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Amei o seu relato. Bom ver que há cada dia mais mulheres corajosas e sem preconceito de encarar países pobres, mas que reservam muitas surpresas. Eu li também esse relato do Sorrent e ele realmente escreve muito bem, com muitos detalhes e bom humor. Gostaria de fazer mais ou menos como ele fez, começaria pelo México. Mas vamos ver. Queria te fazer aquelas perguntinhas básicas sobre orçamento e quantos dias disponibilizou pra essa trip. Já vejo uma certa desvantagem nos deslocamos diurnos, mas sabendo que devemos primar pela segurança, ok, rs...

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    • Por Luis Arau
      Após 4 meses de pesquisas utilizando o Google Earth e os poucos relatos por aqui, planejei nossa viagem para Belize. Quero deixar este relato registrado, pois não há muita informação de longas viagens por este pequeno país. Ficamos 27 dias conhecendo alguns sítios arqueológicos Maias, mergulhando nas águas caribenhas dos atóis e dos Cayes que são as ilhas, pequenas e grandes (Belize tem mais de 470) e socializando neste belo país. 
      Bem, compramos as passagens pela Copa (escala em Panamá) com 3 mêses de antecedência. No mochileiros vi uma dica que este é o melhor período para comprar com um preço mais barato. Pra começar zicado (e foi somente essa zica a viagem inteira), nosso avião depois de 30 minutos, teve que voltar para Cumbica. 6:30 da matina uma zona total, ninguém da Copa para nos dar satisfação! Só houve orientação para pegar as bagagens na esteira tal! Aí começa o fuzuê. 2 funcionários da Copa apareceram e começou a se formar uma roda entrono deles para saber o que aconteceu com o avião e qual a providência iriam tomar. Os 2 funcionários começaram a distribuir um volcher para um taxi nos levar a um hotel onde iríamos dormir e  um funcionário da Copa iria para o hotel mais tarde para nos orientar. Ou seja, maior zona! Ninguém sabia de nada. Procuramos o escritório da Copa no aeroporto e ninguém nos atendeu dizendo que estavam providenciando novo vôo. Fui para o hotel e comecei a procurar passagens para Belize, assim já falaria com o funcionário da Copa de posse de uma alternativa.
      No dia seguinte somente às 20:00 aparece o funcionário da Copa. A alternativa que nos foi oferecida foi um vôo para Belize 4 dias depois (só tem vôos da Copa para Belize às terças e sextas). Nós com reservas pagas em hotel, mergulhos agendados e pagos, ficamos estarrecidos com o descaso da Copa. Como já tinha visto um vôo bem pingado (Cumbica, Panamá, San Salvador e Belize – duas escalas) para às 1:30 do dia seguinte, mostrei ao funcionário que de pronto entrou em contato reservando este vôo. Claro que ele aceitou. A outra alternativa que vi e mostrei a ele, era alguns vôos no mesmo dia da pane, mas, pela American Airlines (passagem bem mais cara), e que eles colocaram dificuldades (não queriam ter prejuízo). Sintetizando...chegamos em Belize estropiados por conta de duas noites praticamente sem dormir e perdemos estadia e mergulhos. Bem, passado o perrengue, chegamos em Belize City e pegamos um taxi (U$28) para o terminal aquático da Belize Express (U$18 pp para Caye Caulker). Chegamos a tempo de pegar o último taxi aquático às 17:30 para Caye Caulker.
      Lá tínhamos reservado o Hotel La Isla Resort (U$70,85 por noite com taxas e impostos incluídos). Em toda a Belize alguns hotéis costumam usar as palavras Resort e Lodge, por mais chinfrim que sejam. Hotel básico com ar condicionado (faz falta, pois o calor é senegalês) uma pequena piscina, frente a praia e sem café da manhã, prática comum em 99,9% dos hotéis e pousadas em Belize. Saímos para um rolê e reconhecimento, Caye Caulker é uma ilha muito pequena, mas, muito aconchegante. Ótimos restaurantes, e um café da manhã (Amor Y Café) muito bom. O primeiro dia foi mesmo para morcegar na praia e andar a pé pela Caye, pois é muito pequena. Dá pra alugar uma bike por 10 blz. (Ah, o câmbio é sempre o mesmo faz tempo: 1 dólar americano = 2 dólares belizeños). Para jantar os pratos variam de 15 a 30 blz (camarão, frango, peixe ou carne). A famosa breja Belikin varia de 4 a 7 blz, dependendo do lugar. No mercado custa 3 blz. A escolha dos mergulhos em Caye Caulker, tem motivo. É o local mais próximo dos atóis Lighthouse (Blue Hole) e Turneffe (The Elbow), portanto, menos tempo de viagens nos barcos. Escolhi a empresa Frenchies Diving após uma pesquisa de preços via e-mail. Na verdade, o preço não varia muito, mas, a decisão foi acertada, pois a Frenchies era menos cartesiana. Segundo dia e primeiro mergulho com 2 cilindros foi em Spanish Bay. Local com abundante vida marinha, Lírios do mar, Esponjas azuis, amarelas, verdes, um jardim de Gorgônias, Poliquetas, Anêmonas, Corais de vários formatos, moles e duros, peixes de recife como Acanthurus coeruleus (Coeruleus), Acanthurus baianus (Baianus), Pomacantus parú (Frade), Holacanthus ciliaris (Ciliaris), Holacanthus tricolor (Tricolor), Pterois volitans, (Peixe Leão), Sphyraena (Barracuda), Bodianus Rufus (Bodianus), Bodianus Pulchellus (Bodianus), Halichoeres socialis (Bodião), Sparisoma viride (Peixe papagaio), Baliste clown (Baliste), Grama loreto (Royal Gramma Caribe), Chaetodon capistratus (Borboleta), Chaetodon striatus (Borboleta), Chaetodon ocellatus (Borboleta), Gymnothorax funebris (Moréia verde), Gymnothorax javanicus (Moréia branca), Lactophrys triqueter (Trunk fish), Stenopus (Camarão Palhaço), Labróides, Equetus lanceolatus (Knife fish), Lagostas, Tartarugas, Tubarões, Arraias Manteiga e Chita e outras dezenas de peixes de recife do Caribe. Descemos até 25 metros com uma parede belíssima e visibilidade de 30 metros. O segundo mergulho foi melhor ainda.
       

       
       
      Petiscos durante o dia acompanhados da Belikin stout (mais escura e encorpada). Jantamos no Pelicano. Infelizmente a lagosta estava na época do defeso e ninguém tinha. Para quem gosta de lagosta, a Lobsterfest acontece em junho nas várias cidades do litoral de Belize. Pratos de lagosta de todos os modos e um preço camarada. Dia seguinte: Blue Hole com a Frenchies. 6 hs da matina na frente da Frenchies. Sorte que nosso hotel estava há 3 minutos de caminhada da base deles. Duas horas de barco, mar picado e chegamos no atol Lighthouse. De barco quase vc não enxerga o perfeito círculo de 35 metros de diâmetro, mas, dá para ver perfeitamente o tom de azul cobalto do Blue Hole. É impressionante! O barco parou na borda do Blue e descemos há 45 metros. Somente os avançados é que podem descer nesta profundidade. Pouca vida marinha, alguns tubarões e dezenas de estalagmites. Um mergulho muito diferente! Ficamos 8 minutos nesta profundidade e fomos subindo bem devagar fazendo a descompressão como se manda o manual. Em seguida fomos para o Parque Nacional de Half Moon Caye que fica neste mesmo atol. Descemos na ilha para almoçar e conhecer este paraíso. Vale dar uma caminhada pela ilha para conhecer as praias de faixa de areia pequena e pegar alguns cocos para beber (ta cheio de cocos que dá pra pegar com as mãos de tão pequenos que são os coqueiros) Segundo mergulho em um recife bem em frente a ilha e a paisagem é a que eu gosto. Corais barril, gorgônias, peixes de recife, poliquetas, e uma infinidade de vida marinha. Descemos há 20 metros. Mais um descanso para o terceiro mergulho que de longe foi o mais belo. O The Aquarium é realmente um aquário natural. Vida marinha abundante e uma visibilidade pra lá de 35 metros. De quebra, no fim do mergulho um jardim de enguias. Chegamos na base às 17:00h. Cansado, mas, recompensado pela beleza dos mergulhos. Os outros 2 dias foram somente para fazer um snorkel nas bordas dos mangues da ilha. Os mangues são diferentes do Brasil. A água é muito clara e abriga uma vida intensa. Vimos Frade, Barracuda, Peixe cofre, Arraias e outros peixes.

      Após 5 dias em Caye Caulker, rumamos para San Pedro na Ilha de Ambergris Caye. Uma ilha muito maior, e um trânsito infernal dos Golf Car. Os Golf Car são aqueles mesmos carros que os golfistas usam para se deslocar pelos campos. Também tem carros comuns, mas, os Golf Car, dominam. Tem até engarrafamento!


      Pra quem gosta de sossego, San Pedro não é a pedida. Ficamos no Hotel Pedros Inn, 70, 85 U$ por noite com piscina. E bicicletas para alugar. Este hotel fica há duas quadras da praia, porém, é do mesmo grupo do Resort Caribean Villas em frente ao mar e você pode utilizar as dependências do Resort sem pagar nada. Piscina e bar na frente da praia com cadeiras e espreguiçadeiras na areia à vontade. Valeu! Ficamos morcegando. Pra tomar um bom café e barato vá no Ruby’s Café que fica na rua Pescador dr, depois da praça do relógio e do terminal da Water Taxi. Como falei, somente petiscamos durante o dia e para jantar recomendamos o El Fogon (típico creole e pescados), Caliente, Estel’s (camarão divino, barato e um ótimo atendimento)e Elvis. E todos os dias tomávamos sorvete na DandE’s que dica na rua Pescador dr. Não deixe de tomar os sorvetes de lá. Um casal de americanos de cerca de 60 anos fazem estes sorvetes divinos. O segredo é o leite que ela traz do estado onde nasceu. Aqui não mergulhamos. Pegamos as bikes a rodamos por dois dias uma boa parte da ilha de Ambergris e pegamos umas boas praias. De bike o melhor é para o norte da ilha e pedalando na areia na beira do mar. Saindo do centro de San Pedro, passe a ponte, ande mais um pouco no asfalto e entre à direita. Vá tentando as entradas e logo achará uma que vai direto pela areia passando pelas casas, pousadas e resorts. Sempre parece que a trilha acaba ali, mas, não se impressione. Vá pedalando que vc irá longe. Volte pelo asfalto. Alugamos um Golf Car no último dia para conhecer a Secret Beach. Não gostamos. Muita gente espalhada pelos 3 bares na praia. Bom, após 5 dias morcegando em San Pedro, tínhamos que ir para Belize City onde tínhamos alugado um carro para conhecer alguns sítios arqueológicos Mayas. Saímos bem cedo do Pedro’s Inn, tomamos café no Ruby’s e compramos as passagens do Water Taxi para Belize City. 23 dólares americanos por pessoa. Após uma breve parada em Caye Caulker para subir e descer passageiros, chegamos em Belize City após 1:30 minutos. Descemos e no mesmo terminal há um Box da AQ Belize Car Rental. Depois de uma grande pesquisa no Brasil, esta empresa é a que teve o melhor preço. O motorista nos pegou e nos levou de carro até o escritório matriz que fica na estrada Philip Goldson Wighway. Ótimo, pois o sentido que nós íamos era justamente aquele. Como reservamos pelo Brasil, foi somente preencher os documentos de praxe e seguir viagem. Reservamos o mais barato que era um SUV Sportage. Carro muito bom, conservado e macio apesar de ser 2009. Como já tinha programado toda a viagem e com todos os detalhes, sabia que em +/- 45 minutos estaria no sítio arqueológico de Altún Ha. O Waze  funciona muito bem nas estradas de Belize. Basta comprar um chip (compramos por 40 blz na BTL em Caye Caulker). Abaixo coloquei um mapa de Belize. Da empresa AQ, basta seguir pela PG Wighway que é a Northern Hwy e seguir até a placa indicando Altún Ha à direita. Entre e siga pela Old Northern Hwy. Bela estrada estreita e sem movimento com paisagem belíssima. Logo vc verá uma placa à esquerda indicando Altún Ha. Mais alguns minutos chegamos no sítio.
      Somente 3 pessoas estavam no sítio. 10 blz para entrar, mas, não havia ninguém na bilheteria. Entramos e conhecemos este magnífico sítio arqueológico.  Ficamos quase duas horas conhecendo as magníficas construções Mayas e nos perguntando, porque no lado esquerdo da Cordilheira dos Andes há tantos sítios arqueológicos com construções gigantescas dos Mayas, Astecas, Incas, Olmecas, civilização de Caral e no lado direito (Brasil), não há nenhuma?

       
      Depois de conhecer Altún Ha, seguimos para a cidade Orange Walk. Voltamos pela Old Northern Hwy até a entrada à direita para a Northern Hwy. Depois de 1:00, chegamos em Orange Walk. Tínhamos reservado em San Pedro o Christophers Hotel. 120 blz com ar condicionado. O hotel tem um localização excelente. Com uma grande área verde e o rio (river) Novo no fundo, o final de tarde é divino com pássaros e seus cantos muito diferentes dos pássaros do Brasil. Tem caiaques para dar uma remada pelo rio (o que eu fiz no fim de tarde do outro dia). Beirando as margens do lado direito do rio, pude ver um ninhal de aves muito grandes com um bico grosso e uma grande iguana em cima de uma árvore. Por indicação da Marja, dona do hotel, jantamos nos ótimos restaurantes Cocina Sabor e Nahil Mayab. O Nahil tem um lindo jardim e decoração muito bonita. Como em toda Belize, é bom chegar por volta de 20 h para jantar. Os pratos são individuais e preços que variam de 20 à 30 blz. À noite não tem nada pra ver e fazer. Basta dar uma volta por perto do hotel e até a praça que é próxima. Alguns trailers de comida fast food e mais nada. Dia seguinte,  acordamos cedo (o sol nasce bem cedo), compramos diversos pães doces e salgados, requeijão, iogurte e queijos caseiros na panaderia La Popular Bakery (saia do hotel à esquerda e na segunda à direita está a panaderia). Como o hotel tem uma área com mesas e cadeiras, café, chá, leite e bananas para os hóspedes, levamos tudo pra lá e tomamos um belo café. Pegamos o carro e rumamos para o sítio arqueológico de Lamanai. Há possibilidade de ir de barco pelo rio, contratando um tour (100 blz), saindo próximo da pousada, mas, como estávamos de carro e queríamos liberdade para ir e vir,  ligamos o waze e pé na estrada. Existem 2 caminhos. Não vá por Guinea Grass pois a estrada está muito ruim. O waze te leva pelo mais rápido, cruzando fazendas (há colônias de alemães que não usam celular, telefone e internet, mas, se vestem impecavelmente até para trabalhar com chapéus branquinhos, camisas de manga comprida e macacão com suspensório, e se deslocam em lindas charretes) por estradas de terra, passando por Shipyard. Não tem erro. Há placas indicando Lamanai. O waze não falhou. Foi direto. Depois de 1:40 h e 59 km chegamos.
      Lamanai é um sítio arqueológico maravilhoso. Não irei me estender aqui sobre ele. Basta uma pesquisa no Google.

       
      Para voltar não conseguimos sinal do GPS. Voltar pelo mesmo caminho era impossível, pois havia muitas bifurcações e não nos lembrávamos delas. Seguindo um pouco pela estrada de terra encontramos um carro e perguntamos. Bastava voltar um pouco, pegar à direita e ir reto até o asfalto onde está o vilarejo de San Felipe. Depois é só seguir o asfalto passando pelas vilas de August Pine Ridge, Trinidad, San Lázaro, Yo Creek e Orange Walk. Foi excelente, pois passamos em lugares e paisagens diferentes da ida. Mais um fim de tarde curtinho o rio e ouvindo os pássaros.
       
      Dia seguinte, fomos a padaria, tomamos uma belo café no hotel e seguimos de carro para San Inácio onde ficamos 3 dias para conhecer as ruínas Mayas de Caracol em Belize e Tikal na Guatemala. O planejamento inicial era para atravessar a fronteira depois de conhecer Caracol, ficar em Flores para ir à Tikal, porém, ficamos sabendo em San Inácio que o carro alugado precisa ter uma autorização especial para atravessar a fronteira e quase nenhuma emite tal autorização. Razão: há muitos roubos de carro na Guatemala. Já tínhamos reservado o Venus Hotel por 140 blz com ar condicionado. Ótima localização, na mesma rua dos barzinhos e restaurantes. Uma rua fechada aos carros! O aspecto visual não aparenta o ótimo quarto que possui e um pequeno espaço no andar superior com café, leite, biscoito, granola, pão, manteiga, geléia e frutas.  Conversamos com a recepcionista para conseguir um guia para o sítio arqueológico Maya chamado Caracol, pois ele é muito grande e rico em informações que gostaríamos de saber, há um belo rio no caminho com água fresca que para nós é temperatura ideal, além do que, como é próximo da fronteira com a Guatemala e no caminho há um Parque Natural, um posto policial aguarda os carros até às 09:00 para saírem em comboio até Caracol. De San Ignácio até Caracol são 2:30h em 80 km.
      Acertamos o guia por 120 blz para o dia inteiro. Nosso guia Edgar Beans (+501 6242415 - watsapp) foi excelente e nos levou para ver a gran cave (uma caverna com o teto colapsado). A estrada para Caracol é toda de terra, passando pelos vilarejos de Cristo Rey, San Antonio, chegando até a cancela da entrada do PN. Ali, devemos descer do carro e passar a relação das pessoas e os dados do carro.

       
      Conhecemos o sítio de Caracol e depois ficamos no rio por uma hora tomando um belo banho e curtindo as pequenas quedas e piscinas. Voltamos e tomamos umas Belikins com alguns kibes e babaganuche divinos, no restaurante árabe em frente a praça e ao lado do hotel. À noite, jantamos no excelente The Guava Limb. Restaurante com uma área de jardim e mesas espalhadas. Voltamos no outro dia para jantar no mesmo local. Não deixe de tomar o suco de Guanabana. Mais umas Belikins stout e provei a Lands Shark. Muito boa!
      Acertamos também a ida para Tikal, já que não poderíamos ir com nosso carro atravessar a fronteira. Serviço completo com almoço incluso. Não gostamos disso. Alugamos um carro para ter liberdade, mas, neste caso não tinha jeito. Queríamos dormir em Flores, na Guatemala, mas, nem tudo são flores. Dia seguinte, às 06:30 da matina na frente do hotel, uma van nos esperava. Nos levou até a fronteira e um guia nos levou na imigração para dar entrada. Tudo certo, uma outra van nos esperava no lado Guatemalteco com o nosso guia em espanhol. José Luís Serrano, (+501 2517987107) um senhor com seus 60 e poucos anos é um profundo conhecedor do assunto arqueologia. Formado em técnico em arqueologia, era poliglota. Conhece Tikal como poucos. No final das contas foi muito bom não ter ido com nosso carro. Não teríamos conhecido o Luis e não teríamos conhecido Tikal com seus detalhes e suas histórias. Caso vá de carro, recomendo que entre em contato com o guia Luis, deixe o carro na fronteira de Belize, atravesse à pé a fronteira e o Luis os pegará de carro e os levará a Tikal. 

       
      Retornamos para San Inácio passando antes pela imigração. Muito lenta, depois de 30 minutos a van nos esperava. Demos um role pela cidade, e depois fomos jantar novamente no The Guava Limb.
      Dia seguinte tomamos o café no hotel e rumamos para Dangriga. Saindo de San Ignácio pela Western Hwy sentido Belmopã, pegar a Hummingbird Hwy (não se preocupe pois há placas indicativas e o Waze funciona muito bem). Após 2 hs e 124 km chegamos em Dangriga. Não tínhamos reserva pois já tínhamos visto que as hospedagens eram precárias e há somente um em melhores condições (um resort), bem mais caro. Fomos ao Ruthie’s Cabanas. Precaríssimo. O The Bonefish era muito caro. Fomos direto para o Chaleonor. O Chaleonor tem um quarto simples, mas, com ar condicionado, banheiro privado, café e banana. Pagamos 160 blz. Deixamos as bagagens, fomos para a praia e ver o local que teríamos que estar para pegar o barco que nos levará a ilha de Tobacco Caye. À esquerda do Chaleonor pela rua de terra vimos o Riverside Café ao lado do rio. É de lá que sai o barco do capitão Dodgge. Visto o local onde deveremos estar no dia seguinte, partimos à pé pela beira dágua para conhecer Dangriga. Local com extrema pobreza, mas, sem perigo algum, a cultura Garifuna está fortemente presente. Não há mendigos ou pedintes, mas, como em toda Belize, a pobreza deixada pelos ingleses que colonizaram o país, é marcante. Belize se emancipou em 1981, portanto, um país muito novo, sem indústrias ou grandes empresas onde talvez a fonte de riqueza deve vir em grande parte do turismo. Paramos em um pequeno bar, o  Ocean View com umas espreguiçadeiras, cerveja gelada e um peixe para petiscar, mas, 3 hs da tarde fechou! Só abriria novamente às 18:00. Ficamos por lá até às 5 da tarde. À noite a única opção para jantar e recomendado pela proprietária do Chaleonor era Tuani com gastronomia Garifuna. Chegando lá, não tinha ninguém jantando e quando escolhemos o prato não tinham os ingredientes. Acabamos comendo uns nachos (prato comum em Belize em razão da proximidade do México). Ficamos com a impressão de que Dangriga é apenas passagem para as ilhas de Belize. Infraestrutura muito precária, pode ser que em pleno verão, as coisas fiquem um pouco melhores por lá. Acordamos e acertamos em deixar o carro sem custo no estacionamento do Chaleonor. Pegamos nossa pequena bagagem para passar os 5 dias em Tobacco e rumamos para o Riverside Café. Lá estava o capitão Dodgge nos esperando e mais 2 casais que também iriam para Tobacco. Com uma hora de navegação, chegamos no Reef’s End, passando por outras ilhas com uma paisagem caribenha. Já havíamos reservado 5 noites neste paraíso e combinado com Lilly e Pär que são os proprietários do Reef’s End para agendar com o capitão Dodgge nosso transfer para Tobacco. O custo foi de 40 blz por pessoa. Tobacco Caye é uma pequena ilha sobre o recife de coral que se estende por todo o litoral de Belize. Em 10 minutos à pé você dá a volta nesta ilha. Com 4 pequenos hotéis (que eles chamam de Lodge). Reservamos o Reef’s End. Além de ser o mais barato, é o melhor localizado, pois o seu píer é em frente ao local de saída para os mergulhos e snorkel. Do píer de madeira, apenas 2 minutos de nadadeira você chega no recife e logo estará em uma profundidade de 15 à 20 metros de profundidade e água completamente transparente e a única que tem operadora de mergulho, com o divemaster Carlos, que te levará de barco e em 15 minutos vc estará nos melhores points dos recifes do local. Para quem não é certificado, o snorkel no recife de Tobacco não deixa nada a desejar. Com 15 à 20 metros de profundidade de águas claríssimas e visibilidade de 15 à 30 metros, você verá lagostas, dezenas de peixes de coral, barracudas, moréias, gorgônias e corais moles de todas as cores. O Reef’s End tem 6 belíssimos quartos muito bem decorados e duas grandes camas, varandas com rede de frente para o mar, ventilador de teto e banheiro privado com chuveiro de água com temperatura ambiente . Não há energia elétrica na ilha. Somente placas solares fornecem energia elétrica para o local.  O restaurante e bar são interligados ao píer em um local privilegiado e um por do sol espetacular. Nas diárias do Reef’s End estão incluídos café da manhã, almoço e jantar. Água acompanha. Cervejas e drinks à parte com preços justos. 5 noites no Reef’s End nos custou 570 dólares americanos com as 3 refeições. 75 dólares americanos é o custo de cada cilindro, mas, se vc tiver todos os equipamentos o valor cai para 50. Incluso neste valor a ida no barco até os points de mergulho e se vc alugar mais de 6 cilindros ganha 10% de desconto. Lugar simplesmente paradisíaco, em Tobacco Caye vc esquece de tudo! Snorkel e mergulhos o dia inteiro e todos os dias. O mergulho em Soult Water Caye que é uma outra ilha hà 20 minutos de barco de Tobacco é obrigatório. O Reef’s End ainda tem disponível cayaques e stand up paddle gratuitamente para os hóspedes.
      Depois de 5 dias neste paraíso, a Lilly agendou com o capitão Dodgge o nosso transfer para o continente. Às 9:00 saímos tristes deste lugar inesquecível!

       
       
       
      Pegamos o carro e seguimos viagem para Hopkins. Apenas 32 km separam as duas cidades. Já havíamos reservado o White Horse Guest House no Brasil por 109 blz por duas noites. Quarto novíssimo com bom banheiro privado, frigobar e em frente ao mar. O atol de Glover, o menos visitado por mergulhadores por ser mais remoto, era o meu sonho de consumo nesta viagem e Hopkins é o lugar mais perto para conhecê-lo. A empresa Belizeunderwater é uma das duas operadoras de mergulho em Hopkins e havia uma saída para Glover no dia 27, mas, por falta de mergulhadores, foi abortada esta data. Estava confirmada a saída para o dia 30 e neste dia estaríamos em Placência. Não tivemos outra alternativa se não ficar em Hopkins já que tínhamos pago as diárias (nós temos o costume de não reservarmos nenhuma pousada em nossas viagens, mas, em razão da pouca oferta com preços baixos, efetuamos várias em Belize). Colocamos as bagagens no nosso quarto e fomos caminhar na praia e conhecer o vilarejo. Faixa de areia muito pequena, um calor senegalês, logo percebemos que aqui não era um lugar para ficar. Poucos turistas e quase nenhum restaurante aberto. Compramos umas belikins no supermercado e fomos para as espreguiçadeiras na areia da pousada em frente a praia ler um bom livro e tomar as belikins. À noite fomos ao restaurante meet. U com cara de MacDonalds ao lado do supermercado. Local freqüentado por turistas e locais tem um cardápio variado e ótimos preços. Valeu o prato de camarão por 40 blz. Dia seguinte, pegamos o carro e fomos conhecer o lado sul com alguns resorts, restaurantes mais sofisticados e praias mais desertas. Não encontramos nada de atrativos e voltamos para a pousada. Mais belikins no supermercado e ficamos lendo na praia em frente à pousada.
      Já havia reservado uma pousada sem ar condicionado em Placência, mas, não precisei pagar na reserva. Como era fim da viagem e queríamos ficar em um lugar legal, entramos no booking para ver algumas ofertas em Placência. Conseguimos reservar 2 noites no Belize Ocean Club Resort por 200 blz à diária (preço normal era 600 blz) e para minha surpresa a outra base da operadora Belizeunderwater era dentro do resort. Enviei um e-mail cancelando a reserva na pousada e seguimos para o resort. Depois de 35 minutos e 51 km chegamos no resort.
      Imensa piscina em frente ao mar, praia exclusiva, belíssimo apartamento com 2 quartos, banheira, cozinha completa, sala com TV, TV nos quartos,...na verdade era um apartamento. O resort, assim como outros em toda Belize, possui apartamentos para venda e alguns deles neste resort já haviam sido vendidos. Paga-se um valor de condomínio e o proprietário pode utilizar todas as facilidades que o hotel oferece aos hospedes. Há bicicletas disponíveis gratuitamente. Demos entrada no Ocean e fui na operadora. Paguei o valor do mergulho com 3 cilindros e pegamos as bikes para ir ao vilarejo de Placência. São 15 km de distância pedalando até o píer municipal, final da rua, onde começa a rua mais estreita do mundo, segundo o Guinness Book. Lojinhas de decoração e muitos barzinhos e restaurantes, é o lugar mais transado e mais legal em toda Belize. Na península de Placência há dezenas de condomínios fechados com casas de alto padrão em frente ao mar e ao grande lagoon. Há trechos em que a estrada que vai ao vilarejo é margeada pelo mar e pelo lagoon com apenas alguns metros de distância. Deixamos as bikes trancadas e entramos na mais estreita rua do mundo. Tem cerca de 2 km e cheio de lojinhas de artesanato dos dois lados e alguns restaurantes. Ao lado direito da rua há diversos bares e restaurantes de frente para o mar. Escolhemos o Tipsy Tuna que tem umas cadeiras de praia e belikins com ótimo preço. Ficamos por lá até o pôr do sol. Pegamos as bikes e anestesiados, voltamos pedalando por mais 15 km até o resort. Como tinha sobrado o rango da noite anterior, aquecemos no microondas e acompanhados por umas cervejas da Jamaica e Dominica, jantamos vendo os programas de TV de Belize, que nada mais são do que retransmissão das TVs dos EUA, ou seja, somente lixo.
      Dia seguinte, acordei às 5 da matina para chegar às 6 na base da Belizeunderwater em Hopkins. Nosso barco sairia às 07:00 para o atol Glover. + 3 mergulhadores já estavam no local e os divemasters já carregavam o barco com cilindros. Como viajaria no dia seguinte para o Brasil, achei melhor usar Nitrox. Às 7 em ponto saímos. No caminho o barco ainda parou em outra Caye (ilha) para pegar alguns hóspedes e no final das contas éramos em 12 mergulhadores. Duas horas de barco, chegamos no atol. Mar incrivelmente claro e vários cabeços de coral faziam com que o capital manobrasse o barco dezenas de vezes. Foram 3 mergulhos excepcionais com paredes de 30 metros descendo até dezenas e centenas de metros. Paisagem muito diferente, pois a superfície de areia era muito inclinada e despencava no paredão. Certas vezes se via a areia completamente branca, escorrendo pelas paredes cheias de grutas e passagens com diversos corais moles de todas as cores e jardins de gorgônias. Peixes de corais multicoloridos em uma fauna igual as outras de Belize, exceto um ou outro peixe diferente que não vi nos outros mergulhos.
      Após os 2 mergulhos, rumamos para a ilha habitada no atol, onde fica a base do Parque Nacional e almoçamos no píer onde depois, pudemos conhecê-la através de pequenas trilhas. Descansamos um pouco e fomos para o terceiro mergulho também excelente em uma água azul com uns 50 metros de visibilidade. Retornamos a base e chegamos por volte de 16 hs.
      Peguei o carro e retornei ao resort direto para a piscina onde saboreamos mais algumas belikins e lands sharks. À noite, comemos uma bela pizza ouvindo um jazz com uma banda de primeira no restaurante Cha Chi’s, fechando com chave de ouro.
      Dia seguinte, acordamos cedo, tomamos nosso café no apartamento e rumamos para o aeroporto na viagem de carro mais longa em Belize. Foram quase 4 horas até a loja da locadora, bem em frente ao embarque.

      tuba.mp4 tuba.mp4 Em toda Belize, após às 21:00 vc não verá quase nada aberto. Principalmente restaurantes. As pessoas dormem cedo e acordam cedo também. Dormíamos por volta de 22:00 e 6:30h acordávamos com o sol à pino. Viajar por Belize é um pouco mais caro que em outros países. Foram 27 dias sem chuva!
       
       
       
       
       
       
    • Por Silnei
      Semuc Champey
      O Monumento Natural de Semuc Champey é uma formação rochosa que cobre o leito do rio Cahabón e está localizado no departamento de Alta Verapaz, norte da Guatemala . A "ponte de pedra natural" segue por 300 metros sobre o leito do rio e forma piscinas naturais e pequenas cascatas em cor verde turquesa que são rodeadas por um vale com mata fechada. O acesso às piscinas é feito por um deck de madeira que margeia a formação. Há também uma trilha que leva a um mirante onde são feitas as fotos "aéreas" das piscinas. A trilha para o mirante tem 1,2km e dura em média 1h. Para ter acesso às piscinas é preciso pagar uma taxa de aproximadamente US$ 7 ou 50 quetzales. As cidades mais próximas de Semuc Champey são Cobán e Lanquin.
       

       

       
       
      Como chegar:
      A partir de Guatemala City você deve pegar um ônibus até Cobán. De Cobán pegue uma van até Lanquin e de Lanquin outra van até um dos hostals/ hotels próximos de Semuc Champey.
      Ônibus Cobán x Guatemala City:
      Transportes Monja Blanca
      http://www.tmb.com.gt/
       
      Onde ficar em Semuc Champey:
      Hostal El Portal
      Esse hostal possui pequenos e confortáveis chales. É o mais próximos de Semuc.
      https://www.facebook.com/ElPortalDeSemucChampey/
       
      Outras informações:
      - Em Lanquin (que é o vilarejo mais próximo de Semuc Champey) também há algumas opções de hospedagem.
      - Leve dinheiro em espécie pois em Lanquin não há caixas eletrônicos.
      - Semuc Champey significa "Onde o rio se esconde na montanha".
       
       
       
    • Por RafiuskisTrotamundos
      Antigua Guatemala é uma bela capital colonial, como tantas outras do nosso vasto continente americano. Embora muito turística, vale a pena ser visitada. O grande atrativo para mim, no entanto, foram os vulcões que a rodeiam. 
      De qualquer ponto da cidade é possível avistar o cone perfeito do Vulcão Água e quando as buzinas e arrancares de motores silenciam, é possível escutar as frequentes erupções dos Vulcões Pacaya e Fogo.
      Quem gosta de caminha ao ar livre, certamente não ficará satisfeito apenas com a simples presença das montanhas magmática e precisará subir algum dos intempestivos vizinhos.
      Como eu estou viajando há quase um ano e não tinha orçamento pra mais de um, optei pela mais difícil e completa das experiências: a subida do inativo Vulcão Acatenango que está maravilhosamente localizado a poucos metros da estrela principal de toda região, o explosivo Vulcão Fogo, um dos mais ativos do mundo.
      A aventura em si começou às 10h30 com uma subida íngreme e escorregadia, em terreno castigado pela passagem de equinos. Este trecho, o mais difícil de todos, dura cerca de 2 horas, com 3 ou 4 paradas para descanso. Depois seguiu-se uma área de vegetação fechada, felizmente dotada de troncos longitudinais que fazem as vezes de escada, 30 minutos, e uma última etapa de 1 hora que intercalava descidas leves com subidas pouco difíceis. Antes do acampamento base, uma última elevação bastante acentuada de alguns metros.
      Quando ali chegamos eu e os demais companheiros, nos deparamos com muita neblina, mas o espírito que prevalecia era o de missão cumprida. Completamos o trajeto do dia em 3 horas e meia, às 14h, muito antes dos demais grupos. Alguns chegaram quase ao final da tarde.
      A visão parcial do Vulcão Fogo surgiu após alguns instantes, como que dando-nos as boas vindas. Era apenas uma prévia do que viria com o cair da noite. Aproveitamos as próximas horas para descansar nas barracas oferecidas pela agência.
      Ao redor das 19h, quando a luz do sol progressivamente deixava de iluminar os céus, é que a magia aconteceu. Com a escuridão foi possível ver a lava das erupções que ao longo do dia pareciam apenas o sopro de uma fumaça escura vinda da cratera.
      O espetáculo foi total após as 22h. Quando fui dormir por algumas horas antes do amanhecer, a certeza era de que a experiência já havia valido a pena.
      Veio então a aurora e com ela surgiu uma cortina de luz alaranjada no Oriente. Certamente que nos meses secos a visão é ainda mais poderosa, mas não diminuo a beleza do que presenciei. Tudo ali era impactante.
      As luzes dos pequenos povoados aos pés do Acatenango foi o primeiro que vi, ainda com os olhos semiabertos. Já fora da barraca, "acordei" para o que estava diante de mim. Toda a neblina da tarde anterior havia se dissipado e a paisagem que se exibia era um quadro perfeito: vulcões (Água, Pacaya e Fogo), planícies e até mesmo o Oceano Pacífico, distante 65 km dali.
      Ainda faltava o cume, esforço menos duro que o do dia anterior (principalmente porque as mochilas são deixadas no acampamento), mas com o desafio da altitude. O topo do Acatenango encontra-se a quase 4 mil metros de altitude.
      No retorno as mochilas estão mais leves, basicamente porque toda água e comido foi consumida, e quase tudo é descida. Muito cuidado pra não torcer o pé, já que em alguns trechos é preciso deslizar no terreno instável, e antes das 10h da manhã a aventura terminava.
      Emoção enorme e inédita para mim. Fiquei com vontade de repetir a aventura em El Salvador e Nicarágua, no prosseguimento da viagem.
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      Custo do guia e transporte: 250 quetzales
      Ingresso ao parque nacional: 50 quetzales
      Comida (comprada previamente): de 50 a 100 quetzales
      Partida: às 9h, de Antigua Guatemala
      Retorno: entre 11h e 13h do dia posterior
      Avaliação da Agência GT Adventure: mediana, o "guia" era uma menino de 20 anos pouco preparado que sequer levava equipamento de resgate ou rádio-comunicador. Literalmente só fez mostrar o caminho. Na descida, o "guia" de outra agência quase me atropelou quando quis aparecer e descer a ladeira correndo. Pelo que percebi todas agências operam da mesma maneira, então é melhor não esperar muito. As barracas ao menos estavam secas.
      O que levar: 4 litros de água, comida para duas refeições roupas de frio e lanterna. As agências oferecem "box lunch" (uma banana e dois sanduíches) que não tapa nem o buraco do dente em uma caminhada dessa magnitude.
      Avaliação da experiência: emocionante e imperdível!






















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