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Chile: Primeira viagem internacional sozinha!

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Parabéns!!!! Lembro da minha primeira viagem internacional, e foi pra Santiago(Chile) também, em 2014...e senti praticamente tudo que descreveu no relato...sensação maravilhosa!!! O Chile tem um lugar muito especial no meu coração e nas minhas memórias......

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Obrigada 😊

Que legal Lucas! É um país incrível né? Ainda tem tantos lugares que quero ir no Chile... principalmente no inverno!

Mas ter ido agora foi sensacional!!!

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Todos tem a primeira experiência, uns não sentem nada,como eu,acostumado a fazer pequenas viagens desde a mais tenra idade.Outros se sentem livres,eu me senti livre dessa m... de país e jamais teria voltado se não fosse uma m... maíor de nome Bolívia ,que quase acabou comigo.Virão outras vezes e,então, estará acostumada. 

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Olá, Larissa!

Li e reli seu relato e achei incrível, em Agosto  também vou para Chile sozinha. Será minha primeira viagem internacional.

Estou ansiosa, com medo e ao mesmo tempo muito feliz.

Você pode me dar umas dicas sobre hospedagem, passeios e melhores roteiros ?

beijos e obrigada.

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@Juliane Fricks 

que legal que sua primeira viagem internacional vai ser pro Chile!!! Que máximo!

vai pegar neve em agosto 😍

Claro, posso dar dicas sim! Quer me adicionar no Facebook? Aí conversamos melhor no messenger, meu face é Larissa Gomes, cidade Telêmaco Borba!

 

beijos e vamos nos falando 😘

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    • Por coinetekarla
      Bom dia,

      Neste tópico vou falar especificamente de valores, depois faço outro relato contando minha experiência sensorial, mas já aviso, o Chile é maravilhoso, podem ir sem medo de ser feliz, mal cheguei e já quero voltar lá pelo menos umas 10 vezes mais hahahaha.

      Passagem ida e vol Latam – 1170,00

      Hostel Che Lagarto Santiago 10 Noites 340,00

      Alimentação 600,00

      Cajon del Maipu/Embalse El Yeso 160,00

      Farellones (sem ski) 170,00 entrada + 130,00 transfer + 60 reais de alimentação

      Aluguel de roupas 120,00 (completo)

      Viña del Mar 60,00 City Tour

      Passagem ida e volta Tourbus – 100,00

      Cambio $162,00

      *Ida pra Santiago, comprei a passagem pelo 123Milhas, muito mais barato e bastante seguro comprar, não tive problemas, emitiu minha passagem 3 horas depois que confirmei o pagamento, por cartão de débito. Recomendo olhar bem os horários de conexão, porque eu não reparei e tive que ficar 10 horas numa conexão noturna em Rosário-AR e mais 10 horas na volta em Córdova-AR, na ida é até aceitável, porém na volta, muito cansativo e estressante.

      *Hostel eu reservei 6 dias pelo HostelWord, e depois comprei mais quatro dias lá mesmo. Quem paga em espécie a diária tem um acréscimo de 19%, então optei em pagar no cartão mesmo, mas é um risco, porque quando fui o dólar e estava a 3,89 e hoje a 4,31, então cada um vê o que melhor lhe convém. Hostel limpo e organizado, cozinha fica disponível das 7:00 da manhã até as 22:00 horas, tem a opção de café da manhã, staff muito bacana e gente boa, a limpeza do quarto acontece dia sim dia não. Mas o diferencial principal é a localização, fica bem no centro, tudo perto, passeio, mercado, pontos turísticos, metro, o ponto de ônibus é na frente.

      *Alimentação, caríssima e eu particularmente, não gostei da comida, mas o que é de gosto é regalo da vida não é, então depende do paladar, mas em média um prato de Pollo com papa Frita sai em torno de 30 reais, e isso em lugares populares onde os locais vão comer, o montante que eu gastei da pra ser menor sim, mas mesmo comprando em mercado ainda assim, não vai sair barato, até porque a nosso real está super desvalorizado lá.

      *Farellones, não tive sorte, o dia que eu fui não estava tudo branquinho, porém tinha uma quantidade razoável de neve, mas durante a madrugada caiu uma nevasca enorme, um grupo que estava no meu hostel foi no outro dia disse que estava tudo coberto de neve, então depende se São Pedro vai com sua cara ou não hehe. Não deixem de levar comida, lá tem pouquíssimas opções e tudo não sai a menos de 60 reais, levem sanduíches e água que da pra passar o dia e ser muito feliz, o valor da entrada inclui a tirolesa, a descida de boia, o ski bunda, o carrinho de gelo. Mas não inclui a aula de ski e o aluguel das roupas, não posso falar quanto a isso porque optei em não fazer.

      *Cajon del Maipo/Embalse el Yeso, fui no dia após a nevasca, vocês não podem imaginar o quanto é lindo, o valor citado, inclui o transfer e um comes e bebes no final do passeio, então levem comida também e muita água, lá não tem opção nenhuma para comprar. Paramos num local onde era uma passagem de trem e dizem que um rapaz se matou la por amor e tem muitas homenagens a ele, achei bacana.  O meu transfer também fez uma parada em San Jose de Maipo, uma cidadezinha pequenininha, acolhedora, mas não vi nada excepcional, a não ser a cordilheira ao redor, mas isso tem em Santigo também, conto melhor depois, mas Cajon e Embalse El Yeso é daqueles lugares que todo mundo devia conhecer uma vez na vida. Cajon del Maipo é a rota que fazemos para Embalse el Yeso, eu fui achando que era um lugar específico, tipo um único ponto, mas não é não.

      *Aluguem roupas em Santiago, sai muito mais em conta, quase metade do preço, no bairro Bella Vista tem lugares mto mais baratos que a parada das vans no dia do passeio.

      *Viña del Mar e Valparaiso, primeiro um conselho, vão bem cedinho, pra conseguir aproveitar e conhecer tudo, eu não fiz isso, talvez por isso eu não curti muito o passeio, mas valeu a experiência, outra coisa, o clima de lá é muito diferente de Santigo, sai de Santiago na hora do almoço estava maior calor, cheguei em Viña estava bem frio, outra coisa, optem por chegar por Valparaiso, que os passeios pelas casinhas coloridas tem que ser de dia, porque a noite (hora que eu consegui chegar lá não da pra ver nada :/), em resumo, contratei um passeio na rodoviária mesmo, pessoal bem gente boa, pechinchei e o passeio saiu por 60,00 reais. Em suma, vou voltar um dia para Viña e Valparaiso, pra tentar tirar a impressão ruim que tive, porque não curti muito, mas acho que isso foi por culpa minha, mas Valparaiso parece uma grande favela, não estou dizendo isso no sentido pejorativo, mas porque parece mesmo, casinhas no morro uma em cima da outra. O transfer me levou a alguns lugares turísticos, ficamos por alguns minutos. Mas como eu disse, um dia vou dar uma nova chance àquele lugar. E não se iludam quando falam que da pra fazer a pé e tal, é tudo muito grande lá e muito longe uma coisa da outra, não da pra fazer a pé e eu acho que um dia é muito pouco, pelo menos durmam uma noite por la.

      Então é isso, vou escrever um novo post contando sobre a experiência em si, e as impressões que eu tive sem me apegar muito a parte monetária.

      Espero que tenha ajudado. Desculpem qualquer erro de português, digitei meio que correndo hahaha.

      Beijos e até a próxima.






       








    • Por Fernanda Nicaretta
      Um semana depois de voltar de viagem sigo encontrando pessoas, revendo amigos e conhecidos que me perguntam sobre essa experiência. Encontros e conversas em que ouço perguntas e comentários que podem ser divididos em duas ou três categorias. As quais poderiam ser nomeadas como: os que me acham maluca; os que me acham corajosa e/ou admiram o feito; os que não estão nem aí, nem pensam nada sobre. E isso tudo que tenho ouvido está me fazendo pensar sobre 'o porquê viajo sozinha'. Até porque eu não sei em qual categoria destas eu me colocaria, ou qual delas eu penso ser a mais justa para o que aconteceu.
      Por que viajo sozinha?
      Sempre fui (e ainda sou) bastante insegura. Não naquilo que sou, nos meus valores, convicções e caráter. Sempre tive muito claro o que é certo, o que eu quero para mim e como quero ser lembrada pelas pessoas. Mas sou insegura naquilo que faço, naquilo que sei, naquilo que quero dizer. 
      A primeira viagem que fiz sozinha foi quando finalizei a faculdade. Vivia um momento de 'e agora?', de passagem de uma vida de estudante e estagiária para profissional. Foi a primeira vez que me vi longe de casa, em um lugar que as pessoas não falavam a minha língua e que eu precisei me virar. Com uma mochila nas costas, uma passagem de ônibus e pouquíssimo dinheiro, organizei meu tempo, fiz escolhas, somei amigos e vivências. Voltei feliz e confiante que sendo capaz disso, seria capaz de outras coisas também, principalmente as quais mais despertavam medo em mim.
      Fiz a seleção para o mestrado mais ou menos confiante, sabia das minhas limitações teóricas e de currículo. Fui aprovada. Vivi quase três anos de idas e vindas entre a minha cidade e Porto Alegre em que, com poucas exceções, viajava pensando 'guria, tu tá fazendo mestrado em uma das melhores universidades do país, tu conseguiu'. Mesmo assim as dúvidas quanto a minha capacidade e merecimento do que estava vivendo, me acompanharam durante todo o processo. Defendi minha pesquisa frente a uma banca que a aprovou praticamente sem sugestões de correção.
      Após a conclusão do mestrado, um retorno do terrível 'e agora?'. Senti que era hora de me testar novamente. Uma viagem mais longa, com trocas de cidades e voos com conexão. Um medo imenso, misturado com uma vontade quase necessidade de me arriscar. Fiquei dez dias longe de casa, sozinha com minha mochila, de hostel em hostel. Um planejamento que me acalmava, mas que dava espaço ao inesperado. O que no fundo era o que eu mais queria. Queria me arriscar, me testar, sentir na pele a intensidade da solidão. Voltei feliz, energizada e gritando pra mim mesma que viagens são o que eu quero acumular nesta vida.
      Então, respondendo: eu viajo sozinha porque me faz bem! Uma forma um tanto egoísta de me abastecer de segurança, uma forma um tanto intensa de sentir que sim, as coisas vão dar certo. Não penso em viajar sozinha sempre, não quero pensar nada a respeito. O que sei é que estar imersa em outra cultura me ensina, me ajuda a ver como somos pequenos em nossa rotina, e que tudo aquilo que pode me deixar triste ou insegura é pequeno demais em um mundo tão grande.
      O Peru, país escolhido para essa viagem, se mostrou acolhedor a todas essas minhas inseguranças. Pessoas alegres e dispostas a ajudar, lugares bem sinalizados e já bastante povoados por turistas (apesar de estarem em baixa temporada agora). Vivi as ruas bonitas de Lima, a praia em Miraflores e o centro histórico em dias sol. Já em Cusco, a sensação de não estar em 2018, despertada pela arquitetura. Ruas estreitas e cheias de história e cultura, pessoas caminhando para todos os lados, disputando lugar entre as ofertas de tudo que se pode imaginar. A viagem de trem até Águas Calientes, a energia de uma cidadezinha ao pé daquilo que eu mais esperava. Minha subida até Machu Picchu foi pela trilha: eu recomendo! Uma paisagem que motivava degrau por degrau e que foi compensada pela beleza de uma cidade lindíssima. Arrepio e choro ao entrar, saudade e muitas fotos ao sair.
      Viajo sozinha não porque não tenho amigos ou pessoas para me acompanhar, mas porque vejo nessas experiências a oportunidade de conversar somente com a Fernanda, levar ela para o mundo e deixar que ela veja que há muito mais lá fora. Muitas vezes senti minha mão sendo pega  por mim mesma, como se houvesse outra Fernanda, bem mais segura, que garantia 'é por aqui'. Por isso não me sinti sozinha. Não fui nem sou triste comigo mesma, pelo contrário.
      Viajo sozinha para provar para mim mesma que eu sou o que tenho de mais importante. Que minha família e as pessoas que sinto saudade são as que quero sempre por perto.A intensidade de estar só e longe de casa possibilita outro ângulo de olhar, faz ver o que realmente importa. Um deslocamento que sacode e faz ver a pequenez de tanta coisa que, de perto, parece grande. E, por fim, viajo sozinha também porque sou, como dizia Frida Kahlo "o assunto que conheço melhor", minha melhor companhia, a pessoa que quero mais bem e feliz. O que entendo ser uma construção primeira, algo que fará que eu seja uma boa companhia para quem for comigo nas próximas viagens, ou quem permanecerá perto por aqui mesmo.
      Viajem sozinhos. É o que desejo.

    • Por Fora da Zona de Conforto
      Esqueça aquelas excursões cheias de gente! Aqui falo das melhores empresas de viagem e excursão para grupos pequenos pelo mundo. Para todos os viajantes: solos, aventuras, festas, destinos exóticos, solteiros, família, jovens, etc. E uma comparação com prós e cons entre viagens em grupo e mochilão ou viagens independentes.
      Viajar de forma independente ou fazendo parte de uma excursão organizada? Eis a questão!
      Bom, se vocês conhecem esse site/blog, sabem que ele é focado em dicas diversas para que você possa explorar o mundo de uma forma independente (sem fazer parte de uma excursão ou tour) e assim, poder viajar por mais tempo, mesmo que você esteja com um orçamento apertado. Só que é preciso tempo e planejamento para poder preparar uma viagem inteira sozinho(a).

      Então reconheço que algumas pessoas ou não gostem, ou não têm tempo de prepararem sozinhas todos os itens de uma viagem (passagem, acomodação, itinerário, transporte, seguro de viagem, etc….).
      Continue lendo: As 5 Melhores Empresas Internacionais de Excursão Para Viajar em Grupo no Mundo

    • Por Lys Silva
      Clipe com resumo da minha viagem pela Amazônia no começo deste ano.
      Fui por uma rede que organiza viagens para estudantes estrangeiros aqui em São Paulo e foi uma das minhas mais incríveis na vida.
      Me entristeceu bastante o fato de ter poucos brasileiros, na verdade nenhum turista na época que eu fui (abril). Essa floresta é nossa e precisamos visitar, conhecer e reverenciar essa natureza tão linda e abundante.
      Espero que gostem, qualquer dúvida me respondam aqui que eu tiro e se gostarem, não se esqueçam de se inscrever no canal pq tem muita coisa boa por lá kkkk
       
       
    • Por Bianca Manfroi
      Estou pensando em ir em Agosto, queria especificamente neste local pois amei a paisagem e curto trilhas, mas fiquei com receio justamente por isso pois sei que tem uma trilha de dois dias também, gostaria de algumas informações se alguém foi o que vocês acham ? obrigada


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