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ederfortunato

Pantanal Norte - MT - Relato com Valores e Fotos

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Em agosto de 2019, passei 4 dias no Pantanal Norte, que fica no Mato Grosso, foi difícil achar relatos desse lugar, por isso, resolvi fazer um.

Eu vou focar nas dicas de passeios, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória).

Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais no meu instagram, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato

Pantanal

O Pantanal é uma região bem grande, sua parte norte, que fica no Mato Grosso, tem como ponto central para visitação a Rodovia Transpantaneira, uma estrada de 145km de terra batida, que dá acesso às várias pousadas/hotel fazenda, e onde você encontrará muitos animais no seu percurso, principalmente jacarés, tuiuiús, garças, capivaras e se tiver sorte até onças-pintadas.

No início dessa estrada, fica a cidade de Poconé, e no final dela, fica a região de Porto Jofre, nas margem do Rio São Lourenço(é bom lembrar desses pontos para o resto do relato).

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Esse é um mapa que peguei com um guia de lá, dá pra ter uma boa ideia da localização dos pontos mais importantes.

Existem outras cidades na parte norte que podem ser usadas de base para conhecer o Pantanal Norte, como Cáceres mais para o lado da Bolívia, e Barão de Melgaço que pega a parte do Rio Cuiabá.
 

Roteiro:

Fiquei 4 dias em Poconé, e todas manhãs saía em direção a Estrada Transpantaneira para fazer algum passeio, e valeu a pena fazer assim, pois consegui economizar muito com hospedagem, que é o mais caro da viagem.

Se fosse fazer novamente, eu ficaria 3 dias no Sesc Pantanal, que é um pouco mais caro do que ficar em Poconé, mas pelo preço vale a estrutura do lugar, e ficaria 1 ou 2 dias em Porto Jofre, pois fazer o bate/volta para lá no mesmo dia é cansativo, melhor passar a noite lá e voltar no outro dia.

Caso decida não ficar hospedado nas pousadas, alugar um carro acaba sendo necessário, caso contrário vai ficar dependendo das opções de passeio da sua pousada/agências, o que acaba deixando a viagem mais cara, por outro lado, se você escolher ficar numa dessas pousadas, acho que ficar apenas nela aproveitando o lugar seja de forma mais tranquila seja uma opção. 

Alugar um carro compensou para mim, pois foi possível visitar várias pousadas, e fazer os passeios de cada uma delas, assim consegui observar animais diferentes, em regiões diferentes,  já que cada pousada fica bem distante uma da outra

Chegando lá:

De Cuiabá, são apenas 100 km até chegar em Poconé, a estrada é asfaltada e muito boa.

Existe a opção de ir de ônibus, mas eu recomendo que você alugue um carro para se locomover com mais liberdade por lá.
Na época de seca(fui em agosto) aluguei um carro 1.0, até deu conta de atravessar a Transpantaneira, foi meio desconfortável em vários pontos, pois a estrada é toda de terra, e as pontes são de madeira, algumas caindo aos pedaços, então recomendo que alugue um carro alto ou até um 4x4.

 

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Dicas:

  • Uma coisa que você tem que ter em mente antes de ir, é que mais de 90% dos turistas no pantanal, são gringos, e por causa disso, o preço dos serviços é bem caro, principalmente hospedagem.
     
  • A melhor hora de fazer os passeios, quando os bichos estão mais ativos, é no início do dia, e no fim de tarde, então evite passeios de barcos/trilha que aconteçam bem ao meio dia. A exceção a isso são as onças, elas ficam mais movimentadas no meio do dia.
     
  • Ainda sobre onças, apesar da chance pequena de vê-las em outros lugares, se você quiser 90% de certeza de encontrá-las, precisa ir até Porto Jofre, que fica no final da Transpantaneira.
     
  • Se a sua meta é economizar, ao invés de ficar hospedado naqueles pousadas mega caras, é pegar apenas o Day Use que algumas oferecem, fiz isso na Pousada Piuval, onde paguei R$90, incluído aí aproveitar o lugar(com piscina), um almoço e um passeio de trilha. O que compensou pra não pagar $700 da diária do quarto.
     
  • Uma dica sobre a estrada Transpantaneira, me recomendaram ter cuidado com búfalos (que até então, eu nem sabia que existiam lá), pois eles podem atacar os carros, e fazer um bom estrago, então é bom não parar quando avistar um.


Época do ano

Costuma chover muito forte e todos os dias entre dezembro e fevereiro, então o ideal é ir  bem depois dessa época, eu fui em agosto e estava beem seco, o que foi bom pra se locomover pela Transpantaneira.

 

Hospedagem:

De início quase desisti de ir, pois só achava opções caras, mas pesquisando bastante e depois indo lá, descobri que existem opções para todos os bolsos.

As pousadas, que são mais voltadas para os gringos(ou se você dispõe de R$800 para cada diária), tem uma ótima estrutura, além de ter a vantagem de ficar no meio da área selvagem do Pantanal, então é comum ter muitos animais andando em volta e até dentro da propriedade, é uma ótima experiência para quem consegue pagar.

A opção intermediária, é o SESC Pantanal, ele tem uma estrutura de primeira, e tem preços mais acessíveis(pra quem tem a carteirinha do SESC fica ainda mais barato), o ponto negativo é que ele está localizado um pouco longe da Transpantaneira, no município de Barão de Melgaço, não que não seja bonito ou não tenha muitos bichos, tem muitos sim, é a opção que eu recomendo.

E tem a opção mais em barata, se você não tem carteirinha do SESC, que é ficar em algum hotel em Poconé, assim ainda pode contar com a estrutura da cidade, para sair pra comer a noite, ir no mercado comprar sua comida e tal, recomendo o Hotel Canoas, foi onde fiquei, ele está no km 1 da Estrada Transpantaneira.

E a opção mochileiro-raiz-sem-grana, algumas pousadas tem camping, que pode ser uma alternativa mais barata ainda, consegui encontrar duas, a O Porto Jofre Pantanal , no final da Transpantaneira e a Pousada Pantaneira Poconé, que a entrada fica na mesma estrada indo para o SESC.

 

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Passeios:

Por questões de consciência ecológica, não fiz alguns passeios, como pesca ou cavalgada, já que a intenção era ir observar/fotografar os animais em seu habitat natural, e não explorá-los.

Passeios de barco, fiz 4 no total, foram bem diferentes um do outro, e que gostei de todos, recomendo que você faça vários em lugares diferentes se possível, agende em outras pousadas se estiver hospedado em uma.

  • O da Pousada Rio Claro (R$70 por pessoa, 2 horas), gostei dessa, em alguns momentos, o condutor do barco jogava peixes na água, para alguma ave próxima ir pegá-lo, fazendo um rasante na água, e em outro momento alimentou um jacaré, que segundo ele se chamava Dorotéia(o que rendeu boas fotos rs) .
     
  • O da Pousada Pantaneira Poconé (R$150 o barco por 1 hora), esse foi mais tranquilo, poucos animais, mas a paisagem era bem mais bonita.
     
  • O da Pousada Piuval (R$90 por pessoa), foi mais focado em observar pássaros, pois os outros passageiros(hóspedes) estavam ali só pra isso, no final do passeio fomos para uma torre de madeira, no meio da mata, com uma vista muito bonita, ver o pôr do sol ali foi ótimo, compensou todo o passeio.
     
  • O da Pousada Porto Jofre Pantanal, que foi basicamente a busca por onças, e que foi o melhor que fiz, vimos muitos outros bichos, como ariranhas e até cobra sucuri, mais detalhes abaixo.

Passeios para ver as onças, esse passeio é cobrado pelas pousadas e agências de Poconé por R$500/pessoa (além de R$400 pelo transfer de ida/volta), se assim como eu, você quiser economizar, pode ir direto para Porto Jofre de carro, e conversar com os pescadores e donos de barcos que tem por ali, ou ir na Pousada Porto Jofre Pantanal, eles cobram pelo barco, R$700 por 4 horas(ou R$1.000 por 8 horas), como eu estava com mais uma amiga, ficou $350 por pessoa, se estiver em grupo, sai mais barato ainda fazer dessa forma. Acho que só pra quem vai sozinho que vale pagar os R$500 que as agências cobram.

Focagem noturna, fiz na Pousada Piuval (R$50), fomos numa caminhonete, não chegamos a ver muitos bichos, mas é sempre questão de sorte pra ver.

A trilha na mata é algo rápido, e estava incluso no Day Use, vale a pena, mas prefira ir no início ou no fim do dia, que é quando tem mais chances de ver animais.

Não recomendo o passeio fotográfico, você pode fazer por conta, dirigindo pela Estrada Transpantaneira e parando em qualquer lugar para fotografar os animais(se avistar um grupo de pessoas parada em algum ponto da estrada, pode ir lá que deve ter algo interessante), o ideal é sair no amanhecer, ou no fim do dia, que é quando os animais estão mais ativos e saem, além de aproveitar um pôr do sol que só o Pantanal vai te proporcionar.

 

 

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Puxa que legal. Realmente faltam relatos sobre o Pantanal norte. Eu havia planejado ir em setembro mas não foi possível, o lado positivo que teu relato vai me ajudar bastante.

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    • Por Damarens Santos
      Faaaaaaala viajantes e mochileiros, to aqui pra mais um relato com valores  (do jeito que a gente gosta!) 🤩
      Desta vez o destino escolhido foi BOM JARDIM/MT.
       
      Local ainda desconhecido por muitos e que só foi mais explorado depois que apareceu em uma reportagem na Ana Maria Braga em 2010.
      Devido a sua recente "descoberta" ainda existe alguns "impasses" para sua exploração.    
       
      Um de seus empecilho para exploração é a maneira de se locomover...
      Existe um ônibus que sai de Cuiabá/Várzia Grande as 06:00 todos os dias com destino Nobres, de Nobres para Bom Jardim apenas 3x na semana.
      Por este motivo optamos pela locação de um carro já que para acesso aos passeios não existe o serviço de transfer (não existe nenhuma agência que faça este serviço no vilarejo, tentamos de todas as formas e localizamos uma pessoa que nos cobrou 1200,00 golpes para nos locomover por 4 dias 😅) então locamos um carro da categoria econômica, utilizamos os 4 dias de viagem e gastamos apenas um tanque de combustível pra todos dias ou seja metade do valor acima.
       
      Nos hospedamos na Pousada Cantinho de Casa que fica no vilarejo de Bom Jardim, fica próximo a mercado, restaurante, lanchonete e etc... (vale lembrar que Bom Jardim é um vilarejo beeeem pequeno então tudo é próximo) estávamos em 2  pessoas, então saiu  225,00 para cada (os 4 dias)!
      A agência escolhida para os passeios foi: GUARÁ TUR ([email protected]), fizemos 2 passeios por dia (todos os passeios tem a durabilidade de 2/3 horas).
       
       
      Boraaaa  laááááá!!!!
       
      02/08 SAÍDA DE CAMPINAS
      Saímos de Campinas com destino a Guarulhos com a Lirabus as 19:30 (por 💰 40,66) nosso voou tinha saída de SP as 23:45 com chegada em MT as 01:10 do dia 03.
       03/08 – PRIMEIRO DIA DE VIAGEM
      Sem perrengue não é viagem nénom? 🤣🤣 então vamos lá
      Desembarcamos em Cuiabá e fomos na Localiza pegar o carro reservado, poréééééém tivemos um imprevistos na liberação... e depois de 1:30 conseguimos pegar o carro 
      (depois de ter se desesperado, pensado em pedir carona, ir caminhando... enfim, Deus foi bondoso conosco e nos abençoou haha). 
      Saímos de Cuiabá as 03:40 e partimos para Bom Jardim (155 KM) com chegada 05:15.
      Chegamos na pousada já corremos descansar para acordar as 08:00 e começar os passeios.
      Primeiro passeio: Flutuação no Vale das Águas  que fica 23km de onde nos hospedamos, pagamos por este passeio  💰 80,00.
      O passeio dura cerca de 2/3 horas, com guia, vestimentas para a flutuação. Eles tbm fazem fotos e filmagem por 💰 50,00 (dividimos e ficou 25 cada). Tivemos mta sorte de sermos os únicos no horário que fomos então fechamos as fotos e tivemos um book só nosso 🤣🤩 LUGAR MARAVILHOSO E ENCANTADOR ❤️
      Vale das Águas:

      Saímos de lá e fomos para o Rancho do Chapolin almoçar (fechamos com a agencia por 💰 35,00 q fica do lado da nossa pousada). O Chapolin é pura simpatia e fica vestido a caráter o tempo todo kkkk. Lugar super rustico e simples, comida caseira e equipe simpática, ah, não se assuste... você mesmo quem cobra o valores do seus gastos rs fica uma maleta com dinheiro no balcão, ele te fala o valor e vc paga, pega seu troco e vai embora 😅 (consumo no local 💰8,00)
      Depois voltamos pra pousada para descansar pois iriamos ver o pôr do sol no mirante no final do dia.
      As 16:00 saímos para fazer a Trilha de Quadriciclo no Mirante Recanto da Natureza pagamos 💰 120,00 golpes e foi mtttttttt massssssa, voltamos as 18:00.
      Mirante Recanto da Natureza:

      Saímos do passeio e fomos tomar uma ceva ☺️ e comer algo, local escolhido Lukinhas. (ceva e lanche 💰28,00).
       
       
      04/08 - SEGUNDO DIA
      Saímos as 08:00 para encontrar nosso guia no vilarejo e seguirmos para a famosinha de Bom Jardim: Cachoeira da Serra Azul 🥰 ela fica dentro do SESC de MT e fica a 22 km no vilarejo, o caminho é 95% em estrada de terra.
      Chegando lá fizemos uma caminhadinha de 80 metros +- e subimos/descemos cerca de 470 degraus até a preciosa ♥ (o parque possui tirolesa, ciclismo e arvorismo... não fizemos nenhum) pagamos pelo banho na cachoeira 💰 125,00 já equipamento para flutuação incluso + almoço completo no restaurante do SESC (o melhor almoço que tivemos la, mtt bom).
      Sobre a cachoeira? SEM COMENTARIO né. PERFEITA e gelaaaaaaaaaada kkk
      Cachoeirada Serra Azul:

      Após o almoço saímos em direção ao Rio Triste para mais uma flutuação, pagamos  💰 90,00 com o equipamento incluso. Locamos outra câmera pra atualizar na flutuação (rachamos em 3, paguei 15,00).
      Rio Triste:

      Depois voltamos ao vilarejo e ficamos no balneário que possui na rua principal tomando uma cerveja ate dar o horário de seguirmos para a lagoa das araras.
      Saímos as 16:00 para a visitação na Lagoa das Araras, 💰 25,00 a entrada, a lagoa fica no próprio vilarejo e trás uma paz fantástica.
      Lagoa das Araras:

      Saímos de lá e fomos pro Espetinho da Marina jantar (espetinho gostoso e acompanhamentos caseiro, recomendo) 💰 19,00 total no jantar.
       
      05/08 TERCEIRO DIA
      Acorda as 09:00 tomamos café e partimos para fazer a  Flutuação no Reino Encantado que fica a 10 km da pousada onde estávamos fechamos o pacote  com Almoço por 💰 120,00, chegamos la nos preparamos com os equipamentos, alugamos uma câmera (50,00 dividimos em 2) e fomos ao passeio. Retornamos e almoçamos la mesmo (gastos 13,00).
      Reino Encantado:

      Logo apos o almoço andamos mais 21 km ate o Bóia Cross Duto do Quebó o passeio durou cerca de 1:30 e pagamos 💰 85,00. 
      O rio é bem calmo, beeeeeeeeem calmo mesmo, a emoção fica por conta da gruta que passamos por dentro, ele é completamente escura, sem iluminação e cheia de morcegos kkkkkk essa parte foi massa, do resto, eu esperava mais (fomos em baixa temporada então o rio não estava mtt cheio para ter mais adrenalina).
      Duto do Quebó:

       
      Ao retornarmos para a Vila paramos no Lukinhas para beber 😅 e jantar  (comemos uma pizza, tomei açaí)  gastei 40,00.
       
      06/08 Quarto Dia
       
       Acordamos as 08:00 ja deixamos nossas malas arrumadas pois serio o último dia de viagem, tomamos café e fomos para a  Flutuação no Aquário Encantado e no Rio Salobra  que fica no mesmo lugar do dia anterior (11 km da pousada), mas é mtttttt  diferente o local 😍 fechamos o pacote com Almoço por 💰 125,00  (gastei 8,00 com bebidas e 50/2 da câmera).
      Aquário Encantado:
       
       
      Depois do almoço andamos mais 5 km até o Balneário Refúgio da Água Azul para passarmos a tarde, pagamos 💰 30,00. 
      É um balneário simples apenas para banho mesmo, não curti mtt rs mas é bonito o local.

       
       
      Retornamos para a pousada as 15:00 pois iriamos para o aeroporto as 16:00 demos carona para os gringos que estava na nossa pousada, gastamos 120,00 para encher o tanque novamente e devolvermos a locadora. E partimos para SP, chegamos em  Guarulhos as 23:30 pegamos um bus para Campinas 00:30 e chegamos por volta as 2:00 em caaaaaaaaasa 🙏
      Bom Jardim é um lugar incrível com pessoas encantadoras, ainda falta um pouco na infra estrutura porém quanto mais rustico mais eu gosto. EU AMEI tudo, os guias, a recepção, os lugares e os preços hahaha.
       
      Total da viagem: 2.106,00
      Passagens Aéreas: 480,00 Transporte (bus + carro + combustível): 323,00 Hospedagem: 225,00 Passeios: 855,00 Alimentação e cevaaaaa: 135,00 Fotos e filmagens: 88,00  
    • Por tati_o_
      Estarei indo para Cuiabá no dia 20 de setembro, e retorno pra Sao Paulo dia 30 de setembro... alguem interessado em ir pra Chapada dos Guimarães, Serra do Roncador, Nobres e Pantanal? Esse roteiro não está fechado! Podemos conversar e combinar um roteiro q seja bom para todos!
    • Por Kelli Ferreira
      Eu e minha amiga estamos pensando em começar a mochilar nos nossos feriados, para aprendermos também a nos virarmos sozinhas em outros lugares, vamos começar pelo brasil mesmo, e nosso primeiro destino, é bonito, no mato grosso... queríamos umas dicas (de como ir com segurança, lugares baratos para dormir, quanto de dinheiro precisamos ter), somos de são paulo e não achamos nenhum ônibus que faça esse trajeto direto, alguém já mochilou pra la? 
    • Por Leandro Z
      Resolvi escrever este relato pois não vi muitos parecidos. A minha viagem foi sozinho, sem alugar carro (mas alugando bicicleta e pegando caronas) e sem fechar nada com agências antes de ir, em abril de 2019. Essa parte é importante: não precisa fechar nada com agência antes.
      Pois bem, antes de ir, pedi orçamentos para várias agências que achara na internet e o que eles me mandaram me espantou, era tudo extremamente caro!  Coisas como: Circuito das Cachoeiras por R$220 + R$180 do transporte; R$320 o trecho Cuiabá-Chapada (sendo que o ônibus urbano custa R$18), queriam cobrar até por passeio no parque que é de graça! Não tive coragem de reservar nada antes, até viajei desanimado para resolver tudo na cidade. Felizmente, tudo deu certo e saiu bem mais barato do que se tivesse fechado com agência.
      Chegando ao aeroporto, que fica em Várzea Grande,  peguei Uber até a rodoviária de Cuiabá, R$25. Na rodo, peguei um bus urbano da CMT (tem da Rubi tbm) por R$18 até a Chapada dos Guimarães (este é o nome do município, não é só do parque ou da região). Os ônibus saem a cada 1:30h. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães fica antes da cidade com mesmo nome e desci lá, onde conheci três cachoeiras sem precisar de guia e sem pagar: Véu da Noiva (só mirante), dos Namorados e Cachoeirinha. A água estava barrenta, mas o poço era bom para banho e as quedas eram altas. Anda-se bem pouco para cada uma delas. Minha intenção era ir para cachoeira da Salgadeira, dali são 6km, mas achei arriscado andar pela estrada sem acostamento. Fiquei esperando o ônibus, pedi algumas caronas e quem acabou parando foi uma família que parou sem eu pedir, eles também estavam saindo do parque e haviam me visto lá. Pelo que percebi, pedir carona é comum lá, pois o parque fica a 12km da cidade. Fui pro hostel, onde me indicaram a guia Camila (65-996110587), entrei em contato com ela e com outras dos sites:
      http://www.chapadamt.com.br/guiasdeturismo.asp
      http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef
      Isso foi bom, os preços direto com os guias eram MUITO mais baratos, inclusive se precisasse de transporte. Fiquei no Hostel Chapada, R$50 por noite, bem localizado, perto da praça.
      No dia seguinte, resolvi alugar uma bike na Bike e Cia, por R$30 o dia, para ir a cachoeira do Marimbondo e da Geladeira, que ficam próximas uma da outra e cerca de 15km, ida e volta, do centro. Pra ir foi tranquilo. Na cachoeira do Marimbondo, paga-se R$10 para entrar e anda bem pouco, uns 300 metros. Cachoeira larga, com um poço raso, mas gostosa. Fiquei 1h e fui pra da Geladeira, 1km dali, paga-se mais R$10 e anda uns 600m. É a cachoeira mais bonita que fui na chapada: água verde, queda gostosa, poço bom para banho. Fiquei um tempo. Pensei em ir até a Cachoeira Rica, mas descobri que, apesar do nome, não tem cachoeira! É só um vilarejo! Ainda bem que não fui, são uns 30km de lá. A volta foi um pouco cansativa mesmo nos pontos que não pareciam subida íngreme. Depois, ainda fui ao mirante Morro dos Ventos, tem uma bonita vista de campos e até uma cachoeira na lateral, entrada R$5. Rodei cerca de 20km de bike no total. Comi massa no Pomodori, muito boa (um pouco caro)!

      No 3º dia, peguei carona com um cara do hostel que havia alugado carro, aí baixou quinze reais no preço do passeio Circuito das Cachoeiras, no final, paguei R$85. Tinha agência cobrando R$220 pelo passeio mais R$180 pelo transporte! Transporte que era de apenas 12km! Este passeio, Circuito das Cachoeiras, ocorre no Parque Nacional (cuja entrada não é paga), mas só pode ser feita com guia. Consiste em 8km passando por várias cachoeiras (eles falam 7, mas acho que não...). A melhor é a última: das Andorinhas, super alta e bom poço pra banho. Vale a pena! Depois, ainda deu tempo de ir até a Salgadeira (R$15 por carro) de carona, esse lugar passou por uma demorada reforma e manipularam até a cachoeira concretando a parede dela. Comi pizza na Marguerita, muito boa, mas um pouco cara.
      Dia 4: no dia do Circuito das Cachoeiras, conheci um cara gente boa que também tinha alugado carro em Cuiabá. Aproveitei e fui junto com ele para a cachoeira da Martinha (R$10 o estacionamento). Neste caso, se não tivesse ido de carona, teria ido de ônibus urbano (o mesmo que sai de Cuiabá em direção a Campo Verde). Disseram que essa cachoeira é tipo um "piscinão de Ramos", farofada e tal, no dia que eu fui, sábado de manhã, estava bem vazio, mas parece quem muita gente faz churrasco lá, até porque é de graça. Cachoeira muito boa, grande, larga e super forte! Correnteza boa para boia-cross e para nadar. De lá, fomos para a cachoeira Jamacá (R$20 por pessoa), que no Glooglemaps aparece como Quilombo do Alemão. Esse alemão é o Mário, um naturalista que lutou pela demarcação do parque. A cachoeira é alta e forte com poço muito raso para nadar. Lugar bacana. Almoçamos, por volta das 14h, no restaurante Maná, comida bem simples, parece que o local nem abriu oficialmente. Esse dia terminou cedo. Jantei sozinho no Cavii, comi um ótimo hambúrguer com coalhada seca e pesto, entre outros.

      Domingo, último dia, fui até a bicicletaria e estava fechada. Resolvi ir a pé até a cachoeira gratuita do Nonhô (acho que é isso, se não, é Nhonhô), 5km, localizada próxima ao supermercado Pelé e a pastelaria Lhufas, entre a placa azul de "Bem-vindo" e um outdoor, a cerca está caída e tem uma trilha. Fui perguntando, perguntando e cheguei a trilha, desci até a cachoeira. É pequena e não muito alta, mas gostosa para se refrescar. Fiquei pouco tempo, pois queria ir até a cachoeira da Tartaruga. Na estrada, pedi carona e o segundo carro que passou parou prontamente. Ele passou pela bicicletaria, estava aberta (no domingo, ele abre quando liga pra ele), então resolvi descer. Mais R$30 pelo aluguel, andei 3,5km até a porteira do sítio (tem no Googlemaps), tive que passar a bike por cima e andar mais uns 3km. Obs: muitos guias me falaram que tem cachoeira em propriedade particular, mas pode pular a porteira, a cerca e ir tranquilamente, esta era uma delas. A cachoeira da Tartaruga fica quase no final da estrada de terra, quando começa o gramado, à direita. A cachoeira é alta, com pouco volume de água, poço bom para banho. Ainda deu tempo de comer no Trapiche Regionalíssimo, por kg, cerca de R$54, comida muito gostosa.  Peguei bus para Cuiabá. De lá, peguei Uber para o aeroporto.
      A região tem muitas cachoeiras e muitas nem podem ser visitadas. Acredito também que algumas sejam pequenas e simples. Algumas que não precisam de guia e fiquei sem conhecer: do Segredo, da Bailarina, do Índio, Águas do Cerrados (trekking). Outros passeios que precisam de guia (mas não feche com agências antes, fale direto com os guias): São Jerônimo, Vale do Rio Claro, Cidade de Pedras,  Águas do Cerrado, caverna Aroe-Jari. Se quiser ir para Nobres (bate e volta), aí tem que fechar com alguma agência, parece que custa R$250, ou se informar com guias.
    • Por Priscila Carreiro
      Olá,
      Li relatos de cidades do Mato Grosso fronteiriças com Bolívia. Sou do Rio de Janeiro. Pensei em fazer passeios no Pantanal que saem de Cuiabá e começar meu mochilão de lá. Logisticamente, é uma boa ideia?


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