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Em Algum Lugar do Mundo

Safari na África: dicas e informações úteis

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Pensando em fazer um safari na África mas não sabe por onde começar? Confira dicas para organizar melhor sua viagem e fazer do seu safari uma experiência inesquecível!

Quer fazer um safari na África? Veja por onde começar

Planejamento

São diferentes possibilidades e preços, além de vários destinos pra escolher. Então quanto antes começar a desenhar seu roteiro, melhor. Prepare-se para as dificuldades com locomoção e infra estrutura.

Safari_na_Africa_do_Sul_Addo_Park18.jpg

Escolhendo o destino

O que você quer ver em um safari na África? Você já tem um objetivo definido? Que tal leões passeando livres pela natureza? Ou ainda a exuberante queda d’água em Victoria Falls? Ou será que seu sonho é encontrar gorilas no meio da floresta? Veja as particularidades de cada destino: pesquise e veja o que mais te agrada. Não faltam opções, já que o continente africano tem 54 países! 

Safari na África: para onde ir

Sul da África

Destinos populares como Namíbia, Zimbábue, Botsuana e África do Sul.

Leste da África

Gorilas em Uganda, vida selvagem no Quênia, praias incríveis em Moçambique, expedições pelo Kilimanjaro na Tanzânia... 

Oeste da África

Mali, Senegal e Gana são destinos menos procurados mas que têm muito a oferecer. A vida do turista aqui é mais complicado e viajar por essas bandas exige ainda mais planejamento, mas não abra mão desses destinos caso queira conhecê-los.

 

Para mais dicas como:

  • Quando ir
  • Dinheiro
  • Transporte
  • Passaporte e vistos
  • Cuidados com a saúde

é só acessar o post e conferir as informações completas: https://emalgumlugardomundo.com.br/safari-na-africa/

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    • Por chendailem.sousa
      Oi pessoal, 
      estou planejando ir para Marrocos e Egito em abril de 2019. 
      A ideia é passar 15 dias entre os dois países. Quanto vocês gastaram em média?
      E enfrentaram algum tipo de difuldade com violência?
    • Por raquelmorgado
      No nosso caso, fomos a partir de Luanda. O voo não é muito longo, apenas cerca de 2 horas de viagem, mas ter parte do avião sem ar condicionado não abonou muito a favor do conforto. Mas o Tiago não se pôde queixar: nas datas que queríamos só conseguíamos um lugar em económica, tendo o outro “desgraçado” de ir em executiva. Como o Tiago tinha mais milhas na TAAG, lá foi ele em executiva, sem autorização para trocarmos de lugares e partilharmos as regalias (um na ida e outro no regresso).
      Já vos dissemos que tínhamos tudo organizado a partir de Luanda, algo que foi fácil, a partir da internet, onde encontrámos os Serviços Turísticos de São Tomé e a Marta Freitas. A Marta fez um trabalho excelente, foi paciente na nossa procura pelo pacote ideal, e acabamos por contratar um serviço com carro e motorista/guia durante os dias que necessitávamos. Foi através dela que conhecemos o Arcelino, o guia que nos acompanhou durante toda a viagem, exceto no Ilhéu das Rolas. Todas as manhãs, ia buscar-nos à guesthouse e guiava-nos pelo percurso planeado para o dia, sempre com paragens para almoço, conhecer roças, descansar nas praias, etc.. Temos sugerido a Marta a todas as pessoas que nos dizem que vão a São Tomé porque ela é incansável, tendo ido receber-nos ao aeroporto (e nós chegámos bem depois do previsto) e explicado como seriam os nossos dias seguintes. Um dos dias, até nos foi levar e buscar ao restaurante onde fomos jantar. A Marta é portuguesa, apaixonada por São Tomé, e é por existirem pessoas como ela que achamos que não é necessário que se vá para este belo país num pacote tudo incluído de agência de viagens, como é tão comum para quem viaja a partir de Portugal.
      Também é possível alugar só o carro, mas nós recomendamos que inclua o guia. Uma pessoa local consegue resolver qualquer problema muito mais facilmente, e os caminhos e carros de São Tomé têm tendência para dar problemas. Portanto, se querem uma estadia ao bom ritmo são tomense “leve-leve“, se querem conhecer aquela cascata que está num terreno privado com segurança, se querem visitar os fornos onde se torrava o cacau, mas que estão fechados, ou se não querem pagar gorjetas acima do “suposto”, então optem por ter um guia.
      Atenção: como sempre, esta é uma opinião pessoal, se preferem ir em pacotes tudo incluído, mesmo sabendo que vos vai custar muito mais, ou não ter um guia, não criticamos, são opções perfeitamente válidas.

      De Lisboa, pela TAP, a viagem dura cerca de 8 horas, com escala em Accra. No entanto, com base nas nossas pesquisas recentes, o percurso mais barato é Lisboa-Luanda-São Tomé-Luanda-Lisboa, pela TAAG (cerca de 17h de viagem). A STP Airways tem dois voos semanais diretos, mas costumam ser caros (apenas 6h de viagem). O ideal é recorrer ao Skyscanner para escolherem a vossa melhor opção. À data de hoje, uma reserva de ida e volta a partir de Lisboa, com escalas, de 20 a 27 de outubro, custaria 293€ (um achado).
      E como partir de São Tomé?
      São Tomé e Príncipe cobra uma taxa turística diária e uma outra aeroportuária. São 75.000 dobras/dia (aproximadamente 3€) pela primeira, cobrada pelos hotéis, navios cruzeiro ou agências de viagem, e 20€ pela segunda, incluída no pacote das agências de turismo. Na altura em que fomos, a cobrança era feita à saída. No momento em que se dirigiam à entrada do aeroporto eram desviados para a fila de liquidação dessa taxa, só sendo depois autorizados a entrar no terminal. Ainda não voltámos desde 2016, mas na altura o aeroporto era rudimentar, com pesagem “manual” das malas. Sabemos que o aeroporto está nesta altura em obras.
      Como chegar ao Príncipe:
      Já vos dissemos que não fomos, mas ainda pesquisámos os voos. A companhia que faz as viagens diárias é STP Airways e cada percurso custa cerca de 100€. Já vos explicámos o nosso plano financeiro da altura, e acabámos por não conseguir encaixar este extra. Numa visita mais longa e com um orçamento maior, sabemos que ir ao Príncipe é obrigatório. Afinal, é reserva da biosfera. A oferta de alojamentos também está a aumentar.
      Dobra:
      A moeda são-tomense é o Dobra (STD), que tem um câmbio para o Euro nada simpático (1€ = 24.470 STD), o que pode dificultar a noção dos preços. Uma boa referência é: 100.000 STD = 4€. Nós não levámos kwanzas, mas na altura era relativamente fácil trocar kwanzas por dobras no mercado informal, o que teria sido uma vantagem para nós. Só percebemos ao notar que os são-tomenses residentes em Angola apenas traziam kwanzas. Pagámos o possível com os nossos cartões de crédito, como os alojamentos, pagámos os tours através de transferência bancária e trocámos alguns euros. Em São Tomé não existem caixas multibanco que aceitem cartões internacionais.
      Vacinação:
      Países como Angola e Brasil (endémicos de febre amarela) obrigam a que os seus cidadãos ou residentes entrem com o boletim internacional de vacinação e a vacina da febre amarela em dia. Recomenda-se também a profilaxia da malária. Nós, por residirmos em Angola na altura, não precisámos.
      Vistos:
      Países do espaço Schengen, EUA e Canadá, não precisam de visto, mas têm de apresentar um passaporte válido com duração superior a seis meses. Visitantes de outros países, mas com visto para um dos países indicados acima, também não precisam de visto. Isto  é válido para estadias turísticas até 15 dias. Se necessitarem de visto, pede-se aqui.
      Deambular à noite pela cidade de São Tomé:
      Nós chegámos a andar a pé pela cidade, de noite, para regressar de um jantar. Não nos sentimos confortáveis, não por nos sentirmos inseguros, mas pela falta de iluminação, pouco movimento na rua, e por andarmos meio à deriva. Durante o dia, exceto em destinos específicos, como o Ilhéu das Rolas ou Praia Inhame, andámos sempre com o nosso guia.
       
      Ir ao Ilhéu das Rolas
       
      São Tomé e Príncipe tem uma ilha mais pequena, atravessada pela linha do Equador, o Ilhéu das Rolas. Habitado por locais, mas um destino de turistas que se hospedam no  único hotel da ilha, do grupo Pestana, o que a torna quase um resort. Toda a nossa estadia foi organizada por nós, com sugestões da Marta, uma portuguesa que vive em São Tomé, ligada ao turismo, a pessoa ideal para sugerir um plano para a estadia. Decidimos dormir uma noite no Pestana do ilhéu, numa estadia que incluía as três refeições. Não é económico, mas podemos dizer que vale o preço. Devemos salientar que, apesar de ser um Pestana, não apresenta a mesma qualidade que outros hotéis do grupo em geografias diferentes.
      O Ilhéu é pequeno e é fácil dar a volta a pé completa, coisa que o hotel incentiva, com as suas walking tours acompanhadas por funcionários. Vêem-se as praias acessíveis só de barco, a floresta onde a Raquel foi atacada fortemente pelos mosquitos, apesar de ter repelente, bebe-se água de coco pelo caminho, passa-se pela aldeia onde vivem cerca de 200 pessoas, e vai-se até ao Marco do Equador. O marco é uma atracção local onde se tira a típica fotografia com um pé em cada hemisfério. Lamentavelmente, este está já bastante degradado, merecendo um restauro.

      Chegámos à ilha ao final da manhã e fomos brindados com um simpático upgrade ao quarto. O quarto era espaçoso e agradável, com vista para a piscina. O hotel está junto à costa voltada para São Tomé, com uma extensa praia e uma piscina infinita de água salgada. Nota-se que o hotel já sofreu com o passar dos anos e começa a precisar de uma manutenção/refresh mais pesada. A estadia inclui, como já dissemos, as três refeições, em regime buffet, mas com uma variedade de pratos mais reduzido que o habitual para um hotel de 4*. Nota-se que tentam agradar aos turistas, tentando oferecer uma culinária europeia, mas estamos num local onde o peixe deveria ser rei. Oferecem também um ou dois pratos típicos e uma zona onde podemos pedir massas ao nosso gosto. Algo que também não falha é a simpatia dos funcionários. Não estava muita gente hospedada durante a nossa estadia (daí o upgrade), o que acrescentou romantismo à estadia, talvez até demais, porque nem beber um copo no bar era fácil, os funcionários só lá iam quando chamados. O hotel tem também um centro de mergulho, onde se pode, além de agendar mergulhos com garrafa, levantar material de snorkeling e alugar canoas.
      Nós fizemos logo a primeira coisa que nos foi aconselhada a não fazer pelo hotel: comer na praia um almoço preparado por locais, que já tínhamos reservado com o nosso capitão do bote. O rececionista falou em intoxicações alimentares, de não estar garantida a higiene na confeção dos alimentos, e nós ouvimos, mas ignorámos (os nossos estômagos já têm calo), e ainda bem. Esperámos na praia pelo nosso almoço, mergulhando e vendo como carregam os cocos em sacos, para envio para Angola. Aproveitámos para conhecer as nossas colegas de mesa, também portuguesas, que regressavam a São Tomé depois de almoço. Para quem se quiser aventurar: saindo do hotel, é só seguir pela praia para o lado esquerdo, que alguém vos irá abordar para o almoço.
      As praias do ilhéu são muito bonitas, verdadeiramente paradisíacas, podendo mesmo ser partilhadas com os ninhos eleitos pelas tartarugas para a desova. Tenham apenas algum cuidado, porque algumas têm rochas. Algumas praias são inacessíveis a pé e exclusivas para quem chega de barco. A praia a não perder é a praia Café, tanto pela envolvente natural, como por ter uma aldeia perto, sendo fácil encontrar porcos e galinhas a deambularem junto à praia.

      Como ir:
      O meio de transporte oficial sai de Ponta Baleia, o ancoradouro em Porto Alegre. Pelas fotos, o barco é confortável.
      Nós preferimos o formato mais local (e económico). Fomos ver as praias do sul e fomos de bote pela praia Inhame. A viagem foi atribulada no regresso, com uma chuvada torrencial tipicamente tropical e um mar agitado a animar a malta.
      Onde comer:
      A estadia de uma noite incluiu três refeições, portanto, o jantar do dia de chegada e o pequeno-almoço e almoço do dia da partida. Deixamos a opção de ir mais cedo e almoçar na praia ao critério de cada um. Nós fomos e gostámos muito, mas percebemos quem nos diga que acha um risco.
      O almoço na praia foi servido à mesa, uma refeição completa de bifes de atum grelhados, com acompanhamentos e fruta, direito a toalha de mesa, loiça e bebidas. Há simpatia e  podem aproveitar para conhecer outras pessoas.
      Como reservar:
      Fizemos a reserva directamente no site do Grupo Pestana. Os preços rondam sempre os 200€, às vezes um bocadinho mais.



       
      https://365diasnomundo.com/2018/08/17/como-chegar-e-viajar-por-sao-tome/
      https://365diasnomundo.com/2018/08/08/ilheu-rolas/
      https://365diasnomundo.com/2018/07/29/sao-tome/
       
    • Por TMRocha
      Eu estou fazendo uma pesquisa sobre os países mais desconhecidos por nós brasileiros, e como não vi nada aqui sobre a República Centro-Africana no site do Mochileiros, resolvi postar essa matéria para que entendam qual é a situação atual do país e porque ele não é visitado por turistas.

      Conheça a realidade desse país, que está entre os 10 países mais pobres do mundo. E já fica de aviso, você ficará chocado.
      Primeiramente, vamos nos localizar:

      A República Centro-Africana é um país localizado no centro da África, limitado a norte pelo Chade, a nordeste pelo Sudão, a leste pelo Sudão do Sul, a sul pela República Democrática do Congo e pela República do Congo, e a oeste pelos Camarões. A capital do país é a cidade de Bangui e o país possui pouco mais de 5 milhões de habitantes.
      O que hoje é a República Centro-Africana já foi habitada há milênios. No entanto, as fronteiras atuais do país foram estabelecidas pela França, que governou o país como uma colônia a partir do final do século XIX.

      Depois de conquistar a independência da França em 1960, a República Centro-Africana foi governada por uma série de líderes autocráticos. Na década de 1990, as chamadas para a democracia culminaram nas primeiras eleições democráticas multipartidárias em 1993, quando Ange-Félix Patassé se tornou presidente.
      Em 2003, através de um golpe de Estado, o general François Bozizé destituiu Patassé e assumiu o poder. A guerra civil no país iniciou-se em 2004 e, apesar de um tratado de paz em 2007 e outro em 2011, eclodiram combates entre o governo, muçulmano, e facções cristãs em dezembro de 2012, levando a uma limpeza étnica e religiosa e deslocamentos populacionais massivos em 2013 e 2014.
      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/República_Centro-Africana
      E infelizmente esses problemas ainda continuam, confira agora um documentário do Programa Toda a Verdade sobre esse país devastado e dividido:
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      ANTES DE ASSISTIR, CONFIRA PRIMEIRO SE A QUALIDADE DO VÍDEO ESTÁ NO MÁXIMO.
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      E pra fechar essa matéria, fique com mais algumas imagens da capital do país: Bangui.








      Isso é tudo! Boa sorte!
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Confira destinos incríveis na Garden Route na África do Sul (além da Cidade do Cabo): The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn. Tudo que você precisa saber sobre esses lugares como atrações, acomodação, onde comer, como chegar lá, etc….imperdível se você está explorando a costa da África do Sul!
      A África do Sul é um país conhecido por sua beleza, paisagens, animais, safári…e pela Cidade do Cabo.
      Mas aqui que está o detalhe. É também um país cheio de recantos escondidos, vilarejos que pareciam parados no tempo e outras inacreditáveis naturezas intocadas além das cidades grandes e conhecidas.
      E depois de uma incrível viagem de 28 dias por lá, acabei em alguns desses lugares pouco conhecidos. Eles foram o destaque da minha viagem, e por isso eu queria compartilhar uma palavrinha com você para que você também possa visitá-los.
      Continue lendo: 4 Cidades Pouco Conhecidas (mas Impressionantes!) na África do Sul para Você Visitar  The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn

    • Por Fora da Zona de Conforto
      Quer visitar a Espanha na África…..visitar a Grã-Bretanha na Espanha….e fazer alguns passeios de barco pelo caminho? Leia como nesse emocionante itinerário de Ceuta, Gibraltar e Málaga. Encontre tudo o que você precisa saber, incluindo atrações, acomodações baratas, o que fazer, cruzando o Estreito de Gibraltar, etc…
      Você está pronto para um roteiro europeu e aventureiro, onde você vai visitar algumas das situações geopolíticas mais estranhas da Europa ao explorar 4 “cidades”, 2 “países” e 2 “continentes”… Em apenas 6 dias?
      Deixe eu me explicar. Se você seguir nosso roteiro abaixo, você visitará:
      Ceuta: um enclave espanhol autônomo, localizado no continente africano, rodeado por 3 lados pelo Mar Mediterrâneo e, pelo 4º lado, pelo Marrocos. Gibraltar: um rico território britânico que não compartilha fronteiras com o resto do Reino Unido (mas compartilha fronteira com a Espanha), está a alguns quilômetros de distância do continente africano, e é conhecido por seus macacos.

      Continue lendo: Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)
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