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Travessias do PN da Serra da Bocaina (Trilha do Ouro) e Ponta da Joatinga

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Ola pessoal.

 

 

Fiz essas 2 travessias: da Serra da Bocaina (Trilha do Ouro) e Ponta da Joatinga/Paraty, uma seguida da outra, no dia 04/07/2003 terminando no dia 11/07.

 

A Travessia da Serra da Bocaina é muito conhecida pelo nome de Trilha do Ouro e se inicia em São José do Barreiro/SP e termina no bairro de Mambucaba em Angra dos Reis/RJ. Normalmente se faz essa travessia em 3 dias, mas como eu tinha intenção de conhecer o Pico do Tira Chapeú, resolvi emendar uma caminhada na outra.

Fiz primeiramente a caminhada até o topo do Pico do Tira Chapéu e depois segui para a travessia do PN da Serra da Bocaina.

 

Fotos e croquis da Travessia da Serra da Bocaina:

 

Fotos e um croqui com a trilha plotada da Travessia da Ponta da Joatinga:

 

 

Minha pretensão inicialmente era somente fazer a travessia da Serra da Bocaina (Trilha do Ouro), mas como o Pico do Tira Chapéu ficava próximo da portaria do PN, resolvi emendar uma caminhada com a outra.

Seriam 4 dias de caminhada exaustiva, mas as belas paisagens da Bocaina compensariam o esforço.

Peguei algumas dicas na net sobre a Trilha do Ouro, mas não me preocupei muito porque todas falavam que essa travessia é bem tranquila e sem receio de se perder.

Enviei a solicitação de autorização (obrigatória) ao PN para iniciar a travessia no dia 06 de Julho e depois liguei confirmando se tinham recebido. Tudo ok.

Um problema de se chegar na cidade de S. José do Barreiro (onde se inicia essa travessia) é a escassez de ônibus. Saindo de SP somente a empresa Pássaro Marrom faz esse itinerário, mas não é todo dia que ela faz esse percurso, por isso a melhor alternativa é seguir de SP até Guaratinguetá e de lá até S. José do Barreiro.

E com isso só fui chegar na cidade no início da tarde do dia 04 de Julho (Sexta-feira).

Quanto a hospedagem, já tinha uma indicação da Pousada da D. Maria que fica ao lado Igreja Matriz e segui para lá. É uma pousada simples e pequena, mas perfeita para passar a noite.

 

Depois de acomodado no quarto, saí para procurar algum transporte até o alto da Bocaina e comer alguma coisa.

Fiquei sabendo que sempre tem algum veículo que sai ao lado da Igreja, mas são bem caros. O ideal é para um grupo de 10 pessoas, mas eu estava sozinho naquele dia.

Há uma pessoa chamada Zé Pescocinho que é um dos mais baratos para levar até o alto da serra e recomendado por muita gente que já tinha feito essa caminhada.

Depois de me informar com a D. Maria onde fica a casa dele, fui até lá.

O carro que ele tem é um Fusca, mas fui informado por ele que só tinha eu para subir a serra, então ficaria muito caro.

E com isso não me restou alternativa senão subir até o alto da serra na caminhada mesmo.

 

Procurei acordar bem cedo no naquela manhã de Sábado (05 de Julho) e saí de S.J Barreiro por volta das 07:00 hrs na caminhada até o Pico do Tira Chapéu (2.088 mts) onde iria acampar.

A subida da serra é longa e exaustiva.

 

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Depois de umas 3 horas de caminhada começam a aparecer as primeiras bicas de água e o visual começa a ficar legal depois de + - 4 horas, quando toda a Serra da Mantiqueira com Pico do Marins, Serra Fina e Itatiaia aparece. Dá p/ se ver todo o perfil da Mantiqueira.

 

Todos os carros que passavam por mim nem procuravam me notar, para não dar carona, é claro. Um deles até tinha 2 montanhistas com mochilas na carroceria, confirmando que eles também iam fazer a travessia.

Lá pelas 14:00 hrs e depois de pouco mais de 20 Km, a estrada chega ao topo da serra e depois é só descida. Mais uns 4 Km do alto da serra e passei ao lado da Fazenda Recanto da Floresta (que pertence a Agência MW Trekking) e da Pousada Conde D´Eu.

Logo a frente tem a placa de Fazenda Sincerro e Fazenda Pinheirinho à direita e foi aqui que eu saí da estrada principal e segui na direção da Fazenda.

Até a sede da Fazenda Pinheirinho foram pouco mais de 3 Km, onde eu peguei uns 2 litros de água, porque no topo do Pico do Tira Chapéu não tem.

Ao passar pela sede ainda caminhei cerca de 1,5 Km pela estrada até a divisa da propriedade, marcada por uma cerca de arame e uma porteira.

Cerca de 100 mts antes de chegar nessa porteira se inicia a trilha, à esquerda, que é uma íngreme subida em direção ao pico.

 

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Resolvi apertar o passo porque o Sol já estava se pondo e precisava chegar em algum local plano para montar a barraca, pois já tinha caminhado cerca de 10 horas ininterruptas.

 

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Nessa primeira subida parei várias, como se o corpo estivesse mandando um aviso de que era preciso parar e montar a barraca por ali mesmo. E foi o que fiz quando a trilha se nivelou e seguia rente a cerca. O pico estava bem visível ao sul e era fácil localizá-lo.

 

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Montei a barraca em um local plano, junto à cerca, a mais ou menos 1 hora do topo do Tira Chapéu (como era área de descampado, durante a noite ventou muito).

No manhã de Domingo bem ao amanhecer deixei as coisas dentro da barraca e subi até o pico.

Foi só seguir a cerca de arame, já que ela passa pelo topo do pico, que na verdade não chega a ser um pico.

É um morro, onde 3 cercas de arame farpado se encontram. Segundo o IBGE sua altitude é de 2088 mts.

 

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No local existe uma Cruz e uma placa com uma oração e daqui dá para se ver toda a baía de Paraty, Pico do Frade, vales da Serra da Bocaina; em resumo, até onde a vista alcança.

Voltei e desmontei a barraca e segui em direção a Portaria do PN. O retorno até que foi rápido e cheguei na portaria por volta das 11:00 hrs. Assinei a autorização que tinha enviado 1 semana antes e segui em direção a travessia (isso é obrigatório, pois sem essa autorização não se consegue fazer a travessia).

 

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Junto à guarita encontrei um casal de adolescentes alemães que estavam entrando no PN para fazerem a travessia e com isso seguimos juntos a maior parte do tempo.

 

Logo depois da guarita, seguimos pela estrada e logo à frente já chegamos numa bifurcação à direita que sai da estrada e viramos aqui.

Pouco menos de 1 hora de caminhada desde a Portaria chegamos na Cachoeira do Santo Izidro à esquerda, que possui um belo poço na base, mas nem ficamos muito tempo.

 

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Voltamos para a estrada e com a maior parte de trecho no plano, seguimos caminhando com uma ou outra subida ou descida.

Depois de umas 2 horas de caminhada chegamos no acesso à Cachoeira das Posses, que está do lado esquerdo, mas antes de chegar nela, passamos ao lado das ruínas de uma antiga Fazenda.

 

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O lugar pode ser uma boa opção para acampar, se alguém estiver passando por aqui no final de tarde.

Pegue água nessas cachoeiras ou em alguma nascente que você cruzar, porque depois só no Camping e Pousada Barreirinha que está bem distante.

Depois de umas 3 horas desde a Portaria, a estrada inicia uma subida íngreme até chegarmos a uma outra bifurcação.

Nesse local existe uma placa apontando Pousada Vale dos Veados à direita e Trilha do Ouro à esquerda.

A partir daqui a paisagem vai se abrindo e a caminhada é feita por um pequeno trecho no plano para depois iniciar a longa descida até a Pousada/Camping Barreirinha.

E parecia que a descida não acabava mais. Começou a anoitecer e nada de pousada para passarmos a noite. Encontramos uma placa da Pousada indicando a 3 Km (mas pareciam que eram 6 Km).

Ela fica em um fundo de vale com a estrada passando do lado direito. Quem nos recepcionou foi o Sr. Sebastião e o lugar é perfeito para o primeiro pernoite dentro do PN, mas se você estiver passando muito cedo por aqui é possível chegar até a Pousada da D. Palmira, cerca de 1 hora à frente.

 

Chegamos na Barreirinha já durante a noite e já fomos montar nossas barracas no gramado (no local existem alguns quartos da pousada).

Combinamos que iriamos jantar no lugar, já que estávamos bastante cansados para preparar a comida e logo depois do delicioso jantar fomos dormir.

 

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No dia seguinte subimos o Pico do Gavião (subida ao lado da pousada, dá para fazer em uns 45 minutos) e lá do topo é possível ver o litoral e toda a região em volta. No local existe uma placa apontando altitude de 1600 metros.

 

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Depois de alguns clics, iniciamos a descida rapidamente e com as barracas desmontadas e mochilas nas costas, retomamos a caminhada por volta das 09:00 hrs.

Depois de uns 30 minutos de estrada tem uma bifurcação que muitos se confundem e pegam o caminho errado.

A estrada principal parece seguir para a esquerda, mas a o caminho correto é virar na bifurcação da direita.

Dali para frente a estrada passa ao lado da Pousada da D. Palmira e de algumas sedes de fazenda.

 

Esse trecho é desgastante demais, porque é um tal de sobe morro/desce morro, mas a estrada é bem nítida e já vai tendo ares de trilha em alguns lugares.

Água não é problema, pois cruzamos com inúmeros riachos pelo caminho. O que chama a atenção aqui é que o calçamento de pedras construído pelos escravos a cerca de 300 anos atrás. Ele não está em todo o percurso, mas em vários trechos ele está preservado.

Só é preciso tomar cuidado com o limo que se forma nas pedras, pois os tombos e escorregões são comuns.

Depois de um trecho final de descida, chegamos no gramado, ao lado do Rio Mambucaba as 16:00 hrs.

Ali me separei do casal e eles ficaram ao lado da Cachoeira do Veado em camping selvagem e eu na área de Camping da Pousada do Zé Candido e D. Vera, do outro lado do Rio Mambucaba, onde se atravessa por uma pequena gaiola de metal.

Junto do Rio Mambucaba existe uma enorme área gramada e perfeita para quem quiser ficar em camping selvagem ao lado do rio e continuando a trilha, próxima ao Mambucaba, chegará na pinguela sobre o Ribeirão do Veado uns 10 minutos depois.

 

Aqui uma outra bifurcação e seguindo em frente vai sair em uma outra Trilha do Ouro, mas essa conhecida como Trilha do Rio Guaripu que vai terminar em um bairro do município de Cunha.

Se quiser chegar na Cachoeira do Veado é só seguir na trilha à direita, logo que atravessar a pinguela.

 

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A cachoeira é enorme e com 2 quedas que somam mais de 200 mts de altura e que vale o esforço para chegar até aqui.

Depois de vários clics voltei ao camping.

Acordei cedo na manhã de Segunda-feira (07 de Julho) e com barraca desmontada e mochila nas costas voltei para o outro lado do Rio pela gaiola de metal.

Depois de passar o enorme descampado atravessei novamente o Rio Mambucaba na pinguela, seguindo agora pelo lado esquerdo dele por encosta bem inclinada.

Preste atenção porque desse trecho se tem um belo visual da Cachoeira do Veado e daqui para frente é trilha em mata fechada e só descida por umas 4 horas até o final dela.

Nesse trecho da travessia o calçamento de pedras é bem visível e está presente em boa parte dela, por isso cuidado com os tombos.

 

Quando chegar no final da trilha, na estrada de terra tente conseguir um transporte até o bairro do Perequê, porque é um longo trecho de uns 13 Km até a Rodovia, passando ainda por uns 2 rios pelo caminho.

Eu não consegui nenhuma carona, então tive que ir na caminhada mesmo e fui chegar no ponto de ônibus em Perequê por volta das 14:30 hrs e ônibus para Paraty só as 15:40 hrs, onde cheguei por volta das 17:00 hrs e como pretendia fazer a travessia da Ponta da Joatinga no dia seguinte, já fui atrás de uma pousada próxima do centro histórico (Pousada Marendaz) para tomar um banho e sair para comer alguma coisa.

A localização da Pousada é perfeita e seus preços são relativamente bons e como era uma Segunda-feira (07 de Julho) nem fui com reserva, pois sabia que a cidade estava vazia.

Depois de uma noite tranquila levantei bem cedo no dia seguinte (Terça-feira), tomei o café da manhã na pousada e sai em direção ao cais de Paraty para procurar algum barco em direção a Praia do Pouso por volta das 09:00 hrs.

Sempre é possível encontrar algum pequeno saindo do cais ou retornando para a Praia do Pouso e eu consegui um, que dividi com mais 4 adolescentes surfistas que estavam indo para a Praia Martim de Sá.

 

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Como o barco era pequeno, ele demorou um pouco mais e só fomos chegar lá por volta das 14:00 hrs.

 

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Depois de chegar na areia da praia com a ajuda de uma pequena canoa, agora era procurar a trilha que nos levasse morro acima até o selado e de lá descer para a Praia Martim de Sá.

A trilha se inicia logo atrás do orelhão, seguindo para esquerda e se tiver dúvidas é só perguntar para os moradores que qualquer um pode indicar. A subida é íngreme e exaustiva e depois de chegar no selado e passar pela bifurcação para a Praia da Sumaca (ou Praia da Joatinga) iniciamos a descida até Martim de Sá, onde chegamos por volta das 16:00 hs.

 

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O único morador aqui é Sr Maneco e sua família, que recentemente ganhou a posse definitiva do lugar.

Ele disponibiliza uma área de camping com banheiros e uma pequena cozinha com pias.

A praia é muito bonita, ondas fortes e boa para surf.

Depois de uma noite tranquila no camping, acordei bem de manhãzinha naquela Quarta-feira (09 de Julho) e fui acertar com o Sr. Maneco o valor do camping e saí em direção à Praia de Ponta Negra, meu objetivo naquele dia.

A trilha sai bem ao lado da casa, na direção oeste. Na dúvida é só perguntar ao Seu Maneco que vai te dar algumas orientações bem úteis, mas a trilha é bem nítida e fácil.

 

Existe uma bifurcação para um Poção e para o Pico do Cairuçú à direita, depois de uns 30 minutos, mas é uma trilha usada somente para quem vai até o Poço.

O Saco das Anchovas vai aparecer logo à frente com várias casas de pescadores ao lado do costão.

 

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Aqui é possível seguir pela trilha bem acima das casas ou descer e passar ao lado delas.

 

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Mais alguns minutos à frente e outra bifurcação, sendo que esta leva até a Praia do Cairuçú, onde existe uma casa e uma nascente ao lado. É uma praia muito pequena e quase deserta e ótima opção para passar algumas horas descansando.

Seguindo pela trilha principal, mais a frente passei ao lado da casa do Sr. Aplígio à esquerda e uns 50 mts depois tem um riacho onde encontrei algumas mulheres lavando roupas.

 

Depois desse riacho tem ainda uma outra casa à direita e logo a trilha se divide em 2: uma que segue para esquerda, próxima ao costão, mas a trilha certa é a da direita.

Mais alguns minutos de caminhada e chego novamente em uma bifurcação em "T", onde é só seguir para esquerda e daqui para frente é plano até iniciar a longa subida, com alguns trechos bem íngremes cruzando inúmeros riachos (junto a bifurcação existia uma placa fixada em uma árvore indicando PONTA NEGRA para esquerda, mas parece que recentemente retiraram ela).

Esse é o pior trecho, já que a subida parece nunca terminar. A caminhada é muito cansativa por dentro da mata fechada e no meu altímetro o topo chegou a + - 560 mts.

Pouco minutos antes de chegar lá existe uma Gruta chamada Toca da Onça que pode ser uma boa opção em uma emergência.

Depois de um pequeno trecho no plano, agora é descida muito íngreme, onde é recomendável ir se segurando nas raízes e galhos senão é tombo na certa.

 

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Cheguei na Praia de Ponta Negra as 16:00 hrs com uma pequena chuva.

 

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Aqui existem 3 campings e escolhi o quintal da casa da D. Dilma, junto da escada de acesso à praia. O lugar era bom porque tinha a proteção de um bambuzal bem ao lado e a praia estava bem próxima.

Depois de montada a barraca, desci até praia e encontrei inúmeras crianças que jogavam futebol na areia.

 

Entrar na água era um pouco perigoso porque as ondas eram fortes, devido ao tempo chuvoso. Só fiquei mesmo observando o pessoal jogando futebol.

Depois de alguns clics voltei para a barraca e fiquei descansando até o anoitecer, quando fui preparar meu jantar.

Durante a noite choveu para caramba e de manhãzinha ainda tinha aquela garoa e o vento frio. Fiquei na dúvida se continuava dentro da barraca ou continuava a caminhada. Ficar no camping com aquele garoa era perda de tempo.

Não poderia ficar esperando o tempo melhorar, né.

Continuei a travessia com garoa mesmo.

A continuação da trilha está bem a oeste da praia e seu acesso é bem fácil.

 

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Depois de alguns minutos já fui chegar na Praia das Galhetas (muita pedra e sem areia, mas inúmeros poções em um rio que deságua na praia). Nesse trecho é preciso tomar muito cuidado porque a trilha cruza o rio pelas pedras.

Deixando o rio para trás, a trilha vai subindo um pequeno morro para depois descer tudo.

 

Nesse trecho se encontra com uma bifurcação junto a um pequeno riacho que leva até a Praia dos Antiguinhos, que é deserta.

Mais alguns minutos e chego na praia mais bonita dessa travessia: a dos Antigos.

 

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O local conta com 3 nascentes e é proibido para camping.

Existe até uma placa no local alertando sobre isso.

Nessa praia fiquei por um bom tempo apreciando a vista (é por essas coisas que vale toda essa caminhada).

 

Mais um trecho de subida de morro e chego na Praia do Sono, que é a última dessa travessia e a preferida de muitos mochileiros.

 

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O visual que se tem antes de descer até a praia é lindo e mereceu vários clics.

O problema é que a chuva deixou a trilha escorregadia e com isso tive que descer bem devagar para não cair.

Próximo da areia, encontrei muito barzinho com algumas barracas e mais para dentro existem outros inúmeros campings.

 

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Depois de chegar no final da praia, parei um certo tempo aqui e fiquei só observando a minha última praia dessa caminhada, pensando em voltar algum dia com tempo bom.

A continuação da trilha é no final da praia, mas agora a caminhada é quase toda ela feita por uma antiga estrada de terra com um pequeno trecho inicial por trilha íngreme.

Do Sono até o ponto de ônibus na Vila Oratório foram umas 2 horas de caminhada, onde cheguei por volta das 13:00 hrs e lá esperei o circular para Paraty.

Ainda deu tempo de comprar a passagem de volta para Sampa naquele dia 10 (Quinta-feira) no ônibus das 16:30 hrs, onde dormi a maior parte da viagem.

 

 

Abcs

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O que voce recomenda levar???

A intensao e de acampar.

 

valeu!!!

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E aeh GADO.

Acampar eh melhor. E o camping nao eh tao caro.

Na Pousada Barreirinha eh o mais legal, pois tem um pico, o da

Gaviao, ao lado, e q da p/ subir em menos d 1 hora.

Eh uma bela subida.

 

E depois continuando na travessia, ja no dia seguinte, acampe ao

lado da Cachoeira dos Veados.

 

 

Augusto

  • 3 semanas depois...
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E aí pessoal.

Eu e minha namorada Marcia estaremos voltando p/ Paraty p/ refazer a Travessia da Joatinga.

Iremos chegar em Paraty no inicio da tarde do dia 07 de Setembro e tentar pegar algum barco em direção a Praia do Pouso.

Iremos refazer o mesmo trajeto: Praias do Pouso da Cajaíba,Martim de Sá, Cairuçú, Ponta Negra, das Galhetas, Antigos, Antiguinhos e Praia do Sono.

Terminando essa travessia iremos p/ Trindade.

E se der tudo certo por lá, vamos emendar com a Trilha Camburi-Trindade e terminando lá pelo dia 11 ou 12/9 (Sexta ou Sabado) em Camburi, já em Ubatuba.

 

Temos algum receio de que não consigamos mais algum barco no cais de Paraty, já q vamos chegar a tarde por lá.

 

Pelo menos o tempo está ajudando e com um sol como esse, parece q vai valer a pena.

 

 

Abcs.

 

 

Augusto

Editado por Visitante

  • 3 semanas depois...
Postado
  • Membros

E aí pessoal.

Refiz essa travessia e agora juntamente com minha namorada. Terminamos em Trindade e resolvemos seguir p/ a Praia de Camburi, já em Ubatuba.

Passamos por algumas dificuldades. E que sirva de lição p/ as próximas.

 

Saímos de São Paulo no feriado (07/09) bem de manhãzinha e chegamos em Paraty por volta das 14:00 hrs. Estávamos com dúvida se ainda conseguiríamos algum barco que nos deixasse na Praia do Pouso da

Cajaíba, mas assim que chegamos no caís, encontramos uma escuna que estava retornando p/ o Pouso. Ela deixou o cais por volta das 14:30 hrs e na entrada do Saco do Mamanguá pegamos o mar um pouco revolto (foi um tal de sobe-desce onda) e chegamos no Pouso por volta das 16:30 hrs, chegando em Martim de Sá pouco antes das 18:30 hrs.

 

Lá encontramos algumas barracas ao lado da casa do Sr. Maneco e outras próximas da areia da praia, onde montamos a nossa também e fomos fazer o jantar, apesar do Sr. Maneco vender P.F. O camping está em $5,00/pessoa.

 

O dia seguinte amanheceu com um sol muito forte, mas em vez de aproveitarmos a praia, seguimos em direção a Praia de Ponta Negra. Saímos por volta das 10:30 hrs e chegamos em Ponta Negra às 16:30 hrs. A trilha até Ponta Negra é bem tranquila, podendo existir alguma

dúvida no início da subida do morro p/ se chegar até a altitude de pouco mais de 600 mts. Logo depois do início da subida, existe uma placa de Ponta Negra, apontando p/ uma bifurcação. A partir daqui é só

subida sem mais bifurcações.

 

Em Ponta Negra existem 2 campings. Um de frente p/ a praia, pertencente a uma senhora idosa e com um bom lugar p/ barracas. O outro é o Camping da Branca, mas um pouco afastado da praia e com solo um pouco irregular. Ficamos no camping da senhora idosa, que

está com valor de $10,00/pessoa, mas conseguimos um certo desconto (nada mais justo, pois não era feriado e nem fim de semana).

 

Depois de montarmos nossa barraca fomos atrás de algum tipo de refeição, que incluisse peixe, mas não encontramos nada. O camping da Branca que também funciona como restaurante (é o que diz a placa) não tinha nada disponível também (mas que falta de espírito capitalista o pessoal dessa praia, viu). Tivemos de nos contentar com a nossa comida mesmo.

 

No dia seguinte (Quinta-feira) saimos por volta das 11:00 hrs em direção a Laranjeiras, passando pela Praia do Antiguinhos e paramos um certo tempo na Praia dos Antigos p/ tomar um banho de mar.

 

Na próxima Praia, a do Sono, encontramos várias barracas montadas na areia e uma fruta que nos fez perder um certo tempo: a pitanga. Fruta bem pequena e avermelhada que se assemelha a framboesa. Muito gostosa. Nessa praia também fomos abordados por dois

senhores indagando se estávamos fazendo a travessia e coisa e tal, sem saber que essa conversa ia ser extremamente útil mais tarde.

 

Continuando a caminhada, logo chegamos em Laranjeiras, no ponto de ônibus às 15:30 hrs e ficamos sabendo que só haveria ônibus p/ Paraty a partir das 16:30 hrs, mas como não estávamos a fim de aguardar 1 hora, resolvemos continuar na caminhada até a saída do

condomínio e na bifurcação p/ Trindade, nosso destino naquele dia.

 

Na estrada, tentamos carona, mas em vão e depois de já termos caminhado mais de 1 hora, resolvemos descansar um pouco, junto à estrada, mas adivinhem quem encostou p/ nos oferecer carona sem a gente pedir? Aqueles dois senhores lá da Praia do Sono. Eles estavam retornando para o Rio de Janeiro. Essa carona veio em boa hora e nos economizou uma caminhada de cerca de 1 hora ou mais até a bifurcação p/ Trindade, onde chegamos por volta das 17:30 hrs famintos e cansados e a primeira coisa a fazer era saciar a fome, já que estávamos a 3 dias comendo macarrão, sopa e salame.

 

Depois disso ficamos em um camping da rua principal a $6,00/pessoa com direito a banho quente e visita de um pequeno rato no meio da noite à procura de comida (não chegou a entrar na barraca, mas deu p/ ver que ele tentava). Fomos dormir bem cedo, porque no dia seguinte (Sexta-feira) ainda tinhamos uma trilha pela frente, a Trindade-Camburi.

 

Saimos bem cedo do camping, porque ainda queriamos aproveitar o final da tarde na Praia de Camburi. Paramos p/ tomar um café da manhã em um barzinho e seguimos em frente. Já eram por volta de 09:30 hrs.

 

A Trilha Trindade-Camburi se inicia dentro do Camping da Torta, na Praia do Caxadaço. Entrando no camping,siga p/ à esquerda até atravessar um riacho. Poucos metros à frente a trilha cruzará com outro riozinho, que estará à esquerda. Siga pela trilha, sempre

subindo e saia na 2ª bifurcação para a esquerda. Agora é só tocar para cima, porque a subida é bem acentuada e sempre com um rio a direita que logo será cruzado. Na altitude de pouco mais de 300 mts chegará a divisa de RJ/SP, onde existe um marco de concreto de

aproximadamente 0,5 mt de altura, junto da trilha. Até aqui foram pouco mais de 1 hora desde a praia.

 

Passado essa divisa, haverá ainda um pouco de subida e logo a trilha se estabiliza e cruzará com um pequeno riacho. Daqui p/ frente surgirão várias bifurcações para a direita, mas se vc quiser se manter na crista, siga sempre para a esquerda.

 

As bifurcações para a direita conduzem a trilhas paralelas, mas em declives acentuados. Indo para a esquerda, vc terá sempre o costão como guia. Em uma dessas bifurcações, fomos para a direita e perdemos um certo tempo até retornar para a trilha correta. Fomos terminar a trilha, pouco depois das 15:00 hrs, sendo que o final dela é marcado por uma enorme plantação de mandioca. Não resisti e peguei algumas, pois poderiam ser úteis. Da Praia de Trindade até aquele ponto levamos cerca de 5 horas de caminhada com algumas paradas.

 

Ao chegarmos na Praia de Camburi fomos para o Camping Ypê (o mais bem estruturado de toda a praia), mas não havia ninguém para nos atender. Resolvemos procurar outro camping e ficamos no Camping do Dadá ($5,00/pessoa em terreno bem plano).

 

Como iríamos ficar até Domingo, resolvemos procurar algum lugar que vendesse refeições, mas por incrível que pareça não encontramos nada, mesmo nas barracas da praia. E a nossa comida acabando (é dificil quando se tem dinheiro e não tem onde se gastar, viu). Aí não teve jeito, tivemos que fazer uso da mandioca. Cozinhamos em pequenos pedaços e depois misturamos no macarrão e no pouco de salame que restava.

 

Para o almoço do dia seguinte (Sábado) teríamos que procurar alguma refeição nas barracas da Cachoeira da Escada, localizada na rodovia. Na tarde de Sábado foi o que a gente fez, mas só encontramos uma porção de calabresa (foi o que nos salvou naquele dia), mas a coisa ficou pior quando retornamos p/ o camping. Ao chegarmos lá, encontramos nossa barraca rasgada na lateral por um

cachorro e o salame e o macarrão do lado de fora. É, parecia que os cahorros estavam com mais fome do que a gente. Mas, ainda nos restou a mandioca (Ahhhhhhh, se não fosse a mandioca.....). Talvez se demorássemos um pouco mais, nem mais encontraríamos o salame e o

macarrão. E como tinha sobrado um pouco de margarina, que tínhamos comprado para o café da manhã, resolvemos fritar a mandioca. E esse foi o nosso jantar.

 

E p/ não dizer que tragédia pouca é bobagem, o Domingo amanheceu chovendo, sem qualquer expectativa de praia.

Iriamos voltar p/ SP no ônibus das 16:30 hrs, então até dava p/ aproveitar a praia, mas sem chances. E a chuva nada de parar. Como o terreno do camping era plano, começou a acumular água em certos pontos e um deles era junto a nossa barraca e com isso começou a

invadir a nossa barraca pela parte de baixo.

 

Era muito pouco, mas incomodava e aí tivemos de sair e ir p/ a varanda da casa do dono do camping, onde aguardamos até a chuva parar (na verdade, só deu uma pequena trégua, pois ela sempre retornava). E aí não teve jeito, tivemos que pagar $10,00 p/ uma pessoa de carro nos levar até a Rodovia, já que não queriamos tomar chuva no caminho. Lá pegamos um ônibus até Paraty aonde chegamos pouco depois das 14:00 hrs e tiramos todo o atraso: fomos em um restaurante do centro histórico e nos fartamos com um belo almoço. Depois ainda passeamos pelo centro histórico p/ depois retornar a SP, onde chegamos por volta das 23:00 hrs.

 

 

Abcs

Editado por Visitante

  • 5 meses depois...
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  • Membros

E aí pessoal.

Se alguém quiser fazer a travessia da Bocaina saindo de S.J. Barreiro o ideal é sair bem cedo da cidade p/ estar na Pousada e Camping Barreirinha antes do anoitecer.

 

Da cidade até a Portaria são quase 30 Km e se vc não quiser arriscar uma carona, o ideal é arrumar um transporte até a Portaria do Parque.

O Zé Pescocinho (12/3117-1368) e seu fusquinha são os preferidos de quem sobe até a entrada do Parque Nacional (na época q fiz essa travessia ele estava cobrando $70,00 independente de qtas pessoas iam).

O Poro da Bocaina (12/3117-1102) usa um Land Rover.

Tem também o

- Sr. Jaime: (012) 3117 15 14;

- Jeferson : (012) 3117 22 40;

- Flávio : (012) 3117 21 49;

- Nego : (012) 3117 22 12.

 

 

 

É isso.

 

 

Abcs.

 

 

Augusto

  • 1 mês depois...
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a distancia de 30km (segundo as medidas de nosso amigo ai em cima) entre a SJ dos barreiros até a portaria do ibama é quase humanamente impossivel de ser vencida a pé. Vale a pena conseguir algum tipo de carona. Em SJ dos barreiros há um posto do ibama, acho que toda sexta sai uma caminhonete da base para a entrada do parque, vc pode pegar carona de graça (se for em baixa temporada).

 

Eu fui já faz uns anos, tentei vencer os 30km de subida interminável com uma cargueira 45L nas costas. Nâo rola, o terreno é muito acidentado e interminável.

 

Eu ouvi relatos sobre esse tiozinho que faz o percurso com o fusca marrom. Deve ser no mínimo curioso ver o fusquinha vencendo uma estrada toda esburacada de subidas intermináveis.

 

Só lembrando, quando eu fui, o ibama exigia uma autorização para a entrada do parque. Eu não tinha, falei que havia enviado um fax pro escritório central e que devia ter extraviado etc...

Postado
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Ao nosso amigo q disse q é humanamente impossivel, acho que não é verdade.

Eu não sou um atleta nem praticante daquelas corridas de aventura, então acho que uma pessoa normal e sem se esforçar muito, dá p/ fazer sim essa caminhada.

 

 

Eu não só caminhei da cidade até a portaria. Na verdade cheguei a poucos minutos do Pico Tira Chapéu, que é uma caminhada ainda mais longa.

Se meus calculos estiverem certos sao pouco mais de 20 Km da cidade até o alto da Serra e do alto da Serra até o Pico Tira Chapéu mais uns 10 Km em terreno plano.

 

Se eu consegui fazer toda essa caminhada em 1 dia, outras pessoas também podem. É só sairem bem cedo da cidade. No máximo 06:00 ou 06:30 hrs.

 

 

E só p/ registrar, a minha mochila era uma cargueira de 60 litros.

 

E durante toda a minha caminhada passou por mim apenas uns 4 ou 5 carros. Alguns eram de agencias, outros particulares e NENHUM ME OFERECEU CARONA.

 

Por isso quem se aventurar a subir a pé todo o trajeto da cidade até a Portaria, dificilmente conseguirá carona.

 

É isso.

 

Abcs.

 

 

Augusto

Postado
  • Membros

foi por isso que eu disse "quase" humanamente impossível. O que eu quiz ressaltar é que não vale a pena percorrer a distancia da cidade até a entrada do parque, pelo menos na minha opnião. Ela é cansativa e não oferece muitas atrações, ao contrário da trilha. Talvez vale a pena poupar engeria pra ter de sobra durante o percurso.

 

Quando faltava uns 5km pra entrada do parque eu consegui carona!!! da eletropaulo, hahha.

  • 2 semanas depois...
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Esse negéocio de poupar energia não acho a vale a pena.

 

Conheço um cara q entrou no PNSB pela cidade de Arapeí e percorreu só no 1º dia pouco mais de 33 Km sem parar. Ele fez em 9 horas.

 

A primeira noite dele foi na Pousada Barreirinha.

 

O segundo dia ele percorreu mais uns 30 e poucos Km, indo direto da Pousada até Mambucaba.

 

Eu fiz o seguinte trajeto: 20 Km da cidade até o alto da serra + 4 Km até a bifurcação da Fazenda Pinheirinho + 3 Km até a Fazenda + 1,5 Km até o inicio da trilha e + 4 Km até o topo do Pico Tira Chapéu.

 

Totalizaram 32,5 Km em pouco mais de 10 horas.

 

Não acredito q isso seja humanamente impossivel.

 

 

 

Augusto

  • 1 mês depois...
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  • Membros

Eu conheço pessoas que moram na serra da bocaina.

 

Só pago o onibus de são josé dos campos até a cidade de SILVEIRAS (conhece?) de lá, vou até o bairro dos macacos, de onde parto para a casa dessa pessoa. a pé são 6 até 8 horas dependendo da velocidade da subida. O lugar onde fico fica no meio da serra, bem afastado de todas as cidades por perto. Nessas minhas ferias de julho, pretendo ir para lá, conhecer o local mais profundamente.

Lá tem muitas cachoeiras como a cachoeira da caroba e a mais conhecida, a dos veados com suas imponentes 7 quedas.

 

Realmente , a serra da bocaina é um lugar magnifico... o melhor lugar q já fui

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