Ir para conteúdo
Jefferson Zanandréa

Travessia - Parelheiros X Itanhaém (Trilha do Rio Branquinho).

Posts Recomendados

Introdução.

 

A trilha que se inicia em Parelheiro e termina em Itanhaém é de extrema beleza, a trilha é proibida ao público em geral e visitas ao parque somente com autorização da administração do Parque Estadual da Serra do Mar (sede Itanhaém – núcleo Curucutu que abrange 26 mil hectares) acompanhado de um guia credenciado, porém, não para esta trilha em específico, pois ela é proibida pela administração do parque mesmo com guias, mesmo assim são muitos os que entram na mata com guias clandestinos e até mesmo por conta própria (meu caso), a fim de desafiar a sorte.

 

As trilhas são de áreas de preservação ambiental e pertencem aos índios, de responsabilidade da FUNAI, protegida e fiscalizada pela Secretária do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (fiscalização irrelevante já que não há como controlar uma área de 315 mil hectares, devido aos poucos guardas existentes), palmiteiros, caçadores e mochileiros entram na mata frequentemente.

 

Local com mata atlântica primária, rios importantes como: Rio Branquinho e Capivari Monos, além de um número incalculável de nascentes que deságuam nestes dois rios, existem uma grande biodiversidade, animais como onças, jaguatiricas, macacos, porcos do mato e muitos pássaros, enfim um paraíso, que devemos lutar para preservá-lo para futuras gerações.

Pelas informações que obtive, um guia indígena pode ser localizado nas aldeias da região (Parelheiros/ Barragem) ‘’Krukutus’’ ou na ‘’Tonondé Porã’’ eles normalmente costumam cobrar de 15 a 25 reais dependendo do número de pessoas do grupo. A saída é prevista para as 07h com previsão de chegada a aldeia em Itanhaém às 14h em um trajeto de 28 km. Soube que pagando 8 reais a mais o índio pode guiar a trilha até as aldeias de ‘’Iguapéu’’ e ‘’Itaoca’’ em Mongaguá. Caso contrário o grupo, poderá realizar uma caminhada de 14 km pela estrada de terra até o trevo de Itanhaém no km 324 da rodovia Pedro Taxi - Bairro Mambu, (esta opção não é aconselhável a quem não curte caminhar muito, além de desgastante essa estrada não acaba nunca!!!!!)

 

Trilhas permitidas pela administração do Parque Estadual Serra do Mar (Curucutu) com acompanhamento de um guia credenciado:

 

1- Bica – Trilha fácil com caminhada leve na mata e que termina em uma bica d água, trecho de 1,4 km.

 

2- Mirante – Trilha moderada para pessoas inexperientes, no cume da serra é possível apreciar uma paisagem de tirar o fôlego sobre as praias do litoral sul, trecho de 1,6 km.

 

3- Telégrafo – Trilha pesadas para pessoas inexperientes, esta é uma travessia histórico cultural, por onde passava a linha de telégrafo que fazia a ligação Entre São Paulo e o sul do pai, trecho de 15 km (duração 8 horas).

 

Como chegar ao inicio da trilha?

 

Descendo no terminal Parelheiros (Zona Sul de São Paulo) é só pegar o ônibus “terminal Barragem” e descer no ponto final, logo no ponto final basta seguir reto na estrada de terra que leva até a antiga estação de trem Evangelista de Souza (nome dado em homenagem ao Barão de Mauá). Para chegar ao início da trilha é só descer a linha de trem na Ferrovia Ferro-Norte (1935) com 27 túneis que cortam a serra do mar, a qual hoje passa somente trens de cargas, ligando Sul, Sudeste e Centro Oeste do País ao Porto de Santos e a cidade de Cubatão. A caminhada vai até o túnel 24 e até lá são aproximadamente 8 km sobre os trilhos e pedras. A trilha estará a uns 200 metros após o término do túnel 24, uma bananeira e a placa de “área indígena” são os pontos de referência.

 

 

O relato.

 

Após dias planejando a viagem, lendo relatos e estudando a respeito do assunto, chegará o tão esperado dia (16/09/2011), finalmente me arriscaria em uma área proibida (o que estimulou mais ainda a vontade) e tentaria realizar a trilha que tanto escura falar. Quinta de noite a mochila já estava prontinha.

Na sexta-feira o trampo rendeu muito, logo chegará às 16h48min horário que estaria zarpando sentido HOME. Cheguei a minha casa aproximadamente às 19h00minh, chamei meus amigos que me acompanhariam nesta trip (Patrik e Vinicius), fomos ao mercado e começamos a comprar bolachas, bisnaguinhas e etc.

 

Mochilas abastecidas, e lá fomos nós sentido Parelheiros, nosso primeiro objetivo. Pegamos o busão até o terminal Sacomã, depois metrô até a Ana Rosa (linha verde), baldeação para linha azul, desembarcamos na Vila Mariana e fomos até o ponto de ônibus, após 20 minutos o bus chegou quase que vazio, embarcamos no danado e 2 horas depois, ISSO MESMO 2 horas!!!

Chegamos ao terminal Parelheiros, onde de lá pegamos outro coletivo até o terminal Barragem, por onde passávamos o pessoal ficava olhando admirado (parece que nunca viram uma cargueira na vida rs). Enfim, chegamos ao terminal Barragem aproximadamente às 00h00minh, pegamos algumas informações com uns caras que estavam por lá e nos informaram o sentido correto até a estação Evangelista de Souza. Fica a dica, vá sempre em grupo, JAMAIS sozinho, o lugar lá é sinistro e provavelmente você será assaltado!

 

Começamos a andar pela estrada de terra, no começo havia iluminação, mas depois de uns 15 minutos andando as lâmpadas não estavam mais acesas e mais 5 minutos depois era só rio, mato e a lua, o terreno era complicado, cheio de buracos e pedras, não estávamos vendo nadinha, tive que apelar para a lanterninha que minha mãe havia me dado um dia antes, alegando que a lanterninha iria me proteger e me ajudar já que não estávamos levando nenhuma lanterna (depois dessa eu aprendi que conselho sempre tem que seguir, sempre MESMO!!!!).

 

Liguei a lanterninha de 5 mangos que tinha até LED RS... Fomos uma boa caminha ligando e apagando a dita cuja devido ao medo de acabar a pilha RS... Confesso que a lanterna nos livrou de muitas torções nos buracos da estradinha de terra. Eram 02h30min da matina e nada da estação chegar, comecei a pensar que havíamos pegado o caminho errado, chegamos a um local que estradinha fazia uma curva brusca e havia um sítio bem à frente com uma área descampada ao lado de um riacho, não tivemos dúvidas, montamos acampamento e ali foi o nosso descanso.

 

Após uma noite terrível e gelada, pois, não havíamos levado nem saco de dormir nem isolante térmico e nem nada, acordamos às 05h30minhs da matina, aproveitei para encher nossas garrafinhas de água no riacho, foi quando vi um senhor muito simpático que nos informou que havíamos pegado um caminho mais demorado, mas que sairíamos bem atrás da estação Evangelista de Souza fiquei muito contente em saber que faltavam aproximadamente 2 km até a estação.

Desmontamos acampamento e seguimos na caminhada, chegamos à estação por volta das 07h30minhs o sol estava tímido e ameaçava sair de vez, no nosso segundo objetivo fora alcançado (Evangelista de Souza), paramos para as fotos, entramos nos trens abandonados e realmente foi muito bacana.

 

Decidimos partir, começamos a descer sentido litoral, quando de repente escutamos um barulho muito alto vindo em nossa direção, aguardamos onde estávamos e era um trem subindo, foi algo sensacional, já que nós ubarnóides não estamos acostumados com esses trens de carga. O Trem passou por nós e nem deu uma buzinadinha (maquinista sem graça), mas apenas a gravação e fotos já foram o suficiente. Continuamos a descer, andamos sobre pontilhões e chegamos ao túnel 27 (próximo a cachoeira da usina), logo na seqüência vieram os outros tuneis e pontilhões que por sinal tem vistas magníficas, já no final do túnel 26 encontramos com um índio que estava vindo de Itanhaém, ele nos informou que existe outra trilha pouco antes do túnel 25, só que era bem íngreme, nem tentei arriscar, nos despedimos e partimos, chegamos ao famoso túnel 25, confesso que foi um sufoco atravessar o mesmo devido a sua extensão e ao receio de trombarmos de frente com um trem, o túnel estava cheio de buracos entre os trilhos e muito úmido, tudo parecia difícil quando derrepente surge novamente à lanterninha que a mamãe havia-me presenteado rs... Após a passagem do túnel 24 e 8 km percorridos sobre a linha férrea paramos para um lanchinho, foi quando encontramos um palmiteiro que nos orientou sobre a trilha.

 

Começamos a descer a trilha que fica atrás da placa (área indígena). A trilha começa bem íngreme e logo no início existe uma bifurcação, continuamos no caminho reto, depois outra bifurcação ainda continuamos reto, mais alguns minutos e outro bifurcação, deveríamos pegar a esquerda, porém fomos reto e acabamos saindo em uma cabana totalmente destruída, voltamos e retornamos a última bifurcação agora à esquerda (nosso único mapa era o relado do Raffa, membro dos mochileiros e que já havia realizado a trip, imprimimos e fomos seguindo o relato RS...).

 

Descíamos e descíamos e a descida não acabava nunca, já estávamos escutando barulho de água, quando chegamos a um poço, não tive dúvida, fiquei só de cueca e tomei um banho nas águas gélidas do rio branquinho... Após o banho seguimos viagem, foi quando chegamos a outro poço, havia uma trilha que continuava na mata e outra que era após o poço, seguimos na que atravessava o poço e nos demos mal e muito mal, depois de algum tempo a trilha acabou, começamos a beirar o rio procurando outra entrada e não achamos nada, ao invés de voltar na última bifurcação os “burros” continuaram atravessando a mata fechada. De repene já era tarde, estávamos perdidos. Restava-nos seguir o rio, o desânimo estava estampado na face de todos, mesmo assim eu não perdia o bom humor e tentava alegrar o pessoal.

 

Atravessamos o rio branquinho umas 30 vezes desviando dos poços e seguindo pelas pedras procurando alguma picada, mais era em vão tudo isso, tentamos mais uma vez atravessa o Branquinho quando derrepende eu ouço “Jefinho (meu apelido) olha a cobra aiiiiii”, era uma cobra de cor vermelho com preto, me parecia uma Coral (não sei informar se era ou não), eu havia pisado na cobra e passado bem rápido, quase, mas quase mesmo ela me picou! Depois disso ninguém queria mais atravessar rio nenhum, eu de um lado da margem e meus amigos do outro se borrando de medo. Lá fui eu, retornei a margem oposta atravessando o rio mais a frente onde as cobras estavam, é cobras, pois eram 3!

 

Depois disso qualquer galho de árvore para meus amigos era uma cobra, subimos barrancos, escalamos pedras e nada da trilha, estávamos frustrados e desanimados, o medo aumentará e o pensamento na família era constante. Chegamos a um antigo acampamento e eu disse estamos no caminho certo, eu vi essa foto no relato do Raffa, tinha alguns lixos por lá, recolhemos e procuramos a trilha que deveria estar do outro lado do rio, não achamos!

 

Continuávamos atravessando o rio desesperadamente, quando de repende eu vi um local com uma trilha, eu disse “essa trilha leva a algum lugar”, seguimos pela trilha e já eram 17h30minh, na mata escurece cedo, notei um barulho mais forte de água e uma parte da trilha seguia para a margem do rio, quando pude observar o rio por inteiro notei que havíamos chego à junção do rio Capivari com o rio Branquinho, fiquei contente e devido ao horário resolvemos não prosseguir pela trilha que adentrava pela mata novamente e resolvemos montar acampamento a margem da confluência dos rios. Barraca montada e fomos ainda desanimados para a beira do rio “jantar”, experiência muito boa, após comermos as tranqueiras (bolachas e etc..) ficamos apreciando a paisagem, quando derrepente... Um flash na margem oposta, o que será? Eu logo perguntei! Ninguém se arriscava a afirmar algo, novamente mais flashes em nossa direção, rapidamente peguei a lanterninha e comecei a dar flashes de luz tbm, era um rapaz que corria pelas pedras em meio quase a total escuridão da mata, o sujeito corria demais por cima das pedras, achei que era um ET ou coisa desse tipo, mas não era nada além de um Homem, não era possível a travessia devido à forte correnteza, porém, podemos conversar mesmo distantes, informai que estávamos perdidos e de prontidão ele perguntou se havia alguém machucado e se estávamos com fome, disse que não e até o momento estava tudo ok!

 

O sujeito disse que eles estavam acampados na curva do rio, e que fossemos lá pela manhã, eu concordei. A noite foi difícil, na beira do rio o termômetro apontava 7 Cº, a ansiedade era grande, não podia de forma alguma passar mais uma noite na mata, pensamento constante na família, dormimos as 19h00min e acordada toda hora, quando foi as 02h30min a barraca estava iluminada, acordei meus amigos e fomos dar uma olhada, a lua estava cheia e maravilhosa, clareando tudo ao nosso redor. Voltamos a dormir eu acordei primeiro às 06h00minhs, fiz uma filmagem, algumas fotos, tomamos café escovamos os dentes e desmontamos acampamento.

 

O domingão começava agitado com a travessia dos rios bem na junção, demorou uns 5 minutos pelas pedras, a correnteza estava forte e nós sem cordas, ufa! Atravessamos, fomos até a curva do rio e lá fomos recebidos pelos biólogos Fábio e Claudio, pessoas fantásticas e muito humildes, nos informaram que trabalhavam com pesquisas no parque e que partiriam para Itanhaém às 15h00min, nos guiaram boa parte a trilha e nos despedimos, os biólogos nos passaram informações sobre a travessia nas aldeias, não olhar para as índias, doar algo se possível (bolachas, mantimentos e etc..) e a falar o estritamente necessário com os índios.

 

Após uma hora de caminhada chegamos à primeira aldeia, perguntamos a um índio por onde devíamos seguir eles nos informaram com muita educação e seguimos caminho, atravessamos o rio branco que estava com o seu nível até os joelhos, rio cristalino, certeza tiramos várias fotos!

 

Após a travessia tranquila, chegamos à aldeia principal, um índio carregava um celular no pescoço, usava bermuda da bilabong, e fumava seu cachimbo inacreditável kkk...

Perguntamos como chegar até a estrada de asfalto e ele nos disse que teríamos que caminhar umas 3 horas na estrada de terra, agradecemos e seguimos nosso rumo, na saída da aldeia demos vários pacotes de bolachas às crianças que nem sabiam falar português (apenas Guarani), foi demais!

 

Despedimos-nos e seguimos na estrada de terra, que mais parecia “um caminho ao inferno”, aquilo não acabava nunca!

Passamos por um verdadeiro “MAR” de bananeiras, a estrada beira o rio Branco, que por sua vez serpenteia a serra do mar, após 2 horas e 30 minutos de caminhada, eu já estava assado, com sede e não via à hora de chegar ao famoso bar do “Zé Pretinho”, confesso que quando cheguei por pouco eu não o abracei kkk...

Chagamos no bar do “Zé Pretinho” às 13h00min, bebemos umas 10 tubaínas e fomos informados que o busão aos domingos só passa três vezes ao dia (12h00min, 17h10min e 19h00min), teríamos que esperar até as 17h10min, tudo bem, já nem ligava mais, o importante era chegar a casa.

 

No tempo em que ficamos no bar, fizemos amizade com um caçador chamado Carlos, que passou seu telefone e disse que quando fossemos á Itanhaém, poderíamos passar o tempo que quiséssemos na chácara dele e de graça, eu nem gostei rs’...

Quando eram 17h00min escutamos um barulho de jipe vindo pela estrada de terra, já tínhamos tentado inúmeras tentativas de arrumar uma carona e foram todas em vão, mas não desta vez.

Quem estava dentro do jipe? Nossos novos amigos biólogos Cláudio e Fábio, que nos ofereceram uma carona até São Paulo já que os mesmos moram em Interlagos, disseram apenas que tomariam um banho na sede do Parque Estadual Serra do Mar (Curucutu), nem questionamos, e jamais o faria.

 

Enquanto eles pegavam as malas e colocavam no carro, eu, Patrik e Vinicius demos um look no por do sol no término do rio Branco, tiramos obviamente várias fotos.

Entramos no jipe e seguimos para São Paulo, antes é claro paramos no rancho da Pamonha, enchemos a pança. Quando foi 19h30min estávamos nos despedindo dos biólogos que nos deixaram na frente do metrô Jabaquara.

Pegamos o metrô e as 21h30min estávamos são e salvos em casa!

Realmente não existem palavras para expressar a felicidade em completar essa travessia, nunca havia acampado, e nem feito percursos que demorassem mais de dois dias, tive experiências fantásticas, como o valor da amizade, humildades, simplicidade, amor ao próximo e esperança sempre! Aprendi também a jamais esquecer um mapa, uma bússola, fogareiro, isolante térmico e um saco de dormir, outra coisa importante foi o aprendizado sobre os calçados, no meu caso eu usei uma bota bico de aço do meu trampo hehe, achei que seria ótimo, na verdade foi um desastre, essa bota come o dedinho, aprendi também a JAMAIS molhar o calçado, o ideal é levar uma bota própria p/ treeking e nas travessias de rios uma sandália.

Levar muito repelente achava que os borrachudos não seriam problema, engano o meu, levei aproximadamente 82 duas picadas somente nas pernas, acredite eu contei!

Está tudo inchado ainda, é difícil até caminhar kkk...

 

Mas no geral não há valor no mundo que pague o que eu vivenciei.

Desculpem-me o texto longo, os erros gramaticais de concordância, gírias e etc. Quis apenas passar em detalhes o ocorrido, mesmo assim muita coisa ainda ficou de fora, mas acredito que o mais importante eu mencionei.

 

Abraços amigos, até a próxima, que será em breve se Deus quiser!

 

xD

 

Segue alguma fotinhos;

 

20110920210533.jpg

Após pegar agua no riacho, demontamos acampamento e seguimos para a Evangelista de Souza.

 

 

20110920210912.jpg

Estação Evangelista de Souza

 

 

20110920211312.jpg

Foto tirada no interior de um vagão principal, que estava abandonado.

 

 

20110920211626.jpg

20110920211828.jpg

20110920212046.jpg

Locomotivas abandonadas.

 

 

20110920212256.jpg

20110920212514.jpg

Seguindo nos trilhos.

 

20110920212926.jpg

Túnel 27 o primeiro deles.

 

20110920213109.jpg

Final da travessia pelo túnel 25 se não me engando são 200 mt de túnel com escurião total xD

 

20110920213331.jpg

O último túnel antes do início da trilha

 

20110920213600.jpg

Pontilhão show de bola, ideal para rapel.

 

20110920213833.jpg

Patrik e Vinicius curtindo o visual em um dos pontilhões

 

20110920214154.jpg

Início da trilha.

 

20110920214404.jpg

Anoitecer na confluência dos rios Capivari e Branquinho, nosso 2º acampamento.

 

20110920214615.jpg

6 da matina, a lua e o sol dividem espaço no céu, em terra firme tomavamos coragem para atravessia do rio.

 

20110920214934.jpg

Curva do rio, continuação da trilha na outra margem.

 

 

20110920215218.jpg

20110920215411.jpg

Aldeia Guarani em Itanhaém

 

20110920215632.jpg

Travessia do rio Branco de uma aldeia para outra, agua calma até o joelho.

 

20110920215921.jpg

Pose para a foto, certeza!!!

 

20110920220145.jpg

Fim da área de proteção aos índios.

 

20110920220425.jpg

Começa a caminhada de 14 km na estrada de terra, sol na cabeça e um mar de bananas ao lado.

 

20110920220651.jpg

Mar de bananeiras.

 

20110920220827.jpg

20110920220949.jpg

O famoso bar do "Zé Pretinho, jagunço nato kkk"

 

20110920221143.jpg

20110920221322.jpg

Ponte sobre o rio Branco, aqui os borrachudos acabaram comigo, 82 picadas só nas pernas!

 

20110920221515.jpg

Sede do Paque Estadual Serra do Mar núcleo Curucutu em Itanhaém.

 

20110920221718.jpg

20110920222201.jpg

Por do Sol lindo no final do rio Branco.

 

20110920221919.jpg

Eu, Patrik e Vinicius.

 

20110920222044.jpg

Nosso transporte até o metrô Jabaquara!

 

20110920222322.jpg

Já na linha verde do metrô, restavam lembranças e as fotos.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Parabéns, bela pernada!!!

 

............... Aprendi também a jamais esquecer um mapa, uma bússola, fogareiro, isolante térmico e um saco de dormir................

 

E a lanterna também, né? Fazer triha a noite sem lanterna... ::putz::::putz::::putz::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Otávio/ Massa,

 

Obrigado pelos parabéns, realmente a travessia foi cansativa, ainda mais nos seus 14 km finais pela estrada de terra!

Vacilei mesmo no caso da lanterna ::prestessao:: , graças a Deus eu tinha uma lanterninha mixuruca hehe...

 

Mais é erro de principiante, as quedas fazem com que nos levantemos com mais força e dedicação!

 

Não vejo a hora de realizar outr.

 

Mais uma vez obrigado!

 

::hahaha::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

E ae Jefferson!! Parabens pelo relato, muito bom e a trilha parece ser muito loca!

 

Vou fazer ela com dois amigos no feriado do dia 2 de Novembro!! Alguem ta afim de acompanhar?

 

Abraços

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
E ae Jefferson!! Parabens pelo relato, muito bom e a trilha parece ser muito loca!

 

Vou fazer ela com dois amigos no feriado do dia 2 de Novembro!! Alguem ta afim de acompanhar?

 

Abraços

 

Obrigado amigo! Eaee fez a trip? Conta pra gente como q foi depois. Abração!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala Jefferson!!

 

Acabamos desistindo pois a previsão era de chuva no fim de semana inteiro. Como ninguem conhecia a trilha, seria perigoso e desistimos.

De fato, acabei indo para paranapiacaba e tava uma neblina forte, acho que a cidade chegou a ficar com 10 metros de visibilidade algumas horas kkkk

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Fala Jefferson!!

 

Acabamos desistindo pois a previsão era de chuva no fim de semana inteiro. Como ninguem conhecia a trilha, seria perigoso e desistimos.

De fato, acabei indo para paranapiacaba e tava uma neblina forte, acho que a cidade chegou a ficar com 10 metros de visibilidade algumas horas kkkk

 

Então Fábio, eu irei repetir essa trip agora no começo de Janeiro! Se vc não fizer até lá pode vir conosco!

 

Me adiciona no Face depois => Jefferson Zanandréa

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Opa! Legal Jefferson!!

 

Vou entrar de férias em Janiero, vou viajar, provavelmente, no dia 9. Se você for fazer a viagem antes, pode me chamar que eu to doido pra conhecer!

Aqui do trabalho não tenho acesso ao face, mas quando der eu te adciono sim! Pode me procurar lá. Fábio Vale, não sei se vai ser fácil achar. A foto é com uma roupa de mergulho!!

 

Valeu ! Abraços

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora


  • Conteúdo Similar

    • Por lucband
      Eu, Lúcio, e minha esposa Marlene, 61 e 55 anos respectivamente, havíamos feito muuuuitos acampamentos (já fazia camping selvagem na década de sessenta) e algumas trilhas, mas a mais exigente até então havia sido a Ferrovia do Trigo, de nível fácil a moderado, além de pequenos trechos de montanha. Tínhamos o sonho de chegar ao topo do Pico Paraná (PP), a montanha mais alta do Sul do país, com 1.877 metros, mas sabíamos que seria muito difícil, então nem nos preocupamos em fazer preparação física especial, somente o que fazemos normalmente: eu jogo Tênis competitivo, minha esposa caminha e corre na esteira, caminhamos seis a oito quilômetros, andamos de bicicleta. Quase todo dia fazemos uma dessas atividades.  Meu planejamento inicial seria chegar com as cargueiras até o Caratuva (com possibilidade de acampar no cume do morro do Getúlio caso estivéssemos muito cansados) acampar e seguir no dia seguinte para o Pico Paraná, percorrendo a Trilha da Conquista até o acampamento 1 (A1). Escolhi pernoitar no Caratuva porque pensei que, se não conseguisse chegar ao Pico Paraná, pelo menos teria o prazer de ver o nascer e o pôr do sol no segundo mais alto pico da região Sul. Fiz um planejamento minucioso, para evitar aperto, e ficamos esperando um final de semana com tempo bom, até que finalmente chegou o grande dia, o feriado de Tiradentes, com uma previsão de tempo perfeito.
      Nos acompanharam na aventura a Tânia, uma amiga nossa com a nossa faixa etária, seus dois filhos Guilherme e Riana, os três com experiência em trilhas, pois fizeram a Ferrovia do Trigo conosco, mas sem experiencia em montanha, e um casal de jovens amigos, Diego e Marina, que não tinham feito nenhuma trilha ainda. Saímos de Chapecó na quinta, dia 19/04/18, à tardinha e pernoitamos em uma Pousada em Quatro Barras, a 30 quilômetros do PP. Na sexta cedinho rumamos para a Fazenda Pico Paraná, onde conversamos com o Dilson e comentamos sobre nosso planejamento. Ele nos recomendou não acampar no Caratuva, porque a trilha da Conquista não era muito usada e era muito fácil de se perder, e falou que era melhor acamparmos no Itapiroca, fazendo a trilha normal para chegar ao PP. Aceitamos a sugestão, afinal o bom planejamento é aquele que prevê alternativas, colocamos as cargueiras, tiramos uma foto e partimos.

      A tradicional foto da partida: Riana, Marina, Diego, Marlene, Lúcio, Guilherme e Tânia.
       
      Com o corpo ainda frio, quase morremos ao subir o íngreme gramado inicial na fazenda kkk (lembrei do filme Por Aqui e Por Ali - A Walk in the Woods, imperdível). Tocamos em frente, sem pressa, parando para apreciar a paisagem e tirar muitas fotos. Perto de uma da tarde chegamos na bica, depois da bifurcação do Caratuva, onde paramos para almoçar um delicioso Cup Nodles turbinado com sopa Vono e meio pacote de queijo ralado para cada um.

      Riana almoçando na bica.
       
      Depois de quase uma hora de descanso, abastecemos de água para o acampamento e tocamos em frente. Com dois quilos a mais em cada mochila o cansaço logo aumentou, e chegamos estropiados ao Itapiroca em torno de quinze e trinta, a tempo de montar acampamento, subir o pequeno trecho até o cume, deixar uma mensagem no livro e apreciar um belo pôr do sol.

      Na chegada ao Pico Itapiroca, eu e Marle dividindo o sabor da conquista.
       

      Deitado na barraca, namorando o Pico Paraná e imaginando como era longe...
       

      Nossas barracas com o PP ao fundo. Em primeiro plano o saco para lixo (traga de volta todo seu lixo e mais um pouco como colaboração).
       
      À noite deve ter feito menos de zero grau, porque estava ventando muito e mesmo assim formou gelo nas barracas. Estávamos bem agasalhados e com bons sacos de dormir, mas mesmo assim passamos frio...

      Na primeira noite formou gelo nas botas, isso que estavam no avanço da barraca...
       
      No dia seguinte bem cedo acordamos para ver o nascer do sol, e as oito horas estávamos prontos para partir para o PP.

      Nascer do sol com o Pico Paraná ao fundo. Parece uma pessoa deitada, onde o PP é o nariz...
       
      Escondi nossa comida no mato (porque na trilha do Pontal de Tapes nos roubaram algumas coisas a noite, inclusive toda nossa comida, nos deixando em situação de risco, fiz um relato aqui no Mochileiros.com), deixamos nas barracas somente os isolantes, os sacos de dormir e alguns itens menos valiosos e saímos com três a quatro quilos em cada cargueira. Tudo na expectativa de não passar muito aperto caso furtassem nossas barracas enquanto estivéssemos na trilha... E fomos subindo, descendo, pulando, escalando, curtindo a paisagem, tirando fotos, bebendo água geladinha de cada fonte que tinha no caminho, até chegar no Acampamento 2 (A2), em torno de onze e meia, onde Tânia e Marina disseram que ficariam ali nos esperando, porque estavam cansadas.

      Marle, Marina e Diego escalando o paredão.
       
      Fomos atrás da bica de água para reabastecer, pegamos somente uma mochila, com água, kit remédios e kit de emergência, e partimos os cinco restantes para o ataque ao PP. Depois de pouco mais de meia hora, parecia que estávamos chegando ao cume, ficamos felizes, mas... não era o cume, avistamos mais um caminho por dentro da mata, e um paredão ameaçador no final, e o cume nos chamando lá em cima. Diego, Riana e Guilherme desanimaram e disseram que não iriam continuar... olhei para a Marle, para ver se ela estava bem, ela me olhou firme e disse: vamos! Não pensei duas vezes, peguei duas garrafas de água, coloquei uma em cada bolso da calça e saímos quase correndo em direção ao pico, com a adrenalina a mil. Chegamos lá em menos de quinze minutos, ainda gritamos para nossos amigos, dizendo que o último trecho era fácil, que era para eles tentarem subir, mas eles não entenderam, acharam que estávamos acenando para eles e voltaram para o A2.

      Eu e a Marle na pedra, ao lado do livro do cume do Pico Paraná.
      Nos abraçamos, rimos que nem crianças, sem acreditar que conseguimos chegar lá, tiramos muitas fotos, curtimos a paisagem, deixamos uma mensagem no livro do cume, sentamos um pouco e iniciamos a caminhada de volta, porque não tínhamos muito tempo, eram mais quatro horas até o acampamento base no Itapiroca, já era mais de duas da tarde e não queríamos pegar noite na trilha. Ao chegar no A2, onde o resto da galera nos esperava, um susto: Guilherme estava com câimbras, eu fiquei com medo de que ele não conseguisse retornar e tivesse que ficar no A2, sem abrigo. Demos para ele um coquetel energético (Capuchino com leite em pó adicional, Carb up, mandolate e Snickers, que mistura!), o que fez com que ele melhorasse (pelo menos das câimbras, porquê o estomago foi detonado kkkk) e ficasse em condições de iniciar a jornada de volta. No caminho abastecemos de água novamente, no último filete que tinha na trilha, ficamos com as mochilas mais pesadas, o que aumentou o cansaço, e acabamos chegando no Itapiroca já quase de noite, as dezoito horas, exaustos. Uma janta quente e uma cumbuca de sopa passada de mão em mão, como em um ritual indígena, nos reanimou, o frio estava menor (ou o cansaço maior?) daí pudemos dormir melhor.
      No dia seguinte, acordamos cedo, a tempo de ver mais uma vez o belo nascer do sol, arrumamos as cargueiras e iniciamos a descida em um bom ritmo, às oito horas. Fazendo as tradicionais paradas para descansar, tirar fotos e apreciar a paisagem, às onze e meia chegamos na Fazenda Pico Paraná e fomos correndo encontrar uma churrascaria para tirar o atraso de comida e bebida. Que ótimo sabor tem a comida e bebida depois da trilha!

      A chegada na fazenda Pico Paraná
       
      Acho que alguns montanhistas contumazes vão rir da nossa história, achando muito fácil chegar ao cume do PP, mas na nossa idade acredito que poucas pessoas teriam a preparação física e principalmente mental para sequer conseguir chegar com as cargueiras até o Itapiroca, o que dirá sair do Itapiroca no dia seguinte, com algum peso na mochila, ir ao PP e voltar. Ficamos muito felizes em poder provar que a velhice está na cabeça das pessoas, e que nunca é tarde para realizar seus sonhos, por mais malucos que possam parecer. O pior é que descobri o que muitos falavam e eu não imaginava o estrago que fazia: o bicho da montanha nos picou e contaminou, ficamos viciados e já estamos preparando nova jornada, agora para conhecer o Pico Caratuva... A montanha é o paraíso na Terra!
       

      No mirante próximo ao A2... nossa sinergia nos faz mais fortes!
    • Por Astrolábio Trip
       Fernando de Noronha é um arquipélago que pertence ao estado de Pernambuco. Noronha acaba sendo um destino não muito econômico, pois todos os produtos utilizados no arquipélago vêm do continente, o que os encarece bastante. Mas cada centavo gasto é muito bem recompensado pelas paisagens. Lembrando que a Baía do Sancho está em primeiro lugar na lista das 25 praias mais bonitas do Brasil pela Traveller’s Choice 2018 e a Praia da Cacimba do Padre também está lá.
      Como chegar:
             As duas companhias aéreas que operam voos para Noronha são a Gol e a Azul. Momento “Lá vem estória”: Essa parte me dói só de lembrar. Rs Estava pesquisando já há algum tempo os preços de passagem, até que achei por 700,00, aí fiquei na indecisão: compro ou não compro? Resultado: não comprei. Quando foi a tarde, a passagem já estava 1200,00, fiz a desesperada e comprei. No dia seguinte estava 700,00 de novo. Moral da estória: se a passagem estiver barata, compra logo ou espera o valor reduzir novamente.

           Para entrar na Ilha é necessário o pagamento da Taxa de Preservação Ambiental que varia de acordo com o tempo de permanência. Segue tabela abaixo:

             Mais informações no site http://www.noronha.pe.gov.br/turPreservacao.php
             Dica: Já compre antes pela internet para evitar filas no aeroporto. E guarde o comprovante !
          Além da taxa de preservação, é preciso comprar um Ingresso do Parque Nacional Marinho para acessar alguns locais como a Baía do Sueste,a trilha para o Mirante da Baía do Sancho e a Praia do Atalaia, que está R$ 97,00 para brasileiros e R$195,00 para estrangeiros e também pode ser comprado pelo site https://tickets.parnanoronha.com.br/ ou direto lá em Noronha.
      Onde ficar:
             Como os valores de hospedagens em hotéis em alta temporada eram muito altos para meu orçamento, depois de muito pesquisa, descobri que alguns moradores fazem adaptações em suas casas transformando em “mini pousadas”. Escolhi a “Casa da Albertina”, pois tinha um valor atrativo e foi super atenciosa comigo e a localização era excelente, no centro – na Vila dos Remédios. Acabei ficando em um quarto anexo do outro lado da rua da casa principal, com micro-ondas, frigobar e sanduicheira. Como o café da manhã não estava incluído, foram extremamente úteis. Quem quiser, eu passo o contato.
      O que levar:
      > Se ainda não tiver um snorkel, acho válido comprar o seu. Pois você o usará em praticamente todas as atividades, além de poder utilizar em outras viagens e não precisará gastar com o aluguel (além de ser mais higiênico também.rs)
      > Câmera subaquática ou gopro. Mas há alguns lugares que alugam essas câmeras.
      > Protetor solar e labial
      > Um tênis confortável, se for fazer as trilhas.
      Tá gostando? Inscreva-se no blog para receber avisos de novos posts, no Instagram @astrolabio.trip e na página no Facebook Astrolábio Trip.
      O que fazer em Fernando de Noronha
             Fiquei 6 dias em Noronha e pra mim foi o tempo ideal para aproveitar os passeios de barco, de Buggy, mergulho e trilhas. A ilha não é muito grande, mas oferece muito para se ver e fazer. Organize-se para não desperdiçar nem um minuto!
      Praia da Cacimba do Padre, Baía dos Porcos e Sancho.
             Um dos cenários mais bonitos de Noronha, em cima e embaixo d´água. O acesso  à Baía dos Porcos e Sancho não é dos mais simples. Do mirante da Baía do Sancho há uma escada na fenda de um penhasco para descer até a Praia do Sancho, mas como tudo em Noronha, vale a pena o esforço para mergulhar nas águas transparentes repletas de peixes e conseguir apreciar o Morro Dois Irmãos de excelentes ângulos.

      Ilha Tour
             O passeio pelo arquipélago que pode ser realizado em buggy, van ou 4×4 (dependendo da agência) com visita às praias, pontos históricos, com parada para banho, mergulho livre e dura o dia inteiro. Inclui ainda os mirantes e a Vila dos Remédios. O almoço não está incluso.

      Mergulho
             Os mergulhos são os pontos altos de Fernando de Noronha. Devido à sua preservação, podemos entrar em contato com toda sua diversidade de fauna marinha.

              As agências de turismo oferecem mergulhos para credenciados e batismo. Mas como sou uma viajante econômica, achei muito caro. Até que na volta de um dos passeios, chegando na Praia do Porto, conheci um rapaz que cobrava a metade do preço para o mergulho até o Naufrágio GregoEleane Stathatos, afundado em 1929, próximo ao Porto de Santo Antônioe sua profundidade é de 8 metros. Já estava incluído no valor todos os equipamentos (roupa de Neoprene, pés de pato, cilindro, máscara, colete). Para mim esse mergulho foi ideal. Mas para os mais corajosos, oriento verificar direto com as agências os de maior profundidade.
            Pôr do sol        Esse é um espetáculo à parte. Os locais mais disputados (sim, ficam cheios) para assistir são a Praia da Conceição, Cacimba do padre e do forte Nossa Senhora do Remédios e o Forte São Pedro do Boldró (nos levam no final do Ilhatour).
      Projeto Tamar
      Além das palestras ambientais que acontecem diariamente às 20h, sobre tubarões, tartarugas, golfinhos e o próprio Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, há uma atividade imperdível: o monitoramento de tartarugas marinhas. Esta atividade pode ser acompanhada por nós, todas as 2ª e 5ª feiras, e é realizada através de captura intencional para marcação das tartarugas, na Praia da Baía do Sueste.
      Museu do Tubarão
             No museus do tubarão podemos conhecer um pouco mais sobre estes animais e as espécies presentes em Noronha. Há também um restaurante anexo. Uma parte bem divertida desse local são as esculturas onde podemos tirar muitas fotos, além da vista maravilhosa como em toda ilha.

             Gostou? Então não perca o próximo post com a continuação da viagem, com os Passeios de Barco, Trilhas, vida noturna e dicas úteis.
      Inscreva-se no blog para receber avisos de novos posts, no [email protected] ,na página no Facebook Astrolábio Trip   e agora no nosso canal no Youtube Astrolábio Trip.
        Até breve, pessoal! Xoxo
    • Por peresosk

      Antes de sair perguntando eu viajei com bastante tempo e nada melhor que voltar a Istambul para uma mini temporada, na primeira vez que estive em 2015 fiquei 4 dias inteiros, desta vez resolvi ficar 10 e explorar com mais calma algumas regiões novas.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      Dias: 10
      Noites em Hostel: 3
      Couchsurfing: 7
      Valor Gasto em Real: R$291,60 ($91,13)
      Média Diária em Real: R$29,60 ($9,11)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/btbLUM
      Vale ressaltar que estive hospedado com couchsurfing que acaba gastando muito menos, como não paguei para ver atrações turísticas o valor é este mesmo. Como eu já tinho ido a vários lugares pagos em 2015 não achei necessário repetir, além de caro não seria nenhuma surpresa para mim.
      Peguei um voo direto de Varsóvia (Polônia) para Istambul, a primeira coisa para ser fazer na cidade é um cartão transporte que vale no metrô, bondes e ônibus, você vai precisar, nem adianta tentar pagar com dinheiro.
      O mês foi início de setembro com um clima impressionante perfeito, acho que peguei apenas 1 dia nublado e com temperaturas acima dos 25 graus.

      Fonte de Tophane, durante o século 18 serviu de fonte de água pública
      Minha sugestão para 3 ou 4 dias na cidade é dividir em setores, não somente em Istambul mas qualquer cidade gigante, não faz sentir se matar de andar em dois dias para tirar foto e ir embora. Andar pelo centro histórico (apesar de praticamente toda a cidade ser histórica) é fácil, o trânsito é assustador principalmente nos horários de pico, então fica a dica para evitar deslocamento nestes horários.
      Os dois primeiros dias fiquei em um hostel na região de Karaköy, custou por volta de $8,33 dólares, só valeu mesmo por estar perto de onde gostaria de explorar, por este preço não espere grande coisa em Istambul. Mas serviu principalmente para não ficar subindo a descendo os morros de Karaköy, por lá fui fácil até a Praça Taksim.

      A Praça Taksim é um dos point durante o dia, várias opções para comer por menos de 10 Liras

      Igreja Santo Antônio de Pádua, uma igreja católica no centro de Istambul
      Uma das atrações principais da cidade é a Torre de Gálata, onde você vai deixar algumas liras para subir nela, nenhumas das duas vezes senti curiosidade, mas as fotos na internet são bem interessantes, tem fila até mesmo no inverno mas é tranquilo. Não espere conseguir uma foto dela sem uma lente de ângulo aberto, pois a bichinha é grande mesmo com mais de 66 metros de altura.

      A Torre de Gálata de 1348, foi fez parte da expansão da colônia genovesa de Constantinopla

      A Torre de Gálata se destaca até mesmo do outro lado do Rio Bósforo
      A Avenida İstiklal é uma boa pedida para quem deseja comprar produtos de marcas e comer em bons restaurantes, existe um bondinho clássico fazendo uma rota até a Praça Taksim, mas desta vez estava em reforma e nem vi a cor dele. Nestes dois primeiros dias eu andei com muita calma na região e garanto que foi uma ótima escolha ficar hospedado ali.
      Apesar de não estar exatamente perto do meu hostel resolvi ir até Beşiktaş, por lá encontrei centenas de pescadores e gatos tentando roubar os peixes. Por lá também tem a Ponte do Bósforo que une o lado Europeu o Ásiatico da cidade, mas não pode cruzar a pé, então tire o seu cavalinho da chuva.

      Meu primeiro couchsurfing da viagem pela Ásia, um casal que sabe como ninguém fazer uma jantar
      Consegui um casal para ficar em sua casa, eles moram pertinho do aeroporto Atatürk, o que não é exatamente perto mas fácil para chegar ao centro. A recepção dos Turcos foi em grande estilo, extremamente simpáticos e simples como todos que conheci durante a minha viagem.
      Tempo colaborando decidi explorar o Distrito de Sultanahmet, onde se encontra as principais atrações da cidade e também claro um monte de turistas, lembrando que a Turquia é um país seguro para viajar, mas podem acontecer atentados terroristas sim.
      Fiz com calma a Mesquita Azul, Hipódromo e seus arredores, Basílica de Santa Sofia que é paga eu não entrei, o mesmo para a Cisterna da Basílica e o Palácio de Topkapı, os quais visitei na minha viagem para Istambul em 2015.

      A Mesquita Azul é um dos pontos mais visitados entre os turistas

      O interior da Mesquita Azul é de impressionar

      Hipódromo de Constantinopla foi o centro esportivo e social da capital do Império Bizantino
      Pode anotar uma coisa, na sua primeira vez para ver esta pequena região você vai precisar de um DIA INTEIRO, não adianta inventar moda que é quase impossível especialmente pois o Palácio é bem grande, uma dica minha é terminar o dia comendo um sanduíche de peixe ali na Ponte de Gálata, custava uns 10 Liras em 2017, é bem simples tipo pão com peixe e deu, acredite você vai voltar para comer outras vezes.

      Dentro destes coloridos barcos tem sanduíche de peixe, uma tradicional delícia de Istambul
      Continuando a explorar partes não lotadas de orientais resolvi andar por Fatih, uma antiga região da Constantinopla que fica uns 30 minutos andando de Sultanahmet. Separei uma tarde inteira e sem um gps você acaba se perdendo nas centenas de curvas e subidas, em baixo existe uma rua principal para os turistas. Alguns moradores parecem não gostar muito da presença de gringos, bom para observar locais de verdade.
      Lá existe um colégio grego, algumas igrejas em reformas devido a sua idade e um mirante com vista para a torre de Gálata, o bom mesmo é andar sem guia e ir descobrindo cada canto de Fatih.

      Prepare-se para encontrar muitas subidas em Fatih

      Algumas mulheres escolhem cobrir o corpo todo, não é uma obrigação religiosa

      Aqueduto de Valente, do ano 368 era responsável para a chegada de água até Constantinopla
      Se quiser combinar no mesmo dia é possível com uma caminhada até o Spice e Grande Bazar, como o nome fala são dois enormes lugares onde você pode comprar de tudo, eu falei tudo mesmo dentro de uma normalidade, joias, roupas, brinquedos, chás, tapetes, louças, decoração em geral. Se você vai com a intenção de comprar algo só digo boa sorte, algumas horas do dia se torna irritante andar por ruas entupidas de gente, como da foto abaixo.
      Espere encontrar turcos e árabes falando bom dia para você, afinal de contas Brasileiros são facilmente reconhecidos, também preços nas alturas para você treinar o seu poder de barganha, o normal é começar com 3 ou 4 vezes mais caros que o normal. Se você não fala Turco não tem problema, os vendedores sabem quem comprar souvenir é gringo, e eles vão fazer o possível para lhe vender, quase comprei um tapete e eles mesmo enviam para o Brasil, coisa fina.

      Não espere encontrar muito espaço para andar no Grand Bazaar de Istambul

      Chá é coisa séria na Turquia, e eles são incríveis. Também espere pagar bem caro

      O Grand Bazaar é enorme sendo impossível ver todas as lojas, mas tudo é separado por tipo

      O Grand Bazaar fica aberto até umas 7 da noite, melhor mesmo é ir bem cedo
      Comer em Istambul é muito fácil, desde uma simples torrada, kebab, peixe ou arroz com frango você vai encontrar opções baratas até bem caras. Como sempre eu gosto de economizar e comer onde os moradores vão, com 10 Liras é possível fazer um almoço regular. Fica humanamente impossível falar o que e onde comer na cidade, só não vale ficar indo em fast-food na Turquia.
      Nos meus últimos 4 dias na cidade acabei ficando na casa de uma brasileira que trabalha com turismo, voltando para Gálata por sinal, com um razoável sistema de metrô é possível de deslocar pela cidade, uma pena que ônibus seja mais funcional, ou pelo menos tenta pelo horrível trânsito. Entendo que como Istambul seja muito antiga é difícil construir metrô para todas as regiões.
      Uma volta durante a noite é altamente recomendável, especialmente para conferir as iluminações das várias mesquitas, no verão eu garanto que foi muito melhor que em janeiro, onde o vento foi complicado.

      Muito comum este copos com saladas serem vendidos perto da Ponte de Gálata, 2 Liras

      Basílica de Santa Sofia

      A Mesquita Azul fica mais bonita durante a noite
      Resumo da ópera, Istambul não é uma cidade para apenas 2 ou 3 dias e muito menos para uma visita na vida. Mesmo quem não goste de cidade grande acho difícil não se apaixonar por este lugar, não espere uma Europa organizada ou limpa, espere sim encontrar muita gente legal pelo caminho, especialmente quem hospeda viajantes pelo couchsurfing. Foi minha segunda visita na cidade, onde os 10 dias passaram voando.
      Não escrevo dicas do que fazer pois isto vai depender do gosto de cada um, considero mais importante viver o clima de uma cidade e suas pessoas, do que apenas ficar visitando pontos turísticos.
      Aproveite e me siga nas redes sociais, os vídeos tem no Youtube!
      ► Facebook - https://goo.gl/ImCxnH
      ► Google - https://goo.gl/VWWAIH
      ► Instagram - https://goo.gl/Dhr0To
      ► Youtube - https://goo.gl/t7psfL
    • Por fal
      ROTEIRO PIAÇABUÇU E MACEIÓ ARREDORES
      No sábado 28 de abril 2012 às 7:30 peguei os mochileiros no hotel e fomos para litoral sul de alagoas com destino principal Piaçabuçu . Paramos no mirante da praia do Gunga para fotografar e prestigiar a linda paisagem, seguimos para Piaçabuçu.Chegando às 9:30 para fazer o passeio de barco com a agência Site: http://www.faroldafozecoturismo.com Telefone: (82) 3552-1298 (82) 9975-1975 valor 35 reais duração 3h sendo 1hora para chegar, 1 hora para permanece na foz e 1 hora para voltar . A maioria dos barqueiros não te levam exatamente para a foz, então eles param uns 2km do encontro do mar com o rio são Francisco e vc tem que andar mais ou menos 1 hora, então qd for procurar ver um barqueiro que te leve até ao encontro. Pelo que vi vc pode chegar na beira do rio na cidade e lá há vários barqueiros, então poderá negociar valor e que te leve até a foz. No barco conhecermos um casal de salvador super simpático, fizemos amizade. Quando descemos fomos almoçar no restaurante Santiago de frente p o rio (5 pessoas pagamos total 83reais com refri peixe frio arabaiana e acho que dourado), seguimos todos no mesmo carro para Penedo(25km de paiçabuçu),mas como eu e os dois mochileiros tínhamos que voltar para Maceió não paramos na cidade,mas vale muito a pena dormir em piaçabuçu(foi o que o casal de salvador fez) e no dia seguinte ir só para penedo para ver com um guia e conhecer a parte histórica que é enorme. Duas horas de viagem na volta para Maceió.
       
      Gastos
      76 reais de álcool – combustível
      35 reais passeio para foz do rio de barco
      83 reais almoço no santiago para 5 pessoas
      Gasto por pessoa 77 reais
       
      Dicas para piaçabuçu:
      • Programe pegar estrada ainda claro.No nordeste amanhece super cedo ,então às 5:30 já está tudo claro e às 17:30 tudo escuro. Estrada para piaçabuçu alguns trechos com buracos.
      • Leve para o barco biscoitos, sanduiche, achocolatado e frutas, pois lá só vende refri, água cocada e uns salgados fritos. Agência que fechamos o passeio nos dá um isopor com refri, água cerveja que levamos e pagamos na volta a consumação.
      • Na foz conversamos com um senhor que tem uma barraca lá e ele nos contou que ali havia uma cidade que foi engolida pelo rio. Tomamos uma cachaça deliciosa de uma fruta que ele diz que só tem em piaçabuçu,mas não recordo o nome.
      • Dica é ficar em piaçabuçu uma diária para ir a penedo e na volta vim parando em coruripe, miai de cima e baixo e entre as outras que der
      • A noite vá passear pela cidade e bater papo com os moradores, pois em cada casa há no mínimo duas cadeiras de balanço para passar o dia todo jogando conversa fora.
      • Se precisar sair do hotel ou pousada antes do café ser servido poderá tomar café na bodega do sertão (av jatiúca) acho que abre às 5:30 ou na padaria na av. João davino (defronte a concessionária mangabeiras veículos) que abre às 6horas(preço mais em conta que na bodega) em ambos são a quilo.
       
      29 de abril de 2012- domingo
      Peguei o pessoal no hotel às 7:30 e realizamos o seguinte trajeto:
      • praia de jatiúca e ponta verde para tirarmos fotos
      • bairro de bebedouro para para ver alguns casarões antigos(não descemos do carro)
      • pelo dique estrada observando a lagoa (não descemos do carro)
      • Marechal Deodoro conhecer a casa do marechal e lá fomos guiados por uma guia que nos contou a história da família, mostrou objetos e replicas(não paga,mas eles pedem contribuição,sempre bom deixar alguma coisa(lá pegamos um mapa bem explicativo dos mares e lagoas no litoral sul, não deixe de fazer o mesmo)
      • Praia do francês para tirarmos fotos
      • Praia barra de são Miguel para tirarmos fotos
      • Massagueira de baixo para tirarmos fotos
      • Barra nova, onde há uma praia chamada de praia que de um lago é a lagoa e do outro o mar .vc pagar 3 reais para o barqueiro te levar para o outro lado. Reduto de lanchas e Jet Sky .
      • Massagueira redutos de restaurantes
      • Ilha de santa Rita- onde pegarmos um barco do restaurante Joel para atravessar (travessia grátis)e almoçamos lá mesmo. Pedimos peixe frito arabaiana para 3 pessoas . 60 reais com bebidas.
      • Chegamos em Maceió âs 14 horas e eles seguiram para Maragogi
      • Mas para quem ainda tem tempo pode fazer passeio das 9 ilhas para fechar o dia
       
       
      Gastos
      56 reais de álcool – combustível
      60 reais almoço no bar do joel para 3 pessoas
      Gasto por pessoa 39 reais





    • Por lhrodrigues
      Nosso hino nessa aventura foi Erasmo Carlos e Renato Russo cantando "A carta"...por quê? porquê passado um ano retornamos à mesma origem que nos levou ao Jalapão e que foi demais! O guia: Flávio da NorteTur, a amiga: Clara, e desta vez com uma nova integrante: Luzia, com um novo destino: Chapada das Mesas. Então vamos lá. Saindo de Palmas rumo ao Maranhão e com a alma livre, leve e solta. No caminho visitamos um sítio de árvores fossilizadas, nunca havia visto, foi demais. O caminho de Palmas até Carolina, onde ficam as maiores atrações, é um pouco longe ainda que seja mais perto do que se tivéssemos saído de S. Luiz, mas fomos parando para fotos, lanchinho, abacaxi geladinho, risadas e "A Carta"... até Carolina, ou um pouco depois, numa pousada que abriga uma cachoeira sensacional. Uma não ... várias, como vimos no dia seguinte. Foram tantas que não consigo me lembrar o nome de todas, mas não dá pra esquecer a de Santa Bárbara, onde a maioria das pessoas enxerga uma Santa e onde eu não me dei conta que era aquela e perguntei: a que horas a gente vai na cachoeira da Santa? só risadas... a de São Romão, o encanto azul, as trilhas super estruturadas, enfim, não dá pra esquecer nada. A Luzia também é Bióloga e fomos biologando e fotografando pegadas: de onça, de jaguatirica, aves, pequenos mamíferos, a diversidade da flora belíssima, além do grupo é claro. E é Clara, que com suas genialidades tornou a expedição mais interessante até com Max Gehringer dando suas dicas fantásticas de corporativismo e mercado de trabalho enquanto não chegávamos aos destinos . E, claro e Clara, a música que nos acompanhou: a Carta!
      Não dá pra esquecer a viagem, com o profissionalismo do Flávio e agora DUAS melhores amigas, a Chapada das Mesas foi tudo de bom, quero voltar!
×