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Augusto

Volta completa de Ilha Grande/RJ -Uma caminhada inesquecível

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Blz André.

Tá devendo o relato dessa caminhada hein.

Conte para gente como foi.

 

Sobre a trilha do Pico do Papagaio, esse papo de que a trilha some é de guia de agencia.

Não caia nessa.

Naquela época que eu tentei fazer, a trilha era bem demarcada e vc não encontra nenhuma bifurcação.

Foi o que eu consegui obter dessa trilha.

E qto ao lance da escalaminhada, isso é só na parte final, qdo vc já tá em cima da pedra.

 

 

 

Fala augusto, sumi mas to de volta rsrsrsr

 

Bom após a volta na Ilha em abril deste ano, quero voltar lá para subir o Pico do Papagaio, peguei no próprio site da Ilha as indicaçãoes da trilha. Portanto gostaria de te perguntar se realmente existe um trecho em que a trilha " some " no meio de pedras e folhas, se há muitas bifurcações, e o lance da escalaminhada.

 

Aguardo retorno, grande abraço

 

André Serrano

 

 

 

Blz Raffa.

Aquela Praia Brava de Palmas é muito bonita. O local do camping é sensacional, mas parece ser muito muvucado né.

Na verdade Carnaval e Reveillon é lotado aquilo.

Mas vale a pena.

Bem melhor que Ilhabela.

 

 

Abcs

 

vim aqui namorar mais uma vez esse tópico !

 

pelo visto meu ano novo vai ser esse trajeto.

qual praia tem que pedir permissão ou reservar para poder acampar ?

 

::mmm:

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Olá!

Achei o seu relato bem rico e inspirador. Também anoto tudo nas minhas viagens, peregrinações e trekking, depois compartilho. Sempre tem uma dica importante para ajudar o pessoal.

Frequento a Ilha Grande a muito tempo ( amo aquele lugar!), mas nunca dei a volta nela . Tenho vontade fazer isso e sempre vou adiando e acabo indo para outro lugar. Companhia também é importante, agora, acho que convenci o meu irmão a ir comigo. Ele também conhece a Ilha toda, ficou lá jogado por 40 dias. Rsrsrs... , mas nunca circulou.

Tenho uma dúvida: É necessário levar fogareiro para cozinhar? Como vocês fizeram? E os PFs, onde a gente arruma? Nem todo lugar tem Vila.

 

Um abraço forte,

 

Giselle

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Agusto!!!!!

parabéns pelo relato!!!! já fiz essas trilhas várias vezes, mas nunca todas juntas!

E agora em janeiro estou planejando uma volta completa em solitário, meu único receio é a trilha cachadaço-sto antônio , essa eu nunca fiz, mas tenho o livro que vc citou,então vamos as perguntas:

 

Poderei fazer um resumo dessa trilha do livro e confiar nele?

 

Os pontos de orientação que vc citou são suficientes pra fazer esse trajeto?

 

Vc tem, ou conhece alguém que tenha o track log desse trecho?

 

 

abraço

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Agusto!!!!!

parabéns pelo relato!!!! já fiz essas trilhas várias vezes, mas nunca todas juntas!

E agora em janeiro estou planejando uma volta completa em solitário, meu único receio é a trilha cachadaço-sto antônio , essa eu nunca fiz, mas tenho o livro que vc citou,então vamos as perguntas:

 

Poderei fazer um resumo dessa trilha do livro e confiar nele?

 

Os pontos de orientação que vc citou são suficientes pra fazer esse trajeto?

 

Vc tem, ou conhece alguém que tenha o track log desse trecho?

 

 

abraço

 

Hola,

 

Tenìa muchas expectativas por la trilha Santo Antonio, y la verdad es que no es màs bonita que otras, sòlo es un poco confusa. Mi amiga Ana y yo la hicimos con el Guìa que figura en la pàgina de la isla.

Realmente tiene muchas bifurcaciones, Joao Pontes, es muito legal y realmente es un placer caminar con èl, sale de Palmas, y el precio que cobra es super razonable.

Yo prefiero otras trilhas, encontrè la trilha que va al Farol sumamente interesante, sobre todo la parte que pasa por un bosque bastante oscuro. Otra que adorè es el atajo a Bananal y la trilha máxima para mì es la que une dois rios con Parnaioca.

Suerte!!!

Y por supuesto un saludo a Augusto que brindò tantos detalles sobre la isla, yo di la vuelta en varias etapas, y realmente es como una peregrinaciòn, cada vez uno aprecia cosas nuevas!!!!

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Oi Giselle.

 

Qto a alimentação, nós pesquisamos onde achariamos PFs a venda.

Então a gente já tinha um roteiro pré-determinado onde iamos fazer comida ou comer o PF.

Ao longo dessa caminhada em varias praias se vende PF.

 

No Saco do Céu, Praia de Itaguaçú, Caxadaço.

E Parnaioca, dependendo da época. Esses lugares não tem jeito, vc terá de levar um fogareiro p/ fazer comida.

próximo a essas praias, tem outras que vc encontra PF.

Por exemplo: ao lado do Caxadaço, na Praia de 2 Rios tem PF p/ vender; na Praia Vermelha vc encontra um restaurante também.

 

Mas tudo vai depender de que lugares vc pretende ficar e em qtos dias irá fazer a travessia.

 

 

 

Abcs

 

Olá!

Achei o seu relato bem rico e inspirador. Também anoto tudo nas minhas viagens, peregrinações e trekking, depois compartilho. Sempre tem uma dica importante para ajudar o pessoal.

Frequento a Ilha Grande a muito tempo ( amo aquele lugar!), mas nunca dei a volta nela . Tenho vontade fazer isso e sempre vou adiando e acabo indo para outro lugar. Companhia também é importante, agora, acho que convenci o meu irmão a ir comigo. Ele também conhece a Ilha toda, ficou lá jogado por 40 dias. Rsrsrs... , mas nunca circulou.

Tenho uma dúvida: É necessário levar fogareiro para cozinhar? Como vocês fizeram? E os PFs, onde a gente arruma? Nem todo lugar tem Vila.

 

Um abraço forte,

 

Giselle

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Perlamundo, você caminhou até o farol??

 

O que tem por lá? Pelo que sei, não se pode visitar propriamente o farol, apenas observa-lo de longe.... vale a pena o esforço até lá??

 

Tem umas fotos do local?

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Perlamundo, você caminhou até o farol??

 

O que tem por lá? Pelo que sei, não se pode visitar propriamente o farol, apenas observa-lo de longe.... vale a pena o esforço até lá??

 

Tem umas fotos do local?

 

Hola,

 

Te cuento que caminé en la isla todas las trillas que conforman la vuelta, pero en varias oportunidades, o sea en varios sentidos y más de una vez cada una. Llevamos varios viajes a la isla, pero acorde a nuestra edad (rondamos la quinta década). Y contamos con la ayuda de los datos de Augusto y José Bernardo.

Esa vez que visitamos Santo Antonio y Praia dos Castellanos, hicimos base en el camping Paraiso de la Praia Brava de Palmas. Un lugar super limpio y que está sólo a una hora de caminada de Abrao (da para ir temprano a hacer compras y volver para el café)

Yo viajo con mi amiga Ana, y en esa oportunidad ella no quiso seguir más allá de la Playa dos Castellanos, por ese motivo tuvimos que volver, antes de alcanzar el Farol. Pero para mí la caminata valió!!!!

Encontré que la trilla pasa por unas playas bien bonitas, como arrecifes y atraviesa un bosque totalmente aislado, que de los que caminé por la isla es el más oscuro Incluso se nos atravesaron dos capivaris. Voy a buscar fotos para enviar.

También en otro viaje descubrimos Matariz, en lugar de partir de Abrao, vamos de barco directo, hacemos base la y caminamos hacia Japariz y hacia Longa.

También hicimos base en Aventureiro donde pasamos 10 días, y por supuesto nuestra adorada Parnaioca, con el bosque más aislado (tiene una figuera gigante!!!)

Yo tenía muchas expectativas de la trilla de Santo Antonio, pero allí el bosque es de menor porte.

Perla

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Oi Rapha, blz?

 

Na trilha do Caxadaço a Sto Antonio, procure tirar cópia do livro e leve na trilha. É a melhor maneira.

Eu fiz isso e nas bifurcações que apareciam eu dava olhava na cópia do livro.

Pode confiar totalmente nas anotações do livro. Ele é bem detalhado.

Os pontos que eu considero importantes são o início da trilha, que é um pouco confuso: se oriente por uma vala onde segue a trilha e passando a região das samambaias, na descida ingreme, procure evitar as bifurcações.

 

Coordenadas GPS não usei. A trilha de uma praia a outra é sempre bem demarcada. É só encontrar o inicio dela (na dúvida sempre siga os cabos de energia ou pergunte aos moradores - todos ajudam).

O problema é só entre Caxadaço e Sto Antônio. Ali a mata é fechada e dependendo do modelo de GPS pode ser que nem pegue.

No site do Renato Galani (já troquei e-mails com ele - gente boa) vc encontra o tracklog dessa travessia, mas ele fez no sentido inverso a que eu fiz.

Também tem um relato lá.

http://www.aventuraadois.com/the-news/trilhastravessias/55-volta-a-ilha-grande

 

 

E obrigado Perla.

Acho que nada mais justo quem fazer essa travessia e disponibilzar o maior numero de informações e dicas não é?

A ilha é de todos e não só de quem pode pagar um guia p/ isso.

 

 

Abcs

 

 

 

Agusto!!!!!

parabéns pelo relato!!!! já fiz essas trilhas várias vezes, mas nunca todas juntas!

E agora em janeiro estou planejando uma volta completa em solitário, meu único receio é a trilha cachadaço-sto antônio , essa eu nunca fiz, mas tenho o livro que vc citou,então vamos as perguntas:

 

Poderei fazer um resumo dessa trilha do livro e confiar nele?

 

Os pontos de orientação que vc citou são suficientes pra fazer esse trajeto?

 

Vc tem, ou conhece alguém que tenha o track log desse trecho?

 

 

abraço

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Olá, Augusto!

Obrigada pela resposta. Tenho certeza que as informações serão muito úteis. Bom, pelo menos sei que fome não vou passar. Dependendo do "perrengue" a gente come um daqueles esquilos que ficam rondando por lá.Rsrsrsrsrss... ::carai::

Vou ver qual o melhor roteiro a seguir, depois venho aqui contar como foi.

Um abraço,

Giselle

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Augusto,

 

Qué bueno lo que voce escribió, la isla es de todos!!!Voce realmente tiene espíritu mochilero,

Y cada rincón tiene su belleza!!!Camino x la isla, y cada día veo lugares más bonitos!!!

La gente pega un avión y va a hacer trillhas al fin del mundo. Yo caminé por el mundo y descubrí que el paraíso está mucho más próximo: en el estado de RJ (la zona serrana, y la isla, con sus caicaras)

Si alguien se internó en el corazón de la isla, me gustaría contar con información, ya que todos cuentan que había trillas que la atravesaban. Es interesante xq la isla tenía muchas familias viviendo y en la zona de Santo Antonio, dicen q para el interior aún quedan árboles frutales.(laranjas)

 

Si algún día deciden venir a Uruguay, estoy a las órdenes.

 

Perla

 

Perla

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      Eu vou de Mariana-MG pra BH e de lá vou de Buser (DE GRAÇA) pro Rio, e vou ficar hospedado no Massape Rio Hostel, no Centro. E a volta também vai sair de graça com o Buser! (Pra quem ainda não conhece esse app de fretamento coletivo de ônibus, cadastra lá: https://www.buser.com.br/convite/viajafree)

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      Se alguém tiver lendo isso e tiver meio perdidão sobre como montar um roteiro, assim como eu tava no início, vou deixar aqui mais ou menos como a gente começou a planejar. Antes de mais nada: o Excel (ou, no meu caso, o Google Sheets) é seu melhor amigo! Lá tu pode lançar todos os links úteis de relatos de outras pessoas, dicas, lugares pra ficar, visitar, etc. A gente fez uma planilha que tinha uma relação de transportes e hospedagens e os preços. Aí ficava até mais fácil comparar. Botamos lá uma coluna de observações também que era bem útil. A gente deixava já na ordem dos dias também pra ficar mais fácil pra gente se guiar. 
       
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      R$83 busão
      R$18 lanches pra viagem e café da manhã
      R$34 almoço e brejas
      R$20 de rolezin a noite durante o forró
      R$44 a diária
      R$28 compras pros dias seguintes

       
      Dias 2 - 3. Ponta Negra (comunidade tradicional caiçara)
      Tínhamos planejado ir pra Cachoeira do Saco Bravo pegando uma trilha de dois dias saindo de Paraty, mas o tempo não colaborou. Além disso, tava rolando uma manifestação na estrada, o que fez a gente sair de Paraty só por volta de 14hs. Pegamos o busão que vai até a Vila Oratório, descemos no ponto final e começamos a caminhada. É bem sinalizada e tranquila, mas tem muitas descidas e subidas. Se cê tiver na dúvida, só usar o Wikiloc que lá tem aos montes. Por volta de 16hs chegamos na Praia do Sono e pretendíamos seguir caminhada até a Ponta Negra pra acampar lá, mas o tempo tava muito fechado e a gente teria que passar correndo pelas praias e cachoeiras no caminho, então acampamos nessa mesmo. Encontramos um caiçara gente finíssima - salve Abraão! - que deixou a gente acampar no quintal dele por R$15 e deu umas dicas pra gente de como seguir. Aproveitamos pra conhecer a comunidade tbm, recomendo esse passeio e trocar ideia com os nativos da região. Na manhã seguinte partimos assim que acordamos rumo à cachoeira, mas o tempo tava MUITO fechado e o mar muito bravo, então acabamos parando em Ponta Negra pra curtir a praia nos minutinhos de sol que abriram (a cachoeira do Saco Bravo é na beira do mar, então é perigoso de se ficar em dias de ressaca). No caminho paramos na praia dos Antigos e na cachoeira da Galheta, os dois lugares MUITO BONITOS! Chegamos de volta na vila do Oratório de volta umas 16h e pegamos o primeiro busão de volta pra Paraty.
      R$10 busão (ida e volta, saindo da rodoviária de Paraty)
      R$15 camping do Abraão
      R$4 miojo que compramos na vila pra dar um gás a noite, pq a comida acabou rápido kkkkk

       
      Dias 3 - 4. Paraty
      De volta a Paraty no fim da tarde do terceiro dia, comemos num restaurante perto da rodoviária e compramos uns vinhos e pães pra fazer uma social à noite no hostel. A galera da recepção ficou trocando ideia com a gente e uma das hóspedes apresentou pra gente a Gabriela, cachaça típica de Paraty. Gostamos tanto que fomos no centro histórico no dia seguinte comprar algumas. Dia seguinte, na hora do almoço, comemos o resto do rango que tínhamos e partimos pra Trindade.
      R$44 a diária
      R$20 rango no restaurante
      R$16 vinhos + paradas de fazer hotdog
      R$45 cachaças (compramos Gabriela e umas outras também)
       
       
      Dias 4 - 6. Trindade
      Chegamos em Trindade na tarde de quinta-feira, largamos as paradas no hostel sem nem explorar direito e fomos direto conhecer as praias mais próximas - praia do Forte e praia do Meio. Pegamos o sol se pondo nas pedras, lugar maneirasso e de energia incrível! No início da noite comemos no Laranja's Bar por indicação da gerente do Hostel - salve, Heidi! - e ficamos APAIXONADOS no lugar. Achamos os rangos em Trindade muito mais baratos que em Paraty e nesse lugar, além de rolar umas cachaças pra degustação, a ambientação faz tudo ficar mais gostoso. E é open feijão e open pirão! Fizemos umas compras e voltamos pro Hostel Kaissara à noite. Lugar simplesmente maravilhoso! É um pouco mais afastado da rua principal e fica no meio das árvores, com um riacho percorrendo por baixo. Fizemos amizade com um argentino que trabalhava por lá - grande Matias - e ficamos trocando ideia até o fim da noite. Dia seguinte fomos pras piscinas naturais do Caxadaço e visitamos algumas praias ali pela região, mas quando a gente decidiu ir na Pedra Que Engole eu me machuquei feio e precisei voltar pra Paraty pra ir na UPA. Voltei pra Trindade só à noite, bati um rango e no dia seguinte a gente já ia partir pra Ilha Grande.
      R$70 duas diárias no Hostel Kaissara
      R$46 rangos no Laranja's (dos dois dias)
      R$7,50 lanches e frutas pra comer na praia
      R$20 busão Paraty x Trindade (duas idas e duas voltas)

       
      Dias 6 - 10. Ilha Grande
      Saímos de Trindade às 10h, fomos pra Paraty e fizemos compras pra levar pra Ilha Grande. Tinha lido aqui no fórum que lá quase não existiam mercados e os poucos que tinham eram muito caros e não aceitavam cartão - balela! kkkk TODOS os lugares que passamos aceitam cartão e os preços eram um pouco mais altos que em Paraty, mas nada que tivesse valido a pena levar as sacolas de macarrão e legumes que levamos. Esperávamos chegar em Angra a tempo de pegar a barca que saía as 13h30 (é uma ao dia e custa $17, saindo nesse horário por ser um sábado), mas com as compras e o trânsito acabamos atrasando e chegando às 15h. Pegamos um flex boat até Ilha Grande, que sai de hora em hora, e chegamos lá antes das 17h. Ficamos hospedados no Biergarten, na rua principal. O hostel é bonito e bem cuidado, mas tem uma vibe muito diferente dos últimos que ficamos - que eram bem menores e menos "comerciais". O Biergarten tem um restaurante e um bar que ficam abertos até tarde e tem várias opções, porém todas bem caras.
       
      No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo.

       
      No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte.
      R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel
      R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande)
      R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila)
      R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas)
      R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30)
      R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj)

       
      Dia 10. Rio de Janeiro
      Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe
      R$7,00 lanche pra viagem
      R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos)
      R$15 fast food da massa
      R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária
      R$13 cerveja pré-busão

       
      No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. 
       
      Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí!
      Qualquer dúvida, só mandar msgs!


    • Por Rogerio K C
      Para fazer algumas trilhas na Ilha Grande vi que é necessário contratar um guia (por exemplo, trilha do Abraão x Bico do Papagaio). Onde se consegue contratar esses guias? Tem algum ponto específico lá?
      E, para se fazer a volta inteira, já existe algum roteiro com lugares para dormir, comer, etc?
      Valeu.


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