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Jota P Teixeira

Ônibus de Salvador para Palmeiras?

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Boa noite a todos! 

Chego no aeroporto de Salvador às 21:10 e o último ônibus para Palmeiras é às 23h. Não conheço Salvador, acham que com esse tempo é possível ir do aeroporto a rodoviária? Levando em consideração que não irei despachar bagagem. 

Muito obrigado! 

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Dá tempo sim! Acredito que de UBER deve dar em torno de 20-30 reais! 

Mas se quiser uma opção mais barata (por R$3,70), caso você não esteja com tantas malas, você pode sair do desembarque e ir para a estação de ônibus que fica em frente do aeroporto (em frente as garagens, ainda dentro do aeroporto) e pegar qualquer ônibus que te deixe na Estação Mussurunga. De lá, você sobe a passarela para entrar na estação de Metrô e pega o metrô (no sentido Acesso Norte) e desce na Estação Rodoviária e segue na passarela em direção a rodoviária. De noite essa passarela não é tão segura, mas atualmente com o Metrô as coisas tão melhores em relação a segurança e tem pessoas que fazem esse trecho nesse horário também. Você já sai na Rodoviária de Salvador.  

Esse trecho (ônibus para Estação Mussurunga + Metrô da Estação Mussurunga até Estação Metrô Rodoviária) deve dar, no máximo, 1h.

Em breve a estação Aeroporto do Metrô estará em funcionamento e esse deslocamento será mais fácil.

 

Espero ter ajudado.

Abçs

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Oi Jota, 

O ideal é pedir um Uber do Aeroporto para a rodoviária, adiantar o lado pq mesmo a passagem sendo as 23:00 , vc tem que ir no guichê da real expresso/ rápido federal até às 22:30 imprimir o bilhete. 

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      01 a 11 Setembro 2018
       
       
       
      Integrantes
       
      *Formiga (Guia)      https://www.facebook.com/formigueiro.formiga
      *Pedrão do Brasil (Idealizador do Trekking)
       
      *Luciano
       
      *Karla
       
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      Hard
       
       





























































      20180910_123055.mp4






      20180911_085808.mp4









    • Por Jéssica de Araujo
      Vamos dia 26/08 para o Vale do Capão, na Chapada diamantina, partindo de Salvador as 15h e estamos com 2 vagas no carro.
      Passaremos também pelas cidades de lençóis, Ibicoara e Andaraí nesse período. Voltaremos no dia 05/09 pra salvador. 

      Qlqr coisa me manda mensagem (11)976277290
    • Por diogenezzz
      7 dias na chapada diamantina -  de 2 a 9 de junho/18
       
      Deixando meu relato de uma semana no paraiso, opss...chapada diamantina!
      vou tentar ser suscinto dessa vez...rs
      Bom , fui agora no inicio de junho-18.....
      sozinho, sem carro e sem cia
      Sai de sampa dia 1, voando latam, fiquei um dia em salvador ate pegar o busao pra lencois, que só sai as 23 hrs..chegando la por volta de 6 da manha !!
      vi muitos foruns, fiz contato com mochileiros, e vou ser categorico!
      Chapada diamantina sem carro = vc tem sim que contratar agencias se quiser fazer os passeios mais foda!
      eu pus na ponta do lapis, e sozinho e alugando carro, ficaria mais caro, mais cansativo e mais perigoso alugar
      carro, e isso uma semana apos a greve dos caminhoneiros no brasil, imaginao o preco da gasolina..inviavel
      Bem, apos muita pesquisa e whatssap, fechei meus 4 dias de tour com a CIRTUR turismo.
      Nao costumo fazer propagando de graça, mas essa agencia foi muito boa, e com um bom custo beneficio.
      A equipe é otima, os guias sao foda, a dona é uma pessoa muito atenciosa, os lanches e almoços foram
      impecaveis, enfim, so tenho uma nota a dar: 10 !
      Vamos ao que interessa:
       
      DIA 1 - Cachoeira do buracao!
      sim, comecei minha aventura pela chapada pelo passeio mais foda, e realmente é !
      Como eu fiz minha base em lencois, todos meus passeios sairam de la. a ida pra chegar ate a cidade
      que fica esta cachu dá quase 3 hrs de carro, claro que tem umas paradas pra banheiro e cafe, mas é um
      pouco cansativo. Apos chegarmos la, ainda tem mais uma trilha de quase uma hora, no qual passamos por algumas quedas dagua e outras cachoeiras maiores. A trilha em si ja é um atrativo a parte.
      Enfim, buracao! chegamos no fundo do canion e colocamos os coletes ( obrigatorio) e seguimos pelos paredoes do canion ate nos depararmos com a imensidao que é esta cachoeira ! simplesmente a cachoeira mais foda que ja vi ( em termos de volume força da agua). um espetaculo. tentei chegar perto da queda mas nao dá,
      venta demais e a fumaçeira de agua que faz , começa a atrapalhar a respiraçao. Ficamos ali quase  uma hora e meia apreciando aquela maravilha e boiando naquelas aguas escuras...felizmente estava um sol legal e a agua
      nao tava tao gelada. Na volta, aproveitamos a correnteza e descemos pelo canion ate o ponto de entrada na cachoeira. Mais uma hora de trilha, e voltamos pra van, chegamos em lencois, quase 7 da noite.
      DIA 2 - *** hospital***
      Tive que cancelar este dia de passeio, pois passei mal e fiquei de molho, dica importante ! deixem sempre
      uns 2 dias off pra nao comprometer a viagem. Uma torção no pé, uma dor de barriga, um mal estar, ninguem esta livre
      Dia 3 - poço encantado e poço azul
      um passeio tranquilo e nao muito distante, visitamos estes dois poços: no primeiro, o poço encantado,
      é apenas para contemplaçao, nao pode entrar na a´gua. na entrada da caverna tem uma lojinha com alguns souvenirs, doces tipicos, e muitos macacos interagindo com a galera. saimos de la , em direçao ao poço azul, neste sim, vc pode entrar e fazer flutaçao. há uma fenda na caverna por onde entra o sol que bate diretamente na agua, crianco um efeito incrivel. uma experiencia otima pra quem nunca fez esse tipo de coisa. obrigatorio uso de coleta e nadadeiras. agua cristalina, visibilidade 100% ate o fundo do poço, que dá quase 20 metros de profundidade, se nao me falha a memoria.

      DIA 4 - cachoeira da fumaça + riachinho
      A trilha para a cachoeira da fumaça é um pouco chatinha, os 800 metros iniciais sao de subida, entao
      tem que ter um certo preparo fisico e paciencia, porem depois desse trecho a trilha é plana, e com algumas areas alagadas, ate o joelho, bota é essencial....
      depois de quase 3 horas chegamos no famoso e perigoso mirante. A vista é espetacular mas nao me senti nada a vontade em ficar sentado naquele precipicio, sao so 600 metros de queda livre...rs
      Depois de quase uma hora ali tirando fotos e apreciando a cachoeira, fomos pro outro lado , ver a fumaça
      de outro angulo, que a meu ver, era bem melhor e menos perigoso. o guia nos disse que a trilha para fazer a fumaça por baixo dura 3 dias....e dá quase 30 km. Mas deve ser bem interessante. Demos sorte por que pegamos a fumaça cheia, entao o poço la embaixo estava bem cheio. Hora de encarar quase 3 hrs de trilha e entao ir pra cachoeira do Riachinho, bem ali proximo, mas ficamos pouco, coisa de meia hora, que foi o suficiente.
      DIA 5 - DIA OFF 
      no dia seguinte é que vc ve os estragos no corpo: meu joelho ficou doendo e de umas bolhas nos pés, nada
      serio, mas tirei um dia off pra ficar de boa e dar um role por lencois e dormir bastante.
      DIA 6 - MORRO DO PAI INACIO, cachoeira do diabo, gruta lapa doce

      Ultimo dia de passeio com a agencia....o passeio mais classico! (Rio Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa Doce, Gruta da Pratinha, Gruta Azul e Morro do Pai Inácio)
      o dia começou feio e chuviscando, passamos pelo poço do diabo, mas devido as chuvas, a queda dagua estava muito forte e o guia nao recomendou que entrassemos, pq estava perigoso. tiramos fotos e ficamos curtindo a paisagem, e na volta, quase pisamos numa cobra na trilha...por sorte foi so um susto. saimos de la e ficamos comprando besteiras na lojinha da entrada, tem coisas boas e baratas. De la fomos pra gruta lapa doce. Realmente incrivel e gigantesca, com muitas formaçoes interessantes, e um silencio e escuridao incriveis la dentro. o percurso total dá cerca de 1 km, e dura cerca de 35- 40 minutos. apos, almocamos e fomos para a Fazenda pratinha. Uma propriedade particular com varias atracoes, sendo as principais a gruta da pratinha, onde vc pode pagar a flutuaçao e adentrar na caverna. foi legal, a agua cristalina, vc ve peixes de tamanhos e cores variadas e ate tartarugas. So que eu me senti um pouco desconfortavel, pq em alguns momentos, deu uma sensacao de claustrofobia, em certos trechos sua cabeca quase toca o teto da caverna, entao se nao curte essa situaçoes, repense. A flutuacao custa 40 reais,e dura cerca de meia hora. Depois fomos para o Rio, que tem um tom de verde sensacional, demos uma volta pela área verde, interagimos com macacos, etc. No final fomos na gruta azul, bastante similar ao poço encantado, porem nao pegamos o raio de sol adentrando na caverna, nem foto tiramos.
      Pra fechar os passeios na chapada, o cartao postal: Morro do Pai Inácio. Muito legal, a subida é tranquila, muito bom ficar curtindo aquele visual sensacional, com o barulho do vento ou apenas o silencio..... conseguimos ficar pra ver o por do sol, que visto de lá, é realmente 
      muito bonito, conseguimos gravar...

      DIA 7 - ULTIMO DIA - CURTIR ATRAÇOES GRATUITAS NA CIDADE DE LENÇOIS
      os lugares mais foda da chapada,  realmente tem que ir de carro ou via agencia, mas felizmente
      tem coisas perto pra fazer : cachoeira do serrano, cachoeirinha, cachoeira da primavera,
      saloes de areia, ribeirao do meio.....com excecao do ultimo , fiz todos em apenas um dia, e de graça.
      fica a poucos minutos do centro de lencois e nao necessita guia. Bom pra repor as energias e fazer uma pausa
      entre dois passeios que sejam muito desgastantes.
      Fim do dia, hora de arrumar as malas e esperar o busao as 23 hrs com destino a salvador

      *** DICAS GERAIS ****
      .
      REalmente a chapada diamantina e a mae das chapadas, tudo é muito grande, bonito, distante
      a natureza exuberante, e a diversidade de atracoes nao se ve em nenhuma outra chapada
      lencois e uma cidade pequena, eu achei que os hostels deixaram bastante a desejar, mas nem vou 
      comentar quais eu fiquei....a cidade tem bons restaurantes e cafes, para todos os gostos e bolsos
      A chapada diamantina nao é um passeio barato - vc vai gastar uma boa grana, seja alugando carro
      seja contratando agencias, seja pondo gasolina no seu carro....as atracoes sao muito distantes entre si.
      Na chapada NAO rola essa cultura de carona, como existe em veadeiros. La, NAO  espere encontrar
      outros turistas com vaga no carro pra oferecer pra vc, isso deve rolar, mas é bem raro, pq quem vai,
      ou ja vai com grupo pronto, ou ja contrata agencia. Vi uma garota la perdidinha,achando que ia rolar
      esquema de carona, nao levou grana e se fu***. Ficou sem fazer a maioria dos passeios tops.
      lencois tem uma estrutura basica, a cidade é pequena, se ocorrer algo grave, tera que ir pra cidade de 
      seabra, uma hora e poquinho de carro dali, foi isso que aconteceu com uma colega nossa....
      veja se sua agencia oferece seguro de vida e de acidentes, pq nao e dificil se machucar nesses passeios nao,
      por isso cautela, usar bota de trekking, bermudao, prestar atencao se nao tem cobra nas trilhas
      ( na cachu do diabo, quase pisamos numa cascavel...) enfim, todo cuidaod é pouco por que se precisar de 
      socorro, lencois é uma cidade bastante limitada !
      Gastos aproximados:
      Aviao SP- SSA= 340 reais
      acomodação ( hostel) = 350 reais
      alimentação = 300 reais
      passeios =  900 Reais ( 4 dias de passeio com agencias, conforme detalhado acima)
      bus- salvador lencois = 170 reais ( ida e volta)
       

      seguem os videos que fiz dos meus passeios, ficaram bem legais, espero que possa ajudar voces a ter 
      uma ideia da beleza que é este lugar . bom passeio pra voces !
       
    • Por HermesRicardo
      Sempre tive o sonho de subir na moto e sair por aí sem destino. Conhecendo novos lugares, paisagens, sensações e pessoas. Vou completar 40 anos bem vividos no próximo mês e decidi que precisava me preparar de maneira extraordinária a minha entrada nos “enta”. No meu trabalho, um amigo falou que iria de São Paulo ao Chuí (RS) acompanhado por sua esposa. Ele iria em uma Citycom 300i. Neste momento veio à tona o meu antigo sonho. Não tive dúvida, agendei uns dias de férias do meu trabalho e comecei a pensar no roteiro. Em paralelo, fui equipando com alguns acessórios básicos a minha XRE300 2015, que estava na época, com 18 mil km rodados. Alforje lateral, almofadas de agua no banco, pastilhas de freio e pneus novos, troca de óleo e verifiquei a tensão da corrente...até pensei em trocar a corrente mas resolvi economizar neste item. Para me acompanhar nesta jornada, convidei o meu filho Jonatan, que tem 23 anos e mora em Cambuí, sul de Minas Gerais. Ele topou na hora e isso me deu ainda mais motivação!
      Faltando uma semana para iniciar a minha sonhada aventura, começou a greve de caminhoneiros em todo o Brasil e não tinha gasolina nos postos.  Nem se pagasse uma fortuna por ela! Simplesmente eu estava com tudo pronto, mas com o tanque seco. Anunciaram o fim da greve em uma segunda (28/05) e meus planos de partida era para a próxima quinta (31/05). A greve acabou (graças a Deus), mas até que a vida voltasse ao normal era outra história. Começaram a fazer filas quilométricas nos postos para conseguir um pouco de combustível. Respirei fundo e esperei as coisas se acalmarem. Até que na quarta-feira (30/05) consegui encher o tanque da moto e as filas aqui do Rio de Janeiro já diminuíam. Me enchi de ânimo, coragem e espirito de aventura para o início da minha sabática preparação para o novo ciclo de vida.
      Para não deixar este diário muito grande e cansativo, relatei sem muitos detalhes o dia a dia deste roteiro. Espero que gostem e que inspire outros “seres inquietos” a buscar uma grande aventura. Divirtam-se!
      1° Dia, 31/05/2018 – Rio de Janeiro – Saí de casa por volta das 11:30h, passei no posto para calibrar os pneus e segui para Cambuí, sul de Minas Gerais onde eu iria visitar os meus pais e também encontrar com o meu filho, que bravamente enfrentou este desafio comigo. Ainda na via Dutra, percebi que tinha feito um ótimo investimento nas almofadas de agua, o banco estava superconfortável. Não tive problemas para abastecer neste trajeto apesar de ver que ainda faltava combustível em alguns postos. Aí foram 450Km até a casa dos meus pais. Curti a noite com eles, jantamos e vi na televisão que ainda havia muita confusão nos postos no Norte de Minas. Mesmo sabendo que lá fazia parte do meu trajeto, resolvi não desistir da missão. Fui dormir cheio de energia para ver o que tinha pela frente!
      2° Dia, 01/06/2018 – Cambuí, MG – Acordei cedo, calibrei os pneus da moto (29 traseiro, 22 dianteiro), encontrei com o Jonatan, equipamos a moto com toda a bagagem e saímos por volta das 11h. Seguimos pela Rodovia Fernão Dias com destino a Belo Horizonte (BH). No caminho comecei a ver que a situação da falta de combustível ainda afetava bastante Minas Gerais. Próximo a 3 Corações, vi que precisava abastecer. No posto à beira da estrada tinha uma fila enorme e ainda havia previsão do combustível acabar sem atender a todos que ali estavam. Resolvi seguir em frente com o combustível que eu tinha no tanque... até que alguns quilômetros adiante vi um posto com apenas 5 carros na minha frente...que alegria! Enchi o tanque e a frentista (muito simpática) se surpreendeu ao saber que estávamos seguindo para a CHAPADA DIAMANTINA, de moto, durante a crise de falta de combustível. Ela sem nenhuma resistência encheu uma garrafa pet (2 litros) com gasolina para qualquer emergência. Vibramos por ter vencido o primeiro desafio e ainda havíamos conseguido gasolina extra para caso ficássemos sem combustível no meio da estrada. Seguimos em frente, sempre procurando abastecer nos postos que não tinha muita fila, geralmente os que não tinham bandeira ou que estavam distantes das cidades. Passamos por BH e seguimos para Sete Lagoas. À frente, um pôr do sol que deixava o horizonte avermelhado. Por volta das 19h, chegamos a SETE LAGOAS e nos hospedamos em um hotel onde fomos recepcionados por um Mineiro muito engraçado. Demos umas boas risadas com ele. Depois do banho, demos uma volta na cidade para jantar e descobrir o que tinha por lá. Comemos um sanduiche de pernil com bacon em uma feira próximo à uma das Lagoas da cidade. Estava sensacional! Depois fomos dormir sob ameaça da greve dos caminhoneiros ser retomada. Não deixamos que isso nos abalasse. Será? (rs)
      3° DIA, 02/06/2018 – Sete Lagoas, MG – Saímos por volta das 08h, com destino ao Norte de Minas Gerais. A paisagem mudou muito do que estávamos acostumados e a distância entre as cidades eram enormes. Aqui a preocupação em ficar sem combustível era eminente e nos deixou bastante apreensivos ao perceber que a moto havia entrado na reserva e não tinha nenhum sinal de cidade, posto ou pessoas. Apenas um intenso trafego de caminhões gigantescos. Até que, enfim, encontramos um posto e tinha gasolina. Aleluia! Abastecemos e seguimos! Chegando em Montes Claros percebemos o tamanho do nosso desafio! Sem gasolina na cidade! Apenas um posto com centenas de pessoas com galões, dezenas de motos e muitos carros! Como queríamos chegar em Janaúba e estava com meio tanque, resolvemos enfrentar aquela fila que além de desorganizada, sempre surgia algumas calorosas discussões. Fiquei bastante nervoso porque já estávamos a 2 horas na fila e tínhamos andando poucos metros. Não teve jeito, para sair de lá, precisei comprar no mercado negro daquele posto IPIRANGA, 2 galões de 5 litros para seguir em frente. Não sou favorável a este comportamento, mas não encontrei outra saída naquele momento. Só assim conseguimos chegar em Janaúba no início da noite. Logo que chegamos já vi que teríamos que ter paciência para abastecer novamente. Decidimos não nos preocupar naquela noite e fomos procurar um hotel. Fomos dormir cedo para acordar mais cedo ainda e ir para as intermináveis filas dos postos da cidade.
      4° Dia, 03/06/2018 – Janaúba, MG – Acordamos às 05:30h fizemos o check-out no hotel e fomos para o posto! O que era aquilo?! Não acreditei ao ver aquela fila de moto. Aproximadamente 300 motos já estavam lá pra esperar o posto abrir às 8 horas. Por sorte, um outro motociclista nos levou a um outro posto que abriria às 10h. Viram o nosso esforço e com o apoio de outras pessoas que estavam na fila, conseguimos abastecer e seguir viagem. Partimos com destino à Bahia, que alegria! Quando finalmente passamos da divisa de MG com a BA o sufoco do combustível acabou. Tinha gasolina sem fila em todos os postos. Seguimos viagem vendo a paisagem mudar para o que eu imaginava como sertão da Bahia. Uma geografia muito bonita, mas no fundo eu imaginava o quanto deveria ser difícil viver em um local tão seco. Passamos por enormes parques geradores de energia eólica, vimos uma mistura de caatinga com serrado e muita estrada pela frente. Até que enfim fomos chegando no parque da chapada diamantina embaixo de uma chuva fina e gelada. Já era noite quando avistamos uma montanha iluminada e em seguida uma placa dizia “MUCUGÊ a 1KM”. Fomos para a pousada felizes da vida pelo feito que havíamos tido até ali. Estávamos muito cansados, mas saímos para comemorar com pizza e vinho!
      5° Dia, 04/06/2018 – Mucugê, BA – A recepcionista da pousada e a dona da pizzaria haviam nos falado que não poderíamos deixar de ir na cachoeira do Buracão. Esta cachoeira estava a uns 80km voltando pela estrada que havíamos chegado. Acordamos cedo e partimos em baixo de chuva para ver a tal cachoeira. Ao chegar no centro de guias turísticos do local fomos informados que a cachoeira estava interditada devido à chuva que já estava castigando a região a 5 dias. Ficamos decepcionados e voltamos para Mucugê com a sensação de ter rodado 160km em vão. Decidimos naquele momento que iríamos para Lençóis a procura do sol e das belas cachoeiras. Seguimos para Lençóis, mas antes passamos no MUSEU DO GARIMPO para aprender um pouco sobre a cultura local. Valeu a pena porque fomos muito bem recebidos com uma aula sobre a fase do garimpo na região. Dalí continuamos a viagem até que vimos uma estrada de terra com destino a IGATU. Resolvemos ir conhecer. Caramba... uma estradinha de terra com muitas ladeiras e com um visual “inacreditável”. Fomos chegando na cidade onde tudo era de pedras, ruas, muros, casas, bares, bancos. Parecia que estávamos voltando no tempo. Perguntei a um guia local um lugar bacana para almoçar. Ele nos indicou um restaurante de comida caseira. A comida estava ótima. Depois do almoço e de uma cerveja gelada, deixamos a moto e caminhamos até uma cachoeira apreciando as casas e as paisagens. Claro, tirando muitas fotos. Chegamos na cachoeira e o sol deu o ar de sua graça. SHOW!!! Tiramos a roupa e deixamos secando, já que tínhamos tomado muita chuva na parte da manhã. Depois do banho de cachoeira e da roupa seca, pegamos a moto e seguimos para Lençóis por mais uns 100km. Quando chegamos, já estava escuro e pegamos a primeira pousada que paramos pra perguntar o preço da diária. Em seguida foi o padrão, banho e sair para jantar! Fomos surpreendidos pela bela cidadezinha com ruas de pedras. Jantamos em um restaurante chamado “Quilombolas”. Tudo perfeito! Depois das caipirinhas de umbu, fomos descansar.
      6° Dia, 05/06/2018 – Lençois, BA – Depois do café da manhã, procuramos um guia que nos levou pra conhecer algumas cachoeiras da região. Cachoeira da Primavera e a Cachoeirinha são demais e foi ótimo pra massagear as costas nas quedas d’agua. Na parte da tarde, pegamos a moto e fomos até a cachoeira do Poço do diabo. Ficamos lá apreciando por um tempo aquela imensidão de agua e pedras. Já eram 16h quando saímos da cachoeira com destino ao morro do Pai Inácio. Chegamos na encosta do morro, deixamos a moto, pagamos 6 reais por pessoa e começamos a subir as escadas e pedras até o topo. Paisagem dos cânions de tirar o fôlego. Mas o ponto alto foi o pôr do sol acompanhado de um arco íris quase que pintado à mão! Emocionante!! Ficamos ali, eu e meu filho, vendo o sol ir embora, deixando um vermelho cor de fogo em cima das montanhas. Descemos porque já estava ficando frio e estávamos de camiseta e bermuda a uns 30km da Pousada. Foi mais um dia extraordinário.
      7° Dia, 06/06/2018 – Lençóis, BA – Hora de sair da Chapada, mas com vontade de voltar em outro momento. Percebi que a corrente da moto já estava desgastada (aquela mesma que ignorei na revisão) e decidi que precisava de um mecânico. Seguimos para Itaberaba e paramos na oficina do Tony. Ele trocou a corrente e o kit de relação + a troca de óleo e filtro. A moto ficou novinha. Dalí continuamos firmes na estrada com destino a Itabuna, no sul da Bahia. Chegamos muito cansados à Itabuna. Aqui eu não imaginava que a cidade era tão grande. Demorou um pouco para encontrar um Hotel, mas conseguimos.
      8° Dia, 07/06/2018 – Itabuna, BA – Próximo destino Arraial d’Ajuda. Seguimos pela BR101, até que vi no mapa uma opção por estrada de terra até Cabrália e resolvemos encarar. Que doideira, entramos na plantação de eucalipto que não acabava nunnnca....andamos muito nesta estrada de terra. Já eram 12h quando chegamos em Cabrália. Ver o mar foi umas das sensações mais plenas que tivemos neste roteiro. Paramos na praia de Coroa Vermelha, pé na areia, peixe frito, cerveja gelada e praia de agua quente. Tudo que queríamos! Depois de algumas horas, partimos para Arraial através da balsa de Porto Seguro. Lá, curtimos um pouco da noite fora de temporada antes de ir pra pousada descansar para o dia seguinte. Foi bem legal.
      9° Dia, 08/06/2018 – Arraial d’ajuda, BA – O objetivo do dia era ir à TRANCOSO e chegamos lá por volta das 10:30h. Fomos para praça do Quadrado onde é impossível não querer morar em uma daquelas casinhas que circundam a praça quadrada, que na verdade é um retângulo. Tiramos algumas fotos e como ainda era cedo, decidimos naquele momento que iriamos dormir em CARAIVA, passando pela PRAIA DO ESPELHO. Partimos por uma estrada de terra que estava toda esburacada e em alguns pontos, com muita lama, devido à chuva que estava castigando a região. Tive quase certeza que iríamos beijar o chão em algum momento. Mas inacreditavelmente: não beijamos! Chegamos à praia do Espelho sem nenhum arranhão. Que praia espetacular! Tomamos um banho de mar enquanto observávamos tartarugas que nadavam livremente perto de nós. Já era próximo das 15h quando partimos para CARAIVA, rodando mais 25Km por estrada de terra, lama e areia! Chegamos em segurança também. Deixamos a XRE300 em um estacionamento na beira do rio e atravessamos em um barco rustico até a outra margem onde estava a bela vila de Caraiva. Lugar roots, com ruas de areia, transporte através de carroças. Estas também transportavam alguns mantimentos para as casas e pousadas mais afastadas da margem do Rio. Logo que conseguimos uma pousada, deixamos as coisas no quarto e fomos ver o pôr do sol no encontro do rio com o mar. Foi alucinante!! A noite ficou por conta do forró, que é marca registrada do local. O pessoal dançava muito bem! Depois de algumas cervejas fomos dormir para iniciar o retorno para casa, que seria no dia seguinte.
      10° Dia, 09/06/2018 – Caraiva, BA – A missão agora era retornar para casa e eu particularmente já estava bem cansado de tanta aventura. Saímos de lá por volta das 10:30h e de cara, tinham 48Km de estrada de terra, embaixo de uma forte chuva, antes de chegar na BR101. Foi tensa aquela estrada. Passamos um ponto de alagamento em um local inóspito com água batendo no meio da moto. Que adrenalina! Depois de 2 horas para sair desta estrada, chegamos na rodovia e seguimos com destino ao Rio de Janeiro. Neste dia tomamos chuva o dia inteiro. Já eram umas 17h quando chegamos na cidade de São Mateus, norte do Espirito Santo (ES), onde nos hospedamos. Um banho quente e descanso era tudo que estava precisando naquele momento. Meu filho também já demonstrava muito cansaço.
      11° Dia, 10/06/2018 – São Mateus, ES – Nesta noite não consegui dormir quase nada por conta de alguma coisa que havia comido no dia anterior... Tive uma noite de rei ;-). Mas como ainda tinha muita estrada pela frente, tomamos o café da manhã e partimos. Este trajeto, para mim, foi um dos mais cansativos devido ao “mal-estar” que me acompanhou o dia todo. Próximo à região de Serra (ES) tive que parar para tirar um cochilo na sombra de uma arvore. Meu filho cuidadosamente e com muita paciência fez a guarda enquanto eu me recuperava! Me recuperei um pouco e seguimos viagem, passando por Guarapari e avançamos com destino ao Rio de Janeiro. Chegamos por volta das 16h em Campos dos Goytacazes. Como eu estava muito debilitado, resolvemos procurar um hotel. Acredito que fizemos uma boa escolha em não arriscar seguir viagem naquele estado que me encontrava.
      12° Dia, 11/06/2018 – Campos dos Goytacazes, RJ – Depois do merecido descanso, acordei muito bem e o Jonatan também estava bem animado em saber que estávamos muito próximo de casa. Pegamos a estrada e viemos cantando por um longo trecho. Ainda não havíamos concluído a jornada, mas a sensação de gratidão já estava contagiante naquele momento. Logo que avistei a ponte Rio-Niterói, os meus olhos marejaram de alegria. No pedágio da linha amarela os motoristas deveriam estar me achando um doido. Segunda feira de manhã e eu cantando e desta vez, era muito alto, pra todos ouvirem! Cheguei em casa no mesmo horário que eu havia partido, 11:30h da manhã. Meu filho abriu o portão, coloquei a moto para dentro, desci da moto, olhei pro céu e agradeci muito a Deus pela oportunidade de ter vivenciado junto com o meu filho tantas aventuras, perrengues, risadas e emoções.
      No total foram 4.350KM, passando por 4 estados em 12 dias de viagem. Foram tantas estradas, tantas pessoas que conhecemos, tantos quebra-molas que pulamos, estrada de terra, chuva, frio, calor, risadas, conversas, cansaço, sustos e surpresas, que fizeram desta viagem algo marcante para mim e para o meu filho. A sensação de gratidão por ter conseguido atingir o objetivo, por estar vivo e por ter uma casa para retornar, são elementos básicos e essenciais para estes dois seres humanos que estavam perdidos em meio a tantas preocupações, atividades e compromissos. Desejo que estejamos sempre motivados em realizar sonhos, mas principalmente que tenhamos sabedoria para desfrutar as coisas simples! Obrigado ao Jonatan pela excelente companhia e parabeniza-lo pela coragem deste desafio. Te amo filho!
      Hermes, Minas/Rio de Janeiro



    • Por Jeniviana
      Mapinha do Vale
      Este é um relato basicão com dicas e a minha percepção do local, ou seja, algo muito pessoal.
       
      DIA 1- Partimos de Salvador rumo a Palmeiras, município sede da região, no ônibus da noite, chegando lá pela manhã logo cedo. Quando cheguei já tinha alguns carros fazendo o trecho Palmeiras-Vila do Capão, mas como tinha que encontrar uma amiga e a outra precisava sacar dinheiro (só vi banco Bradesco), pois tinha ido despreparada, fomos a procura do tal banco e encontrar a Ruth. Meia hora depois voltamos para a rodoviária e a primeira má notícia do dia é q só teria transporte pela tarde, um senhor queria nos cobrar R$ 100,00 para nos deixar na vila, claro q fomos catar outra pessoa, depois de muito barganhar fechamos por R$ 75,00 e seguimos para o Vale.

      Riachinho
      Decidimos parar no Riachinho, q fica alguns km antes da Vila, uns 3-5km, descemos, comi o cuscuz q havia levado e as meninas foram fotografar o lugar, ficamos um pouco mas n entramos na água e decidimos ir rumo à Cachoeira da Fumaça, não imaginamos q era tão longe e com mochila nas costas foi muito sofrido. Só conseguimos chegar a entrada da trilha umas 11h, o rapaz q estava na recepção da Associação de Condutores q fica na entrada da trilha da cachoeira nos fez a gentileza de nos orientar a não subir com as mochilas (na minha absurda imaginação eu conseguiria subir até a 2° mais alta cachoeira do Brasil com uma mochila razoavelmente pesada nas costas). Deixamos nossas coisas numa lanchonete próxima a trilha com um senhor pra lá de simpático e seguimos a trilha, muito íngreme, com a ajuda do App Wikilok (q foi muito útil). A trilha foi pra lá de sofrida, tanto na subida quanto na descida, devido ao cansaço acumulado, mas valeu a pena... Não recomendo a pessoas com dificuldade de mobilidade fazer a mesma, pois apesar de não ser difícil de se guiar lá, a subida/descida cansa bastante.
      Nota a parte: Foi na trilha da Fumaça q superei um pouco meu medo de altura, foi lá q descobri q mesmo cansada eu mantenho a calma e a fé. Foi naquela descida que vi o quanto Deus é lindo e nos dá força quando pensamos estar no limite. Nessa hora a gente entende q ter fé faz muita diferença!

      Cachoeira da Fumaça
      Voltando...
      Depois da cansativa trilha ainda fomos a pé até a Vila, mais 2km e descobrimos q ainda tínhamos muito pra andar pois o Hostel q havíamos reservado ficava a 1,5km da vila. Conseguimos com a orientação de uma senhora e as várias placas do hostel espalhadas pela estrada chegar ao hostel umas 18/19h, exaustas! Só pedi pra ver o quarto e o banheiro, tomei banho bem gelado pra adormecer as pernas doloridas e deitei pra descansar, mas acabei dormindo e só acordei no outro dia.
      DIA 2- Acordamos, tomamos café e nos preparamos para sair, nos orientamos com o pessoal do hostel e seguimos rumo ao Rio Preto, q nem estava no roteiro, mas já havíamos entendido q nosso roteiro era péssimo pra fazer todo a pé e em tão pouco tempo(3dias). Seguimos até a trilha e nela com ajuda do Wikilok, depois de andar uns 1,5km a trilha ficou esquisita e as meninas preferiram voltar, no caminho encontramos uma família indo pro mesmo lugar por outra trilha e acompanhamos, trilha fácil, porém no fim tem uma descida íngreme e escorregadia. Finalmente chegamos ao rio, maravilhoso, poço legal, cachoeira pequena mas agradável, só tinha a gente e a família, passamos a manhã e parte da tarde por lá, depois seguimos para a Vila para aventurar transporte para a Cachoeira da Purificação q fica na Vila do Bomba, nos cobraram 80 reais de carro e 20 reais de moto, decidimos fazer no outro dia a pé e voltamos para o hostel, chegamos por lá umas 16h e só saímos a noite para a vila. A noite comemos uma pizza maravilhosa atrás da praça e voltamos para dormir.


      Rio Preto
      DIA 3- Tomamos café, preparamos nossas mochilas, pois não iríamos voltar mais ao hostel e partimos rumo a vila para nossa última trilha. Chegando lá comprei a passagem de volta para Palmeiras e Kelly, q havia ido comigo de SSA, decidiu antecipar a passagem dela, nos despedimos e fomos, eu e Ruth, rumo ao Bomba, seguimos a pé os 7km da Vila ao Bomba e lá começamos a trilha, uns 30 min depois encontramos a Cachoeira Angélicas, bonitinha, mas nosso foco era a Purificação, então n tomamos banho, nessa hora meu celular bugou e foi um tanto complicado rever a trilha a partir de onde estava com o Wikilok, mas ainda assim conseguimos e seguimos para a Purificação, quando chegamos ao leito do rio não consegui encontrar mais a trilha (era para atravessar o rio e eu tentei seguir em frente) então decidimos voltar, no caminho encontramos um casal q tbm estava à procura da cachu e fomos juntos ao início da trilha, pois um rapaz havia nos informado q se pegássemos o outro caminho seria mais fácil, ledo engano, a partir daí não tínhamos mais o App, mas conseguimos chegar de novo ao rio onde eu havia desistido. Chegando lá decidimos atravessar o rio e encontramos outra trilha, fizemos isso mais umas 4 ou 5 vezes (o casal, Raissa e Lucas, tinha se informado com locais e sabiam q deveríamos atravessar o rio algumas vezes). Em uma parte do caminho quase desistimos, já eram 14:30h e não havíamos encontrado a tal cachu, mas Lucas foi aventurar o caminho enquanto a gente descansava e achou a bendita. Seguimos caminho, achamos a cachu, tomamos banho na água geladíssima e saímos de lá umas 16h num caminho já conhecido e tranquilo. Chegamos no Bomba e nos despedimos, pois eu e Ruth seguiríamos a pé e eles de moto.

      Angélicas

      Purificação❄️
      Voltamos o caminho todo e chegamos na Vila as 18:30h, comemos e Ruth foi embora, esperei a Topic até as 20:30h e me despedi do Capão.
      DICAS E PERCEPÇÃO DO LOCAL:
      Só vá ao Vale se vc estiver de carro, muita vontade de andar ou dinheiro para pagar pelos trechos. Por lá é fácil encontrar um guia, mas não há ‘assédio’ como em Lençois, q basta virar a esquina para alguém te perguntar se vc quer um guia. Também não há ninguém te amedrontando em relação as trilhas.
      A cidade é bastante rústica, mas há restaurantes, mercadinhos e lojas o suficiente, com preços razoáveis. Por lá a sensação de segurança é muito grande, sendo muito tranquilo andar a noite distancias razoáveis.
      Tudo o q comemos nas trilhas a gente levou de casa, o café da manhã foi servido pelo hostel, só pagamos pela janta e algumas besteiras.
      As pessoas são muito educadas, porém pode haver um choque cultural muito grande. Grande parte dos habitantes são hippies, pelo menos no jeito de se vestir, há um grande misticismo pela cidade e é comum as pessoas fumarem, leve tudo isso com tolerância e amor ao próximo.
      Quando organizar seu roteiro esteja bastante atento as distâncias entre uma atração e outra, observe com cautela e discernimento os níveis de cada trilha a se fazer, não se superestime, isso pode te deixar decepcionado como eu fiquei ao não conseguir cumprir com meu roteiro. Esteja aberto a sugestões e mesmo com GPS ou App se informe antes de fazer as trilhas. Lembre-se, o roteiro é vc q faz, mude sem quebrar muito a cabeça quando tiver dúvidas demais.
      No mais direi como alguns nativos: Ouça seu coração!!!
      Saiba a hora de parar e de começar, nos momentos difíceis lembre q só uma pessoa pode resolver aquilo, VC, relaxe e peça ajuda a Deus q tudo dará certo. Aprenda a superar seus limites, mas se respeitando, a linha entre uma coisa e outra é muito tênue, mas ela existe.
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