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Millena Medeiros

Trip Curitiba / DEZEMBRO (Réveillon) 2018/2019.

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Oie gente, tudo bem?

Estou me programando com meu marido, passar 9 dias em dezembro (26/12 à 04/01), em Curitiba. Porém nunca fui pra lá e tô querendo fazer uma trip massa, conhecer lugares, andar bem muito, tomar uns chopps diferentes, mas não conheço nada por lá! 

Alguém tem alguma dica de algum passeio legal, algum barzinho que eu possa ir à noite? Queria saber se vocês já fizeram o passeio de trem e se vale a pena também?

Só mais uma coisa... kkkkk Estou querendo passar o réveillon na Ilha do Mel, alguém que já foi, sabe de alguma pousada ou Hostel? Eu sei que está em cima da hora, mas todos que eu estou vendo, estão super caros :( ...

Estou aceitando sugestões!

Obrigada pela ajuda gente! 😘

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@Millena Medeiros Caro está em todo o país, porque não é só você quem viaja nessa época,eu por ex, nesta época pretendo sair do pais em direção ao meu auto exilio no Chile.

Ctba não tem segredo,só parques a conhecer e o trem vale muito,mas faça a subida,saindo de Morretes as 15h,compre direto na Rodoferroviária e aproveite sua viagem.

Não se esqueça o casaco,em qualquer época há frio e chuva.

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Curitiba é uma cidade cosmopolita, uma das capitais com melhor qualidade de vida e índices de desenvolvimento. Além de ser bonita, conta com várias atrações históricas e algumas atrações naturais, como os parques mencionados pelo Fabiano. É difícil e é muito pessoal a escolha ou indicação de bares e restaurantes. Sugiro dar uma olhada em sites de avaliações e ver quais fazem mais o seu estilo. Mas, realmente, o que mais tem por lá são bares e restaurantes, hamburguerias, chopperias e cafés! Estará bem servida neste aspecto.

O litoral do Paraná não é dos mais bonitos, mas a ilha do mel parece ser bem bacana - também não conheço e pretendo ir! Quanto a parte de custos, colocar as palavras "praia" e "réveillon" na mesma frase é sinônimo de preços exorbitantes. Mesmo em hostels! haha! Terá que pesquisar mesmo pra ver se encontra um que atenda sua expectativa de custo. 

Nos arredores de Curitiba, além da ida ao litoral, pode pensar em esticar para o lado de Ponta Grossa, com o parque nacional de Vila Velha ou até Tibagi no Cânion do Guartelá. Algumas agências vendem passeios fechados saindo da capital, mas é bem tranquilo fazer por conta se estiverem motorizados.

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    • Por Rezzende
      Galera mochileira, vou postar agora mais um relato de viagem, uma das mais interessantes que já fiz e que já digo de antemão, vou ter que fazer de novo, principalmente na parte de Curitiba, pois não deu tempo de ver quase nada. Nunca tinha ido para o Sul. O Sul sempre me despertou muito interesse, principalmente porque adoro o frio e essa história de região mais fria do Brasil sempre me deixou interessado em ir pro Sul. Como só posso viajar quando saio de férias, não deu pra ir pro Sul no auge do inverno. Fui no feriado da Semana Santa e tava mais frio aqui em Minas do que por lá, mas tudo bem! Escolhi Floripa não sei porque. Resolvi ir pro Sul desde o meio do ano passado e o primeiro nome que me surgiu foi Floripa. Quando comecei a pesquisar sobre como chegar em Floripa descobri que os vôos diretos de BH ou do Rio pra lá não me atendiam, os horários não eram favoráveis e pensei na possibilidade de ir por terra. E tem Curitiba no caminho, outra cidade que sempre me fascinou. Então percebi que seria melhor ir de ônibus ate Curitiba, dormir por lá e seguir pra Floripa no outro dia, ficar uns 2 dias lá e pegar um vôo de volta. Assim fiz, algo meio do tipo prato principal (Floripa) e acompanhamento (Curitiba). Sempre mochilei sozinho, mas dessa vez 2 colegas de trabalho iam sair de férias também e resolveram ir comigo, e é bem melhor e mais divertido viajar em grupo, pena que nem sempre é possível.
       
      Comecei minha viagem na quinta-feira dia 5 a noite. O ônibus saiu de minha cidade às 20 horas rumo a São Paulo. Cheguei no Terminal do Tietê às 05:30 da manhã de Sexta-feira Santa, 06 de abril. Até gosto de começar a viagem de noite de ônibus pois sempre fico muito ansioso na véspera de uma viagem e não consigo dormir em casa. Como também não durmo no ônibus, melhor já ir adiantando o caminho. Hehehe. Peguei o ônibus pra Curitiba às 6 da manhã e nesse momento arrependi de não ter pego um vôo pra Curitiba (apesar das passagens estarem bem caras) porque fui apresentado à Serra do Cafezal!! Fiquei 2 horas preso no engarrafamento daquela serra e a chegada em Curitiba que era pra ser 12:30 foi só as 14:30. E o ônibus da Itapemirim linha São Paulo-Curitiba tava péssimo, um ar condicionado barulhento demais, junto com aquela demora... Foi uma aventura, loucura, sei lá o quê eu ter resolvido ir parar daqui em Curitiba de busão!! Esse foi o único contratempo da viagem que me impediu de conhecer a Ópera de Arame e a Torre Panorâmica de Curitiba. Mas, sem stress, viagens são pra relaxar e não pra estressar, mesmo quando algo sai errado. Voltarei depois!! Chegando em Curitiba seguimos para o Palace Hotel (Rua Barão do Rio Branco, 62, Centro, http://www.palacehotelpr.com.br/) onde reservei um quarto triplo por R$118. Hotel velho mas os quartos tem cheiro bom e são limpos. O elevador é uma relíquia, com grade e manivela!! Fomos pra Praça Tiradentes pra pegar a Linha Turismo das 15:30 mas como tinha muita gente e a linha terminava as 17 horas, desistimos. Percebi que realmente não tinha planejado muito bem minha passagem por Curitiba, por isso pretendo e vou voltar. Recorremos ao plano B, um trunfo curitibano: táxis!! Achei os táxis de Curitiba muito baratos e como éramos 3 valia muito a pena. Rachamos a corrida pro Jardim Botânico: 5 reais pra cada um. Exploramos aquele lugar onde cada foto parecia uma pintura! Lugar lindo demais, ponto alto de Curitiba, é como o Cristo para o Rio, Pampulha pra BH, Pelourinho pra Salvador, o papa em Roma e blá, blá, blá. Parada obrigatória.

      Tarde de calor no feriado, fazia 27 graus em Curitiba!!! Depois táxi de novo e fomos pro Museu Niemeyer. Ficou barato de novo 6,50 pra cada um. Nunca vi tanta bizarrice junta: aquela nave espacial que é o museu, o verme meio enterrado na foto embaixo, o chão de vidro, os pássaros rocos... esses artistas são mesmo incríveis... É uma obra fantástica do Niemeyer, suspensa, com suas curvas e cheia de parques e áreas verdes por perto. Era tarde de sexta-feira santa, fazia um calorzinho e tava cheio de curitibanos e turistas nas redondezas curtindo a tarde.


      Já estava anoitecendo e desistimos de ir pra Ópera de Arame e Torre Panorâmica como tinha previsto. Fica pra próxima...Demos uma volta no Bosque do Papa e no Centro Cívico e fomos voltando à pé pro Centro. Paramos no Shopping Mueller pro lanchinho e depois, bem cansados da maratona de viagem de busão, fomos pro hotel.

      No sábado de manhã o roteiro era no Centro e a pé. Passamos na Rua 24 Horas, tinha uma feira de páscoa numa praça, Palácio Avenida, Universidade do Paraná, tudo perto do hotel e fácil de fazer à pé. Mas o tempo que eu tinha reservado pra Curitiba tinha acabado, minha intenção era mesmo só uma passada rápida, pra voltar depois. Só que acabou sendo uma passada rápida demais. Minha impressão de Curitiba: cidade limpa, muitas flores e verde, comparável a BH com uma diferença bem marcante: avenidas e calçadas largas, os prédios não ficam em cima de vc, dando aquela impressão de sufocamento que dá em BH. Gostei muito e voltarei!
      Seguimos pra rodoviária e mais um ônibus pra Floripa às 11:15, mas esse ônibus da Viação Catarinense era bom, o melhor que pegamos.

      5 horas de ônibus e chegamos em Floripa por volta de 16 horas de sábado. Em Floripa só usamos ônibus urbanos pra deslocamento. Ao chegar no Terminal do Centro compramos o cartão turista, que é muito bom: custa 3 reais e vc pode devolver ele quando for embora e pegar o dinheiro de volta. No nosso caso, ficamos com o cartão pra guardar de lembrança. Colocamos crédito de 27 reais que dá pra 10 viagens e ainda sobrou 1 no final. Detalhe que a passagem custa 2,70 no cartão e 2,90 no dinheiro, então o cartão é vantagem se vc for usar mais que 10 ônibus. Pegamos a linha pra Lagoa da Conceição, point baladeiro da cidade e onde ficaríamos hospedados. Chegamos no Lagoa Hostel umas 17:30. Nossa casa em Floripa!! Hostel muito bom, pessoal atencioso, tudo limpo, cheiro bom, perto do terminal de ônibus e da rua dos bares, recomendo muito mesmo!! O gosto musical de Floripa é muito bom, todos os bares tinham música ao vivo e tocavam pop e rock. Fizemos uma peregrinação de botecos até 4 da manhã e até hoje me lembro do sábado à noite em Floripa e dá uma saudade danada!

      No domingo de Páscoa pegamos o ônibus para Canasvieiras pela manhã e almoçamos por lá. Fiquei impressionado com os valores de alimentação por lá: restaurantes com self service sem balança e churrasco entre 18 e 20 reais a uma quadra da praia. Achei bem barato! Depois seguimos pra Jurerê. Não tinha mais linha de ônibus de Canasvieiras pra Jurerê, e isso eu só descobri lá. É porque algumas linhas de ônibus são sazonais, como essa por exemplo que só funciona no verão. Mas encontramos com o Walmor naquelas redondezas, que tinha um "táxi" e cobrou 20 reais pra levar a gente pra lá. Valeu muito a pena pois ele era muito gente boa e contou altas histórias de sua vida de motorista e ainda fez um tour com a gente pelas ruas de Jurerê pra mostrar as casas de luxo com seus carrões e seguranças armados. Depois fomos pela praia de Jurerê até a Fortaleza de São José. Não entramos na Fortaleza, só umas fotos por fora e ali nas redondezas. Andamos um pouco por aquelas ruas chiques de Jurerê, onde Gisele Bundchen e outros bambambams tem suas "casinhas de veraneio". Tudo limpo, casas sem muros, mas vez ou outra passava um segurança por ali...Jurerê Internacional é pra quem pode!! E pegamos outro ônibus pra Santo Antônio de Lisboa. Ótimo lugar pra ver o por do sol, o mais recomendado da ilha, e foi incrível. A casa açoriana também é muito interessante. O bairro é colônia açoriana. Floripa é muito diversa, a maioria dos bairros são isolados uns dos outros seja por uma serra, ou um pântano, ou uma lagoa. E de um bairro para outro é como se vc trocasse de cidade. De Jurerê pra Santo Antônio vc foi de Miami pra Portugal! De lá voltamos pra Lagoa e pra mais um tour pelos bares, que na noite de domingo já não estavam mais tão lotados como sábado.

      Na segunda de manhã fomos de barco para a Costa da Lagoa, só pra conhecer e voltar. Eu, sinceramente, não vi nada muito interessante por lá. Talvez fosse mais legal se estivesse com mais tempo e fizesse umas trilhas, tem umas cachoeiras e tal ou se fosse almoçar nos restaurantes típicos de lá, mas os preços eram bem salgadinhos. Como não optei por nenhuma das 2 ideias, voltei e depois até as Dunas da Joaquina, essa sim bem mais interessante, pelo contraste de paisagens com dunas, mar, lagoa, montanha e floresta. Pelo menos pro geógrafo aqui é bem mais legal. Depois fomos almoçar no The Black Swan, o pub da Lagoa. Vc pode pensar em uma coisa fina e é. Olha a foto do prato executivo aí embaixo, essa é só a entrada e ainda tem o prato principal e uma sobremesa de banana caramelada com creme, coisa fina viu! E o naipe do pub, transmitindo jogos de beisebol... aí vc imagina o precinho do prato executivo...uma fortuna? não! apenas 14,90! isso mesmo, 14,90. Realmente, alimentação em Floripa foi surpreendente pra mim. Pois outras capitais são bem mais caras nesse quesito e em Floripa, pela apresentação dos pratos e dos lugares, os preços tavam muito em conta. O almoço no Black Swan então, recomendo demais!!

      Depois do almoço fomos para o centro de Floripa, na ponte Hercílio Luz, que acho bem mais bonita de noite quando fica iluminada, e no Morro da Cruz, um mirante sensacional onde tem até um binóculo pra ver a paisagem. De volta ao centro, já anoitecendo, um passeio no Mercado Municipal que não tem muita coisa de artesanato e lembrancinhas locais. O comércio no centro é mais pra população local, as coisas pra turista vc encontra mais na Lagoa da Conceição e Canasvieiras. Voltamos pra Lagoa, segunda a noite já tinham poucos bares abertos mas como era nossa última noite em Floripa ainda saímos pra tomar um chopp. Na terça cedo só demos uma volta rápida pelas redondezas pois o voo era meio dia pro Rio. Do Rio peguei outro ônibus pra minha cidade e cheguei em casa pouco depois de 8 da noite.

      Esse foi meu roteiro passando por essas 2 capitais limpas e organizadas, coisa rápida mas só pra reconhecimento de terreno mesmo, mas voltarei em breve!! Em Curitiba porque não deu tempo de conhecer tudo e ainda tem o trem da Serra do Mar! E Floripa pq me apaixonei por essa cidade!!
    • Por Andreaz Herz
      se tromba na trip, só dá um slv ;
       
      ✌️
       
       
    • Por luizh91
      Alô pessoal!
      No feriado do dia do trabalho (01/05), estava afim de conhecer algum lugar que não fosse muito longe, que eu ainda não havia ido e que não fosse muito caro. Entre as opções cogitadas, escolhi Curitiba e não me arrependo. Existem milhares de relatos aqui no fórum sobre a cidade e o litoral do PR, mas é sempre bom ter informações atualizadas. Dessa vez fomos em duas pessoas e o custo-benefício da viagem foi ótima.
      Nesta viagem, optamos por hospedagem através do Airbnb e foi um acerto, rentabilizou muito o valor da diária e a localização do flat era ótima. Vamos agora ao detalhamento da viagem:
      27/04/2018 - Deslocamento para Curitiba
      O final do dia 27/04 foi apenas para deslocamento entre Santos e Curitiba. Pegamos o ônibus às 23:40hrs, com previsão de 6 horas de viagem. Geralmente quando viajo de ônibus, prefiro fazer durante a madrugada, assim chego no destino com o dia todo para aproveitar.
      28/04/2018 - Curitiba e Linha Turismo
      Chegamos em Curitiba por volta das 06hrs da manhã. Na rodoviária, aproveitei para trocar as passagens para o litoral do PR que eu já havia comprado pela internet anteriormente. De lá, pegamos um Uber para o flat que nos hospedaríamos. Organizamos nossas coisas no apartamento, compramos alguns itens no mercado e por volta das 09hrs fomos ao centro em direção a Praça Tiradentes, que é de onde parte o ônibus da Linha Turismo. Ao chegar na Praça Tiradentes, demos uma volta nos arredores e fomos conhecer o Centro Histórico de Curitiba, que é bem perto. Por ali, fomos em algumas lojas e alguns sebos (amo!) dar uma olhada nos itens, além de comer um pastel de café da manhã rs

                                                                                Foto: Largo da Ordem
      Os ônibus da Linha Turismo começam a circular por volta das 09:30 da manhã e como era final de semana, circulavam de 15 em 15 minutos. Por volta das 10hrs pegamos nosso ônibus e o valor da tarifa é de R$ 45,00, com cinco tickets que te dá direito a cinco reembarques no ônibus. Particularmente falando, compensa MUITO utilizar a Linha Turismo por vários motivos:
      - Caso você não vá viajar de carro, como eu, é um meio prático de conhecer a cidade toda.
      - Alguns pontos turísticos de Curitiba são bem distantes um do outro, então a linha facilita muito nesse aspecto.
      Devidamente embarcados, o primeiro ponto em que descemos foi no famoso Jardim Botânico. O sol estava de rachar, o que deixou o parque ainda mais belo. O local é bem clichê e um clássico em Curitiba, mas que realmente vale a pena ser visitado. Muito lindo, limpo e bem projetado, sem dúvida nenhuma é o grande cartão postal da cidade e merece tal título.
      Ficamos lá por cerca de 1:30 e voltamos ao ponto da Linha Turismo, onde logo passou o ônibus e nosso próximo ponto de desembarque foi o Museu Oscar Niemeyer. Mais um ponto turístico bem conhecido na cidade, possui uma linda arquitetura. Se o seu interesse for exposições, vale a pena perder algumas horas por aqui. Não vimos nenhuma, mas para conhecimento, o valor da entrada para ver as exposições é de R$ 5,00.
      Enquanto eu montava meu roteiro para Curitiba antes da viagem, um local me chamou atenção e não estava incluso da Linha Turismo, que é o Museu Egípcio. Sou fascinado pela cultura egípcia e resolvemos incluir o museu no itinerário. Pegamos um uber do Museu Oscar Niemeyer até o Egípcio e a visita valeu super a pena. O local é bem legal, com reproduções bem fiéis de artigos do Egito antigo e um jardim com diversas estátuas, além de uma múmia de verdade exposta! Para quem gostar do tema, vale a visita. De lá, pegamos mais um uber e fomos direto para a Ópera de Arame (essa está inclusa na Linha Turismo, rs).

      A Ópera de Arame foi construída na área de uma antiga pedreira, e para mim, foi o melhor ponto que visitamos em Curitiba. Local belíssimo e imperdível para quem visita a cidade. Lá possui uma lanchonete e comemos uma coxinha antes de continuar o passeio.
      Depois disso, fomos para o Parque Tanguá, de onde se admira um belo pôr do sol em Curitiba. Também vale a parada, possui vários mirantes e é bem grande.
      Nosso último ponto de parada da Linha Turismo foi o bairro Santa Felicidade, local em que fica nítido a forte presença da colônia italiana na cidade. Fomos até a Vinícola Durigan, degustamos alguns vinhos e espumantes e compramos alguns doces para levar para SP. Local super agradável e a Linha Turismo tem um ponto praticamente em frente.
      Por fim, pegamos novamente a linha para voltar ao centro e ao apartamento. Reservem um dia inteiro para esse passeio, pois ele é bem longo.
      Resumo dos pontos visitados com a Linha Turismo:
      1. Jardim Botânico

      2. Museu Oscar Niemeyer

      3. Ópera de Arame

      4. Parque Tanguá

      5. Santa Felicidade
      Queria muito ter conhecido o Memorial Ucraniano também, mas infelizmente não foi possível. Fica para uma próxima
      29/04/2018 - Litoral do Paraná - Morretes, Antonina e Estrada da Graciosa
      No dia seguinte, acordamos bem cedo para seguir em direção ao litoral do Paraná. Antes de comprar as passagens do ônibus, pesquisei os valores para descer a serra de trem pela Serra Verde Express, mas estavam muito caros e não cabiam no orçamento. Então optamos por utilizar a linha turística da Viação Graciosa, que sai da rodoviária de Curitiba todos os dias às 09hrs da manhã e ao invés de seguir o trajeto convencional e descer a serra pela BR-277, ele vai pela famosa estrada da Graciosa.
      Sem dúvida nenhuma vale a pena descer pela Graciosa, o trajeto é um pouco mais longo, porém as paisagens compensam. O ônibus faz uma parada de 15 minutos em um dos mirantes da estrada e lá é possível comer na lanchonete a coxinha de aipim (recomendo). O visual pela estradinha é encantador, florido, de mata atlântica preservada e com muitas, mas muitas curvas e paralelepípedo!
      Chegamos em Morretes por volta das 11hrs e fomos conhecer um pouco da cidade. Demos uma volta pelo centro histórico, compramos alguns souvenirs e fomos procurar algum restaurante para experimentar o famoso barreado, prato típico da região. Haviam nos indicado o restaurante Madalozo, mas optamos por comer no Hotel e Restaurante Nhundiaquara, e digo com toda a certeza: Valeu cada centavo. Pagamos R$ 49,00 em um combo que incluia o barreado, marisco, filé de pescada, camarão, maionese, salada, pirão, arroz e frutas. Tudo a vontade e se acabasse, era só pedir para o garçom repor. Comida gostosa e atendimento muito bom. Gostei bastante do barreado, é um prato que divide bastante opiniões, mas eu curti demais.
      Por volta das 13:30hrs pegamos um ônibus de Morretes para Antonina (25 minutos de distância).
      Antonina é uma cidade encantadora, super calma e que conserva muita história. Tem muitos casarões coloniais e ruas estreitas que remetem ao passado. Foi um dos pontos altos da viagem, pois o tempo estava aberto e rendeu boas fotos da Baía de Antonina, das ruínas do antigo armazém e do centro histórico. Ficamos na cidade até as 16:15hrs, quando retornamos para Curitiba com o ônibus da viação Graciosa (desta vez pela BR-277). Chegamos em Curitiba por volta das 18hrs e fomos para o flat jantar e descansar.


      Fotos acima: Estrada da Graciosa e suas paisagens


      Acima: Morretes e o barreado



      Acima: Antonina e sua simplicidade.
      30/04/2018 - Retorno para SP
      Dia de ir embora. Nosso voo estava marcado para às 11hrs da manhã e partiu pontualmente. Chegamos em SP por volta do meio-dia.
      Feedback da viagem: Muito satisfeito. Curitiba mereceria mais um dia para visitar os demais pontos turísticos da cidade, mas conseguimos visitar o que foi planejado. O litoral do Paraná também merece a visita e experimentar o barreado é imperdível! Só não consegui visitar o Parque Estadual de Vila Velha dessa vez pelas dificuldades em chegar lá sem carro, mas fica para uma próxima oportunidade.
      Gastos gerais (p/pessoa):
      Passagem de ônibus Santos x Curitiba: R$ 69,00
      Passagem de avião Curitiba x SP: R$ 110,00
      Passagem de Curitiba X Morretes e Antonina X Curitiba: cerca de R$ 25,00 cada trecho, total R$ 50,00
      Passagem Morretes x Antonina: R$ 5,00
      Almoço no restaurante Nhundiaquara: R$ 49,00
      Hospedagem em Airbnb (3 diárias): R$ 147,00
      Linha Turismo: R$ 45,00
      Alimentação, demais transportes e souvenirs: R$ 65,00
      Total: R$ 540,00
      Qualquer dúvida estou a disposição! 
       
       
       
    • Por samysam
      Esse vai ser mais um relato do que não se deve fazer do que o que se deve fazer...
      Como ir até São Luíz do Purunã ou Recanto dos papagaios de ônibus...
      Aquela região de São Luíz do Purunã é bastante frequentada por ciclistas, escaladores e pessoas de carro, por isso resolvi por meu relato da trip de busão.
       
      Eu já tinha ido para o Recanto dos Papagaios à 3 anos atrás de bicicleta, mas como a magrela ta meio dodói, a gente foi de ônibus dessa vez.
       
      O que a gente fez: Pegamos o ônibus Princesa dos Campos até São Luiz do Purunã (linha Curitiba Palmeira) (R$13,74) e descemos antes do pedágio na esperança de que encontraríamos algo para fazer lá.
      Talvez tivessemos encontrado caso aquelas inocentes e doces vaquinhas não estivessem conspirando contra nós.
      Como o sol estava forte pra andar no meio do pasto (é sim... a temperatura mais alta dos últimos 6 anos), resolvemos ir pro Recanto dos Papagaios.
      Carona? Difícil.
      Ônibus? Difícil também, mas passou. Uma linha da Princesa dos Campos que sai de Campo Largo e passa dentro de São Luíz do Purunã e Colonia Witmarsun e para 3Km longe do Recanto.
       
      continua...
    • Por LarissaBenjamin
      09/07 - quinta-feira
       
      Chegamos no aeroporto de São José dos pinhais. Um amigo nosso nos buscou de carro, de lá fomos na rodoferroviária comprar a passagem de trem para Morretes (dia seguinte) e a volta de ônibus de Paranaguá para Curitiba (dia13/07). Compramos a classe turística do trem. Saindo de lá fomos para o Hotel Savoy, onde fizermos uma reserva de um dia. A noite conhecemos o Bar do Alemão, ponto turístico de Curitiba, famoso pela culinária alemã e principalmente pelo chopp "Submarino", uma caneca de chopp, com uma pequena canequinha de cerâmica típica alemã com steinehegen dentro dela. Cada caneca sai por 15,00, bem gostosa e forte. Comemos joelho de porco com 2 guarnições e Pato recheado com 2 guarnições também. Éramos quatro pessoas. Todos satisfeitos. Muito bom!
       
      Gastos:
      Trem - 99,00 × 2 pessoas = 198,00
      Ônibus de volta - 29,55 × 2 pessoas = 59,50
      Bar do Alemão - 180,00 para duas pessoas
       
      Total gasto: R$437,50
       
      10/07
       
      Acordamos às 7:00hs pontualmente, tomamos café da manhã no hotel e fomos para a rodoferroviária. Café da manhã bem servido. Pegamos um táxi para rodoferroviária que era bem perto. Chegamos às 7:50hs, esperamos um pouco e pontualmente, às 8:15hs saiu o trem. Linda viagem! Maravilhosa! O tempo ajudou bastante, pois estava aberto com sol. O guia de turismo que foi falando durante a viagem era muito simpático, sabia bem o que estava falando sobre os atrativos turísticos, histórias e dados geográficos da região. Um lanche foi distribuído no início com biscoitinhos e uma água, refrigerante ou chá gelado, a sua escolha. Essas bebidas e o kit de biscoito era vendido se alguém quisesse, como cerveja também. Bebidas por 3,00. Souvenirs eram vendidos também pelo guia, compramos um kit de imãs de geladeira e kit de postais. Tinha um fotógrafo que tirava uma foto sua e revelava na hora com um cap de condutor de trem. Uma recordação bem bacana por 10 reais. Durou quase 4 horas. Mas foi incrível! Belas vistas, túneis, pontes que parecia q o trem estava voando, cidades e vilarejos da região e montanhas e muito verde.
      Chegando em Morretes procuramos um restaurante para comer o famoso prato típico da região, a Barreada. Carne cozida por um dia dentro da terra. Tem esse nome porque antigamente fechavam a panela com barro, como se fosse um durepoxi para vedar a panela, daí o nome. A comida é nada de mais, como se fosse uma carne assada misturada com farinha, ficando uma "massa" bem consistente, é servido com arroz branco e salada de maionese. Fomos em um restaurante que cobrava 40 reais pelo prato, mas lá tinha outros a partir de 25 reais.
      Tínhamos visto pelo site da ilha do mel que sairia ônibus de Morretes para Paranaguá direto às 13:40hs, mas tinha saído às 13:20hs, ou seja, cuidado com o site, pois não estava atualizado. Para conseguirmos pegar uma barca para a Ilha do Mel, tivemos que pegar o ônibus para Paranaguá, mas de lá a última barca era às 15:30hs, já não contávamos com ela, de lá pegamos outro ônibus para pontal do Sul e de lá pegar a barca para a Ilha do Mel. Cada ônibus com duração de uma hora e uma hora e meia, respectivamente.
       
      Pegamos a barca, durou meia hora. Chegamos na pousada Bob pai Bob filho, era bem perto do trapiche da Encantadas, parte da ilha que escolhemos ficar. Deixamos as coisas e fomos comer em um restaurante-bar que a moça da pousada indicou, chamado zham. Comemos anéis de cebola, Vinagrete Burger e Kebab de frango temperado e com batata frita dentro do kebab, criado pelo restaurante. Bebemos 3 garrafas de Amstel. No restaurante teve voz e violão de um cantor da região chamado Rael, tocando música brasileira, bem bacana. Comida boa também.
       
      Gastos:
      Táxi - R$8,50
      Souvenirs - R$15,00
      Foto - R$10,00
      Almoço Morretes(2 pessoas) - R$100,00
      Ônibus para Paranaguá(2 pessoas)- R$10,20
      Ônibus pra pontal - R$10,20
      Pousada 3 diárias para casal - R$507,00
      Janta para dois - R$ 100,00
       
      Total: R$760,90
       
      11/07
       
      Acordamos às 8:30hs, tomamos café da manhã, com pães, ovo mexido, presunto, queijo, pão salgado, bolo de cenoura com chocolate, sucos e café, havia também banana e laranja, granola, Sucrilhos e leite.
      Iniciamos a caminhada para o outro lado da trilha, Nova Brasília.
      Saímos da pousada às 10:00hs, estava frio, saímos de casaco, calça e tênis, levando uma mochila com capa de chuva, água, biscoito, barras de cereal, etc, também um guarda chuva, pois a previsão era que chovesse mais tarde. Passamos pela praia do Mar de Fora, ao ver umas bandeirinhas vermelhas subimos o morro do sabão, um pouco escorregadio, para chegar na praia de são Miguel, mas bem leve. Entre a praia de São Miguel e a praia Grande havia uma parte com pedras, tranquila, porém um pouco cansativa, paramos pra tirar foto, fazer filmes, demoramos uns 25 minutos para atravessar as pedras.
      Passamos pela Praia Grande e na altura de um resort de surfistas (Grajagan Surf Resort), entramos em uma trilha beirando a Ponta do Joaquim. Chegamos na Praia de Fora. Caminhamos por ela e subimos a escada do grande Farol da ilha. Diversas fotos de vários ângulos da ilha. De lá de cima pescadores ficam avistando cardumes de tainha e com Walk-talk avisam os pescadores que ficam na Praia do Farol para lançar as redes do barco. Essa é a pesca artesanal da praia do Farol (Farol das Conchas). Na parte da ilha que é chamada de Farol tem uns restaurantes, pousadas e campings e tb um trapiche com saída de barcos para os outros lugares da ilha e para o continente também. Além disso, tem o aluguel de bicicletas, onde você paga 15 reais a hora. Pegamos duas e fomos em direção a Fortaleza que tem na ilha (Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres). Uma pedalada de vinte minutos onde se atravessa a pequena faixa de areia que se chama Praia do Istmo, indo pela direita da ilha, onde o caminho é mais próximo. Passa também pela parte da ilha que se chama Nova Brasília. Uma linda pedalada pela ilha. Chegando na Fortaleza, você pode deixar a bicicleta na lateral ou na frente da fortaleza. Lá ainda existem canhões, um museu falando sobre a história da ilha, a biblioteca da ilha e banheiros. Também tem uma trilha de 13 minutos para o mirante da Fortaleza. Lá do Mirante você pode observar mais uma linda paisagem da ilha, além de passear pelo labirinto dos canhões, se assemelhando a paisagem do filme jardim secreto, podendo até se divertir fazendo esconde-esconde. Rs
      No caminho de volta demos um mergulho que lavou a alma e esfriou o corpo do longo e maravilhoso passeio. Deixamos a bicicleta e pegamos o último barco para Encantadas às 17:00hs. Depois disso apenas os "táxis", que custam 60 reais. Essa barca custa 10 reais por pessoa.
      Chegando em Encantadas jantamos no restaurante de frente pra praia chamado Estrela do Mar. Comemos moqueca de um peixe da região para dois. Lá o próprio dono do restaurante faz um voz e violão para seus clientes. Fomos bem atendidos pelo jovem e simpático garçom, Lucas.
      Paramos pela praia, compramos um vinho no mercadinho e terminamos a noite em frente ao trapiche tomando um vinho e vendo as estrelas.
       
      Gastos:
       
      Três horas de bicicletas para duas pessoas - R$90,00
      Volta de barco para duas pessoas - R$20,00
      Muqueca para duas pessoas - R$65,00
      Refri, suco e duas latinhas - R$20,00
      Total - R$93,50
      Duas garrafas de vinho no mercadinho - R$59,80
       
      Total gasto: R$263,30
       
      12/07
       
      Acordamos, tomamos o café da manhã da pousada e fomos conhecer a Gruta das Encantadas que era dez minutos da pousada, em direção a Praia Mar de Fora. Foi construída uma passarela que facilita bastante a chegada até a Gruta, bem fácil o acesso. É o patrimônio natural mais importante da Ilha. Ficamos um tempo na Praia Mar de Fora e fomos almoçar.
      Antes paramos em um restaurante na beira da praia para tomar uma cerveja e comer um siri.
      Almoçamos no restaurante Fim da Trilha, onde há um ótimo cardápio do chef do restaurante com pratos nos valores entre 40 e 55 reais. Comemos duas massa, uma era com Camarões com ervas finas e Camarões ao fim da Trilha. No cardápio há vinhos, cervejas, sucos etc. Tomamos uma Baden Baden que custava 28 reais antes do almoço.
      Voltamos a noite nele por ser muito bom, lá também funciona uma pousada. O garçom, com uma roupa bem simples fez um dos melhores atendimentos que já presenciei, simpático sem exageros, solícito e super atento a todas as mesas do restaurante. A noite, comemos panqueca de camarão e spaghetti de frutos do Mar. Tomamos uma garrafa de Itubaína, um refri paulista de tuti-fruti. É um espaço super agradável, com áreas internas e externas, tem até uma cama de casal na parte de fora para quem quiser dar uma descansada depois da refeição.
       
      Gastos:
       
      Siri e duas garrafas de cerveja - 30,00
      Dois pratos - 90,00
      Baden Baden - 28,00
      Água - 4,00
      Total - R$134,00
      Spaguetti - R$35,00
      Panqueca - R$25,00
      Itubaína - R$6,00
      Total: R$72,60
       
      Total gasto - R$236,60
       
      13/07
       
      Acordamos, tomamos café e fomos pegar a barca das 8hs para o pontal. A barca demora 30 minutos e as 9hs pegamos o ônibus direto para Curitiba. Duas horas e meia de viagem. A passagem já tinha sido comprada na rodoferroviária no primeiro dia.
      Chegamos no hotel e fomos pegar o ônibus de turismo que passa por vários pontos turísticos de Curitiba, custa R$35,00 e você tem o direito de parar em 4 pontos a sua escolha. Ele passa de meia em meia hora nos pontos. Pegamos no ponto do Museu da Ferrovia. Nossa primeira parada foi no Jardim Botânico, muito bonito e um dos pontos turísticos mais famosos de Curitiba. Segunda parada foi na Ópera de Arame, parada rápida, bem bonito lá também. A Pedreira Paulo Leminski só é aberta quando há algum evento. De lá fomos andando até o Parque Tanguá, uma caminhada de 15 minutos. Não recomendamos fazer a pé pq tem uma subida íngreme... Melhor ficar no ponto e pegar outra jardinheira, como é conhecido o ônibus de turismo. O parque tanguá é bem bonito também, com dois paredões de pedra onde se tem vista de baixo e de cima. Próxima parada foi no bairro típico italiano, Santa Felicidade. Era segunda feira, a maioria dos restaurantes estavam fechados. Fomos para a avenida das torres para jantar em uma churrascaria. O nome é Boi Dourado, muito fraca a churrascaria. Esperávamos mais.
       
      Barca duas pessoas - R$20,00
      Ônibus de Turismo de Curitiba para duas pessoas - R$70,00
      Duas águas - R$6,00
      Táxi - R$30,00
      Janta - R$27,00 por pessoa
      Total - R$65,00
       
      Total de gastos: R$218,00
       
      14/07
       
      Acordamos, tomamos café e fomos dar uma volta pelo centro. Andamos pela Rua das Flores e passamos por alguns pontos turísticos, compramos roupas de frio já que havia umas lojinhas que estavam em promoção. Conhecemos um projeto bem legal. É o bonde da cultura, uma biblioteca dentro de um vagão de trem na Rua das Flores parado. Onde você pode levar o livro pra casa e depois devolver. Bem legal!
      Almoçamos no aeroporto, prato executivo no Lanches jatinho. E seguimos de volta a nossa amada Cidade Maravilhosa.
       
      P.f - R$27,00
       
      Total gasto: R$65,00
       
      Relato por Rafael Cassel e Larissa Benjamin.































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