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Felipepamplona

Alguém já viajou por um longo tempo sem seguro viagem?

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Olá,

Em dezembro estou iniciando minha viagem pela america do sul. Estou com uma estimativa de um ano de viagem. (ainda nao sei ao certo) 
E pesquisando seguros para este tempo de viagem o valor é muito superior ao que eu quero levar para viagem.
pretendo trabalhar para arranjar a grana durante a viagem e me hospedar das formas mais baratas possíveis.

Estou pensando em não fazer o seguro viagem, e segurar essa grana comigo em caso de emergências.

acham certo?? 
alguém já viajou por um longo tempo sem seguro??

Conte seus relatos :) 

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Sempre tem gente que viaja sem seguro, mas você já viu quanto que custa qualquer atendimento médico pagando particular? 

Se você chegar a precisar ficar 2 ou 3 dias internados num hospital por que comeu algo estragado e teve uma intoxicação alimentar, ou então ser atropelado por um ciclista e quebrar um braço,  as despesas destes 3 dias de hospital serão mais caras do que o seguro de um ano, e este dinheiro que você guardou não darão nem para o começo...

Então é bom você ter um pai ou mãe com bastante dinheiro, para o qual você possa ligar e pedir dinheiro se a coisa apertar e complicar, para não depender de caridade.

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Até poucos anos atrás 99% dos mochileiros não contratavam seguro viagem pra fazer Mochilão pela América do sul, hoje com a popularização dos serviços de seguro muita gente acaba contratando, mesmo sem ser obrigatório. Nenhum dos países da região obrigam você a ter um. O Equador tentou começar a solicitar e voltou atrás. 

Se você se vira bem no SUS, pode se virar bem nestes países caso precise de atendimento, caso contrário, contrate o seguro. 

De qualquer forma, segue a lista de hospitais públicos pelo mundo indicados pelo MRE:

http://www.brasileirosnomundo.itamaraty.gov.br/temas-sociais/servico-de-saude-no-exterior

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Viajei por 4 meses sem seguro e fiz algumas atividades arriscadas (Death Road, cruzar dois países pegando carona, etc) mas não aconselho a ninguém viajar sem seguro. Com 200-300 reais (acho) você consegue fazer um seguro básico aí que pode, literalmente, salvar sua vida. Tive uma amiga que caiu da cama do hostel, bateu a cabeça, tirou um osso de lugar, e teve que gastar (fácil) mais de 1500 reais com ambulância, internação, medicamentos, só em um dia, por exemplo. É um risco que eu não correria outra vez. Lembre-se que cada país tem sua regra e nem todos dispõe de sistema público de saúde - especialmente para turistas/estrangeiros, hospitais/clínicas particulares costumam ser caros. Enfim, você pode estragar sua viagem toda por conta disso, ter prejuízos, dar trabalho pra sua família no Brasil...enfim, corre esse risco não, cara. 

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Uma vez eu peguei um princípio de pneumonia durante uma viagem no exterior, provavelmente causada pela alimentação deficiente durante a viagem que deixou o organismo fraco, andar no frio, pegar chuva e não tirar a roupa molhada e gelada logo, etc.

Precisei consultar um médico particular (no país onde eu estava não há "SUS" para estrangeiros), tirar raio-x, fazer vários exames, comprar remédio, etc...Tudo isto me custou quase R$ 2.000, e eu nem cheguei a precisar ficar internado, se eu tivesse que ficar internado, a conta iria para 3 ou 4 mil Reais!

Como eu tinha seguro, a maioria das coisas o seguro pagou direto para o médico/clínica, e o que eles não pagaram, eu guardei os recibos e pedi reembolso, recebi todo o dinheiro gasto uns 30 dias depois.

Em outra viagem eu torci o tornozelo andando na cidade, ao pisar numa pedra solta descendo uma escadaria na rua. Como inchou muito e estava doendo demais, fui ver se não era algo mais grave, e nesta brincadeira foram quase R$ 1.000 em despesas médicas, novamente todas pagas pelo seguro.

Então pessoalmente eu não viajo ao exterior sem seguro, pois nunca se sabe o nível dos serviços gratuitos que você vai encontrar, e por deficiente que seja o nosso SUS, ele ainda é muito melhor do que o serviço público de saúde da maioria dos países latino americanos.

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Na Argentina, Uruguai e Venezuela brasileiro tem acesso ao "SUS" deles. No caso da Argentina e Venezuela tem que lembrar que eles estão passando por uma crise feia, isso acaba afetando serviços públicos.

 

Bolívia, Chile, Colombia, Equador, Peru não oferecem atendimento público a estrangeiros,  mas na lista do MRE do link da minha primeira resposta há algumas poucas instituições que oferecem atendimento por preço módico ou gratuito em alguns destes países. 

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Acho um risco desnecessário pelos motivos já elencados acima. Eu chegaria num ponto "ótimo" diminuiria o tempo de viagem para pagar o seguro. Mudar uma programação de uns 12 meses para 11 meses não vai fazer diferença.... mas gastar um bom dinheiro numa desses probleminhas que aparecem aí dói.

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@Felipepamplona Esse tipo de coisa é aquele barato que pode sair bem caro depois, uma economia burra! O seguro voce paga pra nao precisar de usar mas da graças Deus que tem quando precisa aciona-lo.

Existem muitas empresas no mercado, muitos tipos de coberturas, muitos cupons de desconto, etc.. entao pesquisando bem e chorando um desconto voce pode conseguir um bom preço. Pode ser que vc viaje e nao precise acionar o seguro, mas pode acontecer de precisar aciona-lo logo nos primeiros dias de viagem. Se contratar o seguro vai diminuir 1 ou 2 meses de viagem,  se vc precisar ir ao medico e ter q pagar tudo particular pode ti fazer voltar pra casa beeeemm mais cedo ainda. Pense nisso.

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@Felipepamplona Não fiz viagens tão longas assim,  fiz no máximo 90 dias, foram 10 viagens(América do sul). 

Fiz toda América de sul de carro ou mochila. Realizei os principais trekkings, andei uns 160.000 de carro, conheci 3 países de mochila (Venezuela, Colômbia e Equador), portanto poderia acontecer tudo comigo e minha esposa.

Não fiz seguro saúde em nenhuma dessas viagens,  mas tomei muitas precauções antes das viagens(exames médicos/odontológicos) e durante(não comia em lugares que não sentia segurança, não me expunha a riscos desnecessários, preocupava com segurança,  higiene....).

Corri risco, sim, e muitos. Mas sempre tinha um plano +-elaborado se algo saísse errado.

Conselho: tudo pode dar certo, comigo deu; outros não tiveram a mesma sorte,  portanto estude bem o que pode suportar num caso de emergência se algo der errado e com quem você pode contar aqui no Brasil para te buscar se algo grave acorrer. 

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