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Felipao86

Primeira Eurotrip: 21 dias na Itália (Roma-Florença-Veneza-Milao) com esposa gestante

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Primeira Eurotrip: 21 dias na Itália (Roma-Florença-Veneza-Milao) com esposa gestante
Olá pessoal,

Meu grande sonho de viagem sempre foi a Europa. Ano após ano algo acontecia que me impedia de conhecer um pedacinho do Velho Continente, mas finalmente no final de 2017 pude colocar os pés lá em grande estilo. Começamos pela Itália, onde ficamos 21 dias andando e comendo por lugares maravilhosos.

Roteiro:
Roma – 8 dias;
Florença – 6 dias;
Veneza – 3  dias;
Milão – 3 dias; 

Preparação:

Passagens: Tap saindo de BH com conexão em Lisboa. Saiu caro, em torno de 4000 reais ida e volta por pessoa. Procurei por muito tempo promoção mas não achei. Na ida conseguimos umas 12 horas de conexão, o que nos permitiu um tempo para explorar alguns pontos de Lisboa.
Passagens de trem: todas compradas no site da trenitalia com cerca de 3 meses de antecedência. Os trechos saíram entre 20-30 euros aproximadamente. 
Hospedagens: todas pelo Airbnb, pelo preço mais em conta e pela comodidade de pagar e parcelar no cartão de crédito. O critério de escolha, além do preço, era localidade próxima às estações de metrô/trem.

  • Roma: https://www.airbnb.com.br/rooms/11174608 Ficamos nesse simpático apartamento pertíssimo de Roma Termini. O Sr Franco. dono do apartamento é fantástico, nos comunicamos entre português e italiano (ele não fala inglês) mas foi bem tranquilo. E nos dava um bom café da manhã todos os dias.  A região não é das mais bem encaradas, mas foi bem tranquilo de andar todos os dias.
  • Florença: https://www.airbnb.com.br/rooms/7604862 A melhor hospedagem da viagem. Um verdadeiro Bed and Breakfast com bom café da manhã e não somente torradas e um suco de caixinha. Vale muito a pena. Fica a 5 minutinhos da estação Santa Maria Novella.
  • Veneza: https://www.airbnb.com.br/rooms/891441 Veneza é tudo absurdamente caro. Essa é a única hospedagem que não recomendo. Apesar de ficar relativamente perto da estação Venezia Santa Lucia, o quarto tem um cheiro de mofo grande e o banheiro é compartilhado. A vista da janela da sala, no entanto, é espetacular.
  • Milão: https://www.airbnb.com.br/rooms/2944362  Ótima hospedagem em Mião, muito bem localizada, na porta de uma estação de metrô. Nada a reclamar

Dinheiro: dessa vez levamos apenas dinheiro, para não cometer o mesmo erro de quando rodamos a América do Sul (levamos pouco dinheiro e toda hora precisávamos sacar num caixa eletrônico pagando absurdo de taxas). Levamos 2300 euros em espécie, sendo que gastamos 1600 euros (esse dinheiro foi gasto com os gastos do dia a dia, que incluem ingressos a atrações, passagens de ônibus, trens ou metros que pagamos na hora e alimentação).


Ingressos comprados antecipadamente: em alguns locais na Itália é extremamente importante comprar os ingressos antecipadamente, para furar fila e evitar perda de tempo desnecessárias. Foi o caso nos seguintes locais:

  • 1-Última Ceia em Milão: o mais difícil de  comprar, pois depende da abertura da venda no site oficial e acaba com poucas horas. Normalmente eles abrem, se não em engano, 2 a 3 meses de antecedência. Não existe venda no local na hora.
  • 2-Galleria Uffizi e Galerria Dell´Academia em Florença:  nesses até que a fila para comprar na hora não estava tao grande, mas de qualquer modo não perdemos tempo nenhum.
  • 3-Museu Vaticano em Roma: essencial, a fila para comprar na hora estava gigantesca, e o Museu é enorme, fica-se 6 horas tranquilamente lá dentro.

Seguros de Viagem: fiz no Seguros-Promo o seguro da Assist em torno de R$250,00 para duas pessoas. Nao utilizamos então não sei avaliar.

Questões relacionadas à gravidez: em geral foi bem tranquilo. Quando viajamos minha esposa estava com 25 semanas, então nem precisava de atestado médico, mas levamos por precaução. Levamos também uma farmacinha básica (remédio para cólica, enjoo, dor) e procuramos seguir um ritmo mais lento nas andanças do dia a dia (nem tão lento assim). Duas situações mais importantes aconteceram: ela não se adaptou à agua de lá. Parece que a água da Italia tem uma composição diferente da nossa, é mais “pesada” e isso lhe dava muito enjoo. Custamos achar uma marca de água mineral que não lhe causasse mal estar (a marca é “levíssima”). E ela, por incrível que pareça, não se adaptou muito à comida de lá. Várias vezes tinha refluxo quando comia pizza ou massa. Então procurávamos mais pratos com peixes, carnes e legumes. Fora isso, o restante foi bem tranquilo.

Dito tudo isso, vamos ao roteiro do dia a dia.

 

29/10/17 – Dia 1 – Lisboa.
Chegamos em Lisboa em torno de 5 horas da manhã e pegamos a fila prioritária da imigração (viva a gravidez, rs). O fiscal só perguntou o que iriamos fazer na Itália e já carimbou. Não pediu nenhum documento. Compramos um chip de 10 euros da Vodafone que nos foi suficiente para a viagem inteira e ficamos esperando a cidade amanhecer.
Pegamos um uber e fomos ao primeiro destino do dia: Castelo de São Jorge. Muito bonito, bem conservado e com uma pela vista de Lisboa. Ótimo lugar para visitar primeiro e dar uma boa situada na cidade.
(Obs: em Lisboa rodamos apenas de uber, bem tranquilo de usar, nenhuma corrida passou dos 10 euros).
De lá descemos a pé até a praça do Comércio, parando em alguns miradouros da cidade. A praça é linda, estava bem cheia, e deu para colocar os pés no Rio Tejo, de onde há alguns  séculos saiam embarcações para todo o mundo. Incrível!
Após algum tempo admirando o lugar fomos de uber até o Mosteiro dos Jerônimos, que é estupendo. Sua beleza, arquitetura, inigualáveis. Ficamos um bom tempo na fila esperando para entrar. Aproveitamos para passar na igreja ao lado onde estão os restos mortais de Vasco da Gama e Luis de Camões.
Após o Mosteiro paramos para almoçar num restaurante “pega turista”: bacalhau ruim e caro. Mas não tínhamos pesquisado restaurantes em Lisboa.
Em frente ao Mosteiro tem uma bela praça com um belo jardim e caminhando por ele você chega até o Marco do Descobrimento, um monumento erguido em homenagem às grandes navegações. 
Você sobe um elevador e vai até o topo. Dá uma vertigem danada, mas é outra visão estupenda da cidade que você tem. Muito bacana!
Iria ainda na Torre de Belém mas pelo horário já não era mais permitido a entrada.
Caminhamos então em direção ao Mosteiro dos Jerônimos e fomos comer os famosos pasteis de Belém! Muito gostosos, saborosos. Compramos bastante para comermos em Roma também.
Ficamos na praça em frente curtindo o movimento  e esperando o horário de voltar ao aeroporto para terminarmos de chegar a Roma.
Impressão geral de Lisboa: foram poucas horas para ter alguma impressão, mas gostei muito do que vi: cidade limpa, organizada e bem arborizada. Portugal como um todo tem sido redescoberto pelo turismo mundial e isso se reflete na quantidade enorme de turistas em todo o lugar. Com certeza voltaremos com mais tempo para conhecer com calma.
No fim o vôo atrasou e só chegamos em Roma mais de 01:00hs, precisamos rachar um taxi (já que não tinha mais opção de trem ou ônibus até Roma Termini). Se não me engano o taxi saiu 20 euros por pessoa.

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30/01/17 – Dia 2 – Roma


1ªDia na Itália, começamos leve, para irmos nos habituando aos poucos.
Fomos andando até a Piazza De lla Republica, que é muito bonita e enorme. Local bacana para tirar umas primeiras fotos e já sentir um pouco do que é a Roma de prédios enormes e antigos.
Na própria praça tem a Basilica Santa Maria Degli Angeli.  Por fora você não dá muita coisa mas por dentro, nossa, é impressionante. Foi a primeira igreja que visitamos mas já ficamos muito impressionados. O tamanho, beleza das pinturas, das decorações, é incrível.
Em Roma é muito comum o reaproveitamento de construções da época do império romano. É o caso dessa basílica, que na época do império era um termas e foi transformada em igreja na idade média. Muito interessante.
De lá ainda fomos até a Basílica Santa Maria Maggiore, passando em frente ao teatro Della Opera.  Tinha uma fila básica para entrar pois deve-se passar bolsas e mochilas nos detectores de metais.
Aliás, vale uma observação: em diversos locais na Itália vimos o exército nas ruas, principalmente em pontos muito turísticos. Parece que o alerta contra o terrorismo está no máximo lá.
Outra basílica espetacular, pelo tamanho, imponência, riqueza de detalhes. É tudo muito grandioso, como não estamos acostumados a ver aqui no Brasil. 
Mas a igreja mais bonita do dia, na nossa opinião, foi a Basilica Santa Prassede. É uma igreja bem menor, com uma entrada bem discreta numa rua lateral, bem menos conhecida, mas com ricos mosaicos na parede. No momento que estávamos lá tinha alguém tocando o órgão o que tornou a visita ainda mais especial. É simplesmente fantástico.
Voltamos até o Roma Termini para almoçar no Mercado Centrale, que é um mercado novo bem bacana dentro da estação. 
Aproveitamos também para comprar o Roma Pass de 72 horas (38,50 euros).
Voltamos ao apê para descansar um pouco e no final da tarde seguimos para a Fontana di Trevi.
Sempre falam que deve-se vê-la de manhã e à noite e realmente é muito diferente, mas igualmente linda. Pena que fica sempre tao cheio, mas devagarinho conseguimos chegar na beirada dela. Ainda andamos um pouco pelos arredores da Fontana e arrumamos um lugar para comer nossa primeira pizza italiana (essa era ok).

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31/10/17 – Dia 3 – Roma

Dia de mergulhar na Roma Antiga. De cara já começamos com o coliseu.
Saindo do metrô nada te prepara para o que você vai ver, já sai em cima desse monumento majestoso da humanidade. Andar pelos seu corredores é respirar a história do centro do mundo em um determinando momento. Incrível.
Com o Roma Pass já entramos direto (1ªuso do Roma Pass) e pulamos a enorme fila para quem ia comprar na hora. 
A sensação de estar lá é indescritível, muita história já aconteceu ali. Ficamos um bom tempo andando para lá e para cá procurando os melhores ângulos para fotos e para visualizar melhor o que era.
Seguimos em direção ao Foro Romano e Palatino, que também é muito interessante e muito grande! Ficamos umas 4 horas andando ali dentro. Não tem a mesma imponência que o coliseu mas é também interessante. Além do mais, tem um local bem bacana para fazer fotos do coliseu. 
Saímos de lá e fomos almoçar (praticamente jantar, já, rs) no Pasta Chef, que tem massas muito boas a um preço bacana, bem em conta. 

À noite jantamos no La Trattoriola di Luca, que fica próximo á estação Termini. Comida muito boa e preço médio.

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01/11/17 – Dia 4 – Roma


Voltamos a rodar pelo centro histórico de Roma, passando pela Piazza Venezia (muito linda e bela escadaria), Panteão, Fontana di Trevi (de dia tem seu charme, e estava mais vazia), Templo di Adriano, a charmosa Piazza Navonna, visitamos uma igreja que fica na praça que não me recordo o nome. 
As ruelas de Roma são muito bonitas e com muitas lojinhas de souvenirs. Aproveitamos para comprar os chaveiros para a coleção (cada um custou 1 euro).
Almoçamos uma massa muito ruim por 3,50 e seguimos para o Castelo de Santo Angelo (2ªuso do Roma Pass).
Na maioria dos relatos vejo que a galera tira foto em frente ao Castelo mas não chega a visita-lo. Eu gostei bastante da visita, ao todo são 5 andares que vao contando sobre os usos do castelo ao longo da história e como ele foi sendo aumentado ao longo do tempo. Interessante que tem um muro que o liga diretamente ao Vaticano para seguir de via de escape do papa em caso de invasão da cidade, o que aconteceu uma vez na idade média.
Além disso tem uma bela vista da cidade no terraço!
Voltamos devagarinho e terminamos o dia no Monumento Vittorio Emanuelle. Vimos que tinha um museu do exército lá dentro mas não animamos. 
Nessa noite jantamos no Cantina e Cucina, ótimo restaurante próximo à Piazza Navona. Gostamos tanto que ainda voltamos outas 2 vezes e foi nosso restaurante preferido em Roma. Tem uma boa fila de espera mas as mocas servem um espumante pra já ir abrindo o apetite. Realmente muito bom!

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02/11/17 – Dia 5 – Roma
Comecamos o dia visitando a Piazza Del Campidoglio já emendando com os Museus Capitolinos  (15 euros).
A praça é bem bonita, com uma bela escadaria e os museus mais bacanas ainda, porém tinha uma expectativa de que era pequeno e nada, ficamos a manhã inteira lá dentro. Todos os prédios ao redor da praça fazem parte do museu, lá dentro é um labirinto, mas é bem legal. 
Muitas peças e obras de arte que de alguma forma falam sobre a história de Roma, desde a sua fundação até pelo menos a idade média. E tinha uma modelo lá fazendo sessao de fotos, hehe.
Após o almoço fomos até a Galeria Borguese, tínhamos visita agendada às 15:00hs;
Importante: todas as visitas devem ser agendadas com antecedência, você precisa ligar e agendar (eu fiz isso com 2 dias de antecedência). As atendentes falam inglês.
Na hora marcada você informa seu código de reserva e paga a entrada (15 euros).
Em termos de valor artístico acho que foi a melhor que visitamos em Roma e junto com a galeria Uffizi em Florença as melhores da Itália. Você encontra diversas obras excelentes e históricas, tanto esculturas quanto pinturas. Várias pinturas de Caravaggio lá, pintor espetacular!
A visita é mais rápida, menos de 2 horas consegue visitar tudo com calma. 
A galeria fica localizada em uma grande área verde, passeamos por lá um pouco e pegamos um ônibus até a Piazza del Popolo. Lá visitamos a Basilica Santa Maria Del Popolo que é mais simples que as outras já visitadas mas tem 2 obras de Caravaggio muito bacanas!
Ainda deu tempo de voltar ao centro histórico para visitar o panteão (que ainda não tínhamos visto por dentro) e apreciar as ruas romanas à noite, cheias de gente, turistas e muitos vendedores ambulantes (a maioria indianos).

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03/11/17 – Dia 6 – Roma

Dia do Vaticano. Entradas compradas com antecedência para as 10:00hs (17 euros).
A fila estava quilométrica para quem iria comprar na hora, mais uma vez, não façam isso!
Uma vez lá dentro, percebemos que tinha um percurso longo e curto, fomos no longo mesmo. Mas antes descemos para uma parte onde ficam os carros papais.
Gente, o vaticano é algo imenso, ficamos umas 6 horas lá dentro, tranquilamente. É muita coisa pra ver e realmente não dá pra absorver tudo da mesma forma. No final já estávamos exaustos.
O que mais gostamos foi: a parte do museu egípcio, as salas cartográficas, as salas de Rafael, e óbvio, a Capela Sistina. 
Na Capela Sistina é uma chatice só porque os guardas não param de falar 1 minuto “No Picture, no photo, no vídeo!” e você não consegue se concentrar pra apreciar as imagens.
Ah, e na saída ainda esbarramos com o Edson Celulari, heheh.
Após o Vaticano fomos conhecer a famosa praça do Papa e a Basílica de São Pedro. Pegamos uma fila quilométrica para entrar e quase não deu tempo de subir até a cúpula da basílica.
Minha esposa não quis subir e então fui sozinho de elevador (se não engano 8 euros pra subir).
A vista da cúpula é sensacional, dá pra ver bem a praça do papa e roma por inteiro!
Descemos e entramos na Basílica. Que Igreja! Que construção. Tudo muito grandioso!
A pietá de Michelangelo estava lá nos aguardando ansiosamente!

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04/11/17 – Dia 7 -  Roma – Bate e Volta a Ostia Antica


Os próximos 2 dias ficaram reservados para bate volta. A princípio iriamos fazer o tradicional bate volta a  Nápoles e Pompeia, mas achamos que ficaria um roteiro muito pesado, ainda mais com uma gestante.
Dentro de uma temática semelhante resolvemor ir a Ostia Antica, que também era uma cidade da época do império romano e mais perto de Roma, basta pegar um metrô e trem urbano, cerca de 40 minutos já chegamos lá (8 euros a entrada).
É uma visita muito interessante até porque está bem preservada. Dá pra se ter uma ideia de como era uma vila romana. 
Achei que valeu muito a pena.
Na volta, já no fim da tarde, descemos até o Tratesvere para uma volta e descobrir algum lugar para jantar. 
O bairro é bem charmoso, cheio de vários restaurantes, bem bacaninha. Descobrimos um por lá e comemos uma pizza boa, mas agora não lembro o nome.
O legal foi depois, fomos para uma pracinha e estava uma moça tocando muito bem, ficamos lá curtindo o som e observando o movimento.

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05/11/17 – Roma – Bate e Volta a TivoliÚltima dia em Roma,  fomos a  Tivoli, uma cidade próxima com algumas atrações bacanas. Lá conhecemos Villa D´Este e (tentamos) conhecer Villa Adriana.
Nós fomos de ônibus: pegue o Metrô linha B – direção Rebibbia, vá até a estação Ponte Mammolo. Lá você vai pegar o ônibus da empresa Cotral ( Roma – Tivoli ), que custa 2,20 euros e sai a cada 15 minutos. Compre o bilhete na lojinha que vende jornais, dentro da própria estação do metrô. 

Chegando lá fomos conhecer a Villa D´Este, nesse dia era gratuito pois era o primeiro domingo do mês, yes!
Realmente o lugar é espetacular, muito bacana. Nunca tinha visto um jardim desses antes, e olha que já fui em Inhotim algumas vezes, mas é realmente deslumbrante.
O ponto alto é escutar o “som da água”. Uma das fontes tem um órgão associado e em alguns momentos do dia quando a agua passa faz uma melodia bacana.

Ficamos a manhã inteira passeando e conhecendo cada cantinho desse lugar incrível e depois fomos em um restaurante almoçar. Não tinha quase nenhum aberto, acabamos almoçando em um caro, ruim e que demorou demais para servir. Não lembro agora o nome.
Depois perguntamos numa lojinha qual ônibus pegar para a Villa Adriana, tem um ônibus interno da cidade que lhe deixa na porta, mas acabamos errando e pegando o ônibus que volta pra Roma, que nos deixou a cerca de 1km.
O problema foi que, quando estávamos chegando, caiu uma chuva torrencial na cidade!! Ficando um tempão esperando na recepção para ver se a chuva diminuía. Quando parou um pouco entramos (ingresso também foi gratuito). Mas acabamos vendo só um pouco do lugar porque logo voltou a chover de novo! Uma pena, porque parecia ser um lugar muito bacana.

Voltamos para a rua principal da cidade e pegamos o ônibus de volta a roma.
À noite jantamos no Cantina e Cucina já em clima de despedida da cidade. Essa noite foi muito legal porque na fila conhecemos uma moça do Canadá muito simpática que já foi 14 vezes a Roma. Ficamos conversando sobre a cidade, foi bem bacana. Ela é realmente apaixonada por Roma.

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Considerações de Roma: acabou sendo a cidade que mais gostamos, conforme minha expectativa. Sou uma apaixonado por história e Roma nos proporcionou isso e muito mais na nossa estadia. Fomos muito bem atendidos em todos os lugares. Nosso anfitrião do AirBnB foi muito bacana e nos deixou bem à vontade. Depois de conhecer vários lugares obrigatórios, o legal realmente é andar à ermo, observando o movimento e os romanos.  Aspecto negativo: como em toda a Itália, eles fumam muito, principalmente os mais jovens. Fiquei surpreso ao perceber isso. Mas a sensação de estar no Coliseu, no Vaticano, em locais onde a história aconteceu é incrível.

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06/11/17 – Dia 09 – Roma a Florença

Dia de sair de Roma em direção a Florença. Normalmente é um dia muito perdido pelo deslocamento, mas era uma das grandes atrações da viagem pra mim: pela primeira vez andar em um trem de alta velocidade.

Além de história, sou apaixonado por trens e fico muito decepcionado por não termos muitas opções desse tipo de transporte no Brasil.

Nos despedimos do simpático Sr. Franco e fomos caminhando até a estação Roma Termini. Lá pegamos o FrecciaRossa e em cerca de 1h30 minutos já estávamos desembarcando em Florença.

Viagem maravilhosa, o trem chegou a 300km/h por 2 vezes, eu até baixei um aplicativo no celular pra acompanhar a velocidade porque não estava acreditando naquilo! Incrível, como estamos atrasados nisso. É um choque de realidade.

Nosso Bed and Breakfast ficava a cerca de 5 minutos a pé da estação, após deixar as malas saímos para andar pela cidade, mas antes almoçamos em um restaurante self service não muito bom mas bem barato, algo em torno de 5 euros (Ristorante Self Service Leonardo).

Andamos pela praça do Duomo, entramos na Igreja (muito mais bonita por fora do que por dentro) mas não fomos nem ao batistério nem à torre do Campanário.

Começou a chover então voltamos pra casa, dando uma passada rápida no Mercado Centrale de Florença (a mesma marca do Mercado Centrale de Roma, que fica na estação Roma Termini).

Em Florença foi onde a minha esposa se adaptou melhor à comida, talvez por ter mais carne no cardápio.

Ficamos 5 noites lá, comemos sempre em dois restaurantes: Il Brincello (3x) e Trattoria Guelfa (2x): todos os dois excelentes, baratos e com ótimos cardápios. Ficam próximos à estação Santa Maria Novella.

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 07/11/17 – Dia 10 – Florença

Às 09:00hs da manhã esta´vamos na porta da Galeria Uffizi conforme nosso ingresso comprado antecipadamente. A galeria é imensa e gasta-se a manhã inteira por lá. Ficamos admirados com a coleção de arte que existe lá.

Extremamente emocionante ver ao vivo, do seu lado, algo que até então você só via em livros e nos blogs.

Destaco principalmente as obras de Da Vinci e Botticelli e a linda vista da Ponte Vecchio.

Caminhamos até a Galleria Della Academia passando pela Piazza Della Signoria e Palazzo Vecchio (só fotos externas).

Na galeria Della Academia esperamos o nosso horário (14:00hs) e percorremos rapidamente, pois ela é bem pequena. O grande destaque é o magnifico Davi de Michelangelo que, sério, só vendo pessoalmente mesmo. Parece que a qualquer momento ela vai descer dali e caminhar pelo salão: impressionante!

Terminamos esse dia mais cedo pois minha esposa não estava passando muito bem com muito refluxo e voltamos logo para o apartamento. Nem saímos à noite.

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08/11/17 – Dia 11 – Florença

Após o café andamos alguns minutinhos até a Basílica Santa Maria Novella (entrada 7,50 euros). Igreja bem bacana, possui um lado anexo com convento e vários afrescos interessantes. Valeu a pena.

De lá fizemos a famosa parada na Ponte Vecchio para fotos e admiração. Que lugar lindo!

A próxima parada era no Museo Galileu, ao lado da Ponte, mas vimos uma turma saindo de uma rua com um sanduíche tão cheiroso na mão, várias pessoas, aí fomos seguindo até descobrir onde era: um lugar pequeninho que vendia um sanduíche muito saboroso, feito na hora. O sanduba era tão grande que acabou sendo o nosso almoço! (Lanchonete All´Antico Vinaio).

Depois desse almoço fomos ao Museo Galileu (9 euros a entrada). Bem legal também, tem vários instrumentos científicos utilizados no passado. E tem também o dedo do Galileu, rs!

Finalizamos o dia subindo até a Piazzale Michelangelo, que é um ponto alto da cidade. Ficamos lá apreciando a vista, o por do sol e curtindo o lugar. Florença é linda!

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Dia 09/11/17 – Dia 12 – Pisa e Luca

Os próximos 3 dias fizemos alguns bate-voltas na região da Toscana iniciando com o mais clássico: Pisa e Luca.

Bem tranquilo de se fazer, todo o trajeto faz de trem mesmo, em menos de 40 minutos já estávamos apreciando a torre de Pisa.

E não é que é torta mesmo??! Bem torta por sinal!

Também visitamos o Duomo ao lado e ficamos lá fazendo fotos dos outros fazendo fotos segurando a torre, hehehe.

De lá seguimos para Luca (20 minutinhos de trem pra frente). Que linda cidade, toda murada, com as cores de outono escancaradas na nossa cara. Junto com  San Gimignano as duas cidades mais charmosas da nossa viagem!

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10/11/17 – Dia 13 – Bate e Volta a Siena e San Giminano

Esse é outro famoso bate volta de Florença para quem não está com carro. O esquema básico é:

1-Ir para Siena (pegar o ônibus no terminal rodoviário ao lado da estação S.M.N – o terminal fica escondido dentro de um prédio, mas é tranquilo de achar); A passagem custa 7 euros, se não me engano, e a viagem dura 1 hora e meia.

2 –De Siena para San Gimignano: pegar  o ônibus 130 na Piazza Antonio Gramsci em Siena (no mesmo lugar que desceu para chegar a Siena).

3-De San Gimignano para Florença: pegar o mesmo ônibus 130 em direção a Poggibosi e de lá tomar o trem de volta a Florença.

Parece complicado, mas é bem tranquilo o trajeto, se tiver dúvidas, todos são muito solícitos para informar.

Nas cidades o legal é andar mesmo, curtir as ruelas das típicas cidades medievais.

Em Siena os pontos básicos são o Duomo de Siena (belíssimo, tanto por dentro como por fora. Uma das igrejas mais bonitas de toda a Italia) e a praça principal onde acontece o Palio.

Mas ficamos realmente encantados com San Gimignano. Aquela cidade no alto de um morro toda murada, com várias torres. Uma típica cidade medieval que sobreviveu ao tempo.

Extremamente fotogênica. E tem o melhor gelato do mundo (Se os chineses deixarem você comprar, porque são tantos que nunca saem da fila!).

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11/11/17 – Dia 14 – Arezzo

Esse último dia em Florença tinha ficado aberto no roteiro. Como optamos por não alugar carro para explorar a Toscana por questão de tempo, escolhemos bate-voltas fáceis de fazer de ônibus e trem.

Por conta disso, nesse último dia fomos a Arezzo, que era bem acessível de trem, cerca de 1 hora de viagem de Florença (ticket a 8 euros, se não me engano).

Arezzo não é das mais bonitas da região toscana, até por isso não recebe tantos turistas, mas tem o seu charme. Andamos pela cidade morro acima e ficamos admirando o movimento. Visitamos o Duomo e curtimos um festival de chocolate que tava rolando.

NA praça principal da cidade foram gravadas algumas cenas do filme “A vida é bela”.

Foi legal para ver como funciona uma cidade italiana sem todo o fervor de turistas.

Esse foi o último dia em Florença, no próximo dia: Veneza!

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Considerações finais de Florença: em aspecto de arte e historia, Florença realmente é inigualável. É charmosa, aconchegante. Foi a melhor hospedagem da nossa viagem. No entanto, eu ainda preferi Roma.

A comida em Florença é excelente, nas trattorias que fomos comemos muito bem e pagamos bem barato. No último dia, experimentamos o famoso bife a fiorentina, que é simplesmente indecente (a gente sempre esquece de tirar foto da comida, rs). Indico fortemente as duas trattorias que revezamos lá: Il Brincello (nessa uma das atendentes fala um pouco de português)  e Trattoria da Guelfa.

Ficamos com muita vontade de voltar para descobrir as vinícolas pelos caminhos da Toscana, que rende com certeza uma viagem por si só.

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12/11/17 – Dia 17 – Veneza

Nos despedimos após o café da manhã de Florença e chegamos no início da tarde em Veneza. Mais uma vez apreciando essa maravilha chamada trem de alta velocidade (será que teremos isso aqui no Brasil algum dia?)

Após deixar as malas no apê arrumamos um restaurante para almoçar e fomos andando pelas ruas e canais até a Praça São Marcos.

Já observamos de cara que os preços em Veneza são ainda mais caros do que o restante da Itália. Isso estava evidente nos restaurantes e nos souvenirs.

Tivemos azar em nossa estadia em Veneza: o tempo, além de muito frio, estava muito chuvoso, dificultando muito sair de casa para qualquer coisa.

Fizemos um reconhecimento da praça e visitamos a Basílica de São Marcos (também muito bonita). Passamos também pela ponte Rialto, Grande Canal e Mercado Rialto (estava no finzinho já quando chegamos).

Nessa noite fizemos uma refeição no apartamento mesmo.

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13/11/17 – Dia 18 – Veneza

A chuva que já caia no dia anterior piorou, juntamente com o frio. Só saímos de casa para almoçar e jantar, infelizmente. Ficamos o resto do dia no apartamento atualizando nossas séries, rs.

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14/11/17 – Dia 19 – Veneza

O frio  estava intenso mas finalmente a chuva parou e o sol saiu!

Aproveitamos então para pegar o Vaporetto  (7,50 euros cada viagem) no terminal próximo à estação Santa Lucia em direção a Murano.

Murano é uma cidadezinha próxima caracterizada pela produção de vidro. Suas lojas vendem pelos preços mais absurdos possíveis diversos tipos de itens de decoração, casa e cozinha feita em vidro.

Visitamos o Museu do Vidro (ingresso 10 euros), que conta um pouco da história da produção na cidade bem como a evolução ao longo do tempo. Achamos bem interessante.

De lá pegamos novamente o vaporetto até Burano, que é outra cidadezinha turística próxima caracterizada pelas casinhas coloridas, ou seja: uma Lavras Novas italiana (eheheh).

É um passeio gostoso pela cidade mas não tem muito o que fazer a não ser admirar as casinhas.

O legal é admirar pelo caminho os Alpes cobertos de neve lá ao longe!

Voltando à Veneza aproveitamos para andar mais pela cidade e ver quanto custaria o famoso passeio de gôndola: 80 euros o casal. Passei batido, sem chance! Já achei bem legal o Vaporetto mesmo, hehehe.

À noite saímos para jantar e já nos preparamos para a última parada na nossa viagem: Mião!

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Considerações finais de Veneza: foi a cidade que menos gostamos. Alguns fatores podem ter contribuído para isso: a hospedagem não foi tão boa como as outras; o tempo não ajudou: o frio estava intenso e além disso chuvoso; perdemos um dia inteiro da viagem devido a isso; os preços são muito mais caros do que nos demais locais que visitamos! Além disso, não gostamos de nenhum restaurante que visitamos, comidas sempre mais caras e não tão saborosas. Enfim, é uma cidade legal, diferente, tem seu charme, mas não nos agradou tanto.

 

15/11/17 – Dia 18 –  Milão

Já com aquele sentimento de nostalgia pelo final da viagem se aproximando saímos de Veneza ao final da manhã com destino a Milão. Cerca de 2 horas depois chegamos na Estação Central de Milão. Sabíamos que a nossa hospedagem ficava perto mas precisaríamos pegar um metrô e baldeação então acabamos optando por um taxi, que deu em torno de 9 euros.

Já estávamos sentindo o cansaço da viagem e minha esposa um pouco mal devido a todo o refluxo que sentia. Nesse dia não tinha nada programado, então resolvemos ir ao supermercado e fazer algumas compras para cozinhar à noite no apê. Aproveitamos também para ver o que se passa na TV italiana (as mesmas porcarias que a TV brasileira, tem um programa estilo faustão, um programa estilo silvio santos, hehehe).

À noite demos uma volta próximo à nossa hospedagem para ver o movimento e já notamos como Mião é uma cidade diferente, muito mais próxima de uma grande cidade em outros locais no mundo.

 

16/11/17 – Dia 19 – Milao

Após o café da manhã rumamos para o principal ponto turístico de Mião: o Duomo!

Sua beleza de fato é indescritível, totalmente diferente das outras igrejas italianas mas ainda assim belo e único! Também muito mais belo por fora do que por dentro.

Compramos um Duomo Pass A (16 euros) que dá direito a visitar: a Catedral; o terraço da catedral (subindo pelo elevaror), o museu do Duomo, a área arqueológica (no subsolo da catedral).

Valeu muito a pena e não gasta-se muito tempo. A visita ao terraço do Duomo é muito bacana e tem uma vista bem legal da praça do Duomo!

Saindo do Duomo fomos à Galeria Vittorio Emanuele, muito bonita, com os preços mais caros que você verá na sua viagem inteira pela Itália, heheheh.

Em seguida fomos ao Teatro Alla Scala (ingresso 9 euros). Eu sou um apaixonado por teatros antigos e óperas e tinha altas expectativas de conhece-lo por dentro. Por muitas décadas foi o teatro principal do mundo, junto ao Garnier de Paris, em apresentação de óperas, recebendo a primeira apresentação de O Guarani de Carlos Gomes.

Infelizmente estava acontecendo um ensaio no momento da visita, então só pudemos espiar por uma janelinha de vidro. Uma pena...Visitamos o museu que tem lá dentro, mas não é a mesma coisa.

Para quem curte, vale a pena comprar ingresso para assistir alguma apresentação no dia. Eu até pesquisei, mas é bem caro, acabei não animando (não achei nenhum ingresso por menos de 60 euros).

Finalizamos o dia passeando pelas lojas de roupas, tem muita coisa boa e barata por lá!

À noite saímos para jantar no Ristorante Maruzella, bem cheio, bom e barato! Muito bom o macarrão com frutos do mar!

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17/11/17 – Dia 20 – Milão

Penúltimo dia de viagem, mas ainda com uma incrível experiência a curtir. Madrugamos pois às 08:15hs da manhã (o primeiro horário do dia) estávamos  na porta do Cenacolo Vinciano já apreciando a incrível Ultima Ceia, de Leonardo da Vinci. Gente, é algo indescritível, a sensação de estar diante de uma obra mundialmente famosa que até então só tinha visto em livros ou filmes. É uma obra tão importante que montaram todo um esquema de segurança, o que permite a visita por apenas 15 minutos: um grupo sai, outro grupo entra e por aí vai ao longo do dia. A gente fica perdido entre admirar, tirar foto, estudar a pintura. Da Vinci era um gênio!

Como disse no início do relato, os ingressos são muito difíceis de se conseguir, deve comprar com cerca de 2 meses de antecedência somente pelo site. Não existe venda no local.

Apesar de ser no fim da viagem, esse com certeza foi um dos ápices!

De lá seguimos para o Castelo Sforzesco que é um espaço cultural na cidade bem bonito para tirar umas fotos e ao fundo o Parco Sempione, um gigantesco parque da cidade onde as pessoas fazem caminhada, piquenique, etc. No final dele fica o Arco da Paz!

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18/11/17 - Dia 21 - Milao

 

Último dia dessa viagem, já que na madrugada seguinte já iríamos embarcar de volta ao Brasil.

Já tendo conhecido os pontos mais importantes de milão, aproveitamos esse último dia para fazer um bate-volta a Lago de Como. Fomos de trem partindo da estação Milano Centrale (ticket 4,80 euros) cerca de 1 hora já estávamos lá. É uma cidade balneário muito charmosa, famosa também porque o George Clonney tem uma casa por lá, hehehe.

O lugar é lindo e o mais legal é pegar o funicular e ter uma visão de cima, bem bacana.

Tinha um pessoal tirando fotos de casamento por lá, galera bem descolada, achei maneiro.

Almoçamos lá em cima, apreciamos a vista, descemos e voltamos pra Milão. Deixamos nossas coisas arrumadas e fomos curtir nossa última noite na Itália com uma típica macarronada no Ristorante da Oscar, no mesmo esquema de bom, tradicional e barato. Foi uma das melhores refeições da Itália para fecharmos com chave de ouro.

De madrugada pegamos um taxi até a estação Milano Centrale (cerca de 8 euros). Como era ainda em torno de 3 horas da manhã não tinha trem para o aeroporto de Malpensa então tomamos um ônibus que sai ao lado da estação (8 euros o ticket) e gasta uns 50 minutos até o aeroporto. Fizemos uma conexão rápida em Lisboa  e rumamos para casa.

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Considerações de Milão: uma cidade italiana diferente, por ser mais contemporânea, mas ainda com muita coisa legal para se conhecer. Para quem curte compras, lá deve ser o lugar na Itália. Nosso foco é outro, mas mesmos assim gostamos bastante. O ponto alto com certeza foi ver de perto a Última Ceia de Leonardo da Vinci. Isso já valeu a viagem para lá. Mas gostamos também dos outros locais visitados e dos restaurantes que fomos à noite. O lago di Como é belíssimo e vale a pena conhecer, apesar de não ser algo imperdível.

 

Para quem me aguentou até aqui, parabéns ! O meu jeito de escrever não é muito atraente, tento ser talvez um pouco mais técnico e resumido nos relatos, mas uma viagem como essa que era um sonho de infância precisava de alguns detalhes a mais. A Itália é de fato um país incrível e um belo início para quem deseja percorrer o Velho Mundo. Os italianos são muito simpáticos, acostumados aos turistas (e tem muitos lá, rs) e muito orgulhosos de sua terra. Quem for não irá se arrepender!

Tentei na medida do possível colocar um pouco da minha impressão de cada lugar e incluir os preços das atrações à medida que iam aparecendo no relato. Se tiver esquecido de algo, por favor, fiquem  à vontade.

Grazie e Arrivederci!

 

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    • Por soraiaasm
      Galera, decidi fazer uma viagem sozinha de duas semanas na Europa, porém, depois de tudo comprado e faltando um mês pra viagem minha amiga resolveu ir comigo. O relato é com intuito de passar algumas informações e valores se isso puder ajudar alguém:
      - Mês da Viagem: Novembro/2018 - Final de Outono.
      - Aéreo Alitalia - Comprado em Junho/2018 - R$ 2.464,00 
      Voos: SP x Roma (15/11) ** Barcelona x Roma e Roma x SP (29/11)
      - Trem Paris x Barcelona - € 49 = R$ 260,30 (Comprado em Agosto/2018)
      Site: https://en.oui.sncf/
      - Vueling: Voo interno de Roma x Paris: € 50 = R$ 305,06 
      Site: https://www.vueling.com/pt
      - Tickets: Comprei os principais no Brasil, pra evitar as filas: R$ 497,25
      Louvre € 17 / Torre Eiffel € 25 (Subida até o topo) / Sagrada Familia € 15 / Colisseu  € 14;
      Vaticano € 28,00 (esse valor pq aluguei áudio guia); 
      Seguro Viagem: Sem custo. Meu cartão de crédito me beneficia cm isso.
      - Chip Vodafone: € 55,00 
      Desembarcando em Roma, sentido a Saída tem algumas lojas de Chip pré pago. É super fácil adquirir um chip, em 1 hora o chip é ativado para uso.
      Quando mudar de País, somente necessita desligar e ligar o celular pra ativar o roaming.
      Achei caro o valor pra ser sincera, esse chip na verdade eram 02 chips de 2 Gb cada (usei apenas 1) que poderia ser usado em toda a viagem. A intenção inicial era eu comprar um da Tim (em torno € 25), mas na hora conheci um brasileiro que me falou tão bem da Vodafone que confiei e comprei. Gente, usei internet a viagem toda, o sinal é ótimo, em Barcelona é super rápido, já que a Vodafone é de lá. Super indico.
      - App: Google Maps (rotas caminhando) e CityMapper (o melhor pra quem usar metro/ônibus);
      Baixei o maps.me pra usar offline e mais alguns, mas não funcionaram direito e eu desisti deles.
      ****************************************************************************************************************************************************************************************************
      Chegando em Roma: O aeroporto FCO é uma zona, a fila de imigração fica toda desorganizada, são poucos policiais para o tanto de pessoas, demorei umas 2H para passar na imigração, porém, o policial apenas carimbou nosso passaporte sem fazer qualquer pergunta, foi super fácil.
      Saindo do FCO a intenção era pegar o Leonardo Express (€ 14) e ir direto até a estação principal da cidade Termini e de lá me virar até o hostel. A sorte que fui no guiché oficial do Leonardo, a atendente me deu a opção por 15 euros em ir de transfer até a porta do hostel. Melhor coisa, 1 euro a mais valeu meu descanso....rs
      Hostel até Aeroporto: uns 45 Km.
      Hostel:  The Rome Hello: Super Indico, dividi quarto misto 4 pessoas. Super limpo, confortável, bem localizado (perto da Termini); Fiz tudo a pé, sem preguiça de andar.
      Tem mercados/restaurantes/metro/ponto de ônibus tudo bem próximos.
      Ah em Roma, o Táxi é mais barato que Uber. Usei um dia apenas por que fui em Trastevere de ônibus (€ 1,50) e esqueci de comprar passagem de volta.
      Roma, é linda, ficou no meu coração. Que lugar incrível, cheio de cultura, comida e bebida boa e barata; 
      Do hostel até o FCO na volta, chamei novamente o Transfer da Leonardo Express que foi nos buscar as 6:00 manhã pontualmente. Dá pra ir até a Termini e de lá pegar o metro até o aeroporto, mas a diferença de valores acaba sendo pouca.
      Dica: Mala média é mais que suficiente pra viajar 15 dias. Ok, vc terá que repetir roupa, lavar se possível como eu fiz, mas, vc estará mais leve pra se locomover.
      Minha mala foi com 13 quilos e já achei pesada pra carregar de um lado pro outro. Quem é mochileiro de verdade, encara uma mochila nas costas e é feliz da vida, eu como não sou ainda, levei uma mala média e me virei com ela. Lavei roupa por 2x, e fui cm poucas peças.
      *******************************************************************************************************************************************************************************************
      Voo da Vueling até Paris, foi ótimo, pontual e tranquilo.
      Cheguei pelo aeroporto ORLY que é no Sul da França. As vezes prefiro chegar em aeroportos menores, que é menos complexo, e mais rápido do que os maiores.
      Procurei a Saída até achar o Guiche do ORLYVAL (€ 12), funciona assim, o orlyval é um trem que te leva em menos de 10 minutos numa cidade chamada Antony, na saída dessa estação Antony você pega outro metro/trem pra chegar no centro de Paris. Eu nunca tinha ido pra Paris, consegui andar de metro todos os dias pq o app CityMapper me dava as coordenadas, baixe, é super útil.
      Achei confuso de primeiro momento, me confundi com as placas, meio que me perdi, tinha poucas infos em inglês, mas, com fé e com celular na mão, todo mundo se vira. Por isso acho importante ter internet em todos os momentos.
      Hostel: Generator Paris, maior conveniência na frente do metro Colonel Fabien. Mas não me hospedo novamente, eles fazem racionamento de água das 22h as 06h durante a semana.
      Paris é linda, com muitosssss imigrantes e turistas, as atrações são longes uma das outras, então usei metro umas 3x por dia e todos os dias. A pé nem sempre dava pra ir nos lugares.
      Comprei um talão com 10 tickets (T+) € 14,90; Quando acabou, comprei novamente individual (1,90);
      Tudo em Paris é mais caro que em Roma/Barcelona, comida/bebida, mas é Paris né gente!!  O melhor lugar de Paris é sem dúvidas Montmatre, me arrependi pq só fiquei uma noite passeando por lá, durante o dia deve ser bem melhor.
      Fiz um passeio de Barco nos pontos turísticos de Paris (€ 17), tem duração de 1:30h mas se quiser, pode descer em qq momento. Achei lindo pra ser sincera, mega agradável pra quem nunca fez.
      **********************************************************************************************************************************************************************************************
      Trem de Paris x Barcelona:
      Nunca tinha viajado de trem na vida. Cheguei com antecedência na estação pra entender como funcionava. Beleza, entendi. Em torno de uns 20 minutos antes do trem partir, indica no quadro qual plataforma está seu trem.
      Bom vc tem o vagão e o número do seu assento, é só vc procurar, guardar sua mala e sentar confortavelmente e ser feliz. 
      Eu entrei no vagão errado, meu vagão era 16 eu entrei no 06, eu vi algum número 16 na Porta que não era o número do vagão. Ai foi um sufoco, depois de 1h dentro do trem a fiscal passou conferindo os bilhetes, e viu que meu destino final era Barcelona, acontece que a senhora só falava francês, não conseguia falar inglês, ninguém conseguia me ajudar, e eu só entendia que o destino final não era Barcelona
       Em resumo, procurei outro fiscal, usei o google tradutor em francês e entendi que meu vagão ia até uma cidade no Sul da França chamada Perpinhã (detalhe os fiscais não fazem questão em te ajudar, tá). Desci na próxima parada, e sai CORRENDO até achar o vagão 16 (correndo por que a parada do trem é de apenas 5 minutos). Foi o único momento da viagem que deu zica, o trem se desconecta, se eu tivesse continuado dentro do vagão errado, eu ficaria na metade do caminho. Que sufocoooooo!
      NUNCA MAIS cometo esse erro na vida. Os fiscais não estão nem aí se vc não fala francês. Prestem atenção no número correto.
      Cheguei na Estação central de Barcelona e dentro dela, peguei o metro até meu hostel em Barcelona.
      Ahhhh foram 6:30h de trem, achei mega confortável, vale super a pena. Se for mais tempo que isso, não indico, se torna cansativo.
      ***********************************************************************************************************************************************************************************************
      Hostel: St Christopher In. Melhor localidade do mundo, os banheiros são estilo vestiário, mas funcionam bem.
      Fiz tudo novamente a pé. A Sagrada Familia, fica uns 4km andando, praia Barceloneta uns 5km. 
      A 300 metros na Plaça Catalunya é o ponto final do Aerobus (€ 5,90) esse ônibus faz trajeto aeroporto em 30 minutos. Vale muito a pena. Super prático.
      Comer/beber em Barcelona é ótimo, vc tem todas as opções de preços e variedades. 
      ***********************************************************************************************************************************************************************************************
      Considerações:
      Roma: 4 dias inteiros / Paris: 3 dias inteiros /  Barcelona: 3 dias inteiros - mais os dias de cada chegada.
      Áudio guia do Vaticano: aluguei, mas não achei legal. São vários áudios bem demorados de cada obra. Eu não tive paciência pra escutar 30 áudios seguidos.
      Torre Eiffel: Meu ingresso era até o topo, mas, não aproveitei a visão do segundo andar. O dia estava com muita neblina. Mas a torre é incrível.
      Roupas: Levei 02 casacos térmicos que comprei na Decatlon, não vale a pena. Aprendi a lição, por mais que seja térmico, é gastar dinheiro a toa. As temperaturas de 8 graus em Roma e 15 em Barcelona, ok esses casacos me foram útil. Em Paris peguei máxima de 7 graus, e dias com 0 e 1 grau. Tive que comprar um casaco na H&M por 40 Euros, e usei ele todos os dias. o tecido de lá é feito para Países frios, então economize dinheiro daqui, vá com um casaco na mala, e no seu primeiro destino compre apenas 1.
      Voo da Alitalia, comida é fenomenal, mas o VOO é péssimo, sem multimídia a bordo, no meu voo da ida foi horrível. Na poltrona, tinha como fosse um ferro na altura da coluna que tivemos que colocar a manta e o travesseiro para proteger do incomodo. O barato sai caro as vezes.
      Espero ter ajudado.
      Beijo
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Célio1502425757
      Amigos, em março/19,  irei com minha esposa para Itália, chegarei por Roma, onde ficarei 4 dias completos. Este roteiro já fiz, sendo que no 5º dia pegarei um trem para Florença, ficando por 2 e 1/2 dias, roteiro já realizado também. A partir deste ponto, gostaria de conhecer as regiões da Toscana, que compreendem Siena, Montalcino, Montepulciano e adjacências. Teoricamente teria 3/4 dias inteiros, gostaria de sugestões, de onde montar minha base, para evitar trocas de hotéis. Sei que será corrido, mas é o tempo que tenho, pois depois fico um dia em Veneza, 2 em Milão, e volto para São Paulo.
      Obs. A partir da saída de Florença, penso em alugar um carro, e depois devolve-lo na Florença, para pegar o trem para Veneza.
      Ficaria grato por sugestões e críticas!
      Abração a todos!
    • Por michel
      [info][align=justify]Tópico para compartilhar dicas sobre Veneza.
       
      Participe!
      Deixe aqui aquela dica de passeio que você adorou, do barzinho 10 que conheceu, daquele restaurante bom e barato ou daquele outro que serve um prato especial que você adorou. Vale também a dica daquela balada inesquecível que você foi em Veneza.
       
      Regras do Tópico
      Neste tópico não serão aceitas perguntas, apenas dicas sobre Veneza. Perguntas devem ser postadas nos Tópicos de Perguntas e Respostas. Todas as perguntas postadas aqui serão deletadas pelo editor deste fórum.[/align][/info]
    • Por samanthavasques
      Olá
      Quando passei pela Itália não teve nenhum jogo, então não sei te informar sobre os preços. Mas o que eu recomendo é você ver os preços nos sites dos clubes ou da competição, e não outros sites, que podem cobrar taxas extras.
       
      Quando passei por Barcelona teve jogo pelo campeonato espanhol, e quando eu vi os ingressos também achei um absurdo. Deixei para ver lá, e o preço que vendiam no estádio era o mesmo que tinha no site do Barcelona, era bem menos mas ainda muito caro e acabei não indo. Não me lembro muito bem mas acho que era coisa de uns 40 euros pelo pior lugar, quase caindo pra fora do estádio hehehehe.
       
      O que acontece é que lá os torcedores que vão sempre ao estádio são associados ao clube e pagam mais barato pelos ingressos, pra quem vai ver um jogo só é bem mais caro. E para ver as competições internacionais teria que comprar daqui antes de ir, se deixar pra comprar lá já vai ter esgotado.
       
      Abraços!
    • Por Suelih
      tree2
      Ja que voce está no alberque perto da estacao trem, fica muito longe para ir a pé até as atgracóes?
      Tem que ir de bus ou vai tudo a pe?
      Obrigada.


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