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loremattos

Itacaré

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Vou à itacaré semana quem vem. gostaria de saber se é possível chegar a Barra Grande, Taipus de fora e Algodões de carro convencional. também gostaria de saber se eh necessário guia para acessar as Praias de Jeripucaçu, Engenhoca, Avaizinho etc. as praias que o unico acesso são as trilhas, se é possivel caminhar e chegar nas praias por conta própria.

Agradeço a atenção!

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Vou à itacaré semana quem vem. gostaria de saber se é possível chegar a Barra Grande, Taipus de fora e Algodões de carro convencional. também gostaria de saber se eh necessário guia para acessar as Praias de Jeripucaçu, Engenhoca, Avaizinho etc. as praias que o unico acesso são as trilhas, se é possivel caminhar e chegar nas praias por conta própria.

Agradeço a atenção!

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Cara to aqui em itacare agora, fiz esse passeio por 40 reais. Da pra fazer sozinhoas vc vai precisar de carro, la vc vai dar uma caminhada ate chegar essas praias, tudo na trilha. Engenhoca bate boas ondas, itacarezinho tb mas o mar e longe. Se eu fosse vc pagava so pra entender como e a trilha delois vai sozinho

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Thiago, é o seguinte:

 

Dá pra ir até Barra Grande de carro. Qdo fui em 2012 pelo menos a estrada estava de boa (é de terra). Bom que vc não fica dependendo de agência para ir às praias mais distantes. Vale a pena ficar umas noites em Barra Grande.

Em Itacaré, eu pegava mototaxi até as trilhas e depois fazia sozinho, tranquilo, não precisa de agência não.

 

Segue o relato que eu fiz da viagem:

 

relato-itacare-barra-grande-t67906.html

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Vou à itacaré semana quem vem. gostaria de saber se é possível chegar a Barra Grande, Taipus de fora e Algodões de carro convencional. também gostaria de saber se eh necessário guia para acessar as Praias de Jeripucaçu, Engenhoca, Avaizinho etc. as praias que o unico acesso são as trilhas, se é possivel caminhar e chegar nas praias por conta própria.

Agradeço a atenção!

 

Thiago,

 

Pra ir pra Barra Grande de carro, depende da maré.

Quanto as praias, dá pra pegar mototaxi ou ônibus mesmo.

Quando fui não paguei guia pra nada, e me virei bem, é só perguntar pro pessoal da pousada/hostel que sempre tem alguém da área indo daí você pega uma "carona"...

Fiquei 15 dias por lá em Agosto, estou voltando pra lá final de semana que vem de novo, nos vemos por lá provavelmente! Se quiser, entra em contato, fico 24 dias dessa vez.

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Galera estou indo pra Itacaré dia 31/10 vou de carro pra etapa do campeonato mundial de Surf... nunca fui lá, vou de carro e vou ficar em um camping... fazer o surf... curtir o campeonato... e a Cidade.... então breve vou falar como foi aqui.. quiser acompanhar tbm.. seguem lá no Instagram

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Alguém indica uma empresa que faça o transfer de Ilhéus para Itacaré? Chegarei tarde no aeroporto, se optar por ir de ônibus, é fácil conseguir horário à noite?

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Sheila, o problema é que vc ainda terá que se deslocar até a rodoviária pra pegar o ônibus. Tenta entrar em contato com o lugar onde vc ficará em Itacaré e pede pra eles ajudarem nisso, de repente indicando alguém. Ou então durma próximo ao aeroporto e no dia seguinte cedinho vá pra rodoviária e pegue o ônibus pra Itacaré.

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    • Por Mari D'Angelo
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/de-passagem-por-salvador/
       
      Uma viagem para Morro de São Paulo tem que começar de algum outro ponto da Bahia, normalmente a escolha é por Ilhéus ou Salvador. Nossa opção para esta segunda vez na ilha foi a capital baiana, chegamos ao Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães por volta das 15h de uma quinta-feira para passar a noite na cidade e na manhã seguinte partir para o nosso esperado destino. Um ônibus de quase 2h faz o trajeto Aeroporto-Praça da Sé (na verdade esse é o nome da linha mas ele não para exatamente lá, cuidado!) por R$3,50, mas se quiser algo mais rápido ou confortável existem ônibus que vão direto ao centro, se não me engano por R$30,00.
       
      Como a ideia era só passar a noite, busquei uma localização estratégica para aproveitar as poucas horas que teríamos na cidade e ao mesmo tempo ficar próximo ao local onde pegaríamos o catamarã no dia seguinte. Esse lugar é a Praça da Sé, entre o Pelourinho e o elevador Lacerda, que desce para o porto de onde saem os barcos para Morro. Se seu objetivo for esse, é uma boa opção, porém, nunca, jamais fique no hotel que ficamos! Ele se chama Arthemis, ocupa o último andar de um prédio bastante suspeito, tem um café da manhã extremamente razoável e o pior, o inaceitável, um banheiro deplorável! Eu não sou fresca, estou bastante acostumada a ficar em pousadas e hostels super simples, mas esse não dava! Até sabonete usado tinha no lugar, e o preço nem era tão bom assim. Mas enfim, tudo tem seu lado bom e nesse caso o ponto positivo era essa vista espetacular!
       
      Seguimos até a Praça Thomé de Souza onde fica o lindo prédio da Prefeitura Municipal e o cartão postal da cidade, o elevador Lacerda. Eu imaginava que ele tivesse uma vista panorâmica ou algum atrativo, mas é mesmo “só″ um meio de transporte para ir da parte alta à baixa da cidade (e vice-versa), o valor é R$ 0,15.
       
      Já lá em baixo, passamos pelo Mercado Modelo (não entramos mas dizem ser um bom local para comprar souvenirs) e paramos no prédio logo atrás para comprar a passagem do dia seguinte, mas como já estava fechado, voltamos com antecedência no dia seguinte. A viagem não foi nem de longe o show de horrores que dizem por ai, mas conto em detalhes no próximo post.
       
      Vou ser muito sincera, minha primeira impressão da cidade não foi das melhores, aliás, foi das piores! Os poucos lugares pelos quais passamos eram bastante sujos e a sensação de insegurança era constante, além dos soteropolitanos, que foram muito menos acolhedores do que esperávamos (do começo ao fim da viagem). Mas nem tudo foi tão ruim assim, além de ganhar esse lindo pôr do sol, eu amei me perder pelas ruazinhas fofas do Pelourinho!
       

       
      Falando do “Pelô”, lá a coisa é bem diferente, policiais estão presentes em cada esquina garantindo a sensação de tranquilidade, mas, como disse o funcionário do hotel que ficamos, há um perímetro onde é seguro andar, algumas ruas para o lado a coisa já se torna meio perigosa (nem fui conferir se é verdade, claro!). O fato é que o lugar é uma graça, ruas de paralelepípedo com fitinhas, igrejas barrocas que ficam maravilhosas iluminadas, casinhas coloridas, lojas de souvenir, bares e restaurantes com aroma de dendê!
       
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      O endereço é: Rua do Açouguinho, 10
       
      Sinceramente, acho que não voltaria para Salvador, claro que a cidade deve ter inúmeros lugares interessantes para conhecer, mas acho que nesse caso, a primeira impressão ficou.
       
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/de-passagem-por-salvador/
    • Por rafael.gomes.3975
      Ola a todos.
      Estarei na Bahia entre os dias 12 e 25 de outubro, e viajarei entre Salvador e Itacaré, passando por Morro de São Paulo e Maraú. Gostaria de saber se alguém conhece algum grupo de canoagem ou caiaque nestas cidades. Se souberem, teriam como me enviar contatos.
      Obrigado.
    • Por Débora Soares Coutinho
      Olá, pessoal!
      Quem aí vai pra Caraíva no final de setembro, avisa aqui nos comentários!
      Outra coisa, queria saber se nos arredores tem alguma trilha pra fazer? 
      Abraços! 
       
    • Por Cah Machado
      Essa é uma das poucas trilhas que já fiz, porém foi a mais linda e mística para mim. Feita no início de 2018 um tempo após o Réveillon.
      Foi feita com meu ex companheiro na época, que já tinha feito outras vezes e possui bastante experiência em trekking.
      Para quem não conhece, essa trilha era uma passagem feita antigamente pelos tropeiros com seus animais levando alimentos e outras coisas ao povo das comunidades próximas.
      Cheguei cedo em Lençóis por volta das 5:40, e então comecei a fazer a trilha seguindo pelo Hotel Portal de Lençóis onde se inicia uma subida para a trilha, distanciando do barulho da cidade já se notava o silêncio e o som dos pássaros.
      O início da trilha você ainda vai passar por umas casas até ver apenas a natureza e mais nada.
      É uma trilha de muita subida no início e em sua maioria por Lençóis ficar em nível abaixo do Vale do Capão. Levem bastante água pois essa parte da trilha é cansativa.
      Nessa primeira foto mostra a primeira subida e Lençóis ao fundo, uma paisagem sensacional.
      Essa trilha é composta por muitos paredões, o que deixa um pouco cansativa no início pelas subidas. O lindo é que no meio dessas rochas podemos contemplar a beleza da vegetação nativa, com bromélias brotando entre as pedras, cactos exóticos com total exuberância, lindos de ver.
      Após um tempo de subida vem um córrego onde fizemos o primeiro cafezinho e nos abastecemos com água. E foi um café com um lanchinho espetacular, no meio do nada, distante de toda forma de barulho e stresse, podendo contemplar apenas o barulhinho da água e som dos pássaros. Tem coisa melhor que isso?
      Após mais um bom tempo de caminhada avistamos uma pequenina queda d'água onde pude me banhar e relaxar um pouco.(não cito os nomes do locais pois não gravei nada).
      Por mais um pouco de andança já entramos em mata fechada e úmida (Rain Forest) onde tem várias nascentes e córregos, com pedras e limo e plantinhas bonitinhas parecendo aqueles filmes místicos onde se tem duendes, fadas, druidas, elfos. E foi nesse local que decidimos montar acampamento pois o dia já estava se fechando, o cansaço já tomava conta dos nossos corpos e já caia a tarde, era por volta das 15h se não me engano.
      Montamos a barraca de frente a um dos vários córregos existentes, e ficamos explorando um pouco a área ao redor. Era muito encantador aquela floresta lindinha. Fomos pegar algumas palhas secas para acender uma fogueira, já que a noite seria fria. 
      A noite cai e podemos ouvir sapinhos cantando muito próximo a nós. Noite melhor não teve, som de água caindo e vários frogs.
      Pela manhã após o café levantamos nossa barraca e seguimos adiante, quase nos perdemos em um momento da trilha pois estávamos seguindo pelo Wikiloc e nossos celulares acabaram as baterias. Tivemos que seguir pelo mapa de bolso e por percepção de trilhas batidas. Nessa parte já contava com muitas descidas e paredões onde se passava um rio muito bonito. Lembro-me muito bem de ver o lindo morro Branco.
      Após essas descidas passamos pelo Morrão e Conceição dos Gatos e a trilha fica bem batida e já avistamos muitas pessoas. Andando um pouco mais já se chega às casas do Vale.














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