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Olá viajante!

Bora viajar?

Relato + custos e fotos - Viagem de Carro para Uruguai, Argentina e Chile (incluindo Atacama) 2015/2016

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Olá!

 

Apesar de me cadastrar recentemente, já faz algum tempo que acompanho esse site e a melhor maneira de retribuir todas as informações, dicas e sugestões que recebi é postando um relato mais completo possível da nossa viagem.

 

Viajamos em três pessoas (eu, meu marido Eduardo e minha irmã Meg) em um HB20S 2014 1.6 durante 21 dias pelo Uruguai, Argentina e Chile e rodamos cerca de 8.600 km. Saímos no dia 25/12 a noite e retornamos na tarde do dia 15/01. Levamos uma barraca, três cobertores (caso fôssemos acampar, que não usamos e acabaram servindo para acomodar os vinhos), uma caixa de isopor, dois galões de 5 litros de gasolina (vimos que em alguns lugares a diferença de um posto para outro era de 400 km, mas no fim não foi preciso utilizá-los, colocamos no final da viagem só para nos livrar dos galões), um cambão (item obrigatório na Argentina, no Uruguai não lembro), kit de primeiros socorros (obrigatório também na Argentina), uma caixinha de ferramentas (que não precisamos), um par de luzes para os faróis (que também não usamos), carta verde (válido para Mercosul) e seguro SOAPEX (válido para o Chile). Nosso carro é financiado, mas o documento está no nome do Eduardo e não tivemos nenhum problema nas aduanas (não pegamos autorização da seguradora).

 

Valor carta verde (fizemos aqui em Curitiba mesmo): R$ 185,34

Valor SOAPEX: R$ 43,55

 

Fomos parados apenas uma vez pela polícia e foi em San Pedro do Atacama, em um horário em que não tinha quase ninguém na cidade, mas foi absolutamente normal e nos liberaram em seguida. Estávamos com medo da polícia argentina pelo que vimos nos relatos, mas em todos os postos policiais passamos normalmente, mesmo com a polícia parando alguns carros e fazendo vistoria.

 

Ficamos em hotéis e casas do Airbnb e só reservamos antecipadamente as primeiras noites, as outras fomos reservando pelo caminho.

 

Passamos pelas cidades de:

Serra do Rio do Rastro - SC

Canela - RS

Gramado - RS

Porto Alegre - RS

Punta del Este - URY

Montevidéu - URY

Colonia del Sacramento - URY

Buenos Aires - AR

Rosário - AR

Córdoba - AR

Mendoza - AR

Santiago - CHI

La Serena - CHI

Antofagasta - CHI

Atacama - CHI

Purmamarca - AR

Salta - AR

Resistência - AR

Foz do Iguaçu - PR

 

25 e 26/12

 

Saímos por volta das 23h00 do dia 25/12 de Curitiba – foi o único percurso que fizemos a noite, minha sugestão é de fazer durante o dia, além de ser mais seguro, você viaja com uma vista espetacular. Pegamos a BR 116 completamente vazia, tinha um ou outro perdido como a gente andando, o que foi ótimo porque a pista é simples, e seguimos em direção a Serra do Rio do Rastro (cidade de Lauro Muller, não sabíamos em qual cidade ficava e o GPS não conseguia identificar a serra, sofremos um pouco mais para achar), um lugar lindo que tínhamos muita vontade de conhecer. A BR 116 em si é boa e todos os pedágios que passamos nesta noite foram nela, mas a SC 114 depois de Lages não é muito, tem que tomar bastante cuidado com os buracos e as obras que estão fazendo. Chegamos ao topo da serra ao amanhecer, uma vista linda e incrível, o lugar é realmente muito bonito e vale a pena a viagem.

 

Tomamos café da manhã e enchemos o tanque em um posto de gasolina depois da serra, no início da cidade.

 

Custos até este local:

 

- Combustível Curitiba: R$ 206,97

- Pedágio Fazenda Rio Grande: R$ 4,80

- Pedágio Rio Negro: R$ 4,80

- Pedágio Monte Castelo: R$ 4,80

- Pedágio Santa Cecília: R$ 4,80

- Pedágio Correia Pinto: R$ 4,80

- Combustível Lauro Muller: R$ 125,04

- Café da manhã Meg: R$ 9,50

- Café da manhã Tati e Dudu: R$ 16,75

 

Km rodados Curitiba – Serra do Rio do Rastro: aproximadamente 500 km (falo aproximado porque não marcamos quantos km rodamos de uma cidade a outra, apenas o total da viagem quando saímos de Curitiba e retornamos, esta quantidade tínhamos previsto no roteiro)

 

A nossa próxima parada seria em Canela e da cidade de Lauro Muller até lá existem dois caminhos: passar pelo interior de SC e RS ou ir até a BR – 101 e voltar. Como pegamos um trecho ruim de estrada, ficamos com medo e preferimos pegar a BR – 101. Essa estrada de Lauro Muller até a BR também não é muito boa, aconselho dirigir com calma e curtindo a viagem.

 

Chegamos em Canela no final da manhã. É uma cidade pequena, mas muuuito simpática. Como o nosso prazo era apertado, demos uma volta pela cidade para conhecer e tiramos algumas fotos, mas não fizemos nenhum passeio. De lá fomos para Gramado (uma cidade é colada na outra, dá uns 10 km), uma cidade ainda mais apaixonante. No Natal ela está toooda decorada, fica linda!!! Como tinha muita gente, ficamos um pouco perdidos, haha, mas também estávamos com o prazo apertado, então conhecemos o centro, tiramos algumas fotos do celular (já que a minha câmera tinha acabado a bateria porque alguém esqueceu de carregar antes da viagem, haha!) Tinha muita gente, desfile de Papai Noel, enfim, tava uma loucura. Paramos para almoçar em um restaurante (o preço lá é salgado, vai mais preparado) e passeamos mais um pouco.

 

Custos:

 

- Pedágio São Francisco de Paula: R$ 5,90

- Almoço em Gramado Meg: R$ 27,39

- Almoço em Gramado Tati e Dudu: R$ 75,00

- Chocolates: R$ 20,00

 

Km rodados Lauro Muller – Canela: aproximadamente 312 km

Km rodados Canela – Gramado: 10 km

 

Saímos de Gramado por volta das 16h em direção a Porto Alegre. A estrada é muito boa, com vários radares, fique esperto! Chegamos na capital no final da tarde e até aqui já tínhamos rodado quase mil km. Lá só dormimos no hotel, não conhecemos nada da cidade, e saímos no outro dia pela manhã. Não vou indicar o hotel porque não era bom, apesar do ótimo preço.

 

Custos:

- Pedágio Três Coroas: R$ 5,90

- Pedágio Campo Bom: R$ 2,40

- Hotel triplo: R$ 132,50

 

Km rodados Gramado – Porto Alegre: aproximadamente 125 km

 

::otemo::::otemo::

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11/01 - Continuação

 

Rodamos até chegar nas Salinas Grandes. A própria rodovia passar por cima das Salinas, você não precisa desviar o caminho. É um salar bem grande do qual é feita extração de sal. Tinha muita gente por lá tirando fotos, mas confesso que esperava mais do lugar. Tinha visto algumas fotos do pessoal lá e o salar parecia muito mais branco e bonito, não sei se dessa vez tinha chovido ou muita gente tinha passado por lá, só sei que o salar estava escuro, parecendo um pouco sujo. De qualquer forma tiramos algumas fotos e pegamos a estrada novamente.

 

A região continua linda, mas o visual começa a mudar. Mais plantas, animais na beira da estrada, cactos, até pegamos uma chuvinha.

 

Próximo à região Purmamarca a paisagem fica diferente e os morros começam a ter várias colorações. Verde, roxo, branco, cada montanha com uma cor ou tudo junto e misturado, eu nem acreditava que podia existir no mundo montanhas com tantas cores.

 

Paramos na cidade de Purmamarca para conhecer o Sierro de los Siete Colores, ponto turístico famoso no local. A cidade é bem pequena, bem estilo San Pedro, com muitos mochileiros e um mirante para observar a montanha. Para subir no mirante, que nada mais é que um morro, é preciso pagar uma entrada. É possível comprar vários souvenires na entrada do mirante.

 

Subimos no mirante, tiramos fotos e voltamos para a estrada até Salta. Chegamos ao nosso destino no final deste dia. Deixamos nossas coisas no hotel e saímos para comer e comprar algumas coisas no mercado.

 

Custos:

- Entrada no mirante Purmamarca: $ 5,00 por pessoa

- Jantar em Salta para três: $ 85,00

- Hotel em Salta para três: R$ 188,92

 

Km rodados: aproximadamente 600 km (de SPA a Salta)

Editado por Visitante

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Que post de grande valia ::love::

Estava atrás de quem tivesse feito o tour pelas 7 Lagunas (lagunas escondidas ou lickan antay, são tantos nomes) recentemente e encontrei vocês ::otemo::

 

Além do café-da-manhã fraco, a agência Lickan Antay tem mais algum ponto negativo? Eles cumprem o horário? As vans de transporte estão em bom estado/são ventiladas? O atendimento é bacana? Você tem e-mail deles? Porque o site está fora do ar e não consegui achar nenhum contato deles na internet ::putz::

 

Além da Lickan Antay, você cotou em mais alguma agência?

 

Beijos

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Que post de grande valia ::love::

Estava atrás de quem tivesse feito o tour pelas 7 Lagunas (lagunas escondidas ou lickan antay, são tantos nomes) recentemente e encontrei vocês ::otemo::

 

Além do café-da-manhã fraco, a agência Lickan Antay tem mais algum ponto negativo? Eles cumprem o horário? As vans de transporte estão em bom estado/são ventiladas? O atendimento é bacana? Você tem e-mail deles? Porque o site está fora do ar e não consegui achar nenhum contato deles na internet ::putz::

 

Além da Lickan Antay, você cotou em mais alguma agência?

 

Beijos

 

 

Oi Camylla!

 

Compensa muito mais ir para as Siete Lagunas do que para Laguna Cejar, só a entrada da Cejar custa $ 17.000 pesos por pessoa, na conversão da época em Santiago praticamente R$ 100,00 (com a conversão em SPA, quase R$ 110,00 p/p) , achamos muito caro! Nem com a entrada de nós três na Siete Lagunas deu isso! A agência que pegamos era a única que fazia esse passeio, não encontramos ele em outras que orçamos, mas pode ser que tenha. O único problema dessa agência era realmente o café da manhã fraco, de resto não tínhamos o que reclamar, o almoço estava delicioso, as vans eram bem cuidadas e ventiladas, os guias muito simpáticos e atenciosos e as atendentes também, não tivemos nenhum problema. Se preferir, pode fazer somente este passeio com eles e pegar outras agências para outros passeios, pode ser que compense financeiramente.

 

O e-mail deles é contacto@lickan-antay.cl (é esse que está no papel com as informações dos passeios, não falamos com eles por e-mail, então não sei se está correto). Fechamos os passeios lá mesmo, não tivemos problemas com isso, se quiser, pode fechar lá, recomendo apenas reservar o hotel porque é mais complicado conseguir, pelo menos em época de temporada.

 

Cotamos com mais duas agências, se eu não me engane, mas os preços eram bem próximos e não me recordo o nome. Optamos por essa por conta do passeio de Siete Lagunas, que as outras não faziam e era mais barato que para Cejar, e não tínhamos muito tempo de orçar com todas. Na Calle Caracoles tem MUITA agência, uma ao lado da outra, se for com tempo pode orçar lá mesmo. Vi em alguns relatos a galera falando que fechar por lá é mais barato que fechar aqui no Brasil por e-mail, mas não sei se o caso aconteceu com alguma agência específica ou se a maioria funciona assim.

 

Espero ter ajudado!

 

Beijos! ::hãã2::::hãã2::

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12/01

 

Acordamos cedo, tomamos café e partimos novamente para a estrada em direção à Resistência, nossa próxima parada antes do Brasil. Abastecemos antes de sair e seguimos viagem. Como não conhecemos a cidade de Salta, não podemos dizer se vale a pena ou não ficar uns dias por lá.

 

A estrada até Resistência é longa e cansativa, parte dupla, parte simples, esta bem ruim e esburacada, com várias obras e com muito mato ao redor. Nessa região pegamos vários quilômetros de nuvens de borboletas, matamos milhares. Mas o pior mesmo era o calor! Senhor, que calor infernal, nunca tinha estado em um lugar tão quente quanto nesta região, um calor insuportável, abafado, com vento ainda mais quente, parecia que tínhamos entrado em um forno e não fomos avisados, haha! Sugiro viajar com carro com ar condicionado se não quiser ser assado neste calor, haha!

 

Antes de chegar a Resistência tem aquela famosa estrada que falam que é uma reta de 300 km, o que não é verdade. A estrada tem sim algumas curvas, bem leves, mas tem, não é uma reta total.

 

Esse dia foi bem cansativo, andamos bastante, a estrada horas era bem ruim e o calor estava de matar. Paramos em um posto para abastecer e almoçar, foi o pior que pegamos em toda a estrada! Fizemos um lanche bem simples e paramos para conversar com uns motoqueiros brasileiros que estavam indo para SPA. Coitados, iriam parar na cidade mais próxima porque não aguentavam mais andar naquele calor...

 

Chegamos em Resistência no final do dia. Trocamos um pouco de dinheiro no hotel para pagarmos combustível e pedágio, se tivesse, mas trocamos pouco porque o câmbio era horrível. Estávamos tão cansados que nem saímos para jantar...

 

Custos:

- Lanche na estrada: $ 121,00

- Combustível: $ 600,00

- Pedágio General Guemes: $ 8,00

- Pedágio Chaco: $ 8,00

- Combustível 2 : $ 370,00

- Hotel Resistência: $ 590,00

- Câmbio: $ 3,50

 

Km rodados: aproximadamente 820 km

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13/01

 

Acordamos cedo e tomamos um belo café da manhã no hotel. Quando acordamos, percebemos que tinham MUITOS brasileiros hospedados no hotel e pela cidade, a maioria indo ou voltando de SPA. A cidade é relativamente grande e é um bom ponto para parar para comer, dormir e descansar.

 

Do outro lado do Rio Paraná fica Corrientes, outra cidade grande, maior que Resistência, e que também é ponto de parada para os viajantes de carro.

 

Fomos abastecer, mas ainda tínhamos os dois galões de gasolina que levávamos ainda no porta-malas. Paramos em um posto e demos um jeito de fazer os 10 litros entrar no tanque, não sem se molhar um pouco, rsrsrs. Completamos o tanque e partimos em direção à Foz do Iguaçu.

 

A estrada é boa, simples, e não tem tanto movimento quanto achávamos que teria, apenas um ou outro caminhão. A região é bem bonita e se alguém quiser, dá pra ir ao Paraguai por aqui (pela cidade de Posadas), pois uma parte da estrada circunda o sul do país.

 

Chegamos em Puerto Iguazu por volta das 16h e aproveitamos para dar uma passada no Duty Free da fronteira para dar uma olhada. Como o dólar estava muito caro, não compensou comprar muita coisa então fomos para o hotel em Foz.

 

Já fazia um bom tempo que não comíamos feijão e era uma das coisas que mais sentíamos falta! Fomos jantar em uma churrascaria a noite, nada como uma comida brasileira, né?? haha! ::lol4::

 

Comemos e abastecemos para poder conhecer a cidade no dia seguinte.

 

Custos:

- Combustível em Resistência: $ 350,00

- Pedágio Resistência: $ 6,00

- Pedágio Corrientes: $ 10,00

- Pedágio Santa Ana: $ 8,00

- Pedágio Colônia Vitoria: $ 8,00

- Lanche na estrada para três: $ 81,00

- Jantar na Churrascaria para três: R$ 104,50

- Combustível em Foz do Iguaçu: R$ 129,00

 

Km rodados: aproximadamente 650 km

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O relato está ótimo Tatiana, assim como as fotos... parabéns! :)

Me tire uma dúvida: você citou que levou galões de combustível no porta malas durante a viagem. Como é a legislação quanto a isso, é permitido tranquilamente na Argentina e no Chile, ao contrário do Brasil?

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O relato está ótimo Tatiana, assim como as fotos... parabéns! :)

Me tire uma dúvida: você citou que levou galões de combustível no porta malas durante a viagem. Como é a legislação quanto a isso, é permitido tranquilamente na Argentina e no Chile, ao contrário do Brasil?

 

Olá! Na verdade levamos galões de gasolina próprios. Aqui no Brasil é permitido levar desde que seja nestes galões próprios para combustível (e não garrafa pet!). Não tivemos problema em nenhuma fronteira, na Argentina e no Chile inclusive falamos que estávamos levando os galões e não fizeram nenhuma restrição quanto a isso!

 

::otemo::

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O relato está ótimo Tatiana, assim como as fotos... parabéns! :)

Me tire uma dúvida: você citou que levou galões de combustível no porta malas durante a viagem. Como é a legislação quanto a isso, é permitido tranquilamente na Argentina e no Chile, ao contrário do Brasil?

 

Olá! Na verdade levamos galões de gasolina próprios. Aqui no Brasil é permitido levar desde que seja nestes galões próprios para combustível (e não garrafa pet!). Não tivemos problema em nenhuma fronteira, na Argentina e no Chile inclusive falamos que estávamos levando os galões e não fizeram nenhuma restrição quanto a isso!

 

::otemo::

 

 

Obrigado pela resposta. Você teria uma foto do tipo de galão que você usou? Só para que eu possa me basear :)

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