A Chapada dos Guimarães fica a aproximadamente 65 km da capital, numa estrada boa, e a visão ao longe, de todo aquele Chapadão, já vale a visita. Chegamos de tardezinha lá, após algumas paradas, e algumas atrações ficam no caminho, como a Salgadeira e o Portão do Inferno.
Ficamos na Pousada Floradas da Serra, localizada na Cohab Véu de Noiva- fone (65) 33013193. O site parece que está desatualizado, por isso não colocamos aqui. A proprietária fez um pacote bom, com um preço bem acessível, e optamos por ficar distante do centro, por causa dos eventos que estariam acontecendo nesse período que ficaríamos na cidade. Nossa dica aqui, é que se você quer sossego, procure escapar do período do Festival de Inverno, porque a cidade se transforma. Não pelos habitantes locais, mas principalmente pelos visitantes,que fazem questão de bebedeira, som alto, muito diferente do perfil do pessoal que estamos acostumados a conviver.
Para visitar o Parque Nacional http://www.icmbio.gov.br/parnaguimaraes/ são necessários alguns agendamentos prévios. Você só poderá entrar no Parque com o acompanhamento de um guia credenciado (no site do Parque existe a relação), agendar um dia antes,ter o voucher emitido por algum local credenciado (o guia saberá dizer a você) e estar na entrada do Parque entre 8:00 e 9:00 hs na manhã do dia agendado. Ufa!
E assim fomos nós, acompanhados do guia José Paulino dos Santos, fone (65) 9225-0035, (uma figura!) , para nosso passeio no Parque Nacional. Fizemos o caminho das cachoeiras, visitando a Cachoeira das Andorinhas, do Pulo e da Independência. São trilhas curtas, bem sinalizadas e não dá para cansar muito, porque você vai se refrescando no caminho, em cada uma delas. Gostaríamos de ter visitado a Cidade de Pedra, mas ainda permanecia fechado para visitação, e o Morro do São Gerônimo não nos animou pelo longo percurso de trilha.
Lago Azul
No segundo dia visitamos o Mirante do Centro Geodésico, uma vista deslumbrante,e depois seguimos para a Caverna Aroe Jarí (a maior gruta de arenito do Brasil, com 1.550 m de extensão (gente, nada muito interessante, na nossa opinião, principalmente depois que conhecemos Intervales e a gruta da Torrinha, na Chapada Diamantina )e depois a gruta da Lagoa Azul, onde os banhos são proibidos(uma pena!) .O passeio acaba durando o dia inteiro, então nossa dica é reservar o almoço no restaurante da Caverna (R$ 18,00 por pessoa), antes de descer para fazer os passeios. A entrada também é paga (R$ 15,00 por pessoa, estudante pagando meia) e só é permitido a entrada com um guia. É, não fica um passeio barato, porque além das entradas nos passeios, você ainda paga pela diária do guia.
Cachoeira da Martinha
No terceiro dia, acabamos dispensando o guia e fomos visitar a Cachoeira da Martinha, onde o rio Casca forma uma sequência de quedas, formando boas piscinas naturais para banho. Fica a cerca de 40 km em direção à Campo Verde, praticamente na beira da estrada. Vimos o anúncio de um empreendimento que será construído no acesso à cachoeira, então a impressão que tivemos foi que após sua construção, sua entrada deverá ser limitada. (Esperamos que não).
Nossa impressão: É a Chapada mais indicada para iniciar as crianças no trekking, pois as trilhas (principalmente dentro do Parque) são curtas, intercaladas por cachoeiras e não dá para se cansar tanto. O centro da cidade também já está bem estruturado, com lojinhas, restaurantes, lanchonetes,e como fica muito próxima à Cuiabá, lota nos finais de semana e feriados, e realmente não nos agradou esta "superpopulação'. Como já dissemos lá em cima também, visitamos a cidade na época do Festival de Inverno, onde também as cidades vizinhas aportam "em massa", trazendo consigo, uma horda de jovens barulhentos, com carros com o som no último volume, litros e litros de cerveja no porta malas e nas cabeças, impossível de dormirmos à noite, depois das trilhas...
Chegando na Chapada dos Guimarães
A Chapada dos Guimarães fica a aproximadamente 65 km da capital, numa estrada boa, e a visão ao longe, de todo aquele Chapadão, já vale a visita. Chegamos de tardezinha lá, após algumas paradas, e algumas atrações ficam no caminho, como a Salgadeira e o Portão do Inferno.
Ficamos na Pousada Floradas da Serra, localizada na Cohab Véu de Noiva- fone (65) 33013193. O site parece que está desatualizado, por isso não colocamos aqui. A proprietária fez um pacote bom, com um preço bem acessível, e optamos por ficar distante do centro, por causa dos eventos que estariam acontecendo nesse período que ficaríamos na cidade. Nossa dica aqui, é que se você quer sossego, procure escapar do período do Festival de Inverno, porque a cidade se transforma. Não pelos habitantes locais, mas principalmente pelos visitantes,que fazem questão de bebedeira, som alto, muito diferente do perfil do pessoal que estamos acostumados a conviver.
Para visitar o Parque Nacional http://www.icmbio.gov.br/parnaguimaraes/ são necessários alguns agendamentos prévios. Você só poderá entrar no Parque com o acompanhamento de um guia credenciado (no site do Parque existe a relação), agendar um dia antes,ter o voucher emitido por algum local credenciado (o guia saberá dizer a você) e estar na entrada do Parque entre 8:00 e 9:00 hs na manhã do dia agendado. Ufa!
E assim fomos nós, acompanhados do guia José Paulino dos Santos, fone (65) 9225-0035, (uma figura!)
, para nosso passeio no Parque Nacional. Fizemos o caminho das cachoeiras, visitando a Cachoeira das Andorinhas, do Pulo e da Independência. São trilhas curtas, bem sinalizadas e não dá para cansar muito, porque você vai se refrescando no caminho, em cada uma delas. Gostaríamos de ter visitado a Cidade de Pedra, mas ainda permanecia fechado para visitação, e o Morro do São Gerônimo não nos animou pelo longo percurso de trilha.
Lago Azul
No segundo dia visitamos o Mirante do Centro Geodésico, uma vista deslumbrante,e depois seguimos para a Caverna Aroe Jarí (a maior gruta de arenito do Brasil, com 1.550 m de extensão (gente, nada muito interessante, na nossa opinião, principalmente depois que conhecemos Intervales e a gruta da Torrinha, na Chapada Diamantina )e depois a gruta da Lagoa Azul, onde os banhos são proibidos(uma pena!) .O passeio acaba durando o dia inteiro, então nossa dica é reservar o almoço no restaurante da Caverna (R$ 18,00 por pessoa), antes de descer para fazer os passeios. A entrada também é paga (R$ 15,00 por pessoa, estudante pagando meia) e só é permitido a entrada com um guia. É, não fica um passeio barato, porque além das entradas nos passeios, você ainda paga pela diária do guia.
Cachoeira da Martinha
No terceiro dia, acabamos dispensando o guia e fomos visitar a Cachoeira da Martinha, onde o rio Casca forma uma sequência de quedas, formando boas piscinas naturais para banho. Fica a cerca de 40 km em direção à Campo Verde, praticamente na beira da estrada. Vimos o anúncio de um empreendimento que será construído no acesso à cachoeira, então a impressão que tivemos foi que após sua construção, sua entrada deverá ser limitada. (Esperamos que não).
Nossa impressão: É a Chapada mais indicada para iniciar as crianças no trekking, pois as trilhas (principalmente dentro do Parque) são curtas, intercaladas por cachoeiras e não dá para se cansar tanto. O centro da cidade também já está bem estruturado, com lojinhas, restaurantes, lanchonetes,e como fica muito próxima à Cuiabá, lota nos finais de semana e feriados, e realmente não nos agradou esta "superpopulação'. Como já dissemos lá em cima também, visitamos a cidade na época do Festival de Inverno, onde também as cidades vizinhas aportam "em massa", trazendo consigo, uma horda de jovens barulhentos, com carros com o som no último volume, litros e litros de cerveja no porta malas e nas cabeças, impossível de dormirmos à noite, depois das trilhas...
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