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Olá viajante!

Bora viajar?

Eurotrip com a mãe - 25 dias entre França, Itália e Amsterdam

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Olá pessoal! Deixo aqui o relato da viagem que fiz com minha mãe em fevereiro de 2019. É o primeiro relato de viagem que escrevo, então já peço desculpas se algo ficar repetivivo ou não tiver detalhes. Vou escrever por partes, conforme a sequência da viagem. Let's go.

Dia 1: apresentação e embarque

Certo dia minha mãe (mamis) me revelou que tinha vontade de conhecer Paris e Roma. Ela não sabia explicar o porquê dessas duas cidades e não outras. Com bom viajante, compreendo perfeitamente essa vontade, imagino que vocês tb já quiseram visitar um lugar sem saber por que, apenas ir e pronto! Como ela não tem condições físicas nem financeiras de ir sozinha, decidi que a levaria para sua primeira viagem internacional e longa.

Com essas duas cidades em mente, a primeira coisa que eu fiz foi comprar a passagem aérea (não recomendo fazer isso rsrs, mas eu tenho uma enorme dificuldade em planejar uma viagem, se não tiver as passagens compradas era como se não tivesse certeza de que ia viajar, aí imagino que estaria planejando a toa, aí não planejaria nada e acabaria não viajando). Com várias dúvidas ainda, recorri ao mochileiros, blogs de viagens, youtube etc. Coisas como onde se hospedar, o que ver e fazer, como se locomover, quanto tempo ficar etc.

Como eu queria que mamis tivesse uma boa experiência ainda no voo de ida, optei pelas cias mais tradicionais, com boa avaliação dos usuários e que não tivessem históricos de transtornos, como perda de bagagens, atrasos etc. Nesse sentido, a melhor opção seria voar AirFrance, com a vantagem do voo direto até Paris. Comprei a passagem de SP até Roma com stopover de uma semana em Paris. Pra felicidade geral da nação, a KLM faz parte do mesmo grupo da AirFrance, então na volta podemos aproveitar outro stopover, desta vez em Amsterdam. Financeiramente a passagem saiu mais cara do que se fossêmos por outra cia, mas nessa hora o emocional ganhou do racional e comprei mesmo assim. A vantagem foi que os voos internos (de Paris a Roma e de Roma a Amsterdam) estavam inclusos e com bagagem, assim não precisei me preocupar em pesquisar voos com as low cost e gastar ainda mais pra incluir bagagem (uso isso como conforto mental pra justificar pagar a mais rs). Se eu fosse sozinho provavelmente não faria isso, mas como queria que mamis tivesse uma boa experiência valeu a pena. Outra coisa que pesou na escolha da cia foi o fato de ser a primeira viagem internacional de mamis, e também a primeira viagem longa de avião. Confesso que fiquei preocupado quanto a isso, pois o máximo que ela tinha voado antes eram 3h, e pegar um voo de quase 11h assim pode assustar um pouco. Graças a Deus ela não teve nenhum medo nem receio.

Dona Sonia (mamis) no Aeroporto de Guarulhos, momentos antes de embarcar no Boeing 777-200 da AirFrance (ao fundo)

Dona Sonia (mamis) no Aeroporto de Guarulhos, momentos antes de embarcar no Boeing 777-200 da AirFrance (ao fundo), rumo a Paris.

Também foi a primeira vez dela em um avião grande, e a primeira palavra dela ao entrar no avião: "- Que lindo!". Imaginem a minha emoção rs!

O voo trancorreu sem problemas. Pegamos turbulência na travessia do Atlântico, mas nada que assustasse. Mamis conseguiu dormir bem.

A AirFrance não foge do padrão da econômica (serviço de bordo, sistema de entretenimento, espaço para as pernas e reclinação das poltronas, além dos clássicos travesseiros, cobertores e fone de ouvido), mas tem alguns "mimos" que poucas cias oferecem, como máscara de dormir e lenço umedecido para higienizar a mão antes da refeição. O grande destaque fica para a cordialidade das comissárias e, claro, o champagne que é servido como welcome drink, mesmo na econômica.

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Champagne servido no voo da AirFrance. 

Pelas passagens, paguei R$ 3.189,58 por pessoa, comprada em junho/2018 para embarque no dia 01/fevereiro/2019. Em dólares, saiu por U$ 717,00. 

Em julho fechei o seguro viagem com a Mondial/Allianz, que custou R$ 302,24 por pessoa (era mais caro, lembro que usei um cupon de desconto). Graças a Deus não precisamos de atendimento na Europa, então não tem como avaliar o seguro.

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Dia 7: Museus, Arco do Triunfo, e Jardins

Na quinta-feira foi o cansaço do dia anterior bateu e eu também comecei a sentir um mal estar de gripe. A noite tive que ir na farmácia comprar um remédio. Coloquei no Google Tradutor os sintomas que estava sentido e mostrei para a farmacêutica, que prontamente me indicou a prateleira dos remédios que precisava.

Como só nos restava mais dois dias em Paris, percebi que não daria para ver tudo que estava no roteiro, então começamos a priorizar o que iríamos ver.

Após o café da manhã, fomos para o Museu do Louvre. Naturalmente não tinha o tempo necessário para ver o mínimo aceitável, então demos prioridade à Mona Lisa. Andamos pelo Museu passando o olhar pelo acervo. Confesso que não sou grande fã das artes, e não entendo muita coisa, mas gostaria de poder aproveitar melhor o que o Museu oferece.

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Ao chegar na Mona Lisa, a multidão de chineses foi bem complicada. Não respeitavam a ordem de chegada na "fila" e muitos passavam minutos tirando fotos sem dar espaço para as outras pressoas. Eu tive que entrar na frente de uma chinesa, que não saiu após vários pedidos de licença. Tiradas as fotos, fomos embora. Usamos o Paris Museum Pass para entrar. 

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Repito aqui o conselho que me deram enquanto eu planejava a viagem (e que eu mesmo não segui rs): antes de visitar, entre no site e faça o tour virtual para ver as obras do seu interesse e o pavilhão onde estão localizadas, assim você vai direto a elas sem perder tempo procurando (o museu é enorme, se não tiver foco vai ficar lá o dia inteiro). Outra dica (essa eu segui hahaha), é entrar no Museu via Carrousel du Louvre, evitando a fila da pirâmide; também dá para acessar pelo metrô (entrada do metrô ao lado do Arc de Triomphe du Carrousel, um arco parecido com o arco do Triunfo).

Saindo do Museu, caminhamos pelo Jardin des Tuileries...

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até a Place de la Concorde...

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depois até a Pont Alexander III.

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Pegamos o metrô e fomos até o Moulin Rouge para vê-lo por fora.

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Andamos pela redondeza à procura de algum lugar para comer. Acabamos comprando comida e mais algumas coisinhas em um monoprix e sentamos na praça para comer.

Depois pegamos o metrô até o Arco do Triunfo. Fiquei impressionado com o tamanho do arco, de boca aberta mesmo. A gente até gostaria de ter subido, mas juntando a saúde de mamis, o cansaço, a mochila com coisas compradas no mercado que não passava pela segurança e os 284 degraus, a ideia foi embora rapidinho. Não bateu arrependimento, pois ainda veria Paris de cima a partir da Torre de Notre Dame.

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O Arco é tão grande que para tirar foto dele inteiro tem que ser de longe. Aí fomos para o Jardins du Trocadéro admirar mais um pouco a Tour Eiffel.

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Seguimos andando até a Pont de Bir-Hakeim, sempre admirando a torre.

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Da Pont de Bir-Hakeim, acessamos a Allée des Cygnes, uma ilha no meio do Sena onde fica a "verdadeira" estátua da liberdade, a Statue de la Liberté Paris. É uma caminhada grande, mais de 800 metros até a estátua.

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Depois de andar tudo de novo para voltar para a Pont de Bir-Hakeim, pegamos o metrô e fomos para a Pont des Arts (a famosa ponte dos cadeados).

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Nessa hora percebi uma falha no planejamento do trajeto, pois a ponte fica praticamente do lado do Louvre e poderíamos tê-la visitado pela manhã quando fomos ao Museu. Então fica a dica de aproveitar a visita ao Museu para visitar a ponte. Ou então, se quiser andar mais um pouco, dá para conhecer saindo da Catedral de Notre Dame ou do Hôtel de Ville, em direção ao Louvre, é a próxima ponte depois da Pont Neuf. Mesmo com a determinação da prefeitura de retirada dos cadeados, dá para ver que tem gente que ainda continua colocando.

De lá fomos ver a Galeries Lafayette por fora, já que não daria tempo (nem estava com tanta vontade assim) de entrar.

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Para fechar o dia, seguimos para o Museu Quai d'Orsay, que achei bem interessante (confesso que gostei mais dele do que do Louvre), porém ficamos bem pouco porque já estava fechando.

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Dia 8: Último dia - Cortes no Roteiro

Nosso último dia em Paris, tivemos que cortar várias coisas do roteiro porque não daria tempo. Desistimos de ir na Citypharma, ao Pantheon, ao Palácio e Jardins de Luxemburgo, Saint-German-des-Prés, Quartier Latin, Saint Chapelle e Montmartre. Também não entramos no Centre Georges Pompidou (tive que me contentar e apenas vê-lo por fora no primeiro dia). Também estava previsto ir no Castelo de Vincennes, mas sem condições. Isso sem contar que muitas coisas que fizemos no dia anterior, como a Pont des Arts, Allée des Cygnes e Moulin Rouge estavam originalmente escaladas para a sexta-feira. Acho que eu superestimei a nossa disposição em andar pela cidade, não considerei que uma hora bate o cansaço e um dia ou outro a gente acaba ficando até mais tarde na cama, ou cansa de andar e acaba desistindo de uma atração para ir para o hotel mais cedo, achando que vai dar para fazer outro dia. O Palácio de Versalhes por exemplo eu nem coloquei no roteiro, pois não achei válido gastar quase um dia de passeio só para ele. Outro lugar que eu queria ter ido era as Catacumbas, mas foi retirado durante o planejamento ainda, em acordo com mamis. Outra coisa que contribui também foi o fato de que não estava previsto a gente ir para a Disney, então quando comprei os ingressos na promoção tive que redistribuir as atividades.Também a ida ao Mont Saint Michel ocupou dois dias do  roteiro. Na prática, tivemos que fazer em quatro dias o que estava previsto fazer em sete, assim foi inevitável ter que fazer os cortes. Mas de forma alguma me arrependo rs, afinal o Mont Saint Michel é um local mágico e vale muito a pena ir, mesmo com os custos e logística envolvidos, e a Disney é realmente um lugar de magia. Também, o gostinho de quero mais de Paris ajuda a manter a vontade de voltar né. Por fim, percebi que Paris tem muito mais coisas para ver e descobrir do que o que a gente imagina. Acho que isso vale para qualquer destino. Permitir-se sair andando pela cidade sem destino, descobre-se coisas que não achamos na internet nem nas histórias de quem já foi, e acho que é isso que torna cada viagem única para cada pessoa. Assim, fica a dica de você deixar um espaço em aberto no seu roteiro, sem compromissos, para poder descobrir detalhes que tornam a viagem única. 

Dia 8 - Notre Dame, Passeio de Barco e Museu do Ar e do Espaço

Apesar dos cortes, conseguimos aproveitar bem o dia, de forma um pouco mais calma ainda, já que o roteiro foi enxugado. Pela manhã fomos à Catedral de Notre-Dame, onde entramos (gratuito) e subimos a Torre (Paris Museum Pass). Existe uma fila virtual para subir, tem um aplicativo chamado JeFile onde no dia que você quer subir você entra no App e "reserva" um horário. É importante entrar logo pela manhã (umas 6h ou 7h) porque esgota rápido. Assim, com a hora marcada entra direto sem pegar fila nem esperar ter "vaga" para subir. Obs.: tudo isso foi em fevereiro de 2019, depois do incêndio e da pandemia podem ser que tenham alterado o esquema de acesso à Torre.

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Era um imperativo para mim subir a torre, pois a visão de Paris dela com as gárgulas é uma das imagens mais lindas que eu já vi da cidade e precisava ver isso pessoalmente. É uma escadaria bem pesada para subir. Eu perguntei se mamis queria ficar no térreo esperando enquanto eu subia mas ela quis subir também. Ela teve bastante dificuldade por causa da condição dela, mas subimos devagar sempre parando quando ela cansava demais. Ao chegar lá em cima tem um banquinho para as pessoas sentarem e ela ficou descansando alguns minutos.

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Saindo da Catedral, fomos para o Rio Sena fazer um passeio de Batobus. A minha intenção era fazer o passeio completo, mas mamis não gostou muito e descemos dois pontos depois de onde embarcamos.

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Paramos um tempinho para decidir os cortes do roteiro e então seguimos para nossa última atração na cidade, o Musée de l'Air et de l'Espace, em Le Bourget. 

A intenção era ir de transporte público, pegamos o metrô até a estação La Courneuve e descemos para pegar o ônibus 152. Essa região nem parece Paris, há muitas barracas de venda no estilo feira livre, com muita sujeira no local e pessoas mal encaradas, passando uma sensação de insegurança. Como eu não conseguia achar o ponto de ônibus e não me senti seguro na região, decidi chamar um Uber para nos levar até o Museu.

Eu e mamis gostamos muito de avião, então era imprescindível visitar o Museu, afinal lá tem a "Rainha dos Céus" (o Boeing 747) e dois Concordes. Já que não temos oportunidade de voar neles, pelo menos tivemos o gosto de conhecê-los no Museu. Entramos com o Paris Museum Pass.

Para voltar para Paris, pegamos o ônibus num ponto em frente ao Museu. Passamos em frente ao Stade de France mas nem deu para tirar foto.

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Dia 9: ida para Roma

Fizemos check-out no hotel e fomos para o aeroporto. Para fechar a viagem, comprei o famoso macaron na Ladurée para experimentar e nem mamis nem eu gostamos (parece um suspiro recheado rs). Nos despedimos da França e seguimos viagem para Roma.

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Continuação do relato pela Itália:

 

Continuação do relato pela Holanda:

 

  • 1 ano depois...
Postado
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Em 25/07/2020 em 21:53, Jonatas Elias disse:

Dia 7: Museus, Arco do Triunfo, e Jardins

Na quinta-feira foi o cansaço do dia anterior bateu e eu também comecei a sentir um mal estar de gripe. A noite tive que ir na farmácia comprar um remédio. Coloquei no Google Tradutor os sintomas que estava sentido e mostrei para a farmacêutica, que prontamente me indicou a prateleira dos remédios que precisava.

Como só nos restava mais dois dias em Paris, percebi que não daria para ver tudo que estava no roteiro, então começamos a priorizar o que iríamos ver.

Após o café da manhã, fomos para o Museu do Louvre. Naturalmente não tinha o tempo necessário para ver o mínimo aceitável, então demos prioridade à Mona Lisa. Andamos pelo Museu passando o olhar pelo acervo. Confesso que não sou grande fã das artes, e não entendo muita coisa, mas gostaria de poder aproveitar melhor o que o Museu oferece.

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Ao chegar na Mona Lisa, a multidão de chineses foi bem complicada. Não respeitavam a ordem de chegada na "fila" e muitos passavam minutos tirando fotos sem dar espaço para as outras pressoas. Eu tive que entrar na frente de uma chinesa, que não saiu após vários pedidos de licença. Tiradas as fotos, fomos embora. Usamos o Paris Museum Pass para entrar. 

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Repito aqui o conselho que me deram enquanto eu planejava a viagem (e que eu mesmo não segui rs): antes de visitar, entre no site e faça o tour virtual para ver as obras do seu interesse e o pavilhão onde estão localizadas, assim você vai direto a elas sem perder tempo procurando (o museu é enorme, se não tiver foco vai ficar lá o dia inteiro). Outra dica (essa eu segui hahaha), é entrar no Museu via Carrousel du Louvre, evitando a fila da pirâmide; também dá para acessar pelo metrô (entrada do metrô ao lado do Arc de Triomphe du Carrousel, um arco parecido com o arco do Triunfo).

Saindo do Museu, caminhamos pelo Jardin des Tuileries...

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até a Place de la Concorde...

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depois até a Pont Alexander III.

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Pegamos o metrô e fomos até o Moulin Rouge para vê-lo por fora.

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Andamos pela redondeza à procura de algum lugar para comer. Acabamos comprando comida e mais algumas coisinhas em um monoprix e sentamos na praça para comer.

Depois pegamos o metrô até o Arco do Triunfo. Fiquei impressionado com o tamanho do arco, de boca aberta mesmo. A gente até gostaria de ter subido, mas juntando a saúde de mamis, o cansaço, a mochila com coisas compradas no mercado que não passava pela segurança e os 284 degraus, a ideia foi embora rapidinho. Não bateu arrependimento, pois ainda veria Paris de cima a partir da Torre de Notre Dame.

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O Arco é tão grande que para tirar foto dele inteiro tem que ser de longe. Aí fomos para o Jardins du Trocadéro admirar mais um pouco a Tour Eiffel.

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Seguimos andando até a Pont de Bir-Hakeim, sempre admirando a torre.

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Da Pont de Bir-Hakeim, acessamos a Allée des Cygnes, uma ilha no meio do Sena onde fica a "verdadeira" estátua da liberdade, a Statue de la Liberté Paris. É uma caminhada grande, mais de 800 metros até a estátua.

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Depois de andar tudo de novo para voltar para a Pont de Bir-Hakeim, pegamos o metrô e fomos para a Pont des Arts (a famosa ponte dos cadeados).

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Nessa hora percebi uma falha no planejamento do trajeto, pois a ponte fica praticamente do lado do Louvre e poderíamos tê-la visitado pela manhã quando fomos ao Museu. Então fica a dica de aproveitar a visita ao Museu para visitar a ponte. Ou então, se quiser andar mais um pouco, dá para conhecer saindo da Catedral de Notre Dame ou do Hôtel de Ville, em direção ao Louvre, é a próxima ponte depois da Pont Neuf. Mesmo com a determinação da prefeitura de retirada dos cadeados, dá para ver que tem gente que ainda continua colocando.

De lá fomos ver a Galeries Lafayette por fora, já que não daria tempo (nem estava com tanta vontade assim) de entrar.

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Para fechar o dia, seguimos para o Museu Quai d'Orsay, que achei bem interessante (confesso que gostei mais dele do que do Louvre), porém ficamos bem pouco porque já estava fechando.

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Dia 8: Último dia - Cortes no Roteiro

Nosso último dia em Paris, tivemos que cortar várias coisas do roteiro porque não daria tempo. Desistimos de ir na Citypharma, ao Pantheon, ao Palácio e Jardins de Luxemburgo, Saint-German-des-Prés, Quartier Latin, Saint Chapelle e Montmartre. Também não entramos no Centre Georges Pompidou (tive que me contentar e apenas vê-lo por fora no primeiro dia). Também estava previsto ir no Castelo de Vincennes, mas sem condições. Isso sem contar que muitas coisas que fizemos no dia anterior, como a Pont des Arts, Allée des Cygnes e Moulin Rouge estavam originalmente escaladas para a sexta-feira. Acho que eu superestimei a nossa disposição em andar pela cidade, não considerei que uma hora bate o cansaço e um dia ou outro a gente acaba ficando até mais tarde na cama, ou cansa de andar e acaba desistindo de uma atração para ir para o hotel mais cedo, achando que vai dar para fazer outro dia. O Palácio de Versalhes por exemplo eu nem coloquei no roteiro, pois não achei válido gastar quase um dia de passeio só para ele. Outro lugar que eu queria ter ido era as Catacumbas, mas foi retirado durante o planejamento ainda, em acordo com mamis. Outra coisa que contribui também foi o fato de que não estava previsto a gente ir para a Disney, então quando comprei os ingressos na promoção tive que redistribuir as atividades.Também a ida ao Mont Saint Michel ocupou dois dias do  roteiro. Na prática, tivemos que fazer em quatro dias o que estava previsto fazer em sete, assim foi inevitável ter que fazer os cortes. Mas de forma alguma me arrependo rs, afinal o Mont Saint Michel é um local mágico e vale muito a pena ir, mesmo com os custos e logística envolvidos, e a Disney é realmente um lugar de magia. Também, o gostinho de quero mais de Paris ajuda a manter a vontade de voltar né. Por fim, percebi que Paris tem muito mais coisas para ver e descobrir do que o que a gente imagina. Acho que isso vale para qualquer destino. Permitir-se sair andando pela cidade sem destino, descobre-se coisas que não achamos na internet nem nas histórias de quem já foi, e acho que é isso que torna cada viagem única para cada pessoa. Assim, fica a dica de você deixar um espaço em aberto no seu roteiro, sem compromissos, para poder descobrir detalhes que tornam a viagem única. 

Dia 8 - Notre Dame, Passeio de Barco e Museu do Ar e do Espaço

Apesar dos cortes, conseguimos aproveitar bem o dia, de forma um pouco mais calma ainda, já que o roteiro foi enxugado. Pela manhã fomos à Catedral de Notre-Dame, onde entramos (gratuito) e subimos a Torre (Paris Museum Pass). Existe uma fila virtual para subir, tem um aplicativo chamado JeFile onde no dia que você quer subir você entra no App e "reserva" um horário. É importante entrar logo pela manhã (umas 6h ou 7h) porque esgota rápido. Assim, com a hora marcada entra direto sem pegar fila nem esperar ter "vaga" para subir. Obs.: tudo isso foi em fevereiro de 2019, depois do incêndio e da pandemia podem ser que tenham alterado o esquema de acesso à Torre.

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Era um imperativo para mim subir a torre, pois a visão de Paris dela com as gárgulas é uma das imagens mais lindas que eu já vi da cidade e precisava ver isso pessoalmente. É uma escadaria bem pesada para subir. Eu perguntei se mamis queria ficar no térreo esperando enquanto eu subia mas ela quis subir também. Ela teve bastante dificuldade por causa da condição dela, mas subimos devagar sempre parando quando ela cansava demais. Ao chegar lá em cima tem um banquinho para as pessoas sentarem e ela ficou descansando alguns minutos.

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Saindo da Catedral, fomos para o Rio Sena fazer um passeio de Batobus. A minha intenção era fazer o passeio completo, mas mamis não gostou muito e descemos dois pontos depois de onde embarcamos.

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Paramos um tempinho para decidir os cortes do roteiro e então seguimos para nossa última atração na cidade, o Musée de l'Air et de l'Espace, em Le Bourget. 

A intenção era ir de transporte público, pegamos o metrô até a estação La Courneuve e descemos para pegar o ônibus 152. Essa região nem parece Paris, há muitas barracas de venda no estilo feira livre, com muita sujeira no local e pessoas mal encaradas, passando uma sensação de insegurança. Como eu não conseguia achar o ponto de ônibus e não me senti seguro na região, decidi chamar um Uber para nos levar até o Museu.

Eu e mamis gostamos muito de avião, então era imprescindível visitar o Museu, afinal lá tem a "Rainha dos Céus" (o Boeing 747) e dois Concordes. Já que não temos oportunidade de voar neles, pelo menos tivemos o gosto de conhecê-los no Museu. Entramos com o Paris Museum Pass.

Para voltar para Paris, pegamos o ônibus num ponto em frente ao Museu. Passamos em frente ao Stade de France mas nem deu para tirar foto.

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Dia 9: ida para Roma

Fizemos check-out no hotel e fomos para o aeroporto. Para fechar a viagem, comprei o famoso macaron na Ladurée para experimentar e nem mamis nem eu gostamos (parece um suspiro recheado rs). Nos despedimos da França e seguimos viagem para Roma.

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Continuação do relato pela Itália:

 

Continuação do relato pela Holanda:

 

Cara que relato incrível! Parabéns por proporcionar essa experiência pra sua mãe!

Além de tudo tem ótimas dicas!

Abraço.

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6 horas atrás, Pericles David disse:

Cara que relato incrível! Parabéns por proporcionar essa experiência pra sua mãe!

Além de tudo tem ótimas dicas!

Abraço.

Obrigado! Se não fosse por ela eu não teria ido também. 

  • 11 meses depois...
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GASTOS E CONSIDERAÇÕES FINAIS
Aqui deixo uma descrição dos gastos que tivemos. Não relaciono as compras por ser algo bem pessoal que varia de pessoa para pessoa. Sobre o gasto em dinheiro, reservamos a quantia prevista para aquele dia e ia pagando as coisas. Em relação a alimentação, procuramos um meio termo: quando almoçávamos em restaurante não jantávamos, deixando para comer a noite algum lanche (geralmente comprando pão, queijo etc. no supermercado pra comer no quarto do hotel). Nos dias que não almoçávamos procurávamos comer em restaurante para jantar. Restaurante aqui são restaurantes simples, frequentados pela população mesmo. Nada de restaurantes badalados ou com estrela Michelan. Muitos dias também passamos com comida de barraquinhas de rua, beliscadas ao longo do dia. Em todos os dias o café da manhã foi sagrado: se o hotel não oferecia na diária, íamos a alguma padaria ou equivalente para o desjejum antes de começar os passeios.

HOSPEDAGEM: todos os hotéis foram reservados no Brasil e pagos pelo hotels.com.br. Parcelado em 12x.

  • 2 diárias em Paris, Hotel Aida Marais Printania, valor por pessoa R$ 331,28, valor total R$ 662,56;
  • 1 diária no Mont St. Michel, Hotel Le Mouton Blanc, valor por pessoa R$ 416,15, valor total R$ 832,29;
  • 4 diárias em Paris, Hotel Ainda Marais Printania, valor por pessoa R$ 668,68, valor total R$ 1.337,36;
  • 3 diárias em Roma, SHG Hotel Portamaggiore, valor por pessoa R$ 412,55, valor total R$ 825,09;
  • 4 diárias em Veneza, Hotel Gorizia A La Valigia, valor por pessoa R$ 780,33, valor total R$ 1.560,66;
  • 2 diárias em Florença, Hotel Plus Florence, valor por pessoa R$ 214,77, valor total R$ 429,53;
  • 2 diárias em Roma, SHG Hotel Portamaggiore, valor por pessoa R$ 219,28, valor total R$ 438,56;
  •  6 diárias em Amsterdam, Lloyd Hotel, valor por pessoa R$ 1.004,32, valor total R$ 2.008,64;

Valor total gasto com hospedagem: R$ 4.047,35, total de R$ 8.094,69, dando R$ 4.047,35 por pessoa.
Além do gasto no Brasil, foram desembolsados € 124,21 (€ 62,11 por pessoa) de Taxas de Hospedagem, que foram pagas na hora do check-in. Esse valor foi pago com o dinheiro levado na viagem.

INGRESSOS: os principais ingressos foram comprados no Brasil, pago no cartão de crédito. Muitos precisam ser comprados com antecedência, pois se deixar para comprar na hora corre risco de não ter.

  • Disneyland Paris, 2 parques/1 dia, valor por pessoa € 49,00, valor total € 98,00;
  • Tour Eiffel - Elevador até o Summit, valor por pessoa € 25,50, valor total € 51,00;
  • Pisa: Catedral, Batistério e Camposanto (Torre só por fora), valor por pessoa € 7,00, valor total € 14,00;
  • Coliseu e Forum Romano, valor por pessoa € 14,00, valor total € 28,00;
  • Anne Frank House, valor por pessoa € 10,00, valor total € 20,00 + € 1,00 de taxa;
  • Van Gogh Museum, valor por pessoa € 19,00, valor total € 38,00;

TRANSPORTES: Eu realmente não lembro se o I Amsterdam City Card foi comprado no dinheiro ou cartão de crédito. Mas ele foi comprado na chegada em Amsterdam, naquelas máquinas de autoatendimento.

  • Passagem aérea de São Paulo para Roma, com stopover em Paris na ida e Amsterdam na volta, comprada no site da Air France: R$ 3.189,58 por pessoa (700 e poucos dólares na época), valor total R$ 6.379,16. Pago no cartão de crédito.
  • Trem-bala SNCF de Paris para Rennes, ida e volta: € 20,00 por pessoa por trecho, total de € 80,00. Pago por Paypal.
  • Ônibus de Rennes até o Mont St. Michel, ida e volta: € 15,00 por pessoa por trecho, total de € 60,00. Pago no cartão de crédito;
  • Uber em Paris: € 13,53, de La Courneuve até o Museu do Ar e do Espaço, pago no cartão de crédito;
  • Trem-bala Italo de Roma para Veneza, € 9,90 por pessoa, total de € 19,80, pago por Paypal;
  • Trem Regional Trenitalia de Veneza para Milão, ida e volta, € 20,70 por pessoa por trecho, total de € 82,80, pago no cartão de crédito;
  • Trem-bala Italo de Veneza para Florença, € 9,90 por pessoa, total de € 19,80, pago por Paypal;
  • Trem regional Trenitalia de Florença para Pisa, € 8,60 por pessoa, total de € 17,20, pago por Paypal;
  • Trem regional Trenitalia de Pisa para Lucca, € 3,60 por pessoa, total de € 7,20, pago por Paypal;
  • Trem regional Trenitalia de Lucca para Florença, € 7,80 por pessoa, total de € 15,60, pago por Paypal;
  • Trem-bala Italo de Florença para Roma, € 9,90 por pessoa, total de € 19,80, pago por Paypal;
  • Uber em Roma, € 22,01, volta para o hotel, pago no cartão de crédito;
  • Uber em Amsterdam, € 37,46, ida do hotel para o aeroporto, pago no cartão de crédito;

OUTROS GASTOS:

  • Seguro Viagem Allianz, R$ 302,24 por pessoa, total R$ 604,48, parcelado em 6x;
  • 2.700 euros comprados aos poucos, em várias datas, cotação média de R$ 4,90. Total de R$ 12.660,68 (R$ 6.330,34 por pessoa);

CUSTO TOTAL DA VIAGEM: R$ 30.900,49, dando R$ 15.450,25 por pessoa, uma média de R$ 594,24 por pessoa por dia.

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