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Sem Limites e Sem Água na Travessia Marins - Itaguaré

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Neste relato tentarei expressar minhas sensações com minha primeira trilha e travessia de verdade, Marins - Itaguaré. Comecei praticar treeking no começo deste ano juntamente com meu primo, logo procurei mais informações sobre esse esporte e encontrei este fórum que além de informações fez com que conhecesse uma galera que viraria uma bela e unida turma, que chamamos de Sem Limites.

 

Essa travessia quem idealizou foram dois amigos da Cris (vulgo Negrabela), o Vinicius e o Well. Desde comecei a caminhar por trilhas, fiquei fascinado com o Marins, mas vinha adiando porque sabia que a subida era forte e não queria passar apuros. Como estava com um preparo legal acabei aceitando fazer esta travessia, já que a Vivi, uma grande amiga e Sem Limites de corpo e alma, também iria e achava que eu tinha condições de faze-la.

 

Logo comecei a conversar com o Vinicius sobre como faríamos e passei a pesquisar relatos sobre a travessia. Nem preciso relatar que as melhores informações que encontrei no site do Augusto. Pesquisa feita, algumas dicas dadas pelo Vinicius para mim, marcamos de nos encontrar na rodoviária Tietê às 22h.

 

Às 22h30 eles me pegaram na rodoviária e seguimos de carro até a casa da Vivi. Pegamos a Dutra por volta das 23h e partimos rumo á Piquete, mas sem antes parar comer alguma coisa pelo caminho. Na estrada o clima entre nós era de pura descontração, trocamos experiências e planos para futuras viagens.

 

Chegamos na ranchonete por volta das 3 horas da manhã, conversarmos um pouco e fomos dormir por volta das 4 da manhã. Às 7h despertador já soava, quase não dormimos. Enrolamos um pouco para sair da cama e arrumarmos as coisas. Tomamos café e partimos às 10h.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20090901141223.jpg 500 375 Legenda da Foto]da esquerda para a direita eu, Vivi, Vinicius e Well[/picturethis]

 

1º Dia. Andando além das Expectativas– Da ranchonete tem uma trilha que levará a estrada que vai para em direção ao morro do Careca. Em 45 minutos chegamos neste morro. Fizemos uma pausa para tirar umas fotos, recuperar o fôlego e passar protetor solar.

 

No morro do Careca é onde começa a trilha para o Marins, encontramos ali vestígios de “farafoda”, pois havia indícios de fogueira. Subimos em direção ao Marins, confesso que para a trilha até o Marins prestei pouca atenção no caminho, pois o Vinicius e o Well sabiam bem como chegar lá, então eu e a Vivi demos uma de turistas e nos preocupamos basicamente em admirar a paisagem, tirar fotos e falar besteira. Mas há inúmeros totens e só segui-los. O Milton, dono do acampamento base, está trabalhando para manter a trilha e retirou todos os totens falsos, portanto uma preocupação a menos para quem não conhece a trilha.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20090901141434.jpg 500 375 Legenda da Foto]A subida proporciona paisagens impares[/picturethis]

 

Por volta do meio dia paramos para um lanche rápido, quer dizer eu e a Vivi fizemos logo dois “sandubas” de copa e provolone que deixaram nossos colegas um pouco atônicos, já que eles estavam comendo somente barras de cereais. Em trinta minutos no máximo voltamos a caminhar.

 

Seguimos caminhando e por volta das 3 horas da tarde depois de muita escalaminhada, chegamos ao riacho do Acampamento base do Marins. Pelo nosso cronograma iríamos dormir na base do Marins e atacaríamos o cume logo de manhã, como chegamos cedo decidimos acampar no cume. Antes da subida discutimos se valia à pena voltar até o riacho para pegar água ou ver se no cume tinha poças d’águas para pelo menos cozinharmos. O Well subiu na frente e disse que havia muitas poças e que poderíamos preparar nosso jantar com aquela água.

 

Chegamos no cume às 16:30 e aproveitamos para tirar fotos e mais fotos, sendo que uma delas foi hilária. Programei a máquina para tirar a foto depois de 10 segundos e sai correndo para me posicionar, só que ao sentar me desequilibrei e cair deitado na poça d’água, ficando com as pernas pra cima, sendo que a máquina registrou bem esse momento.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20090901141623.jpg 500 375 Legenda da Foto]Olha o rola!![/picturethis]

 

Montamos o acampamento e começamos a preparar nosso miojão com linguiça e bacon ainda de dia. Depois da janta preparamos um choconhaque para aquecer. Como não tinha dormido na noite anterior fui me deitar às 18h30. Por volta das 22h acordei tremendo de frio, como meu saco de dormir agüenta até 6°C do limite e – 9°C no extremo (só que até essa temperatura você tem estar muito bem agasalhado) pensei “vou passar perrengue de frio essa noite”. Coloquei mais uma blusa e para minha felicidade consegui dormir tranquilamente.

 

2º Dia: Mudanças de Planos – Acordei por volta das 6 horas e sem fraquejar muito sair do meu saco de dormir quentinho, pois estava ansioso para ver a alvorada e valeu à pena. Muito lindo o nascer do sol do cume do Marins. Fomos tomar café e arrumar nossas coisas para partir. Começamos a descer o Marins por volta das 9h30, um pouco tarde para quem quer chegar à base do Itaguaré antes do anoitecer, mas estávamos convictos que chegaríamos.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20090901141802.jpg 500 375 Legenda da Foto]Amanhecer no Marins[/picturethis]

 

Chegamos ao rio e paramos para coletar água, apesar da placa dizendo que a água estava imprópria para o consumo, mas o Milton, dono da ranchonete, disse que devido as fortes chuvas que caíram nesta temporada pouca gente subiu a montanha e acreditava que não teríamos problema em tomar aquela água desde que usássemos clorim.

 

Enchemos nossas garrafas e pingamos clorim na água e seguimos em direção ao marinzinho. Aqui novamente a trilha é sinalizada pelos totens. Subimos um cucuruto antes de chegar na base do Marinzinho e aqui cometemos o primeiro erro do dia. Em vez de chegar ao topo deste cucuruto e procurar pelos totens, descemos e encontramos uma trilha que terminava em um paredão do Marinzinho. Como o Milton nos alertou que a trilha estaria um pouco fechada devido às chuvas e que fazia tempo que ninguém fazia a travessia, perdermos um tempo procurando a trilha, pois acreditávamos que ela estava por ali.

 

Como não encontramos a trilha decidimos voltar para o cucuruto novamente e vimos que no meio do charco havia uma passagem que parecia uma trilha. Caminhando até essa trilha constatamos que era ali a passagem, pois logo atrás tinha uns totens.

 

Então para não perder tempo, quando atingir o topo do cucuruto antes do Marinzinho siga para esquerda até encontrar os totens e a trilha no meio do charco. Aqui perdemos mais um tempo mas para salvar a Vivi de bolhas no pé. Ao pisar no charco a bota chegava a afundar quase totalmente e como ela estava com um calçado que não era impermeável, ela tinha dificuldade de andar por ali, até que ela não conseguiu mais progredir. Então eu e o Well literalmente a carregamos no colo. Cada um pegou em uma perna dela e a içamos. Ela parecia a Cleoprata sendo carregada pelos seus escravos. Haha Mas amigos são para essas coisas.

 

Após o charco seguimos pelo lado esquerdo do Marinzinho, sempre seguindo os totens. Aqui mais uma vez perdemos tempo por falta do nosso conhecimento do caminho. Como sabíamos que tínhamos que seguir sempre a nordeste, achávamos que contornaríamos o Marinzinho pela esquerda da base e depois seguiríamos para essa direção. Porém estávamos totalmente errados, segue daqui, olha dali e nada de encontrar trilha ou totem.

 

Depois de um tempo, olhamos para cima e vimos uns totens no topo do marinzinho, só que continuávamos achando que a trilha estava em nossa frente, quando na verdade ela estava lá trás, pois a trilha vai dar uma serpenteada para começar subir para o Marinzinho. No cume do marizinho éramos observados por dois urubus, cena típica de desenho animado. Aqui no topo do Marinzinho tem-se que tomar cuidado com as setas amarelas que levam para a pousada do Maeda.

 

A trilha que dará no paredão para descer o marinzinho fica bem na esquerda do topo, siga os totens e chegará na corda. Descemos tranquilamente pela corda e saímos em um vale e pegamos uma trilha que daria em um paredão. Conforme o Milton nos alertou, a trilha estaria um pouco fechada devido ao pouco uso desta temporada por causa das chuvas, por isso a vegetação lateral estava cobrindo a trilha e seus galhos castigavam nossas pernas, braços e às vezes a cara, por isso andar de óculos escuros era fundamental para evitar uma lesão no olho, além disso, ás vezes confundíamos a trilha com outras de animais, mas logo se fechavam e não traziam maiores atrasados. Ao subir esse paredão já estávamos na crista que daria na Pedra Redonda.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20090901142502.jpg 500 375 Legenda da Foto]Descendo[/picturethis]

 

Por volta das 13h30 paramos para um lanche rápido já que estávamos atrasados para quem queria chegar ao Itaguaré ainda naquele dia. Durante o lanche já discutimos a mudança de planos e decidimos acampar na base da Pedra Redonda. Comemos e partimos por volta das 14h. Seguimos pela crista seguindo os totens e tendo sempre nosso destino em nosso campo visual.

 

Chegamos à base da Pedra redonda às 15:40 e descansamos um pouco contemplando os visuais que ela nos proporcionava. Às 16h decidimos encontrar o acampamento. Não é difícil encontra-lo, mas devido à altura dos capins elefantes não conseguimos visualizar direito a área de camping lá da pedra redonda. Mas descendo-a tem uma trilha que segue para a esquerda que dará na área de camping e a direita segue rumo ao Itaguaré. Nesta área de camping cabem umas 3 barracas no aperto.

 

Armamos o acampamento e preparamos o jantar. O Well logo depois de jantar foi dormir, enquanto eu, a Vivi e o Vinicius ficamos conversando até às 22 horas sob uma lua maravilhosa e que dispensava nossas lanternas. Obs: na área de camping encontramos coco de jaguatirica, assim como em boa parte da trilha, é bom tomar cuidado.

 

3° Dia: Falta de água e Perrenguinho – Acordamos cedo e tomamos um senhor café da manhã preparado pela Vivi. Panquecas recheadas com queijo provolone e geléia de morango. Uma delícia! Porém devido à economia de água no dia anterior, meu corpo já sentia sua falta.

 

Partimos em direção ao Itaguaré às 8h30, logo que subimos em um ponto mais alto deparamos com um belíssimo colchão de nuvem. Ficamos tirando algumas fotos e seguimos rumos ao Itaguaré. Caminhamos durante duas horas em um bom ritmo e ao contrário do dia anterior não tínhamos perdido a trilha nenhuma vez. Pensei estávamos ficando bons nisso rs.

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20090901142102.jpg 500 375 Legenda da Foto]Turma de respeito[/picturethis]

 

Ao chegar à bifurcação tomamos o caminho da esquerda como descrito no croqui encontrado no site do Augusto. Nesta parte a trilha estava muito fechada e somada a nossa falta de conhecimento, adivinhe o resultado, perdemos a trilha e caminhamos por uns dez minutos em um vara mato por meio de uns bambus e saímos embaixo do paredão que era nosso destino. Pensamos em escalar ou varar mais um pouco de mato, mas concluímos que isso demandaria mais tempo e nos cansaria mais ainda, o que levaria a consumir mais água. Sendo que nessa altura nossas reservas estavam quase acabando.

 

Decidimos voltar e tentar achar o caminho. Voltamos até ultimo totem avistado para procurar a trilha. Nesta hora ficamos confusos, pois estávamos na trilha, mas não sabíamos o que fazer. Cada um foi para um lado tentando procurar a continuação da trilha, mas sem sucesso. Quando decidi mais uma vez pegar a bifurcação a esquerda e olhar com mais atenção para ver se encontrava a trilha e encontrei.

 

Entrando pela bifurcação a esquerda a trilha continuava para a direita, porém uma cortina de folhagem dos bambuzinhos escondia bem o caminho. “Abra essa cortina” e logo chegara em umas escadas feitas de raízes que levam ao topo do paredão.

 

Seguimos caminhando e por volta do meio dia meu corpo já dava sinais claros de desidratação. Estava com quase nada de água e meu corpo não estava mais no mesmo pique e para ajudar uns totens falsos levaram a gente para o meio do nada.

 

Aproveitamos para ligar para o nosso resgate e avisar que estávamos atrasados e que ligaríamos assim que estivéssemos descendo o Itaguaré. Demoramos uns 20 minutos para achar o caminho, nesta hora eu não ajudava mais a procurar mais a trilha, ficava sentado queimando naquele sol sempre na companhia da Vivi. O Vinicius achou o caminho e seguimos por um vale a caminho do Itaguaré. A sede e o sol do meio dia castigavam meu corpo e só pensava em beber água, nisso a Vivi viu uma bromélia e disse “olha Fá! Porque você não bebe água da bromélia?” respondi “que essa água deve conter muito protozoários, vermes larvas e que só beberia essa água em ultimo caso”.

 

Continuamos caminhando, agora subindo o morro sob um sol escaldante. Meu caminhar parecia aquela fala do Capitão Nascimento “subir morro é uma arte, você vai progredindo de beco em beco” no meu caso era de passo em passo. Não conseguia caminhar firme por mais que 10 minutos e logo precisava recuperar o fôlego.

 

Nessa hora os sinais de desidratação em mim eram nítidos e nos restante do grupo estavam começando a aparecer, principalmente no Well. Durante o caminho inúmeras bromélias estavam me atentando a tomar da sua água, nessa hora não pensava mais nos malditos protozoários. Quando em uma dessas paradas, não pensei duas vezes dei um jeito de captar a água dela e bebi. Uma sensação horrível, pois junto com a água vieram muitos mosquitos. Em outra bromélia em vez de beber comecei a refrescar minha nuca, foi melhor do que beber, pois aliviava um pouco o sinal da desidratação já que refrescava a pele. Assim, seguimos devagar e sem água, às vezes parando para todos captarem água para amenizar os efeitos desidratação. Acho que se não fosse isso não teríamos chegado razoavelmente bem na base do Itaguaré.

 

As 15h30 chegamos perto da base do Itaguaré e encontramos água em um riacho. Então paramos e saciamos nossa sede e paramos para comer. Ficamos ali bebendo e comendo por uns 40 minutos.

 

Começamos descida e logo vimos que não conseguiríamos chegar até o acampamento base antes de anoitecer se continuássemos em nosso ritmo normal. Decidimos apertar o passo, ou melhor, corremos morro abaixo. Para vocês terem uma idéia, dizem que um grupo normal demora para descer da Base do Itaguaré até o acampamento base em duas horas e nós descemos em 50 minutos. Foi uma corrida louca e perigosa, cada usou a ultima reserva de força que tinha.

 

Mas antes de iniciar esta corrida maluca, tentamos fazer contato com nosso resgate, sem sucesso. Quando chegamos ao acampamento base, constatamos que nosso resgate não estava lá, já que não conseguimos ligar, ou seja, mais um problema para ser resolvido. Deliberamos se era melhor acamparmos ali ou seguir rumo à cidade e conseguir algum resgate. Decidimos por ir até a cidade e conseguir ajuda ou ficar em uma pousada.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20090901142227.jpg 500 375 Legenda da Foto]Chegamos! Missão cumprida![/picturethis]

 

Seguimos caminhando pela estrada que dá em direção a Passa Quatro e depois de uma hora e meia escutamos latidos de cachorros e tínhamos certeza que estávamos perto de uma casa. Era a fazenda do Portuga, que gentilmente nos deixou a tentar ligar o nosso resgate e mais uma vez não conseguimos. Enquanto eu e o Vinicius tentávamos ligar para o resgate, o Well parou um motoqueiro que juntamente com o Amauri da fazenda portuga, nos ajudou a arrumar um resgate.

 

Ficamos esperando nosso resgate num frio de matar e quando ele chegou demos mais risada ainda. A Brasília do tiozinho não tinha tanque de gasolina, o tanque era uma garrafa pet de dois litros kkk no meio do caminho a garrafa acabou e precisou ser trocada kk Finalmente chegamos na ranchonete e por volta das 23h30 partimos para São Paulo exausto mas felizes por conseguir concluir esta travessia!!! A minha primeira de respeito!!

 

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20090901142339.jpg 500 375 Legenda da Foto]O resgate! Se liga na garrafa pet que serve de tanque de combustível, o telefone dele para contato é (35) 9993-5606, falar com Djalma.[/picturethis]

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Fala Augusto!!

Mais uma vez obrigado pelas informações...

O que ocorreu na bifurcação é que a trilha estava muito fechada, assim como em quase toda a trilha. Não tivemos problema em pegar a bifurcação a esquerda, ali tem totens sinalizando, porém ao entrar na bifurcação é bom ficar olhando para o lado direito que vai ver a trilha atrás de uma cortina de folhas de bambuzinho... mas toda a trilha está assim.. muito mato mesmo..

 

realmente Augusto! sair do cume dos Marins às 9:30 estavamos otimistas demais ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

mas essas coisas acontecem... paciência.. e ainda bem que conseguimos concluir a travessia..

 

Quanto a Serra Fina, essa já está em mente, mas acho que vou deixar para a próxima temporada, pq vou precisar de pelo menos um saco de dormir melhor, senão vou passar frio ::Cold:: e como comecei essa ano, nem preciso falar o quanto gastei com o equipamento básico... para você ter um idéia, nem roupa de frio para trekking eu tenho kkk levo minhas velhas e boas blusas de lãs kkk que pesam horrores ::lol4::::lol4::

 

Quem tem o telefone do tiozinho da brasoca é a Vivi, vou pedir para ela e depois eu posto aqui!!!

 

abraços!!

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Ae Well, kkk, bem legal o seu comentário...rs

Confesso que fiquei bem preocupada com sua glicose e a falta d´agua p/ o Fábio, mas no final felizmente tudo deu certo...

A paradinha p/ o patê foi muuuito show. E foi isso que deu energia pra vcs pra encarar aquela descida em corrida de aventura, e não aquele GU que o Vini apresentou...kkk

Bom, mas é isso ai. Mais comentários pessoalmente...kkk

 

E Ps: a Cris tá com ciúme...kkk

Nêga, fica sussa que vc sempre será convidada !!!

huahuahua

 

Ah, vou vasculhar aqui o e-mail do tio da Brasilia, e depois repasso.

 

Bjão pessoal !

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Muito legal o relato!

 

Eu fiz essa travessia faz muitos anos, e passei pelos mesmos perrengues.

Estávamos num grupo de 6 pessoas, não tivemos problemas com horário ou para achar a trilha, mas o grande vilão foi o sol e a falta de água. Estávamos cada um com 2 litros de água, e secou tudo...

 

Apelamos para a agua das bromélias, hehee, mas realmente não passou pelo cabeça de ninguém o problema com os protozoários!!! Meio que filtramos os mosquitos com um pedaço de camiseta.. Mas esses golinhos de agua foram importantíssimos!!!

 

Vale a pena deixar o aviso para quem vai para lá ficar muito atento!! Economizar bastante peso onde é possível, e levar bastante água. O pessoal daqui tem levado quantos litros para essa travessia?

 

Ah, muito boa a foto do tombo!!

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Dizem que próximo daquele descampado da Pedra Redonda, onde a galera monta as barracas, dá p/ ser encontrado agua, descendo um pouco para o norte.

 

Eu nunca me arrisquei pois sempre trouxe muita agua lá do Careca.

É preferivel ter a mochila um pouco mais pesada nas primeiras horas do que ter problemas de hidratação.

 

E outra coisa Fabio.

Qual foi o contato que deixaram vcs na mão?

Seria bom colocar aqui para que outras pessoas não se arrisquem a passar pelo que mesmo problema de vcs.

 

 

 

Abcs

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agua na mochila nunca e demais.. em montanha entao, e preferivel pecar pelo excesso q pela falta! alem de ter bom senso em saber dosar diante da incerteza de sua proxima obtencao, pra nao faltar depois justamemnte pra quem teve esse discernimento em guardar pora si... tomando agua dos outros.

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Augusto,

 

na carta topográfica com a trilha plotada que baixei do seu site tem vários rios que descem a montanha... mas também não arriscamos ir buscar...

Acho que para quem quer fazer essa trilha e não sabe o caminho deve carregar muiiiiita água mesmo...

 

quanto ao contato que falho conosco, não vou colocar o nome dele aqui pq houve um desencontro... pq ficamos de ligar para ele da base do itaguaré, porém não conseguimos falar no celular dele... E pensando bem, nós também falhamos ao não falar para estar independente de ele receber nossa ligação... sei lá.. não quero atrapalhar a vida dele... acho que todos podem errar. Vamos dar um crédito para essa pessoa, caso ela volte a falhar e chegue ao meu conhecimento... eu conto a história...

Afinal deu tudo certo para nós e na verdade quem perdeu alguma coisa foi ele, já a grana que pagaríamos para ele foi para o tiozinho da brasoca rsrs

 

Estou devendo o contato dele, a Vivi disse que está vendo... já já eu posto

 

Jorge,

 

sem dúvidas que levarei algumas lições desta travessia... as vezes é complicado economizar água quando se perde muita água através da transpiração. O jeito quando o tempo estiver muito quente e a trilha não tiver água vai ser carregar uns 10l de água kkk

Estou até vendo como será a travessia da serra fina... meu deus...

abraços a todos

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Esta aqui o telefone do tiozinho da brasilia para quem precisar do resgate ou quiser mais aventura kkkk

(35) 9993-5606 Djalma

Editado por Visitante

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Blz Fabio.

 

Pelo que eu li em alguns relatos, o melhor ponto para acesso à algumas nascentes que se iniciam lá na crista é próximo à Pedra Redonda.

Em uma emergência é uma boa opção para quem está sem agua.

 

Vc viu lá que tem a trilha que vem da Pousada do Maeda? Ela tá bem demarcada?

No site da pousada ele menciona essa trilha.

De vez em qdo é uma outra opção para se fazer essa travessia, evitando entrar pela Ranchonete, não é.

 

E valeu pelo telefone do resgate.

Pode ser útil para muita gente.

 

 

Valeu.

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Augusto,

 

a única indicação para pousada do Maeda que eu vi foi no Marinzinho, tem uma placa gigante lá e varias setas na pedra indicando abrigo... é essa trilha que você diz ou tem outra que sai da pedra redonda? essa eu não sei, pois os relatos que eu estudei não citavam essa saída para pousada Maeda.

Bem, espero ter ajudado e qualquer outra dúvida podem perguntar..

 

abraços

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Sim, a trilha que vem da Pousada é essa mesma. Mas não imaginava que ele colocou placas na trilha. ::otemo::::otemo::

Se vc quiser ver no google earth a pousada dele:

latitude=-22.469444, longitude=-45.128611

 

No meio da travessia não existe trilha para um eventual resgate. Ou vc volta para o inicio ou segue até o fim.

 

O site dele é esse aqui e nas fotos que estão lá dá p/ ter uma idéia de como a trilha que sai da Pousada sobe até o Marinzinho.

http://br.geocities.com/hmaedacec/index.html

 

Abcs

 

 

 

Augusto,

 

a única indicação para pousada do Maeda que eu vi foi no Marinzinho, tem uma placa gigante lá e varias setas na pedra indicando abrigo... é essa trilha que você diz ou tem outra que sai da pedra redonda? essa eu não sei, pois os relatos que eu estudei não citavam essa saída para pousada Maeda.

Bem, espero ter ajudado e qualquer outra dúvida podem perguntar..

 

abraços

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