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Paola Acosta

Alugar uma moto em Marrakech(sem carteira de motorista)

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Eu e meu namorado estávamos fazendo um mochilão por alguns países na Europa. Dentro do nosso roteiro a última parada seria na África, mais precisamente em Marrakech, no Marrocos. Durante quatro dias estávamos hospedados em um Hostel localizado na Medina, bem próximo aos souks (mercados dos mais diversos utensílios locais). A localização da hospedagem foi uma ótima escolha e o Majorelle Hostel nos recebeu incrivelmente bem. 

Estávamos viajando há 23 dias de mochila, utilizando de ônibus e vôos low cost para nos locomover até os países, quando chegamos a Marrakech já estávamos bastante cansados. Foi no último dia de estadia no Marrocos que decidimos alugar uma moto. Nunca havíamos dirigido antes, exceto em uma pequena aventura no interior do Brasil por alguns poucos minutos. Por sorte descobrimos que havia um modelo de moto a ser alugado que não exigia carteira de motorista, pois chegava a uma velocidade de apenas 80km/h.

Deslocamo-nos até a  loja Palmekech, cujo o endereço é Ruy La Recette, nº 53 , próximo a Medina e negociamos o valor de R$ 80,00 ( cerca de 200,00 dihans) das 12h às 21h. Sabíamos que o trânsito na medina era caótico, mas optamos por nos aventurar. Em meio a carros arranhados, milhares de motos, charretes, bicicletas e pedestres nos jogamos. No começo é um pouco aterrorizante, pois os motoristas buzinam o tempo inteiro e pouco seguem regras de trânsito, mas depois de algum tempo é possível se adaptar.

O transporte possibilitou que conhecêssemos a parte nova de Marrakech e outros pontos turísticos mais distantes da Medina. Mochilamos desde o ano de 2014 e podemos garantir que dirigir uma moto em Marrakech foi uma das vivências mais marcantes das nossas viagens. 

Obs: Apenas o/a motorista utiliza o capacete, pois o/a passageiro(a) está isento(a) por lei.

 

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    • Por chendailem.sousa
      Oi pessoal, 
      estou planejando ir para Marrocos e Egito em abril de 2019. 
      A ideia é passar 15 dias entre os dois países. Quanto vocês gastaram em média?
      E enfrentaram algum tipo de difuldade com violência?
    • Por TMRocha
      Eu estou fazendo uma pesquisa sobre os países mais desconhecidos por nós brasileiros, e como não vi nada aqui sobre a República Centro-Africana no site do Mochileiros, resolvi postar essa matéria para que entendam qual é a situação atual do país e porque ele não é visitado por turistas.

      Conheça a realidade desse país, que está entre os 10 países mais pobres do mundo. E já fica de aviso, você ficará chocado.
      Primeiramente, vamos nos localizar:

      A República Centro-Africana é um país localizado no centro da África, limitado a norte pelo Chade, a nordeste pelo Sudão, a leste pelo Sudão do Sul, a sul pela República Democrática do Congo e pela República do Congo, e a oeste pelos Camarões. A capital do país é a cidade de Bangui e o país possui pouco mais de 5 milhões de habitantes.
      O que hoje é a República Centro-Africana já foi habitada há milênios. No entanto, as fronteiras atuais do país foram estabelecidas pela França, que governou o país como uma colônia a partir do final do século XIX.

      Depois de conquistar a independência da França em 1960, a República Centro-Africana foi governada por uma série de líderes autocráticos. Na década de 1990, as chamadas para a democracia culminaram nas primeiras eleições democráticas multipartidárias em 1993, quando Ange-Félix Patassé se tornou presidente.
      Em 2003, através de um golpe de Estado, o general François Bozizé destituiu Patassé e assumiu o poder. A guerra civil no país iniciou-se em 2004 e, apesar de um tratado de paz em 2007 e outro em 2011, eclodiram combates entre o governo, muçulmano, e facções cristãs em dezembro de 2012, levando a uma limpeza étnica e religiosa e deslocamentos populacionais massivos em 2013 e 2014.
      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/República_Centro-Africana
      E infelizmente esses problemas ainda continuam, confira agora um documentário do Programa Toda a Verdade sobre esse país devastado e dividido:
      *********************************************************************************
      ANTES DE ASSISTIR, CONFIRA PRIMEIRO SE A QUALIDADE DO VÍDEO ESTÁ NO MÁXIMO.
      *********************************************************************************

      E pra fechar essa matéria, fique com mais algumas imagens da capital do país: Bangui.








      Isso é tudo! Boa sorte!
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Confira destinos incríveis na Garden Route na África do Sul (além da Cidade do Cabo): The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn. Tudo que você precisa saber sobre esses lugares como atrações, acomodação, onde comer, como chegar lá, etc….imperdível se você está explorando a costa da África do Sul!
      A África do Sul é um país conhecido por sua beleza, paisagens, animais, safári…e pela Cidade do Cabo.
      Mas aqui que está o detalhe. É também um país cheio de recantos escondidos, vilarejos que pareciam parados no tempo e outras inacreditáveis naturezas intocadas além das cidades grandes e conhecidas.
      E depois de uma incrível viagem de 28 dias por lá, acabei em alguns desses lugares pouco conhecidos. Eles foram o destaque da minha viagem, e por isso eu queria compartilhar uma palavrinha com você para que você também possa visitá-los.
      Continue lendo: 4 Cidades Pouco Conhecidas (mas Impressionantes!) na África do Sul para Você Visitar  The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn

    • Por Fora da Zona de Conforto
      Quer visitar a Espanha na África…..visitar a Grã-Bretanha na Espanha….e fazer alguns passeios de barco pelo caminho? Leia como nesse emocionante itinerário de Ceuta, Gibraltar e Málaga. Encontre tudo o que você precisa saber, incluindo atrações, acomodações baratas, o que fazer, cruzando o Estreito de Gibraltar, etc…
      Você está pronto para um roteiro europeu e aventureiro, onde você vai visitar algumas das situações geopolíticas mais estranhas da Europa ao explorar 4 “cidades”, 2 “países” e 2 “continentes”… Em apenas 6 dias?
      Deixe eu me explicar. Se você seguir nosso roteiro abaixo, você visitará:
      Ceuta: um enclave espanhol autônomo, localizado no continente africano, rodeado por 3 lados pelo Mar Mediterrâneo e, pelo 4º lado, pelo Marrocos. Gibraltar: um rico território britânico que não compartilha fronteiras com o resto do Reino Unido (mas compartilha fronteira com a Espanha), está a alguns quilômetros de distância do continente africano, e é conhecido por seus macacos.

      Continue lendo: Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)
    • Por Evandro Sanches
      Olá, pessoal que frequenta o site “Mochileiros.com”. Depois de muita enrolação, segue aqui o meu relato de uma viagem de 16 dias pelo Marrocos, a partir da Espanha, de 31 de outubro a 15 de novembro de 2017. Fez parte de uma viagem maior que começou em 30 de agosto e em que percorri Portugal, Suíça, Itália, Londres, Paris, Madri, e que finalizei com o Marrocos. Por sua vez, essa viagem “maior” fez parte de um 2017 semi-sabático e que me trouxe muuuita realização. As informações que obtive neste site nessa e em praticamente todas minhas viagens recentes sempre foram muito relevantes. Então, está aqui minha retribuição. Precisando, é só entrar em contato que tenho o maior prazer em ajudar a esclarecer qualquer dúvida. Vamos lá:
      30-10: Da estação Sur de autobus de Madrid (bem próxima ao metrô Mendes Alvaro, uns dois minutos a pé) pra Tânger, no Marrocos (passagem comprada pela Internet da “InterBus” dois dias antes – três trechos, de ônibus entre Madrid/Algeciras, das 22:00 às 6:00, e depois, saindo literalmente ao lado de onde o ônibus anterior te deixa, para o trecho Algeciras/Tarifa, das 7:00 às 7:35 - e travessia do Estreito de Gibraltar, a partir das 8:00, tudo por uns € 65,00 – no detalhamento da passagem, só a travessia do estreito consome € 38,00). O trecho intermediário não estava explícito na passagem, o que me preocupou um pouco, mas deu tudo certo. Detalhe: é bom ficar de olho nesta passagem pra quem pretende fazer esse trecho de ônibus, pois, ao contrário do Brasil, não é tão comum se viajar de ônibus pela Europa, ou seja, as passagens podem se esgotar, a depender do trecho em questão. Então, é bom compra-la o quanto antes. Teria sido possível um preço melhor se tivesse comprado ainda antes, mas tinha dúvidas quanto a permanecer ou não mais dias na Espanha (acabei ficando um pouco mais do que o previsto, pois Madri mereceu, êta cidade incrível).
      31-10: Uma dúvida que me consumiu nesta viagem foi quanto ao tempo necessário pra aduana, imaginava que poderia não ser suficiente. Mas, na verdade, a “aduana” Espanha-Marrocos é feita na própria embarcação e até que foi rápido. Me pareceu que a embarcação só parte depois que a aduana encerra seus trabalhos. Ou seja, sem estresse. Chegando a Tânger, consegui uma carona até a rodoviária ao ajudar uma senhora com suas malas. Como teria 16 dias no Marrocos e estava ansioso para chegar em Chefchaouen, abri mão de conhecer Tânger, que me pareceu uma cidade super interessante e de boa infraestrutura urbana, para os padrões de uma país emergente. Fica pra próxima viagem. Por 35 dirhans (a moeda marroquina) o equivalente a três euros, comprei uma passagem pra Chefchaouen. Pra se ter uma base, taxistas se ofereciam pra fazer o trajeto por 60 euros. Cada euro vale 11 dirhans. Façam as contas e vejam de quanto seriam as perdas. Foi uma viagem de pouco mais de 100 km feitos em quase três horas. Mas valeu imensamente pela economia. Além de que, te dá uma noção da realidade marroquina e passa por Tetuão, uma das mais importantes do norte do Marrocos.
      Chegando em Chefchaouen, neguei todo o assédio de taxistas e quem mais fosse que oferecia serviços e hotel, pra conseguir chegar sozinho às proximidades da medina (cidade velha), a menos de 1,5 km, e procurar um hotel. Achei o Hotel Zerktouni (bem simples), na Rua Zerktouni, 9 (tel 0539882694). Assim como a maioria dos hotéis locais, alguém sempre fala espanhol ou algo parecido, então dá pra se virar numa boa. 100 dirhans por uma diária. Viva o Marrocos I. Deixei minhas coisas e fui pra medina, a menos de 100 metros do hotel. Pra quem não sabe, medina é o que corresponderia ao centro histórico de uma cidade marroquina, cercado por muralhas. Nela, funcionam mercados, feiras, casas de artesãos, barbearias, mesquitas, lares, restaurantes, ambulantes e todo tipo de comércio tradicional. Geralmente, são muito interessantes e tentadores para “ocidentais”. E bem fáceis de se perder, é sempre bom estar acompanhado por um mapa ou ter algum ponto de referência, como um cartão do hotel ou uma mesquita mais famosa (sempre há inúmeras, pra todo lado). E é um lugar privilegiado para se entrar em contato com o que há de mais tradicional no país, e, ao contrário do que se vê mundo afora, ou seja, muita coisa fake, aqui tudo me pareceu autêntico. Por exemplo, as pessoas vestem o que realmente corresponde aos seus hábitos. Mas é perceptível que, fora da medina, diminui consideravelmente o número de pessoas com indumentária tradicional, e o comércio vende de tudo que se venderia no Brasil, por exemplo.
      Andei um pouco ao léu, fiz uma refeição (delicioso tajine de frango ao molho de limão com batatas fritas e suco de laranja natural por 47 dirhans, pouco mais de 4 euros, no restaurante Assaada, bem próximo à porta “Bab El Aín” da medina). Viva o Marrocos II. Quem viaja pra cá vai sempre encontrar essa opção de alimento, que é o Tajine, uma modalidade de preparo, servido quentinho em uma espécie de prato de barro coberto por uma tampa também de barro que conserva o calor por um certo tempo. Tem de vários tipos. Continuei andando pela medina, tirei fotos de casinhas e cenários azuis – o forte de Chefchaouen - e fui parar na mesquita espanhola, como eles chamam uma certa construção já fora da cidade mas bem próximo dela, a uns cinco minutos de caminhada após atravessar a porta Bab Onsar, e o rio Ras El Maa, e indo um pouco além, até alcançar a tal mesquita, pequenina e que nunca chegou a ser usada, que dá pra uma bela vista panorâmica dos arredores. Voltei, me perdi, me reencontrei geograficamente, belisquei “docinhos-mara”, comprei pão caseiro e queijo. Show de bola. Daí você volta pro hotel e dá de cara com gente ali ajoelhada fazendo orações, sem falar das mesquitas que, cinco vezes ao dia, anunciam as preces em alto e bom som. Benvindo ao Marrocos. Obs: Chefchaouen se mostrou um bom lugar para trocar euros por dirhans. Aqui encontrei quem me desse 10,80 dirhans por euro, o que é praticamente a cotação que aparece na net como câmbio oficial. Não sei como seria em Tânger, pois não tive a oportunidade de explorá-la, tão grande era minha vontade de conhecer Chefchaouen.   
      OBS: na verdade, depois de 16 dias no Marrocos, verifiquei que as casas de câmbio praticam valores muuuito parecidos, todas nessa faixa.

      Foto: Chefchauen (significa algo como “olhe as montanhas”) vista da “casbá”, ou seja, a parte fortificada da medina. Esta cidade se tornou minha maior paixão no Marrocos. Chama atenção pela maioria das casas adotarem uma coloração azul. A origem disso é incerta, mas parece estar ligado a tradições judaicas, seus primeiros habitantes. Mas há também quem diga que essa cor espanta mosquitos.
      01-11: Acordei tarde, me distrai com a internet, mensagens, facebook. Ontem, zanzando por aqui encontrei outro hotel mais barato, mais limpinho e dentro da medina (Hotel Abi Khancha, em frente à mesquita de mesmo nome, Avenue Assaida Alhorra, 57, por 60 dirhans a diária, tel. +212539986879, +212602246223 e +212626878426, [email protected]) e lá fui eu trocar de hospedagem. Fiquei tão entusiasmado com o dia anterior que resolvi abdicar das trilhas que pretendia fazer nos arredores em prol de mais uma procura pelos melhores ângulos da cidade azul. E valeu a pena, pois ela não decepciona. É única mesmo. Além do entusiasmo com a cidade, incrível, tem o fato de se estar mergulhando na rotina local, com tudo o que ela contém e ainda mais na cidade velha (a medina), com aquele “trupé” de mulas, motos, corredores estreitos, pórticos, pequenas praças e feiras, o colorido dos produtos à venda expostos nos muros e nas lojas, os habitantes locais entrando e saindo das mesquitas (numerosas, em todo lugar tem uma), enfim, a realidade marroquina em gênero, número e grau, com toda sua intensidade em odores, cores e afetos, é notório que esse país não quer que você fique indiferente a ele. Encantador e envolvente. E assim foi o dia, entre mercados de rua com produtos ultracoloridos, comidinhas e bebidinhas curiosas (tipo suco de tâmara, muito doce mas tem lá seu valor gastronômico, por 12 dirhans). Mandei pro papo também um tajine de carne com ovo (30 dirhans) e um cuscuz de carne de cordeiro com legumes (35 dirhans), mais suco de laranja (a laranja daqui tem um “tchan” – 12 dirhans – na Espanha é quase sempre extremamente ácida). No caso do cuscuz, é praticamente o que se come em Pernambuco e diferente do baiano, ou seja, feito com farinha de milho mas comido seco, com a carne e os legumes por cima. Muito bom!   

      Foto: sucessão de construções coloridas na medina, com o onipresente azul. É tudo assim grudadinho uma casa na outra, dando pra corredores estreitos pra circulação (carros não entram). E muitas parreiras nos telhados. Às vezes, formam um verdadeiro túnel com seu emaranhado. Pra quem puder, procurem ficar hospedados dentro da medina para se ter uma noção melhor do que há de mais tradicional por aqui.

      Foto: ruelas estreitas com produtos à venda nos muros.


      Fotos: dois dos recantos mais charmosos da medina em Chefchauen.
       
       
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