkk ... só precisa ter o psicológico pra ñão entrar em desespero, um pouco de senso de direção pra saber por onde veio nos ultimos cinco minutos, ou atenção suficiente pra perceber que saiu da trilha principal a tempo de conseguir voltar sem problemas até ela - e não acho que precisa ser um "Jorge Soto" pra isso nao rs E se nada der certo... ai sim chame o resgate rs

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kkkkk Cris não estou com modo revolucion ativado não kkkk

 

é que me revolta esse tipo de reportagem primeiro, dizer que é proibido? mentira, quando o ultimo grupo se perdeu, divulgaram na própria impressa , que quem quiser fazer essa trilha precisa pedir autorização no instituto florestal (não tenho certeza se é nesse órgão), segundo que gps não pega na mata fechada, mentira!! os gps com antena de alta precisão funcionam muito bem nessas condições, agora os que não tem não funcionam mesmo.

E nessas reportagens sempre aparecem comentários do tipo: "deveriam mandar a conta para eles..." "não sei pq essas pessoas fazem essas coisas, com tanto lugar legal para se divertirem e nós que pagamos a conta".

 

Se o cara se perder com o gps funcionando é pq não sabe usa-lo!!!

 

Agora se for para discutir os erros que esses grupos cometeram para precisar de resgate, é outra coisa, e neste caso, penso que somente quem faz trilha pode avaliar e não pessoas leigas no assunto. Seria como eu, advogado, discutir a necessidade ou não do uso de algumas drogas para tratamento de certas doenças. Com que base científica ou de experiência darei minha opinião? nenhuma. O problema é que certos jornalistas se acham capazes de discutir todos os assuntos do mundo e serem mestres em todos eles. Não seria mais produtivo e informativo se esse repórter, além de informar os riscos desta trilha, não fizesse outra matéria com os cuidados mínimos que uma pessoa deve ter ao se aventurar na mata?

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Só para lembrar:

http://www.mochileiros.com/escoteiros-perdidos-em-itanhaem-queriam-revitalizar-trilha-t37166.html

 

Atentem para o comentário do Ogum.

 

Abraços.

 

Áh... Essa trilha Mambú é a que passa entre os túneis 24 e 25.

Algumas curiosidades sobre a palavra:

Os jesuítas a chamavam de Trilha Mambú (além de Trilha de Santo Amaro), porque os Tupinambás a chamavam de Caminho das Mambucas (uma espécie de abelha nativa da Mata Atlântica).

A fazenda Mambú ao final do Vale do Rio Branco foi grande produtora de bananas nas décadas de 1950 á 1970, por causa dela deu-se esse nome também ao bairro e a linha de ônibus que sai do centro de Itanhaém e segue até a localidade.

Editado por Visitante

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