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Viagem solo em uma Virago 250, Londrina - Florianópolis


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Depois de ler vários relatos e ler várias dicas sobre viajar sozinho de moto, posso agora concordar com todos, viajar sozinho de moto foi umas das melhores coisas que fiz.

Tenho uma Yamaha Virago 250 ano 2000, adquiri ela em outubro de 2017 tinha planos de fazer essa viagem. Comecei em dezembro de 2017 a me preparar para fazer a minha primeira viagem de moto. Encontrei uma planilha bem organizada em algum site de viagens e comecei a preparar tudo. Passei janeiro inteiro organizando gastos, comprei uma mochila, um capacete melhor, troquei os pneus e fiz uma revisão na moto.

O que mais eu tinha medo era de acontecer algum problema mecânico na moto, pois não entendo nada de mecânica e se caso acontecesse isso, eu ficaria parado na estrada e por mais que eu desejasse ir sozinho, estava com muito medo. Sairia de Londrina dia 14/fev, passaria por Curitiba e depois seguiria para Florianópolis e retornaria dia 18/fev. No total seriam aprox. 1500 km, nada assim tão grande, mas para mim era um desafio. 

Se você já fez uma viagem sozinho de moto, talvez tenha escutado isso, quando você diz que vai viajar sozinho, todos ao seu redor te desencorajam e dizem coisas do tipo "Mas por que sozinho?", "você não tem medo?", "e se acontecer alguma coisa?". Tudo isso vai te desanimar, mas se é o que você quer, continue firme.

No dia 13/fev, com a ajuda da minha namorada, preparei a mochila, me certifiquei que ela iria ficar segura e firme no sissy bar da moto, abasteci a moto, calibrei os pneus e lubrifiquei as correntes. Nessa noite quase não consegui dormir de ansiedade e ainda estava com medo de fazer a tal viagem.

14/fev - Acordei por volta das 6 da manhã, tomei um bom café da manhã e comecei a arrumar as coisas na moto. O tempo não estava firme, então decidi sair de Londrina com a capa de chuva. Para proteger a bolsa de uma possível chuva, coloquei um saco de lixo e amarrei ela no sissy bar da moto. Sai de Londrina por volta das 7 da manhã. Fui com calma e por volta das 11 horas cheguei em Ponta Grossa - PR. Não consegui relaxar muito nessa primeira parte, pois estava muito tenso com medo de acontecer algo de ruim. Almocei em Ponta Grossa sabia que viria a parte mais dificil desse dia, chegar em Curitiba-PR e encontrar a casa da minha tia. Seria difícil por que iria pelo GPS do celular. Como o celular ficava no bolso, eu precisava andar um pouco, parar, tirar parte da calça da capa de chuva, olhar o mapa, memorizar as ruas e depois andar mais um pouco. Me perdi um pouco, peguei mais chuva durante o caminho, mas cheguei na casa da minha tia em Curitiba por volta das 15:00.

15/fev - Decidi ficar mais um dia em Curitiba na casa da minha tia. Nesse dia, aproveitei pra comprar uma calça de lã, pois passei muito frio no primeiro dia e consegui uma toca emprestada da minha prima. Agora sim, estava preparado, se houvesse algum frio.

16/fev - Amanhaceu com o tempo todo nublado em Curitiba, mas isso não me desanimou, coloquei a capa de chuva e sai de Curitiba por volta das 8 da manhã. Me perdi um pouco para sair mas consegui. Nesse dia, estava completamente relaxado e consegui aproveita bem a viagem. Parei pra tirar algumas fotos na serra do mar no Paraná.

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Depois de passar a serra do mar, fiz uma parada em Joinville por volta das 11 da manhã e lá aconteceu algo bem legal. Parei em um posto, para tirar a capa de chuva, pois já estava com o tempo limpo. Nessa parada, conheci por acaso um outro motoqueiro chamado Horácio e começamos a conversar no posto. Ele me deu várias dicas de viagem e disse que estava apenas dando uma volta de moto e que era de Joinville mesmo. Nessa conversa, ele me disse que poderia me mostras algumas praias de Santa Catarina e concordei, com isso, seguimos nós dois viagem. Passamos primeiro em Balneário Camboriú. Depois, pegamos a rodovia Interpraias, uma rodovia que beira o mar muito bonita.

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Me despedi do amigo Horário e parti pra Florianópolis. Cheguei por volta das 16:00.

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Passei dois dias apenas em Florianópolis e retornei dia 18/fev fazendo o trajeto de volta direto. Nesse dia percorri por volta de 700 km.

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Foi uma viagem "pequena", porém gostei muito. A minha companheira, Virago 250, se mostrou uma ótima moto, excelente na verdade. E realmente comprovei que viajar sozinho de moto é a melhor coisa que já fiz na vida. Estou começando agora a planejar uma próxima viagem para a Chapada dos Veadeiros em Goiás.

Grande abraço a todos!

 

 

 

 

 

 

 

  • Gostei! 2
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  • 2 semanas depois...
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Em 17/04/2018 em 00:10, domorato disse:

Legal sua viagem, sou de Londrina tbm, esse ano quero ver se consigo ir pra Serra do Rio do Rastro - SC, e um dia no Ushuaia kkk

Serra do Rio do Rastro é um destino interessante também, um dia pretendo ir pra lá também!

 

Abraços

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  • 2 anos depois...

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    • Por Dihmorais
      Fala galera, meu primeiro relato aqui.
      Sou de Salvador-BA e já fui na chapada diamantina diversas vezes, devido a proximidade (400 km) acaba por ser um destino bem repetido.
      Felizmente a chapada é enorme e tem muita coisa pra ser vista, eu não cheguei nem perto de conhecer tudo que quero. Dessa vez resolvi aproveitar os dias de carnaval e fazer um rolé diferente e por ser uma época de alta temporada e também já conhecer os lugares mais comuns.
      Fiz toda a viagem de moto, pois como tinha poucos dias, seria praticamente inviável depender de transporte para se locomover entre os pontos que queria, no total acabei rodando 1480 km.
      Saí de Salvador com destino a Itaetê, um interior que já faz parte da chapada e fica a 420 km da capital. Preferi fazer um caminho que já conheço e sei que a estrada é bem deserta, que é passando por Ipirá e logo mais chegando em Itaberaba, o portal da chapada diamantina.

       
      No primeiro dia apenas cheguei em Itaetê e saí pra tomar uma cerveja com uns amigos, afinal, já era 15 h. Acertei com o guia para sairmos às 6 h da manhã do dia seguinte e visitar a Cachoeira Encantada.. acabei adiando pra 7 h por causa de uma mini-ressaca kkk
      Fiquei numa pousada bem simples (bem simples mesmo) e fiz meu café no quarto mesmo, com o material de camping e algumas coisas que tinha comprado no dia anterior.
      Saímos as 7 e percorremos aproximadamente 30 km de estrada de barro até onde deixei a moto e iniciamos a trilha. 
      Achei bem tranquila, a pior parte é no início que precisamos subir um pouco, mas no resto é praticamente tudo plano. Trilha fácil pra quem tem costume de andar no mato, poderia tranquilamente ter ido apenas pelo wikiloc.

      Não lembro muito bem de quanto gastei, recordo que o guia foi R$150 (dividido por dois 75 pra cada)
      Chegar na cachoeira e não ter ninguém foi uma das melhores coisas que aconteceu nesse dia.. muita paz!

       

      Cachoeira Encantada
      Segundo dia saímos de Itaetê por volta das 11 h rumo a Igatu, enfrentamos uma estrada de uns 40 km de offroad com a intenção de conhecer a cachoeira Califórnia. Após 1h pilotando em estrada de terra, chegamos no asfalto e entramos em Igatu.
      Assim como no offroad, não dá pra andar rápido por Igatu, afinal, a estrada que dá acesso ao miolo da cidade é toda de pedra e a pista é bem estreita.
      Chegamos por volta das 14 h, montamos a barraca e já seguimos para a trilha da Cachoeira Califórnia.
      O início da trilha é bem de boa, porém mesmo com o wikiloc acabei me perdendo em alguns pontos, o pior deles foi quando estávamos a menos de 50 m da cachoeira, dava pra ouvir o barulho mas não foi tão fácil achar o caminho para chegar até o cânion (o GPS fica bugado em locais fechados) e pra completar, minha bota acabou soltando o solado e tive que ficar descalço mesmo.
      Depois de muito insistir e tentar inúmeros caminhos, finalmente chegamos.. e para nossa surpresa, NÃO TINHA NINGUÉM.
      Tudo perfeito, visual sensacional, água na temperatura certa hahaha. Aproveitamos bastante e antes do sol cair fomos embora. Dessa vez muito mais tranquilo pois já sabíamos o caminho.


      Terceiro dia seguimos para Rio de Contas pra finalmente subir o pico do Itobira, e como saímos tarde, só iriamos subir no dia seguinte.
      Nossa rota foi sair de Igatu até o entroncamento de Ibicoara, viramos a direita com destino a Jussiape, mais 50 km de offroad subindo e descendo serra.
      Chegamos em Rio de Contas e tivemos uma surpresa em encontrar a cidade toda enfeitada pro carnaval, logo mais tarde descobrimos que é tradição de lá o carnaval ser bem movimentado.. achei muito tranquilo e organizado.
      Ficamos no camping do Tilú ($20/pessoa) e à noite compramos comida o suficiente pra fazer o café da manhã, almoço e janta.
      Quarto dia, finalmente chegou!
      Acordamos às 4:50 pra organizar as coisas, gastamos 1:30 h arrumando tudo e partimos em direção ao povoado de Caiambola pra enfrentar mais uns 45km de offroad.
      Quando saímos o tempo estava bastante nublado e no meio do caminho começou a cair a chuva, por sorte consegui pilotar até achar um abrigo onde fizemos nosso café da manhã e esperamos uma trégua.
      Seguimos passando por alguns povoados até chegar no estacionamento onde dá acesso ao início da trilha pra subir o pico. Novamente organizamos tudo (mochila, material de camping, comida, roupas e etc) e partimos em direção a trilha. O meu maior medo era chegar no pico e não ter lugar pra montar a barraca, afinal, no estacionamento já haviam dois carros e a área do camping lá em cima é bem limitada, cabem apenas 3 barracas!
      Outra preocupação era sobre a água, no wikiloc tava bem sinalizado onde dava pra conseguir mas nunca se sabe se os lagos estariam secos ou não.. pra nossa sorte não estavam. Subimos com 4,5 L no total e foi a conta certeira pra passar o tempo que havíamos estipulado.
      A trilha é praticamente o tempo todo subida, sendo que o pior momento realmente é nos últimos 200 m de ataque ao pico.. porém não é nada impossível, é difícil sim e exige bastante cuidado em alguns pontos.
      O tempo ajudou bastante, pois tinham várias nuvens bloqueando o sol e não sentimos dificuldade nesse quesito.
      Ao chegar, todo o cansaço parece ser ofuscado pela linda vista que tem lá e pelo sentimento de superação que sempre existe ao subir um pico.
      Dei um giro no lugar pra me ambientar e procurar a melhor posição de montar a barraca e assim o fiz. Lembrando que o local onde se acampa não é o ponto mais alto, até chegar no pico ainda tem uma pequena trilha, acabei não indo lá pois já estava satisfeito com o local do camping.


      O tempo estava bastante inconstante, tinham muitas nuvens carregadas que quando passavam pelo pico batia um frio sinistro, já sabia que à noite ia ser complicado
      Aqui vai o conselho que ouvi de um amigo e que foi bastante útil: LEVEM ROUPA DE FRIO!
      Fui com um kit de segunda pele (camisa, meia e calça), fleece, corta vento, touca, duas luvas, saco de dormir, isolante térmico E AINDA ASSIM SENTI FRIO. kkkkk
      Outra dica que pra mim foi um dos motivos de ir até lá, admirem o céu, é SURREAL.
      Ele estava completamente nublado às 19 h, praticamente não dava pra ver uma estrela e magicamente se abriu às 3h da manhã que foi o horário programado pra tirar essa foto.

      Acordamos por volta das 8 h no dia seguinte pra descer e depois de organizar tudo, saímos por volta das 10:30. A descida foi sofrida, não só pelas pancadas no joelho mas o calor estava INSUPORTÁVEL.. da próxima vez levarei uma camisa de manga longa com proteção UV e uma proteção para o pescoço.
      Chegamos em Rio de Contas por volta das 14 h, almoçamos e seguimos para Brumado-BA. A idéia era voltar pra Salvador por outro caminho, completando assim uma volta na Chapada.
      A estrada até Brumado, passando por Livramento é muito linda, uma descida gigante com um visual completamente diferente de tudo que já vi por aqui.
      Chegamos em Brumado já no final da tarde, pilotei sem pressa (como sempre) e ficamos num hotel (R$50 cada/ventilador e café) na entrada da cidade.
      Dia seguinte fizemos Brumado -> Salvador, caminho bastante longo e cansativo mas totalmente possível.
      Qualquer dúvida é só dar um alô.
      Mais fotos em: https://www.instagram.com/dihmorais
      Fiz 3 vídeos detalhando esse rolê:
       
       
       
    • Por Schmiegelow
      #Uruguai
      Estou há um pouco mais de dois meses em uma viagem de moto pela América.
      Meu projeto chama O Mundo em Lanches pois quero conhecer culinárias locais simples para depois oferecer em lanches.
      Acabo de deixar o Uruguai passando por praticamente toda a costa leste até Montevideo, depois fui um pouco mais para o centro para ter uma ideia de como é o interior neste belo país.
      O litoral é incrível com muitas opções totalmente distintas: desde um vilarejo que só pode entrar de 4x4 e tem energia elétrica apenas por geradores - Cabo Polônio, até uma cidade cheia de grandes prédios com muito luxo - Punta Del Este.
      A capital #Montevideo é bem bonita e organizada, com muitas praias, praças, ruas de bares e baladas, restaurantes, tudo o que uma metrópole oferece. Gostei muito de ver os Uruguaios tomando praças e praias principalmente no final do dia. O verão é muito valorizado aqui.
      O cidadão Uruguaio é, em geral, muito educado e receptivo, sempre que precisei não mediram esforços para me ajudar e os amigos locais que fiz gostam muito de mostrar sua cultura.
      O interior achei parecido com o Brasil, cidades pequenas mas mais organizadas até em sua construção, uma praça principal, alguns bares, restaurantes e lojas. Em um bar que parei para tomar um refrigerante (aqui é muito difícil encontrar suco natural), os senhores que estavam lá já começaram a puxar assunto, bem Bar de interior mesmo.
      A culinária é centralizada na Parrilla (churrasco), além de cultural a carne é um dia produtos com melhor custo benefício por dia produção regional - nas estradas praticamente só vi este tipo de fazendas.
      Chivito (lanche com carne bem fininha, normalmente com ovo, salada, presunto e queijo), milanesa (muito popular, muito mesmo), empanadas e tartas (torta salgada) são os outros pratos regionais.
      Falo melhor sobre tudo no Instagram O Mundo em Lanches
      https://www.instagram.com/omundoemlanches/ 
      https://omundoemlanches.com.br/ 
      #mochileiros #viagemdemoto



















    • Por Marcos Roberto Petracca
      Preciso de apoio, suporte e voluntários nas cidades em que vou passar com o projeto.
      De Moto pelo Brasil - Projeto Social Voluntário.docx
    • Por Diário do Presi
      Buenos Hermanos!
      Ufa, terminei! Foram mais de 52 mil km por todos os 13 países na América do Sul, em 3 partes, na maioria com motos de baixa cilindrada. Além de visitar os 13 países na América do Sul, também visitei os 4 Extremos Continentais e quase consegui ao inatingível ponto central, no Paraguay rsss.
      Ví a morte de perto várias vezes (parece legal, bonito, empolgante e divertido... mas não o é), passei por muitas dificuldades, de frio intenso à calor intenso, fome, perrengues, etc... Mas faria tudo novamente, porque só o que levamos para o alto é nossa experiência de vida, só o que adquirimos com conhecimento cultural, com os povos, suas culturas e regionalismos; isso sim, não tem preço. Não levamos dinheiro nem poder, não é por dinheiro, nada deve ser por dinheiro. "Não tenha medo da morte, mas da vida não vivida." Pensando assim, posso dizer que sou outra pessoa hoje, não melhor que ninguém, isso não me torna melhor, mais experiente, mais fodão.... ridículo essa linha de pensamento; isso me torna mais perto de Deus (singularmente falando), mais capaz de poder aprender sempre mais com a humanidade, humildade e experiência dos povos.
      Para quem também deseja realizar esse sonho, eu disponibilizei no meu Blog todo conteúdo com muitas dicas, informações, fotos e vídeos.
      Não dá para colocar tudo aqui, porque o conteúdo é grande, não é um assunto para quem não gosta de ler, se queres ir, é necessário ler, ler muito! Fiz isso quando comecei meu planejamento, e isso é até bom, nos motiva, é gostoso, você acaba viajando junto na história, por isso digo: "PEGUE SEU COPO DE VINHO, SUBA NA GARUPA, E BOA LEITURA! hehe
      Acabou? NÃO! Estou sempre em Planejamento, trabalho, junto dinheiro necessário, sem patrocínio algum e vou, sempre assim, tudo é questão de planejamento. As duas maiores desculpas das pessoas: "Eu não tenho tempo, Eu não tenho dinheiro"; isso nunca me convenceu rssss. Minha próxima já está em planejamento, não vou dizer por agora quando, onde e como, mas é algo maior e diferente de tudo que já fiz, até lá, vou ficar rodando por perto mesmo, aqui no Brasil e alguns lugares da nossa linda América do Sul!
      No mais, estou pelas redes, gracias e buenas rutas para ustedes!
       
      * #Partiu, terminar o Documentário DVD e escrever meu Livro! (estará tudo no blog também)
       
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      🔔 BLOG: https://www.DiarioDoPresi.com
      🔔 INSTAGRAM: http://instagram.com/diariodopresi
      🔔 YOUTUBE: https://www.youtube.com/diariodopresi
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    • Por Matheus Verdan
      Nesse vídeo fizemos uma incrível viagem ao Deserto do Atacama, do dia 02 de Janeiro de 2018 ao dia 21 de Janeiro de 2018 sinta a emoção dessa magnifica viagem.
      Eu Matheus Verdan, sai do Rio de janeiro e o Iago Luiz de São Paulo, Juntos fomos do Atlântico ao Pacifico, do Rio a Santiago e voltamos. Rodamos cerca de 10000km em duas Tenere 250 por cerca de 19 dias, um a mais que o planejamento inicial. No meio do Valle de la Luna, encontramos um amigo aqui do Rio de Janeiro, o Bandeira, que seguiu viagem conosco do Atacama até Mendoza na Argentina.
      Foi um sonho realizado e com toda a certeza a primeira de muitas viagens. Não ha como não se emocionar com a beleza e grandiosidade de todos os locais que eu passei, principalmente nas Cordilheiras do Andes, é ESPETACULAR! Valeu a pena cada km percorrido. Se quiser qualquer informação sobre a viagem, será um prazer ajudar.
      Para acompanhar todas as fotos dessa trip espetacular entre no meu instagram:
      @mathverdan https://www.instagram.com/mathverdan/
      @iagoluizoli https://www.instagram.com/iagoluizoli/
       
      Em breve farei videos sobre planejamento, custo, roteiro/trajeto e o que levar. Se inscreva e acompanhe as nossas aventuras.
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      ► Motos utilizadas: Duas Tenere 250
      ► Dificuldade da estrada: Médio
      ► Partida: Rio de Janeiro - BRL
      ► Chegada: Santiago - CHL
      ► Percurso: 10000 km
       
      Locais Visitados:
      ► Laguna Cejar
      ► Salar de Tara
      ► Salar de Atacama
      ► Laguna Tuyajto
      ► Gêiseres del Tatio
      ► Valle de la Luna
      ► Monjes de la Pacana
      ► Mão do Deserto
      ► Los Caracoles
      ► Salinas Grandes
      ► Lagunas Miscanti y Miniques (Altiplânicas)
      ► Concha Y Toro
      ► Fuerte Neptuno
      https://youtu.be/qNx7PDM1Yxw
      Em breve, postarei o relato detalhado de toda a viagem aqui mesmo na pagina.
      Abraços e Bons Ventos.
       
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