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Estrada Real a pé - Perguntas e Respostas - 2013 a 2015

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

5º DIA 10/01/2014 - Sexta-feira

 

Saída de Conselheiro Lafaiete, chegada a Queluzito-MG

19,90 kms em aproximadamente 04:15 horas

 

Como o trecho era curto(20kms), saímos mais tarde(06:30horas), atravessamos toda a cidade, depois do trevo da br, pegamos uma estrada de terra, com algumas subidas e descidas fortes, trecho sem grandes visuais, somente no final, já próximo da cidade lindo visual das fazendas com linda serra.

Por ter saído tarde, no final pagamos o preço, é que os últimos 6 kms são em estrada asfaltada, com muitas curvas, aliado ao forte calor que reinava naquela região, sofremos muito....

 

Hospedagem: Pousada São Sebastião, ao lado da antena(não tem placa) epróximo a matriz, tem que se informar com os moradores, camas/colchões ótimos, tv a cabo, ventilador, não tem wi-fi, banheiro privado e limpo, tem restaurante (R$10,00 por pessoa, come-se a vontade), preço...: R$60,00 o casal, mas não fizeram café pra nós, diferentemente da maioria das pousadas do caminho, onde serviam o café a hora que pedíamos, esse nãos serviu...mas não tem problema(não são obrigados)...

 

Queluzito: Muito pequeno, mas tem supermercado, farmácia, restaurante...mas, só vi uma pousada....

 

Algumas fotos:

Eucaliptos e suas abelhas

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Terrível asfalto e lindo visual de montanha

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Chegada a Queluzito

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4º TRECHO(ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

6º dia 11/01/2014 - Sábado

 

Saída de Quelezito e chegada a Carandaí.....

33,27 kms em aprox. 08:15 horas.

 

Até aquele momento era o trecho mais longo, por isso, resolvemos sair ainda mais cedo, pois o calor tava demais.... trecho bem complicado, com fortes subidas/descidas...algumas partes com sombras, outras não...isso dificultava muito.... Lindo visual de montanha, e grandes fazendas e gado de leite e plantações de milho/eucalipto....a partir do marco 1482(está sem placa), portanto siga prestando bem atenção na planilha, cuidado mesmo...tem várias ramificações... também, cuidado na travessia da br-040, grande movimento....

Chegamos a Carandaí no início da tarde...para nossa surpresa os hotéis(3) estavam todos lotados, uma cimenteira estava fazendo manutenção num dos fornos, e o pessoal estava hospedados na cidade....e ai.... decidimos seguir viagem até Barbacena, cidade grande com grande quantidade de hotéis, pousadas.... pegamos um busão(R$6,20 por pessoa), em 40 minutos de viagem...

Obs.: Se por acaso forem fazer esse trecho e acontecer de Carandaí não tiver hospedagem, prefira ficar entre a cidade e Barbacena, em Ressaquinha, tem pousadas na beira da rodovia....fica a sugestão...

 

Hospedagem: Hotel Barão de Minas, próximo a rodoviária de Barbacena, mesmo ali, estava complicado achar hospedagem, era que tinha uma formatura de medicina e os hotéis estavam quase cheio, portanto não cheguem muito tarde nas cidade..... o hotel é bem confortável, camas boas, tv a cabo, wi-fi, banheiro privado e limpo, o problema que fica numa avenida bem movimentada, e as janelas não tem proteção acústica...preço: R$98,00 o casal com café da manhã(bom)...

 

Barbacena: cidade grande, com boa estrutura para apoio aos turistas, partem ônibus para várias cidades grandes....

 

Algumas fotos:

Trecho complicado

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Lindas fazendas de gado de leite

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Fortes subidas

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Descidas fortes...ao fundo cimenteira

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Sol fortíssimo sorte que no final era reta...

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4º TRECHO(ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

7º DIA - 12/01/2014 - Domingo

 

Saída de Barbacena e chegada a Ressaquinha-MG

28,23 kms em aprox. 05:30 horas

 

O sol e o calor castigava Minas Gerais, decidimos sair ainda mais cedo(visando pegar o tempo mais fresco). Como em Carandaí não tinha hospedagem, dormimos em Barbacena, então ao invés de ir de novo até Carandaí e fazer o trecho, decidimos fazer o caminho inverso(barbacena x ressaquinha).

Trecho bem fácil, com poucas subidas/descidas, mas leves... muitas retas, estrada de terra..tudo muito tranquilo.

Passamos numa plantação de morango, paramos para conversar com os produtores, gentilmente nos ofereceram ...claro, não perdemos a oportunidade de comer diretamente do pé...muito bom, fresquinho, deliciosos.

Cruzamos toda a cidade de Alfredo Vasconcelos, lindos jardins, rosas coloridas...muito simpática essa cidade...gostamos muito, pessoal super-atenciosos...

 

Hospedagem: Hotel pousada Real, fica na beira da rodovia, perto do posto de combustível, camas boas, tv aberta, wi-fi, ventilador, café da manhã simples, banheiro privado, pousada simples, quartos pequenos... mas limpa, como tudo em minas gerais.... preço: R$50,00 o casal com café da manhã simples...

 

Ressaquinha: cidade bem pequena, com 2 pousadas, tem restaurante, supermercado.....

 

Algumas fotos:

Alfredo Vasconcelos

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Trecho bem tranquilo..

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idem...

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Os morangos direto do pé...deliciosos...

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

8º DIA - 13/01/2014 - Segunda-feira

 

Saída de Ressaquinha, chegada a Carandaí-MG

30,56 kms em aproximadamente 07:00 horas

 

Apesar desse trecho ser tranquilo e fácil, resolvemos não arriscar, e voltamos a acordar bem cedo, assim pegamos muito tempo de sombra....o sol tava castigando...

Trecho sem grandes dificuldade, mas antes de Carandaí pegamos uma monstruosa subida fortíssima, traumatizante...

Entre os marcos 103 e 1534 lindo visual de montanha.

Portanto o trecho entre Carandaí foi completado inversamente.... pegamos o busão e dormimos, novamente em Barbacena...

 

Hospedagem: Hotel Glória, barbacena, perto da praça matriz...velho e decadente, camas ruins, sujo, banheiro com vazamento, tem ventilador barulhento, tv a cabo, wi-fi, preço: R$80,00 o casal com café da manhã bem simples....NÃO RECOMENDO!

 

Algumas fotos:

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Linda vista de montanha

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Subida forte...

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

9º DIA - 14/01/2014 - terça-feira

 

Saída de Barbacena e chegada em Antonio Carlos-MG

13,16 kms em aproximadamente 02:45 horas

 

Trecho bem curto, grande parte em asfalto, mas muito tranquilo, com algumas subidas/descidas fortes.....

Resolvemos fazer esse pequeno trecho, pois o posterior não tínhamos certeza que iríamos encontrar hospedagem, o que de fato aconteceu, posteriormente, fizemos o certo.

Sem contar a dificuldade do trecho seguinte e as distâncias.....

Fomos nos informar com uns taxistas sobre o trecho seguinte, se havia hospedagem, comida.... ai ficamos sabendo do pior.... três indivíduos assaltaram a única pousada do distrito de Mantiqueira(após museu do Santos Dumont), no assalto mataram o proprietário... e agora, o que faremos...segundo a planilha, no distrito de Patrimônio dos Paiva, uma pessoa oferecia a casa para o pessoal que faz a estrada real...tentamos ligar para ela...e nada..... e ai..... vamos fazer o quê!

Decidimos pagar para ver....se por acaso não houvesse hospedagem, pegaríamos busão no museu do santos dumont e dormiríamos em Santos Dumont....

Fomos dormir, não....tentar dormir....parece que estava dormindo dentro dum forno....pqp que calorzão.... quase não dormi.... e no outro dia o trecho ia ser bem longoooooooo, como foi....

 

 

Hospedagem: Hotel família (032) 8456-5352 e 8457-7040, limpo, camas boas, banheiro privado, tv a cabo, wi-fi fraca, preço: R$60,00 o casal com café da manhã simples.

o proprietário(nezinho) é gente finíssima.

 

Antonio Carlos: Cidade pequena, mas tem hospedagem, restaurante, museu ferroviário, supermercados...banco do brasil...

 

Algumas fotos:

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Estacão antiga e os taxistas...

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Museu

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Maria fumaça

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

10º DIA - 15/01/2014 - Quarta-feira

 

1º Trecho: Saída de Antonio Carlos e chegada no Museu do Santos Dumont...e depois, carona até a cidade de Santos Dumont.

36,19 kms em aproximadamente 08:15 horas.

 

Devido ao forte calor da noite, resolvemos sair ainda mais cedo, acordamos as 03 da manhã e saímos as 04 horas.... pegamos boa parte do trecho com sombra e frio...

Passamos dentro de várias fazendas de gado de leite e criação de cavalos, lugares lindos... A descida da mantiqueira foi, na maioria do trecho, em pedras pés-de-moleque, lindo visual de montanha.

Depois de muito tempo, chegamos ao patrimônio dos paivas.... então fomos atrás da pessoa que oferecia hospedagem....e cadê ela.... estava viajando...a casa dela estava fechada e no distrito ninguém oferecia hospedagem.... e, o pior, não havia restaurante, bar...nada....sorte que sempre levamos alguns petiscos, senão ia complicar.... para piorar, ainda mais, não havia ônibus até a próxima cidade..... e o sol derretendo tudo.... descansamos na pracinha da cidade...e partimos debaixo daquela lua.... sofrível, pegamos uma subida fortíssima antes de chegar ao museu do Santos Dumont.

Chegamos que era só o trapo no museu, muito gentilmente a atendente nos ofereceu um cafezinho especial, coado na hora.... segundo ela, a única pousada de Mantiqueira(distrito entre o museu e a cidade de Santos Dumont estava fechada), e, para piorar ainda mais...os assassinos estava soltos, a polícia atrás deles... e, eles ainda fazendo outros ataques na região.... por orientação dela, resolvemos abortar o trecho entre o Museu e Santos dumont a pé..... aproveitamos que a administradora do museu estava indo para Santos Dumont e pegamos carona com ela....

Obs.: praticamente passamos pelo mesmo trecho que faríamos à pé.... então consideramos que foi feito.....

 

Hospedagem: Hotel Itaipu-Santos Dumont, bem simples, está em reforma, camas boas, banheiro em reforma sujo, tv a cabo, wi-fi, ventilador, frigobar, Preço: R$110,00 o casal com café da manhã bom.

 

Algumas fotos:

Amanhecer..

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Linda casa antiga..

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Descida da mantiqueira olhem o calçamento...construído pelos escravos...

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Sol de rachar mamona..

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Museu do Santos Dumont..

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

11º DIA - 16/01/2014 - Quinta-feira

 

Saída de Santos Dumont - chegada a Ewbanke da Câmara-MG

19,83 kms em aproximadamente 05:00 horas

 

Trecho curto, com algumas subidas/descidas longas e íngremes.

Cuidado somente nos trechos de trilha.. na primeira, no marco 1652, virar à direita nas bananeiras...cuidado para não seguir reto, pois o marco tá encoberto pela vegetação... erramos e seguimos reto... entramos numa fazenda, um senhor muito nervoso quase nos expulsou de lá...retornamos e entramos certo...essa trilha é curta, tem que atravessar pequeno riacho...logo a seguir entra novamente na estrada de terra...

Na segunda trilha, quando passar o marco 1655, verá logo abaixo a sede de uma fazenda, antes de chegar ao curral, vire à direita, pois o marco 1656 estará depois de uma curva...após o marco atravesse a porteira e siga à esquerda, atravesse outra porteira no final haverá uma subida forte dentro de uma plantação de eucalipto.

 

Hospedagem: Hotel mundial, simples, camas boas, tv, não tem wi-fi, banho privado, ventilador, café bem simples, sinuca(!)...preço: R$80,00 o casal com café da manhã.

 

Ewbanke da Câmara: cidade pequena, com hospedagem, restaurante, alguns supermercados, fármacia.....

 

Algumas fotos:

Nascer do dia

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Trilha depois das bananeiras

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Sempre eles, a nos seguir..

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visual

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Chegada pelo asfalto

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

12º DIA - 17/01/2014 - Sexta-feira

 

Saída de Ewbanke da Câmara e chegada ao Marco 1729(em frente posto Graall

25,37 kms em aproximadamente 05:45 horas.

 

Trecho mais tranquilo, com muitas retas.

Atenção somente no marco 1679(após não tem mais marcos, tem que seguir planilha), logo a seguir chega num ponto de ônibus, vira-se a esquerda, pela planilha é para cruzar a ferrovia(fizemos isso e chegamos numa porteira com cadeado..retornamos e seguimos reto, paralelo a ferrovia)....a uns 1.000 metros que deve cruzar a ferrovia... logo a seguir chega num lugarejo....alguns marcos em lugares errados...mas é só perguntar aos moradores.......

Mais a frente chegamos num outro distrito, almoçamos num self=service... em seguida, entramos numa estrada simples em asfalto.... quase fomos atropelados por um carro que estava ultrapassando outro numa descida(estávamos no acostamento)... pqp foi tenso.... quase o retrovisor bateu no meu braço.....

Um calor infernal, asfalto mais quente ainda.... em frente ao posto graall tem um ponto de ônibus, pegamos o busão que nos levou até o centro de Juiz de fora..

 

Hospedagem: Hotel Robleville, centro, ar, frigobar, wi-fi, tv a cabo,camas +-, preço: R$115,00 o casal com café da manhã...

 

Juiz de fora: cidade grande, com ótima estrutura hoteleira....

 

Algumas fotos:

Trecho em pedras...

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No caminho

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Trecho asfalto

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

13º DIA - 18/01/2014 - Sábado

 

Saída de Juiz de Fora - chegada a Três Rios-RJ

 

Ficamos tensos com o "quase" atropelamento, decidimos à noite no hotel, terminar os últimos trechos de ônibus....pois, segundo relatos as estradas que encontraríamos eram sem acostamento e o mato estava alto...e, como, priorizamos a segurança, a viagem a pé, terminaria ali.... pelo que vimos de dentro do ônibus, realmente corríamos risco de vida, caminhar numa estrada sem acostamento..... fora de questão, é assim fizemos:

 

Tiramos o dia para conhecer melhor Juiz de Fora, logo de manhã subimos a pé o Mirante do Cristo(+- 3 horas, ida/volta), lugar bonito, de lá avistamos toda a cidade...recomendo esse passeio... mas a subida é bem forte, preferimos subir pelo asfalto, mas tem uma trilha pela encosta......

Andamos pelo centro, estação ferroviária... lindos prédios restaurados...

Atravessamos a linha férrea ao lado da estação, logo depois, à esquerda sai os ônibus para Matias Babosa(R$3,90 pp), almoçamos por lá(R$9,00 p.p)...

Em Matias, resolvemos seguir adiante... pegamos outro busão para Mont Serrat(R$3,75), como as hospedagem estavam caras... decidimos dormir em três rios, então outro busão (R$3,15).. chegamos debaixo de uma forte chuva......

 

Hospedagem: Hotel Olivier, três Rios, centro, camas ótimas, frigobar, tv a cabo, wi-fi(sinal fraco), ar condicionado, ventilador, ducha ótima..preço: R$130,00 o casal com ótimo café da manha.

 

Matias Barbosa: pequena, com algumas opções de hospedagem, alguns restaurantes......

Mont Serrat: pequena, com hospedagem caras, não vimos restaurantes, somente padaria...

Três Rios-RJ: ótima estrutura...

 

Algumas fotos:

Mirante do cristo

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Vista de Juiz de Fora

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Estrada sem acostamento e com mato alto....

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Sem acostamento + mato alto + muitas curvas + motorista apressados ...risco de morte...

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Mont Serrat

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

14º DIA - 19/01/2014 - Domingo

 

Saída de Três Rios chegada a Petrópolis

 

 

Acordamos cedo e caminhamos até a rodoviária da cidade, são 3 empresas que fazem esse trecho, pegamos um que passa defronte a rodoviária, fomos até um bairro próximo(R$6,25 pp), depois outro busão até Itaipava(R$2,65)...de lá outro ônibus até Petrópolis.

Movimento intenso de turistas em Petrópolis, fomos rever alguns pontos turísticos(muito bem preservados), resolvemos dormir na cidade, apesar dos preços salgados.

 

Hospedagem: Hotel Grão Pará, centro, próximo terminal de ônibus urbano, limpo, camas ótimas, café da manhã bom, tv a cabo, wi-fi...R$160,00 o casal com café.

 

Petrópolis: Imensa estrutura hoteleira, cidade grande.... o escritório de informações turísticas estava fechado num pleno domingão de sol....

 

Algumas fotos:

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4º TRECHO (ÚLTIMO) - CAMINHO NOVO

 

15º DIA - 20/01/2014 - Segunda-feira

 

Saída de Petrópolis - chegada à cidade do Rio de Janeiro.... à noite viagem até Tombos-MG.

 

Resolvemos caminhar do centro de Petrópolis até a rodoviária que fica na saída da cidade, uma caminhada forte de uns 3 kms, só subida.... pegamos busão pra o Rio(R$19,75 pp), viagem tranquila. Próxima a rodoviária do rio tem um terminal de ônibus, pegamos um até Copacabana, descemos na praia do Leme, caminhamos até o forte de copacabana, num calor infernal. Como era feriado na cidade, o movimento era pequeno.....

Resolvemos voltar a rodoviária e decidir qual o próximo destino....

Decidimos que iríamos subir o pico da bandeira.... como não havia mais passagem para cidade próxima, compramos para Tombos-MG(R$69,22 pp) pela util, onde pernoitamos, para no dia seguinte traçar um plano para chegar até alto caparaó.

 

Hospedagem: Hotel Serpa em Tombos-MG, bem simples, camas ruins, banheiro sujo, café simples, tv aberta, wi-fi...preço R$60,00 o casal com café.

 

Algumas fotos:

Pão de Açúcar(foto do ônibus)

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Aguardando busão na rodoviária grande rio

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Se forem para Tombos-MG, prefira o hotel da direita(Hotel colonial), muito mais confortável.

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FIM.......... praia de copacabana e o pão de açúcar e, ainda, o resto da festa do final do ano....

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Termina, assim, o relato de todos os trechos da estrada real.

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      R$83 busão
      R$18 lanches pra viagem e café da manhã
      R$34 almoço e brejas
      R$20 de rolezin a noite durante o forró
      R$44 a diária
      R$28 compras pros dias seguintes

       
      Dias 2 - 3. Ponta Negra (comunidade tradicional caiçara)
      Tínhamos planejado ir pra Cachoeira do Saco Bravo pegando uma trilha de dois dias saindo de Paraty, mas o tempo não colaborou. Além disso, tava rolando uma manifestação na estrada, o que fez a gente sair de Paraty só por volta de 14hs. Pegamos o busão que vai até a Vila Oratório, descemos no ponto final e começamos a caminhada. É bem sinalizada e tranquila, mas tem muitas descidas e subidas. Se cê tiver na dúvida, só usar o Wikiloc que lá tem aos montes. Por volta de 16hs chegamos na Praia do Sono e pretendíamos seguir caminhada até a Ponta Negra pra acampar lá, mas o tempo tava muito fechado e a gente teria que passar correndo pelas praias e cachoeiras no caminho, então acampamos nessa mesmo. Encontramos um caiçara gente finíssima - salve Abraão! - que deixou a gente acampar no quintal dele por R$15 e deu umas dicas pra gente de como seguir. Aproveitamos pra conhecer a comunidade tbm, recomendo esse passeio e trocar ideia com os nativos da região. Na manhã seguinte partimos assim que acordamos rumo à cachoeira, mas o tempo tava MUITO fechado e o mar muito bravo, então acabamos parando em Ponta Negra pra curtir a praia nos minutinhos de sol que abriram (a cachoeira do Saco Bravo é na beira do mar, então é perigoso de se ficar em dias de ressaca). No caminho paramos na praia dos Antigos e na cachoeira da Galheta, os dois lugares MUITO BONITOS! Chegamos de volta na vila do Oratório de volta umas 16h e pegamos o primeiro busão de volta pra Paraty.
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      R$70 duas diárias no Hostel Kaissara
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      Dias 6 - 10. Ilha Grande
      Saímos de Trindade às 10h, fomos pra Paraty e fizemos compras pra levar pra Ilha Grande. Tinha lido aqui no fórum que lá quase não existiam mercados e os poucos que tinham eram muito caros e não aceitavam cartão - balela! kkkk TODOS os lugares que passamos aceitam cartão e os preços eram um pouco mais altos que em Paraty, mas nada que tivesse valido a pena levar as sacolas de macarrão e legumes que levamos. Esperávamos chegar em Angra a tempo de pegar a barca que saía as 13h30 (é uma ao dia e custa $17, saindo nesse horário por ser um sábado), mas com as compras e o trânsito acabamos atrasando e chegando às 15h. Pegamos um flex boat até Ilha Grande, que sai de hora em hora, e chegamos lá antes das 17h. Ficamos hospedados no Biergarten, na rua principal. O hostel é bonito e bem cuidado, mas tem uma vibe muito diferente dos últimos que ficamos - que eram bem menores e menos "comerciais". O Biergarten tem um restaurante e um bar que ficam abertos até tarde e tem várias opções, porém todas bem caras.
       
      No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo.

       
      No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte.
      R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel
      R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande)
      R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila)
      R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas)
      R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30)
      R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj)

       
      Dia 10. Rio de Janeiro
      Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe
      R$7,00 lanche pra viagem
      R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos)
      R$15 fast food da massa
      R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária
      R$13 cerveja pré-busão

       
      No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. 
       
      Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí!
      Qualquer dúvida, só mandar msgs!


    • Por casal100
      Resolvemos, dessa vez, fazer alguns roteiros distintos: beira-Mar, trilhas em montanhas e travessia.
      Começamos por Ubatuba, foram 10 dias de caminhada, por algumas das principais praias; depois pegamos nosso veículo e fomos fazer alguns roteiros em Extrema-MG e, por último,  a grata surpresa: TRAVESSIA DA SERRA DA CANASTRA-MG, que lugar maravilhoso: belas cachoeiras, trilhas fortes, flora e fauna exuberante, povo amigável, queijos deliciosos(alguns entre os melhores do mundo na sua categoria) sem contar a culinária mineira. Tudo de bom.
    • Por casal100
      Fizemos a maioria dos caminhos que passam pela Serra da Mantiqueira(Estrada Real, Caminho da Fé, Crer....), alguns mais de 1 vez.
      É quase unanimidade entre os caminhantes que, indiscutivelmente, a Serra da Mantiqueira têm as mais bonitas paisagens e, nós concordamos integralmente. São caminhos que proporcionam lindas fotos,  clima agradabilíssimo, povo acolhedor e simpático, ingredientes que definiram esse roteiro.
      Foram quase 50 dias e mais de 1.100 quilômetros de muitas alegrias, felicidade e paz,  poucas tristezas e decepções.
      Começamos e terminamos na MAGNÍFICA cidade de Campos do Jordão-SP, depois de rever vários lugares (passei alguns invernos nesta bela cidade, quando eu era "bacana"). A cidade se transformou,  criaram vários roteiros turísticos, belas e caras casas dos novos e velhos "bacanas", ótimos restaurantes, atrações mil,  pousadas e hotéis de todo tipo e preço, tem até o refúgio do peregrino, comércio bom, povo hospitaleiro, clima perfeito e, ainda por cima fomos no verão,  baixa temporada,  onde com facilidade encontramos boa hospedagem com preços menores que muitas hospedagem em cidades pequenas.

      Outra coisa que pesou em escolher fazer essa travessia é que a região se assemelha muito com um projeto que temos em mente, que é a travessia entre Punta Arenas x Arica no Chile,  então serviu como treinamento.
    • Por casal100
      ROTEIRO À PÉ:
       
      RIO GRANDE DO SUL:
      Portão
      Bom Princípio
      Carlos Barbosa
      Garibaldi
      Bento Gonçalves - Vale dos vinhedos
      Bento Gonçalves - Pinto Bandeira
      Bento Gonçalves - pela cidade
      Bento Gonçalves - caminho de Pedras
      Caxias do Sul - flores da Cunha
      Caxias do Sul - estrada dos imigrantes
      Nova Petropolis
      Gramado - Natal de Luz
      Canela - Cachoeira do Caracol
      Gramado - pela cidade (parques, centro)
      Santa Maria Herval
      Picada Café
      Ivoti
      Sapiranga
      Três Coroas
      São Francisco de Paula
      São Francisco de Paula  (parques, lagos e pela cidade)
      Tainhas
      Cambará do Sul
      Cambará do Sul - Canyon Itambezinho
      Cambará do sul - canyon Fortaleza
      Torres - praia
       
      SANTA CATARINA:
      Praia Grande - descida Serra do faxinal
      Balneário Gaivota - Praia
      Balneário arroio do Silva - Praia
      Balneário Rincão - Praia
      Balneário corrente - Praia
      Farol de Santa Marta - Praia
      Laguna - cidade histórica + Praia
      Orleans
      Guatá  (distrito de Lauro Muller) pé da serra do Rio do Rastro
      Bom Jardim da Serra
      ROTEIRO DE ÔNIBUS :
      São Joaquim
      Urubici
      Bom Retiro
      Lages
      Fraiburgo
      CONTINUAÇÃO À PÉ SANTA CATARINA:
      Videira
      Treze Tílias
      Água Doce
      Jaborá
      Concórdia
      Seara
      Chapecó
       
      PARANÁ (ÔNIBUS):
      Curitiba
      Paranagua
      Morretes
       
      QUILÔMETROS /DIAS: +- 1.300 kms em 53 dias
       
      PESSOAS:
      No planejamento da viagem nossa preocupação era de como seríamos recebidos nas pequenas cidades, visto que algumas delas não tinham vocação turística, e "mochileiros"poderiam ser "novidade". Mas, essa preocupação foi rapidamente deixada de lado.
      Fomos recebidos muito bem em todos os lugares (exceto dois episódios, que não afetou em nada nossa caminhada).
      Ficamos impressionados com a educação e o acolhimento da população do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, sempre solícitos às nossas demandas.
      Poxa, que saudade de tudo aquilo, em breve voltaremos.
       
      CIDADES:
      Praticamente todas as cidades desse roteiro tinham pousada ou hotel, somente o distrito de tainhas-SC não tem, somente restaurante (mas esse trecho tem serviço de ônibus intermunicipal).
       
      ESTRADAS:
      Optamos em fazer pelas estradas asfaltadas(alguns trechos fizemos em estrada de terra), pois não conseguimos informações sobre estradas secundárias nesta região.
       
      COBRAS:
      Nunca vimos tantas cobras como na serra Gaúcha, teve dia que vimos umas 5, quase minha esposa pisou numa em uma rodovia asfaltada.
      Elas ficam enroladas na pista de rolamento, é normal vê-las todas esmagadas por veículos, ficam parecendo um desenho no chão (pois vários veículos passam por cima).
       
      ANIMAIS SELVAGENS:
      Outra coisa que nos chamou atenção, vimos muitas espécies(raposa, cobras, tatu, macacos, roedores, porco espinho etc) passando lentamente perto de nós.
       
      PRECONCEITO:
      Tivemos um fato lamentável num hotel fazenda.
      O gerente nos recebeu num descaso tremendo, nem respondia nossas perguntas, foi preciso a intervenção de uma funcionária para resolver a situação (quase mandei o cara a pqp), o infeliz está no lugar errado.
      O outro caso foi mais leve, mas fiquei puto.
      Tirando isso, foi muito tranquilo ser mochileiro naquela região, muito tranquilo mesmo.
       
      PREÇOS HOTÉIS:
      Variou de $25 a 95 por pessoa (mas a crise pegou todo mundo ), em alguns lugares priorizamos ficar em lugares melhores,
      Sempre pechinchamos os preços, na maioria dos casos conseguimos descontos, principalmente à vista.
      Não fizemos nenhuma reserva, foi muito tranquilo.
       
      PREÇOS REFEIÇÕES:
      variou de $10 a $35 por pessoa à vontade.
      Peso : de $20 a $44 o quilo.
      Obs.: em média coloque $22 por refeição sem bebidas.
       
      ABUSO CONTRA TURISTA:
      Só tivemos alguns casos de abuso, mas nada gritante:
      Você chega em duas pessoas e pede somente um cafezinho pequeno, o cara trás dois grandes (claro, mais caro) e na maior cara de pau diz que pedimos dois.
      Isso aconteceu nuns 5 lugares na serra gaúcha, lamentável!
      Obs.: para nos proteger disso, fazíamos assim: chegávamos nos caixas do estabelecimento e pagava antecipadamente, acabou o problema.
       
      CARONA: precisamos pegar carona em algumas oportunidades, e foi até tranquilo conseguir.
      .fomos ao canyon Itambezinho e no Fortaleza à pé, e voltamos de carona, foi tranquilo.
      .quando visitamos uma cachoeira em Cambará do sul, fomos à pé e voltamos de carona ( neste dia pegamos três, cada um nos levou num pequeno trecho).
      .dividimos o trecho entre Seara e Chapecó-SC em dois, como o ônibus demoraria muito, resolvemos ir de carona, demorou uns 40 minutos para aparecer.
       
      SEGURANÇA:
      Em momento algum tivemos problema, somente em Porto Alegre (visita ao mercado central que nos orientaram a ter cuidado), mas os moradores de PA estão preocupados.
      .na saída de Caxias do Sul, saída para estrada dos imigrantes tem um lugar que me pareceu inseguro, mas nada complicado.
       
      NEGOCIAÇÃO HOSPEDAGEM:
      Sempre negocie, em alguns casos conseguimos descontos de 10% abaixo dos sites de hospedagem. Principmente nesta crise, em alguns casos somente nós dois estavam hospedados no hotel.
    • Por casal100
      Realizamos no período de 19 a 28 de julho de 2015, o circuito completo do Vale europeu em Santa Catarina. Foram 10 dias contemplando e vivienciando lugares, pessoas maravilhosas.
      Destaco alguns locais incriveis: Pomerode, blumemau, fazenda campo do zinco e sua maravilhosa cachoeira, lindos mirantes, estradas encantadoras, pessoas hospitaleiras e cordiais. Nāo tivemos nenhum incidente.
       
      Começamos antes do circuito, fazendo o caminho entre blumenau e pomerode a pé, e no final fizemos do mesmo modo a rota enxaimel em Pomerode, por isso o roteiro foi concluido em 10 dias.
       
      Brevemente relato completo.


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