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Adorei seu relato!!! Estou indo sozinha agora em junho e tinha muitas dúvidas! 

Uma pergunta: pra ir pra chapada do aeroporto de Cuiabá, só consigo pegar o ônibus pela rodoviária em Cuiabá mesmo? 

Grata

  • Obrigad@! 1

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Maria Marchi, bom dia

Moro em Cuiabá, aconselho você a pegar ônibus em Cuiabá mesmo, devido a localização da rodoviária.

São 3 rodoviárias na região em Cuiabá, Várzea Grande e a do Coxipó, as 2 ultimas ficam totalmente fora de rota, a melhor escolha seria a de Cuiabá mesmo.

Grande abraço e bom passeio

  • Gostei! 3

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Ótimo relato. Pretendo fazer o mesmo em setembro quando estarei de férias. As suas informações foram fantásticas! Em princípio sozinho mesmo...

Gratidão.

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Estou indo para Chapada com meu filho, e adorei as dicas pois estava pensando em cancelar a viagem pois os preços dos passeios estão surreais.

Queria saber se dá para ir ao pantanal por um esquema mais barato, indo de ônibus mesmo.

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    • Por Vivi Nakano
      Oi, amigos e amigas viajantes!
      Antes da pandemia fizemos um mochilão de carona em alguns países da América do Sul. Uma das primeiras partes da viagem foi conhecer Buenos Aires e descer até o Ushuaia (tudo de forma econômica e de carona!!).
      É possível ir inteiramente de carona? Sim! Nós fomos e foi demais. Na Patagônia argentina é muito comum as pessoas darem carona. A estrada para a cidade do fim do mundo é incrível, repleto de lugares diferentes, misteriosos, vários animais diferentes e muito mate. 
      Estamos postando alguns vídeos no YouTube sobre este trajeto e nosso mochilão, se você tiver interesse, dúvidas e curiosidades, fale com a gente, se inscreva no canal!!! Pegamos muitas dicas aqui no blog antes de cair na estrada, e queremos ajudar outras pessoas com este sonho. 
      O link do canal é este: https://www.youtube.com/channel/UC_s6lPHmcwshOyB8FlFNO0A
      Prazer! Sou a Vivi e meu parceiro de viagem é o Trumai :D 
      Qualquer dúvida nos envie mensagens no insta: @vivinakano e @trumaiii




    • Por Paulonishi
      11/03/2020
      Cobá é um dos sítios arqueológicos mais interessantes da região, com o grande diferencial que se pode explorar e subir em grande parte das construções, o que para mim é uma experiência ainda mais enriquecedora!
      O relato aqui tá bem resumido porque preferi dar mais ênfase no vídeo que fiz, e pode ser acompanhado no link que deixarei abaixo. A intenção é justamente ajudar aos outros exploradores mochileiros como eu a montar suas viagens tendo em vista o menor custo com o maior proveito possível da viagem.
      Continuando as andanças pelo México, mais precisamente na Riviera Maia, acordei muito cedo e fiquei aguardando até às 7h para o café. Guardei a mochila maior no depósito (gratuito) e, como o sistema do café da manhã é self service, me servi bem...  Fiz o checkout, recebi os $50 de volta (depósito que paguei quando cheguei ao hostel) e cheguei ao ponto de vans às 07:30h.

      Como não havia nenhuma lá, perguntei se era ali mesmo e um motorista de outra van disse que sim, mas que demorava. Fiquei na praça de Tulum e vi a tal van que parou em um semáforo. Perguntei ao motorista e ele só indicou o lugar, que era onde eu estava inicialmente. Fui para lá e ele disse que a van só saía com 20 pessoas, o que demoraria até umas 8h ou 9h da manhã. Bom,usei o tempo para tirar fotos pela praça e arredores. Ficar parado assim me incomoda. Sentei em um banco e fiquei escrevendo este relato até quando vi uma movimentação na van e fui até lá. Outro motorista disse que poderia aguardar sentado e entrei. Eram 08:44h e, além de mim só havia mais duas pessoas. A van lotou às 09:10h e ainda assim só saímos às 09:17h. Havia muitos estranjeiros. Ainda bem que me posicionei mais cedo, porque senão seria bem apertado. O preço ficou em $70.


      Chegamos a Cobá às 10:00h e a van nos deixou quase na portaria. Comprei a entrada por $80 e comecei a explorar o lugar.

      Logo no início, as primeiras construções já impressionam, como o jugo de Pelotas e seus arcos.

      A caminhada é grande e existem bicicletas para alugar ou táxi (triciclo com motorista pedalando). O caminho é bem arborizado mas as atrações carecem de placas informativas. Procurei não demorar muito na entrada e seguir direto às atrações distantes, para depois, na volta, poder ver com mais calma e menos gente. O sol estava escaldante e recomendo levar água e algo para comer pelo caminho.

      Como mencionei, a possibilidade de poder subir nas estruturas torna o passeio ainda mais interessante...
      Na pirâmide subi num único fôlego. As pedras são muito escorregadias e requerem cuidado. Existe uma corda central que ajuda tanto na subida quanto na descida. A vista é muito bonita, como se abaixo a vegetação formasse um tapete verde encobrindo todas as construções, com exceção do topo dos templos mais altos. Ainda que o fluxo fosse grande no topo, como subi rápido, levei vantagem e pude tirar boas fotos, com pouca interferência. Na descida fui cuidando com as pedras lisas e cheguei rapidinho.


      Depois fui ao observatório e, por fim, à praça das estelas, passando pelo templo das pinturas antes. Mais uma vez ficaram devendo mais informações, porém a riqueza das obras supera esse detalhe. O mapa offline do Google Maps foi de vital importância.

      O lugar é gigante e as construções, que são nomeadas por grupos, são muito distantes! Prepare-se para caminhar muito... Por isso que é essencial ir na parte da manhã, pois se pode aproveitar melhor o lugar e não ter tanto sofrimento com o sol da tarde.

       

      Na volta procurei nem pensar no quanto os pés doíam. Já quase no final, lembrei que faltavam alguns prédios atrás da Plaza de Pelotas e, para a minha surpresa, tinha uma outra pirâmide bem alta (la Iglesia), mas que não se podia subir.

      Próximo, havia uma equipe fazendo filmagens com crianças para uma novela. Dei a volta e tirei as últimas fotos no lugar.

      Saí às 13:15h. Fazia um sol terrível e agora, fora da cobertura das árvores, senti o pescoço e rosto queimando. Segundo o Strava, foram quase 8 Km de caminhada pelo sítio arqueológico!

      Um detalhe interessante e que é muito bom usar é a rede de WIFI gratuita disponibilizada na região próximo à portaria de entrada. Pude mandar mensagens e compartilhar algumas fotos, além de poder usar o banheiro gratuito e bem limpo.

      Fui em busca da van de retorno e, perguntando daqui e dali, disseram que só havia ônibus, que saía em frente a igreja. Lá fui eu e o pior que o horário era às 15:10h e o preço $100.

      Quase uma hora e meia de espera... No sol! 
      Fiquei olhando cada van que passava para ver se não seria da empresa que vim. Às 14h passou um ônibus da Mayab. Fiz sinal mas o motorista disse que o destino era Valladolid. Bom, agora já sei que de Cobá à Valladolid tem ônibus de ida e volta. Ainda mantendo a esperança, vi a van passando e retornei mais um pouco, pois tinha um rapaz que veio comigo. Nesse meio tempo, apareceu um ônibus feio e as pessoas atravessaram a rua para pegar. Fui no bando para ver qual era, mas subi e o motorista já fechou a porta... Agora já era.

      Perguntei o valor para Tulum e, para a alegria geral do povo mochileiro, era mais barato ainda: $50! Peguei uma poltrona bem na frente para filmar, mas não deixeide colocar o cinto, como sempre. Tirei o tênis e as meias. Meus dedos estavam bem úmidos e doloridos, pelo constante vazamento de líquido das calos. Pelo menos dava para dar uma respirada até chegar. A viagem foi bem mais rápida do que com a van e o motorista me deixou na rua atrás do hostel.

      Fui pisando em espinhos até o Hostel, onde peguei a mochila e água também, enchendo a garrafa. Tirei o tênis, coloquei um Band aid no pior dedo e calcei os chinelos. Pelo alívio que deu, consegui voltar a caminhar.
      Na rodoviária, comprei a passagem à Valladolid por $110 e a atendente disse que seria uma van. Para mim não tem problema, pois era mais barato e escolhi a poltrona 3, na qual poderia filmar a viagem e esticar as pernas lá na frente.

      Segui para a taqueria pedir uma saideira... Não de bebida, mas de empanadas! Foram 2 de queijo e mais um taco de asada. Comi primeiro com o molho verde e nada... Resolvi colocar o vermelho. Até chorei! Rsrs. Pior que não pedi nada para tomar e comi uns limões para ajudar, se é que isso seria possível. O valor foi de $30 e saí satisfeito para o terminal.

      Esperei menos de 20 minutos e o ônibus chegou, sendo anunciado. Levantei, apresentei o bilhete, guardei a mochila maior no bagageiro e me posicionei na poltrona 3. A van era bem confortável, o ar condicionado agradável e com tomada USB funcionando! Coloquei o celular para carregar, mandei as últimas mensagens pelo wi-fi gratuito e, pontualmente, saímos de Tulum.

      A viagem foi bem tranquila. Estiquei bem as pernas e fiquei observando a sinalização,  que difere da nossa em alguns aspectos,  como por exemplo,  os veículos  podem transitar pelo acostamento para dar passagem a outro e, por isso, ele tem a pintura tracejada.  Pelo caminho  foram muito poucas curvas pois tudo era plano é de ótimo asfalto. 
      O próximo destino será Valladolid!

      Gastos:
      $70+$50 (transporte Cobá), $80 ingresso, $30 empanadas, $110 ônibus  Valladolid, $400 hostel, $128 compras. Total $768 (pesos mexicanos)
       
      Desculpe o resumo, mas no vídeo tá bem explicadinho, inclusive a história do lugar e das principais construções:
       
       
       
       

    • Por Alexmatheus21
      Olá a todos! 
      Esta é a minha primeira contribuição para o fórum e gostaria de contar a vocês sobre o Mirante do nhangussu, um belo local que poucos conhecem na cidade de Guarulhos e infelizmente está sob maus cuidados. Talvez aos que possam vir a conhecer, podemos ajudar a preservar o local.
      *****
      A primeira vez que ouvi falar deste local foi por volta de 2016, onde desacreditei que aquela bela paisagem poderia estar aqui na cidade de Guarulhos. Logo dei um google e descobri que ficava no Bairro do Água Azul, próximo de casa.
      Vi alguns relatos na internet em outros blogs e reviews no google, até que finalmente encontrei o caminho. Não tem erro, vindo do famoso trevo bonsucesso, siga pela estrada Paschoal Thomeu em direção ao Água Azul, configura no GPS que você deverá chegar a uma avenida reta que no final dá acesso a estrada que chega ao mirante, segue um link do google street view para entender melhor: 
      https://www.google.com/maps/@-23.3656349,-46.402398,3a,24.4y,348.51h,89.75t/data=!3m6!1e1!3m4!1s2w2XhKkXYEaL5XNzdga2pg!2e0!7i16384!8i8192
      No final há uma ladeira em estrada de terra, se você tiver um carro com um motor fraco, recomendo estacionar ali e subir a pé, caso queira subir de carro, há um espaço para estacionar antes de chegar ao mirante.
      Caso tenha optado pela trilha a pé, prepare-se para caminhar por uma estrada de Terra com subididas pouco inclinadas. Cerca de 1,5km (ainda não fiz a trilha pelo Wikloc, porém deve existir alguma já feita antes.
      Enfim, decidi ir de carro e me dei mal. A subida é íngreme, além da ladeira ser de terra seca com pedras, desliza muito o carro.
      Chegando ao "estacionamento", deixamos o carro parado e passamos por um "mata-burro" e subimos uma ladeira levemente inclinada (cerca de 100m) até chegar ao mirante.

      Ladeira levemente inclinada que leva até o mirante
       
      No topo da montanha, já podiamos ver a vista espetácular 360° da Cidade de Guarulhos, Aeroporto, Arujá, bairro do Água azul e também da pedreira da paupedra. O local estava mal conservado, devido a presença de alguns arruaceiros que provavelmente faziam fogueiras e festas com bebidas e cigarros, pois quando fomos havia alguns lixos espalhados pelo chão.

       
      No topo havia uma velha bandeira do Brasil sob um bambu, que infelizmente foi tirada de lá dá ultima vez que fui (em 2019);

       
      Lá é uma area de muito vento, para vocês que estão acostumados com topos de montanha, isso deve ser fichinha rsrs...


      Há algumas pedras com formações interessantes, na qual podemos descer um pequeno morro e fotografar abaixo, simulando aquela pedra do filme do  "rei leão", mas o espetáculo daquele mirante é o pôr do Sol. 
       

       
      O Pôr do Sol é uma vista supreendente entre as montanhas. Se tiver sorte de ir em um dia sem nuvens o espetáculo é ainda melhor.
       
      Poucas pessoas conhecem este lugar pois está localizado em um bairro de Guarulhos que poucos moradores foram ou saibam que existe. Apesar dessa sua pouca popularidade, algumas pessoas (que provavelmente são da região) vão até lá e deixam lixos jogado pelo chão, o que é um pouco triste, pois poderia ser um belo lugar para se conhecer, acaba sendo uma experiência um pouco triste. (Pelo menos para mim, quando vejo um local bonito que poucos preservam);
      Sugestão de visita: Há um Horto Florestal no caminho, talvez uma boa opção para visitar o mirante é conhecer o Horto Florestal de Guarulhos também, pois é um belo lugar que poucos também conhecem.
      Deixo abaixo para vocês o endereço com mais informações: http://www.guarulhos.org/horto_florestal.php
       
       
      Obrigado galera!
       
      Boas trilhas
      Mac Menezes
    • Por pachecolucas
      Fala pessoal beleza?meu nome é Lucas
      Eu tava me organizando pra fazer um mochilao aqui no Brasil mesmo em agosto,ia ser minhas férias do serviço e meu primeiro mochilao
      Corona estragou tudo e agr minha mochila tá mofando me encarando no armário
      Vcs tem alguma dica de trilhas/cachoeiras aqui perto de sao Paulo pra eu conseguir matar minha sede de sair?ou talvez algum lugar pra eu conseguir acampar (sendo meu primeiro acampamento)
      Tenho tudo pronto aqui já tem meses kkkkkkk se alguém for fazer trilha,acampar ou alguma coisa por aqui perto,pode me chamar que eu tô aceitando kk
      desde já vlw gente
    • Por luisa campos
      Somos duas amigas que estaremos em Floripa em dezembro. Procuramos carona saindo do dia 17 a diante. Podemos ajudar com a gasosa!


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