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Da Silva Junior

Ferrotrekking de Marechal Floriano x Matilde (Alfredo Chaves)

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Dia 03 e 04 Final de Semana de Novembro de 2018.

fiz umas das outras doideiras que eu faço nessa vida de Trilhas.
fiz um Ferrotrecking de Marechal Floriano a Vargem Alta em Dois Dias 66km percorridos na Linha Férrea da Antiga Estrada de Ferro da Leopoldina passei por dois Distritos de Marechal Rio Fundo e Araguaya, quatro de Alfredo Chaves Iritimirim, Matilde, Ibiritirui (Engano), Ipê Açu, Guiomar e Vargem Alta centro. 
abaixo a foto da chegada de sexta dia 02.

 

dormir na Estação Ferroviária de Marechal Floriano armei minha barraca e cinco e quinze partir para essa aventura louca. 

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Ninguém me incomodou foi tranquilo

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Amanheceu acordei as quatro e meia já estava claro e cinco e quinze eu partir, prometi que ia tomar café da manhã em Rio Fundo nossa primeira Parada prometi mais nunca ví tão longe, passei por três mini Pontilhões até chegar em Rio Fundo. abaixo algumas fotos.

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Fotos partiu bay bay estação rumo a Rio Fundo 

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Estação ficando para trás bem comecei a jornada passando pela Casa de Turma da VLI.

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Sentido Centro da Cidade aí vem o Primeiro Mini Pontilhão. 

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Depois disso só Fazenda e Mini Pontilhões.

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26.thumb.jpg.6e57110141acfdeed7e5ea4004b2331f.jpg24.thumb.jpg.dff61aac59f7d2a93d1a31cde03d4860.jpg25.thumb.jpg.e92b67cf4a66beab0b3210d4537d3155.jpg

Segundo Mini Pontilhão

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  Depois OLHA QUE BELO VISUAL A CURVA. 13.thumb.jpg.94ca73d0bb082bdbb4ad5fefa9f4b662.jpg

Rio Jucu Braço Sul acompanhando um pouco. e chegando no Terceiro Mini Pontilhão

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Olha que Cenário mãe e filha aguardando o Ônibus enquanto a gente trilha. 

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Chegando em Rio Fundo Ex parada Ferroviária depois de cinco horas de caminhada rumo a Araguaya. e depois Três mini pontilhões as primeiras fotos era o local exato de ex parada ferroviária Distrito de Marechal Floriano. 

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ao longe se vÊr a antiga caixa d"água da estação. 

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Local Exato e caixa de Aguá para abastecimento das Locomotivas. 

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Aqui Ficava a antiga plataforma. 

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isso as 10:22 continuando o Rumo para Araguaya que é município de Marechal ainda. 

Abaixo o quarto mini Pontilhão 

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Quinto Mini Pontilhão mais 200 mts a frente.

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Depois daí andei por mais uma hora e pouco já chegando nos limites de Araguaya, 

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Depois dessa Curva estava chegando perto da estação e minha água estava acabando abaixo foto do patio de Eucalipto da Antiga Aracruz Celulose. 

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Olha o Eucalipto 600 mts da Estação aí nesse trecho. 

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Nessa casa ali atras branca o proprietário um rapaz novo passou nesse caminho aí de moto eu abordei o mesmo para encher minha garrafa de água o mesmo me tratou bem e não só conseguir encher minhas garrafas como ganhei doze Bananas e um maçã olha que tava dando 11:53 da manhã enchi de suprimento e partir para descansar e almoçar em Araguaya. 

30.thumb.jpg.be55fd0ffb770fdc6fe18ae265494683.jpg29.thumb.jpg.3b2945a0b64dc1734cfb411829646bef.jpg

chegando.

27.thumb.jpg.3122855ae3774abde36dbaf7b5869ab6.jpg26.thumb.jpg.d18abfb4e63b67a48ed7cf2b4498cc11.jpg

Virou a linha passa pela Rodovia Francisco Stocker. ou melhor a Rodovia passa pela linha pois ela já estava antes da via. 

Lá embaixo na foto olha a placa de entrada da Cidade. Chegamos em Araguaya. 

31.thumb.jpg.317f6f3199c1501ca060ecf464c66c4b.jpg01.thumb.jpg.01d3aac42bbced7c06673ef91bbff326.jpg02.thumb.jpg.d3f9dbf5af2bc8a99bf2cb51cf4b7897.jpg

Depois disso segui para chegar na Estação passando pelo perímetro urbano até a vista dela do lado direito vi um restaurante de onde eu comprei um marmitex por dez reais e almoçei na Estação onde eu descansei por uma hora merecido kkkk. 03.thumb.jpg.e4328b318643ce3242b008c8f9b19008.jpg04.thumb.jpg.e0fd2ccce31264609ecd8134fa37088f.jpg05.thumb.jpg.14d84aa107e30a4f1d6716521b7e65b8.jpg06.thumb.jpg.1312ef030309a9e261bf8705524bae75.jpg07.thumb.jpg.3e8aae1850f4232424324181f6f6c9b2.jpg08.thumb.jpg.21840993a744c7e2b011d092181d677f.jpg

Olha a Vista da Estação desse ponto do Lado direito tem um Restaurante. 

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Casa da Cultura de Araguaya.

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Vista um pouco da Cidade de Comunidade Italiana. 

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Museu do Futebol.

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Olha a Bandeira Italiana. 

Fotos da Estação chegada.

28.thumb.jpg.55784c2f4844847e4bc9f92204ff5a24.jpg17.thumb.jpg.0711af7ed7d96ec0eb976dcaf874e238.jpg19.thumb.jpg.bbebf44cd08d6eeabb5a11c66d04172e.jpg20.thumb.jpg.d0d8e10734eb28adfce1fb02bf5ed87a.jpg21.thumb.jpg.e392ade7f564aa6524ef2c738d6d1f73.jpg23.thumb.jpg.4eacd2da0c1894208a84a0f4c15ad6a4.jpg

Só não entendi porque a VLI- Vale devolveu para o DNIT

24.thumb.jpg.d4eb670d8efacbdcdd93485f0da3f25c.jpg

Mais Fotos da Estação. 

26.thumb.jpg.7b8c1a97b7dd900dba3deae839424783.jpg22.thumb.jpg.e5bd308017c2c6a429ab5253a1b0fad0.jpg

13:15 partida para Iritimirim primeiro Distrito de Alfredo Chaves partiu continuar. 

Estação ficando para trás. 

29.thumb.jpg.f04a406b7c41d2a30e321332fcfceac2.jpg31.thumb.jpg.d9c57fc7e162f6d15858fd3d11b60d85.jpg30.thumb.jpg.2d268743b1018c486908c60c3326ce8e.jpg

andei por duas horas e quarenta minutos eu chegava em Iritimirim (Alfredo Chaves) o trecho não tem pontilhões nem Túnel mais mato e pastagem poucas casas na via. 

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assim olha a Parada Ferroviária de Iritimirim feito alcançado 15:57 chegando em Iritimirim em Alfredo Chaves a cidade é para dentro mais notei que é um conjunto de oito casas e uma Igreja. 

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Olha essa Casinha Parada Ferroviária de Iritimirim (Alfredo Chaves). 

03.thumb.jpg.e679b9918dcd70e4dc889788b8e0d6ae.jpg05.thumb.jpg.930ae7a272c336caa1d2332018414f24.jpg04.thumb.jpg.8812f65ffa853dbadd42db90ac884758.jpg06.thumb.jpg.c7504807fb90ca8bbb92035713c5bd7e.jpg

Olha a Plataforma ainda.07.thumb.jpg.31fdb8201879d8089aca074f61877232.jpg08.thumb.jpg.ada14032966f8206b6660619941edb75.jpg10.thumb.jpg.9c113af0b1ddfd4596d91d4b7906fa75.jpg

Eu Aguardando o Trem para voltar pra Vitoria esqueci que meu tempo passou cheguei tarde. 

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mais vai que cola nada eu quero continuar. 

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Partir daí com dez minutos de descanso pois a a bagagem tava começando a fazer peso olha minha sobrevivência que eu levei ou melhor minha casa. 

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Trilheiro e aventureiro kkkk quer coisa melhor. 

Segui viagem para Matilde seria minha ultima parada aí mais na frente a 150 mts topei com outro mini pontilhão o quinto da via.

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Mais 10 km eu chegava em Matilde só com curvas e umas poucas retas na via Férrea.

naquela curva eu chegava em matilde depois de uma Hora de Iritimirim 350 mts do Pontilhão e da Estação. 

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Aí depois dessa curva uns metros já do Pontilhão sobre o Rio Benevente show demais estaria terminando meu primeiro objetivo. 

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Aí passando pela Rua Olinda Donatello a Direita começa o Pontilhão sobre o Rio Benevente a um metro eu chegaria na Estação. 

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Pontilhão Sobre o Rio Benevente. 01.thumb.jpg.4a67523e1a34d161b834fc1d11847a68.jpg09.thumb.jpg.5eadb29fa6bc693fb311651bd726f1f8.jpg02.thumb.jpg.77085a6b1aa543010872ec772124b256.jpg03.thumb.jpg.65dc89a3ce47f71b33f5fa132ce6d008.jpg04.thumb.jpg.0c68f7fc570ced1742719449905c3eea.jpg

em cima do pontilhão.

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assim que sair do Pontilhão vi a Caixa d"aguá e a Estação ao Fundo conseguir bati o primeiro desafio que emoção chegar e bater 33 km no primeiro dia ferrotrekking. 

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Patio da Estação.

02.thumb.jpg.0f08bd38fea853b11bba3f29806a7ec8.jpg03.thumb.jpg.97fb52996e190f4eeef98b60070b2386.jpg

Olha que demais isso as 16:20 objetivo completado no primeiro dia showw demais.

Patio da Estação, Casa de Turma, Virador de Vagões e antiga plataforma. 

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Parte do Museu, Restaurante. 

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Parte que o pessoal usa como área aberta 

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Saindo da Estação de Matilde mais 12 km ate Ibitirui ou mais conhecida como Engano e uma e meia de trilha no Escuro cheguei bem a noite.

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Cachoeira de Matilde do Lado aí eu estava na posição mais alta. 

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Sexto Pontilhão a partir daí escureceu 
andei 12 no Escuro depois desse pontilhao das fotos a luz foi embora.
só com lanterna na cabeça.

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Andei 12 km por uma hora e meia e cheguei a Ibitirui onde eu acampei na Estação e no outro dia fui para meu Segundo dia de Ferrotrekking, esse trecho de Marechal x Matilde recomendo muita garrafa d!aguá e nada de fazer sozinho igual eu fiz pois só se vc for aventureiro mesmo o trecho é ótimo e não enfrenta perigos seja por animal seja terreno acidentado fora que os moradores são bem receptivos, recomendo para grupos fazerem e outra tem que ter disposição porque no final cansa ok, e não façam como eu dois seguidos.

meu contato para mais duvidas: 

Da Silva Jr. especialista em Ferrotrekking 

Guia de Turismo 27 996973825 

 

 

 

 

 

 

 

 

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        Data marcada. É hora de se aprontar, 03/11/2018. Saindo de Brasília-DF em direção a Corumbá de Goiás-GO, passagem baratinha, apenas R$23,00, onde pernoitei. Dia seguinte, hora de dar inicio, mas antes... Interessante àquela voltinha na cidade e apreciação do lugar.
      1° dia – Corumbá de Goiás x Cocalzinho, 04/11 Domingo
                         
        Com inicio ás 09:00 do dia 04/11 comecei a trilha bastante empolgado. Feito algumas vezes de mountain bike, já conhecia o percurso com chegada até Pirenópolis. Clima agradável, bastões firmes e mochilão lotado, 22kg para alegria das minhas costas e pernas, entretanto, a emoção contida me dava forças. Passando pelo portal dando inicio a trilha fechada, bastante sombra, em seguida pegando o asfalto, foi percorrida neste dia 23 km até Cocalzinho onde pernoitei, a caminhada foi de 12 horas, sinalização ótima. Momento de montar camping e relaxar, acampei as margens do parque logo na saída da cidade, antes passei em um Hotel (SÃO JORGE) para higiene pessoal, o que era feito em paradas antes de dormir ao longo do percurso, isso quando não havia possibilidades de me lavar em lugares nas proximidades ao local escolhido para acampar... Muita fome!
       

      Portal – Início da trilha

      Cidade de Corumbá de Goiás
       
           
      Frutas no caminho
       
      2° dia – Cocalzinho x Pirenópolis, 05/11 Segunda–Feira

      Descanso para dar inicio a subida
       
        Sai ás 06h00 da manhã, tomei café reforçado e o tempo indicando que seria um dia favorável, em direção ao pico do Pireneus, lugar maravilhoso. Um dos trechos mais ricos em paisagens e o mais bem estruturado em apoios aos caminhantes, foi possível ver o espetáculo da natureza, são exemplos os cachorros do mato, tucanos, araras, varias espécies de aves e seus cantos, somado à vista sendo apreciada da capela Santíssima Trindade dos Pirineus, próximo de 1340m de altitude. O maior pico de todo caminho. Uma parcela deste percurso não faz parte do trajeto de Cora, o desvio foi feito devido minha ida à Cocalzinho, percorrido em média 11Km a mais do previsto. Dando continuidade a trilha segui sentido a Pirenópolis, um banho na cachoeira (Abade) e descanso no morro com vista à cidade, foi uma caminhada tranquila apesar da chuva no final do trecho, seguindo as sinalizações que ainda estavam muito bem orientadas, cheguei por volta das 17h40, um percurso de 24km um banho de rio para refrescar um pouco e encontrar repouso. Acampei em uma das margens do rio, lugar muito seguro para camping, muito seguro e bonito. Hora do jantar, imagine uma sopa gostosa!
       
      Obs: Dentro do parque não tem hospedagem, pode acampar, mas antes é preciso fazer contato com a administração.

      Frase de Cora
       

      Acampamento em Cocalzinho de Goiás
       

      Chegando ao Pico dos Pireneus

      Pico dos Pireneus

      Vista para a Cidade de Pirenópolis
       
      3° dia – Pirenópolis x Caxambú, 06/11 Terça – Feira

      Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário
       
                          
      Outras
       
       
      Até aquele momento o caminho era desconhecido, dando a sensação de que a trilha havia começado naquele instante, grandes fazendas, trecho de muita mata, entre outros. O percurso desse trecho exige umpouco de cuidado, até por que próximo à passagem tem um rio em que a água é forte, acredito que em toda época do ano, mais a frente há sinalização mostrando o sentido, porém deve-se atravessar saltando à cerca e dar continuidade a estrada de terra. “Que morro é esse?”
      Parte final até a chegada a cidade de Caxambu, nível de subida difícil, exigiu muito de mim até chegar ao topo, sensação de alivio ao ver a vista da cidade, muito cuidado com a descida também, trata-se de um terreno muito íngreme, se tornando pesada a descida. Dando sequência e com o dia próximo de escurecer, a caminho da cidade para cuidar do corpo, dei de frente com um carro onde o condutor me parou, mas que alegria! Sr.Kinzinho, o que dizer dessa pessoa? Feito o convite para me hospedar em sua casa, não tinha como não aceitar, a forma em que fui abordado foi irrecusável, naquela noite estava muito cansado e fraco, foram percorridos 28 km de percurso bem difíceis. Então aquele convite veio em um bom momento, em meio a muitas conversas, o jantar então, estava maravilhoso, feito à lenha tudo muito fresquinho e muito bem temperado, a cama muito aconchegante e quentinha, ao acordar aquele delicioso café da manhã feito pela dona Cleusa. Se recomendo? Super-recomendo.

      Casa do Sr. Kinzinho
                                                                                                                                                                                                                                    
              O percurso de Pirenópolis ao povoado de Caxambu é o último trecho de relevo mais acentuado, cruza remanescentes de mata primária e transpõe as serras Paraíso e Caxambu  esta última com mais de mil metros de altitude. Percorre partes do antigo caminho dos escravos, que ligava a Fazenda Babilônia (1800) a Pirenópolis.
          
                             
       
      4° dia Caxambu x Radiolândia 07/11 Quarta – feira

      O percurso de Caxambu a Radiolândia cruza a BR-153 (Belém-PA – Brasília-DF), até atingir a Rodovia Bernardo Sayão, próximo ao povoado de Radiolândia.
      Acordei por volta das 05h00, sai ás 06h00, trilha adentro, em média 5 km o povoado de Caxambu, na saída da cidade à esquerda, sinalização muito boa, sem chances de erro, trecho onde passa por meio de muitas fazendas, tornando o acesso mais curioso e atrativo, decidi então fazer o percurso até Radiolândia, dia seguinte já sabia o grau de dificuldades para chegar até Jaraguá. Era melhor evitar esforços.
       
           
       
      O caminho foi tranquilo, completei em 09h40 até a cidade, caminhei em média 14 km depois do povoado a procura de um lugar para o camping, com o total de 32 km neste dia, estava formando chuva, o lugar de escolha para acampamento era aberto, a situação piorava a cada instante, muito vento e para completar veio àquela chuva das mais pesadas, nada que um bom material pra este fim não suprisse a situação. Dormi que foi uma beleza.
       

       
      Interessante visitar o principal atrativo desse trecho, fazenda Babilônia, não conheci, porem, segundo relatos vale muito a pena.
       
       
      5° dia Radiolândia /São Francisco x Jaraguá, 08/11 Quinta-Feira 
       
      Um dos dias mais difíceis da caminhada, sai do quilômetro 14 depois de Radiolândia até Jaraguá ás 04h00 da manhã com chegada ás 20h10 na cidade em destino, percorri 52 km passando por centro de produtores, por trechos de matas, inúmeras fazendas. A sinalização para este trecho ajudou muito. Em sequencia segue-se passando por estradas rurais até chegar à cidade de São Francisco. No caminho oportunidade para ver as Serras de Loredo e Chibio.
       
       

       
      O trecho entre São Francisco e Jaraguá de Goiás começa com aproximadamente 6,5 km todo em asfalto, quando entram na trilha as margens do Rio Pari, para deslumbrar a vista de um gigante chamado SERRA DO JARAGUAR, um monstro de morro, com mais de 610m de altitude, local para pratica de voo livre. A trilha cruza-se a BR-070, Os últimos quilômetros são feitos por uma trilha antiga que transpõe a porção Norte, o caminhante é contemplado de um maravilhoso visual da cidade de Jaraguá, uma pena o clima não está favorável para esta ocasião, finalizando o percurso na Igreja Nossa Senhora do Rosário.
       
        
      Hora do almoço
       
      Confesso que estava em uma situação complicada, muita chuva, cansado, exausto. Pensei em desistir, tinha que reabastecer com mantimentos, organizar a mochila e lavar umas mudas de roupas, depois de tudo organizado os ânimos e forças reaparecem, vou continuar, era só o que pensava, não poderia desistir, era questão de honra. Descansei o suficiente para dar continuidade, minha moral estava altíssima.
       

      Serra + Chuva 
       
      6° dia Jaraguá x Vila Aparecida, 09/11 Sexta–Feira
       

      Tudo ok, equipamento, mantimentos e muita energia, sai de Jaraguá ás 09h00, peguei o trecho sentido Vila Aparecida pelo asfalto, foram apenas 21 km neste dia. Atentar para a saída, dando inicio da Igreja Nossa Senhora do Rosário, contornando a serra percorrendo 1,5 km pela cidade até tomar a saída em estrada de terra em volta da serra com 3,2 km até o ponto mais baixo do trajeto no cruzamento da ponte sobre o rio Pari. Em seguida vira à esquerda, retornando pelo mesmo traçado sentido a São Francisco de Goiás, após 4,3 km da travessia da ponte, segue-se à direita sentido ao povoado de Vila Aparecida. Tive um pouco de dificuldade, pois no ponto de partida não existe sinalização ao longo de 2km.
      Região de grande cultivo de bananas, muitos pássaros, retorna a boa sinalização, bem tranquilas para prosseguir, acampei em um lugar fantástico, uma pequena serra a 3 km da cidade, queria ver o sol nascer, mais uma vez não fui contemplado com o mesmo, muita neblina e a danada da chuva continuava, fiquei encharcado, mais deu para aproveitar. Percorridos 21 km, cheguei à região por volta de 16h50 da tarde.
       
      7° dia Vila Aparecida x Itaguari, 10/11 Sábado

      Coisas de lá
       
      Passando por Alvelândia e Palestina sentido a Itaguari, Região forte em agricultura e pecuária, destacando-se áreas de cultivo de bananeiras. Um trajeto curto e bem sinalizado até chegar ao povoado de Alvelândia nas margens BR-070. As vistas de grandes áreas e túneis de árvores entre as matas tornam um lugar surpreendente. Destacando a Fazenda Estaca, de valor histórico grandíssimo, diversos viajantes cruzaram essa região nos séculos XVIII e XIX.
      Acordei cedo esse dia, por volta das 04h00 da manhã, não consegui dormir direito, sai ás 05h00 mata adentro, O tempo estava nublado, mas sem chuva, os pássaros mais uma vez deram um show. O sol resolveu aparecer, estava bem animado, já havia completado mais da metade do caminho e queria muito chegar ao destino final.
      Levei algumas carreiras de bois e vacas nesse caminho hehe, correr com mochila nas costas não é tão agradável. O acesso passa por muitos currais e propriedades particulares onde tem criação de gados e outros. 48 km em 15h30 em movimento, acampamento montado a 2 km da cidade em uma propriedade de um novo amigo, Sr.Gumercindo, uma pessoa de muita graça. Achei esse trecho bem tranquilo com algumas subidas e descidas bem leves.
       

      Itaguari - GO
       
      8° dia Itaguari x São Benedito, 10/11 Domingo
       

      Com saída ás 07h00, sem sinal de chuva para me abençoar, sentido a terra do polvilho. Os pés estavam bem judiados neste dia. Tudo estava perfeito, o sol radiante e muito barulho de Quero-quero. Trajeto feito em 14h00, com o total de 44 km. Tive um pouco de estorvo neste percurso, o cansaço voltou a incomodar, cheguei um momento em que dormi caminhando, nada melhor que um banho para relaxar em um pequeno córrego nas imediações, mas que valeu muito a pena, resolvi aproveitar e preparar o almoço ali mesmo, sem contar que em todos os dias pós almoço o cafezinho era preparado. Nesta parte passei por varias fazendas,  trecho de muitas retas,  o sol escaldante, região sem muita sombra, de volta a estrada, ânimo renovado continuei a trilha seguindo sempre a direção, bom ressaltar que não tive nenhum problema com sinalização nesse caminho, somente com os cachorros e a boiada novamente.
       

      ?
       
      Cheguei à cidade em plena tarde de domingo e por sinal não encontrei comércio aberto e comprar alguns mantimentos. Nenhuma pousada para coleta de informações e programar posteriores vindas, acredito que somente em casas de moradores, nenhumas das pessoas em que perguntei souberam responder. Percorri cerca de 5 a 6 km de asfalto, deve-se tomar bastante cuidado, foi um dos trechos que achei mais perigoso (em asfalto) devido ao grande fluxo de veículos, depois do asfalto a esquerda uns 400 m cheguei em um lugar, um bar, bem simples próximo a uma ponte, segundo o proprietário, os organizadores do caminho de Cora tiveram no local e informou que pode ser um lugar para repouso, o forte deles será o camping, até por que o lugar é muito confortável para este fim, esta passando por algumas reformas, mas que já comporta uma boa dormida. Acampei no local, próximo a esta ponte citada anteriormente, o barulho da água descendo rio abaixo foi uma maravilha, banho tomado, a água estava uma delicia, preparei o jantar e logo era hora de dormir.
       

      Coisas do Lugar 
       
      9° dia, São Benedito x Calcilândia x Ferreiro, 11/11 Segunda –feira         
       
       Penúltimo dia de travessia, 36 km percorridos, a trilha passa por fazendas com poucas porteiras comparando com outras em que passei, muito estradão de terra batida e mais uma vez a natureza fez seu papel, o nível desse percurso foi muito puxado, tive dificuldades devido ao inchaço no pé esquerdo, mais era parte final e nada tirava mais a minha vontade de chegar, veio a chuva, não tão forte assim. Um dia bem agradável, por mais uma vez a receptividade do povo goiano me cativou, em parada não programada, tive o prazer de conhecer Dona Madalena em Calcilândia, onde me recebeu com bastante alegria, aproveitei para descansar, me serviu um almoço delicioso, café e um bom bate papo. Pé na trilha, saindo de Calcilândia. À direita, é possível visualizar a Serra de São Pedro que guarda muito de suas características naturais cheio de histórias e mitos. Percorri uns 2,4 km de asfalto até chegar na estrada e pegar sentido à esquerda estrada rural de terra. Nesse pequeno trecho, há um tráfego de caminhões considerável e por isso importante redobrar a atenção. Seguindo em media uns 7,5 km até chegar a uma pousada, aparentemente muito confortável. Com mais 10 km, passando por várias fazendas e paisagens perfeitas com vista da Serra Dourada, chega-se as ruínas de Ouro Fino. Foi uma das etapas em que a sinalização mais cooperou, lugar passa por matas fechadas e desertas.
      Passando pelas serras, fiquei encantado pela beleza rara do ambiente. Na reta final desse percurso veio uma pancada de chuva, porem, passageiras. Estava chegando à fase final da travessia, emoção e o sentimento de gratidão me deixavam mais forte. Chegando às proximidades de Ferreiro, acampei em uma serra pequena naquela noite. Tudo parecia muito calmo, até que o barulho e ruídos dos animais noturnos me intimidaram, sono chegou bem tarde por volta das 02h00, próximo à hora de levantar e concluir o percurso. Onde faltava apenas 8 km.
      10° dia Ferreiro x Goiás Velho, 12/11 Terça–feira

      Museu da Cidade de Goiás 
      O grande dia, reta final, trilha fácil, com algumas subidinhas de leve a passagem toma conta do lugar entre histórias de filhos ocultos e suas particularidades. Foram os quilômetros mais envolventes de toda travessia, comecei bem cedo em menos de 02h00, tinha que retornar a Brasília ainda aquele dia, pegando o asfalto a vista da cidade começa a aparecer anunciando que estava próximo de concluir. Enfim, a chegada depois de 8 km de muita emoção. Cidade maravilhosa, restaurada, cheia de encantos e suas histórias. Visitei dois museus, centro histórico, algumas igrejas e por fim uma casa em restauração.
       
                  
                       
      Considerações finais:
      ·         A intenção era de fazer o percurso todo com a modalidade de camping;
      ·         Foram coletados contatos para apoio, porém não publicados, entrar em contato caso tenham interesse;
      ·         As marcações em quilômetros foram marcadas não exatamente como os registros entre cidades, mas sempre próximas às imediações;
      ·         Alimentação foi transportada toda na mochila.
       
      Agradecimentos:
      ·         Familiares;
      ·         Filhos – João Vitor Neves, Mayara Neves;
      ·         Amigos, em especial Andreia Olivo, Nara Niuma, Aline, Gary, Etiene e Lidiano Pereira.
      ·         Workshop Trekking Brasília.
      ·         Aos apoiadores ao longo do Percurso
       
      Para maiores esclarecimentos entre em contato:
      E-mail – [email protected]
      https://www.facebook.com/profile.php?id=100004813188325&ref=bookmarks
      https://www.instagram.com/mauro_cesar_trekker/?hl=pt-br
      Fone: (61) 99100-3001
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      “Se temos de esperar, que seja para colher a semente boa que lançamos hoje no solo da vida. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade e amizade.” “O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”
      Cora Coralina
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Mauro César Vieira Vitor
      Travessia Sitio Bom Jesus / Morro do Chapéu - Travessia dos Veadeiros, Janeiro de 2019.
      Essa travessia vai surpreender os amantes do Trekking
       
      Por Mauro César - Trekking na trilha 

      Dona Madalena e Silmênia
      Fomos recebidos por Dona Madalena uma pessoa de muita luz, responsável pelo Sitio Bom Jesus, um lugar de pura paz, tudo muito organizado e limpo, vale muito a pena visitar este lugar. Não visitamos o bosque, lugar onde dizem que é surpreendente. 
       
           

      Igreja - Sitio Bom Jesus

      Entrada do Sitio - Exemplo de cuidados com o lugar
       
       
       

      Passagem pelo portal 
       
       
      Saímos ás 11h00 do dia 25/01, percurso com nível difícil, ao longo do trecho o GPS ficou desnorteado, mostrava o caminho diferente e acusava o erro depois de vários metros percorridos, obviamente que tínhamos que seguir, confesso que o acesso foi muito complicado. Ao longo do trajeto dessa primeira etapa, a região mostra muito riqueza nas plantações de soja que sumiam de vista. 
       

      Pausa para foto 
       
       

      Sincronismo dos pássaros 
       

      Botas na trilha 
       
       

      Silmênia pulando a cerca 
       
       
       

      Trekking 
       
       
       

      Proteção do equipamento na hora do almoço, muita chuva
       

      Comendo mi
       

      Bora né
       
      Depois de caminhar em média uns 16 km, chegamos na casa da Miriam, onde nos recebeu de forma muito cativante, muita conversa e risos... tomamos aquele café.
       
       
       

       
       

       

      Olhem isso, moleque nem gosta de ovos 
       
       
       

      Delicia de café 
       

      Saída da casa da Miriam 
       
       
       
       

       
       
       

      Será que rola uma carona?
       

       
       

                                                                                  
       

      Vista do Heliporto 
       
       

       

       

       

      Paredão impressiona 
       

      Exuberância 
       

      Trekking
       

      Sil superando limites - Nota máxima 
       

       

      Cansado? Não apenas impressionado
       
       
      O percurso mais uma vez nos surpreendeu, as coordenadas nos levou por um acesso muito arenoso, sem trilha e direção, muito ingrime e perigoso, correndo o risco de sofrer algum tipo de acidente, rasgamos mata adentro e depois de muita dificuldade conseguimos encontrar a estrada que nos levasse a casa do Sr.Geraldo, estava escurecendo e tudo piorava, mas tínhamos que seguir. E assim foi, escureceu, a estrada estava nos levando ao caminho certo e felizmente por volta das 21h00 chegamos na casa do Geraldo. 
       
       
       
       
       

       
       
      Logo na chegada fomos recebidos com esse licor..Será?  comemorar a chegada sempre é importante.
       
       
       

       
       
       Jantamos aquela comida caseira feita pela Dona Marlene, sem comentários para essas pessoas, estávamos com muita fome, pois esse trecho exigiu muito de nós. Tudo combinado para o resgate e hora de descansar para o dia seguinte. 
       
       

      Seu Geraldo - Saída para o segundo dia de trilha 
       
       

           Vamos nessa!!
       
       
       
      A partida para o segundo dia de trilha foi mais cedo, por volta das 08h30m, muito estradão e por mais uma vez a natureza nos mostra seu valor, logo os papagaios fizeram seu papel.
                                                                   
       
       

       

       

      Pausa para o lanche 
       

      Vista para o rio Paranã 
       

       
       
      Seleções de fotos 
       
       

       


       


       

       

       

      Olhando a paisagem - Muita chuva pela frente 
       

      Café no bule
       

      Desce daí criatura
       

      Sejam bem vindos 
       
       

      Pedreira, arquibancada para apreciação do lugar
       
       
       
       
       
       

       

      Serras que se perdem de vista 
       

       

       
       
       

       

       
       
       E lá fomos nós, caminhamos bem este dia, a chuva veio com muita força, quase  4 horas de chuva intensa, e a previsão era de continuar por um bom tempo, saímos em uma mata fechada, com muitas bocainas e achamos melhor não continuar, próximo as 18h00 montamos acampamento onde pernoitamos (Hostel Curral fofo), hehe! nome adotado para aquele lugar.
       
       

      Hostel Curral fofo, assim foi batizado - Acampamento 2° dia 
       

      Partindo para o trecho final 
       
       
      Seleção de fotos  
       

       

       

       

       
       

       

       
       

       

       

       

       

       


       

       

      Fonte da juventude 
       

       

       

       
       
      Subidas e mais subidas, paisagens de tirar o folego, trecho final e nada de chegar na casa do Alex, passamos por entre as bocainas, pequenos rios e a vegetação úmida, assim dificultado nossa caminhada. Enfim conseguimos chegar na tão esperada casa do Alex, hehe. mais uma recepção fantástica, fizemos um lanche, café, peta caseira feita pela sua mãe e pão com mortadela, em meio a conversa Alex nos disse sobre sua trajetória e a escolha do lugar para morar.
       
      Em sua propriedade existem três cachoeiras, não deu tempo de visita-las, quem sabe em outra oportunidade. 
       
       

       

      Café na casa desse camarada - Alex 
       

      Vista da casa do Alex 
       

      Vai entender 
       

      Palmeiral 
       
       
      Há 5 quilometros de completar o trecho final, fomos na casa da Dona Nilza, outro ponto de apoio, e mais uma vez aquele precioso café e um papo rápido.
       
       

      Casa da Nilsa e Virgílio - Lugar de ponto de apoio e venda de doces e Requeijão  
       

      Subida para o morro do chapéu 
       

      Vista panorâmica na subida do morro tão esperado 
       

       
       
      Foram em média duas horas de subida, mais é subida mesmo que chega a pensar em desistir.
       
       

      Zé do facão
       
      No caminho encontramos essa figura, que por sua bondade nos ofereceu sua casa para descansar e nos alimentar, já era hora de completar a travessia, não tínhamos mais tempo, até porque  o resgate combinado com Sr.Geraldo estava perto conforme horário combinado. 
      Bateu uma tensão, não conseguimos contato com o mesmo, sinal de telefone péssimo, mas por generosidade ele chega para alegria dos caminhantes. Vencemos todas as diversidades. 
       

      Final da travessia
      Em meio há tantos obstáculos, curiosidades, vistas magnificas, a travessia foi concluída com sucesso.  Minha companheira de caminhada, Silmênia José Pereira superou e me encheu de alegria por essa conquista. Parabéns Sil...Essa travessia promete. 
       
       
       
       
      Agradecimentos 
       
      Tekking Brasilia - Samuel Schwaida
        Sr. Geraldo (Secretário de Turismo de São João da Aliança - GO) e Marlene Taralico
      Luan - Filho Sr.Geraldo
      Alex 
      Nilza
      Sra.Madalena 
      Aline Ferreira e Nara Niuma 

       
      Respeite a natureza
       
      Recolha todo seu lixo. Se possível traga de volta também o de pessoas menos cuidadosas. Não abandone latas, garrafas e plásticos.
      Evite cortar lenha para fogueiras. Use só os galhos caídos e apague bem as cinzas. Faça sua fogueira em local descampado e longe da mata e de moitas de capim.
      Evite usar sabão em fontes, riachos e lagos.
      Monte seu acampamento afastado das nascentes. Escolha um lugar afastado para banheiro e não se esqueça de enterrar seus dejetos.
      Leve alimentação adequada. Evite enlatados, leite em caixa, vidros ou bebidas alcóolicas.
      Conheça as regras básicas de primeiros socorros e orientação na natureza.
      Planeje seu roteiro de viagem e deixe sempre alguém avisado sobre ele.
      Frequentadores da natureza têm maior responsabilidade pela preservação ambiental.
      Respeite e confraternize com os habitantes dos locais visitados.
      Não use fogo dentro ou perto da barraca. Tenha cuidado também com a vegetação.
       
      Pratique o bem!!!
       
    • Por Da Silva Junior
      Ferrotrekking de Viana x Marechal Floriano com os amigos.
      dia 29 de Janeiro fiz um Ferrotrekking de Viana a Marechal Floriano passando por Domingos Martins, e contemplamos dois Tuneis e oito Pontilhões. show demais a galera curtiu e muito.
      Abaixo partida as oito da manhã da Pracinha de Viana. 




      Vista da Igreja da Conceição Centro de Viana Sede. 


      Chegamos no Pontilhão do Bairro Santo Agostinho. 

      olha a turma começo de trilha

      entrando no Pontilhão.

      Sentido Domingos Martins Zona Rural de Viana. 



      pausa de 20 minutos Lucas Lima cansou rápido olha que tiamos andado apenas 6 km 

      Vale das Águias, de onde você observa muito elas. 





      Olha a Paisagem Show 














      Depois dessa Curva chegaríamos a Bica de água Mineral a verdadeira água direto da pedra. 




      Eliane e Sr Sergio curtindo a caminhada

      Olha a Bica Aí 

      Bica da Linha

      Pivetta encheu o copo kkkk 



      Saindo do Segundo Pontilhão nesse lado estávamos em Domingos Martins

      olha a altura da criança.

      Pivetta Atravessando o Segundo Pontilhão sobre o Rio Jucu Braço Sul 

      Bora 


      Juliano show e Pivetta lá atras 






      1 KM para chegar no terceiro Pontilhão 



      Vista do Terceiro Pontilhão 


      Terceiro Pontilhão sobre o Rio Jucu braço sul 800 mts para o primeiro Túnel 


      Terceiro Pontilhão no trecho 






      tmjsss quarto pontilhão do Túnel de Pedra dos Ventos chegando 

      Túnel de Pedra dos Ventos com o quarto Pontihão. 

      Aquela foto na entrada do Túnel 





      Dentro do Túnel


      Juliano o cara 





      Saindo do Primeiro Túnel

      Bambuzal de Pedra dos Ventos 



      Escola de Pedra dos Ventos 

      Chegada na antiga parada Ferroviária de Pedra dos Ventos. 

      Olha lá atras da Eliane antiga plataforma de embarque de Pedra dos Ventos em Domingos Martins. 



      AQUELA FOTO E VAMOS QUE ESTÁVAMOS CHEGANDO NO MEIO DO TRECHO

      Ponte do Jucu. 

      Estação Ferroviária do Jucu só Ruínas. 

      Olha o que sobrou apenas a plataforma e a fundação. 

      meio do caminho completados partiu rumo a Germânia. 





      Pausa de uma hora na Estação do Jucu. 


      a Turma.
       

      Segundo Túnel entrada dele. 
       



      depois do Túnel 650 mts quinto pontilhão do Trecho. depois dessa curva aí. 


      Olha ele aí quinto Pontilhão sobre o Rio Jucu Braço Sul. 



      Farra. 

      Pausa para aquela foto. 

       

      Começa da atravessia 

      Formações.




      Chegada na Estação de Germânia Vale da Estação Domingos Martins.  

      Cansados nada bora partiu mais 6km em uma hora. 

      Estação DE Germânia ainda bem conservada. 

      Pontilhão  lado Marechal quase chegando. 








      Chegada em Marechal Floriano. 

      os Guerreiros que chegaram o resto não quis tirar foto tavão mortos. kkkkk

      Show demais ter feito isso nosso amigo Pivetta completou os 31 km conseguimos traze lo para essa aventura foi demais. deixo meu numero para vocês puderem me mandar msg seja no zap ou me ligar já fiz de Argolas até vargem alta e pretendo fazer até a divisa.
      interessados me chame. 27 996973825 aguardo abraço a todos. 



    • Por Marlon Escoteiro
      Travessia Canyon do Funil x Canyon Laranjeiras - novembro/2018
      Essa travessia foi feita com os meus parceiros Wagner e o filho dele o Pedro.
      Foi uma trilha bem tranquila, saímos de carro de Itajai-SC com destino a Bom Jardim da Serra-SC subindo a serra do Rio do Rastro, passando a cidade de Bom Jardim entrando na estrada de terra até o Canyon Laranjeiras, paramos o carro na propriedade do Didio, 3km antes da fazenda Laranjeiras e fizemos um belo de um almoço na casa dele. Combinamos de deixar o carro ali para ser o fim da nossa travessia e ele nos deu uma carona até a substação de energia proximo ao mirante da Serra do Rio do Rastro, local do inicio da trilha. O tempo estava querendo abaixar uma serração, na real na direção do canyon a viração já tinha tomado conta. Já passava das 16h e iniciamos nossa travessia. Já de cara uma pequena cobra nos deu as boas vindas. Os campos estavam repletos de flores colorindo o verde.

      Esse começo de trilha na realidade é uma estrada 4x4 plana e de fácil trajeto. Depois de 1h mais ou menos chegamos proximos ao arroio do funil aonde tem uma antena. Ali a serração estava muito densa dificultando a navegação visual, seguimos sentido norte até o arroio onde o cruzamos e fomos pela sua margem esquerda. Logo observamos o urtigão da serra uma planta com folhas gigantes bem caracteristicos dessa região. Logo após uma subida e o arroio começa a virar canyon, avistamos o curral da fazenda do Funil, andamos mais uns 5min e já avistamos as araucarias da borda do canyon, por conta da serração que já começava a molhar não conseguimos ver o canyon e fomos logo montando acampamento. Saímos para pegar água sentido norte margeando as bordas, 1min do acampamento da área  onde tem as araucarias e arbustos, entra na mata nebular e já ve uma cascatinha, eu costumo seguir adiante pela trilha dos bois e andar mais um pouco proximo a borda tem outro fio dágua que prefiro pegar.



      Barracas montadas, hora de fazer a janta. Ainda bem que trouxemos uma lona para cozinha pois a serração foi ficando mais forte e estava molhando bem. Fizemos uma bela macarronada a carbonara, regada de vinho, e ficamos batendo um bom papo até que o sono pegou.
      No dia seguinte acordamos cedo, demos uma volta e o tempo parecia que ia abrir, tomamos café, desmontamos o campo e por volta das 8h30 saimos rumo norte, antes passamos para abastecer nossos cantis e varar a mata da encosta, desta vez encontrei uma trilha melhor e mais curta por dentro da mata, apesar que essas matas com araucarias são bem limpas em baixo, com grandes xaxins e arvores pequenas.


       

       
      Vencido a subida da encosta dentro da mata alcançamos um plato conhecido como morro dos anastacios, onde tem uma antena bem no topo e um marco geodesico junto de umas placas sinalizadoras do radar do cindacta que esta no morro na igreja distante ainda uns 30km, bem visivel deste ponto. Esse morro dos anastacios tem um temido charco, da primeira vez que passei ali eu não conhecia e cruzamos exatamente no meio dele, levamos quase 2 horas afundando os pés nas turfas. Desta vez fui bordeando o peral até proximo da antena e ali cruzamos o morro já no caminho para a trilha que descia para o próximo vale. Desta vez encontramos o capataz da fazenda que não foi muito amistoso, e não gostou de nos ver cruzando os campos ali, porem autorizou a gente a seguir o caminho.
      Logo adiante começa a descida por um pequeno vale margeando o rio, passando por cerca de arame farpado (uma constante no percurso inclusive). Até chegar no vale, um vale muito bonito, eu particularmente acho essa passagem o ponto alto da travessia, cercado por morros com muita araucaria, o vale verde serpenteado pelo rio, e nesta epoca estava muito florido. Segue proximo as bordas até a subida do morro do outro lado. O topo é formado de esporões de pedra e logo abaixo é o canyon do Portal. Chegamos ai por volta das 13h e almoçamos a serração tomou conta do lugar. Esse vale é bem largo e com um grande charco no meio. Interessante que a grande maiorias destes vales com excessão talvez do canyon do Funil todos os rios correm sentido oeste. Aqui para evitar o charco tem que descer a encosta e ir sentido oeste passar ao lado de uma pequena mata  e descer pelo piquete (cruzando alguns arames farpados) ao avistar o saleiro seguir em direção a ele, cruze e siga adiante em direção a rampa do morro do outro lado, vai cruzar o rio que se forma no charco. Uma boa parada para um banho. Depois é só subir a rampa parece uma antiga estrada de caminhão da epoca das madeireiras. No plano tem um grande charco de novo, tentar cruzar o quanto antes até a mata do outro lado e seguir pro norte, vai ser observado duas "ilhas" de mata no meio do charco. Ali uma pausa na borda é bem vindo pela vista e preparar o folego para a subida.





       


       
      A subida tem dois lances, e o ultimo chega no topo onde vai caminhar muito proximo da borda, mantenha esse caminho pois o campo com alguns pinus ellioti é um grande charco. Ai tem um marco geodesico e logo a seguir a mata que separa do Canyon Laranjeiras. É um vara mato de uns 800m em descida com muitas trilhas de boi, bem facil se perder, tem q manter sempre norte até sair no campo do outro lado. Neste campo caminha-se por um vale muito bonito rodeado de mata logo abaixo a esquerda vai seguindo o fluxo do rio que curiosamente 2 rios correm paralelos um de cada lado das matas e um corredor de campo no meio, fomos seguindo por ai já passado das 16h. no final deste corredor a esquerda esta o canyon, porem tem q tomar cuidado ao adentrar na mata pois é um labirinto de caminhos, muito facil se perder, mantenha-se entre a mata e o campo, apesar de ser dificil isso tambem, por conta da grande trilha que tem nessa mata. Neste momento demoramos bastante até alcançar as bordas do canyon, mas ali achamos um local excelente para acampar, perto de agua, quase na borda do canyon e com uma cachoeira para banhar-se a 5 min de caminhada. Essa cachoeira esta no pequeno canyon que forma a grande cascata do canyon Laranjeiras. Acampamos ali mesmo e montamos a barraca e nossa cozinha. Foi mais uma noite de muitas risadas e vinho. Tivemos a sorte de ver um espetaculo da natureza proporcionado pelos vagalumes. No dia seguinte amanheceu um dia de sol e exploramos bastante as redondezas, inclusive indo até o castelo, uma quase "ilha" de pedra rodeada por paredões de todos os lados tendo somente uma pequena passagem estreita na mata para cruzar. Caminhamos bastante pela mata atrás e por seu labirinto até o vale que viemos. Pela tarde fomos até a cachoeira e tomamos um belo banho gelado. Continuamos mais uma noite acampados ali.








       


      No dia seguinte saimos cedo uma pequena garoa que logo se foi, caminhamos até a outra borda do mirante principal do canyon e cerca de uma hora ate a fazenda Laranjeiras pela trilha principal, na fazenda fomos falar com o sr. Assis e Dna. Zuê. Ficamos um pouco por ali e depois tocamos pela estrada até a propriedade do Gigio. Desta vez não ficamos para o almoço, nos despedimos deles e agradecemos a receptividade de sempre. (RECOMENDO MUITO ALMOÇAR ALI) agora ele esta estruturando melhor para atender mais gente, construiu 2 chales que quero logo, logo levar minhas meninas lá para uma passeio a cavalo, comer pinhão, e curtir a vida do campo.
















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