Ir para conteúdo

Porto de Galinhas


marcelnobre

Posts Recomendados

  • Membros

Oi pessoal! Mês passado eu e meu namorado viajamos por 12 dias pelo Nordeste. Visitamos Porto de Galinhas, Maragogi, João Pessoa, Pipa e Natal. Vou deixar aqui algumas dicas e impressões sobre Porto de Galinhas.

 

Roteiro (passeios):

 

1 dia – Chegamos em Recife e alugamos um carro. No caminho já conhecemos o Cabo de Santo Agostinho e a praia de Calhetas. Não achei nd demais na praia de Santo Agostinho, mas a praia de Calhetas é legal, apesar de pequena, pois há uma tirolesa e o famoso Bar do Arthur.

 

2 dia – de manhã fomos para a Praia de Muro Alto. Adoramos essa praia! Por causa do muro, forma-se uma grande piscina. Vale a pena pagar uma jangada (20 reais o casal) e ir até o muro para contemplar a vista linda! A tarde fomos para o Pontal de Maracaípe. Lá há o encontro de um Rio com a praia de Maracaípe. Lugar mto bom para tomar banho e o pôr-do-sol é lindo. Lá é possível fazer o passeio de jangada para ver os cavalos marinhos, mas decidimos não fazer pq já li que faz mal para os bichinhos ficarem presos (ainda que provisoriamente) em um vidro de maionese.

 

3 dia – Nesse dia, a maré estava 0.3 e aproveitamos para fazer o passeio das piscinas naturais. O Lugar é mto bonito, mas cuidado com os ouriços! Não vá descalço de jeito nenhum! Dps, passamos o dia na praia da Vila mesmo. A praia é mto boa, mas há mta “exploração de turistas”. Explico: se vc não consumir nd, te cobram 20 reais pelo guarda-sol; td hora vem algm vender algo; repentistas cantam... não há sossego. E isso era pq era dia de semana e baixa temporada! No fim da tarde passeamos pela praia de Cupe q ficava perto da nossa pousada. O mar é bem agitado lá.

 

4 dia – Fizemos o check out e fomos para a Praia de Carneiros. Essa praia é linda demais e se transforma com a maré: durante a maré baixa é uma praia e qnd a maré tá subindo é outra! Só há entrada pela praia através de uns 4 bares. Ficamos em um chamado Mustako, q era o mais em conta, junto com o Arikanda (neste, tava tendo um evento). O Bora bora dizem que é mais caro. O ambiente do Mustako era mto agradável e a comida boa. Fizemos um passeio de barco, em que conhecemos as piscinas naturais e os bancos de areia de carneiros. Já a Ilha onde há o banho de argila achei sem graça. Dps, seguimos viagem para Maragogi, onde nos hospedamos por 2 dias. Vale mta a pena fazer o passeio das Galés em Maragogi que é o caribe brasileiro!

 

Pousada:

 

Ficamos na Pousada Tabapitanga – fica a 6km da Vila, por isso não recomendo para quem está sem carro. Achei o café-da manha mto bom e a pousada bem bonita! Atendimento normal, mas nd de excepcional. Da próxima vez que for a Porto, pretendo ficar na vila. Tds falam bem da pousada Canto do Porto que fica na Vila.

 

Restaurantes:

 

- Um restaurante que achei imperdível é o Domingos (procurem o endereço no google...fica na Vila, mas não é na Rua principal). A decoração é incrível, a comida é excepcional e custo-benfeício melhor ainda!

- Lá Crepérie – mto bom! Bastante variedade de crepes!

- Peixe na Telha – esperava bem mais pelo preço que foi. Não voltaria lá.

- Barcaxeira – não deu tempo de conhecer. Mas tinha uma fila enorme na porta. Parecia mto bom.

 

Dica mais importante:

 

Antes de programar sua viagem, olhe a tábua da maré no Porto de Suape! O ideal é que a maré esteja abaixo de 0,5! A paisagem muda MUITO de acordo com a maré! É importante que a maré esteja baixa para fazer os passeios das piscinas naturais!

Espero ter ajudado.

Link para o comentário
  • 2 semanas depois...
  • Membros

Olá mochileiros!

Meu passeio a PG está se aproximando, chego dia 06/11 e retorno dia 14/11.

Fiz um resumão das páginas do fórum, é incrível, mas ainda restam dúvidas. Até agora estou inconformada com o tempo e para de apenas 40' na praia de Carneiros, que dizem ser tão linda, mencionada há alguns posts atrás.

Bem, minha maior dúvida é o que fazer nos dias em que a maré não estiver tão baixa, quais os lugares que posso aproveitar. Na sema em que estiver em PG, pegarei a seguinte maré, retirei da internet, então pode estar errada, sealguém tiver outra, me conte por favor, (essa maré é fixa ou variável? Posso chegar lá e encontrar outra realidade?)

 

Terça - 06/11 - 0.8 - 14.58 (chego às 14.30h em Recife e lá pelas 16h em PG)

Quarta - 07/11 - 0.8 - 16.17

Quinta - 08/11 - 0.6 - 17.24

Sexta - 09/11 - 0.5 - 05.58

Sábado- 10/11 - 0.3 - 06.49 (Piscinas naturais em PG)

Domingo- 11/11 - 0.2 - 07.34 (Carneiros)

Segunda - 12/11 - 0.1 - 08.15 (Maragogi)

Terça - 13/11 - 0.1 - 09.00 (Vejam bem, neste dia a maré estará ótima, mas como meu voo sai de Recife no dia 14/11 bem cedinho, vou aproveitar pra fazer o city tour neste dia para já amanhece na cidade)

 

Algumas Dúvidas:

1 - Quais as distancias das prais de Muro Alto e cabo de Santo Agostinho? Pergunto porque minha intenção é, se estiverem próximas, alugar um carro para fazer o passeio ao invés de contratá-los articular na agência (cada um deles sai por aproximadamente 40,00 por pessoa).

2 - Vi várias referências a vans que ficam perto do posto de gasolina (acho que ele até mudou de nome), essas vans levam até as praias mais próximas (quais seriam)? Porque aí sim compensa não alugar carro...

3 - A praia de Santo Agostinho, onde tem a tirolesa, depende de maré? Dá pra curtir legal lá o dia todo? Pergunto novamente: dá pra ir sem agência? De carro alugado ou de van?

4 - Tem locadora de carros em PG? Vi muitas referencias a aluguéis em Recife, assim, tive a impressão de que em PG não tinha ou, se tinha, era muto caro.

5 - Estarei hospedada num hotel na praia do Cupe (Marupiara Hotel, 3,5km da vila), deste ponto dá pra ir para Pontal de Maracaípe à pé? Aproveitando a deixa, aluguém possui mapa com as principais distâncias partindo da vila de PG?

 

6 - Vi que um colega mochileiro informou que comprou capa de plástico pra máquina digital (pra não molhar), aproveitando com mais liberdade as piscinas naturais. Achei bem legal, essa informação procede?

7 - Quanto às máscaras snorkell, consigo comprar em PG tb?

Link para o comentário
  • Colaboradores

Olá Mariana !

 

Vou pra lá em dezembro e já pesquisei bastante.

 

Infelizmente essa questão da maré não tem variação, não é igual previsão do tempo, é um cálculo baseado nas fases da lua, que interfere na maré... então como as fases lunares não variam, não haverá variação na maré.... fiquei sabendo disso porque nos dias que vou tbm vou pegar maré 0.7 e estava meio chateada com isso, imagina chegar em PG e não ver as piscinas ! Seria muito frustrante.

Mas conversei com pessoas que moram lá e com o pessoal da algarve turismo e me disseram que maré 0.7 ainda conseguimos ver as piscinas sim ! Claro que com a maré mais baixa é mais bonito, mas de toda maneira conseguiremos ver....

E vc vai ter um dia de maré 0.3 e 0.2 !! A maré mais baixa que vou pegar é 0.5 ! Vc está com mais sorte do que eu rsrs

 

De Muro alto pra Cabo de Santo Agostinho dá uns 25km, mas tem ônibus que sai de PG pro Cabo. Vc pode ir e voltar de ônibus mesmo, pelo menos economiza um pouco.

As vans levam sim nas praias próximas, é só negociar preço com eles.

Em PG tem locadoras sim, mas são poucas e difícil de conseguir vaga, eu estava querendo alugar um carro pra dezembro e não tinha mais vagas !

Do Cupe ao Pontal acredito que é meio longe pra ir a pé... Cupe é bem próxima de Muro Alto, do Muro Alto até PG são 9km, de PG até o Pontal são mais 30 min caminhando...

 

Essa capa de plástico pra máquinas se chama dart bag, vc pode comprar pela internet ou alugar por lá. O snorkel acredito que vai ser mais caro se vc comprar em PG.

 

Sobre o passeio de Carneiros eu tbm irei fazer, falei com o pessoal da agência que vai me levar ,a algarve turismo, e ela disse que não é só 40 minutos não. O passeio dura das 9:00 as 16:00. Passa a tarde toda lá . Carneiros não precisa de maré baixa para mostrar toda beleza, de repente vc pode deixar o domingo de maré baixa que tinha reservado pra Carneiros e ver as piscinas de PG.

Link para o comentário
  • Membros

Oi Pessoal, tdo bem?

 

Pesquisei bastante e ví que para conhecer as piscinas naturais devemos olhar a tábua de marés, porém gostaria de saber se para conhecer Muro Alto, Pontal de Maracaípe e Praia de Carneiros devemos observar isso também?

 

A Fernanda Postou que em Carneiro não precisa e nos demais locais? Pergunto isso pois estou indo em Janeiro e ainda não achei a tábua de mares para a época. Tem algum lugar que eu possa encontrar?

 

Posso programar nesses lugares sem me preocupar com a tábua?

 

Aguardo retorno e muito obrigado

Link para o comentário
  • Membros

Pessoal, Help me:

 

Estando na praia do cupe, é tranquilo ir a Muro Alto à pé?

Pontal do Maracaípe fica no sentido contrário à Muro Alto?

Pergunto porque não é minha intenção fazer o ponta a ponta, e sim conhecer as praias individualmente.

Já sei os passeios que quero fazer: 1 - maragogi; 2 - Carneiros e 3 - Cabo de Santo Agostinho (isso com as agências locais)

Mas a Muro Alto e Pontal do Maracaípe quero ir por conta, já que, pelo menos de Muro Alto, estarei na metade do caminho...

 

 

Leonardo, sou nova aqui, mas pesquisadora assídua do fórum.

Não dá pra realizar os passeios sem verificar a maré. Vi em algum lugar por aqui que tudo em PG fica pelo menos 80% mais bonito com a maré baixa... mas tem lugares que não são tão necessários, como o Pontal de maracaípe por exemplo...

Link para o comentário
  • Colaboradores

Dá pra ir a qualquer lugar a pé...basta ter disposição. Eu iria? Não. hehehe

São vários km de praia num sol escaldante carregando suas coisas (mulheres sabem do que estou falando =p)

Considere pegar uma van na "faixa" (estrada asfaltada que leva a PG) para as praias.

 

Sobre maré, esses sites são bons:

http://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/litoral/previsao-do-tempo-para-litoral#

http://ondas.cptec.inpe.br/

 

Muro Alto não precisa estar muito baixa também...a piscina se forma igual.

Link para o comentário
  • Membros
Pessoal, Help me:

 

Estando na praia do cupe, é tranquilo ir a Muro Alto à pé?

Pontal do Maracaípe fica no sentido contrário à Muro Alto?

Pergunto porque não é minha intenção fazer o ponta a ponta, e sim conhecer as praias individualmente.

Já sei os passeios que quero fazer: 1 - maragogi; 2 - Carneiros e 3 - Cabo de Santo Agostinho (isso com as agências locais)

Mas a Muro Alto e Pontal do Maracaípe quero ir por conta, já que, pelo menos de Muro Alto, estarei na metade do caminho...

 

 

Leonardo, sou nova aqui, mas pesquisadora assídua do fórum.

Não dá pra realizar os passeios sem verificar a maré. Vi em algum lugar por aqui que tudo em PG fica pelo menos 80% mais bonito com a maré baixa... mas tem lugares que não são tão necessários, como o Pontal de maracaípe por exemplo...

 

Bem ... vamos la ...

 

Como disse a amiga acima, dá pra ir caminhando sim, depende da disposiçao ... Estive agora em outubro em PG e fiz a caminhada saindo da vilinha até Muro Alto ... cansativo ... principalmente a volta ... saindo de cupê ja fica menos loucura ... dá para ir sim ...

 

Sim, Maracaipe fica ao contrario de Muro Alto ... Saindo da vila é mais tranquilo ir para Maracaipe mas vc estará em Cupê, ou seja, um pouco mais longe ... mas dá pra ir sim ...

 

Eu sou suspeito pois gosto de caminhadas enqto estou viajando ... fiz essas duas caminhadas, uma em cada dia, e foi bem mais proveitoso do que o passeio ponta a ponta ... vc aproveita mais ...

 

Dos passeios que quer fazer recomendo mto, apesar de nao conhecer cabo de sto agostinho ...

Link para o comentário
  • Silnei changed the title to Porto de Galinhas

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emojis são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por ledamaia
      Viajar sempre foi uma paixão. Antes da pandemia eu tinha uma viagem marcada para NY e lá se foi o sonho americano.
      Esse ano após quase entrar em depressão, escolhi me presentear no aniversário de 30 anos com uma viagem. Escolhi o destino que julguei mais seguro no momento e que era um sonho de vida: Fernando de Noronha. Mas isso é papo pra um outro tópico. Enfim. Depois de Noronha senti segurança para visitar os lençóis maranhenses em julho e por fim, criei coragem para a tão sonhada road trip pelo nordeste.
      COMEÇA AQUI
      Nossa viagem começou em um destino que quase ninguém escolhe: ARACAJU. A terra do carangueijo. 
      Pegamos um voo de Manaus x Aracaju que durou 5h com uma conexão no Recife. De Recife para Aracaju o avião é aqueles beeem pequenos, que da até um certo medo voar hahahaha. Escolhemos a azul porque é nossa companhia de “fidelidade” e acaba compensando as vantagens que temos sendo diamante.

      DIA 01 - Aracaju (SE)
      Chegamos em Aracaju por volta de 10 horas da manhã e fomos deixar as malas no hotel Recanto da Orla. O hotel está super bem localizado, não é dos mais novos e modernos, mas tem um bom atendimento é um bom custo benefício. É bem grande e tem tipo uma ante sala antes do quarto, o que nos ajudava a deixar as malas lá e tudo aquilo que vinha da rua (espaço importante na pandemia).
      Do hotel para a orla são 3 minutos caminhando, de lá até os arcos da orla são 15 andando. 
       

       
      Andamos por toda orla até a Passarela do Carangueijo, ponto muito famoso da região. Eu comi em um bar que não lembro o nome agora, foi um pastelzinho de camarão com uma original bem geladinha 🥶, meu namorado tomou um suco de laranja, tudo deu 33 reais.
      De noite jantamos no Cariri, restaurante muito recomendado, tem música ao vivo e shows de forró a noite. Mas ainda não pode dançar agarradinho 😔 Dica: chegue cedo pois lá lota. É barato? Não! Mas foi um dos lugares que mais curti a noite durante a viagem. Nossa conta deu salgados 253 reais. Consumimos 2 originais 600ml, uma parmegiana para duas pessoas e dois drinks pina colada.

       
      DIA 02 - Canyons do Rio São Francisco
      No dia seguinte acordamos bem cedo pois a NOZES TOUR iria nos pegar as 06:30 para levar pro passeio. A van passa em alguns pontos da cidade para pegar gente. É bom ver com antecedência se terá o passeio pois está bem difícil de formar as saídas, a procura está muito baixa. Nós iríamos fazer a croa do goré caso esse não fechasse, ou o parque dos falcões. Que também são outras opções de passeio da região.
      A van custa 96 reais, o catamarã custa 110 (parcela até 10x) e o almoço custa 44 por pessoa Buffet livre.
      foi um dos passeios mais emocionantes da minha vida. O velho Chico impressiona demais! 
       

      no catamarã são servidos drinks (20 reais mais ou menos) e também petiscos. Depois de uns 40 minutos navegando chegamos em um flutuante que tem uma piscina cercada para que vc possa tomar banho.
      também tem o passeio de canoa entre os canyons. vale a pena? Não sei, é bem frustrante pq imaginei que vc realmente navegava canyons a dentro mas só te leva até um pedacinho e volta. Da uns 10 minutos no máximo e custa 20 reais por pessoa. Aceita pix.



       
      O Buffet self service foi um desafio porque tem gente mal educada que nem sempre usa máscara para se servir, mas fomos um dos primeiros então a comida não estava mexida. E valeu cada centavo. Que delícia!
      chegamos em Aracaju por volta de 20h da noite, paramos na rodoviária para comprar nossas passagens para Maceió no ônibus que saia 06:15 do dia seguinte. Foi 70 reais cada passagem. 5h de viagem.
    • Por ledamaia
      Viajar sempre foi uma paixão. Antes da pandemia eu tinha uma viagem marcada para NY e lá se foi o sonho americano.
      Esse ano após quase entrar em depressão, escolhi me presentear no aniversário de 30 anos com uma viagem. Escolhi o destino que julguei mais seguro no momento e que era um sonho de vida: Fernando de Noronha. Mas isso é papo pra um outro tópico. Enfim. Depois de Noronha senti segurança para visitar os lençóis maranhenses em julho e por fim, criei coragem para a tão sonhada road trip pelo nordeste.
      COMEÇA AQUI
      Nossa viagem começou em um destino que quase ninguém escolhe: ARACAJU. A terra do carangueijo. 
      Pegamos um voo de Manaus x Aracaju que durou 5h com uma conexão no Recife. De Recife para Aracaju o avião é aqueles beeem pequenos, que da até um certo medo voar hahahaha. Escolhemos a azul porque é nossa companhia de “fidelidade” e acaba compensando as vantagens que temos sendo diamante.

      DIA 01 - Aracaju (SE)
      Chegamos em Aracaju por volta de 10 horas da manhã e fomos deixar as malas no hotel Recanto da Orla. O hotel está super bem localizado, não é dos mais novos e modernos, mas tem um bom atendimento é um bom custo benefício. É bem grande e tem tipo uma ante sala antes do quarto, o que nos ajudava a deixar as malas lá e tudo aquilo que vinha da rua (espaço importante na pandemia).
      Do hotel para a orla são 3 minutos caminhando, de lá até os arcos da orla são 15 andando. 
       

       
      Andamos por toda orla até a Passarela do Carangueijo, ponto muito famoso da região. Eu comi em um bar que não lembro o nome agora, foi um pastelzinho de camarão com uma original bem geladinha 🥶, meu namorado tomou um suco de laranja, tudo deu 33 reais.
      De noite jantamos no Cariri, restaurante muito recomendado, tem música ao vivo e shows de forró a noite. Mas ainda não pode dançar agarradinho 😔 Dica: chegue cedo pois lá lota. É barato? Não! Mas foi um dos lugares que mais curti a noite durante a viagem. Nossa conta deu salgados 253 reais. Consumimos 2 originais 600ml, uma parmegiana para duas pessoas e dois drinks pina colada.

       
      DIA 02 - Canyons do Rio São Francisco
      No dia seguinte acordamos bem cedo pois a NOZES TOUR iria nos pegar as 06:30 para levar pro passeio. A van passa em alguns pontos da cidade para pegar gente. É bom ver com antecedência se terá o passeio pois está bem difícil de formar as saídas, a procura está muito baixa. Nós iríamos fazer a croa do goré caso esse não fechasse, ou o parque dos falcões. Que também são outras opções de passeio da região.
      A van custa 96 reais, o catamarã custa 110 (parcela até 10x) e o almoço custa 44 por pessoa Buffet livre.
      foi um dos passeios mais emocionantes da minha vida. O velho Chico impressiona demais! 
       

      no catamarã são servidos drinks (20 reais mais ou menos) e também petiscos. Depois de uns 40 minutos navegando chegamos em um flutuante que tem uma piscina cercada para que vc possa tomar banho.
      também tem o passeio de canoa entre os canyons. vale a pena? Não sei, é bem frustrante pq imaginei que vc realmente navegava canyons a dentro mas só te leva até um pedacinho e volta. Da uns 10 minutos no máximo e custa 20 reais por pessoa. Aceita pix.



       
      O Buffet self service foi um desafio porque tem gente mal educada que nem sempre usa máscara para se servir, mas fomos um dos primeiros então a comida não estava mexida. E valeu cada centavo. Que delícia!
      chegamos em Aracaju por volta de 20h da noite, paramos na rodoviária para comprar nossas passagens para Maceió no ônibus que saia 06:15 do dia seguinte. Foi 70 reais cada passagem. 5h de viagem.
    • Por igorfsisoares
      Vou para Porto de galinhas no dia 09 ao dia 19 de fevereiro vamos nessa comigo viver uma aventura linda naquele lugar entrem em contato 
      Wats 16988127147

    • Por Bernardo_carcará
      Bem aleatoriamente foi programada essa viagem cujo relato se segue 🙃...
      Nos encontramos em frente a um prédio no bairro da Boa Vista, em Recife, onde residem hoje [email protected] @s 9 desbravadores (pessoas que estavam com fds livre e pensaram "porque não?") que toparam essa ida ao VALE DO CATIMBAU.
      De cara descobrimos que todo mundo pensava que "só eu não conheço ninguém", mas na verdade ninguém conhecia ninguém mesmo. As redes de conexão pré trilha se estendiam até no máximo 2 ou 3 pessoas. Mas então, vc se pergunta, como essa gente se achou em meio aos quase 9 milhões de Pernambucanos? Respondo: a Bel conheceu a Carol e a Flavinha em um grupo de voluntários que atua em prol da população em situação de rua, o UNIFIADOSPSR (falando nisso, segue o insta do projeto, faça sua doação e se junta à gente, quem sabe até não estaremos juntos numa próxima trip) e desse encontro a Bel agregou a mim, Bernardo, e o Renan, que por sua vez trouxe a Tayná! A Carol chamou o Iago que, seguindo a corrente, chamou o Guilherme e a Nicole. A Flavinha ia levar a Mayara, que infelizmente não pode ir, sendo assim, a Flavinha não ganha a estrelinha de agregador!
      Nos dividimos em 2 carros e saímos de Hellcife por volta das 16h da sexta.
       Após enfrentarmos o lento trânsito da cidade, chegamos à BR 232, que dá acesso ao sertão pernambucano. Os cerca de 300km que nos separam do Vale do Catimbau foram percorridos em cerca de 4h30m, numa viagem bem tranquila. A estrada é duplicada nos primeiros 135km, e logo depois é pista simples, mas em bom estado, até Arcoverde, onde pegamos uma estrada estadual que dá acesso ao vale. Esta última não está uma maravilha, mas nossos simpáticos motoristas Tayná e Iago tiraram de letra. Chegamos são, salvos e cheios de fome ao destino.
      O Iago havia ficado responsável por reservar nossa hospedagem na "POUSADA VALE DO CATIMBAU". Pagamos R$ 240,00 por 2 diárias cada um, sendo que estavam inclusas as 3 refeições, café, almoço e jantar.
      A pousada é simples, porém muito aconchegante. Os quartos são amplos, mas não tem ar condicionado, o que no nosso caso não fez a menor falta, já que as noites estavam bem frias. Havia um ventilador, para o sossego de gente que, como eu, precisam de um barulhinho pra dormir, morra de frio quem morrer. No nosso caso elegemos o Guilherme como pessoa que menos agregaria ao quarto naquele momento e colocamos o ventilador pra cima dele.
      A pousada possui wifi e chuveiro quente, que não funcionou na primeira noite pros habitantes do andar de cima. Eu poderia entregar que o pessoal de lá não tomou banho pra dormir por conta disso, mas vou optar por manter a discrição.
      Tínhamos a noite do primeiro dia livre. Então, comidos e banhados (ou não), fomos dar um pulo na pracinha da vila, que como toda vilinha do interior, fica na frente da igreja. Levamos 2 garrafas de vinho e ficamos papeando. Logo um morador meio embriagado veio contactar aquele estranho grupo. O Léo (acho que ele não ligaria em ser citado aqui) nos ofereceu rapé, que foi confundido com rapel por uns, e  que alguns outros achavam que era cannabis de cheirar. Essa discussão, que ainda ecoa em minha mente, durou algum tempo. Ninguém falando coisa com coisa. Por fim eu tinha certeza de que o Léo, após tudo que ele já devia ter tomado de pinga até aquele momento, era a pessoa mais sensata em meio àquilo tudo.
      Logo depois fomos investigar quem era cada um daqueles com quem dividiríamos quarto, carro, talvez coronavírus e dor nas pernas pós trilhas, e o melhor jeito pra isso é, com certeza, fazendo mapa astral, né? Os taurinos, para minha tranqulidade, dominaram! Porque ô povo bom é o tal do taurino. Teve uns cruzamentos de lua com mercúrio que me deixaram mais atento, bem como uns júptires e saturnos cruzados meio estranhos, mas td bem.
      Voltamos para a pousada e fomos dormir.
      Contratamos um guia na pousada mesmo. Ele se chama CÍCERO, um cara altamente muito gente boa e super paciente. Fechamos com ele 4 trilhas a serem percorridas no sábado pela manhã, tarde e noite, e no domingo de manhã. Pagamos R$ 50,00/cada pelo "pacote", lembrando que esse valor foi fechado para um grupo de 9 pessoas.
      A primeira trilha foi feita no sábado pela manhã, logo após um café bem servido na pousada. Os trechos de caminhada nessa primeira trilha foram relativamente curtos. Os trajetos foram feitos mais de carro. Visitamos uma pedra que dá vista para todo o vale, um lugar lindo, onde o povo com mais de 3 planetas em Leão se esbaldou de tanta foto. Ainda na manhã de sábado fizemos a também curta trilha da pedra da buceta (espero que possa falar essa palavra aqui no mochileiros) e a trilha para os Câniores, essa um pouco mais longa, mas com um visual incrível no final.
      Na transição para os câniores paramos pra tomar uma cerveja num dos barzinhos que tem na estrada. Nesse ponto já estávamos muito entrosados e a conversa já fluia fácil ao som de um bregão. Paramos também na casa de uma das famílias que mora na árida e pobre região do Catimbau, que pertence ao município do Buíque, um dos 3 mais pobres do estado. A casa tinha 6 crianças, que por sinal estavam responsáveis pelo lugar e pela pequena barraquinha de esculturas em madeira que eles tentavam vender para os turistas, já que os pais tinham saído. Foi amor À primeira vista por aquela turminha!! É incrível como a energia do sertanejo é forte e acolhedora. Fomos até lá para deixarmos doações que reunimos entre nós mesmos... Foi um momento lindo! As crianças tinham uma energia tão verdadeira... Também foi importante pro nosso grupo, pois acho que ali a gente percebeu "poxa, essa galera é bacana". Talvez também o vale tenha nos abraçado mais naquele instante, pois, por menor que tenha sido nosso ato, nós mostramos que fomos lá para cuidar do seu povo e, sendo assim, acho que o vale resolveu que iria cuidar de nós tbm.
      Voltamos para a Pousada, almoçamos e logo partimos, apesar de cansados em virtude do forte sol, para a trilha da tarde. Fomos ver o INCRÍVEL por do sol no Chapadão. É uma trilha de leve a moderada, percorrida em cerca de 40 minutos, onde tbm podem ser vistas pinturas rupestres. O lugar fica na beira de um penhasco, com um vista linda. De lá também avistamos as formações pontiagudas em pedras que são típicas do Catimbau. Me fez lembrar muito (como eu repeti mil vezes) a Serra dos Órgãos, no RJ (tem relato meu de lá tbm aqui no mochileiros), e lembra também a Capadocia. Capadócia onde, por sinal, eu nunca estive, mas vi na novela, o que é quase a mesma coisa (ou não).
      Após aquele por do sol lindo, voltamos para a pousada e jantamos. A comida foi fartamente servida novamente.
      Nos preparamos então para a trilha noturna, que seria rumo a uma caverna.
      Fizemos uma parte do trajeto de carro e, ao chegar ao início da trilha acho que todo mundo sentiu algo, diria eu, diferente. Havia sim energias das mais diversas ali nos circundando, isso foi sentido por todos. De início ignoramos isso, o que foi um erro! Talvez a empolgação nos fez esquecer que aquele é um lugar sagrado, com uma energia ancestral muito forte e presente e que nós, enquanto visitantes, precisávamos ter respeito e equilíbrio para com tudo aquilo.
      Seguimos então para um período de tempo onde tudo meio que desandou. Os caminhos foram literalmente se fechando, pequenos acidentes e minha cabeça dando um tíute louco, que me tornou um ser insuportável por alguns instantes. Mas chegando à caverna e após eu ser trazido de volta daquele meu momento "nada ver com nada" (só um adendo, que pra mim aquilo que senti naquela noite é  algo que até hoje tô trabalhando), as coisas pareceram se harmonizar mais.
      Fizemos uma fogueira e teve início, então, uma atípica noite na caverna, cujas memórias acabaram ficando por lá mesmo. Só sei que foi uma noite que envolveu muita energia, manifestando-se de diversas formas. Retornamos para a pousada já na madrugada.
      No domingo, veio então nossa última trilha. Fomos até o santuário, um local que segundo o Cícero era utilizado por povos ancestrais para a prática de rituais e por isso cercado de muito misticismo. O lugar é bacana demais, com formações em pedra que realmente nos remetem a um centro cerimonial. Talvez nós estivéssemos um pouco cansados e castigados pela caminhada e pelo sol, e não absorvemos tudo que poderíamos absorver ali, mas foi um belo lugar para dizermos "até logo, Catimbau".
      Voltamos para a Pousada, almoçamos e pegamos a estrada de volta a Recife.
      Bom, é isso. Foram 2 dias que renderam quase 3 páginas de relato. Foi uma viagem cujo foco, acredito eu, não tenha sido tanto as paisagens, apesar de exuberantes, mas, na minha percepção, teve como personagem principal toda a energia e misticismo daquela região com milhões de anos de história, que nos fez trabalhar muitas de nossas relações, tanto algumas muito íntimas, com nós mesmos, como nossas relações interpessoais, enquanto grupo.
      Foi lindo. Foi intenso.
      Espero ter ajudado aos futuros viajantes.
      Viva o Catimbau, seu povo forte e guerreiro, tão machucado por esse sistema social injusto e maléfico.
      Justiça Social, muito amor, mais viagens e não seja facista!
       
       
       
       



    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

×
×
  • Criar Novo...