Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
Entre para seguir isso  
mcm

Foz do Iguaçu, em 3 diferentes momentos

Posts Recomendados

[2004]
A primeira vez que fui a Foz do Iguaçu foi em 2004. Foi no período que chamo de hibernação do meu instinto viajante, foi num raro momento que consegui tirar férias. Fui sozinho, fiquei lá uns 5 dias.

Fiquei no Paudimar, acho que era o único albergue na área naquela época. Era isolado, numa área rural, de modo que havia até um ônibus gratuito para a população pegar de/para a estrada. O fato de ser isolado praticamente empurrava todo mundo que estava hospedado lá a socializar, que é o que ocorria toda noite depois da janta. Galera ficava nos arredores da piscina bebendo e conversando. Dei sorte de ter pego uma galera muito bacana por lá no período, eu era o único brasileiro em meio a diversas nacionalidades. Lembro de um cara do País de Gales que era professor e tinha vendido a casa para viajar pelo mundo. Lembro de dois ingleses com quem ainda me encontrei no Rio posteriormente e com quem mantive contato durante alguns anos. Lembro de umas garotas irlandesas que falavam um inglês complicado de entender, toda vez tinha de pedir para elas repetirem (ou era socorrido pelos ingleses que as entendiam). Eram as únicas pessoas que eu não entendia. Toda noite era bem bacana por essa troca de experiências, era muito bacana ouvir as experiências deles nas viagens que faziam, o que achavam do Brasil, Rio, etc. Foi ótimo.

Além disso, é claro, conheci o que acho que havia para conhecer em Foz. Parque brasileiro, parque argentino, Parque das Aves, Itaipu, Ciudad del Este (sem compras!), Mesquita (fiz uma longa visita pré-agendada e particular, e foi excelente para eu desfazer resquícios de preconceitos e conhecer melhor a cultura islâmica; foi das coisas mais legais daquela viagem), zoológico público, rafting no Macuco, etc. Cinco dias foi tanto tempo que eu me lembro de passar uma tarde lendo no albergue.

Lembro do espetáculo para os olhos que foi ver aquelas cataratas pela 1ª vez. Fotos, vídeos, nada disso é como estar lá e ver com os próprios olhos. Sentir o vapor, os respingos, ouvir aquele barulho das águas, ver aquele volume de águas, aquela .
 

 
PvLrdOvzwvdgXZqjyfKNUIBzAZ3XSpGBfQ6zRasrgo2Bs8kOGjzqSiWHdDAOABAPHAcd4GUkbRD40-IAJ5Y6B-jHaI9F8q_QEm9K3sTKdZo69cGmZUN9y7mLtOS-YNFa8CHRC96REW79Wfv2KE8G5m3f3Jt4b8zZABjlQ9u2zBqrlJFxqmKllp4XwWKQ7qN3nD63yZrG9DMcGoPlF1b0EqYu5NUBIYR_gJ7siaXyB90tWfJpmwcAr9Peo1PSyE9U7S6UDm3ghKDEu8UDPigtn2J1por3-3TfGigtpBsZ3xDCnsGR4goZN86tb_6Ty5DehHImfdNagAGRb8DLjSmFMJRFELrgMhFfOSioX1lvFDtMG8gudCEfFaqEbHd0vSedep_W6H_xuwyjtm44RaLBnLz4WQxuu5a1dYwKteUcUGudpmX4RgiRQBhtkTd4NFRdMwFUDBgfw-0ufTcHoVYOv9TOMmpDNjwQA4bNEoj5EFYB5QrKebpR-yJWCfOBUNYDCe6i_adbWi-vay6Q5OTj9wgJvOP_mm1FzcBYCO9ngmsg55mKCErgwv3-D46ZJ23CfR3ej0PWyNFkuTlrxymdhOn_ZmAoJIhFUcWL63HP=w534-h259-no
ZM-t5i3fEuEOtLwUMhN0fOtPwMj7dGNsVuYYZ72Va-lj3yp-a2K5f9U6UAyclXA_NYpxdFaGGzjCNVbaR00fB2llY-_8BAFPweh86kYSv8xDr5bZWxG4JCwSklp4pZ-SvFgCGfxzehgc8WUWp0HWqoj7k3LtiHbya2jQ-HTF1A0qxdPdWQ2mJjVlGH1ND8_KqZlAgqm3FcC-PD7qSUQ3wOqJc3oh5B2uTReNMSQDUaWDIU6R-Pc62N2Qb34XKyIMtMjPfRAKT2h2mkcD3h_8yGSz4XLSKU4O3bZCBhZ5gKg64IazRpa8lOSvVD8D3eNT9YtlHZjpUtlVB4fXygwLhWsyv7TjzfzSurSm1vIqV1NA8Y4JIBSa9gvVvAUEUMB8dFuhRWJM79Xzu6wxufSjaV7BVsK6YsyhveU29Q6SZfoiitI4jmUUBjU2xva9-fJBvhKZ6caIiv3vbr9NCxk7_dzbabJWdYylY-In4S3QHTu7o-Gw8E4cZHKEAZ0PIKijWA1JOaC8aKHgTNtXlrz3RLqk-M8rksXLQA-zuC_khYTi4kjtI-Tj2RXqzIrsUrprH_FmcARAGbzJwYxUx538RZcGOL9pJjOGjHpOu-7t=w1024-h768-no
As Cataratas em 2004

Lembro de como visitamos o lado argentino. Era um ônibus particular de um argentino que fazia esse serviço para o albergue. Ele levava de manhã, organizava a parada toda na fronteira, e trazia no fim do dia. Ainda parava em algum canto de Puerto Iguazu. Mas a lembrança mais divertida era ele, naquele dia em que nos levou, zoando geral na Argentina pq o time dele tinha ganho na noite anterior. Provavelmente era Boca x River, mas realmente não me lembro. Sei que ele zoava até os policiais e caras da imigração, passava por eles buzinando e cantando vitória. E a galera recebia numa boa. Divertida e sadia, como deveria ser a rivalidade.

Lembro de como eu me senti bem fazendo o rafting pelo Iguaçu. Foi uma esbanjada na época, a segunda e última da viagem. Tinha sobrado orçamento, então decidi esbanjar no Macuco e escolhi o rafting. Já tinha feito o Gran Aventura (a outra esbanjada), então optei por um passeio diferente. A lembrança que ainda tenho descendo o rio nadando (depois do rafting tem um relax) ao redor do bote é deliciosa. (Era 2004, as câmeras digitais ainda eram relativa novidade. Não havia fotos na água como hoje.)


[2014]
Dez anos depois voltei. Fiz anotações na época, mas nunca publiquei o relato, então agora vai.

Soube que empresa para a qual eu trabalhava iria enforcar Corpus Christi. Entre as opções, acabamos escolhendo Foz do Iguaçu, que eu já conhecia, mas Katia não. Seria legal rever as coisas 10 anos depois.

No entanto, o Rio Iguaçu havia sofrido dias antes com uma das suas maiores cheias naquele período. O lado brasileiro tbm teve várias passarelas fechadas. Quando fomos, a cheia já estava diminuindo e os parques estavam abertos. Ainda assim, o volume de água estava muito alto, a água estava bem barrenta, e algumas poucas partes do lado brasileiro estavam fechadas. Do lado argentino o estrago foi bem maior: todo o circuito da Garganta do Diabo, principal atração do parque, estava fechado. Várias passarelas tinham sido destruídas pela força do rio. Outras partes do Circuito Superior tbm estava fechadas. Não ver a Garganta de fato diminui a experiência, mas o espetáculo da natureza no Iguaçu prossegue esplendorosamente espetacular.

Naquela vez optamos por passar duas noites em Foz e duas em Puerto Iguazu. Seria interessante conhecer a pequena cidade argentina, bem menor e mais pacata que Foz. Ficamos na Pousada Natureza Foz e na Iguazu Royal (ambas com custo-benefício muito bom na época). Era meio do ano, fazia frio. No feriado, fez bastante frio, chegou a bater 7 graus de noite. E dessa vez alugamos carro, optamos pelo conforto (e agilidade).

No 1º dia fomos para o Parque Nacional do Iguaçu, +- na hora de abrir. Deixei o carro em frente ao Parque das Aves e logo fomos abordados por alguém. Escolado pelo assédio constante da Índia (que havíamos visitado meses antes), já meio que repeli, mas o cara era um agente oficial de turismo (ou coisa parecida), deu boas informações. E nos vendeu uma capa de chuva bem guerreira (a um preço mais baixo que no parque).

Percorremos o parque todo, revi toda aquela maravilha, tomamos muito banho de água (gelada!) devido ao ainda alto volume, ao vapor.

bL_h2bIY38FaOVlrDlkAIfluupVU_2zERHdVjtdZkSmCXZZ_FwFBQKx9CNKQZs3371CgI54IW61hMfMDAIbSAWjtexS-frEUi8j5TttUJamnGyj2vH2KdfQLqv2HkyxUWHVlRzKqHXyMUYN1Ssu19haV9YNReKGxjTpNhlDwDcLo3EEtR4jXLV4JBZk4vZWVRcMZtvl-St8u0fB4u7-CtOsYTjY6MblYMQwnssCyAnXO10EX-8cai_XqXtuFuiTxJxORVOkF1IZ9JEiiZG-FTpJi4QwdXfnMiepT5j6jF-dF31xq9aDonp_X8l_8zpavKy327q9vj0WoHDlMibT9cx02hW6s2fzv7BbLXC2Enn5lDzzEigOJkKScq9_8VeroomhCMNXZlevYYf_wmOkbqvV6r6ZA1ufX5v8phnvqSO1Tq75FGEuGuPow4Pxge5lpDDfo6CfxwpTrGQh1BxzgLIUozSkqGN8JUhA958AYkLm7cJtSOzxaxp_l2fMLNfzPKsf2OpTZ5mIN7j-9gWmk1TAQjeY3iSw8bDJo8p1K9cEUPb5cGig1w8eU0wheV4JtpG3PCm3ooMvdApWmsY6w1GTjT1dVTjw4waIzOuuQ=w1923-h424-no
Era muita água

Fui conferir no Macuco se ainda havia o rafting que eu tinha feito dez anos antes. A galera informou que só o passeio de barco do Macuco que estava rolando, todos os demais estavam suspensos e/ou cancelados. A cheia devastou a plataforma de rapel, por exemplo.

Optamos pela aventura do Macuco. O passeio do lado argentino (Gran Aventura) me trazia ótimas lembranças, seria legal ver agora do lado brasileiro. E foi mesmo muito maneiro! Ainda que eu tenha ficado tremendo de frio com a água gelada no corpo. Teria facilitado MUITO se eu tivesse levado uma toalhinha para me enxugar!

VlOImWO-pTidwy7G2n6xL5yloWUqud-bl1o3T8CtAt88vwNk6Usb_C_Iw2OvNGbRUi2eupx3ALCs3JzqGtbC6cWqFXKSSl3lowjNz8FzMUp3E9OU-EwkIJO0fvsC7WtIkdSjpaP2_k5EVkE9g6SmmmbytYYL0w9iz7RTcUeHDGYoPAOQGk8cQ7ZqwTg6h17mhXrwH55scWCQlxlNJbDZtVY4IHN9MAX19chSMaG4B3_NZVVaOQobcKNR28f8VhYkS5VwYwagCQENAyRDWmnZqWlkaudmbInRBmY6URYmeijLsLqgz3VlPU03A7KdNPQqBJn5XyAMJ8WbEWpwiNpOmpRUk7M7Qe3tjJ-geYmh8vNsrSRO5wWB2z0nB8kDyEmx4OPC5zgQHw5j0xzleu9k7fNJ57DvfLJ35N_rmk715Qe7iJq1G1ELlmBmuJukUJbLQfSnf4EAd6ZnB3qqAQS8N-m7nskSG3NV7Mu7otl7bAA1NLUMKNRZCBOv0U0VOrv21HeOolyd0aLsporVvh7-qNZwAXdnaRp2HeW65qg_U1zRDGwD9P4k2PWOHaGRZjVaPV923HVBh4RT_G8FjeC7mpbHhXuFIQQAQ08Zk45B=w1239-h929-no
Macuco rumo ao arco-íris!

Encerrado o parque, fomos realizar o grande barato que tínhamos programado para a viagem: fazer o passeio de helicóptero. Caríssimo, sem dúvida. Se vc tem algum medo, entendo que é igual a mergulhar de muito alto: melhor não pensar muito. Ande, pule e pronto. Pague e curta. Depois trabalhe para pagar a conta do cartão. A memória será eterna. Ao menos enquanto durar – e a minha dura até hoje. Cada dia que passava nas semanas e meses seguintes eu tinha uma lembrança cada vez melhor daquele passeio, que dura míseros minutos, mas que sobrevoa as cataratas dos dois lados. Sublime. Tranquilo. Inqualificável. E o melhor: já nos esquecemos de quanto pagamos.

ds_yQkVAH7sWsNu3PuCvYvpmRyesN6jhiX5p0TNG4Jy-gzgNeyHzdVz6CDFHb9YU8q2cKLL4QLwUhWRnzwBYiHbay4lAs5FrhFceSRICtb22gNpwOVKYS7MehU7v8_t9MtVzMFFArpCh_kGSDi7F5wDyZ9nnyNHsDFZgdUMRyxhpTgUBNqNnvLUKYbbEn4SIo-6X9E6swqoBUSJYUmhS-ZDCh4IrDveMI3dkJ5WQsMCLCfemzz1QVxTd5SoKkatD8l1VfYtVBg3OZbq4lMFLyrhRdpymeq5mdZZV0hGpkgYmeonJ9Ro7z7PSUtu2UUdMSEEx3oz7Za-SKG2llWkB5Whxz7-8_YOHDlmdBFF_Q0EdybD5Na1IR8S3DPs1xojDAxfewi2DWdQ2goQtKSIcdCJA_xwSC-xD4Ws2BNYUDEJo9cjQcmFlcMVmkdidbU1ZTF8SZZdhzVcOcFfMwYePrsysalE8LoERFPbqMlgc4VhWHUhqftgXK2bx3iNyKeWhiTQxnbzi-nHjK18zUoTbncRAauIjVXytLJ2u1jVRtvMnczgQSFB0Jg8rRPhs7kie-uXFIwg7Se_dExWHCc1eyVTw4NcTQ4OyjA1SnkLx=w1239-h929-no
Inesquecível

Lembro que o que eu mais queria fazer quando acabou o voo era... fazer o voo novamente. Mas aí o bom senso prevalece, claro. Atravessamos a rua e fomos no Parque das Aves. 

Eu também tinha ótimas lembranças do Parque das Aves, mas achei que foi ainda melhor. Maravilha de lugar. Ficamos lá até o parque fechar e a galera nos intimar a sair. Era época de Copa do Mundo e, na saída, o Uruguai derrotava a Inglaterra.

Ou seja, num dia inteiro dá para conhecer o Parque, fazer o Macuco, sobrevoar de helicóptero e conhecer o Parque das Aves. Sem pressa, nem correria. Basta pular o almoço. (mas, claro, isso sempre vai depender do ritmo de cada um)

Encerramos o dia jantando muuuito bem na Vó Bertilla.

No 2º dia fomos cedo para o centro da cidade. Arrumamos um estacionamento por lá, negociamos o preço por algumas horas e rumamos para a Ponte da Amizade. Dez anos antes eu fui ao Paraguai para conhecer. Fiquei basicamente ali na entrada de Ciudad del Este, entrei em algumas lojas e shoppings e não comprei nada. Fui muito assediado nas ruas, me ofereceram até revólver (!!). Mas cruzei a ponte de volta sem nada comprado. É raro eu comprar coisas em viagem.

Dessa vez o espírito era semelhante, era mais para ver. Com a diferença de que eu queria e comprei um ipod, que tinha realmente bom preço por lá. Achei Ciudad del Este bem melhor daquela vez. Menos zoneada, menos gente assediando. Fomos, passeamos, curtimos, voltamos. 

[O ipod era original, mas durou pouco mais de 3 anos somente, o fone esquerdo pifou meses atrás. Fui na Apple, que me ofereceu trocar por outro (não consertam) por cerca de *800* reais. Deve ser mais barato comprar um novo, sem trocar. Enfim, adeus, ipod (e Apple). Comprei um sandisk por 200.]

Ainda conhecemos o Templo Budista. Esse era um lugar que eu não tinha ido da outra vez. Muito bacana, muito bem cuidado. Curtimos um bom momento. 

lWCb__PA2-9Nv0_fZZIArbB4irTa7z_bxUymQD4x9KdJ1pee-WI73y5vUvhKTdSknYZRU4e7OTF4IcaQL1IYCXlr9VrxeO9ASkLqTIzShP5sjiFJvTPA--cXQpCOdczLBaRm4BeJY0-wFNRUbpwd7Soz_JAb6OaJRLxDDRTprKP6dZs5Jals5P65T6xw0SI5bp-0w3p8TFPK-_ccIHocGX1ulfkWpEWPrbF9PNdQ2k5RK-sxuq31vvVR4aVfptt3T5OxVFFdmFigrtf-d3m1I2NGxIw9aA3fnCRT4QoZX6yeK05HHZw7uefFk4UBfItIqWqnPchx7jRjQeX_GSdIWYWQCBsUjb9DywuU0fCZvOHT1mPG1etzzC9cFBE7Ez6-HxuS-arLrYinDdqMdWbtdFG8Ar7ytcGR4CnYCVOhEJVP0zNpooc2hz_VNgm8i4kYwu5fNt-X6gYV6bDQxm5umf6vwpDuNoEXe4REczrBUsCPLS8YYSBOPOxl_MEXWH_aSSw2POIOLWfQ9JgqkB14TvK7tmiJqcYmQO4C4e-YzrKxMWQuNalvcHcBIiEX3fwg39Up9FsVNIlg5ZEWttV_KZCA97053Bncs6I96wAU=w1239-h929-no
Templo budista em Foz

Katia não tinha interesse em visitar Itaipu e eu já tinha ido da outra vez, então descartamos. Próxima parada era a Mesquita Muçulmana. Dessa vez, no entanto, a mesquita estava fechada para visitas naquele horário. Apenas observamos de fora.

Já era meio de tarde e já não havia mais o que fazer em Foz para o que havíamos planejado, então partimos para Puerto Iguazu. No caminho passamos no Marco das Três Fronteiras, que estava bem vazio. Pareceu meio largado.

Sair do Brasil é mole, não houve qualquer barreira. Entrar na Argentina é mais sacal, tem de abrir a mala, ficar na fila para passaporte etc. Mas não durou tanto. Ainda passamos no badalado Duty Free, que não achei nada de mais. 

Em Puerto Iguazu, fizemos nosso check-in na pousada e ficamos batendo perna pelo centrinho, conhecendo a pequena cidade. É pequena, beeeem menor que Foz. Aconchegante. Fomos no bar de gelo Icebar Iguazu, que é bem divertido. Você fica uns 20 minutos lá dentro (é frio pacas, não dá pra ficar muito mais que isso, mesmo com o casaco que eles dão) e pode beber à vontade. E se divertindo com o gelo e tudo mais.

SZQx3ChIkbaPxu2iKTlW9vctiRHOO9c2WCtApj5WJallkSn_lVk-_A3Of8DyB0ymhPblALMJgw1WaREYk4tZKp2WI6A3pxNQPV8n1BwSWed2JrbcZwp0TCEHFBhug5p9JZTa57r4dKPbuNWA29thbqhi7Kd4INmqncZwQkKeHp5e7jeIUOVGTNaesIASyZyYE4RAS5hHvaQYZjRs00-zgIsbzwEaA1G9zw3OD_PqOI5BOnRNdlCCi7Qoo0_xTBQZPsco4xYoKuJ_8G_O3oaJp7-Cino8BECQmKH8OrEXRESbBX7FEfkakItZXkO_xE82F4xG-UPunA_Nx3Bw7ANh4FSZcT5BcrgtQb2FEOMV0Xky41JPi5-lYhcogOiyL_B3T0CGZGtrKjW9XFut2kBH1O_-eCiu4s0MoWnPiPBursDp8RD9RgoMEHHOrsWlROS7MdcuEq4LCQfvUqY-i0MEBG62sVQMpykUIVcF-mMqjNOFq8xmPon7_Zl9Mm0uLOIOt-qlVuOTMtkGtpejroqg61cNId0QfthUIJllAflDhcTnE2yr34r3HQS3OMPHR2Focr1an2m3pgTO58VFCW0wxWrCBNMPCUiUMwGNrSse=w1239-h929-no
Relax no gelo

O 3º dia foi dia de conhecer o parque argentino e lá fomos cedo pela manhã. Mesmo cedo pela manhã já havia um monte de grupos organizados (o que acaba impedindo o livre trânsito nas passarelas) – acho que deve ser melhor na hora do almoço. De qualquer forma, nos saímos bem, percorremos todas as passarelas abertas daquele espetáculo. Lamentavelmente diversas passarelas, incluindo todo o circuito da Garganta do Diabo, estava fechada por conta da destruição da cheia. Curtimos o que foi possível. 

JWW9rw1MLnoxguE--AiPW05rvNQaxFGnINFjxypkgoV9UHbt8W4tnjLMgTF4_ZsJ2u-2JWnHmzuBO32gXRKp6vEs8cqz8fsTQ0nF1vJ5Xb-eWoqmwJOpD-3tA4AWy4t5sPiyw5cmntQBfqXDjYlg7Yjhno4hpYA7_C42Ftqz0i9RDy5UNY92vV2WUBKmCQPl6finh0fUCgmLXM4clhIeCDBRmqQCvAdxcJkp8AEDzYhgTGbDJf6ODKXb9lRdV5-FGjWsbZRSYblWW0X719Jq32-6ebi4mBSDv30G546yTZ48RdP4ME0GFYVH7ExcBi_9uoz_gYNk_HiEdPnzPkZlv8A3mKSJ5zGcT68MXHpaFO16zNDirt3psRPnbBH6SHNnxke1MBjGUvv1F2ektwzRU0pPr-Gh0ZdaEv5JY7YDAzvrtMxPaYX7FIXQ8keZ2lD1zSfmQw8OaRIE61hvvokEHE0xQvbknx1IdHNwiCklH7qUEUF6SWL6Dq_dSypFiUeoGLhLHxAqQJ51qgcTZCpPSD2i8GyB6VnaI95PY4uLWSMjhL-Bjv_4cb6y2W07qoNNIgZnJ6b_E-NokoADyySBJZxBe4m1As3MIuXeE3c=w1488-h560-no
As águas barrentas pós enchente em 2014

Com tempo de sobra, fomos fazer a trilha do Salto Arrechea, que era algo que havia me faltado dez anos antes. Foi legal. Na volta, chegamos a tempo de ver o final do jogo entre Argentina e Irã, quando o Messi fez o gol da vitória nos minutos finais. Festa argentina na Argentina!

Rumamos de volta a Puerto Iguazu e vimos que rolava uma festa local em função do jogo. Uma ou duas ruas estavam fechadas e a galera se divertindo. Uma das ruas fechadas chamava-se Av. Brasil! Muita gente celebrando tomando vinho, e não cerveja.

No 4º e último dia fomos conhecer o Marco das Três Fronteiras argentino. Não há muito o que inventar com essa coisa de marco de três fronteiras, mas o do lado argentino naquele ano era muito superior ao brasileiro. Em termos de acesso, manutenção, atratividade, etc.

Dentre as atrações que havíamos listado, fomos conhecer Guira-Oga. Foi muito interessante. Não é um zoológico, é um abrigo de animais que são encontrados. Atropelados, mal tratados, ilegalmente vendidos, etc. Ótima visita. Fomos guiados por um argentino que já viveu em diversos cantos no Brasil, então ele sempre conseguia traduzir para o português o nome dos bichos de que falava. Mas o tour era em espanhol, numa boa.

Almoçamos em Puerto Iguazu mesmo, e confirmei minha impressão geral dos restaurantes badalados de lá: todos bons, mas em Buenos Aires comemos melhor e por menos. Seguimos de volta para o Brasil para nosso voo de volta. Ainda passei no albergue Paudimar para rever o lugar, dez anos depois. Estava vazio quando entrei, mas foi muito bacana rememorar.
 

[2017]
Desde nossa ida a Foz do Iguaçu em 2014 que ficou no radar de voltar lá. A cheia da época trouxe limitações em ambos os lados. Faltou sobretudo a Garganta do Diabo. Enfim, rolou promoção para Foz, com voos diretos e ótima logística, e compramos. Foi para o começo de dezembro. Dessa vez um simples fim de semana (e é suficiente!).

Chegamos a Foz na sexta-feira de noite. Ficamos dessa vez no Blue Star II, com uma ótima promoção pelo booking de 80 reais a diária. Hotel bem simples, custo-benefício excelente. Aproveitamos para curtir um pouco a noite ao redor tomando umas cervas no Guns’n Beer. Boa vibe. Fazia muito calor em Foz naquele fim de semana.

O plano dessa vez era um dia inteiro para o lado argentino e outro dia inteiro para o lado brasileiro + Parque das Aves.

Sábado acordamos cedo e partimos logo depois de um rápido café. Saímos do hotel umas 7:30. O parque abre às 8hs. Tinha a dica de fazer câmbio na casinha onde vende a carta verde, no acesso para a Argentina. De fato, o câmbio por lá é bom. Estava pouco mais de 5 por real e 17 por dólar (especificamente no dia 09/12/2017). Trocamos 250 reais. A entrada no parque para cada um e estacionamento já somam a bagatela de quase 200 reais (400 ARG para cada para entrar + 100 ARG para estacionar). Trocamos 50 a mais para comprar água e etc no parque. Dados os preços, teria sido consideravelmente melhor levar água. Não comprei carta verde. Ultimamente todos dizem que é necessário em qq ocasião, mas entendo que só precisa se vc entrar mais de 50km na Argentina. Em 2014 não comprei, e ficamos 2 dias em Puerto Iguazu. Não comprei dessa vez tbm. E nunca me pediram por lá.

A saída do Brasil na fronteira foi sem qualquer checagem. Seguimos direto. Entrada na Argentina foi rápida tbm. Tinha uma pequena fila, mas acho que não levou nem 10 minutos. Identidades, “vamos somente ao Parque e voltamos hoje mesmo”, cadastra, ok, liberado. Aduana idem, nem inspeção teve dessa vez.

Já dentro da Argentina vimos uma fila monstra que se fazia para quem saía de lá. Looonga, bem longa. Deu medo de ter de encarar aquilo na volta.

Já dirigindo em direção ao parque... vi que o celular marcava 7 e pouco da manhã. Putz! Esqueci do fuso! O parque só abre às 8, eu achava que chegaria lá um pouco depois disso. Enfim, chegamos antes de abrir. De qq forma, a estrutura já está pronta, estacionamentos funcionam, alguns funcionários já estão lá. Alguns grupos chegam antes tbm. Bilheterias abriram um pouco antes.

Assim que entramos, fomos direto para o trenzinho para ir direto para a Garganta do Diabo. Foi o que nos faltou da última vez, era o que queríamos conhecer. Fomos nós e todo mundo daquela primeira leva. Trenzinho saiu lotado.

Fazia um lindo dia de céu azul, e muito calor. Foi assim por todo o fim de semana. Obrigado, São Pedro!! Fomos andando pelas passarelas até chegar no mirante da Garganta e curtir toda aquela grandiosidade. Subia um vapor forte que nos molhava de vez em quando. Molhava, mas não encharcava. De modo que era tranquilo prescindir de capa de chuva. O vapor refrescava, na verdade. O vapor tbm impede que se veja o fundo da Garganta, tamanha é a quantidade de água descendo ali. Curtimos aquele lugar durante um longo tempo, em cada canto, por mais de uma vez. Mais que bonito, é grandioso demais. Pássaros voam nos arredores e entre as cataratas. Helicópteros sobrevoam. E a água segue. Voltamos.

Voltamos, e pegamos o trenzinho de volta. Próximo passeio foi o Circuito Superior. Outro que tinha alguns acessos fechados em 2014, algumas passarelas tinham sido danificadas pela enchente. É redundante chamar de espetáculo o que se vê nas Cataratas do Iguaçu. O circuito é uma agradável caminhada por passarelas e sucessivos mirantes de cataratas, cachoeiras, saltos, rios e etc. Cada um mais belo que o outro.

Completamos o circuito, fizemos uma pequena pausa para reidratação, e seguimos para o Circuito Inferior. Outro redundante espetáculo. O que víamos de cima, agora vemos de baixo. E não necessariamente as mesmas coisas, mas há interseções. Completamos e retornamos para a área de comidas, para mais um relax. Lembro que foi lá que vimos o gol do Messi em 2014. Não eram nem 14hs ainda. Ou seja, 6hs para conhecer, e bem, o lado argentino. 

Um lugar que eu queria conhecer, mas acho que nunca vi aberto (realmente não me lembro de 2004) é a Isla San Martin. Do que eu vejo de longe, parece fechado há tempos. Mas esqueci de perguntar.

Depois de uma nova pausa, tínhamos a opção de refazer uma trilha do Salto Arrechea, mas achamos que não valia a pena. E Katia não queria fazer aventura náutica nenhuma.

Então decidimos voltar à Garganta para ver novamente aquela imensidão, agora com outra luz. E lá fomos. Muito menos gente no meio da tarde. Muito mais quente. Bem menos vapor. Se as passarelas estavam molhadas de manhã, agora estavam secas. Curtimos ainda um bom tempo e encerramos nossa visita.

25018331_791125451075267_7674967448256249856_n.jpg
24838648_149998122307792_6691842695398162432_n.jpg
25006981_188014941777989_888071719233781760_n.jpg
O lado argentino

Ainda paramos em Puerto Iguazu para um almojanta, que reconfirmou minha percepção de anos antes: é bom, mas em BA é melhor e mais em conta.

Retornamos para Foz. Nada daquela fila monstra para sair da Argentina. Amem! Saímos rapidamente, nem fila tinha. Ainda perguntei para o cara da imigração sobre isso, a mega fila de manhã, se era galera indo para o Paraguai (?!), mas ele disse que não fazia ideia do motivo. Na entrada do Brasil, passamos direto novamente. Ainda ficamos de relax no Falls, uma área aberta de lanchonetes em estilo foodtruck antes de voltar e dormir.

Domingo saímos um pouco mais tarde, direto para o Parque Nacional do Iguaçu, lado brasileiro. Tinha uma mega fila para comprar ingressos. Mas havia indicações para comprar nos totens de auto-atendimento, com cartão. Lá fomos. Tinha fila também, mas muito menor. Compramos e entramos. Tinha fila para pegar o busum, mas andava rápido, saía um ônibus atrás do outro. Era outro belo dia de céu azul.

O ingresso do lado brasileiro é beeem mais em conta que no lado argentino.
Brasil = 36 BRL
Argentina = 400 ARG = aprox. 80 BRL

As coisas dentro do parque tbm são mais em conta no Brasil, ainda que caras. Mas já compramos algumas garrafinhas de água no lado de fora (3 por 5!).

Pelo que vi em cartazes dentro do Parque, agora o Marco das Três Fronteiras é pago. Não era das outras vezes em que fui. Nunca achei nada de mais por lá, custo a crer que valha a pena agora. Mas não sei as atrações que criaram para cobrar ingresso. Cheguei a pensar em ir lá no dia anterior para o ver o pôr do sol, mas deixei passar. 

De ônibus o habitual é descer em frente ao Hotel das Cataratas, que é onde começa a trilha até as cataratas. O impacto é crescente, vc vai chegando cada vez mais perto das quedas. É o jeito adequado de se conhecer aquele espetáculo, parando pelos mirantes ao longo do caminho. No entanto, como já conhecíamos, optamos por descer no final, no restaurante, e fazer o trajeto inverso. Do ápice para o começo.

A área do restaurante estava vazia. É bacana ver o alto do rio, antes das quedas, ainda aparentemente calmo. O mirante da Garganta do Diabo, do lado argentino, ali do outro lado. Fomos então no sentido inverso, e aproveitamos que o mirante do elevador panorâmico estava bem vazio. É um ótimo visual dali do alto. Observa-se as passarelas, as quedas e etc.

Fomos nas passarelas, que estavam fechadas quando fomos anos antes. Havia vapor, mas nada que encharcasse. Novamente achei que era desnecessário ter capa de chuva (fora do parque vendiam capas por 6 reais). Curtimos um longo tempo. Acho que o visual do lado brasileiro permite ver melhor o cânion que é formado pela Garganta do Diabo.

Depois seguimos a trilha no sentido inverso. Era domingo, havia muita gente. Em sua ampla maioria, grupos de excursão com crachá de identificação no peito e/ou seguindo o guia de bandeirinha ou guarda-chuva para o alto. No lado argentino tbm tinha muita gente.

25010541_912013402281612_2600646201451741184_n.jpg
25008870_392616391177906_71270193388584960_n.jpg
O lado brasileiro

Desconheço Parque Nacional brasileiro melhor estruturado do que o do Iguaçu. Aliás, custo a me lembrar de algum PN brasileiro que chegue perto em termos de organização e estrutura. Também desconheço um Parque Nacional que tenha mais visitantes que lá. Ainda assim, entendo que destratamos nossos vizinhos próximos, que são, de longe, os principais visitantes estrangeiros do Parque: o áudio do ônibus é em português e inglês somente.

Além disso, presumo que o país perde provavelmente uma boa receita com a exigência de visto – presumo que muitos turistas estrangeiros que estão no lado argentino deixam de visitar o lado brasileiro por conta da exigência de visto. Mas essa é outra (e longa) história.

Encerrada a visita, pegamos o ônibus de volta e fomos para o Parque das Aves. Acho aquele lugar muito bacana. Entrada mais cara que o Parque: 40 BRL. E muitos bichos para curtir lá dentro, muito bem organizado e tratado. 

Eram pouco mais de 16hs qdo encerramos nossas atividades do dia. Nosso voo era somente às 19hs e alguma coisa, então dava tempo tranquilo para um clássico almojanta. Das dicas nos arredores que tínhamos, fomos conhecer o Recanto Gaúcho. Chegando lá, fomos informados que o almoço já tinha encerrado, então partimos para o plano b, que foi o Cantinho da Lasanha, lugar simples e saboroso que nos satisfez bastante. De lá fomos para o aeroporto.

E assim foi mais um fim de semana revendo algum lugar pelo Brasil!
 

Dicas gerais sobre Foz:
- Tem 2 dias? Um dia para o lado argentino, 1 dia para o lado brasileiro + Parque das Aves (e ainda dá para voar de helicóptero!).
- Tem mais dias? Tem Itaipu (hoje tem muito mais atrações do que quando fui), Templo Budista, Mesquita (verifique horários e como visitar). Tem atrações em Puerto Iguazu. E agora tem Museu de Cera em Foz (não fui). E tem Ciudad del Este.
- Ciudad del Este é um mercado brasileiro no Paraguai, para brasileiros. Se vc for a Assunção, verá uma vibe completamente diferente.
- No lado argentino, entendendo que o ideal é deixar o principal para o fim, então deixe a Garganta do Diabo para o fim.
- No lado brasileiro, desça do ônibus na altura do hotel das cataratas (salvo engano, é a parada da Trila das Cataratas), e siga a trilha.
- Eu acho muito bacana os passeios náuticos, seja o Macuco brasileiro, seja o Macuco argentino. Escolha um e seja feliz. Mas tenha em mente que vc sai encharcado: o barato dos passeios é justamente chegar bem perto das cataratas (das menores, claro). E no inverno a água é gelada.
- Verifique o fuso horário da Argentina, para vc não chegar antes de o parque abrir!
- Carta verde? Vários dizem que precisa para entrar na Argentina. Nunca comprei, nunca precisei. Fiquei 2 dias em Puerto Iguazu uma vez, com carro alugado no Brasil. E fiquei um dia inteiro no Parque agora. Salvo engano, precisa de carta verde se vc for 50 km adentro em território argentino. Se quiser comprar, vendem a 50 reais.
- Faça câmbio antes de chegar ao parque argentino, só aceitam cash e moeda local para pagar a entrada e estacionamento. Lá dentro aceitam real e dólar a um câmbio justo. Em Puerto Iguazu o câmbio dos restaurantes é variado, verifique antes.
- Fui em alguns dos restaurantes badalados de Puerto Iguazu e acho que, embora bons, não compensam. Acho que como melhor e por menos em Buenos Aires. E em Foz. Mas muita gente discorda de mim, então essa é uma avaliação bem pessoal.
- Tem promoção de pagar metade no 2º dia, se vc ficar 2 dias no parque argentino. Eu não vejo motivo para 2 dias no parque, salvo se for para repetir passeios, ou fazer todos os passeios cobrados à parte. No meu ritmo, conhecemos todos os circuitos (com calma e muita contemplação) em cerca de 6hs.


 

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

O Marco das Três Fronteiras passou por uma ampla reforma e ficou muito bonito, tem um restaurante excelente lá, que ao por do sol é simplesmente fantástico, inclusive alguns shows noturnos para os turistas. Valeria a pena ter ido, a administradora é do Grupo Cataratas.

 

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora
Entre para seguir isso  

  • Conteúdo Similar

    • Por PriAbdias
      Período: 11 a 16/08/18
      Pessoas: 8 adultos e 3 crianças (2, 5 e 6 anos)
      Passagens: Latam – voo direto SDU a FOZ.
      Hotel: Tarobá – muito bom. Hotel com boa estrutura: área para crianças, piscina, guarda volumes, sala de repouso, sala de TV, agência de viagem, loja, cadeira de massagem, outros. Boa localização, limpeza e equipe muito atenciosa.
      Normalmente, compro tudo separado, mas comparando os preços, compensou fazer pela Decolar que trouxe voo direto e hotel de boa qualidade, podendo parcelar em 10x.
      Preços – maioria do Ticket Loko
      Roteiro dia a dia:
      Dia 1 (sábado) – pegamos ônibus 120 em direção ao Terminal de Transporte Urbano (TTU), valor R$ 3,55. É ônibus comum de linha, não daqueles rodoviários que têm bagageiro etc. Mas, entramos com nossas malas e foi tranquilo. Aproximadamente meia hora até o hotel.
      Fizemos o check in, almoçamos no mercado Mufato que fica perto do hotel. Aproveitamos para comprar itens como biscoitos, água, bolinhos, enfim, coisas essenciais para quem está com crianças. No mercado, há caixa 24h.
      Por volta de 17h30, saímos para o Marco das 3 fronteiras brasileiro. Lá no Marco, compramos o passaporte 3 fronteiras, custa R$ 89 para adultos e R$ 39 criança (a partir de 6 anos; se for menor de 6, não precisa comprar, pois a criança só vai pagar R$ 10 nas Cataratas). Dá direito à entrada no Marco, Cataratas e visita à Itaipu com Ecomuseu – além de alguns descontos que não usamos. Vale a pena!
      O Marco brasileiro é muito bonito, tem apresentações de dança, loja e locais para comer. Estava um frio absurdo. Se for à Foz no inverno, esteja sempre com agasalho na bolsa.
       
      Dia 2 (domingo) – em frente ao hotel, há um quiosque do Ticket Loko onde compramos os ingressos para todos os demais passeios que queríamos fazer. Eles trabalham com descontos e, passando de R$ 500, a compra pode ser parcelada em até 3x no cartão.
      Uma viagem à Foz, basicamente, inclui ficar saindo e entrando de atrações pagas. Não é aquele tipo de viagem de colocar a cadeira de sol na areia da praia e ficar o dia inteiro curtindo o vento. Então, separe um dinheirinho. Algumas agências (como a própria Decolar) vendem ingressos podendo parcelar em 10x, mas costuma sair mais caro que o Ticket Loko.
      Após a compra dos ingressos, pegamos o ônibus 120 sentido Cataratas. Resolvemos visitar primeiro o Parque das Aves (R$42,75). O local é muito bonito. Não almoçamos, comemos numa lanchonete lá no parque – a coxinha é maravilhosa!
      Saindo do parque, seguindo por uns 5 minutos, está o Parque Nacional das Cataratas \o/ (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Não sei se pela data (Dia dos Pais), o parque não estava tão cheio. Após entregar os tickets, você entra numa fila para apanhar um ônibus que para em alguns pontos dentro do parque. Conseguimos sentar na parte superior que é semiaberta, dali fomos curtindo o visual. Descemos no ponto a partir do qual se acessa uma trilha de cerca de 1,2 km para as Cataratas. Quem tiver dificuldades de locomoção, pode descer num ponto acima. A caminhada na trilha é muito tranquila, você vai adentrando e tendo a vista daquela maravilhosa obra de Deus. É fabuloso.
      Por volta de 16h, fomos até o ponto da trilha para fazer o passeio Macuco Safari (R$199). Primeiro, pegamos uma caminhonete até certo trecho, depois você pega um veículo elétrico que te deixa num ponto onde você pode guardar suas coisas (R$10, o armário). Leve roupa, chinelo e toalha. Como fomos no inverno, ao sair do passeio estava muito frio, felizmente, tínhamos levado casaco. Em seguida, pega-se um funicular que desce até o ponto do rio onde embarca-se num bote. O bote vai seguindo pelo rio e chega em um ponto onde se pode admirar as cataratas, depois ele segue para a parte mais emocionante que é o banho!!! O tempo total de passeio e deslocamentos é de cerca de 2 horas.
      O passeio é caro, mas vale muito. Nesse passeio, fomos meu marido, minha cunhada, minha filha de 5 anos (não pagou, acho que só cobram para crianças a partir de 8 anos) e eu. Eles dizem que o passeio é seguro e, me parece que crianças a partir de 2 anos já podem ir. Não recomendo para crianças tão pequenas, pois ele fica em baixo da queda d’água por uns segundos, parece que você vai se afogar, além daquele volume de água batendo no quengo rsrs. Minha filha curtiu a emoção do barco, mas não gostou da água gelada rsrs. Procurei protegê-la com meu corpo para que ela não tivesse essa sensação de perder o fôlego. No final, esse é um passeio que recomendo muito e que faria de novo!
      Na saída, há táxis e ponto de ônibus da linha 120.
      Dia 3 (segunda) – reservei esse dia para ir ao Paraguai, pois tinha lido que costuma ser mais vazio às segundas. Pegamos um ônibus perto do mercado (R$ 6). Demorou um pouco, pois a travessia da ponte é muito lenta.
      Antes da viagem, vi muitos vídeos sobre o Paraguai que me ajudaram a ter noção das coisas. É fundamental fazer uma lista, pois são muitas coisas para ver e o processo de compra nas lojas não costuma ser rápido (não é só escolher o produto e pagar no caixa; em geral, tem que fazer cadastro, se quiser testar, tem que entrar em outra fila etc etc.). Durante a viagem, acabamos voltando por mais 2 vezes. Percebemos que seria mais rápido ir de táxi e atravessar a pé. Os táxis ao lado do TTU cobram cerca de 18 reais, levam uns 10 minutos e, para atravessar a ponte, leva-se mais uns 10 minutos andando. Não nos pediram documentos para entrar e, para sair, em uma das vezes, um dos carros foi revistado. Tranquilo.
      Apesar de o dólar estar alto quando fomos (variando em R$3,96), ainda assim, compensa comprar. As lojas mais baratas que vimos foram: Mega e Mega Eletrônicos, Atacadão Games, Charme (Perfumes), uma loja logo na entrada do Shopping Del Este, lado direito, também tinha bons preços para produtos de cabelo.
      Recomendo levar somente bagagem de mão (até 10kg) e comprar, antes, um despacho de bagagem de volta (até 23kg). Daí, é só comprar uma mala no Paraguai para poder trazer as coisas sem preocupação com o peso. Com os índices de furto de bagagem, sugiro despachar roupas e itens de menor valor e levar as coisas mais caras na bagagem de mão.
       
      Dia 3 (terça-feira) – esse dia estava reservado para cataratas argentinas, mas alguns de nós não estávamos bem fisicamente e mudamos a programação. Fica para a próxima.
      À tarde, fomos no complexo Dreamland. Eu só tinha interesse no Vale dos Dinossauros e Bar de gelo. Porém, como o ingresso para fazer as 4 atrações era quase o mesmo preço de fazer só 2, acabamos comprando o pacote 4 em 1 que inclui Museu de Cera, Maravilhas do Mundo, Vale dos Dinossauros e Bar de gelo, já que alguns não conheciam (R$ 128, 86 adulto, para criança era em torno de 80 reais, não anotei). Minha dica é que se veja uns vídeos dos locais para se ter noção dos locais e avaliar se vale. Eu gostei muito do Vale, principalmente, por causa das crianças. O bar de gelo também é muito divertido, mas é muito difícil ficar até o final – os dedos congelam. Dica: apesar de eles oferecerem casaco e luva, leve agasalho pesado, principalmente, luvas, touca e meias. Nós levamos tudo, mas, ainda assim, alguns tiveram que sair antes, pois as crianças não aguentaram muito. Faz parte, mas, gostei kkk. Eles tiram várias fotos lá dentro. Ficam bem legais. Compramos o kit que eles mandam pelo WhatsApp por ser mais barato.
      No final, pegamos um táxi até o shopping onde jantamos.
      Dia 4 (quarta-feira) – pela manhã, pegamos um ônibus no TTU e fomos para Itaipu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). São as linhas 101 a 103; leva uns 30 minutos. Fizemos a visita panorâmica que é a permitida para crianças. O passeio é maravilhoso, é muito bonito ver uma empresa desse porte em nosso país, no trajeto, vê-se a integração da tecnologia com a natureza (muitas árvores e animais pelo caminho). Saindo de Itaipu, fomos ao Ecomuseu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras).
      Ao lado do hotel Tarobá, há uma lanchonete/restaurante que serve pratos bons, com preço bacana. Almoçamos e descansamos um pouco.
      Às 16h, tínhamos agendado o citytour (R$ 60 adulto e R$30 criança) que vai para Argentina. Aqui, precisa apresentar documentos para entrar e sair e, se a criança estiver com apenas um dos pais, tem que ter a autorização autenticada em cartório daquele que está ausente. O roteiro inclui paradas na Aripuca (vale comprar a compota de madeira comestível), Marco das Três Fronteiras (vista bonita) e centro comercial (local simples onde se pode comprar doce de leite, azeite e outros).
      Dia 5 (quinta-feira) – fomos ao Paraguai pela manhã e depois arrumamos as malas para voltar. Como estávamos em um grupo grande, e agora com mais malas, optamos por um transfer.
      Essa viagem foi muito boa. Pegamos dias de sol e noites bem frias. O destino Foz, Ciudad Del Este e Puerto Iguazu tem muitas atrações e, como falei, a maioria é paga. Por outro lado, costuma se achar bons preços de passagens e hospedagem e o preço da alimentação é muito parecido com o que se paga no Rio de Janeiro, 25/30 reais numa refeição. Sobre a quantidade de dias, achei ideal o tempo que ficamos, pois conseguimos passear com calma. Ter disponível um carro alugado traz conforto e rapidez, mas, em geral, os deslocamentos podem ser feitos com os ônibus de linha ou táxi, sem grandes dificuldades. Algumas atividades como Cataratas Argentinas, Museu 3d, Templo Budista e Mesquita não foram feitas, pois tivemos contratempos de saúde. Ir a churrascarias e sair à noite não era nosso foco por conta das crianças.
      A viagem é super indicada para crianças e pessoas de todas as idades. Ver as cataratas é algo que todos deveriam fazer, pelo menos, uma vez na vida!
       
    • Por Julian Lima
      Depois da ajuda de alguns relatos, venho aqui compartilhar minha experiência em Foz. Bom, Foz sempre esteve na minha lista de lugares que gostaria de visitar. As Cataratas com certeza está na maioria da lista de lugares de vários viajantes e mochileiros e no meu caso não era diferente. Eu tinha 3 dias para fazer os passeios e meu roteiro era no 1º dia chegar no hostel e depois ir cambiar o real pois no dia seguinte iria visitar as Cataratas do lado Argetino e eu precisa de Pesos. 2º dia visitar o lado argentino. 3º dia visitar Cataratas lado Brasileiro e parque das Aves e no 3º dia Templo Budista, Mesquita e Marco Três Fronteiras. 4º dia, volta para casa.
      Vou focar mais como foi meu roteiro para visitar o lado argentino, o lado que causa mais dúvidas para as pessoas de como chegar e etc. Porém qualquer outra dúvida eu respondo também
      1º Dia (06.08.2018).
      Bom, minha jornada iniciou-se na segunda. Eu sai de SP às 16:00, voei pela Gol até Foz, voo tranquilo. A duração foi de 1:40 aprox.
      Eu já tinha pesquisado antes em vários sites e aqui no Mochileiros como se locomover pela cidade, e li que pegar ônibus na cidade era muito fácil e realmente é. Eu tinha lido que uma linha de ônibus passava no aeroporto e lá fui atrás do ponto para pegar o ônibus e chegar no hostel. Assim que cheguei no aeroporto de Foz eu sai pela esquerda e segui até o final do corredor, assim que sai do aeroporto desci as escadas e a minha esquerda estava a parada do ônibus 120 que te leva para o centro de Foz, passando pela Avenida Cataratas. Sentei e fiquei esperando o ônibus, eu aguardei uns 15 minutos e o ônibus chegou, porém cheio, mas consegui entrar mesmo com meu mochilão de 50L, MAS, assim que entrei no ônibus e ele começou a sair do aeroporto veio outro ônibus bem mais vazio rsrs.
      Aqui uma dica de app, eu baixei o aplicativo MAPS.ME totalmente gratuito, rápido, detalhado com mapas inteiramente offline. Eu reservei o Tetris Hostel pois ele foi bem avaliado por uma mochileira aqui do site, reservei o hostel pelo Booking.
      Voltando ao relato, peguei o ônibus e paguei R$ 3.55, eu já tinha visto que o hostel ficava na avenida das Cataratas e que tinha um ponto a uma quadra do meu hostel. Eu abri o app e fiquei olhando o meu deslocamente em tempo real para quando eu chegasse próximo ao ponto de ônibus desse o sinal de parada. Do aeroporto até essa parada levei uns 30 min. Assim que vi que estava chegando eu dei o sinal e desci do ônibus, caminhei descendo a avenida e em menos de 5 minutos cheguei ao hostel.
      Fiz meu check-in às 18:50 e percebi que a casa de câmbio onde iria comprar os pesos já tava fechando e não ia conseguir ir até lá (era bem próximo do hostel, era só descer a avenida). Pedi ajuda a recepcionista do hostel e ela disse que no supermercado Muffato tinha um loja de câmbio chamada Scappini. Bom, me ajeitei no meu quarto, que era muito legal e aconchegante, e fui até o supermercado trocar os reais. Cheguei no supermercado (era também só descer avenida direto) em uns 15 minutos e fui até a loja, cambiei 480 pesos (preço do ingresso do parque na Argentina, eles não aceitam outra moeda, só pesos) e deu R$ 77, aproveitei para comprar algumas coisas no supermercado para levar no outro dia para o passeio, pois as coisas para comer e beber lá no parque do lado argentino eram muito caras, segundo relatos. Coisas compradas voltei para o hostel, jantei no hostel, conversei com a galera que estava lá (maioria franceses, ingleses, eu era o único brasileiro da mesa) e depois fui repousar.
      2º dia (07.08.2018)
      Nesse dia o roteiro era pegar ônibus até o TTU, depois outro ônibus para a Argentina e de lá outro ônibus para o parque das cataratas.
      Nesse dia eu já sabia tudo que tinha que fazer para chegar até o lado argentino. Acordei umas 07:00, me arrumei, fui para o ponto de ônibus pegar o busão para o terminal de ônibus que fica no centro de Foz para poder outro ônibus que leva até a Argentina, no caso Puerto Iguazu.
      Cheguei no terminal e depois eu sai, o ônibus que leva para a Argentina fica ao lado do terminal e não dentro. Cheguei no ponto e tinha duas bandeiras, uma do Brasil e outra da Argentina, no ponto só tinha uma senhora e eu perguntei se o ônibus tinha passado e ela disse que sim. Ela comentou que o ônibus tinha ido cheio, e pouco antes alguns taxistas tinham passado ali para levar alguns turistas para Puerto Iguazu. Bom, eu aguardei ali mesmo, após não mais que 20 minutos o ônibus chegou, ele vem escrito ARGENTINA, o preço da passagem foi de R$ 6. O ônibus foi vazio, sobrou lugar (UFA). Mas se programe, esse ônibus demora de 30min a 1 hora para passar dependendo do horário que você pega.
      Esse ônibus te leva até a fronteira, onde você vai descer pra passar na alfândega junto com as demais pessoas. Finalizado todo mundo, você vai ter que esperar novamente o ônibus do lado argentino para ir até a rodoviária de Puerto Iguazú, o ponto final. Mas é bem fácil, o motorista para, dai todo mundo desce pela porta do fundo, você fica na fila, passa pelos agentes, apresenta o documento (eu apresentei o passorte e ele carimbaram), passa pelo detector de metai e raio x dai você sai e já avista o ônibus, entra e depois segue viagem. Comigo foi tudo muito tranquilo, eu demorei não mais que 1:30 até o ponto de ônibus na Argentina.
      Eu tinha lido que esse ônibus para em um ponto antes da rodoviária de Puerto Iguazu e que ali passava de qualquer forma o ônibis da Rio Uruguay para o parque e que desse sorte podia fechar um taxi com outras pessoas até o parque das cataratas. Bom, foi isso que aconteceu. O motorista parou nesse ponto e avisou que ali era o ponto até o parque das Cataratas, eu fiquei na dúvida, mas desci pq vi várias pessoas descendo (todos turistas rsrs). Ali no ponto já tinha algumas pessoas aguardando o ônibus da Rio Uruguay. Em poucos minutos um taxista se aproximou oferecendo corrida. Prontamente eu perguntei quanto sai e ele disse que R$ 25 (era o mesmo preço do ônibus da Rio Uruguay). Eu conversei com o pessoal que tava ali e conseguimos fechar em 4 pessoas para o taxi. Pegamos o taxi em uns 30 minutos chegamos até a entrada do Parque. Paguei os 25 reais (podia ser pago em peso) e o taxista muito gentil nos explicou como funcionava as trilhas la dentro e tal. Ele também mostrou onde ficava o ponto da Rio Uruguay que levava até a rodoviária de Porto Iguazu (que fica no lado direito saindo do parque e no lado esquerdo o ponto dos taxitas). O taxista também cambiava, ele fazia 480 pesos por 80 reais (eu podia cambiar com esses taxistas na parada do ônibus, mas eu já tinha os 480 pesos).
      Fui até o guichê comprar o ticket, o parque não estava cheio, estava bem tranquilo. Comprei o ticket por 480 pesos porque Brasileiro tem desconto (https://iguazuargentina.com/es/parque-nacional-iguazu).
      Assim que você entra no parque você pode fazer um percurso que eles chamam de trilha verde que fica na estação central até a estacão Cataratas ou pegar um trem da estação Central para a estação Cataratas. Da estação Cataratas você tem que pegar uma senha para o trem que leva até a estação Garganta para iniciar a trilha que leva até a Garganta do Diabo.
      Eu cheguei no parque às 10:00, fui até o guichê pegar a senha do trem até a estação Cataratas. Aguardei uns 20 minutos e o trem chegou (esse trem passa a cada 30 minutos). Depois desci na estação Cataratas. Chegando lá fui pegar a senha (UMA BAGUNÇA, não tem fila para pegar a senha, o atendente grita para formar fila, mas o povo não entende ou se faz de desentendido) para a estação Garganta do Diabo e espera estava em 1 hora até o próximo trem. O trem iria sair 12:15 (tem monitores informando a númeração da senha e que horas o trem daquela senha partirá), então resolvi fazer o trilha do circuito superior, pois daria para fazer em 1 hora (no meu ritmo) e dar tempo de voltar e pegar o trem para a Garganta do Diablo. Iniciei a trilha uma 10:40, tudo muito lindo, e 11:50 eu já estava na estação Cataratas para pegar o trem. Depois que pega o trem você desembarca na estação Garganta e de lá você inicia a trilha para majestosa Garganta do Diabo. O percurso é incrível, toda aquela vibe, os animais que você vê pelo caminho, é inexplicável e quando você chega próxima a Gargante do Diablo e vê a névoa branca causada pela força das águas e o barulho a sua ficha começa a cair. Quando eu finalmente cheguei eu fiquei de abismado, sem palavras.
      Tirei muitas fotos, o mirante estava até que tranquilo e com paciência e pedindo licença você consegue tirar suas fotos. Eu fiquei por ali por um tempo até retornar para a trilha até a estação Garganta e de lá voltar a estação central e fazer circuito inferior, que também é demais, não deixem de fazer, o Salto Bosseti é lindo demais e rende um fotão. Consegui fazer tudo e às 16 estava voltando para Puerto Iguazu para pegar o ônibus para Foz.
      Aqui eu dou uma dica, leve pesos ou reais já trocados para comprar sua passagem da Rio Uruguay para a rodoviário de Puerto Iguazu. Quando fui comprar a passagem lá no loja deles, não tinham troco para reais e tive que pegar meu troco em pesos. Outra dica, como na volta vai fazer todo o processo lá na fronteira, sente-se no fundo do ônibus ou senão tiver lugar já fique no fundão mesmo, pois você é um dos primeiros a descer e depois uns dos primeiros a subir, tendo mais chance de ir sentado caso o busão esteja cheio.
      Na rodoviária de Puerto Iguazu aguarde o ônibus para Foz na plataforma 7. Esse ônibus passava exatamente naquele ponto que fica a 5 minutos do meu Hostel. Cheguei no Hostel umas 17:45 + ou -.
      Foi tudo muito tranquilo e com certeza é uma experiência que todo mundo deveria ter uma vez na vida. Espero ter colocado tudo que lembro e de forma objetiva.
      É isso galerinha, para ajudar o amiguinho aqui clique no joinha e se inscreva no canal, e não esquece de compartilhar kkk zuera.
    • Por mixellett
      Olá, pessoal!    Fui para Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú com o meu namorado para conhecer as Cataratas agora em maio e gostei muitoooo! Vim aqui compartilhar meu relato de viagem 😊       Dia 1   Saímos bem cedo de Campinas para pegar o vôo em Guarulhos. Chegamos cedo em Foz do Iguaçu e nosso quarto na pousada não estava pronto ainda. Aproveitamos para tomar um café da manhã na Marias & Maria Confeitaria. Café colonial muito bommmmmm 😋, se não me engano, era R$40/kg, vale a pena dar uma passada lá! Conhecemos também o zoológico, não tem muita coisa não, se você tiver o que fazer, pode deixar pra lá. A entrada é gratuita.   A tarde tiramos um cochilo e acabou passando um pouco da hora, rs, a ideia era conhecer o Templo Budista e a Mesquita, mas deixamos pra outro dia, pois queríamos ir de ônibus (para dar uma economizada), mas um dos funcionários do terminal disse que não daria tempo pra chegar nesses lugares :(, já que eles fechavam às 16hs. Decidimos ir então para o Marco das 3 Fronteiras do lado brasileiro, de ônibus mesmo. A passagem estava R$ 3,55. A gente deu azar que era horário de pico e o ônibus estava super lotadoooooo. Demorou bastante pra chegar até o Marco das 3 Fronteiras 😰, mas chegamos. Na ida, não notamos que a mesma linha de ônibus tinha dois sentidos diferentes e acabamos pegando o sentido errado também, mas o cobrador nos avisou do erro rapidamente, rs! Então, prestem atenção nos sentidos das linhas 😅! Fora isso, andar de ônibus por lá foi bem tranquilo. Aliás, a cidade é bem tranquila, andamos a pé a noite várias vezes e tudo bem iluminado, várias pessoas na rua.    Linhas de ônibus para pontos turísticos:   O Marco das 3 Fronteiras é muito bonito, mas não tem muita coisa pra fazer, o espaço é pequeno. Antes de ir, eu olhei as fotos no TripAdvisor e tive a impressão que era bem maior. Pagamos 22 reais para entrar (pra falar a verdade, achei bem caro pelo o que oferece). Uma dica é entrar no site TicketLoko, eles vendem várias atrações com um bom desconto! Vimos o pôr-do-sol, tomamos um açaí (que não era açaí de verdade não, rs!) e ficamos para ver os shows que acontecem 20hs e 20h30. Lá tem várias barraquinhas de comidas, uma mini exposição na entrada contando a história do lugar, tem uma sessão com um vídeo de 12 min também contando sobre o descobridor das cataratas e um restaurante. Demos azar com o restaurante, era sistema de coma à vontade por R$49,90/pessoa e não tinha muitas opções. Optamos por pedir um hambúrguer com batata frita que era 35 reais, mas um tempo depois o garçom veio nos avisar que aconteceu um problema com a chapa e seria servido apenas o buffet. Pedimos duas caipirinhas e ficamos conversando até o horário do show (a caipirinha foi 12 ou 13 reais, achei o preço bom!)     Minha operadora de celular é a TIM e em nenhum momento consegui sinal lá. Na volta, íamos voltar de Uber, mas nem conseguimos pedir, voltamos de ônibus mesmo (que desta vez estava vazio e foi bem rápido!). O Uber lá é bem recente e não tem muitos motoristas ainda, então, quase não conseguimos usar. Um dos funcionários da pousada nos deu a dica de usar o aplicativo Garupa, ele é a mesma coisa que o Uber, preço bem semelhante, mas com mais motoristas. Na primeira viagem, ganhamos 10 reais de desconto 😄   Depois fomos comer hambúrguer com batata frita no Brasa Burger; gostei muito do lanche e tem um preço bem amigo! Dois hambúrgueres com batata frita, refrigerante e caipirinha + 10% saiu R$75. O espaço é bem bonito e o atendimento muito bom! Super recomendado!       Dia 2   Fomos conhecer as Cataratas do Iguaçu do lado brasileiro no período da manhã! Pagamos R$36,00 para entrar (mais uma taxa de conveniência). De tempos em tempos tem um ônibus (tipo, a cada 5/10min) para levar todo mundo para a parte que está as Cataratas mesmo. A vista é muitooooo linda! Você vai andando pela trilha e vai se aproximando cada vez mais das cachoeiras. A trilha não é muito grande não e não me molhei muito também, tinha umas pessoas vendendo capa de chuva, mas achei desnecessário (eu tinha levado uma minha já, mas nem usei). No final, tem um elevador panorâmico que tem uma vista muito legal!! No local tem várias borboletas e quatis, mas muitos quatis mesmo! E tem que ficar esperto, porque eles atacam e levam suas coisas embora mesmo. Assim que chegamos, estava uma euforia do pessoal pela quantidade de quatis. Todo mundo: "olha os quatis! Olha! Yayyy! Que fofinhos 😍" até que uma senhora deu bobeira lá e um quati agarrou a sacola dela e rasgou tudo, nisso veio vários pra pegar o que tinha saído da sacola (e aí ninguém mais queria os quatis perto, hahaha). Na área de alimentação, tem muitos!! Os funcionários ficam os espantando toda hora. Não tem muitas opções pra comer lá dentro, tem um restaurante, que não lembro se era R$50 ou R$60 por pessoa, à vontade, acho que era R$60; um fast food, que era R$35,00 o combo com refrigerante, batata frita e hambúrguer e umas lanchonetes. Nós pegamos o combo do fast food, mas não estava muito bom não. Do lado de fora do parque fica umas barraquinhas vendendo empanadas e outras coisas, acho que teria valido mais a pena!     Depois de almoçar, fomos ao parque das aves e este foi uma ótima surpresa! Ele é de frente pro parque das Cataratas, é só atravessar a rua. O parque é muito lindo!! Tem aves de todos os tipos e você entra dentro do viveiro deles. Eles ficam voando pra lá e pra cá (uma arara quase bateu na minha cabeça), eu achei legal demais, amei! Na hora que fomos, estava tendo um passeio com umas crianças e tinha uns monitores explicando as coisas pra eles, eu e meu namorado ficamos os acompanhando, rs. Tem umas partes com muitas árvores e você olha pra cima, tem várias aves nela; até fiquei com medo de passar em baixo e algum me acertar lá de cima, hahah. Achei que vale muito a pena conhecer! Nós pagamos R$42 e pouco, com o desconto do TicketLoco.      À noite, fomos jantar numa churrascaria perto da pousada, chamava Churrascaria do Gaúcho e foi R$39,90 por pessoa com rodízio e sobremesas. O buffet até que tinha boas opções e o atendimento muito bom, mas achei a carne um pouco esturricada, não existia ponto mal passado, rs. Se você estiver procurando uma boa carne, não recomendo não!        Dia 3   Fomos conhecer as Cataratas do lado da Argentina. A gente, inicialmente, ia de ônibus mesmo (detalhe que primeiro fomos no ponto de ônibus errado, o que era pro Paraguai, e uma moça nos avisou onde que era o ponto certo, rs, tem as bandeirinhas dos países no ponto, gente, é fácil de acertar, haha, só vi depois!), mas estávamos lá esperando, veio um taxista e disse que fazia 30 reais pra cada um (nós e mais 5 pessoas que estavam esperando o ônibus também). Achei que compensou bem, pois na volta, voltamos de ônibus e pagamos R$20 no ônibus para levar das Cataratas até a rodoviária de Puerto Iguazú e depois mais R$5 para até o ponto no Brasil.   Gente, as Cataratas Argentinas são muito, mas muito lindas!! É muito melhor do que do lado brasileiro!! Na do Brasil, você tem uma vista mais panorâmica das Cataratas e na da Argentina, você vê bem mais de perto. Então, quando vocês forem, vão primeiro nas brasileiras e depois nas argentinas, porque acho que dá pra ficar desapontado no caso inverso, rs. Nós pagamos $480 (pesos argentinos) pra entrar e pagamos R$0,17 no peso (isso já com as taxas), compramos lá em Foz mesmo, na Access Câmbio e Turismo, na avenida Brasil, eu achei o preço bom, pois em na cidade que moro estava R$0,20 quando fui comprar e tinha outras casas de câmbio em Foz que também estava cobrando R$0,20. Lá tem 3 trilhas pra fazer, no mapinha que eles dão na entrada tem a distância em cada uma delas, em torno de 1300m a 1700m cada uma. Mas, assim, é uma bela de uma caminhada, porque é 1300m ida e depois mais 1300m volta, rs! A gente ficou o dia todo lá, meus pés estavam super cansados, é bom ir com um sapato mais confortável!    Nós fomos primeiro ver a Garganta do Diabo, tem uma estação de trem para levar até o lugar desta (sai um trem a cada 30 min) e depois você segue a trilha pra chegar até lá. Esta trilha é menor e você vai andando por uma ponte de metal, por cima do rio e entre árvores. Eu achei legal que o contato com a natureza é bem maior nas trilhas argentinas, você vai andando por estas pontes de metal por dentro da floresta, em cima do rio, aí você fica bem perto das cachoeiras!! Dá pra ver várias aves diferentes, tem várias borboletas que pegam carona em você, rs, tem macaquinhos e quatis (em quantidade bem menor do que do lado brasileiro). Na hora que você chega na Garganta do Diabo é muito inacreditável, é muita água, muita mesmo e é enormeeeeee! E molha muito!! Neste dia usei minha capa de chuva, haha   Depois de ficar admirando a vista, fomos almoçar, lá tinha a mesma rede de fast food do parque do Brasil, um restaurante, que achamos caro, mas não lembro o preço e estava super vazio também, e umas lanchonetes. Resolvemos ir na lanchonete, compramos um combo que vinha 3 empanadas + uma garrafa de 600ml de Coca-Cola por $150 (pesos). Pegamos de carne, frango e presunto com queijo. Gente, a de carne estava deliciosa 😋, muito mesmo! Me arrependi por não ter pegado as 3 de carne, hahaha   À tarde, fomos nas trilhas Inferior e Superior. Foi uma caminhada muito prazerosa! Você vai andando e tem vários pontos com as quedas d'água, várias árvores, os bichinhos, arco-íris pra lá e pra cá, eu amei!! Voltaria com certeza!!     À noite, fomos conhecer Puerto Iguazú, compramos um passeio na própria pousada, foi R$50 por pessoa, aí, fomos conhecer o Marco da Fronteira do lado Argentino, a feirinha e o cassino que fica na entrada da cidade. Nesse passeio, conhecemos um casal do Rio de Janeiro e um moço da minha cidade mesmo, hahaha, achei que foi uma noite muito divertida! Adorei conhecê-los!!   O Marco da Fronteira argentina é menos glamorosa que a do Brasil, tem umas lojinhas simples lá com lembrancinhas e doces, que achei caro, e tem um show de luzes, que achei bem bonito! Mas, oh, se não der tempo de conhecer, pode deixar pra lá! Depois fomos pra feirinha e andamos bem pechinchando os preços. Lá tem bastante queijo, salame, azeitonas, azeites e alfajores. Nós compramos 1 kg de doce de leite por R$15, um azeite de 1L por R$15, uma caixa com 12 alfajores da marca Las Colonias por R$20 e uma caixa com 24 alfajores da marca Recoleta por R$40 (eles são menores). Esse alfajor da Recoleta é muito gostoso e o da Las Colonias é ok. Depois jantamos na feirinha mesmo, tem vários botecos lá, pagamos R$78 em um kg de picanha com uns acompanhamentos, achei que compensou, estava muito boa! E depois fomos pro cassino 🤑. Eu sempre tive vontade de conhecer um, rs, e adorei! Achei muito divertido! Imagino que não seja tão glamoroso quanto o de Las Vegas, mas era bem grande, tinha uma parte só com máquinas, tipo essas de caça-níquel e outra área com carteados e roletas, tinha bastante gente. Nós fomos só pra brincar, comecei apostando 5 reais, só pra ver como que era, hahaha. No começo eu fui ganhando e aí você começa a ficar animado e quer continuar a jogar, mas depois perdi tudo! Dá pra apostar em dólar, pesos e reais, é só escolher a máquina que aceite a moeda que você tem. Nas mesas de carteado e roletas, era apenas dólar, se não me engano.       Dia 4   Fomos conhecer Itaipu no período da manhã! Compramos os ingressos pelo TicketLoko, saiu 73 reais o circuito especial, que faz um passeio com vista panorâmica e conhece o funcionamento da hidrelétrica e como é por dentro. Fomos no primeiro horário do dia e foi ótimooooooo! Foram umas 3 horas de passeio. Os guias de lá são ótimos, explicam tudo, tiram dúvidas... o passeio interno é bem interessante e o de vista panorâmica é lindo, tem vários pontos com mirantes, dá pra ver o Rio Paraná em toda sua extensão, achei lindo! Itaipu é enormeeeee! Quando você está chegando, não parece lá grande coisa, mas você vê os veículos se aproximando e eles viram miniaturas, rs!     Depois de almoçar (almoçamos no restaurante de Itaipu mesmo, tinha uns pratos executivos por 25 reais), fomos ao Paraguai. Pegamos um ônibus em frente a Itaipu, não lembro o número, mas uma das mocinhas da recepção que nos orientou quais ônibus pegar para o Paraguai e foi R$3,55. Você desce na ponte da amizade e anda um pouco (no máximo 10 min de caminhada). Tem bastante gente a pé lá fazendo este trecho até o Paraguai. Eu não gostei muito não, é carro, moto, gente pra tudo quanto é lado, dá pra ser atropelado fácil!! E é bem feio. Esse dia que fomos o dólar estava R$3,70, snif, não comprei muitas coisas, porque não estava precisando, mas tem uns preços bons sim! Só achei as maquiagens caras, estavam saindo o mesmo preço do Brasil.   Depois voltamos pro hotel e decidimos conhecer um dos shopping que ficava perto da nossa pousada. Jantamos no Madero junto com o casal que conhecemos na "night na Argentina". Achei que o lanche de Campinas é melhor, rs, porque o bacon do de Foz estava meio molenga, mas estava gostoso também!        Dia 5   Dia de voltar para casa. O café da manhã da nossa pousada era bem ruinzinho, poucas opções, pão duro, suco de saquinho, aí decidimos conhecer uma padaria que ficava perto da nossa pousada no último dia. Chamava Doce Pão, se não me engano, adorei! Achei o preço muito bom, cappuccino grande com chantilly por R$6,50, pão na chapa por R$2,50, pão de queijo grande por R$2,50. O local é uma graça também!! Vale a pena conhecer!   Depois disso fomos conhecer a Mesquita. Tem entrada gratuita e explicam o que a religião acredita e tudo o mais, achei bem interessante! Demorou cerca de 30 min a visita. As mulheres tem que entrar com um lenço que é disponibilizado gratuitamente também. De frente, tem uma doceria árabe e comprei alguns pra experimentar. Gostei muito! Eles são feitos com mel e castanhas, nozes, amendoim... bem diferentes dos doces que como normalmente (são meio caros também!!).     E depois fomos para o aeroporto! Nós fomos um pouco noobs e não tínhamos pensado que teria que passar pela Polícia Federal e fomos pro aeroporto muito em cima da hora, porque não iríamos despachar malas. Quando chegamos, tinha uma fila gigantesca pra embarcar e uma das atendentes disse que demoraria em torno de 30 min, na melhor das hipóteses. Então, fica a dica! No final deu tudo certo, porque nosso vôo acabou atrasando umas 2 horas, rs.   E foi isso! Eu amei muito a viagem! É um destino que eu voltaria 😍    
       
       
       
    • Por delucarina
      Este é o relato de uma viagem de casal realizada em Outubro de 2015 por Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este. Não vamos colocar o roteiro do modo como fizemos, mas, sim, do modo que teríamos feito se tívessemos as informações necessárias para evitar várias idas e vindas. Apesar de ser um roteiro famoso, é difícil encontrar informações para passeios fora da rota tradicional (por exemplo, Ciudad del Este sem compras e Puerto Iguazú além das Cataratas).
       
      Para mais vídeos, relatos e fotos, curta nossa página no face (https://www.facebook.com/dandoumpulo/) e acompanhe nosso site (http://www.dandoumpulo.com).
       
      Comece por… Paraguai!
      Por que começar o roteiro das cataratas pelo Paraguai? Porque lá está o Salto del Monday, uma cachoeira linda, de fácil acesso e barata! Claro que é muito menor do que as Cataratas… mas é uma ótima opção para perder o medo de fazer turismo no Paraguai, que é sim um país com muita coisa a oferecer. E para quem está em família e sem grana para ver as Cataratas, é uma opção!
       
      Assim que atravessar a Ponte de Amizade (atravessamos sempre a pé, sem problemas,mas com as mochilas para frente do corpo, por precaução), passe na aduana. Lá há um stand de turismo do Paraguai, com vários mapas e com um pessoal muito receptivo, que dará informações detalhadas de como chegar aos destinos.
      Contudo, caso aproveite para carimbar o passaporte, não esqueça que, oficialmente, para entrar no país é preciso a vacina da febre amarela.
       
      Siga reto, depois da aduana, por toda a avenida de comércio (sem se deixar convencer pelos vendedores, porque há sim casos de gato vendido por lebre), até o supermercado Arco-Íris. Na rua deste mercado há um ponto em que passa o ônibus da empresa Matiauda, e na placa da frente está escrito “áreas 1, 2, 3, 4, 5”. O preço é 2500 guaranis (R$ 1,00). É só informar o cobrador/motorista que você descerá em Salto del Monday (pronuncie mondai). O ônibus irá parar próximo a uma escolinha de futebol. De lá até o Salto são uns 300 metros caminhando (é só perguntar que o pessoal na rua vai informando onde é).
       
      A entrada é 12000 guaranis (menos de R$ 10,00). Lá há um circuito de arvorismo pequeno, que talvez interesse às crianças. No parque há uma lanchonete e é um lugar propício para piquenique em família.
       
      Digamos que você tenha feito esse passeio pela manhã. Na volta, desça de novo no mercado Arco-Íris e vá para a pracinha atrás do mercado, onde passa o ônibus para Hernandarias. Na plaquinha do ônibus estará escrito Jacurupucú (na dúvida, pergunte se vai até Itaipu).
       
      O preço do busão é 3000 Gs (pouco mais de R$ 1) e ele te deixa a uma quadra da entrada de Itaipu. O circuito é feito de ônibus dentro da represa e é gratuito, ao contrário do lado brasileiro. Mesmo para quem não curte tanto esse tipo de roteiro, ver como o lugar funciona e suas estruturas gigantes impressiona. Mais uma vez acho um ótimo passeio para fazer com crianças, para que elas entendam de vez muitos dos conceitos das aulas de geografia.
       
      Um outro passeio possível no Paraguai, mas que acabamos não fazendo, são as missões. Há muita gente que trabalha em Ciudad del Este e mora na região das missões; por isso, para evitar trânsito, o ideal é pegar o ônibus (no terminal) lá pelas 8 da manhã. Em 3 ou 4 horas de viagem ele te deixará nas missões jesuíticas. Aí é curtir o dia inteiro e voltar à noite para Ciudad.




    • Por u2aninha
      Diferente das outras viagens, essa eu planejei de última hora. Pensei em ir para Gramado, mas lá gasta-se bem nas atrações e a ordem era economizar. Então partiu Foz do Iguaçu. Todo mundo que foi disse que no máximo 5 dias, depois ficaria sem ter o que fazer. Eu tinha 10 dias de férias e queria ficar sem ter o que fazer. Por esta razão escolhemos, eu e minha amiga Juliana, hospedagem com piscina. Toda a hospedagem foi reservada pelo booking.com
      Partida dia 3 de novembro de 2016 pela Gol e retorno dia 13 Rio de Janeiro-Foz do Iguaçu por R$ 537, 58.
       
      Dia 3/11
      chegamos no aeroporto e pegamos um ônibus aeroporto-terminal por 4 reais. Ele passa em frente ao Che Lagarto, onde nos hospedamos, mas o motorista esqueceu de avisar e tivemos que descer no terminal de ônibus e de lá fomos andando. Achei o hotel maravilhoso. Queríamos prorrogar a estadia, mas eles não tinham vaga. A piscina é bem pequena e não anima entrar, mas o quarto é bem confortável. O almoço em uma padaria próxima, indicada pela atendente + refrigerante foi 18 reais. Daí dormi um pouco e a noite fui conhecer a coxinharia, onde experimentei a coxinha de mandioca com recheio de cogumelo R$5 e a de frango com catupi R$3,80. Delícia essa moda de lá.
       
      Dia 4/11
      Resolvemos ir ao Paraguai para tomar nota dos preços mas eu acabei comprando um calça Armani por 98 reais e 6 taças de cristal por 22,90 dólares. Imagina que a partir deste momento passarei a viagem toda carregando taças de cristal. O almoço em um shopping foi 23 reais com refrigerante. O ônibus do terminal a ponte é R$3,45, então ida e volta foi mega barato. Tem que ir com calçado confortável porque anda muito.Não pegamos nenhum moto taxi. É bem feio, mas fiquei surpresa com a qualidade dos produtos, achei que só teria china. Lá tudo é em dólar mas você pode pagar em reais também. A cotação você vê no site comprasnoparaguai, onde também pode pesquisar os produtos e as lojas, mas lembre-se que a cotação pode variar ao longo do dia. De manhã era uma cotação e após o almoço outra. Nesse dia estava na véspera da eleição EUA e o dólar tava 3,19.No final da Viagem,após a eleição do Trump foi para 3,59.
      Fizemos cambio para ir a Puerto Iguazu na argentina: 1 peso =0,22 reais. Fizemos o cambio dentro do supermercado Muffato. Tem uma casa de cambio lá.
       
      Depois de uma ida ao Paraguai, chegamos tarde em Puerto Iguazu. Pegamos ônibus para lá em uma rua lateral ao terminal: o ônibus aceita reais ou pesos: 4reais ou 20 pesos. O ônibus para na imigração, você desce com seu documento, responde uma pergunta ou duas, passa sua mala no raio x e depois entra novamente no mesmo ônibus. Descemos no ponto final que fica no terminal de Puerto Iguazu. Ficamos em uma pousada muito boa: 125 hotel. Na frente dela tem um restaurante e lá trás tem os quartos e a piscina. Tava tarde e não entrei na piscina. A pousada é toda em material alternativo, compensado, aço, micro cimento. Fica bem no centro, perto de tudo. Do terminal até lá fomos andando.
      Fui lá na tal feirinha achando que teria artesanato, mas só tem comida, muita azeitona, chocolate, conservas. Deixe para comprar lembrancinhas em Foz, é mais barato.
      A noite fomos ao Icebar entrada 60 reais. Achei muito sem graça! Vc fica lá meia hora, os drinquetes são ruins. Todo mundo corre para o bar e demora para ser atendida. Daí fotos... Não se esqueça de ir de calça comprida, pq a roupa de frio é basicamente um super casaco.
      O taxi para ir do centro de puerto iguazu para o ice bar custou 105 pesos. Na volta pedimos carona na cara dura.
      De volta ao centro comemos no Quita Penca: uma pizza e eu pedi uma caipi vodka deu 155 pesos para cada uma.
       
      Dia 5/11
      Pela manhã fomos até as cataratas da Argentina. Reserve um dia inteiro para isso, porque o parque é bem grande. Leve repelente para o final da tarde.O ônibus no terminal de Puerto custa 40 reais ou 130 pesos por pessoa. A entrada custa 250 pesos e a aventura náutica 450 pesos. A aventura náutica foi muito bom. O barco chega muito perto de dois pontos das cataratas e você se molha para valer, então melhor ir de biquíni. Pode ir de chinelo. Tem uma sacola impermeável que eles te dão para você guardar coisas que não podem molhar, então se não estiver quente, sugiro levar uma toalha de rosto e uma roupa seca para usar depois. Neste dia estava muito quente e a roupa secou logo. A cotação no parque 1 real=4,05 pesos. Compramos no almoço um combo com 6 empanadas e um refri de 600 ml por 39 reais ou 155 pesos.
      À noite fomos jantar no La mama onde a massa é caseira- 130 pesos para cada com refri.
       
      Dia 6/11
      Saímos de Puerto e fomos a feirinha de Foz do Iguaçu,que acontece aos domingos. Comprei uma água mineral no terminal a 20 pesos, a passagem para foz é 4 reais. Descemos antes do terminal na pousada Evelina, porque a Che lagarto não tinha vaga. De lá tomamos um ônibus para feirinha 3,75 reais. A feirinha de artesanato e comida é bem pequena.
      Na volta da feirinha para o terminal, almoçamos no mercado Muffato, comida a quilo, porque estava tudo fechado R$ 11,76 reais e depois tomei um geladinho a R$3,00.
      Voltamos para a pousada e eu cai na piscina, enquanto Ju dormia. O banheiro do quarto era bem caído, mas a piscina era ótima e o quarto espaçoso. Sem contar que os atendentes eram muito simpáticos. São três pousadas na mesma rua que pertencem ao mesmo dono, então o café da manhã é servido em outra pousada e a noite uma delas funciona como restaurante italiano.
      Resolvemos comer no Taj então pegamos um taxi da pousada até o resto deu 20 reais ida e volta. O rodizio é 49,980 reais + bebida, gastamos 60 reais para cada. Tudo muito bom, mas não é comida tailandesa e sim japonesa.
      Ao lado desse Taj, tem um restaurante bem sertanejo com churrasco etc.
       
      Dia 7/11
      Fomos às cataratas brasileiras. A entrada é 36,30 reais. Você percorre rápido o parque. Comprei uma blusa por 30 reais e 3 imãs por 13 reais. O lanche lá foi 18 reais. Em uma manhã dá para conhecer. Optamos por não fazer o passeio de barco lá, porque o de Argentina é maior. O brasileiro só vai em um ponto das cataratas e eu achei que não chega tão perto.
      Saímos andando das cataratas até o Parque das Aves, a entrada é 36 reais. Eu amei o Parque das Aves. Você consegue ver bem de pertinho e tem um guia, depois entra em um compartimento com borboletas e araras soltas. O melhor é que as aves ali estão em um local onde são estudadas. O dinheiro do ingresso financia as pesquisas.
      De volta a Evelina pegamos um taxi para outro hotel, porque queríamos ficar mais no centro de Foz, perto do terminal. Ficamos então no Águas de Iguaçu.
      Na rua mesmo do hotel jantamos um maravilhoso peixe a R$23,50 +3 reais de gorjeta para cada. Bem barato e bom. A gorjeta em Foz não vem na conta, então quase ninguém dá gorjeta lá.
       
      Dia 8/11
      Resolvemos ir a Itaipu. Entrada 74 reais. Comprei lembrancinhas lá reais e um hambúrguer+ refri R$16 reais. O ônibus do terminal até itaipu custa R$ 3,75. Como era terça não foi preciso marcar, mas chegamos em um horário que não tinha saída, então tivemos que esperar até 13:30h. Você embarca em um ônibus com guia. Foi bem interessante. Tirei foto dos passeios e preços. Dá uma olhada!
       
      Dia 9/11
      Ida ao Duty Free da Argentina,o ônibus é o mesmo que vai para Puerto Iguazu e custa R$4,00. É mais barato que o brasileiro, mas o Paraguai ganha em preço com toda certeza. Na volta ao terminal pegamos o ônibus para o templo budista ,mas estava fechado. O templo funciona de 9:30h as 16:30h.
      Fomos lanchar no Jauense que é uma confeitaria de Foz maravilhosa! Gastei 26,40 reais em gostosuras. A noite jantamos no mesmo local da noite anterior, só que frango desta vez. Custou R$27,50 cada.
       
      Dia 10/11
      Minhas taças ainda estão inteirinhas. Fomos ao Paraguai comprar. O comércio fecha as 15h do Brasil, que são 16h lá. O ônibus 3,75 reais e eu comprei uma boneca 0,90 reais, pen drive 32GB por 26,60, um celular simples e com teclas grandes por 43,50, 3 victorias secrets +1 batom revlon+ 1 paleta de sombras naked por 130 reais, papai noel por 20 reais, alfajor milka por 20 reais. Almocei a 25 reais.
      Mortinhas da Silva de tanto andar, descansamos e a noite rolou uma pizza + refri que não anotei o preço e depois batata frita+ caipi a 110 pesos. Pesos? Sim porque resolvemos voltar par Puerto Iguazu que é mais bonito que Foz e comemos no Quita Pencas. Onde aliás vimos o BRASIL GANHAR DA ARGENTINA - MOMENTO MASTERCARD!!!!
       
      Dia 11/11
      Chove bastante e a gente dormiu até 14h. Almoçamos no terminal de Puerto a 84 pesos e no final da tarde tomamos um café com torta a 65 pesos na confeitaria que fica na esquina do terminal. Fomos ao Duty free e gastei 266,50 reais em compras, perfume com caixa detonada, sombra que não achei no Paraguai..., fora o buzu 8 reais ida e volta. Jantamos em Puerto por 236,50 pesos e eu comprei 2 chaveiros a 100 pesos.
       
      Dia 12/11
      Tivemos que retornar ao Paraguai porque minha irmã finalmente me pediu alguma coisa. A Ju também queria comprar umas coisas lá. Depois fomos conhecer o templo budista. O ônibus do Templo demora muito, muito...e também demora no trajeto, então pode ser uma boa tentativa pegar para Itaipu e lá tratar um taxi, já que não rola uber em Foz. Dica: não vá ao templo no fim de semana, porque excursão aporta lá e os turistas sem noção saem em bando, desrespeitando completamente as placas de não tocar nas imagens, não falar alto, higiene no banheiro..., fora isso é tudo lindo.
      De lá fomos para o hotel Águas de Iguaçu pegar nossas coisas na recepção e seguimos para o hotel Paudimar centro. Para nossa surpresa o dono da pousada paudimar centro disse que nossa reserva não valia nada e colocou a gente para fora de forma inacreditável, quando ameaçamos chamar a polícia. O hotel cheirava a mofo, a piscina suja demais, se não fosse feriado, agente teria desistido.Imagina a cena: A gente sentada na calçada com nossas malas, esperando a polícia chegar. E chegou rápido. O dono do hotel tinha reservado a pousada inteira para uma excursão em setembro e esqueceu de tirar a disponibilidade no booking e disse na cara de pau que “elas que se virem!”. Os policiais botaram panos quentes dizendo que não havia crime, mesmo a gente mostrando que ele ainda estava com anuncio de vagas no ar. Pegamos um taxi até a pousada Evelina, afinal na rua existiam três pousadas!
      Toda viagem tem que ter momento perrengue. Voltamos na Evelina e o pessoal da pousada nos emocionou, porque eles não tinham vaga, mas ligaram para vários hotéis procurando vaga para gente. Acabamos no hotel tourrance, porque a cidade estava lotada com o feriado do dia 15. A noite saímos para comer uma pizza perto do hotel mesmo, lugar bem simples na estrada principal. Gastei R$17 reais. Depois de escrevermos ao booking com cópia do relato policial, fomos ressarcidas das despesas: hotel e taxi .
       
      Dia 13/11
      Café espetacular do hotel Tourrance e taxi para Aeroporto.




×