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PriPri Nunes

Mochilão Maya - Guatemala e México - Fevereiro/2020 - Parte 1

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Já vi que vai ser interessante👍 Queria muito ter ido na Guatemala no meu mochilão de 2019 mas não ia dar tempo, acabei ficando só em terras mexicanas mesmo. Vou acompanhar!!

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Dia 01 - Antígua

Chegamos no aeroporto de Cidade Guatemala por volta das 13hr. O aeroporto é bem pequeno e logo na saída já se encontram as vans que saem para Antígua. Pelo que pude perceber, elas saem o tempo todo, encheu, saiu. O menor valor que encontrei foi de 12 usd mas a maioria pedia 15 usd. Não peguei a van, porque o Uber até Antígua dava o mesmo valor para duas pessoas, 24 uds - 180 QTZ.

‼️Dica - CHIP: dentro do aeroporto existem duas empresas, a Tigo, antes de sair da área interna, e a Claro, logo após a saída. A Tigo é carissíma! Não comprem! O valor do chip era 200 QTZ - 26 USD. Na claro pagamos 50 QTZ por 15 dias internet ilimitada e alguns minutos de ligação (não usados) e 25 QTZ pelo chip, totalizando mais ou menos 10 USD. A cobertura da Claro no país é incrível, até nas trilhas no meio do nada tinha sinal. Ficava chocada rs.

‼️Câmbio: Aeroporto - Horroroso, troque o suficiente apenas para sair do aeroporto até seu próximo destino e comprar o chip. Pegamos a cotação de 1 USD = 6,05 QTZ, em Antígua que é mega turístico o câmbio também não é dos melhores, na faixa de 7,10 QTZ, no lago em San Marcos trocamos por 7,40 QTZ e em Xela melhor câmbio fiz contas e troquei tudo lá 8,00 QTZ. Valores para notas de 50 USD e 100 USD. Notas menores pagavam menos. O câmbio é feito em agências, restaurantes, casas de câmbio, qualquer lugar 😅. Sem documento, só a casa de câmbio em Xela nos pediu um dia, mas estávamos sem e venderam do mesmo jeito rs.

Apesar da distância ser relativamente curta (50km), a estrada e o trânsito na Guatemala são péssimos. Pista dupla ? Esquece 😅 Levamos quase 2hr até chegar em Antígua, mas foi ótimo pegamos um motorista queridíssimo que veio a viagem toda nos dando dicas e contando um pouquinho da história do país.

🔝 Os Guatemaltecos são muitoooo amigáveis 🥰. Amam conversar! Não existe um lugar que alguém não queira conversar com você. Brincava com a minha amiga que se o farol demorasse mais do que um minuto para abrir, ia surgir um guatemalteco do seu lado querendo conversar 😂 😂 É sério, gente! Excelente lugar pra treinar o espanhol 😜

Deixamos as mochilas no hotel e fomos passear. Nesse dia, apenas andamos um pouco pela rua principal, onde está o principal cartão postal da cidade, o Arco de Santa Catalina. Atrás do arco é possível ver o vulcão de Água, um dos vulcões que estão nos arredores da cidade. A rua é super movimentada e é o point da cidade. Tem muitos restaurantes famosinhos e algumas lojinhas de artesanato interessantes. Descendo a rua, chegamos na Igreja de La Merced, uma das principais da cidade. Na pracinha você encontra muita gente vendendo comida de rua. 

 

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Depois seguimos caminho para o Mirante Cerro La Cruz para pegar o por do sol. Você pode ir de Tuk Tuk ou pegar uma pequena trilha, que leva uns 20 minutos subindo bem tranquilo, não tem dificuldade nenhuma 🙂 Li algumas pessoas dizendo não ser seguro, mas achei que essa afirmação não tem nada haver. Muitas pessoas subindo a trilha, e guardas no caminho também. Não vi relatos de nada por lá. Lá em cima, não tem estrutura, apenas alguns ambulantes. Aproveite os dias claros e ensolarados para não correr o risco de chegar lá em cima e não conseguir enxergar nada. O vulcão água adora se esconder 😑

 

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Após o por do sol descemos e nos deparamos com uma festa popular próximo as ruínas da Candelária. Era um festival de danças. Sentamos nas pequenas arquibancadas e ficamos com os locais assistindo. Uma daquelas coisas não programadas que enriquecem a viagem,  foi muito legal!

Depois fomos jantar em um restaurante de comida local, bem simples, e um dos mais baratos de Antígua, o Rincón Típico. Não tem uma grande variedade de pratos, talvez uns 6 a 8, mas muito bem servidos, e saborosos. Os pratos eram na faixa de 30 QTZ - 4 USD, e a cerveja 10 QTZ - 1,50 USD.

‼️ Os preços em Antígua são bem mais elevados do que no restante do país, acredito que reflexo do turismo. Para se ter uma ideia, uma garrafa de água em lojinhas de rua em antígua era na faixa de 15 QTZ - 2 USD, enquanto nas demais cidades pagávamos 5 QTZ.

🏘️: La Casa de Lynda - 240 QTZ / 31 USD o quarto duplo. A hospedagem era bem próxima da rua dos arcos (principal), ficava a apenas 2 quadras. Apesar dos quartos serem relativamente escuros, a cama era ótima.

 

 

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@PriPri Nunes Você disse que é bom para falar espanhol,lingua que as vezes misturo,pois vivo na América Espanhola há anos.Não falou no sotaque, é mexicano,sul americano ou outro?Como está a situação politica de lá?Não conheço justamente devido a isso,2 vezes ia e tive que desistir,sendo que 1 vez teve um presidente e sua vice que acabaram saindo do governo presos de tão corrupto que eram.

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 Dia 2 - Mercado de Chichi e Panajachel

Fechamos o shuttle com aIMG_6935.thumb.jpg.2938685596c20c6ac829619c847d254d.jpg Marvelus pela internet, o valor foi de 22 usd ppFoi o único shuttle que fechamos com antecedência. Optamos por fechar pela internet pois ficamos com medo de chegar em Antígua tarde e não conseguirmos uma van que fizesse esse itinerário, pois são poucas empresas que oferecem essa opção. Se não conseguíssemos teríamos que voltar pra Antígua (uma viagem de 3hr) e no dia seguinte de manhã pagar outra van para ir pro Lago, e aí mais duas horas de viagem.

A van nos pegou às 7hr, foi uma van grande chiquérrima, nem acreditamos 😃 . A viagem de quase 100 km levou mais ou menos 3hrs, com uma parada pra banheiro e pro pessoal comprar café. Segundo minha amiga, a estrada é só subida e curva, mas eu como uma boa dorminhoca, não vi nada 😴

O Mercado de Chichi provavelmente é o mais famoso de toda a América Central, e acontece às quintas e domingos. É lotado, de locais e turistas. Tudo junto e misturado. Milhões de barracas, vendendo de um tudo. Muita coisa interessante, e preços razoavelmente bons. Via os gringos saindo tudo carregado 😂

Conhecemos também a Igreja de Santo Tomás, que está na praça principal e o cemitério super colorido de Chichi!

O horário de retorno das vans é às 14hrs. Quando chegamos no ponto de encontro pegamos nossas mochilas que ficaram na van durante esse tempo, e nosso motorista deu nosso nome e de um casal pra alguém e falou: "Só aguardar chamar o nome de vocês, e entrar na van que chamar". Virou e foi embora 🥴 Ficamos lá esperando com um monte de turista, ninguém sabendo de nada, mas no fim deu certo 😃 A van que pegamos agora foi ruim, mas não foi a pior 😅 A viagem até Panajachel durou +- 2hr.

 

‼️Antes de relatar a segunda parte do dia, vou fazer um grande parêntese para contar um pouco do Lago Atitlán.

Não dá pra falar das paisagens da Guatemala sem mencionar o Lago Alago.jpg.d6060092e010f21e5b6960b054f697c2.jpgtitlán e seus vilarejos 💞

Embora tudo seja bem simples e a estrutura turística de certa forma limitada, o que atrai os mochileiros são os cenários de tirar o fôlego. Cercado por 3 vulcões (Atitlán, San Pedro e Tolimán – este último ainda considerado ativo, com última erupção em 1853) e com extensão de 12km de uma ponta a outra, é daqueles lugares que fazem você se sentir pequeno com a grandeza da natureza.

Cada uma das cidades possui suas singularidades, San Pedro de La Laguna, por exemplo, é a vilazinha famosa por conta da noite movimentada. Já San Marcos de La Laguna costuma agradar o pessoal que está em busca de momentos mais tranquilos. Escolha como base aquela que mais faz o seu estilo, mas não deixe de conhecer as outras, todas estão conectadas entre si por barco.

A partir de Panajachel saem barcos públicos a cada 20 minutos, que vão parando em cada um dos pueblos. O trajeto custa em média 25 QTZ - 3 USD, e leva 45 minutos até San Pedro ou San Marcos. Pra ir de San Marcos pra San Pedro, e vice versa, leva só 5 minutos, e o trajeto custa 10 QTZ - 1,50 USD.

Os barcos públicos fazem o seguinte trajeto ➡️ Panajachel – Santa Cruz – Jaibailto – Tzununa – San Marcos – San Juan – San Pedro.

Tem também a rota que vai para Santiago, mas como não usei, não lembro a rota nem os valores, as saídas são menos frequentes e não partem das docas principais. Em Pana, sai nas docas que fica na ponta direita. Nos embarcaderos, há um quadro com todas as saídas, mas as hospedagens também fornecem esta informação.

barcos particulares na faixa de 70 - 100 usd, e também passeios organizados para quem tem menos tempo e quer conhecer um pouquinho de cada vilarejo. Os passeios no hostel onde fiquei eram 25 usd (senão me engano).

🚫 Li alguns relatos de que alguns barqueiros tentariam a todo custo fazer você pegar a barca particular, não tivemos nenhum problema com relação a isso. Quando chegava no embarcadero, se já tivesse saído eles avisavam quando iria sair o próximo e esperávamos. Ninguém tentou enganar a gente 😄

Ah, entre alguns vilarejos, também é possível transitar de tuk tuk.

 

🔙 Voltando ao relato 😃

Chegamos em Panajachel por volta de 16:30. Pana é a principal cidadezinha do lago Atitlan, é onde fica a principal estrutura da região. Na Av. Santander, que é a principal, você encontra várias lojinhas par compras, restaurantes, bares e bancos para câmbio. Essa avenida vai até a Playa Pública, calçadão em frente ao lago. Ali não é muito recomendado para banho, porque tem muitos barcos. Mas é um ótimo lugar para caminhar e ver o pôr do sol. Você também pode alugar um caiaque para dar um rolê pelo lago.

Assim que chegamos corremos para deixar as mochilas no hostel e corremos para Playa Publica para assistir o por do sol, e foi lindo! 😍  A noite passeamos pela Av. Santander.

                        IMG_7012.thumb.jpg.31588804bbfb6eacee96109fa2d1534b.jpg                                        IMG_6957.jpg.ae0cacb9b4aa63b0902a17650bd2704a.jpg

 

🏘️ Panahouse - 157 QTZ - 20 USD -  Quarto duplo. Possuía quartos coletivos também, uma boa cozinha com bastante estrutura, e um terraço com uma vista linda. Sem GPS, é difícil de achar o beco pela primeira vez, e também não tem o nome na porta, mas batemos onde achávamos que era e deu certo 🙃

📌 Pana é o lugar com maior número de hospedagens, e consequentemente, a que tem os menores valores.

 

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1 hora atrás, D FABIANO disse:

@PriPri Nunes Você disse que é bom para falar espanhol,lingua que as vezes misturo,pois vivo na América Espanhola há anos.Não falou no sotaque, é mexicano,sul americano ou outro?Como está a situação politica de lá?Não conheço justamente devido a isso,2 vezes ia e tive que desistir,sendo que 1 vez teve um presidente e sua vice que acabaram saindo do governo presos de tão corrupto que eram.

Oi @D FABIANO

Então, em Fevereiro quando estive lá o Giammattei tinha acabado de assumir. Ele é de direita e conservador, e se elegeu na mesma onda de discurso do Trump e Bozo, prometendo acabar com a corrupção e com exaltação do nacionalismo. Os guatemaltecos, me pareceram divididos. Uns enaltecendo e esperando a salvação, e outros, principalmente jovens com acesso a educação, bastante receosos. O país me pareceu seguro, e achei os guatemaltecos pessoas simples e honestas, não tive nenhum incidente, entretanto, não parei em Cidade Guatemala, que dizem ter índices altos de violência, tal qual, as capitais brasileiras.

Sobre o espanhol, Antígua e Quetzaltenango (Xela) são as duas cidades que oferecem grande oferta de escolas, inclusive, com unidades do Instituto Cervantes. Xela tem mais cara de cidade grande, possui 225 mil habitantes. Eu não sei te precisar qual o sotaque deles, não me atentei a isso rs, mas não vi grandes diferenças pro méxico. Eu conheci uma americana e uma canadense que estavam fazendo curso de espanhol lá e era só elogios. Acho que vale a pena pesquisar. É um lugar que se eu pudesse ir pra estudar iria, a Guatemala é uma explosão de cultura.

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@PriPri Nunes O Cervantes ensina espanhol da Espanha e por isso não gosto.Aprendi na universidade de Santiago,então é totalmente diferente.Há muitas palavras que não fazem sentido ou você pensa o que estão falando,como cojer,por exemplo.Muito usado em Cuba,é palavrão no Chile e Argentina.Por isso lhe perguntei qual o tipo da língua usada lá.

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Dia 3 - Santa Cruz de La Laguna - Reserva Natural de Tzantizots, Santa Catalina de Palopó e San Pedro

IMG_7082.thumb.jpg.ef7b04d5fe3e3c1a30e1ddcc04dc38a2.jpgAcordamos cedo e pegamos o barco das 9hr para o Laguna Lodge (hotel boutique lindo onde tá localizado a reserva). Ele fica um pouquinho antes de Santa Cruz, a primeira parada "oficial" do Barco, então, na hora que entra no barco você precisa avisar que vai ficar lá, senão eles não param. Na hora de ir embora, é só ficar nas docas e quando avistar um barco, fazer sinal, que eles vem e te pegam. O valor desse trecho é 10 QTZ, e não leva 10 minutos até lá.

Ao chegar no lodge uma funcionária nos recebeu, cobrou a entrada (acho que era 25 QTZ) nos entregou o mapa e falou um pouco sobre a trilha. Levamos mais ou menos 1:30 até chegar ao fim da trilha, onde ficam as redes, com uma vista espetacular 🤩. A trilha é tranquila, com alguns pontos escorregadios, e na maior parte de subida, mas sem muitas dificuldades para quem tá acostumado. Não encontramos ninguém durante o tempo que passamos lá, não é uma caminhada muito conhecida na região, descobri no trip advisor por um acaso, e valeu muitooo a pena, comunhão total com a natureza 🏞️.

Retornamos de volta a Pana por volta de 14 hrs, e ao desembarcar procuramos um tuk tuk para nos levar a Santa Catalina, vilarejo há 4 km conhecido pelas casinhas coloridas e venda de tecidos. O tuk tuk mais barato queria nos cobrar 50 QTZ por pessoa. Recusamos, e ele sugeriu pegarmos a picape que sai da igreja de Pana, e foi o que fizemos. As picapes são adaptadas com bancos, e basicamente utilizada só pelos locais. O valor é de 10 QTZ. Foi ótimo, além da economia, foi muito divertido 😅.

Além de diversas lojinhas de artesanato, Santa Catalina possui uma pracinha fofa com uma igreja antiga. Se a intenção for comprar tecido, aqui é o melhor lugar. Tudo muito bem feito, colorido e com preços justo. Achei o melhor custo benefício 🤑

📌 Se você for de tuk tuk ou de bike (também é possível), na estrada entre Panajachel e Santa Catalina há um mirante com uma vista bem bonita do lago e dos vulcões, e no local há algumas barraquinhas de artesanato.

📌 Outra cidadezinha reduto dos bons tecidos é San Antônio Palopó. (Infelizmente, o tempo ficou apertado e não fomos).

Voltamos por volta de 17:30 e corremos para buscar nossas mochilas no hostel e pegar o último barco público para San Pedro às 18hr.

‼️ No fim da tarde, o lago fica bem mais agitado e a viagem de barco muito mais radical 😆 O barco batia horrores na água, pensei logo "Jesus, Maria, José, essa lancha vai partir ao meio" 🤣 Então, se você enjoa com facilidade, ou tem pânico disso, evite pegar o barco após às 16hrs.  A viagem até San Pedro levou mais ou menos 45 min.

Como chegamos tarde, nesse dia, só demos uma voltinha pelo centrinho e fizemos comida na hospedagem mesmo.

🏘️ Hotel Xetawaa'l - Quarto duplo - 175 QTZ / 23 USD a diária. O quarto era gigante e o banheiro também com um bom tamanho. O hotel ainda tinha algumas coisas em construção, como a cozinha, mas nada absurdo, que prejudicasse a estadia. Era próximo do agito, mas o suficiente longe para não ouvir barulho.

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Dia 4 - San Marcos (Cerro Tzankujil) e San Pedro

Hoje tiramos praticamente o dia inteiro para conhecer San Marcos de La Laguna. Esse vilarejo, é conhecido como o reduto hippie do Lago de Atitlán, grande parte de seus moradores são estrangeiros que se apaixonaram 😍 por esse cantinho e montaram residência por lá. É um centro holístico bastante importante. Lá, você encontrará diversos lugares para fazer massagem, yoga, meditação, além de muitos comércios de comidas orgânicas, associações de proteção a natureza, etc.

Além do lado Zen 🕉️, San Marcos também abriga o melhor ponto para nadar no Lago, o Cerro Tzankujil. E foi por lá que comecemos nosso dia 😍

Pegamos o barco a partir de San Pedro - 10 QTZ - 1,50 USD, e em 5 minutinhos chegamos em San Marcos. A entrada para o Cerro é logo na entrada da vila, uma entradinha a esquerda, não tem muita sinalização, mas depois que você acha a viela é fácil. A entrada  para o Cerro custa 15 QTZ - 2,00 USD. Se a intenção for passar dia lá, é importante levar tudo, porque lá você só encontrará água para comprar na bilheteria.

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A única estrutura que a reserva possui são banheiros. O Cerro tem um mirante com uma vista deslumbrante do lago e dos vulcões ao seu redor. Mas o mais legal são as rochas, onde as pessoas passam o dia inteiro pegando sol e nadando. Lá também tem uma área que eles chamam de trampolim  (um deck aberto), com 7 metros de altura, de onde você salta para o lago 💦. Infelizmente, achei a água demasiadamente gelada, não tive coragem 🙈. Apesar do dia lindo, a temperatura não passou de 20º.

Por lá, também há uma pequena trilha de +- uns 30 minutos de subida, onde você pode observar alguns altares maias. A vista não tem nada demais, então, se você não for um louco por trilhas e já tiver ido em outros mirantes, é desnecessário.

Ficamos no cerro até umas 15hr da tarde, curtindo o dia de sol ☀️ Depois passeamos pelo vilarejo e suas lojinhas hippies. Tomamos um sorvete ótimo em uma loja vegana que só trabalhava com produtos locais, mas não lembro o nome rs. Por volta de 18hr retornamos para San Pedro. Quando chegamos fomos em busca de uma agência para ver o nascer do sol no Indian Nose. Em cada uma preços distintos, embora, todas tenham o mesmo serviço. Fechamos com a mais barata, nos cobrou 75 QTZ - 10 USD. Chegamos a ver agências cobrando 150 QTZ, mas a média era 100 QTZ. Não lembro o nome da agência, só que era uma loja grande, com um balanço na frente, bem no final da rua onde fica o Sababa (restaurante mais famoso da vila). A dica é, pergunte o preço em todas e feche com a mais barata.

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📌 San Marcos foi o local que encontramos o melhor câmbio no lago 1 USD = 7,40 QTZ, mas apenas para notas de 50 e 100.

💚 Foi o lugar que eu mais gostei do lago. Amei o clima riponga, e a vibe. Pelo booking não encontramos opções com bons preços, por isso acabamos desistindo de ficar por lá. Não desgostei de San Pedro, mas é uma vibe muito mais jovem baladeiro, o que faz a fama de lá são as festas, eu como uma jovem senhora 👵, não fui em nenhuma kkkkkk

🍔 Hamburg Restaurant - Nº 1 no tripadvisor 🎉, com uma atmosfera descolada, essa hamburgueria em San Pedro é incrível. Há versões veganas e gluten free. A batata frita e os molhinhos da casa são um show à parte. Boas opções de cerveja também. Contudo, é um lugar relativamente mais "salgado" 💸. Comi um combo (hamburguer + batata) e uma cerveja, e saiu tudo por 100 QTZ - 13 USD. Mas valeu a pena demais, recomendo!

🏘️ Hotel Xetawaa'l - Quarto duplo - 175 QTZ / 23 USD a diária.

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 Dia 05 - Indian Nose (San Juan La Laguna) e Xela (Quetzaltenango)

Nosso dia hoje começou na madrugada. Tinhamos fechado o trekking Indian Nose na noite anterior por 75 QTZ - 10 USD, como contei no post anterior. A van passou pra pegar a gente às 3:30 da manhã 😴 Por volta das 04:30  já estávamos na entrada da trilha em San Juan. Nosso grupo tinha umas 10 pessoas, e o guia, era um senhorzinho muitooo querido. A trilha é tranquila também, uma subida de mais ou menos uns 45 min, mas sem grandes dificuldades. Quando iniciamos a trilha a noite estava linda, um céu super estrelado ⭐. Porém, quando já estavamos lá em cima curtindo um friozinho (por volta de 10º 🥶) as nuvens começaram a entrar e veio a neblina com força 😒 Não tivemos o nascer do sol,  mas a trilha foi muito divertida. Os guias servem café quentinho e alguns pãezinhos. Perto das 7h, sem o sol dar as caras, começamos a descer.

 

⛔ EXPECTATIVA X REALIDADE 🤣😂😭

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🍳 De volta a San Pedro, fomos tomar café no Sababa, um restaurante super descolado, acho que é o mais famosinho da região. O ambiente é lindo, comida ótima, e consequentemente, preços mais altos rs 💸. Comi uma Shakshuka maravilhsoa com um smothie por 70 QTZ -  9 USD. O restaurante serve refeições o dia todo e sempre está lotado, principalmente nos fins de tarde quando o pessoal vai curtir o por do sol com a vista do lago.

Antes de nos despedir do Lago Atitlán, esse lugar que tanto amei, quero deixar algumas outras opções de passeios pra vocês. O lago tem muitooo a oferecer, e se você ficar uma semana por lá sempre vai ter alguma coisa diferente pra fazer 😊

📌 Santiago: É o maior pueblo no entorno do lago, com estrutura de cidadezinha, onde você encontra até caixa eletrônico e bancos. Tem alguns pontos interessantes como a igreja antiga, o local onde as mulheres lavam a roupa e um memorial da guerra civil da Guatemala. Aqui também que se encontra a imagem de Maximón.O ideal é contratar o tuk tuk city tour: ele passa por 5 pontos: mirante, parque da paz onde há um memorial em homenagem aos 14 manifestantes mortos durante a guerra civil da guatemala, Banho Maia – local onde eles lavam as roupas e se banham, Maximon – divindade maia, Igreja de Santiago de Atitlán – ponto final do tour. Tínhamos programado ir a Santiago no dia 3, mas demoramos tanto na reserva que chegamos tarde em Pana. Não daria tempo de ir, voltar e pegar um barco público para San Pedro, acabamos optando por Santa Catalina, que foi ótimo também.

📌 Trekkings: Outro trekkig bastante famoso é o do Vulcán San Pedro. Uma trilha considerada pesada. Leva-se em média 5hrs para subir o vulcão. Como iríamos fazer outros, optamos por não fazer, já que é uma atividade de dia todo.

📌 Atividades Aquáticas: Ao longo do lago também é possível alugar caiaques, stand up, algumas propriedades mais chiques até oferecem aos hóspedes.

 

🔙 De volta ao roteiro:

As 10hr pegamos o shuttle em direção a Xela. Fechamos o shuttle no dia anterior, com uma agência grande da rua principal. Era a única que tinha esse horário de saída, todas as outras, só saiam às 14hrs. O único senão, era que teríamos que baldear, uma segunda pessoa pegaria a gente em Nahuala. O valor que pagamos foi de 155 QTZ - 20 USD. Os valores nas outras agências era na faixa de 180 QTZ. Pelo valor, já estavamos esperando que em Nahuala um tuk tuk estaria nos esperando 😆, mas na verdade era um motorista particular, em um carro sedan, ótimo. A van de San Pedro para Nahuala era ruim, a viagem toda durou mais ou menos 3h.

Quetzaltenango ou Xela como os guatemaltecos a chamam, é a segunda maior cidade da Guatemala, logo atrás da capital do país, a Cidade da Guatemala. Localizada a 2300 metros acima do nível do mar, em um vale e cercada por vários vulcões. A temperatura por aqui também foi a mais baixa que pegamos na região. A noite chegava a 5 graus 🥶 #cariocadrama.

A cidade é uma graça! Parece uma das cidades históricas mineiras. Não lembro de ter visto nenhum relato em português de pessoas que tivessem ido à Xela. Nós inserimos no roteiro, porque ficamos encantadas com o Vulcão Santiaguito, um dos três vulcões ativos da Guatemala. Mas no fim, a cidade nos surpreendeu muito e virou uma das nossas favoritas 💞.

Ao chegar na cidade deixamos a mochila no hotelzinho e já fomos bater perna. Andamos bastante pelo centrinho histórico que tem prédios muito bonitos, e uma pracinha antiga bemmm charmosa. Fomos atrás de agências para fechar o trekking do Vulcão Santiaguito. Pedimos preço em 3, mas como éramos somente 2 pessoas, em duas, queriam nos cobrar preço de tour particular porque não havia outras pessoas pro dia. Conseguimos fechar com o José da Quetzal Tours.

Agora, pensemmm numa pessoa querida? Era o José! O valor foi 175 QTZ - 23 USD. A única coisa que ele combinou conosco é que se aparecesse mais alguém para a trilha do dia, ele incluiria no grupo, o que para gente não teria problema nenhum, mas acabou que não apareceu.

Depois de fecharmos o passeio chamamos um Ube para ir ao Cerro Baú, mas o motorista praticamente proibiu a gente 🤨 Ele disse que não era seguro, que havia muitos casos de roubo durante a semana, que era deserto, não tinha policiamento e etc 😳. Perguntamos a ele o que mais poderíamos fazer na cidade, e ele sugeriu irmos ao Restaurante Panorama, que tinha uma vista linda da cidade igual ao Cerro. Como era pertinho, fomos. A vista é bem legal, mas a comida era cara e pareceu meio pega turista. Acabamos pedindo um batata frita porque estávamos morrendo de fome, e lembro que não foi tão cara, acho que 35 QTZ - 4,50 USD. Pra descer do restaurante viemos andando, e encontramos o que viria a ser nossa paixão na Guatemala - Xelapã 😍😍, a padaria mais incrível. Vendia uma infinidade de pães, salgados, e doces a um precinho maravilhoso! 🤑 A gente gastava 10, 15 QTZ e tinha comida pro dia todo. Nesse dia compramos tanta coisa gostosa que nem jantamos. Fomos para casa cedo porque iríamos madrugar novamente no próximo dia.

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🏘️ Casa Elizabeth - Quarto duplo - 197 QTZ - 25 USD. Um hotelzinho super charmosoooo! Na verdade é um casarão antigo transformado em hospedagem. Tudo bem aconchegante, amamos muito esse. Ele não era grudado no centrinho histórico, dava uns 15 minutos de caminhada, mas nada que atrapalhasse, era sempre muito agradável andar pelas ruas de xela. Único que ficamos que oferecia café da manhã. Todos os dias saímos super cedo, antes do café, e mesmo assim, eles faziam questão de deixar o nosso café prontinho pra levarmos paras trilhas. Sempre uma fruta, um sanduíche com omolete (deliciooso) e uma água. Muito queridos.

 

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    • Por Paulonishi
      15/03/2020
      Logo após a visita ao sítio arqueológico de Mayapán, fui procurar uns cenotes que constavam no Google Maps e acabei parando no pequeno povoado de Telchaquillo...

      Caminhei pela rodovia até a entrada da cidade, sob um sol escaldante...

      Cheguei no centro do povoado e percebi muita coisa interessante, principalmente na construção dessa igreja.

      As pedras principais foram retiradas de construções maias, e ainda se pode observar várias inscrições nelas. Imagine quanta coisa foi destruída, pois sabemos que os espanhóis aproveitavam as pedras dos templos para construir suas fortalezas, igrejas e casas...

      E a força da conversão religiosa imposta pelos conquistadores, fez com que a população se tornasse majoritariamente católica.
      O calor estava grande e saí perguntando a respeito do Cenote, que, para a minha surpresa, ficava bem na praça central... Porém, subterrâneo!

      Paguei incríveis $10 pesos para o acesso e desci na caverna, que tinha apenas uma abertura na parte superior que iluminava o restante do lugar.

      Havia somente duas famílias com crianças e, apesar de parecer pequeno, aproveitei bastante mais essa experiência.

      As águas azuis, transparentes e refrescantes deram uma boa revigorada depois de tanto sol nas andanças por Mayapán e a caminhada pela rodovia em busca dos Cenotes. Pode até não ter sido aqueles que eu procurava, mas valeu muito a pena ter conhecido mais este.

      Depois desse momento relaxante, para voltar fiquei sabendo que o ônibus passava pelo povoado. Voltei até uma mercearia para tomar um refrigerante bem gelado e pouco depois veio o ônibus.

      Apesar de feio, até que era confortável e, como foi parando em todos os povoados pelo caminho 🙄, aproveitei para conhecer muitos outros lugares interessantes para uma nova visita na região!
      Ah, o ônibus foi bem mais barato: $27 pesos!
      Quer conhecer os detalhes e a história do local? Dá uma olhada no link de deixei aqui embaixo:
      Mochilão pelo México: o Cenote de Telchaquillo
      Espero que tenha ajudado! 🤠👍
    • Por Paulonishi
      17/03/2020
      Mérida, capital do estado de Yucatán, foi o último destino antes de retornar à Cancún, nesse mochilão espetacular de conhecimentos e descobertas a respeito da civilização Maia. Em seus arredores existem muitos outros sítios arqueológicos importantes, como Mayapán, Dzibilchaltún, Uxmal e Izamal. Cidade grande mas de relevo plano e de gente tranquila e acolhedora, é uma belíssima cidade que merece a atenção dos viajantes para as suas construções seculares e histórias dos povos que por aqui passaram.

      Vindo de Valladolid, a chegada foi no novíssimo terminal da ADO (sempre primera 😖) , com instalações muito boas e climatizadas. Andar pela cidade é muito fácil, pois também está orientada por numerações nas ruas: norte-sul pares / leste-oeste ímpares. Táxis são baratos, mas tem o transporte público e alternativos muito baratos.
      O que me surpreendeu foi a qualidade de vida das pessoas da cidade, com muitas alternativas de lazer gratuitas. Uma delas é o Zoológico Municipal.

       
      Uma grande área verde com entrada gratuita, contando com muita variedade em animais, inclusive raros tigres brancos, leões, gorilas, rinocerontes... Caramba, fiquei muito surpreso mesmo. 

      Muitas opções de lazer para crianças de todas as idades (inclusive eu... 🤭), como por exemplo um passeio de trem no entorno de todo o parque pagando apenas $1 peso!!! Imperdível... e adorei!!!

      Teleférico, barquinho... apenas $10 pesos! Baita passeio, com direito a várias barraquinhas de comidas típica e INTERNET GRATUITA!!!

      A praça principal, ou Zócalo da cidade é outro ponto obrigatório para fotos e muitos passeios legais em museus, igrejas e comércio local.

      Para aproveitar bem, recomendo ficar hospedado em uma região mais central, como na Calle 50. Hospedei-me num hostel por 3 dias (total $535) com piscina, café da manhã e ar condicionado no quarto... Acredite, esse último item faz toda a diferença nessa região quente!

      Essa cidade ainda guarda algumas construções do período colonial, inclusive os únicos arcos ainda existentes no México que compunham o sistema de muralhas da cidade!

      E na Catedral de San Ildefonso está a primeira cúpula construída nas Américas!

      Existem várias opções de passeios pela cidade, desde charretes pelo centro histórico, aos ônibus sem teto que fazem um tour mais distante. Os valores não são altos e sempre dá para pechinchar um desconto!

      Na região da Plaza Grande (Zócalo), a internet funciona razoavelmente bem são várias as possibilidades de tirar fotos muito interessantes.

      Infelizmente, com a chegada da COVID-19, não consegui fazer os dois últimos passeios que tinha programado para Uxmal e Dzibilchaltún. Aproveitei para ficar andando pela cidade, vivendo um pouco do dia a dia...

      A ligação entre Mérida e Cancún pode ser feita por ônibus ou avião. O primeiro, logicamente, é muito mais barato e se você comprar com antecedência no site da ADO, pode conseguir um ótimo desconto. Eu, por exemplo, comprei por $252 pesos, quando o valor normal seriam $600 pesos!!!

      Como já estava voltando para casa, comprei algumas lembrancinhas por aqui, e as demais em Cancún. Vale a pena pesquisar os artigos em prata, que são bem mais em conta no México.

      No terminal Noroeste tem ônibus para a maioria dos destinos dos arredores, principalmente para a região dos sítios arqueológicos e litoral. Não deixe de verificar as vans também, na rua do entorno, que oferece preços muito bons!
      Quer saber mais detalhes e conhecer a história da cidade, dá uma olhadinha no vídeo aqui embaixo:
      Mochilão pelo México: Mérida
      Espero ter ajudado... Valeu e siga viajando!!! 🤠👍
       
       
    • Por Paulonishi
      15/03/2020
      Mayapán foi a última grande cidade Maia antes da conquista espanhola. Para se conhecer, a melhor cidade para se hospedar é Mérida, capital do estado de Yucatan.
      Partindo da região do Terminal Noroeste, existem várias vans que passam pelo local. É só pedir para o motorista parar no acesso do sítio.

      São apenas 48 km de distância e o valor combinado foi o de $35 pesos.

      A van parou na entrada a poucos metros já se chega à portaria.

      A entrada é bem barata, apenas $45, e não tem muitos turistas no local. Junto à portaria, tem banheiros limpos e gratuitos.

      As placas informativas só estão disponíveis na entrada. Infelizmente, não se tem nada para orientar o passeio no interior do sítio arqueológico. Recomendo que se estude a história do local e das principais construções para poder ter um aproveitamento melhor do passeio, ou assista ao vídeo que deixarei abaixo, onde descrevo o passeio detalhadamente, além do levantamento histórico da cidade.

      A área é bem pequena, mas as construções muito bem preservadas/restauradas. A maior delas também se chama El Castillo não à toa: trata-se de uma cópia da pirâmide existente em Chichén Itzá, só que em escala menor. Em datas de equinócio também tem o fenômeno das sombras projetadas na escadaria principal, simulando a descida de Kukulcán!

      Aqui, pelo menos, se pode subir e entrar na maioria das construções!!!

      A baixa procura por parte dos turistas proporciona oportunidades para muitas fotos e uma exploração mais tranquila.

      Enfim, para quem procura um passeio muito bom, barato e tranquilo, aqui é o lugar!!!

      Leve lanche, muita água e proteção solar... O sol aqui também é escaldante!!!

      Aproveitei para fazer muitos estudos interessantes a respeito das construções e seus alinhamentos.


      Para se conhecer bem o local, reserve pelo menos 2 horas para fotos e subidas nas construções.
      Os transportes que levam de volta à Mérida podem ser pegos na rodovia, no sentido contrário ao da chegada.
      O vídeo detalhado do passeio e mais a história do local, pode ser visto no link da descrição abaixo:
      Mochilão pelo México: as ruínas de Mayapan
       
      Espero ter ajudado... Até a próxima!
       
       
    • Por Paulonishi
      13/03/2020
      Aproveitando o passeio ao Sítio Arqueológico de Ek Balam, depois emendei para conhecer o Cenote X-Canche, que fica nas proximidades e logo após a recepção principal.
      Cenotes são grandes reservatórios naturais de água doce e grandes responsáveis por sustentar a civilização Maia e a população atual no meio de lugares extremamente quentes e secos, como na região de Yucatan.
      No final do relato, deixei o link para o vídeo com dicas detalhadas dessa atração!

      A entrada custa $80 pesos e existe a opção de alugar uma bicicleta por $90 ou pagar um bici-táxi para evitar a caminhada de 2 km até o Cenote... 
      E é claro que fui à pé... 😂
      O sol estava terrível e soprava um vento quente, como se estivéssemos em um verdadeiro forno!

      Chegando ao local, encontramos a recepção e nos encaminham ao vestiário para tomar uma ducha. Para preservar as águas do Cenote é recomendável que não se usem protetores solares, salvo aqueles que vendem específicos para os parque aquáticos e que não deixam resíduos. Eu não uso, pois prefiro me proteger com as roupas com filtro solar.
      Feito isso, já em roupas de banho (fui de bermuda térmica mesmo 😜), chegamos ao Cenote... E a visão é impressionante!

      A descida se dá por escadas, mas também tem a opção de fazer um rapel (pago à parte).
      É uma experiência inesquecível... Não vá à região sem conhecer essas dádivas da natureza!

      A água é de um azul-turquesa muito transparente!
      Para aqueles que tem algum receio, haja visto que a profundidade é de mais de 30 metros 😬, tem a disposição coletes para aluguel. Atravessando colocaram uma corda para ajudar a quem fica na água e é muito útil mesmo.

      Passei um bom tempo me refrescando e apreciando o contato com a natureza... Existem até alguns peixinhos parecidos com bagres.
      Em alguns pontos, existem plataformas para quem quiser dar um mergulho... E é uma experiência fantástica!

      Saindo do Cenote tem um restaurante, local para acampamento e banheiro limpos. 
      Foi uma ótima experiência poder conhecer esse lugar!
      O único problema é voltar os 2 Km sob o sol... Mas, depois de me refrescar até que pareceu ter sido mais tranquila a volta.
      Para o retorno à Valladolid, tive que esperar o táxi atingir a sua lotação. Pouco tempo depois apareceram mais duas turistas e ficou faltando uma pessoa. Passou-se mais de 30 minutos e resolvemos rachar a diferença e cada um pagou $70 para voltar logo... Foi um gasto a mais, porém compensou o tempo que economizamos!
      Confira os detalhes no vídeo aqui abaixo...
      Mochilão pelo México: o Cenote X-Canche
       
    • Por Paulonishi
      11/03/2020
      Fundada em 28 de maio de 1543, Valladolid ainda guarda o ar da arquitetura colonial e é uma cidade fundamental para quem quer explorar a região e o principal sítio arqueológico Maia, Chichén Itzá!
      O terminal de ônibus da empresa ADO (aquela da mulher falando sem parar nos terminais 🥴) fica bem no centro da cidade, facilitando muito o deslocamento. 

      As cidade em si é bem tranquila e pude perceber que é bem policiada. Isso é um aspecto bem legal das cidades da região, pois a sensação de segurança é muito grande e o povo muito amistoso.
      Escolhi um hostel bem próximo ao terminal e também estrategicamente localizado para conhecer as principais atrações da cidade, bem como próximo a supermercados. Nas minhas pesquisas por hospedagem, além desses itens mencionados, vejo as facilidades disponíveis como cozinha compartilhada! Isso dá uma baita ajuda para baratear os custos, pois faço compra nos mercados e cozinho algo mais saudável.

      A cidade tem como atrativo principal as construções da época do período colonial, vários Cenotes nas proximidades e sítios arqueológicos importantes, como Chichén Itzá e Ek Balam.


      Um detalhe importante é que o horário local é 1 hora a menos do que o de Cancún. Assim que cheguei fiquei perdido quanto a isso...

      O post aqui é bem resumido, pois preferi fazer um vídeo mais detalhado:
      Mochilão por Valladolid




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