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Olá viajante!

Bora viajar?

Guia e Dicas sobre Moedas, Cartões e Gastos na Argentina

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GUIA RÁPIDO DE CONSULTA SOBRE UTILIZAÇÃO DE CARTÕES NA ARGENTINA

 

Para aqueles que pensam em sacar dinheiro em caixas eletrônicos ou utilizar o cartão de crédito, devem ficar atentos às taxas cobradas. Podemos classificar o uso em quatro tipos:

 

 

Cartão de Banco

Há alguns bancos presentes no Brasil que também estão presentes na Argentina. Cada banco tem sua própria política quanto a isso, alguns cobram o saque outros não. Deve-se verificar com o seu próprio banco os custos e existência de agências no país.

 

Cartões de Débito

Os cartões de débito internacionais possibilitam saque em caixas eletrônicos na Argentina. O valor é debitado diretamente em sua conta como se estivesse utilizando a função de débito em uma compra. Como os cartões de débito são ligados à bandeira do banco, cada um pode ter uma cobrança diferente. No caso da Mastercard, normalmente o valor é de R$ 9 por saque e com valor máximo de US$ 500 por dia e US$ 3.500 por semana. No caso da Visa, normalmente o valor é de R$ 8 por saque e com valor de US$ 250 a 500 por dia.

 

Cartões de Crédito

Os cartões de crédito internacionais possibilitam saque em caixas eletrônicos e fazer compras sem parcelamento na Argentina. O valor é debitado diretamente em seu cartão para pagamento na próxima fatura, de acordo com a data. Como os cartões de crédito são ligados à bandeira de uma instituição financeira, cada um tem uma cobrança diferente para o caso de saque. No caso de utilização para compras, o valor é creditado em sua próxima fatura com o valor gasto em pesos convertido para dólar e, posteriormente, real com o câmbio oficial do dia de fechamento da fatura. Ainda há a cobrança de IOF com uma taxa de 2% sobre o valor gasto no exterior.

 

Visa TravelMoney

O cartão funciona como um cartão de débito. Ele deve ser carregado em Euro ou Dólar que é convertido para a moeda local, no caso, pesos. A cotação da moeda é baseada no câmbio turismo oficial, que é mais desvantajoso que o câmbio comercial. A cobrança é em cima do valor depositado: se for em Euro, € 2,50; se for em dólar, US$ 2,50 – por cada saque.

 

 

Há ainda os defasados Travelers Cheques, da American Express. Para os interessados, deve-se procurar um banco no Brasil para comprar esses cheques de viagem que podem ser comprados em Real e convertidos em Dólar ou Euro. Ele é aceito na Argentina e deve ser trocado em bancos conveniados à American Express, onde a maioria cobra comissão para a troca por pesos. A partir de 2008, é cobrado, ainda, IOF de 0,38% na compra e venda dos cheques em território nacional.

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Olá pessoal...

Me corrijam se eu estiver enganado, eu não sei se é possível fazer isto....

Existem casas de cambio trabalhando com cotação do dolar "blue" (paralelo argentino)?

Pelo que vi o "blue" está cerca de 1US$=Arg$6,50...

Se alguém conhece alguma de confiança, podem indicar!

(Ah se a AFIP me pega postando isto!!!!!!....rsrsrrs)

Valeu!!!...

 

Sergio

Só estando lá. Perto das casas de cambio acostumam estar os chamados “arbolitos”, caras que te vão indicar aonde ir (ou te levam). Normalmente em alguma loja de outra coisa (nos fundos) ou ate algum apartamento. Minha pergunta e: você vai arriscar?

Postado
  • Membros

Valeu pela dica Principe185!!!!

Pensei que fosse em balcão!... se for deste jeito é melhor fazer câmbio no oficial mesmo!!!

(Acho que o risco não compensa não!!!)

 

Obrigado...

 

Sergio

Postado
  • Membros

Achei que dolar blue era tabu aqui por ser uma pratica ilegal.

 

Mas como ta postado, vamos lá .

 

A cotação dolar blue só se aplica em grande volume, tipo mais de 5 mil dólares. Na Argentina como no Brasil o doleiro vai ate você com a malinha e faz a troca. Ultimamente em vez dos 10 mil dólares no vtm, o povo pede para eu levar papel moeda e assim eles me trocam pelo blue. Semana passada estava 6,40 pesos por dolar. E assim que funciona no comercio de imóveis também. Esta semana o blue esta 6,90.

 

Para valores menores por exemplo 500 dólares, eu sempre usei o concierge do hotel. Você diz pra ele que quer trocar numa cotação boa e tempos depois aparece alguém com o dinheiro numa pochete e troca, mas a cotação e bem mais baixa por exemplo há 2 meses atras o blue estava a 5,80, e a cotação arbolito estava 5 pesos por dolar, mas melhor que a oficial de 4,50. Mas se você nao esta em viagem pj e hospedado em hotel que tem concierge, também consegue cambio melhor que o oficial. Nao e disparatado como o cambio negro venezuelano, mas e bem melhor que o oficial.

 

Como se consegue ?

 

Eu já consegui das seguintes formas

 

1. Nos hostels, inclusive já fiz nestes dois muito citados aqui. Vc vai na recepção ou no bar e menciona que precisa fazer cambio. A resposta sempre e evasiva. No hostel A pedem para esperar no bar e de repente aparece alguém puxando conversa sobre o cambio. Aí sugere que ir ate um quarto vago e ele faz o cambio. Sempre mais de10% superior ao oficial para pequenos valores. Ele ate sugere que se juntar vários amigos aí consegue cotação melhor. Uma vez estávamos em 6 e trocamos 3mil no total e aí a cotação ficou ligeiramente abaixo do blue. No hostel B a recepcionista disse que ia pesquisar e pediu para esperar no bar no subsolo. Fiquei esperando e apareceu uma brasileira que puxou assunto e sugeriu um local mais discreto e subimos para um quarto genérico e aí ela troca numa cotação intermediária entre o oficial e o blue.

 

2. Em loja que tem a placa que aceita real ou dolar ou euro. Combino de comprar algo simbólico e dou o montante que quero trocar e lá devolve o troco em pesos. Da pra trocar por exemplo 300 dólares comprando uma pulseirinha de 20 pesos. O cambio também fica no meio entre o azul e o oficial.

 

3. No restaurante. (cuidado) eles topam receber em dolar ou real e devolvem o troco em peso numa cotação melhor que oficial. Alguns garçons desonestos aproveitm para incluir nota falsa no meio. Tomando cuidado funciona. Minha esposa sempre troca numa peluqueria ( salão de beleza) ela corta o cabelo, paga em dolar e troca ate 500 dólares com a dona do salão numa cotação ótima quase blue.

 

Agora o que nao se deve fazer

 

Na rua tem pessoas gritando cambio. Nunca troque aí. Em geral eles usam cotação ruim e sempre te passam nota falsa. Além de correr o risco de ser depenado quando for conduzido ao escritório

 

Outra coisa, arbolito honesto, o nosso doleiro e só para argentino que sabe o que esta fazendo. Eles existem as centenas mas como a policia federal reprime por ser crime só quem sabe fazer usa. Todo comercio de imóveis e locações em buenos ires e movido por dolar. Rola muito dolar e muita repressão.

 

Periga de vc ser pego numa armadilha da policia e acabar preso.

 

Oficialmente só e permitido cambio oficial em banco e corretora. Na rua sem comprovante e crime federal.

 

Na duvida nao corra risco a toa. Prefira sacar com cartão da sua conta corrente no Brasil. Só traga dolar se você tiver parente ou amigo argentino aqui ou tenha o contato do arbolito de confiança.

 

editor

Se o assunto for tabu pode queimar o post

Postado
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Valeu che_boludo!

Meio arriscado mesmo...

É que eu li no Clarin (Jornal Argentino) comentario de reportagem que as casas estavam trabalhando com cotação "blue", mas acho que viajaram....(devido à isto cheguei a pensar que tinha meio que "legalizado" a operação no paralelo!)

Longe de mim propor praticas arriscadas e que coloquem em risco segurança da galera aqui! (Já chega a doideira do Brasil!!!)

Moderação: Qualquer coisa , assumo culpa, pois pensava que tava meio que legalizado.... mas não é bem assim não...

Postado
  • Membros

Pessoal só dando uma atualizada ai no tópico.

Acabe de voltar da Argentina e a Cristina Kichiner proibiu os argentinos de economizarem em dólar. Mas o que é isso na prática, vc pode trocar o seu dinheiro na casa de cambio por pesos, mas o contrários está proibido em todas as casas de cambio. Não sei se no paralelo é possível, mas está dado o recado.

Uma matéria que ilustra um pouco sobre o assunto é essa:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cristina-kirchner-proibe-que--argentinos-economizem-em-dolar-,896567,0.htm

Tomara que ajude abraços!!!

  • 4 semanas depois...
Postado
  • Membros

Recomendo à todos que se possível façam a requisição da SUBE. Basta ir a qualquer agência de correio argentino habilitada para sua emissão com documentação aceita como identificação pela Republica Argentina. Eu fui numa agência que fica de frente a Av. 9 de Julio, próxima da estação Independência da Linha C do Subte - Retiro a Constituicion. E adeus as p#### das moedas para andar de ônibus!!!!

Custo:15$, aceita em ônibus, metrô e trens.

Postado
  • Membros
O que eh sube?

 

É como se fosse um cartão pré pago onde vc coloca créditos para andar no metrô e/ou ônibus.

Postado
  • Membros

Hoje no site UOL Economia saiu uma matéria relatando a dificuldade que os turistas brasileiros estão encontrando para usar cartões de crédito ou débito no país dos hermanos. Veja abaixo o teor da matéria.

 

 

Em tempos em que o governo argentino tenta estimular mais a circulação de pesos na economia, restringindo progressivamente a compra de dólares para os cidadãos, utilizar a moeda local também parece ser a melhor opção para brasileiros que viajam ao país vizinho.

 

Muitos turistas que aproveitam as férias de inverno em Buenos Aires têm relatado problemas com o uso de cartões para compras. Ainda que muitos estabelecimentos da capital argentina aceitem os principais cartões, muitas vezes a impossibilidade de usar a função de débito e de retirar dinheiro de caixas eletrônicos têm deixado brasileiros na mão.

 

Um casal de Santo André (região metropolitana de São Paulo) teve dificuldades com nada menos do que três cartões, durante uma viagem de dez dias a Buenos Aires. A administradora hospitalar Priscilla Simone Alves, titular de uma conta no Santander, não conseguiu fazer compras com a função de débito do cartão nem retirar dinheiro nos caixas eletrônicos, embora, antes de viajar, tenha liberado seu uso no país vizinho.

 

O jeito foi recorrer ao cartão do marido. No entanto, o vendedor de aço Cristiano Gimenes, cliente do Itaú, também enfrentou problemas e por pouco não ficou sem dinheiro durante a viagem.

 

Como a mulher, ele não pôde usar o débito automático, e resolveu sacar dinheiro nos caixas. Conseguiu, mas, ainda que o limite do banco por dia fosse de 2.000 pesos, teve de fazer dois saques de mil, pagando uma taxa para cada operação.

 

Terceira opção: o cartão de débito pré-pago Visa Travel Money, retirado no Banco Rendimento e carregado antes da viagem. Problemas novamente. "Quando fui pagar o hotel, apareceu um aviso de saldo insuficiente. Fiquei desesperado. Então comecei a tentar pagar aos poucos, com 2.000 pesos por vez. Deu certo, mas acabei pagando uma taxa muito alta. Da próxima vez, venho com dinheiro na meia, mas não uso mais estes cartões”, afirmou o vendedor.

 

Atendimento em caixa eletrônico não funcionou

 

Assim como Cristiano, a professora aposentada Iracema Anna Carlizzi teve os mesmos problemas com o Itaú, ainda que tenha liberado o cartão no Rio de Janeiro, antes de viajar. Sem conseguir usar o débito automático, buscou uma agência do banco em um dos pontos mais turísticos de Buenos Aires, perto da Calle Florida, no Centro.

 

"Fui atendida por uma funcionária que me garantiu a liberação, mas, ao tentar usar novamente, não consegui. Resultado: tive de circular pelas ruas com um monte de dinheiro na carteira e me sentindo bastante insegura", relatou.

 

O incômodo também foi compartilhado pela administradora Magda Betoni, de Vitória (ES), que teve de desembolsar dinheiro para pagar o almoço em um restaurante no bairro da Boca, outra área bastante turística da cidade. O restaurante não aceita cartão.

 

Em outros dois momentos de sua viagem, ela teve de fazer o mesmo: “Não consegui passar em uma loja da Lacoste, pois o aparelho estava sem linha. E em um café em San Telmo (outro bairro turístico), a pessoa que operava o caixa não sabia usar a máquina do cartão muito bem. É estranho, porque no Brasil a gente não carrega tanto dinheiro na carteira.”

 

A cirurgiã-dentista Cláudia Regina Biscuola, que passou oito dias em Bariloche (estação de esqui na Argentina), em julho, diz que bares, lojas e restaurantes não estavam aceitando nem cartões de débito nem de crédito. "Uma loja aceitou, mas cobrou 10% a mais para porque usei cartão de crédito. Eles queriam dinheiro em espécie: dólar, real ou peso", afirma.

 

Segundo ela, os comerciantes alegavam que as máquinas de cartão "estavam quebradas". Ela também reclama que teve de pagar muitas taxas de saque, porque o limite por dia no seu cartão de débito pré-pago era mil pesos. "Mas só conseguia sacar 900 pesos."

 

Bancos dizem que canais de atendimento resolvem os problemas

 

O Santander informou que, em caso de qualquer imprevisto no uso de seus cartões no exterior, os clientes devem acessar os canais de atendimento do banco ou da marca do cartão (Visa ou Mastercard), a fim de resolver os problemas e descobrir as causas (que podem ser do sistema do próprio Santander ou não).

 

O Itaú também possui uma central de atendimento, cujo telefone está no verso do cartão, e afirma ainda que sua rede de agências na Argentina conta com atendentes preparados para auxiliar os brasileiros no país. A instituição disse também que monitora as recusas de operações no exterior por questões de segurança e para aprimorar seus serviços.

 

Para falar sobre os casos específicos, o Santander e o Rendimento queriam os dados cadastrais dos clientes, que não foram informados pela reportagem.

 

Maria Martha Bruno

Do UOL, em Buenos Aires

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/08/21/e-melhor-turista-usar-dinheiro-na-argentina-do-que-cartoes.jhtm

Postado
  • Membros

Pessoal,

 

Voltei da Argentina agora no início de agosto/2012. Lá, como acontece em todos os países onde há valorização artificial da moeda local, existe o mercado paralelo. Os argentinos o chamam de "câmbio negro", assim como nós.

 

Em Buenos Aires cambiei no paralelo BRL 1,00 = ARS 2,20 no Caminito e BRL 1,00 = ARS 2,60 na Calle Florida. Também cambiei USD 1,00 = ARS 6,00 na Calle Florida, que como podem ver é o melhor local para esse tipo de transação. Para efeito de comparação, a cotação oficial estava BRL 1,00 = ARS 1,90 e USD 1,00 = ARS 4,50.

 

É muito fácil fazer o câmbio paralelo: basta procurar pelos caras que ficam dizendo "câmbio" abertamente pela rua.

 

É arriscado? Evidentemente, há um risco envolvido. Algumas dicas para quem se dispuser à aventura: somente faça negócios com algum ponto comercial (loja, hostel, banca de revistas etc) e dê preferência para as notas de 50 pesos, que sofrem menos falsificações que as de 100 pesos.

 

Quanto maior o volume de dinheiro você cambiar, maior será a cotação utilizada (mediante negociação, claro). Quanto mais mal encarado for o sujeito que estiver te vendendo pesos, também. Aí, cada um que faça a sua avaliação.

 

Cambiei mais de BRL 2.000,00 e USD 700,00 e não tive problema nenhum.

 

Minha conclusão: se voltasse à Argentina nos próximos meses, eu compraria dólares em espécie no Brasil para cambiar no paralelo na Florida.

 

Abraços,

 

 

Vítor

 

PS1: Se for inevitável pegar notas de 100, sempre quando for utilizá-las guarde os três últimos dígitos do número de série que ficam em destaque na cédula. Um golpe comum que se aplica na Argentina é a pessoa trocar sua cédula original por uma falsificada, dizendo que você pagou a conta com a nota falsificada.

 

PS1: Em Bariloche consegui cambiar BRL 1,00 = ARS 2,30 na Calle Mitre.

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