Primeiramente quero agradecer aos posts publicados aqui. Foram de imensa valia, principalmente o “Mochilão Mulambo” dos aventureiros Lucas Mauro “Cienfuegos” e Marcelo “Guevara” (que inclusive dispensaram tempo para me explicar por whatsapp algumas dicas).
No mais foram muitos estudos e leituras ( recomendo que saibam mais sobre os ícones da Revolução Cubana, José Martí e Ernest Hemingway – fazem parte da paisagem do país).
Na tentativa de ser mais suscinto vou apenas incrementar os posts sugeridos acima.
NÃO DEIXE DE ACESSÁ-LOS!
DICAS MUITO IMPORTANTES:
- As grandes dúvidas: visto e o pagamento para sair do país.
*Se a viagem for de menos de 30 dias pode pegar um visto especial na hora do vôo, no meu caso fui de Copa Airlines, o próprio guichê da Copa em Guarulhos.
*Antes, ao sair de Cuba tinha uma taxa a ser paga. Hoje essa taxa já vem inclusa no valor da passagem juntamente com outras.
- Evite ir na alta temporada:
Os meses de dezembro e janeiro ( talvez os meses que estão próximos destes) fazem com que os preços cheguem até 5 vezes mais do que o normal.
Isso é resultado de uma infinidade de turistas do hemisfério norte ( EUA, Canadá, Europa e Ásia) fugindo do inverno e pagam sem problemas o preço que pedem.
- Evite os atravessadores:
São pessoas que estão pelas ruas esperando alguém atrás do que mais se procura em Cuba ( charutos, casa para alugar, rum, tours...).
Dizem que tem um “amigo” que faz mais barato e tal.... puro 171. Sugiro que até os deixem levar aos lugares, mas não comprem pelo “desconto” que fazem, volte depois e compre ainda mais barato ( eles sempre ganham um extra).
E como não assaltam, o convencimento é a melhor arma.
- Hospedagem:
Fique em casas particulares. O povo cubano é muito receptivo e amoroso, grande parte dos anfitriões são pessoas que tratam muito bem.
Fiquei em três, todos muito receptivos. Indico MUITO uma que mais gostei, pela localização e pela receptividade da familia ( casa de um médico cubano que está no Brasil – inclusive no quarto dele, separado da casa) – Casa de Alba y Omar: Calle Consulado, entre calle Refugios e Genios, muito próximo de Habana Vieja.
Curiosidade: Chegando no Brasil vejo uma matéria de cubanos que zeraram a mortalidade infantil no Piauí e advinhe!?, é o tal Omar jr., filho do casal.
Euro, dólar canadense, dólar americano ( paga uma taxa de 10%) ou Visa internacional.
Sugiro que leve Euro ou dólar canadense, depende da cotação da época.
- Evite pedir informações aos transeuntes:
Como não têm muito contato com o mundo afora, sempre querem um “regalo” (não é esmola), mas com o passar dos dias fica entediante e se deixar levam até sua roupa.
São pessoas comuns que lhe dão uma informação ou fala com você, mas sempre pedem algo ( entenda esse “algo” como qualquer coisa), desde o prof. de Ed. Física, o filho de uma médica cubana, uma mãe com o bebê no colo ou uma enfermeira. Só abrir um mapa ou ficar parado procurando algo que vem alguém disposto a te ajudar.
A sugestão é que peçam informações ao pessoal da casa que está hospedado ou em algum estabelecimento em que está consumindo.
- Alimentação:
Pesquise bastante..
Comer bem fora do Brasil é uma dificuldade tremenda. Essa parte, infelizmente, quem sai do país tem que se acostumar.
Acredite! Você consegue comer metade de um frango, acompanhado de arroz, batata e salada por 3,50 CUC na alta temporada. Mas se não pesquisar bem paga-se até 30,00 CUC em um singelo almoço.
Esse prato referido localiza-se em frente o viaduto no Malecón, próximo ao Museu da Revolução, final da calle Aguiar.
- Transporte:
A grande ajuda dos mochileiros mencionados acima: guaguas. Um transporte que sairia por 25,00 CUC's acabou saindo por 0,40.
É um pouco difícil adquirir informações, mas é possível.
Posteriormente irei introduzir os relatos da viagem, fazer uma breve análise socioeconômica, geopolítica e geográfica e ainda dicas de lugares, preços e momentos que serão pertinentes.
Viagem entre os dias 05/01/2016 a 15/01/2016
Primeiramente quero agradecer aos posts publicados aqui. Foram de imensa valia, principalmente o “Mochilão Mulambo” dos aventureiros Lucas Mauro “Cienfuegos” e Marcelo “Guevara” (que inclusive dispensaram tempo para me explicar por whatsapp algumas dicas).
cuba-mochilao-mulambo-2015-ponta-ponta-havana-cienfuegos-trinidad-baracoa-santiago-cayo-guilhermo-vinales-t117960.html
Outro link que ajudou foi do Vlog18rodas:
No mais foram muitos estudos e leituras ( recomendo que saibam mais sobre os ícones da Revolução Cubana, José Martí e Ernest Hemingway – fazem parte da paisagem do país).
Na tentativa de ser mais suscinto vou apenas incrementar os posts sugeridos acima.
NÃO DEIXE DE ACESSÁ-LOS!
DICAS MUITO IMPORTANTES:
- As grandes dúvidas: visto e o pagamento para sair do país.
*Se a viagem for de menos de 30 dias pode pegar um visto especial na hora do vôo, no meu caso fui de Copa Airlines, o próprio guichê da Copa em Guarulhos.
*Antes, ao sair de Cuba tinha uma taxa a ser paga. Hoje essa taxa já vem inclusa no valor da passagem juntamente com outras.
- Evite ir na alta temporada:
Os meses de dezembro e janeiro ( talvez os meses que estão próximos destes) fazem com que os preços cheguem até 5 vezes mais do que o normal.
Isso é resultado de uma infinidade de turistas do hemisfério norte ( EUA, Canadá, Europa e Ásia) fugindo do inverno e pagam sem problemas o preço que pedem.
- Evite os atravessadores:
São pessoas que estão pelas ruas esperando alguém atrás do que mais se procura em Cuba ( charutos, casa para alugar, rum, tours...).
Dizem que tem um “amigo” que faz mais barato e tal.... puro 171. Sugiro que até os deixem levar aos lugares, mas não comprem pelo “desconto” que fazem, volte depois e compre ainda mais barato ( eles sempre ganham um extra).
E como não assaltam, o convencimento é a melhor arma.
- Hospedagem:
Fique em casas particulares. O povo cubano é muito receptivo e amoroso, grande parte dos anfitriões são pessoas que tratam muito bem.
Fiquei em três, todos muito receptivos. Indico MUITO uma que mais gostei, pela localização e pela receptividade da familia ( casa de um médico cubano que está no Brasil – inclusive no quarto dele, separado da casa) – Casa de Alba y Omar: Calle Consulado, entre calle Refugios e Genios, muito próximo de Habana Vieja.
Curiosidade: Chegando no Brasil vejo uma matéria de cubanos que zeraram a mortalidade infantil no Piauí e advinhe!?, é o tal Omar jr., filho do casal.
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/01/mortalidade-infantil-chega-zero-apos-mais-medicos-no-piaui.html
- Dinheiro:
Euro, dólar canadense, dólar americano ( paga uma taxa de 10%) ou Visa internacional.
Sugiro que leve Euro ou dólar canadense, depende da cotação da época.
- Evite pedir informações aos transeuntes:
Como não têm muito contato com o mundo afora, sempre querem um “regalo” (não é esmola), mas com o passar dos dias fica entediante e se deixar levam até sua roupa.
São pessoas comuns que lhe dão uma informação ou fala com você, mas sempre pedem algo ( entenda esse “algo” como qualquer coisa), desde o prof. de Ed. Física, o filho de uma médica cubana, uma mãe com o bebê no colo ou uma enfermeira. Só abrir um mapa ou ficar parado procurando algo que vem alguém disposto a te ajudar.
A sugestão é que peçam informações ao pessoal da casa que está hospedado ou em algum estabelecimento em que está consumindo.
- Alimentação:
Pesquise bastante..
Comer bem fora do Brasil é uma dificuldade tremenda. Essa parte, infelizmente, quem sai do país tem que se acostumar.
Acredite! Você consegue comer metade de um frango, acompanhado de arroz, batata e salada por 3,50 CUC na alta temporada. Mas se não pesquisar bem paga-se até 30,00 CUC em um singelo almoço.
Esse prato referido localiza-se em frente o viaduto no Malecón, próximo ao Museu da Revolução, final da calle Aguiar.
- Transporte:
A grande ajuda dos mochileiros mencionados acima: guaguas. Um transporte que sairia por 25,00 CUC's acabou saindo por 0,40.
É um pouco difícil adquirir informações, mas é possível.
FACEBOOK: https://www.facebook.com/edu.m.freire/media_set?set=a.936576666424240.100002157470506&type=3
P.S.: Esse post ainda não foi finalizado.
Posteriormente irei introduzir os relatos da viagem, fazer uma breve análise socioeconômica, geopolítica e geográfica e ainda dicas de lugares, preços e momentos que serão pertinentes.
Edu Marinho - Goiânia-GO