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Dificuldade: Difícil - Categoria 2

Distância: 48 km

Altitude Máxima:1.514 m

Circular: Não

 

Como chegar

 

 

 

São José do Barreiro esta localizada aos pés da Serra da Bocaina, estando a 273 km de São Paulo e 214 km do Rio de Janeiro, São José do Barreiro está ligado à Rodovia Dutra pela Estrada dos Tropeiros que, agora reformada, oferece um acesso fácil e seguro aos visitantes.

 

Como essa não é uma trilha circular, a não ser que vá até a cidade com mais alguém no carro que possa leva-lo embora o ideal é ir de ônibus.

 

Existe um ônibus por semana saindo de São Paulo para São José do Barreiro, o melhor lugar para pegar um ônibus para a cidade é partindo de Guarantigueta/SP que possui mais horários de ônibus, a operadora de Ônibus é a Pássaro Marrom.

 

 

 

A estrada que vai até a entrada do parque esta sendo toda reformada, já sendo possível um carro de passeio subir quase até a portaria do parque, caso não queira arriscar com seu próprio carro existem pessoas na cidade que fazem esse trajeto, alguns contatos são:

 

 

Elieser: (12) 3117-2123

Reginaldo: (12) 99747-9651

Roger: (12) 3117-2050

 

O Elieser oferece o serviço de levar o seu carro até a cidade de Mambucaba para que você já siga viajem de lá, o Reginaldo faz o resgate no próprio carro também na cidade de Mambucaba.

 

A logística para essa trilha não é das mais simples, vale a pena ligar para alguém da cidade antes de ir e também já combinar um resgate na saída da trilha para não ficar na mão.

 

Planejamento

 

É muito importante fazer um belo planejamento antes de iniciar essas travessia, isso pode reduzir o peso que vai carregar e seus joelhos e suas pernas vão agradecer no último dia.

 

A travessia pode ser feita de 2 a 4 dias, considero 3 dias o ideal para aproveitar bem.

 

É possível pernoitar em pousadas ou acampar em alguns lugares no próprio parque, abaixo algumas distancias para uma decisão de onde ira acampar.

 

Portaria -- 8km --> Cachoeira das Posses -- 22km --> Cachoeira do Veado -- 18km --> Fim

Portaria -- 18km --> Pousada Barreirinha -- 12km --> Cachoeira do Veado -- 18km --> Fim

A Trilha

 

A trilha é parte da história do Brasil, foi construída pelos escravos entre os séculos XVII e XIX, a partir de trilhas dos índios Guaianazes, ponto de passagem obrigatório, nos séculos XVII e XVIII, o caminho ligava Minas Gerais a Rio de Janeiro e São Paulo. No chamado "Ciclo do Ouro".

 

Antes de tudo é preciso de uma autorização para entrar no Parque, para isso envie um e-mail para [email protected] solicitando tal autorização.

 

Fizemos essa travessia pela primeira vez em fevereiro de 2012 e decidimos refazer ela agora com mais conhecimento, equipamentos e claro preparo físico, nessa segunda travessia acabamos pegamos uma bela chuva no segundo dia, por esse motivo mesclei as fotos da postagem com a primeira travessia afim de ilustrar melhor como é a trilha.

 

Quem me acompanhou nessa trilha foram meu pai Mario, meu irmão Mateus e meu cunhado Luan, sendo que essa seria a primeira trilha da vida do meu irmão. Fizemos ela nos dias 15,16 e 17 de novembro.

 

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Nosso trajeto foi sair de Guaratinguetá no ônibus das 7h até São José do Barreiro e já havíamos combinado com o Reginaldo para nos levar até a entrada do parque, chegamos na cidade por volta das 9:30h e já começamos a subida com o Reginaldo, chegando na entrada do parque por volta das 11h.

Durante a subida existem vários trechos que formam mirantes belíssimos, vale a pena pedir para dar uma paradinha rápida.

 

DSC02317.jpg

 

Nosso planejamento era acampar o primeiro dia na cachoeira das Posses e o segundo dia na Cachoeira do Veado, dessa forma o primeiro dia é o mais tranquilo, partindo da portaria com 1,5km de caminhada se chega na Cachoeira Santo Izidro, ela fica a esquerda da trilha e é uma bela descida até chegar na base da cachoeira, dependo do preparo físico considere "esconder" as mochilas próximo da trilha e pega-las na volta.

 

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Voltando para a trilha, andando cerca de 1,5 km existe um atalho que reduz a trilha em 1,3 km, caso opte em não usar o atalho some essa distancia nos valores descritos acima.

Bom considerando que você pegou o atalho, da cachoeira Santo Izidro até a cachoeira das Posses são cerca de 6,5 km em um caminho relativamente tranquilo.

A Cachoeira das Posses fica do lado esquerdo da trilha, quando começar a ver as araucárias é porque esta bem próximo da entrada.

Logo no começo da trilha em direção a cachoeira existe uma casa abandonada no lado direito, é um opção de acampamento fechado.

 

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Um pouco mais a frente existe uma boa área de camping para 4 ou 5 barracas.

 

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Atras dessa área existe mais uma casa abandonada, nós acampamos dentro dessa casa, na "cozinha" da casa existe espaço para 3 barracas, as paredes laterais caíram mas mesmo assim é uma boa proteção do vento e existe um fogão a lenha que pode ser utilizado para cozinhar ou apenas para fazer uma "fogueira" para esquentar a noite.

 

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Como dito o primeiro dia é o mais tranquilo, então caminhando bem você terá bastante tempo para curtir a Cachoeira das Posses, ao lado da casa e da área de camping existe uma trilha com uma placa indicando o caminho da cachoeira, cerca de 200 m a frente existe a primeira queda, nada muito grande, continue descendo a trilha por mais cerca de 600 m até a base da cachoeira.

 

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Para quem assim como nós decidiu não acampar na pousada Barreirinha, o segundo dia é o mais cansativo e longo, são 22 km até a cachoeira do Veado, sendo boa parte sem árvores e com algumas subidas pesadas se levar em consideração que estamos com peso nas costas.

 

Acordamos cedo e demos uma última passada na primeira queda da cachoeira das Posses para "tomar banho" e saímos que a caminhada seria longa.

 

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Os primeiros 4 km são tranquilos, ainda estão protegidos pelas árvores e com poucas subidas e ainda com pontos de água no caminho.

 

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Depois disso começa o caminho por estrada de terra, sem árvores e com algumas subidas e descidas bem cansativas, caminhando em torno de 6 km encontrasse a Pousada Barreirinha, é um bom lugar para trocar a água e até mesmo para comer ou beber alguma coisa, de qualquer forma, corte caminho pela pousada que vai desviar de uma bela subida ingrime e curta.

 

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Saindo da pousada ainda faltam 12 km até a cachoeira do Veado, cerca de 8 km do percurso continua sem árvores e em estrada da terra, nesse percurso 2 km depois de passar por um pasto com uma pousada ao lado tem uma subida bem pesada, é praticamente o último trecho em estrada de terra, ou pelo menos estrada que aparenta ter condições de passagem de carro.

Após essa subida já começa um pouco mais de vegetação com alguns pontos de bastante árvores e já alguns trechos com o calçamento real, desse trecho até a cachoeira do Veado faltam pouco mais de 5 km, quase chegando na fazenda central existe um rio com um pinguela para atravessar, considere um bom ponto para trocar de água novamente caso necessário.

 

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Desse ponto para frente falta pouco até a cachoeira, na primeira vez que fizemos a trilha acabamos chegando tarde nesse ponto e decidimos acampar ao lado da fazenda central por já estar escurecendo e existe uma boa área de camping ao lado de um lago.

 

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Passando a fazenda central falta bem pouco, porém, começam algumas descidas e o terreno é bem ruim, ainda mais se estiver chovendo(ou muito molhado), mesmo sendo um trecho relativamente curto leva uns 30 minutos para atravessar.

 

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Assim que terminar a descida, do lado esquerda existe uma "gaiola" para atravessar o rio, se trata de uma caixa de metal suspensa em um cabo de aço para fazer a travessia, do outro lado do rio existe uma pousada com área para camping, essa é uma parte bem divertida da trilha.

 

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Continuando a trilha sem pegar a gaiola é o caminho até a cachoeira do Veado e após um pequeno pasto já começam as áreas de camping próximo da cachoeira, nós decidimos acampar logo após o pasto. O ideal é acelerar a caminhada dos 22 km desde a Cachoeira das Posses para aproveitar a Cachoeira do Veado ainda no segundo dia e no terceiro dia já pegar a trilha logo cedo.

 

A Cachoeira do Veado é a mais bonita da travessia, com duas quedas, totalizando 80m de altura, o acesso a última queda é bem tranquilo, já para chegar a segunda queda já é mais complicado.

 

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O terceiro dia são 18 km até a ponte de arame onde geralmente é feito o resgate, para continuar é necessário atravessar a gaiola e passar por traz da pousada para continuar a trilha.

Cachoeiras a parte, o terceiro dia da trilha é o mais bonito pois é quase por completo dentro da mata e com o calçamento real, existem vários trechos de subidas e descidas pelo calçamento, as pedras estão muito lisas e com chuva o caminho se torna ainda mais difícil.

 

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Durante a descida existem vários pontos com água, não precisa descer carregado de água pois é muito fácil encontrar no meio do caminho.

 

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Em alguns trechos as pedras do calçamento já se soltaram e em períodos de chuva viram um barro só, por isso todo cuidado na descida é pouco.

Faltando quase 4 km para o fim da trilha é necessário atravessar o rio Mambucaba, a ponte que corta o rio esta caindo, nas duas vezes que fizemos a trilha não tivemos coragem de atravessar a ponte, mas alguns grupos assim o fizeram, como no trecho onde a trilha encontra o rio ele esta mais raso é preferível cruzar pelo rio mesmo.

 

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Atravessando o rio, falta pouco, mais 4 km e é o fim da trilha, a trilha termina em uma estrada de terra e do lado direito tem a ponte que também cruza o rio Mambucaba, ela é conhecida como ponte de arame, existem algumas casas nessa estrada próximo da ponte, se você não deixou um resgate combinado existe a possibilidade de bater em alguma casa e com sorte achar alguém que te leve até a rodovia ou ir caminhando cerca de 20 km até a Rodovia Rio x Santos.

 

Essa é uma trilha muito bonita e ainda tem o charme de ser parte da história do Brasil, com um bom preparo físico e Fé no Pé é um belo programa.

  • Gostei! 1

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Muito bom o relato, parabéns!

 

E alguém tem algum contato de motorista que faça o resgate ao final da Trilha do Ouro, em Mambucaba para nos levar até o Terminal Rodoviário de Paraty, por favor? Obrigada!

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Olá, eu fiz essa trilha nos dias 1-3 set 2017 e achei muito bonita.

Eu tentei e não consegui chegar à segunda queda da cachoeira do veado, vc tem o tracklog para se chegar a essa queda?

 

Um abraço

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      Antes de mais nada, é preciso ligar no Ibama para agendar o passei no parque. Cada pessoa que for fazer a trilha deve dar o nome com no mínimo 15 dias de antecedência. O telefone é (12) 3117-2143 e o site do parque é: http://www4.icmbio.gov.br/parna_bocaina/index.php?id_menu=28
       
       
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      O primeiro dia é bem pesado, cerca de 18km e com bastante subida. Tínhamos resolvido acampar na fazenda Barreirinha, porém ao chegar lá, optamos por dormir nos quartos que eles oferecem e jantar uma ótima comida de fogão a lenha. A noite no camping na barreirinha é 5 reais, a noite no quarto é 35, a janta 15, e o café da manhã 5. O pacote quarto + janta + café da manhã saiu 60 reais por pessoa. É, a matemática não fecha mesmo, mas quando indagamos ao Tião (dono do lugar) sobre isso ele disse que era assim mesmo. Achamos melhor deixar desse jeito mesmo e não discutir com o cara.

       
      No segundo dia a caminhada é relativamente tranquila, portanto começamos a andar por volta das 10h. São cerca de 12 km com mais descida que subida e chegamos no local de acampamento umas 1h30. Resolvemos acampar logo depois de atravessar uma pinguela sobre o Rio dos Veados (que desemboca no Muambucaba), bem perto da cachoeira. Existe uma clareira com algumas marcas de fogueira no chão, então deduzimos que aquela era a área de camping indicada no mapa. Armamos a barraca e fomos direto para a cachoeira. Está cachoeira é sem dúvida um dos pontos altos da trilha, muito grande, passa ótimas energias e, apesar da água super gelada, cada minuto nadando nela vale a pena.
       
      Todos disseram que o último dia que é o mais pesado, portanto acordamos às 6 e começamos a caminhar às 7. Todos os dias caminhamos de bermuda, porém, seguindo recomendações do povo da cidade, fomos de calça no último dia e isso foi essencial. Neste dia quase toda a trilha é por uma mata bem fechada. Logo no começo da caminhada tivemos que atravessar a pinguela sobre o Rio dos Veados novamente, pois o ponto para atravessar o rio Muambucaba ficava um pouco pra trás (no mapa existia uma travessia mais a frente, porém os moradores falaram que aquela ponte havia caído). Atravessamos o Rio Muambucaba em uma espécie de gaiola que vai dar na fazenda de um pessoal.

      No outro lado do rio seguimos para a direita por uns 30 min até chegar em uma encruzilhada. O caminho certo é para a esquerda, porém só percebemos isso uma hora mais tarde quando a trilha pela direita acabou no meio do mato. Seguindo pela esquerda encontra-se o caminho de pedra feito pelos escravos e isso indica que se está seguindo pelo caminho certo. Cuidado, as pedras escorregam muito!
       
      Anda-se muito por esse caminho, sempre no meio de uma mata exuberante e quando a vegetação dá uma trégua é possível ver a paisagem incrível. Depois de muito descer, chegamos em uma ponte toda quebrada, então tivemos que atravessar o rio por dentro mesmo. Para atravessar o rio por dentro é preciso muito cuidado e paciência, quase perdemos um companheiro que foi levado por alguns metros pela correnteza até conseguir se segurar novamente hehe. Esse Rio desagua no Muambucaba alguns metros a frente da travessia, e, se por azar você acabar caindo no Muambucaba, ai a coisa fica feia, pois ele é muito volumoso e caudaloso. Portanto, cuidado nesta hora (não conseguimos tirar foto dessa travessia).

       
      Nesse ponto já se está bem próximo do final da trilha. Mais uma horinha de caminhada e se chega na famosa ponte do arame, lugar considerado como sendo o fim da trilha (no mapa o fim da trilha é na própria cidade de Muambucaba).
      Da ponte do arame até a cidade são mais uns 14km, porém não estávamos em condições de andar tudo isso. Mais ou menos 1 km depois da ponte tem a casa do João Felix. Lá conseguimos alugar um fusca para nos levar até a cidade. 80 reais, puta facada, mas no estado que estávamos foi um achado. Eu havia lido em outros fóruns o pessoal falando de marcar com algum motorista para ir buscar já na ponte de arame pois lá já chega carro, mas não conseguimos encontrar ninguém que fizesse isso.
       
      Bom, a ideia era seguir já no mesmo dia para Trindade, mas ninguém estava em condições, dessa forma começamos a procurar um hotel em Muambucaba para passar a noite. Foi extremamente difícil conseguir algo, mas por fim achamos um lugar que se chamava Pousada Familiar. Lugar bem simples e barato, exatamente o que estávamos precisando. Além do mais a pousada fica perto do ponto de ônibus para ir a Parati.
       
      Sentimento geral sobre a trilha.
      Sensacional, chegar ao final realmente dá uma sensação de vitória, pois, em alguns momento começamos realmente a pensar em soluções alternativas pra terminar a trilha.
       
      A natureza e as paisagens são exuberantes, só ao vivo pra sentir a energia
       
      Achamos a trilha bem pesada, ainda mais que estávamos pouco preparados fisicamente e levamos mochilas muito pesadas. Para fazer novamente seria essencial um pouquinho mais de preparo físico.
      De comida levamos atum, pão sírio, barras de cereal, polenguinhos, damasco, castanha de caju, um pacote de comida liofilizada etc. Porém percebemos que tínhamos levado muita comida quando a mochila começou a pesar. Se fosse fazer a trilha hoje levaria um pouco menos de coisa pra comer.
       
      Água levamos um pouco, mas íamos reabastecendo os cantis em córregos ao longo da trilha. Algumas vezes usávamos aquelas pílulas de purificar água, mas na maior parte das vezes tomávamos direto do córrego. Ninguém teve problema com isso, então acho que a água era de fato bem limpa.
       
      No começo eu estava meio ressabiado de pisar em cheio na lama, porém no final já estava atravessando o rio de bota e tudo pois existem MUITAS situações em que era simplesmente impossível manter o pé seco.
      Pegamos chuva muito forte por grande parte do tempo, mas com sol deve ser um lugar absurdamente bonito.
       
      Bom, resumindo, foi sensacional, ficamos destruídos mas com gostinho de quero mais. Já estamos planejando onde será nosso próximo perrengue, pois o sentimento no fim da trilha é algo surreal.
       
      No fim acho que meu post ficou meio grande, mas tentei colocar algumas infos que, pensando agora, eu acredito que ME ajudariam se eu já soubesse antes...
       
      Bom, pra finalizar o post, gostaria de saber dicas do pessoal sobre outros lugares que se pode fazer trilhas desse tipo. É a primeira vez que faço uma caminhada meio “selvagem”, e achei simplesmente fantástico, por isso estou buscando outras opções de trilhas neste estilo. Quem souber por favor compartilhem.
       
      Eh isso ai,
       
      Gnd abrs e boas trilhas 8 )
       
      ps: Qualquer dúvida podem perguntar que tentarei responder aqui...
    • Por Par de Sorrisos
      Caminhada no Centro Historico de ITU, SÃO PAULO: Cidade dos EXAGEROS ⛪️☎ | Vlog viajante 🌎
       
       
      Oi gente! Convidamos você a um passeio pelo Centro Histórico de Itu. Essa cidade do interior de São Paulo que tem muita história pra contar. Passeamos por lá e mostramos um pouquinho pra vocês um pedaço do Centro da cidade, onde está o o tão famoso Orelhão de Itu.   00:00 Intro 00:30 Itu, São Paulo 01:04 Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelaria 02:00 Praça Padre Miguel 02:27 Orelhão de Itu 03:07 Loja Exageros de Itu 05:14 Centro Historico de ITU 05:51 Bloopers 06:32 Despedida   Espero que gostem fizemos com muito carinho.   Sejam felizes e bebam água.   Um beijo! 💙   Inscreva-se em nosso canal: https://bit.ly/2MY7eF2   Junte-se a nós em nossas aventuras: • Facebook | https://facebook.com/pardesorrisos/ • Instagram | https://instagram.com/pardesorrisos/ • Patreon | https://www.patreon.com/pardesorrisos/   A música que nos acompanha • Spotify | https://spoti.fi/2MZz1oq   Entre em contato conosco: [email protected] Par de sorrisos é a visão de Wilfredo Chiquito e Helen Negrisoli de nossas aventuras ao redor do mundo. Junte-se a nós!
    • Por Par de Sorrisos
      Uma escala: RIO DE JANEIRO, BRASIL ✈️🌊 | Vlog viajante 🌎
       
        Oi você! Uma paradinha no Rio de Janeiro que continua lindo. Nossa escala de Buenos Aires ao Rio, e o tão sonhado carimbo no passaporte. Pequenos prazeres da vida.   Mostramos um passeio visual por: 00:00 Intro 00:18 Aeropuerto Internacional de Ezeiza 02:10 Vôo 03:13 Rio de Janeiro 03:44 Aeroporto Internacional do Galeão 05:03 Posto Rio de Janeiro 05:57 Metrô Rio 06:58 Praia de Ipanema 08:07 Museu do Amanhã 09:28 Despedida   Espero que vocês gostem, preparamos com carinho.   É isso aí, fica tranquilo, seja feliz e beba água, pode ser café também ☕😍.   Sejam felizes e, se puderem.   Um beijo!   Inscreva-se em nosso canal: https://bit.ly/2MY7eF2   Junte-se a nós em nossas aventuras: • Facebook | https://facebook.com/pardesorrisos/ • Instagram | https://instagram.com/pardesorrisos/ • Patreon | https://www.patreon.com/pardesorrisos/   A música que nos acompanha • Spotify | https://spoti.fi/2MZz1oq   Entre em contato conosco: [email protected]   Par de Sorrisos é a visão de Wilfredo Chiquito e Helen Negrisoli de nossas aventuras ao redor do mundo. Junte-se a nós!
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Você curte carnaval? Quer saber quais são as melhores cidades no Brasil para curtir o carnaval? O que cada uma delas tem de único? Então você está no lugar certo! 
       

       
      Tem quem acredite que o ano só começa depois do Carnaval. Então, nada melhor do que começar o ano com uma viagem, certo? O Brasil é mundialmente conhecido pelo carnaval e suas festas típicas de fevereiro. Muitos lembram de cara do Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, mas acredite há muito mais para ser explorado durante essa época do ano.
      Afinal, estamos falando de um dos países mais multiculturais do mundo. Então, se você quer descobrir novos ares nesse começo de ano, confira aqui 7 cidades para aproveitar o carnaval no Brasil. 

      Continue lendo: 7 das Melhores Cidades para Aproveitar o Carnaval no Brasil
    • Por Paulonishi
      A intenção da viagem é a de conhecer os sítios arqueológicos da civilização maia, pois o tema Arqueologia é a minha principal motivação para as viagens pelas Américas 🤠 (Peru, Bolívia, Chile e agora México). Cancún foi escolhida como a porta de acesso e, assim, comecei a fazer um roteiro e a pesquisar os sítios arqueológicos que seriam possíveis de serem visitados durante os 10 dias em que permaneceria no México. Comprei as passagens de São Paulo (Congonhas) x Cancún pela empresa Gol, que fez uma boa promoção ao preço de R$ 1600,00, já com todas as taxas. As passagens de Florianópolis x São Paulo, incluindo o retorno, consegui comprar com as minhas milhas no programa Smiles.
      Algumas passagens de ônibus do roteiro comprei no site da empresa de ônibus ADO e, por terem sido compradas com antecedência, garanti um bom desconto que chegou a mais de 60%, como foi o caso dos trechos de Valladolid x Chichén Itzá (ida e volta) e Mérida x Cancún (somente ida). Vale muito a pena pesquisar e comprar mesmo com a taxa de IOF e variação do câmbio no cartão de crédito.
      Comprei dólares para levar, aguardando até o último momento para ver se baixava, mas não teve jeito... A cotação que peguei em 03/03/20 foi a de R$ 4,75 por doleta, e mesmo assim, com a disparada que aconteceu nas semana seguintes, chegando a R$ 5,25, até que me dei bem.
       
      O roteiro estabelecido foi o seguinte:
      07/03 - Embarque em Florianópolis com destino a São Paulo (Congonhas), para, de lá, pegar outro vôo até Brasília;
      08/03 - Embarque em Brasília com destino a Cancún
      10/03 - Deslocamento de Cancún a Tulum;
                  - Visita ao sítio arqueológico de Tulum
                 - Pernoite na cidade.
      11/03 - Visita ao sítio arqueológico de Cobá;
                  - deslocamento de Tulum a Valladolid;
      12/03 - Visita ao sítio arqueológico de Chichén Itzá;
      13/03 - Visita ao sítio arquelógico de Ek Balam e Cenote X-Canche;
      14/03 - Deslocamento de Valladolid para Mérida
      15/03 - Visita ao sítio arqueológico de Mayapán e Cenote de Telchaquillo;
      16/03 - Visita ao sítio arqueológico de Uxmal
      17/03 - Deslocamento de Mérida para Cancún
      18/03 - Compras no Walmart e Mercado 28
                  - Embarque de retorno de Cancún para São Paulo (Congonhas)
       
      Assim sendo, com todos os lugares definidos, hostels reservados (mas não pagos) pelo Booking e U$ 500 no bolso, estava pronto para mais um mochilão... Desta vez pelo México!
       
      07/03/20 - sábado
      Minha viagem teve início em Florianópolis, mais precisamente no bairro de Canasvieiras, norte da Ilha.
      Cheguei no terminal urbano de Canasvieiras, carreguei o cartão de transporte com 20 reais e fui para a fila do ônibus direto ao centro, linha TICAN x TICEN (210) . Como tenho o cartão, a viagem ficou R$ 4,18, senão seriam R$ 4,25. Saímos às 07:50h e chegamos às 08:20h sem pegar trânsito, pois era um sábado. No terminal do centro (TICEN), vi o que horário do próximo ônibus direto e seria só às 09:20h e, para não ficar esperando muito, perguntei e foi indicado ir ao Terminal do Rio Tavares, pegando o ônibus da linha 410 TICEN x TIRIO, que saiu logo em seguida e em menos de 30 minutos, já chegamos no TIRIO.  O próximo ônibus para o Aeroporto sairia às 09:00h (Aeroporto x Via Tapera 477) e saiu quase vazio o que foi muito bom para poder escolher um lugar e acomodar a mochila maior. 

      Apenas 15 minutos depois e já estávamos no Aeroporto, descendo bem em frente ao terminal de embarque.

      Olhei os voos para São Paulo, na intenção de pedir a antecipação se fosse o caso e tinha um que sairia em menos de 40 minutos. Até fui para a fila do balcão para tentar antecipar, mas demorou tanto que já não teria mais tempo hábil. Fui para o embarque e utilizei o cartão gerado na reserva pelo celuar, funcionando sem problema. No raio x, devido às diversas baterias dos equipamentos (power bank, gopro, gimbal, câmera fotográfica...), pediram para olhar a bagagem mais detalhadamente, mas já liberaram em seguida. Fui direto para o portão 11, pois sabia que existem algumas poltronas grandes e macias que muita gente não conhece...

      Consegui pegar uma, me instalando para o carregamento dias equipamentos, backup das fotos e também adiantar o upload, pois o wi-fi deste aeroporto é muito bom e permite conexão por até 3 horas.  Chamaram meu nome no alto falante e fui até o balcão ver do que se tratava. A fileira 13, na qual havia feito a reserva do assento, não existe nesse avião e me alocaram na 10A. O avião chegou atrasado, já às 11:45h, e ainda tivemos que aguardar o desembarque das pessoas que chegaram nela. Aproveitei que sou cliente ouro e entrei logo após os idosos. Para a minha surpresa, na minha poltrona não tinha janela! Justamente reservei para poder filmar a decolagem... Mas, ainda assim, com certo contorcionismo, consegui registrar com a GOPRO a bela visão da decolagem, que passa muito próximo à Ilha do Campeche.

      Durante o vôo serviram biscoito e peguei um suco junto, para enganar a fome, pois infelizmente o serviço da Gol nos destinos nacionais têm se resumido somente a isso...
      Chegamos a Congonhas por volta das 13:25h, tive que sair no desembarque e fazer novo embarque. Facilita bastante o fato de não ter bagagem despachada. O preço das comidas até que estavam razoáveis, com promoção no McDonald's de 2 sanduíches por R$ 15,00 e rodízio na Pizza Hut por R$ 30,00. Preferi ficar com meu lanche e chocolate mesmo. Achei um lugar com carregamento de energia e ocupei os bancos. A internet gratuita é boa, mas só permite o acesso a páginas da web e Facebook, não sendo possível fazer backup das fotos que tirei durante a viagem com a GoPro.
      Longa espera... Por volta das 17h vi a previsão de portão 12 para o vôo a Brasília (já fazendo parte da viagem comprada de São Paulo x Cancún), porém, chegando lá, já havia outro para o Rio quase no mesmo horário.
      Fiquei atento até que anunciaram a mudança para o portão 17, que fica no final do piso térreo. Tive que voltar quase todo o aeroporto para ir a esse portão!

      Embarquei rápido e fui o segundo a entrar no avião. Hoje, como todo mundo leva bagagem de mão, quanto mais rápido pudermos entrar, mais garantido fica o espaço no bagageiro. Nem podia pensar em despachar a mochila pois tinha todo o meu equipamento fotográfico dentro dela. O embarque demorou e a decolagem se deu com atraso, às 18:40h. Preferi sentar na poltrona 9D, corredor, para agilizar o desembarque.
      A surpresa boa foi o lanche que serviram, pois além do tradicional biscoito e suco, deram também uma barra de chocolate da Lacta 60% de cacau... 😋

      Ao pousarmos às 20:17h estava chovendo forte e na saída do finger perguntei ao funcionário da Gol se realmente poderia sair do aeroporto e embarcar amanhã, haja visto que seriam 14h de espera, e ele confirmou que sim. Quando saí do aeroporto já não chovia e fui me hospedar para o pernoite. Pensei em parar no restaurante do Posto Shell, mas segui em frente tendo em mente pedir algo pelo Ifood. Chegando no hotel, pedi uma pizza grande e aproveitando o desconto que tinha no Ifood, saiu por R$ 10,99 🤪. Às 22h chegou a pizza que não era muito recheada, mas matou bem a fome.

      Fiz os backups das imagens da Gopro e fui dormir por volta das 23h, com a intenção de acordar cedo para estar no Aeroporto por volta das 07:30h.
      Gastos no dia:
      R$ 4,18 (ônibus urbano em Florianópolis)
      R$ 4,50 (ônibus em Brasília)
      R$ 10,99 - pizza no Ifood
       
      08/03
      Acordei por volta das 5h e fiquei deitado até às 06:28h. Tomei o café da manhã e já me pus a caminho do aeroporto. Cheguei bem rápido e fui perguntar a respeito do meu acesso à área de embarque pois o cartão emitido no celular não tinha informações e  no totem a viagem não foi localizada. Fui até o balcão e emitiram a passagem do segundo trecho, Brasília x Cancún, mas só pude entrar no embarque internacional após às 07:30h. Depois disso, passei pelo raio x sem problema e depois pela migração, acessando a parte do embarque internacional. Estava no portão já às 07:40h.

      Uma mulher sentou-se atrás do meu banco e ficou espirrando e fungando atrás de mim. Depois, uma velha sentou quase ao meu lado e começou a tossir e assoar o nariz... Aí, não vi outra alternativa senão colocar uma máscara, nem por conta do Corona vírus, mas por proteção a qualquer outro vírus, pois perder a viagem por conta de uma gripe seria um desastre.
      Fui ao banheiro e às 09:20h já estava na fila de embarque preferencial, entrando no avião em pouco tempo. Era um Boeing 737-800, apertado e sem tela multimídia, com tomadas quebradas... Meu assento era lá no fundo, na 31D corredor (cancelaram a minha reserva e emitiram outra poltrona), porém, quando anunciaram que o embarque estava encerado, pulei para uma poltrona vazia na janela. Dica importante, mesmo não estando lotado o vôo, os bagageiros depois da fileira 30 estavam lotados.
      O avião era muito pequeno para uma viagem tão longa. Ainda bem que, como viajo frequentemente, já havia instalado o APP para assistir aos vídeos da Gol e pude me distrair um pouco. A revista da companhia está cada vez mais pobre de conteúdo e nem dá para ver algo interessante nela.
      Foi anunciado que o voo faria uma escala em Manaus, o que será ótimo para filmar também esse pouso também. Comi uma maçã que trouxe e já senti o cheiro da bóia...😛  Espero que pelo menos seja boa!
      Pior que não era a refeição, mas sim um lanche... Foi servido um misto quente de queijo com peito de frango (bem gostoso)  e tomei um suco. Fui assistindo ao filme Ford vs Ferrari, que é muito bom.

      Por volta das 13h (12h local devido ao fuso horário) pousamos em Manaus para o reabastecimento da aeronave. Consegui capturar boas imagens da aproximação e pouso.

       
      Uma fila enorme se fez para o banheiro, que estava bem pertinho de mim. Continuei usando máscara. Decolamos, terminei o filme mas não havia nenhum outro interessante para assistir. Senti um cheiro de comida e acho que vai sair mais alguma coisa para comer. Realmente, começaram o serviço às 14:42h (13:42 local) e até chegar em mim, que estou nas últimas, vai demorou um monte... Pois bem, 15 minutos depois recebi o meu almoço, que era arroz, sobrecoxa desossada de frango, alguns legumes e um pão de mel como sobremesa. Para beber tomei suco de pêssego sem açúcar e peguei água na minha garrafa. Até que estava gostoso. E o tempo não passa, pior ainda com crianças berrando no ouvido.

      Distribuíram formulário de migração e, prevenido como sempre, peguei a minha caneta na mochila para o preenchimento. Foi servido um bolinho doce e água ou café, enquanto o avião já iniciava o procedimento de descida. Pousamos às 17h locais (-2 horas em relação à Brasília) e o táxi foi bem longo, tendo o avião aguardar por vários minutos uma posição no finger. O tempo estava nublado e fazia 26 graus.

      Não paramos no finger e o deslocamento até o terminal foi de ônibus com ar bem gelado. Já ganhei várias posições ao entrar na migração, que foi bem rápida. O senhor que me atendeu perguntou minha profissão, quanto tempo ficaria no México e onde estaria hospedado. Carimbou o formulário mas não o passaporte... Fiquei meio apreensivo, não sabendo se ele havia esquecido ou se era um procedimento normal. Dali, fui direito para a alfândega, levando grande vantagem por não ter despachado a bagagem, pois avisaram que a inspeção levaria uns 20 minutos até liberarem na esteira.
      No saguão do aeroporto já peguei um mapa gratuito e vi uma casa de câmbio com cotação de $17,50 (pesos)  por dólar, o que era muito baixo pela cotação que havia pesquisado pela manhã. Logo a diante já vi o balcão da ADO, a empresa de ônibus que tem rotas para Playa del Carmen e ao centro de Cancún, este ao preço era $94. Como não havia feito o câmbio da moeda, perguntei se aceitava cartão de crédito e a senhora disse que sim, mas aí lembrei e perguntei se também se aceitava dólar e qual seria a cotação. Resposta afirmativa, os $94 sairiam US$5 e como eu tinha trocadinho na carteira (levei 5 notas de U$100, uma de US$ 10 e outra de US$5 para essas eventualidades), aceitei de imediato, pois também a cotação deu $18,50 por dólar.

      Peguei as informações e fui atrás do ônibus, que sairia em 20 minutos. Tive que perguntar numa lanchonete e o rapaz me explicou com boa vontade. A posição era no extremo oposto do terminal, mas cheguei em pouco tempo. Aguardando a chegada do ônibus pesquisei wi-fi e, para a minha surpresa, tinha uma do Google gratuita. Consegui enviar mensagens para todos e logo o ônibus chegou.

      Coloquei a mochila no bagageiro, apresentei o ticket e entrei. Muito boa a qualidade e conforto, com ar condicionado e televisão. Só faltou um wi-fi para ter nota máxima. A viagem é bem curta, mas ainda pegamos um pouco de trânsito nas proximidades do centro da cidade. Chegamos no terminal e usei o wi-fi gratuito, que é muito bom,  para enviar mensagens. Verifiquei o rumo do hostel no celular, usando o Google Maps offline (havia feito o download dos mapas ainda no Brasil) e parti para lá. Passei por uma praça grande e estava bem animada, com várias barraquinhas de lanche e também um show acontecendo.

      Cheguei rapidinho no hostel e fui bem recebido. Fiz o check in e já fui para o quarto, escolhendo uma cama na parte de cima e verificando as tomadas elétricas por perto para o carregamento dos equipamentos. O dono permitiu que eu fizesse o pagamento no dia seguinte, pois não havia feito o câmbio e também pagar em dólares ou no cartão não seria vantajoso para mim. Nesse hostel o diferencial é oferecer também o jantar gratuito e, como estava cansado de toda essa maratona para chegar até Cancún, resolvi não sair nesta noite para aguardar o jantar, pegar a fila do chuveiro e depois descansar, pois no dia seguinte a programação seria bem extensa.

      E assim, encerrei essa primeira etapa da viagem...
      Gastos no dia:
      R$ 4,50 - ônibus em Brasília
      R$ 26,25/US$ 5,00 - ônibus do Aeroporto ao centro de Cancún
       
      Para aqueles que quiserem acompanhar os detalhes, podem acessar o vídeo detalhado da viagem no Youtube:
      É isso aí!!!! 😉


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