Olá viajante!
Bora viajar?
Sta Cruz de La Sierra, Sucre, Potosí e Uyuni - ABRIL 2016
- Respostas 22
- Visualizações 11.8k
- Criado
- Última resposta
Usuários Mais Ativos no Tópico
-
Marcia Rael 11 posts
-
NataNL 2 posts
-
juliana.marques.5648 2 posts
-
Thamini 2 posts
Boa noite galera!!

Procurei em vários locais diferentes até obter informações mais concretas sobre os lugares que iria passar. Pensando nisso, resolvi fazer o relato e juntar todas essas informações em apenas um lugar.
Em relação às fotos, todos sabemos o quanto esses locais são incríveis e não faltam imagens para tal. Então, vou me restringir em colocar apenas as imagens que não vemos por aqui...
ROTEIRO
16/04 - BSB - SP - STA CRUZ
Cheguei em Sta Cruz por volta de 14h no horário local, que é 1h menos que BSB. Passamos pela imigração e chegou a hora de apertar o bendito botão da luz verde ou vermelha. Segundo váááários relatos, a luz vermelha não acendia. Cheguei a pensar que poderia até ser pegadinha, mas não é!!

3 pessoas que estavam na minha frente apertaram o botão e ficou vermelho. Mas o procedimento é bem simples, desde que não esteja traficando nada!!
Uma pessoa abre sua bolsa e/ou mochila e revista o que tem e caso não tenha nada demais, te libera.
Após esse procedimento, saí do desembarque e fui para o setor de check-in, pois iria para Sucre 2 horas depois. Resolvi pegar o vôo no mesmo dia, pela Amaszonas. Para quem vai para Sucre, sugiro fazer o mesmo, pois o táxi do aeroporto para o centro de Sta Cruz custa uns 60 bolivianos (trecho). Então já economiza esse valor. É uma viagem curta, de 30 a 40 minutos. Escolhi a amaszonas, embora seja mais cara, por ter lido em vários relatos que a BOA geralmente atrasava ou cancelava o vôo. Comprei a passagem pelo site da amaszonas (https://www.amaszonas.com/es-bo/), para não correr o risco de deixar para comprar na hora e não ter lugar, pois o avião é pequeno. O valor da passagem não varia muito. Fiquei acompanhando por uns 2 meses. O único documento que me pediram para o check-in foi o passaporte.
O aeroporto de Sucre é bem pequeno. E quando você sai, há uma multidão de taxistas te perguntando para onde quer ir. Fiquei até atordoada. Peguei um táxi para a rodoviária, por 30 bolivianos, pois iria para Uyuni no mesmo dia. Não há taxímetro e esse valor é totalmente negociável. Cabe à pessoa pechinchar.
Quando cheguei na rodoviária, assustei
. É um lugar muito feio!!! Achei que o taxista tinha me levado para o lugar errado... Ele percebeu que fiquei com medo e me levou até o ‘guichê’ (se é que pode se chamar assim) da 6 de octubro. Pelo que verifiquei por lá, é uma das únicas que faz o caminho direto para Uyuni. Comprei a passagem pela internet também, pois não queria correr o risco de não ter vaga no ônibus. E chegando lá, realmente constatei que não tinha outras vagas. Passagem pelo site é em dólares, US 11,76, semi-cama (http://www.ticketsbolivia.com/). E foi quase uma cama mesmo... Deitava quase que completamente. Como a viagem é bem longa, em torno de 9h, é super válido. Consegui dormi a noite toda. Ah, o banheiro do ônibus não funciona. Então, não abuse de líquidos nesse dia. A saída foi às 20h30, com chegada em Uyuni às 04h30 da madrugada.
Para usar o banheiro, paga-se 1,50 bolivianos. É bem simples, mas é mais limpo que muito banheiro de baladas chiques que já fui.
Ah, para sair do terminal rodoviário de Sucre, há a necessidade de pagar 2,50 bolivianos. É um guichê antes da saída do terminal.
A chegada em Uyuni foi confusa
. Ônibus parou no meio de uma rua.. fazia muito frio.. ventava bastante.. e eu não via nenhuma agência de passeios, mesmo que estivessem fechadas. Cheguei até a pensar que não era lá!! Rsrs À espera do ônibus tinha umas 3 senhoras. Falando sem parar e rápido. Depois de ter acordado de madrugada, ser deixada no meio do nada e com frio, o que menos entende é o que elas falam. Mas enfim, você acaba seguindo alguma com a esperança que ela te leve para um lugar quente!! Rsrs A que eu segui, me levou para umas duas ruas de onde o ônibus parou, que era o centro. Ali tinha váárias agências, mas todas fechadas. Ela já queria me vender o passeio. Eu recusei e fui para o Café Nonis. Único lugar aberto àquela hora. Lugar bem quentinho, com café da manhã, banheiro e tomada.
Por volta de umas 8h, já há algumas pessoas vendendo os passeios nas ruas. Os valores variam bastante. Bem como os lugares que as empresas te levam. Eu queria uma que passasse pelas partes com água, para as tão famosas fotos com reflexo e também que parasse para o pôr-do-sol no salar. Tinha em mente fechar com a Esmeralda, mas ela não abria nunca e acabei fechando com a Lipez tour. Ficou até mais em conta.. 650 bolivianos.
Em Uyuni tem algumas lojinhas 'pega turista' e também uma feira que vende de tudo. Desde roupas até alimentos.. Uma espécie de mercado à céu aberto.