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  • Silnei featured this tópico

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@Sávio Torres pantanal norte nesse momento os hoteis estão funcionando com autorização do estado com a ocupaçao dos hoteis em 40%

vale frisar que no pantanal tem a questão de secas e cheias, a partir de outubro as chuvas começam tornando inviavel a viagem por la 

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  • 2 meses depois...
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Oi Eder. 

Estou pretendendo ir em novembro (espero que as chuvas chegue em outubro e depois vá simbora kkk), mas estou pesquisando e vejo muita pousada não vendendo apenas passeio, falei com a Pluvial falaram que não vende pacote separado só hospedagem.

 

Você conseguiu fazer como ? Chegou lá, ou tinha falado com alguém antes? Esse preço de 500 para ver a onça por pessoa sem transfer, foi em empresa em Poconé? Lembra o nome delas ? ou foi o teu hotel que falou os preços ?

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    • Por Carol Magnoni
      ROTEIRO CUIABÁ 1 OU 2 DIAS
       
      Oi pessoal! Eu sou a Carol, moro em Curitiba e fiz uma viagem sozinha pelo Mato Grosso em dezembro de 2019. Uma das cidades que visitei foi Cuiabá. Quando estava pesquisando eu senti que havia pouco conteúdo detalhado na internet sobre a capital do Mato Grosso, por isso resolvi escrever esse relato para vocês. Qualquer dúvida estou à disposição. 
       
      Antes da viagem:
      - No Google Maps, baixar mapa offline de Cuiabá – eu sempre faço isso, ainda que eu vá ter internet móvel no local, porque é sempre bom garantir que você não vai ficar perdido.
       
      Dia 19/12
       - Voo Curitiba – São Paulo 20h30
      - Pernoitar no airbnb próximo ao aeroporto de Congonhas -> eu tentei dormir no próprio aeroporto, como sempre faço em conexões longas, mas o que eu não sabia é que Congonhas fecha por volta das 23h e ninguém pode dormir lá dentro, então tive que arrumar um lugar barato nas redondezas para pernoitar, já que a minha conexão era de mais de dez horas e durante a madrugada.
       
      Dia 20/12
      - Voo São Paulo – Cuiabá 07h00 – chegada 8h10
      - Dom Bosco Hostel - Rua Candido Mariano nº 1390 – Booking – R$ 95,40 para duas diárias
       O Dom Bosco Hostel, é aquele famoso bom, bonito e barato - > fica super bem localizado, é um prédio novo, tem ar-condicionado (e isso é muito importante para Cuiabá), a dona, Maria Goreti, é também quem administra o local e um amor de pessoa, tudo limpinho e arrumadinho. O café da manhã é cobrado a parte, oito reais, mas é muito caprichado e os quitutes da Maria são deliciosos.
       
      WALKING TOUR PELO CENTRO DE CUIABÁ
       Se você acordar bem cedinho e tiver bastante pique para andar, dá para fazer tudo num dia só, mas lembre-se que Cuiabá é MUITO QUENTE, então não esqueça de passar protetor solar, de se hidratar e fazer pausas para descanso. Uma alimentação mais leve também ajuda. Se preferir divida esse roteiro em dois dias.
      Eu criei um mapa no My Maps do Google com os pontos turísticos que eu me interessei em Cuiabá e também com os restaurantes legais, segue o link: https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1wn8ztei8eDJHis9Kw9UyxoB42Trlhq-3&usp=sharing
      A ordem dos lugares nesse roteiro está respeitando uma lógica para quem vai fazer o itinerário a pé.  
      - Paróquia Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – é uma igreja bem antiga em estilo colonial; é um bom ponto para o início do tour pelo centro histórico:


       
      Como vocês vão perceber ao longo desse relato, eu não tive muita sorte no dia que tirei para conhecer Cuiabá, não sei bem porque, talvez por ter sido muito próximo do Natal, grande dos lugares que eu pretendia visitar estavam fechados 😔. E foi o caso dessa igreja. Eu vi fotos do interior dela na internet e parecia bem bonito, mas infelizmente estava fechada.  
       
      - Museus de Imagem e Som - MISC – fica no coração do centro histórico e eu achei muito interessante:

       
      - Centro Histórico (Rua Cândido Mariano e redondezas) – concentração de prédios históricos:

       
       
                    
       
      - Catedral Metropolitana Bom Jesus de Cuiabá – tem uma arquitetura bem diferentona. Confesso que só entrei para desfrutar de um pouco de frescor e de descanso nos bancos da igreja, não é fácil fazer uma caminhada no sol a pino de dezembro cuiabano meus amigos.
       
      Do lado da Catedral há uma feirinha de rua com coisas muito gostosas e ao redor dela estão as Praça Alencastro e Praça da República, importantes praças que abrigam os principais prédios públicos históricos. Essa região é o centrão da cidade, bem vuco-vuco de pessoas e comércio. Foi um pouco estranho porque eu estava claramente turistando e tirando fotos, muito destoante do pessoal que estava trabalhando ali.
       
               
       
      - Palácio da Instrução – muito próximo da Catedral há um prédio tombado que abriga exposições de artes e a Biblioteca Pública Estadual, mas estava em reforma e não pude entrar 😑. Acredito que deve valer muito a pena conhecer por dentro.
       

       
      - Santuário Eucarístico Nossa Senhora do Bom Despacho – conhecida com a “Notre Dame” Cuiabana, é uma linda igreja que fica no alto de um morro. Ela é vista de várias partes da cidade.
       

       
         
       
      - Centro Geodésico – para quem não sabe, Cuiabá é o centro geodésico da América do Sul, o que significa que é um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico (obrigada google), no "Coração da América do Sul", como já dizia Caetano Veloso na música "Um Índio". Na cidade há um marco indicando onde seria exatamente esse ponto. Eu não achei nada demais, é uma praça simples com um marco representativo, visitei só pela curiosidade e porque já estava perto. 
      Na Chapada dos Guimarães também existe um marco para esse centro geodésico e já li que as cidades disputam esse "título". Eu não sei em qual das duas fica "o verdadeiro" centro geodésico, o fato é que as duas cidades ficam bem próximas, então em qualquer delas que você estiver pode ter certeza que está sim bem "no meio" do nosso sub-continente.  

       
      O legal de turistar a pé é que no caminho você encontra agradáveis surpresas, como essa ruelinha gracinha:
       

       
      - Museu da Caixa D’água – é um museu bem pequeno, mas que vale a pena a visita. Construído no séc. 19 o Morro da Caixa D'água por mais de 140 anos foi o único reservatório da cidade. Durante esse período a estrutura recebia água diretamente do Rio Cuiabá e distribuía para as bicas espalhadas em vários pontos da cidade. Além de objetos históricos o museu abriga um acervo artístico e conta um pouco sobre a história da cidade. Além disso, ele fica numa praça bem agradável e arborizada (mais um bom ponto de descanso). A entrada é gratuita e foi lá que eu peguei um folder supercompleto com o mapa de Cuiabá e os principais pontos turísticos que vou deixar para vocês ao final desse relato.
       
                     
       
      Seguindo minha andança, mais uma linda surpresa pelo caminho (Colégio Coração de Jesus):

       
      - Espaço do Artesão – é um importante local que abriga o artesanato típico da região, ótimo para comprar presentes e lembrancinhas.
      *Atenção: o que antes era chamado de “Sesc Casa do Artesão” não existe mais, após passar pela Rua 13 de junho, esquina com a Av. Sen. Metelo, em um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico que ocupava desde 1983, passou por um lar temporário na Avenida Tenente Coronel Duarte, 2140 (outro prédio do SESC), e atualmente ‘estacionou’ no Salão Social dentro do Sesc Arsenal e passou a se chamar ‘Espaço do Artesão’. Até o Google está desatualizado com essa informação e se você perguntar pela cidade muita gente ainda vai conhecer o local com o nome de "Casa do Artesão". Então para não ter erro: atualmente o Espaço do Artesão fica dentro do Sesc Arsenal (Rua 13 de Julho, s/n).
      Super vale a pena a visita porque o Sesc Arsenal é lindo e os artesanatos são incríveis. Mas tenho que dizer que a maioria dos itens é cara, como eu acredito que deve ser mesmo, temos que aprender a valorizar o trabalho dos artesãos. As peças exigem um tempo muito grande de elaboração e o resultado normalmente é incrível e de muita qualidade. Mas sim, é possível encontrar souvenirs mais simples e baratinhos. Lá você vai encontrar principalmente artesanato de madeira, trabalhos com cipó, fibra de tucumã, tecelagem, redes mato-grossenses, xales, tapetes, trabalhos indígenas, biojoias, artesanato com semente, produtos alimentícios, etc. Enfim, tem bastante coisa mesmo.
      - Sesc Arsenal -  é o local que abriga o Espaço do Artesão. É um prédio muito bonito e no seu interior há um jardim lindo com banquinhos (olá descanso! 😅). Lá dentro também tem um restaurante que parecia ser muito bom, mas eu ainda não estava com fome e acabei comprando só uma água.
                  
       
       

       
      - Orla do Rio Cuiabá – é uma grande praça à beira rio no bairro chamado "Porto", onde tem um prédio histórico maravilhoso que abriga o Museu do Rio, mas estava fechado (mais uma vez 😔). Eu li que o museu está fechado desde 2016 para reestruturação, é uma pena. O local é lindo mesmo só por fora e vale a visita. Dentro desse prédio histórico funciona o Restaurante Regionalíssimo, onde almocei. Ele faz jus ao nome, todas as comidas são típicas e muito gostosas. Porém achei muito caro (eu acho que custou R$ 65,00 o buffet livre) e a higiene meio duvidosa 

       

       
      - Cenário da Orla do Porto – seguindo a partir do Museu, sempre pela orla do rio, há um agradável passeio público (nem tão agradável assim no calor de Cuiabá). Com cerca de 500m de caminhada você chega ao Cenário da Orla do Porto, que são reconstituições de predinhos históricos da orla. Quando eu fui estava tudo com tapume e extremamente mal cuidado, de novo, uma pena . Se aquilo fosse bem preservado seria lindo. Me pareceu que estava em obras, espero que um dia reabram.
                   
       
      - Mercado do Porto  – é o mercadão municipal, mas não achei tão interessante quanto outros mercados que existem Brasil afora. É bem pequeno e não tem muita coisa de diferente para ver não, só muito pequi . Eu pularia esse ponto facilmente.
      - Arena Pantanal – eu não fui porque cago litros para futebol, mas acabei me arrependendo, porque me disseram que ela está super bem cuidada e como eu fui perto do Natal estava tendo uma exposição natalina com algumas atividades.
       
      Para finalizar o dia: 
      - Parque das Águas ou Parque Tia Nair – eu acabei terminando o dia caminhando pelo Parque Mãe Bonifácia, que foi uma baita perda de tempo, porque não achei nada demais, é um local arborizado onde as pessoas fazem caminhada e corrida. Hoje eu tiraria esse parque e incluiria o Parque das Águas ou Parque Tia Nair, que ficam longes do centro (precisa pegar um uber), mas me parece muito mais interessante. Se você não tiver tempo para os dois, eu optaria em primeiro lugar pelo Parque das Águas, porque de noite tem o show das águas que dizem ser muito bonito (não sei se acontece todas as noites).

      Eu acabei indo no Mãe Bonifácia porque era perto do meu hostel e eu estava com o tempo super curto, pois ainda precisava pegar na Localiza até às 20h um carro que aluguei para viajar no dia seguinte.
      Depois ainda passei no banco sacar dinheiro e no mercado para comprar uns lanches para a viagem.
      Finalizei o dia jantando no restaurante Lelis Peixaria que é super tradicional de Cuiabá e eu recomendo DEMAIS! Comi o famoso rodízio de peixes (que inclui jacaré, arraia e outras iguarias) e bebi a caipirinha de caju, que é simplesmente divina. Não me lembro certinho do preço, mas eu acho que foi mais ou menos R$ 60,00 pelo rodízio (fora a bebida), e funciona como um rodízio de carnes, eles trazem os acompanhamentos na mesa e vão passando com as mais variadas receitas de peixes. Não é baratinho, mas eu AMEI a comida, comi horrores e sinto muita saudade, sem dúvida o melhor lugar que eu comi. Me parece que no almoço é mais caro, então deixe para ir no jantar. A caipirinha de caju é perfeita, provem!
       

      Foi no Lelis que eu comi pela primeira vez o Pirarucu e foi amor a primeira garfada. Gostei tanto que fui pesquisar e descobri que o pirarucu é um dos maiores peixes de águas doces fluviais do Brasil, podendo atingir mais de dois metros e pesar mais de 80 kg. Ele é tão saboroso que é conhecido como o "bacalhau amazônico". 
       Eu incluiria mais um dia em Cuiabá só para poder comer mais, ô culinária foda!
       
      Dica bônus:
      - Depois desse day tour em Cuiabá eu fui para Nobres e Chapada dos Guimarães, que terão um roteiro próprio. Mas no dia que eu voltei de Nobres eu tinha que passar novamente por Cuiabá para devolver o carro que aluguei (eu fui para a Chapada de ônibus), então eu aproveitei as poucas horinhas que tinha na capital e fui comer no restaurante Mahalo.
       * para entender porque eu fui para Nobres de carro e para a Chapada de ônibus acompanhe os próximos roteiros que vou publicar aqui e me segue no instagram @gocaracol que também vou contar tudo por lá.*
       Antes mesmo de chegar na cidade eu já tinha lido inúmeras recomendações do Mahalo e já tinha visto que ele estava a apenas meia quadra de distância do hostel. Assim como também li que era um restaurante super CARO. Essa foi a minha ÚNICA extravagância da viagem, eu realmente reservei um dinheiro a mais para poder comer nessa restaurante, porque sim, eu prefiro ficar em hostel com quarto misto para economizar uma graninha e poder gastar um pouco mais com comida.
      Bem, o Mahalo é realmente muito caro (MUITO!), mas é aquela comida que você come e nunca mais esquece, sabe? Salivo até hoje só de lembrar hahaha. O lugar é extremamente sofisticado e eu só tinha roupa de mochileira, mas fui assim mesmo. Botei um vestidinho simples (que estava todo amarrotado), meti uma rasteirinha no pé e fui. Pessoal que estava lá era muito chique, mas mesmo destoando da galera e estando sozinha eu não senti nenhum tratamento diferente, ao contrário, fui muito bem tratada. Eu acho que gastei mais ou menos R$ 150,00 com um prato principal, sobremesa e um drink. E olha, valeu a pena, faria de novo se pudesse hahaha.
       

       
      Dica bônus 2 (essa você vai amar):
       Depois da Chapada, para voltar para Curitiba, onde moro, eu tive que passar por Cuiabá novamente, por motivos de: é onde fica o aeroporto rs. Eu aproveitei que tinha mais algumas horas na cidade e resolvi dar um pulo num local que moradores de Cuiabá me indicaram:  São Gonçalo Beira Rio.
       São Gonçalo Beira Rio é basicamente uma comunidade ribeirinha que vive do turismo gastronômico e do artesanato. Está localizada à margem esquerda do rio Cuiabá, a 11 quilômetros do centro da cidade. A Comunidade é reconhecida pela confecção de artesanatos em cerâmica, Viola-de-Cocho (símbolo de Cuiabá) e por preservar o folclore por meio de danças como o Cururu e Siriri. Eu fui e não me arrependi.
       Lá há várias pequenas peixarias supersimples e que servem uma comida deliciosa, tendo o peixe como protagonista, claro, e a um preço BEM CAMARADA! Sim, aqui é o lugar para comer bem, comer muito e comer barato. É afastado do centro, mas eu garanto que vale a pena. Eu comi na Peixaria Barão e indico, mas o que os moradores me disseram é que todas as peixarias servem basicamente o mesmo cardápio pelo mesmo preço, a diferença é mínima, então qualquer uma deve ser boa.
       

       
       
       

      WhatsApp Video 2020-08-16 at 12.51.42.mp4  
      Além da culinária delícia, ao final da rua das peixarias há a Casa dos Artesãos (outra, que não tem nada a ver com a do centro), uma associação da comunidade onde se vende artesanato, principalmente objetos de cerâmica, com barro extraído da encosta do Rio Cuiabá e feito de forma totalmente manual pelas mulheres da associação. Tem muita variedade, as peças são lindas e eu achei tudo muito barato – se você não quiser gastar tanto no Espaço do Artesão (aquele que fica Sesc no centro da cidade) aqui é uma boa pedida pra presentes e souvenirs, principalmente de cerâmica, mas lembre-se que você precisa de espaço na mala para armazenar as peças embaladas com jornal ou plástico bolha para não quebrar. Eu já estava com o mochilão completamente lotado, mas fiz o impossível para caber mais umas peças de cerâmica que eu trouxe para casa.
       

       
       
       

       
       

       
       
            
       
      Para terminar vou deixar aqui uma foto do folder que eu peguei lá no Museu da Caixa D'água que contém indicação desses lugares e outros mais:
       

       
      Encerro esse roteiro ressaltando que Cuiabá é linda e vale a pena ser visitada, o povo é muito hospitaleiro e a culinária é uma das melhores do Brasil. É uma pena que muitos prédios históricos estejam mal cuidados e/ou fechados para visitação e espero que as autoridades se conscientizem de manter esse patrimônio vivo e aberto ao público. Se puder fique dois dias inteiros só em Cuiabá, você poderá desfrutar de todas essas dicas gastronômicas e conhecer os pontos turísticos com mais calma e menos cansaço.
      Se você gostou desse relato, segue o perfil @gocaracol no instagram, porque lá eu conto mais sobre essa viagem e muitas outras.
      Eu não podia terminar esse relato sem colocar um vídeo que viralizou na época da Copa de 2014, que me passou pela cabeça durante toda a escrita desse roteiro e que tem tudo a ver com o contexto dessa viajante que vos escreve: alguém que saiu de Curitiba para Cuiabá!
       
      Pérola da internet brasileira 
       
       
      Tchaaauu!!
       
       
       
       

    • Por Leandro Z
      Resolvi escrever este relato pois não vi muitos parecidos. A minha viagem foi sozinho, sem alugar carro (mas alugando bicicleta e pegando caronas) e sem fechar nada com agências antes de ir, em abril de 2019. Essa parte é importante: não precisa fechar nada com agência antes.
      Pois bem, antes de ir, pedi orçamentos para várias agências que achara na internet e o que eles me mandaram me espantou, era tudo extremamente caro!  Coisas como: Circuito das Cachoeiras por R$220 + R$180 do transporte; R$320 o trecho Cuiabá-Chapada (sendo que o ônibus urbano custa R$18), queriam cobrar até por passeio no parque que é de graça! Não tive coragem de reservar nada antes, até viajei desanimado para resolver tudo na cidade. Felizmente, tudo deu certo e saiu bem mais barato do que se tivesse fechado com agência.
      Chegando ao aeroporto, que fica em Várzea Grande,  peguei Uber até a rodoviária de Cuiabá, R$25. Na rodo, peguei um bus urbano da CMT (tem da Rubi tbm) por R$18 até a Chapada dos Guimarães (este é o nome do município, não é só do parque ou da região). Os ônibus saem a cada 1:30h. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães fica antes da cidade com mesmo nome e desci lá, onde conheci três cachoeiras sem precisar de guia e sem pagar: Véu da Noiva (só mirante), dos Namorados e Cachoeirinha. A água estava barrenta, mas o poço era bom para banho e as quedas eram altas. Anda-se bem pouco para cada uma delas. Minha intenção era ir para cachoeira da Salgadeira, dali são 6km, mas achei arriscado andar pela estrada sem acostamento. Fiquei esperando o ônibus, pedi algumas caronas e quem acabou parando foi uma família que parou sem eu pedir, eles também estavam saindo do parque e haviam me visto lá. Pelo que percebi, pedir carona é comum lá, pois o parque fica a 12km da cidade. Fui pro hostel, onde me indicaram a guia Camila (65-996110587), entrei em contato com ela e com outras dos sites:
      http://www.chapadamt.com.br/guiasdeturismo.asp
      http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef
      Isso foi bom, os preços direto com os guias eram MUITO mais baratos, inclusive se precisasse de transporte. Fiquei no Hostel Chapada, R$50 por noite, bem localizado, perto da praça.
      No dia seguinte, resolvi alugar uma bike na Bike e Cia, por R$30 o dia, para ir a cachoeira do Marimbondo e da Geladeira, que ficam próximas uma da outra e cerca de 15km, ida e volta, do centro. Pra ir foi tranquilo. Na cachoeira do Marimbondo, paga-se R$10 para entrar e anda bem pouco, uns 300 metros. Cachoeira larga, com um poço raso, mas gostosa. Fiquei 1h e fui pra da Geladeira, 1km dali, paga-se mais R$10 e anda uns 600m. É a cachoeira mais bonita que fui na chapada: água verde, queda gostosa, poço bom para banho. Fiquei um tempo. Pensei em ir até a Cachoeira Rica, mas descobri que, apesar do nome, não tem cachoeira! É só um vilarejo! Ainda bem que não fui, são uns 30km de lá. A volta foi um pouco cansativa mesmo nos pontos que não pareciam subida íngreme. Depois, ainda fui ao mirante Morro dos Ventos, tem uma bonita vista de campos e até uma cachoeira na lateral, entrada R$5. Rodei cerca de 20km de bike no total. Comi massa no Pomodori, muito boa (um pouco caro)!

      No 3º dia, peguei carona com um cara do hostel que havia alugado carro, aí baixou quinze reais no preço do passeio Circuito das Cachoeiras, no final, paguei R$85. Tinha agência cobrando R$220 pelo passeio mais R$180 pelo transporte! Transporte que era de apenas 12km! Este passeio, Circuito das Cachoeiras, ocorre no Parque Nacional (cuja entrada não é paga), mas só pode ser feita com guia. Consiste em 8km passando por várias cachoeiras (eles falam 7, mas acho que não...). A melhor é a última: das Andorinhas, super alta e bom poço pra banho. Vale a pena! Depois, ainda deu tempo de ir até a Salgadeira (R$15 por carro) de carona, esse lugar passou por uma demorada reforma e manipularam até a cachoeira concretando a parede dela. Comi pizza na Marguerita, muito boa, mas um pouco cara.
      Dia 4: no dia do Circuito das Cachoeiras, conheci um cara gente boa que também tinha alugado carro em Cuiabá. Aproveitei e fui junto com ele para a cachoeira da Martinha (R$10 o estacionamento). Neste caso, se não tivesse ido de carona, teria ido de ônibus urbano (o mesmo que sai de Cuiabá em direção a Campo Verde). Disseram que essa cachoeira é tipo um "piscinão de Ramos", farofada e tal, no dia que eu fui, sábado de manhã, estava bem vazio, mas parece quem muita gente faz churrasco lá, até porque é de graça. Cachoeira muito boa, grande, larga e super forte! Correnteza boa para boia-cross e para nadar. De lá, fomos para a cachoeira Jamacá (R$20 por pessoa), que no Glooglemaps aparece como Quilombo do Alemão. Esse alemão é o Mário, um naturalista que lutou pela demarcação do parque. A cachoeira é alta e forte com poço muito raso para nadar. Lugar bacana. Almoçamos, por volta das 14h, no restaurante Maná, comida bem simples, parece que o local nem abriu oficialmente. Esse dia terminou cedo. Jantei sozinho no Cavii, comi um ótimo hambúrguer com coalhada seca e pesto, entre outros.

      Domingo, último dia, fui até a bicicletaria e estava fechada. Resolvi ir a pé até a cachoeira gratuita do Nonhô (acho que é isso, se não, é Nhonhô), 5km, localizada próxima ao supermercado Pelé e a pastelaria Lhufas, entre a placa azul de "Bem-vindo" e um outdoor, a cerca está caída e tem uma trilha. Fui perguntando, perguntando e cheguei a trilha, desci até a cachoeira. É pequena e não muito alta, mas gostosa para se refrescar. Fiquei pouco tempo, pois queria ir até a cachoeira da Tartaruga. Na estrada, pedi carona e o segundo carro que passou parou prontamente. Ele passou pela bicicletaria, estava aberta (no domingo, ele abre quando liga pra ele), então resolvi descer. Mais R$30 pelo aluguel, andei 3,5km até a porteira do sítio (tem no Googlemaps), tive que passar a bike por cima e andar mais uns 3km. Obs: muitos guias me falaram que tem cachoeira em propriedade particular, mas pode pular a porteira, a cerca e ir tranquilamente, esta era uma delas. A cachoeira da Tartaruga fica quase no final da estrada de terra, quando começa o gramado, à direita. A cachoeira é alta, com pouco volume de água, poço bom para banho. Ainda deu tempo de comer no Trapiche Regionalíssimo, por kg, cerca de R$54, comida muito gostosa.  Peguei bus para Cuiabá. De lá, peguei Uber para o aeroporto.
      A região tem muitas cachoeiras e muitas nem podem ser visitadas. Acredito também que algumas sejam pequenas e simples. Algumas que não precisam de guia e fiquei sem conhecer: do Segredo, da Bailarina, do Índio, Águas do Cerrados (trekking). Outros passeios que precisam de guia (mas não feche com agências antes, fale direto com os guias): São Jerônimo, Vale do Rio Claro, Cidade de Pedras,  Águas do Cerrado, caverna Aroe-Jari. Se quiser ir para Nobres (bate e volta), aí tem que fechar com alguma agência, parece que custa R$250, ou se informar com guias.
      https://zahiandoporai.blogspot.com/2020/06/chapada-dos-guimaraes-mt.html
    • Por Damarens Santos
      Faaaaaaala viajantes e mochileiros, to aqui pra mais um relato com valores  (do jeito que a gente gosta!) 🤩
      Desta vez o destino escolhido foi BOM JARDIM/MT.
       
      Local ainda desconhecido por muitos e que só foi mais explorado depois que apareceu em uma reportagem na Ana Maria Braga em 2010.
      Devido a sua recente "descoberta" ainda existe alguns "impasses" para sua exploração.    
       
      Um de seus empecilho para exploração é a maneira de se locomover...
      Existe um ônibus que sai de Cuiabá/Várzia Grande as 06:00 todos os dias com destino Nobres, de Nobres para Bom Jardim apenas 3x na semana.
      Por este motivo optamos pela locação de um carro já que para acesso aos passeios não existe o serviço de transfer (não existe nenhuma agência que faça este serviço no vilarejo, tentamos de todas as formas e localizamos uma pessoa que nos cobrou 1200,00 golpes para nos locomover por 4 dias 😅) então locamos um carro da categoria econômica, utilizamos os 4 dias de viagem e gastamos apenas um tanque de combustível pra todos dias ou seja metade do valor acima.
       
      Nos hospedamos na Pousada Cantinho de Casa que fica no vilarejo de Bom Jardim, fica próximo a mercado, restaurante, lanchonete e etc... (vale lembrar que Bom Jardim é um vilarejo beeeem pequeno então tudo é próximo) estávamos em 2  pessoas, então saiu  225,00 para cada (os 4 dias)!
      A agência escolhida para os passeios foi: GUARÁ TUR ([email protected]), fizemos 2 passeios por dia (todos os passeios tem a durabilidade de 2/3 horas).
       
       
      Boraaaa  laááááá!!!!
       
      02/08 SAÍDA DE CAMPINAS
      Saímos de Campinas com destino a Guarulhos com a Lirabus as 19:30 (por 💰 40,66) nosso voou tinha saída de SP as 23:45 com chegada em MT as 01:10 do dia 03.
       03/08 – PRIMEIRO DIA DE VIAGEM
      Sem perrengue não é viagem nénom? 🤣🤣 então vamos lá
      Desembarcamos em Cuiabá e fomos na Localiza pegar o carro reservado, poréééééém tivemos um imprevistos na liberação... e depois de 1:30 conseguimos pegar o carro 
      (depois de ter se desesperado, pensado em pedir carona, ir caminhando... enfim, Deus foi bondoso conosco e nos abençoou haha). 
      Saímos de Cuiabá as 03:40 e partimos para Bom Jardim (155 KM) com chegada 05:15.
      Chegamos na pousada já corremos descansar para acordar as 08:00 e começar os passeios.
      Primeiro passeio: Flutuação no Vale das Águas  que fica 23km de onde nos hospedamos, pagamos por este passeio  💰 80,00.
      O passeio dura cerca de 2/3 horas, com guia, vestimentas para a flutuação. Eles tbm fazem fotos e filmagem por 💰 50,00 (dividimos e ficou 25 cada). Tivemos mta sorte de sermos os únicos no horário que fomos então fechamos as fotos e tivemos um book só nosso 🤣🤩 LUGAR MARAVILHOSO E ENCANTADOR ❤️
      Vale das Águas:

      Saímos de lá e fomos para o Rancho do Chapolin almoçar (fechamos com a agencia por 💰 35,00 q fica do lado da nossa pousada). O Chapolin é pura simpatia e fica vestido a caráter o tempo todo kkkk. Lugar super rustico e simples, comida caseira e equipe simpática, ah, não se assuste... você mesmo quem cobra o valores do seus gastos rs fica uma maleta com dinheiro no balcão, ele te fala o valor e vc paga, pega seu troco e vai embora 😅 (consumo no local 💰8,00)
      Depois voltamos pra pousada para descansar pois iriamos ver o pôr do sol no mirante no final do dia.
      As 16:00 saímos para fazer a Trilha de Quadriciclo no Mirante Recanto da Natureza pagamos 💰 120,00 golpes e foi mtttttttt massssssa, voltamos as 18:00.
      Mirante Recanto da Natureza:

      Saímos do passeio e fomos tomar uma ceva ☺️ e comer algo, local escolhido Lukinhas. (ceva e lanche 💰28,00).
       
       
      04/08 - SEGUNDO DIA
      Saímos as 08:00 para encontrar nosso guia no vilarejo e seguirmos para a famosinha de Bom Jardim: Cachoeira da Serra Azul 🥰 ela fica dentro do SESC de MT e fica a 22 km no vilarejo, o caminho é 95% em estrada de terra.
      Chegando lá fizemos uma caminhadinha de 80 metros +- e subimos/descemos cerca de 470 degraus até a preciosa ♥ (o parque possui tirolesa, ciclismo e arvorismo... não fizemos nenhum) pagamos pelo banho na cachoeira 💰 125,00 já equipamento para flutuação incluso + almoço completo no restaurante do SESC (o melhor almoço que tivemos la, mtt bom).
      Sobre a cachoeira? SEM COMENTARIO né. PERFEITA e gelaaaaaaaaaada kkk
      Cachoeirada Serra Azul:

      Após o almoço saímos em direção ao Rio Triste para mais uma flutuação, pagamos  💰 90,00 com o equipamento incluso. Locamos outra câmera pra atualizar na flutuação (rachamos em 3, paguei 15,00).
      Rio Triste:

      Depois voltamos ao vilarejo e ficamos no balneário que possui na rua principal tomando uma cerveja ate dar o horário de seguirmos para a lagoa das araras.
      Saímos as 16:00 para a visitação na Lagoa das Araras, 💰 25,00 a entrada, a lagoa fica no próprio vilarejo e trás uma paz fantástica.
      Lagoa das Araras:

      Saímos de lá e fomos pro Espetinho da Marina jantar (espetinho gostoso e acompanhamentos caseiro, recomendo) 💰 19,00 total no jantar.
       
      05/08 TERCEIRO DIA
      Acorda as 09:00 tomamos café e partimos para fazer a  Flutuação no Reino Encantado que fica a 10 km da pousada onde estávamos fechamos o pacote  com Almoço por 💰 120,00, chegamos la nos preparamos com os equipamentos, alugamos uma câmera (50,00 dividimos em 2) e fomos ao passeio. Retornamos e almoçamos la mesmo (gastos 13,00).
      Reino Encantado:

      Logo apos o almoço andamos mais 21 km ate o Bóia Cross Duto do Quebó o passeio durou cerca de 1:30 e pagamos 💰 85,00. 
      O rio é bem calmo, beeeeeeeeem calmo mesmo, a emoção fica por conta da gruta que passamos por dentro, ele é completamente escura, sem iluminação e cheia de morcegos kkkkkk essa parte foi massa, do resto, eu esperava mais (fomos em baixa temporada então o rio não estava mtt cheio para ter mais adrenalina).
      Duto do Quebó:

       
      Ao retornarmos para a Vila paramos no Lukinhas para beber 😅 e jantar  (comemos uma pizza, tomei açaí)  gastei 40,00.
       
      06/08 Quarto Dia
       
       Acordamos as 08:00 ja deixamos nossas malas arrumadas pois serio o último dia de viagem, tomamos café e fomos para a  Flutuação no Aquário Encantado e no Rio Salobra  que fica no mesmo lugar do dia anterior (11 km da pousada), mas é mtttttt  diferente o local 😍 fechamos o pacote com Almoço por 💰 125,00  (gastei 8,00 com bebidas e 50/2 da câmera).
      Aquário Encantado:
       
       
      Depois do almoço andamos mais 5 km até o Balneário Refúgio da Água Azul para passarmos a tarde, pagamos 💰 30,00. 
      É um balneário simples apenas para banho mesmo, não curti mtt rs mas é bonito o local.

       
       
      Retornamos para a pousada as 15:00 pois iriamos para o aeroporto as 16:00 demos carona para os gringos que estava na nossa pousada, gastamos 120,00 para encher o tanque novamente e devolvermos a locadora. E partimos para SP, chegamos em  Guarulhos as 23:30 pegamos um bus para Campinas 00:30 e chegamos por volta as 2:00 em caaaaaaaaasa 🙏
      Bom Jardim é um lugar incrível com pessoas encantadoras, ainda falta um pouco na infra estrutura porém quanto mais rustico mais eu gosto. EU AMEI tudo, os guias, a recepção, os lugares e os preços hahaha.
       
      Total da viagem: 2.106,00
      Passagens Aéreas: 480,00 Transporte (bus + carro + combustível): 323,00 Hospedagem: 225,00 Passeios: 855,00 Alimentação e cevaaaaa: 135,00 Fotos e filmagens: 88,00  
    • Por tati_o_
      Estarei indo para Cuiabá no dia 20 de setembro, e retorno pra Sao Paulo dia 30 de setembro... alguem interessado em ir pra Chapada dos Guimarães, Serra do Roncador, Nobres e Pantanal? Esse roteiro não está fechado! Podemos conversar e combinar um roteiro q seja bom para todos!
    • Por Kelli Ferreira
      Eu e minha amiga estamos pensando em começar a mochilar nos nossos feriados, para aprendermos também a nos virarmos sozinhas em outros lugares, vamos começar pelo brasil mesmo, e nosso primeiro destino, é bonito, no mato grosso... queríamos umas dicas (de como ir com segurança, lugares baratos para dormir, quanto de dinheiro precisamos ter), somos de são paulo e não achamos nenhum ônibus que faça esse trajeto direto, alguém já mochilou pra la? 
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