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    • Por Felipao86
      Ola a todos,
      Que ano difícil foi esse 2020, heim pessoal?  Tomara que 2021 seja melhor a todos. Um feliz ano novo.
      Aproveitando esse período de quarentena para redigir alguns relatos de viagens entre 2018 e 2020 que havia feito e não tinha tempo para relatar.
      Em marco de 2019 ficamos uma semana agradável em Manaus, e foi uma viagem muito especial porque foi a primeira viagem de avião da nossa filha mais velha, à época com 1 ano de idade. Então tínhamos uma expectativa/preocupação durante o voo, mas foi absolutamente tranquilo.
      Passagens aéreas: compradas na Gol, em torno de 600 reais por pessoa (BH-Manaus)
      Hospedagem: EcoSuites Hotel Manaus: em torno de 100 reais a diária, hotel simples, bem no centro da cidade, ótimo café da manhã.
      Deslocamentos internos: dentro da cidade Uber (funciona bem e preços normais); Algumas atrações é preciso ir de barco.
      Contratempo: infelizmente, devido ao calor excessivo na cidade, todos os lugares tem ar condicionado. Mas por que isso é ruim? A oscilação de temperatura quente/frio fez com que minha filha acabasse contraindo uma sinusite no terceiro dia de viagem. Teve febre, tosse e isso acabou impactando um pouco nosso roteiro. Conseguimos medica-la com sintomáticos até retornamos a BH e leva-la ao pediatra.
      Obs: Como a vigem aconteceu já há quase 2 anos, eu não lembro mais o preço das atrações, rs. Por favor, me perdoem.
      Bem, vamos ao roteiro do dia.
       
      Dia 1 – Centro Histórico
       
      Chegamos em Manaus na noite anterior, já bem a noite, somente a tempo de dormimos no hotel. No dia seguinte após o café da manhã saímos para explorar um pouco o centro histórico. Comecamos pelo cartão portal da cidade, o Teatro Amazonas: tem uma visita guiada super interessante, que conta um pouco sobre a história da construção do lugar e dos simbolismos utilizados na decoração interna. É belíssimo por dentro e por fora. É o principal ponto turístico da cidade, ao redor da praça tem vários restaurantes bacanas. Acabamos voltando lá praticamente todos os dias a noite. O teatro tinha programação de shows a noite, mas acabamos não conseguindo visitar.
      Do teatro fomos ao Museu Casa Eduardo Ribeiro, bem ao lado do teatro. Fala um pouco sobre o prefeito que urbanizou Manaus no final do século XIX e esteve diretamente envolvido na construção do teatro. É uma visita guiada muito bacana que  complementa o passeio ao teatro.
      Seguimps (uber) ao Palácio do Rio Branco, que era sede da Assembléia Legislativa do estado e hoje é um museu muito bacana com belos jardins ao fundo.
      E terminamos no mercado Adolpho Lisboa, que é muito charmoso, porém pequeno. Lá se encontram artesanatos e souvenirs. Aproveitei para garantir o chaveiro da minha coleção. De lá tem-se uma bela vista do Rio Negro.
      A noite voltamos a praça do Teatro para comermos um delicioso tambaqui no “Tambaqui de banda”.


      Dia 2 - Passeio de barco pelo Rio Negro
      Contratamos um passeio pelo rio negro de um dia com a Iguana Turismo, que foram muito atenciosos na contratação mas o guia meio carrancudo, sei lá, mal humorado.
      O embarque é no porto bem atrás do Mercado Adoplho Lisboa.
      Nesse passeio primeiro vamos seguindo de barco até o famoso encontro das águas, que é bonito de se ver, mas precisa subir no topo do barco para melhor visualização. De lá seguimos até o Parque January, onde tem as famosas vitorias regias gigantes e também paramos para almoçar. Depois uma parada numa comunidade ribeirinha onde tem “pesca de pirarucu”, na verdade são alguns tanques onde eles deixam os turistas alimentarem os pirarucus gigantes com peixes. Após, mais 2 horas de barco, chegamos ao local onde há a famosa interação com os botos, que na minha opinião foi a melhor parte do passeio: você olha para todos os lados e só vê arvóres e agua, uma pequena casinha flutuante e os botos ao seu redor. Mais imersão amazônica que isso só mesmo num hotel de selva. Tive uma deliciosa sensação de paz por conhecer esse cantinho do nosso país.
      Esse é um passeio de um dia inteiro, chegamos de volta ao porto já a noite.  Nem saímos pra jantar, pedimos um delivery mesmo, um lanche chamado x-caboquinho, que é um sanduínhe típico de Manaus: pão francês recheado com lascas de tucumã, banana frita, queijo coalho e manteiga.


      Dia 3- Museu do Segingal Vila Paraíso
      Nesse dia visitamos o Museu do Seringal Vila Paraíso. O trajeto para chegar lá já é um passeio em si: uber até a Marina do Davi e de lá pega-se uma lancha de passageiros até o museu, mas que no caminho vai parando em varias comunidades e com belíssima paisagem.
      O museu é lindíssimo, na realidade era o cenário de uma minissérie da globo, se não me engano. A visita é guiada e retrata bem como funcionava um seringal no ciclo da borracha. O lugar é muito cenográfico e absolutamente paradisíaco, rodeado por floresta e agua de todos os cantos. A amazonia é um lugar grandioso demais.
      Na volta paramos na praia da ponta negra, que é exatamente uma praia, porém com agua doce. Quando iriamos sentar numa das barracas para passar o restante do dia, caiu uma chuva inacreditável, então tivemos que pegar um uber de volta ao hotel. Até imaginei que fosse uma daquelas chuvas vespertinas, mas na realidade praticamente o restante do dia.

      Dia 4 - Museu da Amazonia
      Dia inteiro reservado a conhecer o Musa, Museu da Amazonia, que é uma reserva florestal dentro da cidade. Dentro tem diversas trilhas, exposições relacionadas a amazonia, orquidário, borboletário, aquário e a principal atração: uma torre de observação  de 42 metros de altura que lhe permite observar a floresta acima da copa das árvores. É um passeio super interessante. Tem muita coisa para se ver. Tem restaurante lá dentro com preços bacanas.

       
      Dia 5 - Mercado novamente e Museu do Indio
      A ideia desse dia a princípio seria alugar um carro e conhecer as cachoeiras de Presidente Figueiredo. Mas já era um dia que minha filha estava com febre/tosse e também ficou um dia muito nublado, então acabamos ficando por Manaus mesmo.
      Voltamos ao Mercado Adolpho Lisboa para almoçar e comprar mais algumas lembrancinhas. De lá pegamos um uber e fomos conhecer o Museu do Índio, que náo é um museu muito falado em relatos de viagens que havia lido sobre Manaus. É um museu simples, porém bem bacana em falar um pouco sobre a vida dos indígenas, seus hábitos e artefatos utilizados. Achei bem completo.
      Finalizamos o dia no Tambaqui de Banda, que foi nosso restaurante preferido de Manaus.

       
       
      Dia 6 - Palacete Provincial e retorno para casa
      Dia de retornar, mas como o voo era somente a tarde, deu tempo de explorar ainda o Palacete Provincial, casarão no centro histórico, próximo ao hotel, que na realidade abriga vários museus em si: um museu de arte contemporânea, com exposições de artistas locais, um museu numismático, de medalhas e moedas e um museu de fotografia. Belo lugar e belas obras de artes.

      Pessoal, espero que perdoem esse relato pouco detalhado. Infelizmente não consegui faze-lo logo após retonar da viagem, então perdi muitas informações uteis. Mais basicamente tudo que pesquisei para montar o roteiro usei como base do guia de Manaus do Viajenaviagem.
       
      Um grande abraço a todos e até a próxima.

    • Por Paulonishi
      Um lugar de belas praias, águas limpas e com cores fantásticas, distante num voo de apenas 50 minutos da maior cidade do Brasil…

      Essa é a encantadora Florianópolis, capital de Santa Catarina, região sul do Brasil. É uma ilha, mas também tem uma partezinha no continente, que muita gente esquece, o chamado "Estreito", com uma bela orla que é mais bonita porque dá visão para a Ilha!
      A ilha de Santa Catarina, carinhosamente chamada de Floripa ou ainda de Ilha da Magia, é um dos destinos turísticos mais procurados no verão, não só pelas suas praias paradisíacas, mas também pelas muitas opções de lazer, gastronomia e cultura.
      Fundada em 1673, tem cerca de 508 mil habitantes, sendo a 2ª mais populosa do estado (a maior é Joinville, no norte do Estado). Em sua história, já foi chamada de Ilha de Santa Catarina, Nossa Senhora do Desterro, Desterro (que nome horrível!!!)  e finalmente Florianópolis, uma triste homenagem ao maior algoz do povo Catarinense, o presidente Floriano Peixoto, que promoveu uma série de fuzilamentos na ilha e, como castigo, teve o seu nome perpetuado justamente nesse lugar.
      Possui um terreno bem acidentado, com praias espremidas entre o mar e os morros.
      As mais famosas são:
       Canasvieiras, principal reduto dos argentinos
      Jurerê, o point das baladas e festas noturnas
      Joaquina e Praia mole, o paraíso dos surfistas
      e Ribeirão da Ilha, guardiã da colonização açoriana.
      A ilha é ligada ao continente por 3 pontes. As duas de concreto são Pedro Ivo Campos e Colombo Sales. Mas a mais famosa é a terceira delas, a ponte pênsil Hercílio Luz, cartão postal de Santa Catarina. Essa velha senhora tem mais de 94 anos e esteve totalmente fechada por décadas (28 anos), até a sua total reabertura só em março de 2020. Agora pode ser visitada e, nos finais de semana, é totalmente voltada para ciclistas e pedestres, sendo um passeio gratuito e imperdível! Nos dias de maior ventania, a emoção é garantida, pois ela oscila bastante!

       
      Além de automóveis e motos, podemos chegar de ônibus, desembarcando no Terminal Rodoviário Rita Maria, logo na entrada da Cidade e bem próximo do terminal urbano. Recebe ônibus de todas as partes do Brasil e também da Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. 

      Se você vier de ônibus, caminhando poucos metros, já estará no terminal de integração do Centro, o TICEN, de onde partem  onibus para literalmente todos os cantos da Ilha e demais terminais. Dá para conferir as opções e horários no próprio google Maps ou no Moovit. Tem um aplicativo próprio também, o Floripa no Ponto, com todas as rotas e terminais. Vale a pena conferir!

      A outra maneira de chegar à Capital é através do Aeroporto internacional Hercílio Luz, um amplo, moderno e confortável Aeroporto, cujo novo terminal foi inaugurado em outubro de 2019. Na parte externa tem um pequeno mercado da rede Imperatiz com preços razoáveis, dando para comprar um lanchinho mais em conta. Se a fome for grande, dá para encontrar almoço por 30 reais. Não é barato, mas em se tratando de aeroporto, é uma opção a ser considerada. Nesta última vez, almocei e estava muito bom!

       
       
      O aeroporto conta com uma linha de ônibus urbano que facilita bastante a vida do mochileiro (direto para o TICEN ou TIRIO). Um Uber, por exemplo, sai pelo menos uns 30 reais para se chegar ao centro da cidade! E não se preocupe, o transporte público é bem eficiente e seguro.
      Qualquer que seja a maneira de andar por Floripa, esteja preparado para um dos seus maiores problemas… O trânsito!
      Ele se agrava ainda mais durante a temporada de verão. Os congestionamentos são frequentes e encontrar estacionamento público na região central e nas praias é uma verdadeira loteria. A maioria dos lugares tem estacionamentos particulares, e cobram na média 20 reais (ou pilas, como eles dizem... 🤭) pelo período. Por isso, sempre quando vou por lá, deixo o carro onde estou hospedado e procuro ir de ônibus para todos os lugares. Assim, não tenho stress com o trânsito infernal e nem perco tempo procurando lugar para estacionar ou correndo dos flanelinhas (sim, tem bastante e enchem o saco).

      Mas as praias e as paisagens compensam o esforço! São águas bem limpas, mas frias, em comparação ao Nordeste. Fora do verão então… Geladas! As mais quentinhas estão no Norte da Ilha.
      No quesito gastronomia, não deixe de saborear as ostras, além, é claro, da tradicional sequência de camarão, girando em torno de 100 a 150 reais para duas pessoas. É composta por camarões à milanesa, fritos e "ao bafo" (no vapor), acompanhados por filé de peixe, arroz, feijão, pirão de peixe, farofa, batatas fritas e vinagrete, muito bem servido para 2 até 3 pessoas. O melhor lugar para se provar é na Lagoa da Conceição ou na Costa da Lagoa e esses preços são de lá também.

      E qual a melhor época para ir à Florianópolis? Certamente é no verão, mas é justamente o período de maior movimento na Ilha… A alta temporada vai de 15 de dezembro ao final de fevereiro e é sinonimo de muita gente, preços altos tanto de hospedagem quanto de alimentação, além de filas e congestionamentos em todos os acessos às praias. De março até abrill, além de garantir uma temperatura agradável e menos chuvas, os preços em geral caem bastante, tornando-se uma ótima opção! Agora em dezembro, aluguei uma casa para 2 pessoas por 110 reais a diária, na Lagoa da Conceição. 
      Qualquer que seja a época escolhida, tem sempre muita coisa legal para se fazer em Floripa!
      Deixo o vídeo abaixo para ilustrar melhor esse post. Se lhe for útil, peço que deixe os seus comentários e deixe um like para incentivar a postar mais materiais.
      Vou detalhando os passeios nos próximos!
      Grande abraço! 🤠👍
      https://www.youtube.com/watch?v=JaERxlPHZ_k
       
       
       
       
    • Por Ana Lazara Paiva
      Aproveitando o feriado do Natal resolvi aproveitar viajando, esta foi minha primeira viagem estilo mochilão e o destino escolhido foi Paraty, cidade que sempre me encantou devido a junção da parte histórica, que remonta a história colonial do brasil, e a deslumbrante Costa Verde do Brasil: uma conservada porção de mata atlântica formando um verdadeiro paraíso tropical com praias, cachoeiras, entre outros. 
      Vale ressaltar que não possuo carro e que todas as minhas viagens são low cost, ou seja, aqui vou compartilhar informações de como fiz para viajar sem gastar muito.
      Minha aventura começa em Passos, cidade do interior de Minas Gerais, sendo assim foi necessário primeiramente me deslocar de busão até o Terminal Rodoviário do Tietê. Tentei economizar nas passagens, sendo que nos trajetos Passos - São Paulo, e São Paulo - Passos, utilizei meu IDJOVEM, um benefício do governo onde é possível fazer trajetos interestaduais com 50% de desconto, ou então gratuitamente (depois posso fazer um post explicando mais sobre).
      Para chegar em Paraty não foi possível utilizar o IDJOVEM isso porque todas as passagens já haviam sido reservadas, sendo assim comecei a buscar alternativas, como caronas no aplicativo BlaBlaCar, ou então nos grupos de Facebook, entretanto o que mais compensou nessa trip foi utilizar o Buser, uma alternativa inovadora que estou completamente apaixonada, pois além de muito seguro oferece passagens de ônibus muito baratas! Para vocês terem ideia o trajeto São Paulo - Paraty pela empresa que possui guichê dentro da rodoviária custa em dezembro de 2020 R$111,15 já pela Buser paguei R$49,90. Vou deixar aqui o link para que vocês possam se cadastrar e procurar disponibilidade de passagens para Paraty ou qualquer outro destino: https://www.buser.com.br/convite/cqvkdy2. (Para primeira viagem você só paga a passagem de volta.)
      Foram aproximadamente 15 horas de espera somando ida e volta na rodoviária do Tietê devido a diferença de horários das conexões. Depois de um verdadeiro chá de rodoviária cheguei em Paraty durante à noite e fui direto para meu camping, e essa foi minha primeira experiência acampando. Fiquei no Camping Portal de Paraty e em dezembro de 2020 e paguei 35,00 a diária. Super recomendo esse camping, existem partes com tendas para proteger da chuva (que diga-se de passagem salvaram minha viagem pois choveu muito durante minha passagem por Paraty e eu não tinha uma super barraca), banheiro com ducha água quente, cozinha equipada e uma localização estratégica.
      Como eu disse anteriormente choveu muito durante essa viagem, por isso no primeiro dia foi impossível sair para curtir o mar, apenas já de tarde que eu aproveitei para conhecer o centro histórico de Paraty. Eu tenho que confessar que achava que o centro era menor, mas ainda existe uma porção bem conservada de casinhas coloridas, fiquei zanzando por entre as ruas, conheci o cais onde ficam os barcos que fazem os passeios (existem agências que fazem passeios de escuna, entre outros, como eu estava evitando gastar deixei para outra oportunidade), e as praias acessíveis de Paraty, que são impróprias para banho, mas valem para admirar a paisagem.

      No segundo dia a chuva já estava mais fraca, decidimos partir então para Trindade, uma vila onde ficam algumas das praias de Paraty, mas não espere nada luxuoso, o lugar tem uma vibe hippie e caiçara. Peguei o ônibus Trindade no ponto que ficava bem próximo ao camping, o valor da passagem em dezembro de 2020 foi de R$ 5 reais. Descemos em uma das primeiras praias do percurso do ônibus: a praia dos Ranchos. Nessa praia escolhi não ficar na parte onde estão os restaurantes e as cadeiras, isso porque prefiro locais mais vazios, e foi assim que descobri no canto oposto da parte badalada da praia um verdadeiro canto de paz, nessa parte existem imensas pedras, porém não recomendo tentar entrar na água pois as ondas quebram com muita força, mas dá sim para molhar os pés. Acho que por conta da chuva e da força da água não havia mais ninguém nessa parte, o que deixou o lugar ainda mais espetacular, foi um momento de introspecção, vendo a força do mar e claro tomando chuva hahaha mas esse foi de longe meu lugar favorito de Trindade. (No último dia descobrimos que andando mais pelas pedras você encontra uma praia para poder entrar).

      Depois de um certo tempo, parti para conhecer as Praias do Meio e do Cachadaço, as distâncias entre as praias são bem curtas e você consegue fazer o caminho a pé, aproveitando também para conhecer um pouco do centrinho de Trindade. 
      Na Praia do Meio apenas aproveitamos a passagem pois mesmo sendo cedo, já estava muito cheia, o que intensifica devido a faixa de areia pequena, entretanto é onde observei que as águas são mais calmas e sem fortes ondas, ou seja ideal para quem tem medo, ou então para quem pretende levar crianças.
      No final dessa praia é que fica uma pequena trilha de cerca de 10min que leva a Praia do Cachadaço, depois de atravessar o rio de água doce que deságua no mar é que fica o início da trilha. Pessoalmente achei muito tranquila de fazer, mas isso pode variar de pessoa a pessoa e quantidade de peso que você está carregando. 
      Como gosto mais de mar com ondas, a praia do Cachadaço foi excelente para passar um tempo, existem alguns bancos de areia, mas mesmo sendo um dia nublado com o mar mais agitado estava muito bom para tomar um banho. Na praia do Cachadaço existe outra trilha que leva às piscinas naturais, não visitamos esse local pois novamente estávamos evitando aglomerações, e o fluxo de pessoas que estava pegando a trilha era grande, logo resolvemos ficar apenas na praia onde havia mais espaço para relaxar.

      No terceiro dia fiz o passeio que mais estava com vontade, a trilha para a Praia do Sono. Deixamos para esse dia na esperança de que a chuva cessasse, acontece que não foi bem isso que aconteceu, apesar de existirem barcos que fazem esse trajeto, escolhi a opção que era mais barata, debaixo de chuva mesmo. Tomei o ônibus para a Vila Oratório, cujo valor também era de R$ 5,00. Você precisa descer no ponto final dessa linha que já é praticamente  no início da trilha. Posso resumir o trajeto em 3  palavras: chuva, lama e tombos! Mas a sensação de recompensa quando avistamos aquela praia praticamente deserta não teve preço. Essa trilha deve ser uma dificuldade média, com duração de 1h, mas por conta da lama e da chuva ficou mais complicada e demoramos mais. A praia estava absurdamente vazia, e foi de longe o melhor passeio da viagem. Existem alguns campings e restaurantes por lá, além das casas da população tradicional caiçara que mora na Praia do Sono, mas novamente nada luxuoso, a única coisa que se pode ostentar nesse local é conexão com a natureza bastante preservada.

      No último dia voltamos à Trindade, o tempo ainda estava fechado, dessa vez descobri a praia do Cepilho, o lugar que eu citei mais acima, que você tem acesso pela Praia dos Ranchos, ela tem uma faixa de areia pequena, e é denominada como dos surfistas por conta das ondas, mas mesmo não surfando aproveitei muito pegando uns jacarezinhos. Também gostei muito dessa praia. Depois de curtir, retornamos para Paraty, dessa vez para desmontar nossa barraca e retornar para casa.
      Durante todos os dias cozinhei na própria cozinha do camping, além de levar lanchinhos e bebidas para praia, apenas em uma noite fui em um barzinho chamado Prosa (que pesquisei antes e foi classificado como um local barato) , recomendo o local pois tinha uma vibe legal, mas infelizmente comer em Paraty é bem caro, tanto nos preços do supermercado, tanto nos estabelecimentos. No bar pedi um Jorge Amado (caipirinha feita com uma cachaça de cravo e canela) que é um drink inventado e bem típico em Paraty, duas cervejas e duas porções e gastei R$240,00.
      Minhas considerações finais são que vale muito a pena conhecer Paraty e que 4 dias foram muito pouco!
       
    • Por Diego_Alternative_Rio
      Pessoal, no próximo dia 14 de janeiro eu devo estar indo do Rio para Macaé (RJ) para gravar vídeos. Devo ir de ônibus pela 1001 e voltar de avião pela Azul Conecta.
      A minha hospedagem de uma noite está reservada para o hotel Nolasco, no Centro de Macaé (perto do Mercado de Peixes).
      Eu preciso estar no aeroporto da cidade às 8h55 do dia 15 de janeiro (segundo recomendações da própria Azul).
      Agora, eu pergunto: É seguro ir de ônibus do Centro de Macaé (perto da Prefeitura / Mercado de Peixes) até o aeroporto com uma mala G e uma mochila de notebook? Qual ônibus eu tenho que pegar? Demora muito o trajeto? Quanto tempo? De quanto em quanto tempo tem ônibus nessa rota? Os ônibus nesse horário são muito cheios? São muito quentes?
    • Por Marcos Felipe Oliveira
      se o que falta é companhia, bora lá..
      viagem camping carona sem data natureza 
      chama no WhatsApp 32 999585879
      só força,e proteção a todos nós moradores do mundo, viajantes despertos da ilusão 🙏🧿🔥🌬️👽💨🤭😉👊🤝✌️
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