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Fabiola Ribeiro

Trekking Lençois Maranhenses - Canto de Atins a Santo Amaro

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Fiz a travessia no dia 01/04/2017 à 04/04/2017. Quando estava procurando dicas tive dificuldade em encontrar algo completo então vou deixar uns tópicos para quem tem interesse e está totalmente perdido.

O QUE LEVAR (O que levei) PARA TRILHA:

2 garrafas de agua 600ml
2 Garrafas de hidrotonico 600ml
3 pacotes de salamitos
4 Lanches com provolone
1 gel de proteina
1 pct com frutas secas 
1 saco de uva passas

3 camisetas dryfit
2 bikinis (parte de cima e de baixo)
3 shorts
1 Capa de chuva
1 Capa de chuva para mochila
1 Chinelo
1 Mochila cargueiro

1 Repelente creme
1 protetor solar 
1 protetor labial
1 Hidratante 
Band-aid 
esparadrapo
Gelol 

*Eu levei tênis mas não recomendo mesmo, só foi peso na mochila. Não usei em nenhum momento (tem muita travessia dentro da lagoa). Recomento levar papete se tiver, mas passei 90% descalço e 10% chinelo.

IMPORTANTE:

* Quando decidi que iria fazer a travessia, minha ideia era ir sozinha, até baixei o wikiloc, mas depois de pesquisar muito eu decidi ir com um guia. Na travessia eu percebi que realmente não conseguiria fazer sozinha. O primeiro e o ultimo dia são caminhadas muito longas e muitos lugares é preciso desviar do caminho porque as lagoas estão cheias. Além de que as dunas mudam de lugar O TEMPO TODO. Então eu realmente não recomendo ir sozinho. 

* Fui em Abril, que é quando começa a temporada de chuvas. Não recomendo porque caiu chuva de raios e fiquei bem assustada e também fica difícil de aproveitar mais as lagoas. O lado positivo é que a areia não estava quente e como andei muito descalço não incomodou meu pé.


EM SÃO LUIS:

Cheguei em São Luis dia 31/03 a tarde, não teria como ir direto para barreirinhas, então decidi me Hospedar em um hostel no centro histórico, ele chama Solar de Las Piedras, eu amei, recomendo muito. Eles têm lugar para guardar as coisas, sem cobrar extra, deixei algumas coisas lá. Caso você tenha o intuito de fazer a travessia e ainda dar um role em São Luis, faça isso.

Para chegar no hostel peguei um circular no aeroporto que vai para o centro, ela para em frente uma praça e você anda uns 10 minutos até chegar no lugar.

Quando cheguei no hostel já informei que iria para barreirinhas no outro dia e precisava de transfer, eles mesmo ligam para um pessoal e marcam o horário. Saí as 7h para aproveitar o café da manhã que hostel oferecia.

*Eu estava com uma mala cargueiro de 55kg, não recomendo. É muito possível levar uma de no máximo 30kg. Na travessia sentia que ela estava muito pesada, mesmo deixando metade das minhas coisas no Hostel.

*O Solar tem site, mas não adianta mandar e-mail que eles não respondem, tem que ligar, ou mandar whatsapp para os números que estão no site.

 

GUIA:

Meu orçamento estava baixíssimo, então tive que caçar mesmo pra encontrar um guia que fizesse mais barato. Para economizar ao máximo eu fiz diferente de muitas pessoas que, ao invés de contratar o guia para me encontrar em Barreirinhas, combinei para que ele me encontrasse na madrugada da trilha, ou seja, eu fui sozinha até o canto de Atins. 

O meu guia foi indicação da Luzia. Eu procurei em muitos lugares e contatei muitos guias, como estava indo sozinha, queria algum que tivesse experiência com mulheres. Todos que falei eram bem caros, estava quase fechando com um que era de uma agência, chama Raimundo estava quase 1000 reais, foi quando liguei para Luzia para reservar minha estadia e ela me informou que este guia normalmente forma grupos de varias pessoas que não se conhecem entre si e se quisesse ir mesmo sozinha era melhor procurar outro. Então pedi alguma indicação e ela me passou o Dico que me cobrou bem barato. (Mas vale ligar pra ele, pq eu fui fora de temporada e os valores ficam bem mais em conta).

 

A TRAVESSIA

  • 1º DIA – Barreirinhas até Canto de Atins

Fiz esse caminho sozinha, pois como falei, combinei com o guia de me encontrar só na madrugada. É possível fazer sozinho, mas tem que ter ciência que colocando o pé em atins o celular para de funcionar.
Eu tive sorte, pois quando estava procurando um barco em barrerinhas encontrei com um guia de outro grupo que também iria para o Canto e fui junto com eles. Paramos para almoçar e continuamos.
6km ao todo em 2h.

VALORES:

Transfer de São Luis até Barreirinhas: R$ 50,00
Barco de Barreirinhas até Atins: R$ 40,00
Almoço no centro de Atins: R$ 20,00
Hospedagem em Rede na Luzia: R$ 30,00
Jantar camarão da Luzia: R$ 40,00

 

  • 2º DIA – Canto de Atins até Baixa Grande

O Dico me encontrou umas 03h30 na Luzia e saímos às 4h, estava chovendo e foi aí que percebi que não iria usar o tênis de forma alguma. Não parei em nenhuma lagoa porque não parava de chover, só descansamos duas vezes para comer alguma coisa. Ficamos na primeira casa da vila, do Seu Raimundo e da Rosangela.

Foram 26km e chegamos lá as 11h.

VALORES:

Almoço: R$ 40,00
Janta: R$ 40,00
Hospedagem em rede com café da manhã: R$ 40,00

 

  • 3º DIA – Baixa Grande até Queimada dos Britos

Saímos às 6h e neste dia não choveu. Fizemos a caminhada mais devagar e paramos para entrar em duas lagoas e outra parada só para comer.
Ficamos na ultima casa da vila, da Dona Maria. (Eu a amei, todos deveriam ficar lá).

Foram 10km e chegamos lá às 11h.

VALORES:

Almoço: R$ 35,00
Janta: R$ 35,00
Hospedagem em rede com café da manhã: R$ 35,00

 

  • 4º DIA – Queimada dos Britos para Santo Amaro

Saímos as 3h30, estava chovendo muito forte e muito escuro. A chuva só passou depois das 06h e então que pudemos parar, como estava com muita dor na perna paramos muitas vezes, entrei em três lagoas e paramos mais três vezes para comer e descansar. Chegando em Santo Amaro meu guia me levou até o local onde sai o transfer para São Luis e fiz a reserva para o que saía as 14h. Tive tempo para ir almoçar e me despedi do Dico.

Foram 24km e chegamos lá às 11h40.

VALORES:

Almoço em Santo Amaro: R$ 20,00
Transfer de Santo Amaro para São Luis: R$ 50,00

 

 

DE VOLTA PARA SÃO LUIS:

Quando o transfer de Santo Amaro chega à entrada de São Luis ele para e lá ficam alguns carros que dividem os passageiros para o lugar onde estão hospedados. A viagem foi bem longa, saímos de Santo Amaro as 14h20 e chegamos em São Luis as 20h00 e ainda demorou mais uma hora para ele me deixar no Hostel.

Porém, não existe outra opção, ou você dorme em Santo Amaro e sai no outro dia de manhã. Eu não me importei com o tempo, só fiquei com fome e não tinha nada fácil. Minha recomendação é comprar algo para beliscar no caminho.

Ainda fiquei um dia em São Luis e aproveitei para conhecer o centro histórico e o Mercado das Tulhas. Não há muito que fazer lá, mas tive o melhor almoço da minha vida no Cafofinho da Tia Dica.

Esse foi meu roteiro, espero ter ajudado e qualquer duvida que surgir estou aqui J.

 

 

  • Gostei! 2

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Bom dia Fabiola,

Legal sua trip, estou indo pra lá em Setembro e pretendo fazer o mesmo trajeto, possui o contato do guia?

Obrigado!

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    • Por Marcos Nakayama
      RELATO TEXTÃO 😜 da minha travessia pelos lençóis maranhenses, com o grande "tchan" de ser a ideal para sedentários (que tenham disposição, claro)!
      (Mais fotos e outras viagens no Insta: @marcos.nak 😉)
       
      Você é do tipo que fica esbaforido ao subir uma duna? Eu sou, quase todo mundo é. Mas, se ao chegar ao topo e ver as lagoas, seu cansaço se transforma em encantamento e vontade de fazer de novo, então você consegue fazer este trekking! Todos os relatos que eu havia encontrado mostravam uma travessia longa de 3 dias de duração, saindo de Atins, mas eu tinha receio de ficar muito cansativo e acabar perdendo o objetivo, que era curtir, e não "sofrer"😎! Então, dado que eu só tinha 2 dias e estava em Santo Amaro, e depois de conversar com o guia, decidi fazer como ele indicou. Não me arrependo de jeito nenhum! Ficou assim: 
      .
      1) Fomos de Santo Amaro até a lagoa de Emendadas de quadriciclo, e lá vimos o sol nascer (14 km).
      A cena foi linda, e a escolha da lagoa se deu pela duna imensa, de onde se tem a vista mais panorâmica. É sério, debaixo da duna você já fica maravilhado, pela imponência. Lá de cima, não fosse o vento muito forte, poderia passar horas. Depois do belo nascer do sol, começamos a caminhada.

       
      2) Andamos até Betânia, passando pela incrível lagoa do Junco (18 km).
      Eu sei, falar em andar 18 km na areia, subindo e descendo, sem sombra, parece loucura, mas eu fiz numa boa e não sei explicar por quê. É um misto de encantamento e empolgação que faz a caminhada ser fácil. Além disso, cara, cansou? É só deitar na areia e rolar, que logo vc cai numa lagoa 😂😂😂! A lagoa do Junco só é acessível a pé, e por isso a maior beleza do parque está exclusiva aos poucos corajosos que encaram a caminhada. No caso, eu tive ela e infinitas outras só pra mim! No caminho, encontramos ninhos de gaivotas e rastros de vários animais. Um fato interessante é que a lagoa do Junco é nova. Eu havia lido vários relatos de que a lagoa das cabras era a mais linda de todas, e o guia prometeu me levar até ela. Aí, num momento em que cruzávamos uma areia molhada com plantas, ele disse: "Você está em cima de onde já houve a lagoa das cabras!" 😮
       

      QUIK_20180913_181331[1].mp4
       
      3) No horário do almoço, chegamos a Betânia, onde passei a tarde e a noite.
      Na verdade eu nem conheci o vilarejo de Betânia, pois fiquei hospedado num restaurante isolado entre uma mata e um rio. É o mesmo restaurante onde os turistas do passeio a Betânia almoçam. Chegamos e já almoçamos. O guia disse que eu teria a tarde livre para descansar na rede e curtir o rio, mas eu não quis saber, pedi pra ir pra alguma lagoa (como se eu já não tivesse tomado muito banho de lagoa hehe). Aí (ele tinha um acordo de pegar caiaque gratuitamente no restaurante), atravessamos o rio de caiaque e ele me deixou numa lagoa incrível, onde uns turistas inconvenientes faziam algazarra 🙄. Aproveitei pra fazer uma caminhada pelas dunas ao redor, e assim que eles partiram eu tive a lagoa inteira só pra mim, onde fiquei horas curtindo, até o sol começar a descer. Foi delicioso! O guia chegou para me acompanhar no pôr do sol, subimos uma duna e ficamos até escurecer, e passamos um tempão apreciando o céu mais estrelado que já vi na vida! 🤩Ele tem um celular foda e é um excelente fotógrafo, e tirou fotos incríveis e me mostrou os planetas e as constelações num aplicativo que vc aponta pro céu e reconhece as estrelas. Depois, voltamos de caiaque pelo rio, num breu quase absoluto, pois a lua também havia se posto. Paramos um pouco de remar pra curtir o silêncio e o céu, e foi sensacional. Ao chegarmos ao restaurante, acredite!, havia uma belga e uma alemã (muçulmana, todo coberta), que também estavam em travessia e passariam a noite lá. Nosso "quarto" era uma palhoça com redes onde os clientes descansam após o almoço. Não tem paredes, o que fez as gringas passarem trezentos tipos de repelentes, mas a dona garantiu que, sabe-se lá por quê, não há pernilongos ali, e de fato nenhum inseto nos incomodou. Foi muito engraçado quando a belga subiu na rede e descobriu que a rede balança. Logo ela e a alemã estavam tomando impulso e se chocando uma na outra! É claro que eu filmei e coloquei no vídeo! 😂😂😂 
       

      QUIK_20180913_203058[1].mp4 QUIK_20180913_203058[1].mp4
      4) De manhã, passeamos pela região (8 km)
      Depois de uma noite mal dormida na rede (não tenho costume e sou fresco pra dormir), acordei às 4h para ver o sol nascer. Mais uma vez atravessamos o rio a caiaque e subimos uma duna para apreciar o espetáculo, que infelizmente mais uma vez foi prejudicado pelas nuvens. Percebi que o dia amanhece meio nublado e as nuvens se dissipam durante a manhã. Outra coisa impressionante é a variação térmica da água, que amanhece gelada e anoitece morninha. Depois de clareado o dia, andamos 8 km pela região curtindo novas lagoas. Voltamos à hora do almoço (caiaque) e dei uma relaxada na rede e curti um pouco o rio. 😎
      5) Voltamos a Santo Amaro (9 km)
      Partimos às 15h30. A volta foi bem tranquila, mas como meu pé começava a reclamar, eu preferi fazer mais paradas e ficar menos tempo em cada lagoa (não se assuste, é só um pequeno cansaço). O guia me levou a uma duna alta já no fim da tarde, para curtirmos o pôr do sol. Depois que escureceu e curtimos um pouco o céu estrelado, caminhamos alguns minutos no breu total e chegou um amigo dele pra nos dar carona até a cidade.
       

      QUIK_20180913_180443[1].mp4 QUIK_20180913_180443[1].mp4

      Foi uma experiência inesquecível. Cada parte teve uma importância imensa pra mim: o dia, a noite, o cansaço, o descanso, a companhia das meninas e do guia, os momentos a sós (confesso que temi sentir solidão, levei vários ebooks e filmes no celular, e nem encostei nele. Simplesmente eu consegui amar ficar horas sem pensar em nada nem ninguém, só curtindo o momento). 
      .
      Os lençóis maranhenses são uma beleza única no MUNDO e mesmo assim poucos conhecem. E o que mais impressiona é a abundância de belezas, por isso quando me peguei pensando: "Ah, a lagoa X eu não gostei muito!" eu lembrei: "Isso porque são infinitas lagoas pra eu poder escolher minha favorita. Se fosse só areia e houvesse só essa lagoa X, eu diria que é incrível! Aliás, se fosse só o rio que eu pouco aproveitei já valia o passeio!" 😂
      .
      O melhor de fazer a travessia em vez dos passeios coletivos é poder ter o contato exclusivo com a natureza, seja a areia, as lagoas, o céu, o rio, o sol... tudo está lá pra você, e sem pressa de ir embora como nos coletivos porque "temos um monte de lugar pra ir e tirar foto e aquele turista inconveniente do grupo tem que voltar mais cedo pra não perder a van"... Sabe? 
    • Por FlavioToc
      Eu tinha muita vontade de conhecer os Lençóis Maranhenses desde muitos anos. Havia visto em um Globo Repórter. Hoje sei, que na época nem havia estradas para chegar lá, muito menos estrutura com pousadas e restaurantes. Então até algum tempo temia por ser um destino de muito perrengue. Não foi, pelo contrário, tudo estava perfeito. Viajamos minha esposa e eu. Voltamos muito cansados porque tem muita atividade em todos os dias, mas extremamente felizes por termos ido e visto este destino único.
                  Em Barreirinhas que é a principal ponto de partida para os passeios, atualmente tem uma boa estrutura de pousadas e para alimentação, com razoável custo-benefício. Outro ponto é Santo Amaro que fica mais perto das dunas. Nós escolhemos começar por Barreirinhas, depois Atins e por fim Santo Amaro.
                  Realizamos esta viagem na primeira semana de julho de 2018.     Chegamos a Barreirinhas vindo do Tocantins, porém o Google Maps e o Here conduziram-nos pelo caminho mais curto que foi pela BR 135 que vai por Vargem Grande, Urbano Santos e chegaria a Barreirinhas. Só que em Urbano Santos descobrimos que os últimos 100 Km não tinha asfalto e só passaria se fosse um 4x4. Então tivemos que retornar mais de 300 km e ir em direção a São Luís, passando por Itapecuru Mirim, Rosário seguindo até Barreirinhas. Quem vai de carro de São Luís não terá este problema.
                  – Chegada pousada Toca dos Aventureiros em Barreirinhas a noite.
      1º dia
      Barreirinhas
      -Sobrevôo nos lençóis, 7:00 da manhã. Empresa Voar. R$ 350,00 é melhor deixar reservado pela internet. http://voarfotografiaaerea.com.br/ Nos buscaram e deixaram na pousada.
      -9:00h – circuito Lagoa Azul. R$ 80,00
      -À tarde circuito Lagoa Bonita R$ 80,00
      Pernoite em Barreirinhas Toca dos Aventureiros
       
      2º dia
      -Deixar o hotel em Barreirinhas
      -8:00 - Passeio do rio Preguiças. R$ 80,00. Almoço em Caburé Combinar com a pousada em Atins de nos buscar no porto.
      - Em Atins – No final da tarde 16:00h ver revoada dos guarás e os plânctons luminescentes. R$ 40,00. Não recomendo. Era um barquinho inseguro e navegar lá nos escuro na volta é perigoso. Os guarás passam voando muito alto e quase não se vê a cor. E os plânctons, desistimos porque estavamos muito cansados para esperar e inseguros com o retorno à noite naquele barco.
      Pernoite em Atins Pousada Flamboyant
       
       3º dia
      -Manhã: Lagoa Tropical e Lagoa da Água Azul – R$ 80
      -Tarde: Lagoa da Capivara e das Sete Mulheres – R$ 70,00 (era a o programa, mas teve o jogo da seleção, aquele que perdemos e fomos desclassificados, então, nem passeio nem jogo).
       
      Pernoite em Atins Pousada Flamboyant
       
      4º dia
      -Deixar o hotel em Atins
      Pela manhã:
      -Retornar para Barreirinhas às 5:00h da manhã (Toyota Bandeirantes)
      -Ir para Santo Amaro. No meu caso fui de carro. Se não tem que procurar um transporte.
      À tarde: Lagoa das Andorinhas e Gaivotas. R$ 60,00
      Pernoite em Santo Amaro Pousada Paraíso
      5º dia
      -Manhã: Caminhada pelas Lagoas Emendadas
      -Tarde: Lagoas América 1 e 2
      Pernoite em Santo Amaro Pousada Paraíso
      6º dia
      -Dia inteiro:
                  -Lagoa das Gaivotas e Betânia. R$ 80,00
      Pernoite em Santo Amaro Pousada Paraíso
       
      7º dia
      – Viagem de retorno
      Deixar a pousada em Santo Amaro
       
      Dicas
      -Não pense que é tudo igual. Que vendo uma ou duas lagoas basta. São milhares de lagoas de vários tamanhos e cores. Você não vai se cansar de querer ver mais e no fim, é sua escolha pessoal a mais bonita ou com a cor da água mais surreal.
      -As lagoas estão em seu nível máximo nos meses de junho, julho e agosto. E o tempo é bom.
      -Os preços acima são por pessoa.
      -Leve dinheiro em espécie para pagar os passeios e algumas refeições.
      -Se for ficar menos dias (até uns três), sugiro Santo Amaro que é bem próximo das dunas e lagoas.
      -Reservamos as pousadas pelo Booking e deixamos os passeios reservados com antecedência via tudo via Whats App. É mais garantido reservar porque podem não ter pessoas para o passeio ou não haver vagas.
      -Programe seus passeios. Porque se não fizer em um turno não há nada para fazer nas cidades. Bem, em Santo Amaro tem um rio para banho e Atins dá para fazer uma caminhada na beira mar que está cheio de placas para não nadar que é perigoso.
      -Em Santo Amaro: O asfalto está chegando até a cidade estava faltando apenas 1 km e a ponte para atravessar o rio. Então tem que deixar o carro em um estacionamento pouco antes da cidade e combinar o traslado. Valor R$ 10 por pessoa. Deixei no do sr. Calmito.
      -Os restaurantes encerram os pedidos as 21:00 horas, então tem que ir jantar cedo. As 22:00 já estão recolhendo tudo.
      -Almoço no restaurante Sol de Amaro. A pizza deles é tipo hóstia, muito fina, que eu não gosto.
      -Jantar Pousada Cajueiro
      -Sorvete da Dona Marineide. Em frente ao restaurante Sol de Amaro.
      -Em Barreirinhas: Os passeios costumam durar meio dia, logo você pode fazer dois por dia, mas é melhor deixar programado no hotel.
      -Não deixe de fazer o sobrevoo. É uma experiência fantástica.
      -Em Atins: Combinar com a pousada de buscar no “porto”, no final do passeio do rio Preguiças.
      -Para regressar à Barreirinhas seu Arquimedes faz o trajeto de barco (voadeira) entre Atins e Barreirinhas (exceto sábados). Veja com a pousada os dias que ele faz. Eu fiz de Toyota Bandeirantes leva 3 horas com muito solavanco e desconforto, mas vale a experiência. Uma aventura.
       
                  Adoramos esta viagem que superou muito as nossas expectativas. As pessoas nas pousadas são muito atenciosas e agilizaram para fazer os programas. É só deixar com eles a responsabilidade, que é tudo muito organizado, funciona bem mesmo. Em Santo Amaro os passeios são através de uma cooperativa que é de um funcionamento perfeito. Em Barreirinhas são empresas e tudo funciona maravilhosamente, com valores padronizados.
                  Pretendemos retornar e fazer a travessia dos Lençóis Maranhenses que é uma caminhada de 3 dias partindo de Atins e chegando em Santo Amaro. Dormindo nos povoados no meio do parque. Este passeio tem de ser feito com um guia.



    • Por Jackie Erat
      [Lençóis Maranhenses; Dicas de Translado; Dicas para travessia a pé, Sobrevôo, 2018]     Oi Galera, tudo bem?   Acabamos de voltar dos Lençóis Maranhenses e eu gostaria de compartilhar com vocês todas as informações que me levaram horas para reunir, mais aquelas que só consegui depois de ir mesmo. Já que esse grupo já me ajudou muito, nada mais justo que retribuir.   Foi um passeio incrível, único! Super recomendo!   Fizemos tanto a travessia a pé quanto o sobrevoo. Gostamos muito dos dois, mas se tivessemos que escolher um, com certeza seria a caminhada.   Lagoa do Junco - nossa favorita. Fica entre a Queimada dos Brito e Betânia     Vamos as dicas!   A única cidade que você consegue ir caminhando até as dunas é Santo Amaro. Ainda é preciso transporte 4x4 para chegar em algumas partes da cidade, mas uma vez que você chegar na sua hospedagem consegue explorar um pouco do parque por conta própria.   Atins é perto do mar. Há kilômetros de vegetação entre a cidade e as dunas do parque. Há algumas dunas perto da praia, mas não são o cenário típico que o turista imagina onde só há dunas e lagoas.   Barreirinhas é a cidade portal do parque pois você consegue chegar até ela com seu carro normal de passeio. De lá saem a maioria dos passeios. Mas é bem muvuca. Na minha opinião vale muito a pena ir até Santo Amaro ou Atins para fugir do vuco-vuco.   NÃO É PERMITIDO ENTRAR COM VEÍCULO MOTORIZADO NO PARQUE. Ao redor do parque até pode, mas se alguém te oferecer, por exemplo, ir até os oásis de carro, é um passeio ilegal. É por isso que mesmo tendo mais de 10 mil lagoas, você só encontra passeios para as mesmas 5 ou 6. E todas elas ficam ali na beirada do parque. É porque é onde os carros chegam. Muitas pessoas não querem caminhar.   Meu marido e eu somos nômades digitais e estamos fazendo uma viagem pela América do Sul. Então não estamos aqui de férias, trabalhamos horário integral durante a semana. Então não tínhamos 3-4 dias para fazer a travessia a pé conforme os roteiros prontos que encontramos na internet. Assim, depois de muita busca encontramos a possibilidade de fazer uma travessia de 2 dias. Pegamos um dia de folga do trabalho para fazer o translado de São Luís + 2 dias de travessia, totalizando 3 dias de viagem.   Fiz umas imagens para demonstrar os diferentes tipos de transporte que usamos. Também, percebemos que ir de ônibus não é a maneira mais barata e melhor (de São Luís).   Quem tiver interesse em saber mais detalhes, fique a vontade para dar uma olhadinha no nosso blog: https://vidaitinerante.wordpress.com/2018/08/06/logistica-para-a-travessia-dos-lencois-maranhenses-a-pe/   Você sempre tem que fazer a travessia no sentido Atins - Santo Amaro, por causa do vento:   Valores (julho 2018):   Guia para travessia: 200 reais e diária Guia Lessinho (98) 8880-1982 https://www.instagram.com/lessinhoguiatrekking.lencois/   Translado Van São Luís - Barreirinhas: 60 reais por pessoa   Transporte entre Barreirinhas e Atins: 30 reais por pessoa (4x4) Último transporte sai as 11h da manhã. Depois disso só há a possibilidade de fretar um carro ou barco (350 reais - então fiquem ligados!)   Transporte entre Atins e foz do Rio Negro (início da travessia a pé) 200 reais o casal (quadriciclo)   Transporte Betânia (fim da trilha) e Santo Amaro: 200 reais o casal (quadriciclo)   Translado Van Santo Amaro - São Luís: 50 reais por pessoa   Nos oásis: pernoite 35 reais por pessoa (dormir em rede); refeição 35 reais por pessoa (tanto almoço quanto jantar)   Sobrevoo AVA: 350 reais por pessoa (aviões novos em boas condições) Foi o menor avião que entrei na vida, muito massa! Cabem 4 pessoas contando com o piloto     É isso galera, espero que essas informações lhe ajudem a planejar sua viagem.   Grande abraço!  



    • Por fabricionn
      E ai galera!
       
      Mais uma viagem irada! O Brasil realmente é lindíssimo! Pelo que pesquisei aqui nos mochileiros, tem muita informação legal da Chapada das Mesas e dos Lençóis Maranhenses. Mesmo assim, resolvi fazer o relato, pois pode ajudar alguém. Rsrsrs
       
      Nossa viagem foi do dia 13 a 29 de junho de 2015. Vou anexar uma planilha de gastos detalhada, pra galera já ter uma idéia.
       
      Os preços foram negociados e chorados com todos os estabelecimentos/guias. Logo, eles são um parâmetro... Pode ser que os locais tenham parado de dar descontos. hehehehe
       
      Dia 1: Ida RJ x Imperatriz 13/06
       
      Voo R$ 108,95 (com taxas) – GOL. Estávamos na dúvida sobre alugar um carro ou ir de ônibus, como a locação saia por R$ 58,00/dia com km livre, alugamos um.
       
      Veja com sua seguradora de veículo/residência o convênio com a locadora... Pode encontrar preços maravilhosos que te poupam pesquisas. Hehehe
       
      Chegamos no voo noturno e cogitamos pegar o carro e partir, mas achamos prudente ficar em Imperatriz. Ficamos em
       
      La Bella Hotel – Rua Leoncio Pires Dourado, 900 por R$ 40,00/pessoa com café da manhã. Este hotel é funcional.
       
      Hotel funcional = limpeza aceitável, ar condicionado e café da manhã aceitável hehehehe
       
      Dia 2 - 14/06 – Imperatriz x Carolina
       
      A estrada é boa e chegamos à Carolina sem problema. Como demoramos a sair da cidade, chegamos meio tarde e não fizemos nenhum passeio, ainda mais que fui brincar de rally e judiei do carro na trilha pro riachão. Hahaha lá é praticamente impossível ir de carro de passeio, tanto pelo percurso (areal forte) quanto pelas diversas bifurcações. Neste primeiro dia, sugiro ir ao Dodo (que é de acesso fácil) e aproveitar o dia de chegada lá.
       
      Ficamos na pousada Morro do Chapéu em Carolina. Pousadinha funcional e um ótimo pão de queijo no café da manhã. Café bem simplesinho. O preço foi maravilhoso. R$ 40,00/pessoa.
      Conhecemos o guia Nivaldo, que recomendo para tudo!! O cara é sensacional e, quando não podia fazer os passeios com a gente, rodava a cidade atrás de pessoas que pudessem nos levar aos atrativos. Fora que nos ajudou junto com o pastor a correr atrás de mecânicos para arrumar o carro. hehehehe
       
      Nivaldo – (99) 98244-7937 ou (99) 99145-3840.
       
      Dia 3 – 15/06 – Complexo Pedra Caída
       
      O Complexo é gigante e caro. Felizmente, como somos estudantes, pagamos metade para visitar as grutas e cachoeiras!  Só não paga metade nos esportes de aventura (tirolesa – R$ 80,00/pessoa) e teleférico (R$50,00/pessoa).
       
      Vale a ida sim, apesar do preço. Rsrsrs
       
      Pra voltar, pegamos carona com o ônibus que leva os funcionários pra Carolina. Hehehe
       
      Dia 4 – 16/06 – Cachoeira do Prata e São Romão
       
      Fechamos com a agência Torre da Lua por R$ 180,00/pessoa no dinheiro. O passeio é irado (atrás da cachoeira então... show!) e só de 4x4 e sabendo o percurso, porque tem várias bifurcações e é muito fácil se perder se não conhecer.
       
      A entrada custou R$ 10,00/pessoa para o Rio da Prata e R$ 20,00/pessoa para a São Romão.
       
      Almoço foi na cachoeira São Romão, reservando com a agência com antecedência. Saboroso e com fartura.
       
      Na volta, passamos no portal da chapada, pois ainda tínhamos tempo e vimos o por do sol. Para chegar lá sem guia, é fácil no sentido contrário a Carolina, pois é visível da estrada, depois é só pegar a primeira à esquerda (o carro fica parado perto da estrada mesmo, depois basta subir uma trilha leve de areia). Fiz outra anotação na estrada sentido Carolina, mas perdi o KM certo para se pegar essa entrada para o portal.
       
      Jantamos no lanche central e pegamos o carro. O jantar foi muito bom! R$ 15,00/pessoa.
       
      Dia 5 – 17/06 – Poço Azul, Cachoeira Santa Bárbara e Poço Encantado
       
      Este passeio fica sentido Balsas, longe de Carolina. A agência cobra R$ 180,00/pessoa, mas é possível ir de carro sem problema, com exceção do trecho Poço Azul ao Poço Encantado que é necessário ir de carro alto (areal).
       
      Para chegar lá, basta seguir a estrada sentido Balsas e virar à esquerda depois que vir uma Caixa D’água gigante da estrada mesmo (é sinalizado no sentido Balsas x Carolina, só atenção para não perder a entrada).
       
      A entrada foi R$ 15,00/pessoa (com desconto estudante) e vale muito a pena!
       
      Almoçamos (R$ 20,00/pessoa) lá mesmo e jantamos por lá (comida da galera que trabalhava lá R$ 10,00/pessoa)... O carro enguiçou e voltamos rebocados. Hahaha
       
      Dia 6 e 7 – 18/06 – Imperatriz x São Luis x Santo Amaro – Passeio Lagoas Murici, Andorinhas e Gaivota + Betânia
       
      Como estávamos sem carro, ficamos limitado no deslocamento e aguardando o táxi da locadora chegar... Aproveitamos pra descansar. Hehehe
       
      Poderíamos ter ido à cachoeira irmãs gêmeas, mas deixamos para lá. rsrs
       
      O vôo Imperatiz x São Luis – 18/06 – R$ 128,25 (com taxas) – GOL
       
      Chegamos à noite, no voo das 23h30 e esperamos a van passar às 3h no aeroporto para nos levar a Sangue.
       
      A van que nos pegou foi a do Thomaz (98) 98836-4099 que cobrou R$ 40,00/pessoa e de lá uma jardineira nos levou até Santo Amaro por R$ 20,00/pessoa. Este percurso pula pra caramba e é bem desconfortável. Rsrs
       
      Assim que chegamos a casa da Dona Marineide, 2 casais estavam com passeio contratado e embarcamos nessa com eles pra conhecer as lagoas o dia todo por R$ 50,00/pessoa. Passamos pelas lagoas Murici, Andorinhas e Gaivota + Betânia. Valeu muito a pena, ao comparar com Barreirinhas. Rsrs
       
      Pousada São José (Dona Marineide - dona da pousada) 98 3369 1074 e cel. 98844 7651 a OI funciona bem TIM e VIVO, não.
       
      Almoçamos no Vilarejo de Betânia por R$ 35,00/pessoa e jantamos pizza na Pizzaria do Gordo por R$ 21,00/pessoa.
       
      Dia 8 – 20/06 - Santo Amaro - Lagoas da Cabra, Vassouras e Vitória
      Fechamos com o Guia Tourinho (98) 99913-3103 pra conhecer as Lagoas da Cabra, Vassouras e Vitória. São iradas e valem também o passeio. R$ 85,00/pessoa. Passeio de meio dia. Almoçamos e jantamos na pousada Agua doce por R$ 31,00/pessoa – comida boa.
       
      Dia 9 – 21/06 - Santo Amaro x Queimada dos Britos
       
      Iniciamos a travessia até Atins. O Tourinho passou a condução pro seu sobrinho pra poder pegar uma outra galera que pagasse mais. Apesar de não ver problema, ele foi pouco profissional porque atrasou bastante do horário previsto...
       
      Pra começar a trilha um pouco mais adiantada, ele cobrou R$ 20,00/pessoa pra levar de quadriciclo até o início das dunas.
       
      O guia Tico é um garoto tranquilo e nos levou normalmente pelos lugares. A Dona Maria, na Queimada dos Britos era a mãe dele. Muito receptiva e atenciosa.
       
      Passamos por locais lindíssimos! O melhor roteiro dos Lençóis está entre Santo Amaro e a Queimada dos Britos. Valeu muito a pena. Como ficamos morgados de andar por cima e baixo de duna, cortamos uma perna do tour para ir de quadriciclo até Atins. Ganhamos um dia com isso, fora que a caminhada pela praia não tem nenhuma graça (somos cariocas, aqui já tem praias mais bonitas que aquela parte do Maranhão) hehehehe.
       
      Diária do guia: R$ 75,00/pessoa. Aluguel quadriciclo – R$ 100,00/pessoa. Hospedagem e refeição na Dona Maria R$ 75,00/pessoa.
       
      Dormimos na rede da Dona Maria neste dia.
       
      Dia 10 – 22/06 – Queimada dos Britos x Atins
       
      Em Atins, fomos à Pousada do Irmão. Lá é bem aconchegante e bonito. A cidade é praticamente uma rua pequena e agradável. A diária que conseguimos foi R$ 60,00/pessoa com ar condicionado. Almoçamos lá por R$ 35,00/pessoa.
       
      Chegamos a Atins e só deu tempo de ver a revoada dos guarás (R$ 32,00/pessoa). Em tese, eles passam pelo ponto que a princípio observaríamos... Mas, passaram alguns poucos lá... Desperdício de dinheiro. Rsrsrs
       
      Jantamos e almoçamos na pousada do irmão que tem uma cozinha que faz pratos bem saborosos. O valor foi de R$ 35,00/pessoa.
       
      Dia 11 - 23/06 – Atins – Lagoa do Atins
       
      Para conhecer um pouco da região, fizemos o passeio pelas Lagoas do Atins que são legais, mas nada se comparava mais a Santo Amaro. Rsrsrs Estas lagoas ficam a 3km dos restaurantes mais famosos de Atins da D. Luzia e Sr. Antonio (irmão e concorrente dela rsrs). Também são bonitas, mas... começamos pelo melhor... O resto já não tinha mais graça. Rsrsrsrs
       
      Depois do passeio de meio dia, almoçamos os famosos camarões, que realmente são bem suculentos.
       
      Jantamos no irmão pobre (antiga pousada do irmão). Hehehehe R$ 15,00/pessoa.
      Depois que fizemos tudo que tinha pra fazer em Atins, resolvemos partir no dia seguinte.
       
      Achei os passeios em atins bem básicos ao comparar com Santo Amaro. O Irmão dá a estrutura toda, mas nada se compara a Santo Amaro.
       
      Dia 12 – 24/06 - Passeio Mandacarú, Vassouras e transfer até Caburé
       
      Resolvemos partir de Atins rumo ao Delta do Parnaíba (no lado do Maranhão somente) e fizemos o passeio que faltava da região: Mandacarú, Vassouras e caburé.
       
      Em Mandacaru você vai ao Mirante da Marinha, uma espécie de farol (só isso) e em Vassouras foi a parte mais divertida deste passeio, pois tem vários macacos engraçados e famintos. Hehehe Além disso, há várias mini lagoas (mini lençóis) também que se pode passar tempo.
      Já, Caburé é a praia que decidimos não ficar.
      Este passeio saiu por R$ 80,00/pessoa. Se não fosse realizar o transfer, confesso que dispensaria conhecer esses lugares. rsrs
       
      O barqueiro que nos levou falou que podíamos chegar a Paulino Neves de quadriciclo (30min) e foi o que fizemos. Alugamos um quadriciclo pra pilotar até lá e o outro cara foi na frente...
      Vou te falar que foi bem divertido!! Os caras corriam pra caramba e tinham alguns obstáculos... hehehehe
       
      Não tenho contato do barqueiro. Ele é primo da esposa do Irmão, então eles arrumam lá o contato dele se for necessário.
       
      Jantamos já em Tutóia – MA, região que tem saída para os passeios do Delta pelo Maranhão.
       
      Dia 13 – 25/06 – Tutóia – Passeio pelo Delta
       
      Ficamos hospedados na pousada Embarcação, na praia, que é uma pousada funcional. Fechamos por R$ 40,00/pessoa com ar condicionado.
       
      Fizemos o passeio pela pousada Baluarte pelo Delta por R$ 75,00/pessoa. O passeio foi interessante e o por do sol foi espetacular. A revoada dos Guarás realmente foi também impressionante e valeu a pena!
       
      Na volta, jantar no espeto do Johny (muito bom por sinal!) e depois dormir pra pegar o retorno pra Barreirinhas.
       
      Dia 14 – 26/06 – Tutóia x Barreirinhas
       
      Como nosso voo de retorno era de São Luis, fomos conhecer a “famosa” Barreirinhas, principal cidade para os Lençóis Maranhenses.
       
      Pegamos uma van que vai direto pra lá, saindo de perto do porto (vários transportes são encontrados ali). A dona da pousada nos levou ao local de saída. 
       
      Ficamos hospedados na pousada Vitória do Lopes, indicação do motorista por R$ 40,00/pessoa. A pousada fica bem localizada (perto da rua do Rio) e é arrumadinha, além de ser funcional.
       
      Lá os passeios são de parte do dia (manhã ou tarde) e possuem valores separados. Fechamos o passeio das lagoas Azul, da Paz e da Preguiça na Alternativa Turismo por R$ 60,00/pessoa. A parte alta do passeio foi o carro “anfíbio” que entrava em área alagada! Bem emocionante!! Quanto às lagoas, nada mais se comparava a Santo Amaro... rsrsrs
       
      Na rua do Rio tem vários restaurantes e opções, não muito baratas, mas aceitáveis. Comemos no gaúcho (razoável) no almoço e jantamos no Feijão de Corda (muito bom).
       
      Dia 15 – 27/06 – Barreirinhas x São Luis
       
      Voltamos de táxi pela cooperativa (atrás da rua do Rio) que faz o transfer Barreirinhas x São Luis por R$ 60,00/pessoa. Apesar de caro, acho que foi uma boa opção, pois já está incluído buscar e levar à pousada/hotel, o que economiza o deslocamento com bagagem até rodoviárias e depois outros transportes.
       
      Ficamos hospedados no Hotel Nobile Inn São Luís por R$ 65,00/pessoa a diária. O preço era promocional de fim de semana.
       
      Neste dia fomos ao são joão do Ipem, que é uma festa junina tradicional da região com danças locais. Legalzinho. Rsrsrs
       
      Dia 16 – 28/06 – São Luis
       
      Resolvemos conhecer o centro histórico de São Luis, pois o planejado inicialmente seria ir pra Alcântara, mas lá é bem peculiar... O barco só sai com maré cheia. Entenda-se maré cheia quando tem água!! Vimos um barco lá literalmente na areia. A maré baixa seca o cais. Então, tentamos ir aos museus (fechados no domingo, apesar de aparecer no guia de turismo que abriria...) e rodamos por alguns artesanatos por lá.
       
      Já desacelerando da viagem...
       
      Dia 17 – 29/06 – São Luis x Rio de Janeiro
       
      Voltamos no voo da TAM por 10 mil milhas que estavam expirando, R$ 24,64 (taxa de embarque). O preço do voo estava uns R$ 120,00, infelizmente as milhas estavam quase expirando... rsrs
       
      Infelizmente o relato inicial com mais detalhes foi perdido... Droga né? Rsrs
       
      Abraços e até a próxima!
      Custo viagem_MA.xlsx
    • Por Eduardo_Martins
      Prezados,
       
      demorou um pouco, porém segue o relato com fotos da rota das emoções que realizamos em Maio/15
       
      1º dia – Fortaleza a Jericoacoara
      Transfer pela Fretcar: R$ 105,50
      Hostel Jeri Arte R$ 245,00 (duas noites, quarto casal e suíte)
      Nós pegamos o último ônibus para Jeri, às 18h30, então, chegamos de madrugada por lá. Até tentamos curtir a noite, mas já era bem tarde e estava tudo no fim.
       
       
      2º dia – Jericoacoara
      Toyota de linha (pau de arara) para passeio: R$ 15,00 o trecho por pessoa. É o jeito mais barato para se locomover em Jeri, pois elas fazem o trajeto das lagoas e custam 10% do preço do buggy.
      Fomos para a Lagoa do Paraíso, o principal ponto turístico de Jeri que, no entanto, pertence a Jijoca.
      No fim de tarde, fomos à Duna do Pôr-do-sol, que fica à esquerda da praia de Jeri. Quando fui pela primeira vez a Jeri, alguns anos atrás, a duna era bem maior e, infelizmente, ela tende a sumir nos próximos anos por conta do vento.

       
      3º dia – Jericoacoara / lagoa de Tatajuba / Camocim à Parnaíba
      Buggy para Camocim: R$ 210,00
      Travessia da balsa de Camocim: R$ 5,00 por pessoa
      Ônibus para Parnaíba: R$ 30,00
      Táxi: R$ 15,00
      Pousada das Barcas: R$ 120,00 a diária/casal
      No dia anterior, conseguimos negociar o buggy com o Jonas (88 9927-4613/8876-1256) para fazer o passeio de Tatajuba e depois nos deixar na balsa para Camocim. Saiu mais caro que ir a Jijoca e pegar um ônibus, porém, pudemos aproveitar o dia na lagoa de Tatajuba e depois emendar para Camocim.
       

       

       
      Chegamos a Camocim por volta das 13h. Logo que você desce da balsa tem alguns carros para te levar à rodoviária, que cobram R$ 15,00 por pessoa. Achamos caro e fomos na caminhada mesmo (uns 40 minutos). Cansa um pouco por causa do sol e do peso da mochila, mas é sussa.
      O ônibus para Parnaíba só sai uma vez por dia, às 16h, pela empresa Guanabara. Esse ônibus é bem procurado; demos sorte e pegamos os últimos lugares
      Chegando a Parnaíba, descemos na rodoviária e já nos informamos de como ir para Tutóia de ônibus, porém, não me recordo dos horários e nome da empresa, nem dos valores que nos informaram. Só tinha um ônibus por dia.
      Chegando ao hotel, fomos jantar no restaurante na frente da pousada, na margem do rio Parnaíba. A comida era boa e o preço, acessível. Durante o jantar, conhecemos o guia Riba (86 94677259/88870898), que faz passeios pelo Delta. Negociamos com ele para fazer o passeio e já nos deixar em Tutóia (no mapa, Tutóia fica perto dos locais do passeio do Delta). O preço pelo passeio no Delta e o bonde pra Tutóia foi de R$ 420,00 – bem mais do que imaginávamos, mas, se fizéssemos o passeio básico do Delta, que é em torno de R$ 200,00, teríamos que ficar mais um dia em Parnaíba para pegar o ônibus até Tutóia só no próximo dia, e o gasto total ficaria em uns R$ 380,00 + comes e bebes. Futuramente, foi uma ótima escolha, pois ganhamos mais um dia em Atins
       
       
      4º dia – Parnaíba a Tutóia / Tutóia a Paulino Neves / Paulino Neves a Caburé / Caburé a Atins
      Mototaxi: R$ 5,00
      Passeio/transfer do Delta do Parnaíba até Tutóia: R$ 420,00
      Transfer para Paulino Neves, de Toyota de linha: R$ 10,00
      Transfer para Caburé, de 4x4: R$ 150,00
      Canoa para Atins: R$ 10,00
      Pousada do Irmão: R$ 130,00 diária/casal
       
      Logo de manhã cedo, às 7h, fomos ao porto de Parnaíba. O ônibus estava demorando e, como tínhamos combinado com o guia, pegamos mototaxi até o porto e começamos o passeio do Delta. Ótimo passeio: a cor do rio, fauna e flora vão mudando conforme você vai chegando perto do delta. É muito bonito. O passeio valeu a pena e depois a carona até Tutóia foi perfeita, porque demos sorte: logo que chegamos ao porto de Tutóia, tinha uma Toyota de linha saindo pra Paulino Neves.



       
      Chegamos a Paulino Neves umas 15h e já não tinha transfer. Por fim, nossa única opção para não ter que pernoitar na cidade era ir de 4x4 ou quadriciclo. Optamos pelo 4x4 e chegamos a Caburé, na beira do rio Preguiça, umas 17h. O timing foi perfeito, porque atravessamos o rio no pôr do sol. Para fazer a travessia Caburé-Atins, há lanchas que fazem o trajeto por R$ 60, com duração de 15 minutos, ou você pode pegar uma canoa com um motorzinho, que custa R$ 10 e dura uma hora – é mais demorado, porém, dá para curtir o rio Preguiça.
       
      Chegamos a Atins umas 18h e não havíamos reservado nada. Ficamos rodando e tentando negociar nos lugares. A Pousada da Tia Rita é a mais famosa por lá e a mais barata, porém, estava lotada quando fomos. Mesmo assim, ela foi super atenciosa e indicou a Pousada do Irmão, que foi onde acabamos ficando – pelo preço e pela comodidade, além de ser um dos únicos estabelecimentos que aceita cartão.
       
      Comemoramos a chegada em Atins com algumas cervejas no Rancharia Bar e encerramos o dia.
       
      5° dia – Atins
      Passeio para lagoas: R$ 30,00 por pessoa
      A Pousada do Irmão faz passeios também e, quando estávamos tomando café da manhã, um grupo estava fechando um passeio que inclui Cachoeira do Bonzinho, Lagoa Guajiru e Lagoa 7 Mulheres, com parada no Restaurante do Antônio – na verdade, você pode optar entre ele e o famoso da Dona Luzia.

      A Cachoeira do Bonzinho é sensacional; uma cachoeira nos lençóis e de frente para o mar já diz tudo. A lagoa Guajiru também é muito bonita, e foi onde tivemos o primeiro contato com as lagoas dos lençóis. Depois, fomos ao restaurante do Antônio comer o famoso camarão no urucum. Nunca comi nada com esse sabor e tempero, é delicioso, e o Antônio é super amigável. Camarão do Antônio é parada obrigatória.
      Depois, fomos ver pôr do sol na Lagoa 7 mulheres e retornamos à pousada. Ainda cedo, tomamos uma Heineken (R$ 6,00) gelada no italiano que fica em frente à pousada da Tia Rita, tomamos banho e fomos jantar no restaurante Céu Aberto, que fica a distância de uma caminhada de 10/15 minutos. Nesse jantar, descobrimos que um prato para dois é o suficiente – no geral, os lugares cobram R$ 25,00 o prato de frutos do mar e todos são bem servidos para duas pessoas.
       

      6º dia – Atins
      Fomos aproveitar o dia na praia, que surpreendeu. Quando a maré enche, formam-se várias lagoas, é simplesmente incrível. Além disso, o mar se funde com o rio Preguiça e forma uma praia de outro mundo. Logo que chegamos à praia achávamos que não havia infraestrutura no local, mas há alguns “quiosques”. Ficamos na Cabana, de um casal local super bacana que oferece preços bons com direito a redes, cerveja e petiscos.
       
       
      7º dia – Começo da travessia - Atins à Canto de Atins
      Rede e café da manhã: R$ 25 por pessoa
      Guia Chico: R$ 200,00
       
      Combinamos com o nosso guia, Chico, de sair às 16h para o Canto de Atins no Antônio, já que tínhamos o dia todo para aproveitar. Antes mesmo de tomar café, arrumamos as mochilas e conversamos com o Irmão para mandá-las ao restaurante do Antônio com algum carro de passeio que fosse para lá.
       
      Aproveitamos nossa última manhã na praia e fizemos um passeio até o banco de areia que se forma na maré baixa. Na verdade, é um banco de conchinhas, portanto, vá de chinelo que descalço machuca o pé.
       
      Finalmente, no fim de tarde, começou a nossa aventura. Nessa primeira parte o trajeto é tranquilo, são apenas seis quilômetros. Chegamos ao Antônio de noite e, sem pensar, já pedimos o camarão novamente. Depois, pernoitamos nas redes que tem do lado restaurante – foi a primeira noite dormindo em rede.

      8º dia – Atins a Baixada Grande
      Acordamos de madrugada, umas 3h, tomamos um café da manhã bem simples que estava incluso no nosso pernoite no Antônio e bora andar 28 quilômetros.
      Esse primeiro trecho da travessia dos lençóis é um pouco puxado. O ideal é levar pouco peso (tem a opção de enviar as malas até Santo Amaro via Toyota de linha) e caminhar o máximo possível quando o sol ainda está baixo, porém, parando e aproveitando as lagoas. A paisagem e as lagoas são muito bonitas. As 16h e depois de várias horas de caminhada, avistamos um oásis que era Baixa Grande. Ufa!
       

      Baixa Grande é um paraíso, uma família que mora em um oásis no meio dos lençóis. Nosso guia já tinha avisado que íamos chegar para almoçar, então, foi chegar, fazer um prato gigante (arroz, feijão, macarrão, farinha e galinhada) e, depois, tirar uma pestana na rede.
       
      Depois da comida e devido descanso pudemos curtir um pouco da Baixa e de seus habitantes: ficamos jogando sinuca, tomando cervejinhas e a tiquira (famosa cachaça local, de mandioca “braba”). No final, dormimos na rede novamente.

      9º dia – Baixada Grande a Queimada dos Britos
      Rede, almoço e café da manhã: R$ 50,00 por pessoa
       
      Nesse dia, não precisamos nos preocupar em madrugar, já que o trajeto era curto, de apenas 9 quilômetros – comparando com o dia anterior é bem mais sussa. Enfim, saímos já era mais de meio dia, dispostos e usufruindo muito mais.
      Esse trajeto fica no coração dos Lençóis. É onde você vai encontrar uma beleza ímpar, com lagoas e dunas indescritíveis. A água é por ora azul, turquesa, transparente, verde esmeralda...

      Fizemos esse trajeto em seis horas, pois tentamos curtir ao máximo.
      No pôr do sol, chegamos ao segundo oásis, a Queimada dos Britos. A Queimada já é um “vilarejo”, pois lá moram três famílias. Foi onde conhecemos o seu Brito, um dos fundadores do vilarejo. Ele nos contou muito sobre como saiu da seca do Ceará com sua família 30 anos atrás e foi parar na Queimada.


      Esse final da tarde foi de muito bate-papo com seu Brito, carteado e várias cervejas geladas. Sim, no seu Brito tem gerador e breja trincando (R$ 6 a garrafa de 600ml).
       
      Final da noite foi aquele super prato e rede novamente.
       

      10º – Queimada dos Britos a Betânia / Betânia a Santo Amaro
      Acordamos às 3h da manhã, tomamos café da manhã e partimos para a pernada.
       
      Esse trecho tem cerca de 22 quilômetros, porém, não é tão bonito quanto o anterior. A areia das dunas é bem fina e clara e, com o nascer do sol, as dunas brancas parecem feitas de neve.

       
      Como já era o quarto dia de caminhada, o corpo estava adaptado: levamos mochilas mais leves e estabelecemos alguns parâmetros (quando o ritmo da caminhada começava a cair, a gente parava, dava um mergulho, comia alguma coisa e voltava para pernada). Com isso, fizemos esse trecho em mais ou menos 8 horas.
       

      Chegamos à lagoa da Betânia ao meio dia. Fizemos uma parada para o almoço, tomamos algumas cervejas e tiquiras com o nosso guia, e partimos pra Santo Amaro.

      Chegando lá, optamos pela pousada Rancho das Dunas, por ser a única que aceitava cartão e estarmos sem dinheiro vivo, mas é possível encontrar pousadas mais em conta.
       
      Exaustos da caminhada e com a grana curta, acabamos não fazendo nenhum passeio em Santo Amaro, mas pudemos desfrutar do rio Alegre, que está localizado do lado da pousada.
       
      11º dia – Santo Amaro a São Luís
      Transfer de Toyota de linha até Sangue: R$ 10,00
      Transfer de van: R$ 20,00
      Pousada Portas da Amazônia: R$ 118,00/diária
       
      Saímos por volta do meio dia para São Luís, pegamos a Toyota de linha até Sangue e depois uma van até São Luís. Esse trajeto demora umas 3 horas e não tem nada de interessante.
      A van nos deixou na pousada no centro de São Luís. Essa, com certeza, é a pousada em que os turistas mais se hospedam – pelo menos todos os que cruzamos na viagem e que estavam indo pra São Luís também. Acho que deve ser pelo fato de ela parecer super rústica e ficar no centro da cidade, mas não vale o preço: está super descuidada e o atendimento também é ruim. Mas, de qualquer forma, valeu por dois motivos: para conhecermos o centro da cidade (que, por sinal também está “abandonado”) e a pizzaria anexa à pousada (melhor que muita pizza de São Paulo).
       
       
       
      12º - São Luis
      Esse foi, finalmente, o nosso dia de compras. Além de lembrancinhas, fomos ao mercado do peixe e compramos camarão e pescada amarela (frescos e baratinho), tucupi, camarão salgado, pimentas, adereços e isopor para o camarão e o peixe (congelamos, vedamos o isopor e despachamos como bagagem; após mais de 10 horas de viagem, chegou congelado em casa).
      De tarde, atravessamos a ponte, a lagoa Jansen e fomos conhecer a praia da Beira-Mar. Caminhamos até o restaurante cabana do sol por mais ou menos seis quilômetros. Nesse trajeto inteiro a praia é feia, suja e poluída. Não recomendo nem um mergulho.
       
      A tarde foi de almoço, pestana e volta para a terra da garoa

       
      Obs: Total da viagem com algumas regalias R$1200,00 por cabeça, porém sem contar restaurantes e drinks
       
      Dicas para a travessia:
      1. Carregar pouco peso na mochila. Cada grama vai pesar uns 30 quilos no primeiro trajeto de 28 quilômetros
      2. Levar Clorin. A água de lá é limpa, porém, pode dar um piriri e você não quer passar por isso no meio das dunas
      3. Usar um bom calçado, um Timberland ou algo do gênero. Eu fui de papete e meia, e foi bom porque a meia impede a areia na papete. Nos últimos dias, fui de havaianas (deu bolha)
      4. Use protetor, muito protetor.
      5. Para comer, leve apenas bolacha e umas frutas
      6. Use roupas leves e boné
      7. Bermuda de pressão é um bom negócio também, porque pode molhar e não entra areia = sem assaduras
      8. Leve esparadrapo para bolhas, caso você encare chinelo de dedo



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