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Oi Luca, eu já fiz esse passeio tb, e conheci o cara de jaca, muito gente boa, mas fiz o passeio com o amigo dele e guia Maduro, me hospedei em Atins, muito melhor que ficar em Barreirinhas, fiquei na pousada Sol do Atins, muito boa, indico porque além de um ótimo custo benefício a dona da pousada é muito gente boa, a Cris, fui por indicação e gostei muito, e indico tb, o site deles é www.pousadasoldoatins.com ela me indicou o guia, passeios, tudo bem legal, as lagoas estão cheias, ta muito bonito os Lençóis, show de bola, fora a praia que é uma delícia e deserta, fiz kitsurf, muito bom tb, pra quem gosta do esporte lá é um ótimo lugar por causa dos ventos e a praia é muito grande, são quilômetros de praia, ai da pra se divertir, a pousada fica a uns 200 metros da praia, ai fazia kit todo dia qd não fazia passeio nos Lençóis.

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frlcosta,

sinceramente, acho a travessia Atins-Santo Amaro IMPERDÍVEL. Na minha opinião, é o melhor jeito de conhecer os lençóis.

Se pra vc fica caro assumir o guia sozinho, entra em contato prévio com algum deles e tenta entrar num grupo já formado, daí barateia os custos.

Quanto à alimentação, fica sossegado, porque é muito tranquilo. O guia te pergunta na véspera o que vc quer comer e vc escolhe (sempre tem arroz, feijão, macarrão, farinha/farofa, salada e fruta). Faz um estoque de frutas e leva no caminho, daí vc não sente fome! ;)

 

Abraços,

Ana

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Bom tarde galera, to com minha passagem comprada pra sao luis, chego dia 12 e vou direto pra barreirinhas, fico 3 dias e duas noites la, podem me indicar passeios por aquela regiao?

Os passeios que sao feitos por Atins e Santo Amaro da para fazer saindo de Barreirinhas ou é necessario eu me hospedar nos locais para poder curtir os passeios? Se for necessario me hospedar tem meios de levar malas e bagagens?:

Desde ja agradeço a ajuda.

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Estou chegando no aeroporto de são luis dia 31 de julho 2h da manhã. Alguém mais vai neste horário? Quem topa dividir uma van? Quero ir direto pra Barreirinhas ou pra Atins...

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Oi!

 

Voltei de Atins ontem. Lugar incrível mas ainda mais incrível são as pessoas de lá e as que eu encontrei que estavam passeando como eu. Talvez demore para fazer um relato da viagem, então vou deixar dicas aqui.

 

Agosto é alta temporada. Ferias na Europa. Atins esta semana virou a embaixada da França e da Itália.

 

Como Chegar

 

Para chegar até Atins a partir de São Luís, você tem que ir primeiro para Barreirinhas e só aí pegar o transporte para Atins.

 

Do aeroporto de São Luís para Barreirinhas:

Eu liguei para um dos inúmeros telefones do Sr. Edilson (ou será Denilson?) disponíveis pela internet. Se ele não puder, vai outra pessoa te buscar. Quem me trouxe foi o seu Guilherme (tel. 98 8857-3995). A van sai do aeroporto de São luís entre 03:30 e 04:00. Chegamos em Barreirinhas às 07:15 (e olha que ainda teve parada para tomar café!). Porém, acho mais prudente calcular uma duração de 4h de viagem.

 

Obs.:

--- Reparei também agora em agosto que há algumas vans estacionadas aguardando passageiros para Barreirinhas. E ficam algumas pessoas te perguntando se você quer ir para lá. Não sei se isto está frequente ou se é apenas porque é alta temporada.

--- Você também pode ir de ônibus (Cisne Branco) ou ir com outras empresas como a BrTur.

 

De Barreirinhas para Atins:

Você pode ir de voadeira (lancha) ou de carro 4x4 (toyota adaptada).

 

(a) de lancha

Como é alta temporada, há diversas voadeiras (lanchas) que fazem o trajeto Barreirinhas - Atins por R$ 50. A viagem dura de 1h a 1h30min, dependendo do tipo de lancha.

 

Uma dica é fazer o passeio pelo rio Preguiças (parada em Vassouras e em Mandacaru e almoço em Caburé) e acertar de levar para Atins, que é logo depois de Caburé. Pesquisem, pois tem agência cobrando R$ 60, 70 e 90, o maior valor estava sendo cobrado pela São Paulo Eco Turismo. Em baixa temporada, sugiro você sempre ligar para o hotel/pousada que for ficar em Atins para esquematizar pra você como chegará no vilarejo. Ah, a parada para o almoço é em Caburé e o prato de peixe para duas pessoas está custando R$ 80! Se seu orçamento for curto, leve lanche e não esqueça da água. Ah, você chegará tarde, peça ao barqueiro para te levar enquanto o pessoal almoça por lá (10min de lancha). Um casal que conheci comentou que o barqueiro do passeio os esperou almoçar para depois levar para Atins. Comida em Atins é mais barato que Caburé. Fique de olho!

 

Vantagem: rapidez e conforto, se for direto. E se fizer o passeio, também é vantagem pois está matando dois coelhos.

Desvantagem: é mais caro que o 4x4 e dependendo de onde você for ficar, terá que andar com bagagem na areia fofa. É pouco mas você pode dar o azar como eu e o barqueiro te deixar em frente ao rancho do Buna que é um pouquinho mais longe. Não deixe ele fazer isso!

 

Se estiver com grupo grande, vocês podem contratar diretamente o barqueiro. Escutei comentários em Barreirinhas que a lancha está R$ 225 a R$ 300. Algumas cabem 6 a 9 pessoas, se não estou enganada. Deixo aqui alguns contatos: Alan: (98) 8130-5727 (Tim), Chico:(98) 8121-7141(Tim); (98) 9608-3166 (Oi)

 

(b) de toyota

Peça ao motorista para te deixar no ponto das Toyotas para Atins. A viagem saculejante dura umas 2h a 2h30min e custa R$ 25.

Vantagem: te deixa em frente a sua pousada.

Desvantagem: você provavelmente vai espremido no banco.

 

Hospedagem

Fiquei na Pousada Sol do Atins, na rua Principal. A proprietária, Cristina, me adotou! Um doce, boa de conversa. Agendou passeios, agendou aToyota para ir embora. Adorei toda a hospitalidade. A pousada é simples, tem café da manhã, mosquiteiro no quarto. Nada a reclamar. Mesmo. Paguei R$ 60 (uma pessoa).

 

Os passeios

Eu fiquei dois dias mas eu recomendo ficarem mais. Por quê? Porque tivemos alguns contratempos, como gente furando com os passeios pela manhã. Além disso, o sol está de rachar! Façam os passeios à tarde e curtam a praia pela manhã. Além disso, podem apreciar o pôr-do-sol que é incrível ver do alto das dunas. Mas isso é só uma opinião, ok?

 

Os passeios de manhã saem por volta das 08:00 e os da tarde saem às 15:00.

 

Passeio 1: Lagoa Verde, Lagoa da Capivara e parada em restaurante do Canto de Atins para comer camarão.

Sobre os restaurantes. Pelo que eu ouvi (eu não como frutos do mar), ambos são bons mas quando o restaurante da Dona Luiza ficou famoso, o seu Antônio, irmão dela e a esposa do seu Antônio, dona Magnólia trabalhavam lá. A fama começou com um artigo publicado por Ricardo Freire. Na época, quem fazia os camarões era a Dona Magnólia. Tempo depois, seu Antônio abriu o restaurante e com ele, levou a Dona Magnólia. Então, tirem suas conclusões...

Preço: R$ 50

 

Eu não fiz este passeio, furaram comigo. Acabei alugando um quadriciclo e conheci a Lagoa do Mário e a lagoa das Sete Mulheres.

 

Passeio 2: Lagoa Tropical

Aqui a Toyota leva a gente até um ponto e depois temos que subir por 3 dunas altas (!) para chegar à lagoa Tropical. Água morna, já não tão profunda. Ótima para crianças. É cansativa a subida mas vale a pena. Imprescindível aqui: água, chapéu, protetor solar. No final do passeio, a Toyota parou no restaurante Canto dos Lençóis cuja média de preços dos pratos está R$ 60 para duas pessoas.

Preço: R$ 50

 

A volta do passeio da lagoa Tropical, o carro volta sob a luz do luar. Que céu! Quantas estrelas! Todos ficaram admirados... É indescritível!

 

Importante:

--- Para conhecer as lagoas, você pode ir andando. Não precisa fechar passeio e ir com Toyota. Contrate um guia. Eu conheci o Silas, bem recomendado. Tem outros guias. O pessoal da pousada que você estiver hospedado pode te ajudar com tudo. Mas ó, é caminhando na areia fofa.

--- Outros passeios: andar de cavalo, passeio de quadriciclo. O aluguel de quadriciclo custa R$ 50 a hora (dá para negociar o preço);

 

Saindo de Atins e indo para Barreirinhas

Mesmo esquema da chegada: você pode voltar de Toyota(R$ 25), duração 2h a 2h30 ou de lancha, 1h a 1h30min (R$ 50)

 

Tenham em mente que Atins não tem horário padrão como em cidades grandes. É bom você começar a procurar meios para ir embora logo quando chegar à vila. Um dia antes, pelo menos. Como é alta temporada, as Toyotas estão saindo pela manhã 08:00 e à tarde, 14:00. Assim como as lanchas, que saem 14:00. Preço da Toyota, R$ 25.

 

Aquele banco é para 4 pessoas mas eles se puderem põe 5, 6 pessoas! Quem fica sentado na ponta, por vários momentos os galhos das árvores no percurso vão encostar em você e podem te arranhar. Se estiver com orçamento gordo, vá de lancha que é bem mais confortável.

 

Eu fui de lancha com mais um casal que se hospedou no Buna e me deixou lá alegando que este cais era mais perto do que o outro. Não é verdade. Do Buna para a rua Principal, onde estão a Pousada Sol de Atins, Pousada da tia Rita, dá uns 20 minutos caminhando na areia fofa. Visualiza isso com bagagem? Por sorte e por uma gentileza do Buna, ele me levou até a pousada que reservei.

 

Comes e Bebes

Água: R$ 2,50

Refri: R$ 4,00 ou 3,50

Cerveja garrafa: R$ 7,00

Refeição no restaurante do Irmão, em frente a pousada da tia Rita: R$ 25 a R$ 30. Tem carne de sol, frango, peixe e camarão. Acompanhado de arroz, feijao fradinho, farofa. Tudo muito bem temperado.

 

Dica de restaurante:

--- Maresias. Pizza italiana. Preço R$ 34 a 38, dá umas 12 fatias. Muito bom! Um casal que conheci também comeu um peixe na praia. Não lembro o preço.

--- Ao lado do restaurante do Irmão, tem o Niky que em dias específicos dá 50% de desconto no espaguete para mulheres.

 

Sobre Atins

--- Atins é "meio de mato". Seu smartphone não vai funcionar. Aquele seu celular antigão talvez funcione (Tim ou Oi). Há 3 orelhões na rua Principal (perto do restaurante do seu Chico e do restaurante do Irmão de Atins). Não sei se funcionam.

--- Aparecem aquelas pererecas pequenas no banheiro do seu quarto. As libélulas,pererecas e companhia aparecem em todas as pousadas. É a natureza.

--- Se já é ruim celular, imagine internet? Não tem.

--- As ruas são de areia fofa. É preciso ter um mínimo de disposição.

--- Há pousadas para todos os bolsos, pouquíssimas tem ar condicionado. A maioria dispõe de um ventilador de mesa para cada quarto;

--- A maioria das pousadas não tem TV no quarto.

--- Não tem este negócio de baladas, forró todos os dias, etc;

--- Se tiver que usar a Toyota, use na volta para Barreirinhas. Na ida para Atins, você corre o risco de dividir espaço também com cargas;

--- Se você for muito urbano, pense bem se valerá a pena. Para ir e ficar reclamando de tudo, é melhor nem sair de casa.

--- Mas mesmo assim, eu diria para se arriscar. Eu estava precisando de um refresco (notícias de crimes, trânsito, estresse, blá blá blá) e ali achei um pequeno paraíso!

--- Deixe Atins por último. Eu fui fazer Atins primeiro e agora estou em Barreirinhas, já estou aqui morta de saudades.

--- Achou rústico demais mas ficou curioso? Dá pra conhecer um pouco do Atins a partir de Barreirinhas. Preço: R$ 100.

 

O que levar para Atins

--- Lanterna

--- Protetor solar

--- Chapéu

--- Repelente

--- Água. Aqui vi muita gente com o camelback, achei superprático. Pena que eu não levei o meu ::putz::

 

Por último mas não menos importante

Amei Atins! Encontrei pessoas incríveis como eu falei a vocês. A gente se sente em casa. De tanto ler relatos de viagem, parecia que eu conhecia as pessoas há séculos: conheci a Tia Rita (um amor!), os guias da travessia (Madruga, Maciel e Bimbinha), os argentinos do quadriciclo, o Henrique do restaurante do Irmão... O guia Silas...

Gostei mesmo e recomendo a todos, desde que saibam dos pormenores (condicionamento físico, isolamento das comunicações e pererecas pequenas no quarto). Sei que é um fórum de mochileiros mas muitas pessoas que conheci vem aqui e pegam dicas. E como boa parte do pessoal aqui já está acostumado, esquecem de falar destas coisas que podem não ser problema para maioria mas para outros, pode ser até impeditivo.

 

Última observação: Para quem quer fazer a travessia, ligue antes para os guias. Eu não tenho o telefone mas tem vários relatos aqui com os telefones deles. E claro, se você já tem ideia de onde vai ficar, pode solicitar ajuda ao pessoal da pousada.

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oi Pat, mto bacana as informações.

 

li e deu aquela saudades...

Atins é um local mágico.

 

eu vi mto bicho, fora e dentro do quarto e banheiro, tem q entrar no clima ::otemo::

real/te quem curte shopping, balada, asfalto, concreto, tem q ir p/ outro local.

 

Relatos 2013:

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo

21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

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Oi, Naomi!

 

É muita gente que lê o Mochileiros.com! Todos os tipos de turistas. Então, eu acho importante divulgar isso.

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Acabei de chegar do Maranhão e venho deixar meu relato.

 

Bom peguei uma promoção pela Gol, onde paguei R$200,00 ida e Volta Rio - SLZ.

Cheguei em São Luiz as 3:00 da manhã e aguardei o transporte até Barreirinhas que saía somente as 05:00, fiz o translado com o Santos Turismo e super recomendo, são bem pontuais e paguei o valor de R$50,00, fiquei na pousada Igarapé, mas achei cara pelo custo X beneficio, então não indico. No mesmo dia a tarde fiz o passeio da lagoa bonita - com o Santos Turismo também e paguei o valor de R60,00 - e realmente é linda, porém as lagoas não estavam muito cheias e o tempo estava nublado, mas mesmo assim valeu a pena. A noite fui em um barzinho na beira Rio, que foi bem legal tinha um rapaz tocando uma música bem bacana e a comida boa tb.

No dia seguinte fiz o passeio a Vassouras, Farol e Caburé, em Vassouras - também com o Santos Turismo e paguei o valor de

R$50,00 - tinha uma lagoa bem bonita e os macaquinhos mt engraçadinhos e ladrões ::otemo:: , mas vale a pena! Farol não achei nada demais, mas vale para conhecer e em Caburé fiz um passeio de quadriciclo que custou R$50,00 com o pessoal que já vem logo te abordar assim que o barco chega, chore o preço que eles caem um pouquinho,e o passeio também é bacana tem o encontro do rio com o mar que tem um visual lindo!!! não almocei por lá pois estava sem fome e louca para chegar em Atins... ::love:: , Fechamos com o rapaz do barco e ele cobrou mais R$10,00 para nos levar até lá.

Chegando em Atins peguei uma carona com o rapaz de uma outra pousada que foi buscar o pessoal no "porto" - pois não é um porto propriamente dito eles te deixam a margem do rio e você precisa ir caminhando se a pousada for perto, caso não seja peça para eles enviarem um carro para buscar pois é longe e as ruas são de areia.

Fiquei hospedada na pousada da tia Rita que fica rua principal de Atins, gente Atins é simplesmente maravilhoso!! Único, lia o relato das pessoas aqui e quando cheguei lá achei meio que "demais", não havia visto nada de ó meu Deus e a pousada da Tia Rita é bem simples e aparecem umas pererequinhas as vezes, mas me hospedarei lá quantas vezes voltar, pois ela e toda sua família são uns fofos, parece que estamos mesmo na casa de nossa família, é um clima muito intimista e propicio a fazer novas amizades , e voltando ao Ó Meu Deus, então no primeiro dia, ainda cansada fui a praia que é meio rio, meio mar...rs e ali já comecei a encantar-me por aquele lugar, uma praia deserta com vento constante e um por do sol espetacular, vale muito, muito a pena!!! Neste dia jantei no restaurante Nikis bar que fica em frente a casa da tia Rita, é de um espanhol muito bacana e a massa muito boa também.

No dia seguinte fiz o passeio a uma lagoa maravilhosa que não me recordo o nome agora, - a própria Tia Rita que organizou para nós, pagamos o valor de R$40,00 - muito melhor que em Barreirinhas, depois fomos ao canto do Atins comer o famoso camarão, fui no restaurante do Seu Antonio - uma dica é pedir a comida antes de ir para a lagoa e marquem um horário para voltar para comer, pois eles fazem a comida na hora e demora - demorou bastante mas deu para relaxar em seu redário e o camarão simplesmente D-I-V-I-N-O, vale a pena! depois do almoço fomos a uma outra lagoa próxima, bem legal também, a noite comemos na pousada do irmão, que é genro da tia rita e lá funcionam alguns telefones e dando muita sorte você consegue um sinal de internet.

No último dia, fiquei papeando com o pessoal da pousada da tia Rita em seu redário, quantas histórias... Vale a pena ficar um pouco na pousada para conhecer mais do pessoal do povoado, é uma experiência única, depois praia e a noite fomos ver os planctons na praia e o céu que parece que jogaram tinta prata para o alto, mais uma experiência única, gente o mar parece que está lotado de estrelas, devido aos planctons é lindo demais!!!

Ah, almocei em um restaurante em frente a pousada da tia Rita que não me recordo o nome mas que é uma comida caseira muito boa e o atendimento nota 10.

Para voltar a Barreirinhas a Tia Rita agendou com uma voadeira e pagamos o valor de R$35,00 até Barreirinhas e de lá pegamos um carro particular que eles chamam de táxi e fomos até São Luiz, eles cobram R$60,00 mais chorando cai também.

Enfim... Atins é um luga ímpar, maravilhoso que vale muitoooooo a pena conhecer!!!

Atins, ah! Atins já quero voltar!! ::love::::love::::love::

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O nome do restaurante em frente a Tia Rita é restaurante do Irmão. Atins é apaixonante! Estou voltando pra lá mês que vem :wink:

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Oi, pessoal!

 

Acabei de chegar em casa. Atualizando as informações (Junho de 2015):

 

Como chegar a Atins

 

A partir de São Luís | Você tem que ir primeiro para Barreirinhas e só aí pegar o transporte para Atins, que pode ser voadeira (lancha) ou caminhonete (Toyota Bandeirante). A sugestão é que você faça o passeio de voadeira pelo rio Preguiças com parada em Vassouras, Mandacaru e Caburé. De Caburé para Atins, são mais 10 minutos de lancha.

Preços: o passeio pelo rio Preguiças custou R$ 70 e a lancha de Caburé para Atins, custou R$ 10, totalizando tudo R$ 80.

Observação:

* Sua mala/mochila vai na lancha. Não é necessário deixar a bagagem maior em uma pousada em Barreirinhas.

* Por falar em mala, agende com sua pousada em Atins para te buscar no "porto". As ruas são de areia fofa e não é nada agradável carregar peso, fazer esforço andando na areia e ainda mais com um sol de fritar os miolos.

* Por causa disso, se puder vá de mochila.

 

A partir de Barreirinhas | Conforme dito no item anterior, você chega por Toyota ou Lancha. Não sei os horários e os preços a partir de Barreirinhas. O melhor custo/benefício é fazer o passeio do rio Preguiças. Se chegar cedo em Atins ainda dá para fazer um passeio.

 

Como sair de Atins

- Você pode escolher lancha ou toyota. Os preços são R$ 35 e 25, respectivamente. A duração da viagem é de 1h para a lancha e de 2h a 2h30min para a caminhonete.

- Horários de saída para Atins (vale para ambos os meios de transporte): 06:00 e 12:00. Vale lembrar que nem todos os dias tem lancha.

- Se já está com o horário apertado, escolha o transporte da manhã. Esta semana, a Toyota de 12:00 quebrou e o pessoal foi relocado para a lancha.

- Com isto, mais um motivo para assim que você chegar a Atins, tente reservar o trajeto de volta.

 

O que fazer em Atins?

- Admirar o céu estreladíssimo (com a pouca iluminação do vilarejo e um ceú sem poluição pode-se admirar um céu pra lá de estrelado. Eu não vejo isso no Rio! ::otemo:: )

- Passeio às lagoas: Ano passado eram dois passeios - um para a lagoa Verde e o Canto do Atins e outro para a Lagoa Tropical. Como choveu pouco este ano e a lagoa Verde está seca, o pessoal do Atins mesclou dois passeios em um. Agora em junho estão fazendo o passeio Lagoa Tropical, Canto do Atins e Lagoa das Sete Mulheres. Preço: R$ 60.

- Este passeio também pode ser feito a pé. A diária de um guia custa R$ 150. Aproveite e conheça também a Lagoa do Mário;

- Já para ir somente ao Canto do Atins, parece que dá para ir pela praia (informe-se antes na pousada!). É um bom chão de caminhada.

- Ver os plânctons na praia. Você vai na praia, desliga a lanterna e mexe com o pé na água. Você perceberá uns pontinhos fosforecentes. São os plânctons bio luminescentes.

- Aproveitar um pouco a praia;

- Fazer o passeio de barco para ver os guarás. Preço: R$ 30.

 

Onde ficar

Pousada da tia Rita - Fiquei lá desta vez em um quarto triplo com ar condicionado. Levei um susto quando minha amiga disse que atia Rita já tinha quartos com ar condicionado. Pagamos R$ 150. O detalhe é que lá, ela só liga o ar quando você confirma com ela que vai dormir e lá pelas 06:00 ou 06:30 ela desliga o ar. Ah, tem quartos com ventilador e tem o pessoal que fica nas redes por R$ 35.

 

Outras pousadas: Ano passado fiquei na Sol de Atins e recomendo. Conhecemos pessoas que elogiaram a Jurará (ao lado da escola, R$ 190 o casal com ar condicionado) e a do Irmão (R$ 120 o quarto com ventilador).

 

O lugar

Atins já mudou um pouco de um ano para outro mas ainda é um lugar onde as pessoas te dão bom dia sem te conhecer e por ser pequeno, em pouco tempo todo mundo se conhece. Não esqueça de levar lanterna e repelente. Celular aqui, geralmente funciona Oi ou TIM mas naqueles aparelhos antigos. Quando vamos embora, dá uma tristeza danada pois a cidade é muito acolhedora. Isto sem falar nas dunas e lagoas que não deixam nada a dever às de Santo Amaro.

 

Em breve faço um relato sobre os Lençóis Maranhenses, que por enquanto é o lugar mais TOP que conheci no país.

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      São Luis
       
      Alimentação- R$17,00 Uber - R$23,00 do aeroporto até o centro histórico. Lembrancinhas- R$52,00 Hospedagem no Hostel Reviver - R$109,00
      Passagem- R$ 329 volta ida 652 = 981
       
      Chegada as 12 horas - aproveitar o dia em São Luis, pois decidimos aproveitar no dia da chegada, do que do retorno.
      - Centro Histórico, é bonito, mas está bem abandonado, juro que procuramos locais pra tirar foto lá, rsrs muitos casarões também invadidos, mas gostamos do Centro.
      - Placa de São Luis "ilha do amor", pegamos um uber do palácio dos leões até lá, deu R$10,00, fica no espigão;
      - Fomos também na avenida litorânea, onde tem o monumento dos pescadores, do espigão até lá deu R$18,00 (tinha aumentado o valor do uber); E da avenida litorânea até o centro histórico deu R$18,00 de Uber;
      - Noite, ñ saímos, quase nem dormimos também, pois é época de carnaval.
      - Almoço = Dom Francisco, comida boa e barata, self service com comida típica, nos outros que entramos eram a la carte, gastei com coca R$17,00.
       
      Barrerinhas - trekking Transfer saída as 03 horas do centro histórico, destino a Barreirinhas, duração 4 horas, então previsão de chegada 08:40 da manhã.
      Quem fez nosso transfer foi Caio, super recomendamos R$60,00 por pessoa e te pega no hotel que estiver 09888816769
       
      Passeios compramos antecipado (Santo Amaro/mini trekking Atins/Lagoa Azul) + transfer (são luis/barreirinhas/atins/santo amaro) - R$475,00
      Hospedagem - R$ 40,00 para cada (fizemos umas jogadas com a booking, foram duas noites) uma no Hostel da Júlia e outra na Casa Dona Vilma.
       
      Chegando em Barreirinhas saímos direto para o passeio de Trekking, deixamos as coisas no hostel da Júlia e embarcamos no porto. No primeiro dia, pegamos a voadeira e fizemos um primeiro passeio, passando por vassouras (tem macaquinhos, cuidar que eles roubam as coisas), farol de Mandacaru (fila kkkk tem revezamento para subir), após isso o almoço é opcional em Caburé (gastamos R$106,00 - prato carne de sol, coca um 1l e uma água) apenas pagamos, pois começariamos a travessia (5km), mas me encantei mesmo pela travessia, fotos, experiência, relatos, com isso fiz um jeitinho, mesmo com pouco tempo de encaixar um mini trekking, pesquisei alguns trajetos e notei que tinha ao inverso um povoado mais próximo, meu objetivo era ver o sol se pôr, nascer e dormir nos redarios, essas experiências que eu acho o mais sensacional!
      Nosso agente dos passeios foi paciente e mesmo com os problemas que tivemos ele conseguiu resolucionar, Digo Neto (98-988149835), sempre me ajudando e passando novas cotações, durantea nossa estadia na cidade ligando perguntando o feedback e avisando mudanças, ñ tenho do que me queixar, achei super legal essa atenção que ele nos deu. No trekking foi o Geovani (98-987917796), também muito atencioso, acho que se eu fosse vcs falava para pedir esse guia, sabe quando a pessoa ama o que faz?!!! Ele é muito bom também para "driblar" multidões na lagoa azul, então conseguimos muitas fotos sem um monte de pessoas atrás.
      Dormimos em redarios, olha tinha tudo para ser tranquilo, se ñ fosse a super chuva, balançou bastante a rede, mas foi pontual, nunca ocorre isso, no valor que pagamos do trekking estava incluso o redario e o jantar *jantar maravilhoso!
      No segundo dia seguimos o trekking (15km) para um restaurante próximo a lagoa azul (caminhando), o almoço fico em R$118,00 com peixe ao molho de camarão e 4 cocas lata (esse era obrigatório), após o almoço conseguimos ir a tão esperada lagoa azul (é um circuito de lagoas na verdade) de carona, acho que o guia ficou com dó de nós (hahahaha), finalizando e retornando, o caminho estava muito alagado e o carro que iria nos buscar teve problemas na água (faz parte nos lençóis, vamos com a mente relaxada, hahahaha), fizemos outro caminho para ñ correr o mesmo risco, passamos de balsa também, bastante fila!)
      Então chegamos no hostel da Julia as 20 hrs, tristes pois estava quase finalizando a aventura de carnaval, pelo menos a parte mais especial da viagem para mim.
      Jantamos pizza, saiu um total de R$26,00 uma pizza com 8 pedaços e um guaraná 1l.
      No terceiro dia Santo Amaro, que estava programado para ser antes, mas tivemos que mudar devido problemas climáticos. Esse passeio dura o dia todo e o almoço não está incluso. Tomamos café no hostel e o transfer nos buscou 07:50. O trajeto demorou chegamos 10:30 para escolher o almoço (ñ incluso), mas pagamos 20,00 self service (Está no cardápio como PF, mas acho super compensa, pq o restante é livre e carne vc escolhe 2 tipos), esqueci o mome do restaurante...
      O passeio achei curto, mas tem beeem mais lagoas do que em Atins e Lagoa Azul, achei o mais lindo em questão de quantidade de lagoas, mas o trekking é bem melhor para aproveitar, pois no de Santo Amaro voltamos as 13:30 para almoçar no restaurante que reservamos a comida e já retornamos.
      Nessa noite passamos no Hostel casa dona Vilma, tão simpática (bem mais que no hostel da Julia, porém preferia a localização do da Julia, mais perto de tudo, mas até água faltou), quando passamos só para deixar a bolsa, já até nos ofereceu café, sabe fazer vc se sentir em casa, ela tem um restaurante também e preços maravilhosos, fizemos questão de jantar lá, peguei uma jantinha e um sucos (10,00 - vou colocar foto do cardápio) e já retornamos dormir. O café da manhã é maravilhoso, adorei tudo, com certeza eu me hospedaria novamente.
       
      Transfer de retorno no dia 05/03, as 08 horas da manhã, chegando em São Luis as 13 horas (tivemos paradas para organizar, tinha bastante gente, viemos de ônibus) nosso retorno ficou para as 16 horas, almoçamos no aeroporto, mudaram meu vôo, devido a Garulhos estar com problemas, cheguei mais cedo do que o previsto em casa!!
      E resumidamente você deve ir para essa aventura, de mente e coração aberto, pois ñ é fácil, depende muito de questões climáticas e não é para qualquer um!!!
      Ps. Ñ pega operadora TIM, no hostel da Julia a internet era péssima! Casa dona vilma o wifii era maravilhoso...
      Levem dinheiro, alguns lugares pegam cartão, até Caburé, mas muitos ainda ñ.
      Façam trekking, melhor forma de aproveitar os lençóis maranhenses. 










    • Por Fabiola Ribeiro
      Fiz a travessia no dia 01/04/2017 à 04/04/2017. Quando estava procurando dicas tive dificuldade em encontrar algo completo então vou deixar uns tópicos para quem tem interesse e está totalmente perdido.
      O QUE LEVAR (O que levei) PARA TRILHA:

      2 garrafas de agua 600ml
      2 Garrafas de hidrotonico 600ml
      3 pacotes de salamitos
      4 Lanches com provolone
      1 gel de proteina
      1 pct com frutas secas 
      1 saco de uva passas
      3 camisetas dryfit
      2 bikinis (parte de cima e de baixo)
      3 shorts
      1 Capa de chuva
      1 Capa de chuva para mochila
      1 Chinelo
      1 Mochila cargueiro

      1 Repelente creme
      1 protetor solar 
      1 protetor labial
      1 Hidratante 
      Band-aid 
      esparadrapo
      Gelol 
      *Eu levei tênis mas não recomendo mesmo, só foi peso na mochila. Não usei em nenhum momento (tem muita travessia dentro da lagoa). Recomento levar papete se tiver, mas passei 90% descalço e 10% chinelo.
      IMPORTANTE:
      * Quando decidi que iria fazer a travessia, minha ideia era ir sozinha, até baixei o wikiloc, mas depois de pesquisar muito eu decidi ir com um guia. Na travessia eu percebi que realmente não conseguiria fazer sozinha. O primeiro e o ultimo dia são caminhadas muito longas e muitos lugares é preciso desviar do caminho porque as lagoas estão cheias. Além de que as dunas mudam de lugar O TEMPO TODO. Então eu realmente não recomendo ir sozinho. 
      * Fui em Abril, que é quando começa a temporada de chuvas. Não recomendo porque caiu chuva de raios e fiquei bem assustada e também fica difícil de aproveitar mais as lagoas. O lado positivo é que a areia não estava quente e como andei muito descalço não incomodou meu pé.

      EM SÃO LUIS:
      Cheguei em São Luis dia 31/03 a tarde, não teria como ir direto para barreirinhas, então decidi me Hospedar em um hostel no centro histórico, ele chama Solar de Las Piedras, eu amei, recomendo muito. Eles têm lugar para guardar as coisas, sem cobrar extra, deixei algumas coisas lá. Caso você tenha o intuito de fazer a travessia e ainda dar um role em São Luis, faça isso.
      Para chegar no hostel peguei um circular no aeroporto que vai para o centro, ela para em frente uma praça e você anda uns 10 minutos até chegar no lugar.
      Quando cheguei no hostel já informei que iria para barreirinhas no outro dia e precisava de transfer, eles mesmo ligam para um pessoal e marcam o horário. Saí as 7h para aproveitar o café da manhã que hostel oferecia.
      *Eu estava com uma mala cargueiro de 55kg, não recomendo. É muito possível levar uma de no máximo 30kg. Na travessia sentia que ela estava muito pesada, mesmo deixando metade das minhas coisas no Hostel.
      *O Solar tem site, mas não adianta mandar e-mail que eles não respondem, tem que ligar, ou mandar whatsapp para os números que estão no site.
       
      GUIA:
      Meu orçamento estava baixíssimo, então tive que caçar mesmo pra encontrar um guia que fizesse mais barato. Para economizar ao máximo eu fiz diferente de muitas pessoas que, ao invés de contratar o guia para me encontrar em Barreirinhas, combinei para que ele me encontrasse na madrugada da trilha, ou seja, eu fui sozinha até o canto de Atins. 
      O meu guia foi indicação da Luzia. Eu procurei em muitos lugares e contatei muitos guias, como estava indo sozinha, queria algum que tivesse experiência com mulheres. Todos que falei eram bem caros, estava quase fechando com um que era de uma agência, chama Raimundo estava quase 1000 reais, foi quando liguei para Luzia para reservar minha estadia e ela me informou que este guia normalmente forma grupos de varias pessoas que não se conhecem entre si e se quisesse ir mesmo sozinha era melhor procurar outro. Então pedi alguma indicação e ela me passou o Dico que me cobrou bem barato. (Mas vale ligar pra ele, pq eu fui fora de temporada e os valores ficam bem mais em conta).
       
      A TRAVESSIA
      1º DIA – Barreirinhas até Canto de Atins Fiz esse caminho sozinha, pois como falei, combinei com o guia de me encontrar só na madrugada. É possível fazer sozinho, mas tem que ter ciência que colocando o pé em atins o celular para de funcionar.
      Eu tive sorte, pois quando estava procurando um barco em barrerinhas encontrei com um guia de outro grupo que também iria para o Canto e fui junto com eles. Paramos para almoçar e continuamos.
      6km ao todo em 2h.
      VALORES:
      Transfer de São Luis até Barreirinhas: R$ 50,00
      Barco de Barreirinhas até Atins: R$ 40,00
      Almoço no centro de Atins: R$ 20,00
      Hospedagem em Rede na Luzia: R$ 30,00
      Jantar camarão da Luzia: R$ 40,00
       
      2º DIA – Canto de Atins até Baixa Grande O Dico me encontrou umas 03h30 na Luzia e saímos às 4h, estava chovendo e foi aí que percebi que não iria usar o tênis de forma alguma. Não parei em nenhuma lagoa porque não parava de chover, só descansamos duas vezes para comer alguma coisa. Ficamos na primeira casa da vila, do Seu Raimundo e da Rosangela.
      Foram 26km e chegamos lá as 11h.
      VALORES:
      Almoço: R$ 40,00
      Janta: R$ 40,00
      Hospedagem em rede com café da manhã: R$ 40,00
       
      3º DIA – Baixa Grande até Queimada dos Britos Saímos às 6h e neste dia não choveu. Fizemos a caminhada mais devagar e paramos para entrar em duas lagoas e outra parada só para comer.
      Ficamos na ultima casa da vila, da Dona Maria. (Eu a amei, todos deveriam ficar lá).
      Foram 10km e chegamos lá às 11h.
      VALORES:
      Almoço: R$ 35,00
      Janta: R$ 35,00
      Hospedagem em rede com café da manhã: R$ 35,00
       
      4º DIA – Queimada dos Britos para Santo Amaro Saímos as 3h30, estava chovendo muito forte e muito escuro. A chuva só passou depois das 06h e então que pudemos parar, como estava com muita dor na perna paramos muitas vezes, entrei em três lagoas e paramos mais três vezes para comer e descansar. Chegando em Santo Amaro meu guia me levou até o local onde sai o transfer para São Luis e fiz a reserva para o que saía as 14h. Tive tempo para ir almoçar e me despedi do Dico.
      Foram 24km e chegamos lá às 11h40.
      VALORES:
      Almoço em Santo Amaro: R$ 20,00
      Transfer de Santo Amaro para São Luis: R$ 50,00
       
       
      DE VOLTA PARA SÃO LUIS:
      Quando o transfer de Santo Amaro chega à entrada de São Luis ele para e lá ficam alguns carros que dividem os passageiros para o lugar onde estão hospedados. A viagem foi bem longa, saímos de Santo Amaro as 14h20 e chegamos em São Luis as 20h00 e ainda demorou mais uma hora para ele me deixar no Hostel.
      Porém, não existe outra opção, ou você dorme em Santo Amaro e sai no outro dia de manhã. Eu não me importei com o tempo, só fiquei com fome e não tinha nada fácil. Minha recomendação é comprar algo para beliscar no caminho.
      Ainda fiquei um dia em São Luis e aproveitei para conhecer o centro histórico e o Mercado das Tulhas. Não há muito que fazer lá, mas tive o melhor almoço da minha vida no Cafofinho da Tia Dica.
      Esse foi meu roteiro, espero ter ajudado e qualquer duvida que surgir estou aqui J.
       
       
    • Por Nilson Jr
      Relatos de Viagem – Lençóis Maranhenses e São Luís 
      Olá. Como forma de retribuir as dicas que sempre recebo aqui vou deixar meu relato de viagem aos Lençóis Maranhenses (Barreirinhas e Santo Amaro) e a São Luís.
      Os Lençóis Maranhenses são realmente aquilo tudo que você vê nas fotos, desde que você planeje ir na época certa (Logo depois das chuvas - entre junho e o início de setembro). Eu fui em Maio de 2016 e dei muita sorte.
      Para se ter acesso aos Lençóis você pode acessá-lo por três localidades:
      -Barreirinhas - Para onde vão a maioria dos Turistas e por isso tem uma maior estrutura e opções de lazer);
      -Santo Amaro - Localidade muito pouco desenvolvida onde só tem acesso a ela em carros 4x4 para atravessar um Rio que a cerca. O munício não tem estrutura para receber turistas, sem opções de lazer a noite (Só Forró na beira do Rio) e só pega uma operadora de telefonia; e
      -Atins - Também com pouca estrutura e pouco desenvolvida.
      Não aconselho essa viagem para pessoas com bebê ou pessoas com problemas de coluna, reumatismo e etc. Você tem que andar muito pelas Dunas de areia fofa num sol escaldante.
      Antes da viagem eu já havia contratado um transfer de VAN do aeroporto de São Luís para Barreirinhas, mas também existe esses transfers oferecidos diretamente no aeroporto. Cheguei lá o motorista já estava me esperando com uma folha com meu nome e de minha esposa. Embarquei nessa van por volta de 15h30 da tarde e só cheguei a Barreirinhas à noite. São quase 250 km em 4 horas de viagem.
      A empresa que fechei o transfer foi a G.I CONECT, Fone: +5598 3254 0328 / email [email protected], e custou 60 reais por pessoa somente a ida em maio de 2016.
      BARREIRINHAS
      A Pousada que fiquei chama-se Paraíso dos Lençóis e fica muito bem localizada numa das principais ruas de Barreirinhas. A pousada é nova, com boas instalações e com um café da manhã perfeito. Com muita variedade. A proprietária, muito educada e prestativa, explicou tudo sobre o lugar e os passeios.
      Fachada da Pousada Paraíso dos Lençóis:

      Café da manhã na Pousada:

      Na VAN, o motorista nos indicou uma agência de turismo chamada Ilha Turismo, (Tel 98 3349-1985 / email [email protected]), com preços muito bons. Fiz logo um pacote com todos os passeios que eu tinha em mente e por essa razão pude pechinchar ainda mais o valor.

      Os passeios que fiz foram:
      18/05 - (Dois passeios no mesmo dia) Circuito Lagoa Azul às 9h30 e Circuito Lagoa Bonita às 14h00;
      19/05 - Quadriciclo às 8h30 (Com passeio ao Farol de Barreirinhas localizado no povoado de Mandacaru por barco incluído neste); e
      20/05 -  Atins; e
      21/05 – Santo Amaro (Fiz esse passeio e aproveitei e levei minhas bagagens na VAN e fiquei logo lá em outra pousada. Esse passeio não tem sempre, pois é mais caro e bem longe. Tem que deixar o nome e ficar na esperança de formar o grupo.
      Tinham outros passeios também, mas como o meu tempo era curto, fechei esses que eu considerava como imperdíveis.
      Circuito Lagoa Azul  - 2º DIA (R$ 70 a 90 por pessoa)
      Esse passeio foi o mais movimentado que fizemos, pois é o principal passeio para aqueles que realizam o bate e volta São Luís x Barreirinhas.
      Pegamos a “Jardineira” na frente da agência de turismo (Veículo 4x4 antigo com adaptação com bancos de madeira para passageiros na carroceria) e andamos por muito tempo dentro das matas, enfrentando rios e muita areia fofa dentro de caminhos improvisados no meio da vegetação. São 12km sacudindo e por no mínimo 1 hora numa velocidade quase que constante para não atolar. Por isso torna-se tenso também para crianças, idosos e pessoas com problemas de coluna. Se você ficar na ponta do banco toma muita “galhada” no braço e se der mole até na cara. O primeiro passo é desembarcar da jardineira e colocá-la sobre uma balsa para atravessar um rio. Depois é só aventura até chegar no ponto de início do passeio.
      Atravessando o Rio das Preguiças pela balsa:

      A Lagoa Azul é a principal e mais famosa dos Lençóis, mas você vai ver muitas lagoas no caminho como as Lagoas da Preguiça, da Esmeralda, do Peixe e da Paz.



      Circuito Lagoa Bonita - 2º DIA (R$ 70 a 90 por pessoa)
      Fomos à tarde, assim que almoçamos no Centro de Barrerinhas, na volta do passeio do Circuito Lagoa Azul. Tratamos tudo com o guia e a jardineira foi nos pegar no próprio restaurante.
      O Circuito da Lagoa Bonita é composto pela Lagoa do Maçarico, Lagoa do Descanso, Lagoa do Clone (onde foram gravadas cenas da novela global O Clone) e a Lagoa Bonita.
      O Circuito da Lagoa Bonita proporciona ao turista uma visão mais ampla dos Lençóis Maranhenses. Do alto das dunas, você irá avistar muitas outras dunas e lagoas, formando imensos oásis. O difícil é subir na duna principal que dá acesso a essas lagoas, principalmente para quem não tem um bom preparo físico. O desafio enfrentado é subir uma duna íngreme com 30 metros de altura. Tem até uma corda para ajudar na subida.

      Subida íngreme de 30 metros. Lá embaixo ficam as barraquinhas com artesanato e comidas típicas. Ficam também estacionadas as jardineiras que transportam os turistas.

      Quando você chega lá em cima é difícil não comemorar... mas o esforço é logo recompensado pela linda vista.




      O pôr-do-sol de cima da maior duna é realmente fascinante no final do passeio.

      Voltamos exaustos no final da tarde para casa. A noite fomos andando a pé até a orla do Rio Preguiças, o local mais badalado de Barreirinhas à noite, onde ficam os bares e restaurantes... Lanchamos no Subway nesse dia.

      Passeio de Quadriciclo - 3ºDIA (300 a 350 por quadriciclo)
      Já fiz muitos passeios de quadriciclos pelo Nordeste, mas esse sem dúvida foi o melhor deles. O circuito é muito legal por ser cheio de desafios, como passar com o quadriciclo no meio de riachos e pequenas lagoas, como também enfrentar dunas bem íngremes. Usamos a tração 4x4 em várias situações. Fora que você anda por horas e por paisagens deslumbrantes. Vi que nessa minha agência você pode mesclar passeios para ganhar tempo. Tipo, pode fazer passeio de lancha pelo Rio Preguiças, descer no último ponto do passeio, e voltar de quadriciclo. Teve um casal que conhecemos que optou por essa modalidade. Esse passeio sai logo por volta de 8h30, tem parada para almoço na Praia de Caburé e volta pela tarde.


      Fomos avançando pelos pequenos lençóis até a Praia de Caburé, onde almoçamos...


      Deixamos os quadriciclos nesse restaurante, pegamos uma pequena embarcação para conhecer o pequeno povoado de Mandacaru e o famoso Farol de Preguiças.




      Voltamos ao restaurante, pegamos os quadriciclos, e fomos para a localidade chamada Vassouras. Lá tem uma estrutura para recepção de turistas com comidas, bebidas e artesanato. (Essa parada faz parte do passeio de lancha pelo Rio Preguiças e do passeio de quadriciclo)

      Paramos para descansar, beber água de coco e o mais legal: alimentar os macaquinhos. Lá é vendida a 2 reais pequenas porções de bananas cortadas para os turistas alimentarem os mesmos.


      Passamos por uma lagoa linda com redes na água. Lembramos na hora da Lagoa do Paraíso em Jericoacoara – CE. Que saudade...

      A noite fomos passear na Orla do Rio Preguiças e comemos um Baião de Dois no Restaurante Barlavento. A comida estava perfeita e bem servida.

       
    • Por Helen Pusch
      Bom, esse relato foi escrito pelo meu marido, que se empolgou em relatar essa viagem que fizemos em julho de 2013 enquanto eu escrevia outro relato (da nossa viagem mais recente). Não teve jeito de convencê-lo a fazer um perfil de usuário para publicá-lo, então estou publicando, do jeito que ele escreveu e com as fotos que ele escolheu.
      Apesar de algumas informações poderem estar um pouco defasadas, queríamos motivar as pessoas que pensam em conhecer os Lençóis Maranhenses, a irem mesmo! É um cenário paradisíaco, um lugar único e mágico, e com um astral maravilhoso. A única coisa a observar é o período ideal, em especial julho e agosto. Antes disso, há o período das chuvas, que é imprescindível para a formação das lagoas. E no início do ano, antes da época das chuvas, as lagoas já estão praticamente secas, então se caminha bastaaaaante nas dunas até chegar em uma ou outra mísera lagoinha. As únicas pessoas que vimos falando que não gostaram dos Lençóis, foram em janeiro ou fevereiro.
      Feita a introdução, segue o relato.
       
      MA – Lençóis Maranhenses (Barreirinhas e Atins) e São Luís
      Relato da nossa viagem de 10 dias ao Maranhão em julho de 2013. Em primeiro lugar, um lugar lindo demais, nunca vi nada parecido. Se você tem vontade de conhecer esse paraíso, a palavra é uma só: Vá!
      O roteiro: Optamos por ir direto aos lençóis, depois conhecer a capital para descansar (sim, férias também inclui descanso), então pegamos o vôo Porto Alegre- São Luís cedinho, descemos no aeroporto às 13 e pegamos um táxi até a rodoviária, que é pertinho (R$20). Compramos com antecedência, pela internet (viação cisne branco) a passagem de bus para Barreirinhas (R$28) 14 às 18:30.
       
      Dia 1: Chegando em Barreirinhas, o ônibus larga em uma praça central bem perto da pousada. Check-in na pousada Vitória do Lopes, reservada pelo booking, ótima relação custo-benefício. Já marcamos os passeios pela pousada mesmo (não há como ir por conta, só os 4x4 chegam lá). Pertinho do centro, caminhamos para um reconhecimento. O centro na beira do rio é uma graça, com um deck onde estão os restaurantes, artesanato, etc. Como nos lençóis não há estrutura nenhuma, fomos ao mercado comprar bastante água e lanche para levar. Depois, cervejinha, jantar e cama.

       
      Dia 2: Passeio da Lagoa Azul (R$50). Os passeios das lagoas podem ser feitos pela manhã ou tarde. Optamos pela tarde, pois não queríamos acordar cedão nem fazer a volta das caminhadas (lá se caminha muito nas dunas) no sol do meio-dia. Além disso, você pega o pôr-do-sol nas dunas, que é lindo. Almoçamos no centro e partimos (eles pegam na pousada mesmo), uns 45min de trajeto quicando feito bola de paddle em cima daquela caçamba, e chegamos. Sobe uma duna e tem a primeira visão de tirar o fôlego: é lindo DEMAIS. Aquele deserto de dunas, e entre elas as lagoas, azuis, verdes, cristalinas...nossa. Muito banho e caminhadas até a hora do pôr-do sol. O primeiro dia foi maravilhoso, à noite, centro, jantar, cervejinha (os restaurantes são todos parecidos, alguns um pouco mais caros, outros bem baratos, mas todos os dias comemos bem gastando pouco, entre 20 e 30 reais a refeição para o casal).

       
      Dia 3: Passeio da Lagoa Bonita (R$60): Pela manhã, fomos ao centro, visitamos lojinha de artesanato, molhamos os pés na praia do rio preguiças (ao lado do cais tem uma prainha de rio) e almoçamos no Restaurante do Gaúcho. Pontualmente lá estava a 4x4 na pousada para no levar, à tarde, na lagoa Bonita. Trajeto um pouco mais longo, 55min de muito sacolejo. Quando chegamos, o guia mostrou o caminho: era preciso subir uma duna enorme e bem inclinada, tanto que existe uma corda para auxiliar na subida. Subimos e...é indescritível. A beleza é ainda maior que a do dia anterior. Fantástico MESMO, dunas e lagoas, cristalinas. A partir daí, é passear pelas lagoas, tomar banho, até a hora do pôr-do-sol, de beleza ímpar. À noite, jantamos na pizzaria do centrinho, chopinho e cama.

       
      Dia 4: Passeio de quadriciclo (R$280 para o casal): isso foi muito legal, esse passeio dura o dia todo. Começa de manhã e só retorna à noite. É na região chamada de pequenos lençóis, onde é permitido rodar nas dunas. O quadriciclo é supersimples de dirigir, e as paisagens são lindas. Passamos por fazendas, rios, muitas dunas e lagoas, paradas para banho, até chegar ao mar. Parada para almoço, depois começamos a volta, paramos nos povoados do caminho para conhecer, belos pontos para fotos, enfim, é um passeio imperdível, nós amamos. À noite estávamos mortos, comemos tapiocas no centro e depois, cama.

       
      Dia 5: Passeio de voadeira (R$60) e ida para Atins: esse é o dia de se despedir de Barreirinhas e ir para o povoado de Atins, praticamente dentro do Parque Nacional. Estudamos várias formas de ir até lá, e achamos melhor unir o passeio de voadeira (lancha turística local, um passeio pelo rio preguiças que vai passando pelos povoados de Mandacaru e Vassouras, até chegar a praia de Caburé para almoço e passar o resto do dia) com o deslocamento. O passeio é bem turístico, conhece-se os povoados ribeirinhos, o farol de Mandacaru, se alimenta os macacos em Vassouras, e chega em Caburé. Pagamos 50 mangos para o guia nos largar em Atins enquanto o pessoal do passeio continuava em Caburé, fica a uns 10 min de navegação. Nos deixou em uma beira de estrada de terra e disse: é por ali. Hehe, assim começa o desapego total à civilização. Caminhamos uns minutos por uma trilha, até chegar à “rua principal” de Atins, já avistamos a pousada da tia Rita, que conhecemos aqui pelo mochileiros. Tínhamos telefonado pra ela de Barreirinhas, e ela já nos esperava, fizemos um check-in, a pousada é bem domiciliar, sem água quente (acho que nenhuma tem isso em Atins) e partimos para um reconhecimento. Sol a pino, meio da tarde, fomos à praia que fica bem pertinho da pousada. Linda praia, deserta, encontro de rio com o mar, curtimos o resto do dia ali mesmo, lugar mágico. À noite jantamos na tia Rita, ela tem um forno a lenha, e um dos guias (e os filhos dela também são guias) fez um rodízio de pizzas saboroso, pagamos 15 ou 20 reais por pessoa para comer à vontade. Nos fundos da pousada tem redes para um descanso enquanto o reggae toca e o cheirinho de pizza vem até as narinas. Perfeito.

       
      Dia 6: Passeio para os lençóis de Atins. É até diferente acordar nesse lugar tão longínquo de tudo, o marido da tia Rita faz tapiocas quentinhas no café da manhã. Pegamos um guia que cobrou R$ 30 por pessoa para levar e passar o dia nos lençóis, parando para almoço no famoso camarões do Antônio. Ele levou a gente e mais três pessoas de outra pousada, o primeiro pedaço é de barco, uma meia hora de navegação, depois caminhada. Belas paisagens. Tudo vai mudando, desde a paisagem de beira de praia, passa por algo parecido com uma caatinga, até chegar ao deserto de areia. Quando avistamos as primeiras lagoas, o impacto foi o mesmo: é lindíssimo, porém, sem as hordas de turistas de Barreirinhas. As lagoas eram SÓ NOSSAS. Que coisa espetacular, aquele cenário, aquela beleza, e tudo aquilo só pra nós. Muito banho, abriu o apetite, fomos ao Antônio. Gente, mas o que é aquele camarão? Enoooormes e com um tempero maravilhoso, recomendo muito. Passamos o dia lá, à tardinha caminhamos pelo vilarejo, não tem muita coisa, uma escola, um postinho de saúde que tem médico "quase toda quarta-feira" (nosso Brasil) ruas de areia... na frente da tia Rita tem um restaurante, comemos um PF (baratinho e bem satisfatório) e fomos à cama.

       
      Dia 7: Neste dia fomos à praia pela manhã, curtimos aquela linda praia, e o almoço foi no barzinho/restaurante na frente da pousada da Rita (PF gostoso e barato de novo). Na tarde fomos dar uma caminhada no lugar que eles chamam de Igarapé, um riacho extenso que vai atravessando o mato até desaguar no rio. A caminhada no mato é legal, gostamos desses programas de índio, dá pra simplesmente parar e ficar dentro da água, riacho rasinho, sentindo a correnteza suave, curtindo a natureza, o barulho do mato, os bichos, enfim, sentir o tempo passar de uma maneira muito diferente do que na cidade grande. Depois do pôr-do-sol atrás das árvores, voltamos para a pousada para um banho e mais um rodízio de pizzas no forno a lenha da tia Rita. Era nossa última noite em Atins, aí começaram algumas curiosidades sobre como ir embora desse lugar...

       
      Dia 8: Íamos para São Luís. Durante o café-da-manhã, conversamos com um casal de uruguaios preocupados porque o seu transporte não apareceu. Lá é assim: quando você chega, já marque o transporte de volta para Barreirinhas, seja de 4x4 ou de voadeira. Nós marcamos de 4x4, mas ficamos com receio, pois esse casal também havia marcado (um horário anterior ao nosso) e os caras não apareceram. A tia Rita disse que eles acharam pouca gente, como era domingo, não valia a pena ir atééééé Barreirinhas com pouca gente...BEI ! como assim? O casal tinha passagem de avião comprada, estavam a ponto de perder o vôo...E agora? Bom, mas eles conseguiram algum transporte depois, na nossa hora o transporte estava lá. Que horror pessoal, é gente saindo pelo ladrão, motorista muito locão subindo dunas pelas beiradas, olha, o retorno foi com emoção, mais de uma hora de trancos. Conseguimos pegar nosso ônibus de volta para São Luís, já tínhamos comprado passagem antes de ir a Atins. O transfer nos deixou na porta do hotel de São Luís e custou R$40 por cabeça. Check-in feito no hotel Brisamar umas 20h. Bem localizado em Ponta da Areia, bairro nobre, orla, banho quente, piscina, de volta à civilização, ok? Ok, precisávamos sair pra jantar. Pergunto pra que lado podemos procurar um restaurante e o staff indica, porém, não recomenda aos hóspedes sair à pé à noite pois é perigoso. Putz, ficamos decepcionados, estávamos em uma zona turística e com medo de andar uma quadra até a avenida que tinha vários restaurantes. Bom, tínhamos que jantar, pegamos pouco dinheiro e fomos, quase correndo. Vimos que misturados aos prédios luxuosos e hotéis existe bastante pobreza, casebres, sujeira, enfim, felizmente não vimos nada de violência, mas os atendentes do hotel nos assustaram. Jantamos em um restaurante próximo e cama.
       
       
      Dia 9: Centro histórico. Fomos pela manhã, é uma pena constatar o mal que gerações da família Sarney estão fazendo com essa cidade que tem um valor histórico tão especial. Muitos casarões degradados, mas alguns ainda bem cuidados, com todos os azulejos históricos bem preservados. O Palácio dos Leões é lindo, e o museu histórico do Maranhão é muito bom, a melhor visita do centro histórico. A guia foi espetacular, descendo o pau e contando histórias políticas locais horrendas. O conjunto arquitetônico, embora em processo de degradação, é muito legal, vale a visita. Almoçamos ali mesmo, no restaurante do Senac, muito famoso e que serve comida típica. É um buffet um pouco mais caro, nossa refeição mais cara na viagem. Mas pelo menos é delicioso. De tarde ficamos pelo hotel curtindo a piscina. À noite, saímos para jantar nos restaurantes da quadra ao lado de novo, não animamos a ir muito longe. #medo.

       
      Dia 10: Queríamos conhecer as praias, sabemos que são todas poluídas, mas fomos caminhar pela orla, curtindo mais um pouquinho da cidade. Almoçamos um caranguejo típico, que aliás não curti, os locais devem ter mais destreza com aquele martelo pra quebrar o bicho todo, eu fiz muita força e não comi quase nada ...como bom gaúcho, prefiro uma costela , mas valeu a experiência. Passamos pela também famosa lagoa da Jansen. Mal-cuidada, esgotos a céu aberto, local sujo e mal-cheiroso. Que pena... Voltamos para curtir a piscina do hotel, dormir cedo e retornar a Porto Alegre no outro dia.

       
      Esperamos ter ajudado com o relato, qualquer dúvida é só perguntar!


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