Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
Jefferson Zanandréa

Travessia - Parelheiros X Itanhaém (Trilha do Rio Branquinho).

Posts Recomendados

Introdução.

 

A trilha que se inicia em Parelheiro e termina em Itanhaém é de extrema beleza, a trilha é proibida ao público em geral e visitas ao parque somente com autorização da administração do Parque Estadual da Serra do Mar (sede Itanhaém – núcleo Curucutu que abrange 26 mil hectares) acompanhado de um guia credenciado, porém, não para esta trilha em específico, pois ela é proibida pela administração do parque mesmo com guias, mesmo assim são muitos os que entram na mata com guias clandestinos e até mesmo por conta própria (meu caso), a fim de desafiar a sorte.

 

As trilhas são de áreas de preservação ambiental e pertencem aos índios, de responsabilidade da FUNAI, protegida e fiscalizada pela Secretária do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (fiscalização irrelevante já que não há como controlar uma área de 315 mil hectares, devido aos poucos guardas existentes), palmiteiros, caçadores e mochileiros entram na mata frequentemente.

 

Local com mata atlântica primária, rios importantes como: Rio Branquinho e Capivari Monos, além de um número incalculável de nascentes que deságuam nestes dois rios, existem uma grande biodiversidade, animais como onças, jaguatiricas, macacos, porcos do mato e muitos pássaros, enfim um paraíso, que devemos lutar para preservá-lo para futuras gerações.

Pelas informações que obtive, um guia indígena pode ser localizado nas aldeias da região (Parelheiros/ Barragem) ‘’Krukutus’’ ou na ‘’Tonondé Porã’’ eles normalmente costumam cobrar de 15 a 25 reais dependendo do número de pessoas do grupo. A saída é prevista para as 07h com previsão de chegada a aldeia em Itanhaém às 14h em um trajeto de 28 km. Soube que pagando 8 reais a mais o índio pode guiar a trilha até as aldeias de ‘’Iguapéu’’ e ‘’Itaoca’’ em Mongaguá. Caso contrário o grupo, poderá realizar uma caminhada de 14 km pela estrada de terra até o trevo de Itanhaém no km 324 da rodovia Pedro Taxi - Bairro Mambu, (esta opção não é aconselhável a quem não curte caminhar muito, além de desgastante essa estrada não acaba nunca!!!!!)

 

Trilhas permitidas pela administração do Parque Estadual Serra do Mar (Curucutu) com acompanhamento de um guia credenciado:

 

1- Bica – Trilha fácil com caminhada leve na mata e que termina em uma bica d água, trecho de 1,4 km.

 

2- Mirante – Trilha moderada para pessoas inexperientes, no cume da serra é possível apreciar uma paisagem de tirar o fôlego sobre as praias do litoral sul, trecho de 1,6 km.

 

3- Telégrafo – Trilha pesadas para pessoas inexperientes, esta é uma travessia histórico cultural, por onde passava a linha de telégrafo que fazia a ligação Entre São Paulo e o sul do pai, trecho de 15 km (duração 8 horas).

 

Como chegar ao inicio da trilha?

 

Descendo no terminal Parelheiros (Zona Sul de São Paulo) é só pegar o ônibus “terminal Barragem” e descer no ponto final, logo no ponto final basta seguir reto na estrada de terra que leva até a antiga estação de trem Evangelista de Souza (nome dado em homenagem ao Barão de Mauá). Para chegar ao início da trilha é só descer a linha de trem na Ferrovia Ferro-Norte (1935) com 27 túneis que cortam a serra do mar, a qual hoje passa somente trens de cargas, ligando Sul, Sudeste e Centro Oeste do País ao Porto de Santos e a cidade de Cubatão. A caminhada vai até o túnel 24 e até lá são aproximadamente 8 km sobre os trilhos e pedras. A trilha estará a uns 200 metros após o término do túnel 24, uma bananeira e a placa de “área indígena” são os pontos de referência.

 

 

O relato.

 

Após dias planejando a viagem, lendo relatos e estudando a respeito do assunto, chegará o tão esperado dia (16/09/2011), finalmente me arriscaria em uma área proibida (o que estimulou mais ainda a vontade) e tentaria realizar a trilha que tanto escura falar. Quinta de noite a mochila já estava prontinha.

Na sexta-feira o trampo rendeu muito, logo chegará às 16h48min horário que estaria zarpando sentido HOME. Cheguei a minha casa aproximadamente às 19h00minh, chamei meus amigos que me acompanhariam nesta trip (Patrik e Vinicius), fomos ao mercado e começamos a comprar bolachas, bisnaguinhas e etc.

 

Mochilas abastecidas, e lá fomos nós sentido Parelheiros, nosso primeiro objetivo. Pegamos o busão até o terminal Sacomã, depois metrô até a Ana Rosa (linha verde), baldeação para linha azul, desembarcamos na Vila Mariana e fomos até o ponto de ônibus, após 20 minutos o bus chegou quase que vazio, embarcamos no danado e 2 horas depois, ISSO MESMO 2 horas!!!

Chegamos ao terminal Parelheiros, onde de lá pegamos outro coletivo até o terminal Barragem, por onde passávamos o pessoal ficava olhando admirado (parece que nunca viram uma cargueira na vida rs). Enfim, chegamos ao terminal Barragem aproximadamente às 00h00minh, pegamos algumas informações com uns caras que estavam por lá e nos informaram o sentido correto até a estação Evangelista de Souza. Fica a dica, vá sempre em grupo, JAMAIS sozinho, o lugar lá é sinistro e provavelmente você será assaltado!

 

Começamos a andar pela estrada de terra, no começo havia iluminação, mas depois de uns 15 minutos andando as lâmpadas não estavam mais acesas e mais 5 minutos depois era só rio, mato e a lua, o terreno era complicado, cheio de buracos e pedras, não estávamos vendo nadinha, tive que apelar para a lanterninha que minha mãe havia me dado um dia antes, alegando que a lanterninha iria me proteger e me ajudar já que não estávamos levando nenhuma lanterna (depois dessa eu aprendi que conselho sempre tem que seguir, sempre MESMO!!!!).

 

Liguei a lanterninha de 5 mangos que tinha até LED RS... Fomos uma boa caminha ligando e apagando a dita cuja devido ao medo de acabar a pilha RS... Confesso que a lanterna nos livrou de muitas torções nos buracos da estradinha de terra. Eram 02h30min da matina e nada da estação chegar, comecei a pensar que havíamos pegado o caminho errado, chegamos a um local que estradinha fazia uma curva brusca e havia um sítio bem à frente com uma área descampada ao lado de um riacho, não tivemos dúvidas, montamos acampamento e ali foi o nosso descanso.

 

Após uma noite terrível e gelada, pois, não havíamos levado nem saco de dormir nem isolante térmico e nem nada, acordamos às 05h30minhs da matina, aproveitei para encher nossas garrafinhas de água no riacho, foi quando vi um senhor muito simpático que nos informou que havíamos pegado um caminho mais demorado, mas que sairíamos bem atrás da estação Evangelista de Souza fiquei muito contente em saber que faltavam aproximadamente 2 km até a estação.

Desmontamos acampamento e seguimos na caminhada, chegamos à estação por volta das 07h30minhs o sol estava tímido e ameaçava sair de vez, no nosso segundo objetivo fora alcançado (Evangelista de Souza), paramos para as fotos, entramos nos trens abandonados e realmente foi muito bacana.

 

Decidimos partir, começamos a descer sentido litoral, quando de repente escutamos um barulho muito alto vindo em nossa direção, aguardamos onde estávamos e era um trem subindo, foi algo sensacional, já que nós ubarnóides não estamos acostumados com esses trens de carga. O Trem passou por nós e nem deu uma buzinadinha (maquinista sem graça), mas apenas a gravação e fotos já foram o suficiente. Continuamos a descer, andamos sobre pontilhões e chegamos ao túnel 27 (próximo a cachoeira da usina), logo na seqüência vieram os outros tuneis e pontilhões que por sinal tem vistas magníficas, já no final do túnel 26 encontramos com um índio que estava vindo de Itanhaém, ele nos informou que existe outra trilha pouco antes do túnel 25, só que era bem íngreme, nem tentei arriscar, nos despedimos e partimos, chegamos ao famoso túnel 25, confesso que foi um sufoco atravessar o mesmo devido a sua extensão e ao receio de trombarmos de frente com um trem, o túnel estava cheio de buracos entre os trilhos e muito úmido, tudo parecia difícil quando derrepente surge novamente à lanterninha que a mamãe havia-me presenteado rs... Após a passagem do túnel 24 e 8 km percorridos sobre a linha férrea paramos para um lanchinho, foi quando encontramos um palmiteiro que nos orientou sobre a trilha.

 

Começamos a descer a trilha que fica atrás da placa (área indígena). A trilha começa bem íngreme e logo no início existe uma bifurcação, continuamos no caminho reto, depois outra bifurcação ainda continuamos reto, mais alguns minutos e outro bifurcação, deveríamos pegar a esquerda, porém fomos reto e acabamos saindo em uma cabana totalmente destruída, voltamos e retornamos a última bifurcação agora à esquerda (nosso único mapa era o relado do Raffa, membro dos mochileiros e que já havia realizado a trip, imprimimos e fomos seguindo o relato RS...).

 

Descíamos e descíamos e a descida não acabava nunca, já estávamos escutando barulho de água, quando chegamos a um poço, não tive dúvida, fiquei só de cueca e tomei um banho nas águas gélidas do rio branquinho... Após o banho seguimos viagem, foi quando chegamos a outro poço, havia uma trilha que continuava na mata e outra que era após o poço, seguimos na que atravessava o poço e nos demos mal e muito mal, depois de algum tempo a trilha acabou, começamos a beirar o rio procurando outra entrada e não achamos nada, ao invés de voltar na última bifurcação os “burros” continuaram atravessando a mata fechada. De repene já era tarde, estávamos perdidos. Restava-nos seguir o rio, o desânimo estava estampado na face de todos, mesmo assim eu não perdia o bom humor e tentava alegrar o pessoal.

 

Atravessamos o rio branquinho umas 30 vezes desviando dos poços e seguindo pelas pedras procurando alguma picada, mais era em vão tudo isso, tentamos mais uma vez atravessa o Branquinho quando derrepende eu ouço “Jefinho (meu apelido) olha a cobra aiiiiii”, era uma cobra de cor vermelho com preto, me parecia uma Coral (não sei informar se era ou não), eu havia pisado na cobra e passado bem rápido, quase, mas quase mesmo ela me picou! Depois disso ninguém queria mais atravessar rio nenhum, eu de um lado da margem e meus amigos do outro se borrando de medo. Lá fui eu, retornei a margem oposta atravessando o rio mais a frente onde as cobras estavam, é cobras, pois eram 3!

 

Depois disso qualquer galho de árvore para meus amigos era uma cobra, subimos barrancos, escalamos pedras e nada da trilha, estávamos frustrados e desanimados, o medo aumentará e o pensamento na família era constante. Chegamos a um antigo acampamento e eu disse estamos no caminho certo, eu vi essa foto no relato do Raffa, tinha alguns lixos por lá, recolhemos e procuramos a trilha que deveria estar do outro lado do rio, não achamos!

 

Continuávamos atravessando o rio desesperadamente, quando de repende eu vi um local com uma trilha, eu disse “essa trilha leva a algum lugar”, seguimos pela trilha e já eram 17h30minh, na mata escurece cedo, notei um barulho mais forte de água e uma parte da trilha seguia para a margem do rio, quando pude observar o rio por inteiro notei que havíamos chego à junção do rio Capivari com o rio Branquinho, fiquei contente e devido ao horário resolvemos não prosseguir pela trilha que adentrava pela mata novamente e resolvemos montar acampamento a margem da confluência dos rios. Barraca montada e fomos ainda desanimados para a beira do rio “jantar”, experiência muito boa, após comermos as tranqueiras (bolachas e etc..) ficamos apreciando a paisagem, quando derrepente... Um flash na margem oposta, o que será? Eu logo perguntei! Ninguém se arriscava a afirmar algo, novamente mais flashes em nossa direção, rapidamente peguei a lanterninha e comecei a dar flashes de luz tbm, era um rapaz que corria pelas pedras em meio quase a total escuridão da mata, o sujeito corria demais por cima das pedras, achei que era um ET ou coisa desse tipo, mas não era nada além de um Homem, não era possível a travessia devido à forte correnteza, porém, podemos conversar mesmo distantes, informai que estávamos perdidos e de prontidão ele perguntou se havia alguém machucado e se estávamos com fome, disse que não e até o momento estava tudo ok!

 

O sujeito disse que eles estavam acampados na curva do rio, e que fossemos lá pela manhã, eu concordei. A noite foi difícil, na beira do rio o termômetro apontava 7 Cº, a ansiedade era grande, não podia de forma alguma passar mais uma noite na mata, pensamento constante na família, dormimos as 19h00min e acordada toda hora, quando foi as 02h30min a barraca estava iluminada, acordei meus amigos e fomos dar uma olhada, a lua estava cheia e maravilhosa, clareando tudo ao nosso redor. Voltamos a dormir eu acordei primeiro às 06h00minhs, fiz uma filmagem, algumas fotos, tomamos café escovamos os dentes e desmontamos acampamento.

 

O domingão começava agitado com a travessia dos rios bem na junção, demorou uns 5 minutos pelas pedras, a correnteza estava forte e nós sem cordas, ufa! Atravessamos, fomos até a curva do rio e lá fomos recebidos pelos biólogos Fábio e Claudio, pessoas fantásticas e muito humildes, nos informaram que trabalhavam com pesquisas no parque e que partiriam para Itanhaém às 15h00min, nos guiaram boa parte a trilha e nos despedimos, os biólogos nos passaram informações sobre a travessia nas aldeias, não olhar para as índias, doar algo se possível (bolachas, mantimentos e etc..) e a falar o estritamente necessário com os índios.

 

Após uma hora de caminhada chegamos à primeira aldeia, perguntamos a um índio por onde devíamos seguir eles nos informaram com muita educação e seguimos caminho, atravessamos o rio branco que estava com o seu nível até os joelhos, rio cristalino, certeza tiramos várias fotos!

 

Após a travessia tranquila, chegamos à aldeia principal, um índio carregava um celular no pescoço, usava bermuda da bilabong, e fumava seu cachimbo inacreditável kkk...

Perguntamos como chegar até a estrada de asfalto e ele nos disse que teríamos que caminhar umas 3 horas na estrada de terra, agradecemos e seguimos nosso rumo, na saída da aldeia demos vários pacotes de bolachas às crianças que nem sabiam falar português (apenas Guarani), foi demais!

 

Despedimos-nos e seguimos na estrada de terra, que mais parecia “um caminho ao inferno”, aquilo não acabava nunca!

Passamos por um verdadeiro “MAR” de bananeiras, a estrada beira o rio Branco, que por sua vez serpenteia a serra do mar, após 2 horas e 30 minutos de caminhada, eu já estava assado, com sede e não via à hora de chegar ao famoso bar do “Zé Pretinho”, confesso que quando cheguei por pouco eu não o abracei kkk...

Chagamos no bar do “Zé Pretinho” às 13h00min, bebemos umas 10 tubaínas e fomos informados que o busão aos domingos só passa três vezes ao dia (12h00min, 17h10min e 19h00min), teríamos que esperar até as 17h10min, tudo bem, já nem ligava mais, o importante era chegar a casa.

 

No tempo em que ficamos no bar, fizemos amizade com um caçador chamado Carlos, que passou seu telefone e disse que quando fossemos á Itanhaém, poderíamos passar o tempo que quiséssemos na chácara dele e de graça, eu nem gostei rs’...

Quando eram 17h00min escutamos um barulho de jipe vindo pela estrada de terra, já tínhamos tentado inúmeras tentativas de arrumar uma carona e foram todas em vão, mas não desta vez.

Quem estava dentro do jipe? Nossos novos amigos biólogos Cláudio e Fábio, que nos ofereceram uma carona até São Paulo já que os mesmos moram em Interlagos, disseram apenas que tomariam um banho na sede do Parque Estadual Serra do Mar (Curucutu), nem questionamos, e jamais o faria.

 

Enquanto eles pegavam as malas e colocavam no carro, eu, Patrik e Vinicius demos um look no por do sol no término do rio Branco, tiramos obviamente várias fotos.

Entramos no jipe e seguimos para São Paulo, antes é claro paramos no rancho da Pamonha, enchemos a pança. Quando foi 19h30min estávamos nos despedindo dos biólogos que nos deixaram na frente do metrô Jabaquara.

Pegamos o metrô e as 21h30min estávamos são e salvos em casa!

Realmente não existem palavras para expressar a felicidade em completar essa travessia, nunca havia acampado, e nem feito percursos que demorassem mais de dois dias, tive experiências fantásticas, como o valor da amizade, humildades, simplicidade, amor ao próximo e esperança sempre! Aprendi também a jamais esquecer um mapa, uma bússola, fogareiro, isolante térmico e um saco de dormir, outra coisa importante foi o aprendizado sobre os calçados, no meu caso eu usei uma bota bico de aço do meu trampo hehe, achei que seria ótimo, na verdade foi um desastre, essa bota come o dedinho, aprendi também a JAMAIS molhar o calçado, o ideal é levar uma bota própria p/ treeking e nas travessias de rios uma sandália.

Levar muito repelente achava que os borrachudos não seriam problema, engano o meu, levei aproximadamente 82 duas picadas somente nas pernas, acredite eu contei!

Está tudo inchado ainda, é difícil até caminhar kkk...

 

Mas no geral não há valor no mundo que pague o que eu vivenciei.

Desculpem-me o texto longo, os erros gramaticais de concordância, gírias e etc. Quis apenas passar em detalhes o ocorrido, mesmo assim muita coisa ainda ficou de fora, mas acredito que o mais importante eu mencionei.

 

Abraços amigos, até a próxima, que será em breve se Deus quiser!

 

xD

 

Segue alguma fotinhos;

 

20110920210533.jpg

Após pegar agua no riacho, demontamos acampamento e seguimos para a Evangelista de Souza.

 

 

20110920210912.jpg

Estação Evangelista de Souza

 

 

20110920211312.jpg

Foto tirada no interior de um vagão principal, que estava abandonado.

 

 

20110920211626.jpg

20110920211828.jpg

20110920212046.jpg

Locomotivas abandonadas.

 

 

20110920212256.jpg

20110920212514.jpg

Seguindo nos trilhos.

 

20110920212926.jpg

Túnel 27 o primeiro deles.

 

20110920213109.jpg

Final da travessia pelo túnel 25 se não me engando são 200 mt de túnel com escurião total xD

 

20110920213331.jpg

O último túnel antes do início da trilha

 

20110920213600.jpg

Pontilhão show de bola, ideal para rapel.

 

20110920213833.jpg

Patrik e Vinicius curtindo o visual em um dos pontilhões

 

20110920214154.jpg

Início da trilha.

 

20110920214404.jpg

Anoitecer na confluência dos rios Capivari e Branquinho, nosso 2º acampamento.

 

20110920214615.jpg

6 da matina, a lua e o sol dividem espaço no céu, em terra firme tomavamos coragem para atravessia do rio.

 

20110920214934.jpg

Curva do rio, continuação da trilha na outra margem.

 

 

20110920215218.jpg

20110920215411.jpg

Aldeia Guarani em Itanhaém

 

20110920215632.jpg

Travessia do rio Branco de uma aldeia para outra, agua calma até o joelho.

 

20110920215921.jpg

Pose para a foto, certeza!!!

 

20110920220145.jpg

Fim da área de proteção aos índios.

 

20110920220425.jpg

Começa a caminhada de 14 km na estrada de terra, sol na cabeça e um mar de bananas ao lado.

 

20110920220651.jpg

Mar de bananeiras.

 

20110920220827.jpg

20110920220949.jpg

O famoso bar do "Zé Pretinho, jagunço nato kkk"

 

20110920221143.jpg

20110920221322.jpg

Ponte sobre o rio Branco, aqui os borrachudos acabaram comigo, 82 picadas só nas pernas!

 

20110920221515.jpg

Sede do Paque Estadual Serra do Mar núcleo Curucutu em Itanhaém.

 

20110920221718.jpg

20110920222201.jpg

Por do Sol lindo no final do rio Branco.

 

20110920221919.jpg

Eu, Patrik e Vinicius.

 

20110920222044.jpg

Nosso transporte até o metrô Jabaquara!

 

20110920222322.jpg

Já na linha verde do metrô, restavam lembranças e as fotos.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Parabéns, bela pernada!!!

 

............... Aprendi também a jamais esquecer um mapa, uma bússola, fogareiro, isolante térmico e um saco de dormir................

 

E a lanterna também, né? Fazer triha a noite sem lanterna... ::putz::::putz::::putz::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Otávio/ Massa,

 

Obrigado pelos parabéns, realmente a travessia foi cansativa, ainda mais nos seus 14 km finais pela estrada de terra!

Vacilei mesmo no caso da lanterna ::prestessao:: , graças a Deus eu tinha uma lanterninha mixuruca hehe...

 

Mais é erro de principiante, as quedas fazem com que nos levantemos com mais força e dedicação!

 

Não vejo a hora de realizar outr.

 

Mais uma vez obrigado!

 

::hahaha::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

E ae Jefferson!! Parabens pelo relato, muito bom e a trilha parece ser muito loca!

 

Vou fazer ela com dois amigos no feriado do dia 2 de Novembro!! Alguem ta afim de acompanhar?

 

Abraços

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
E ae Jefferson!! Parabens pelo relato, muito bom e a trilha parece ser muito loca!

 

Vou fazer ela com dois amigos no feriado do dia 2 de Novembro!! Alguem ta afim de acompanhar?

 

Abraços

 

Obrigado amigo! Eaee fez a trip? Conta pra gente como q foi depois. Abração!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala Jefferson!!

 

Acabamos desistindo pois a previsão era de chuva no fim de semana inteiro. Como ninguem conhecia a trilha, seria perigoso e desistimos.

De fato, acabei indo para paranapiacaba e tava uma neblina forte, acho que a cidade chegou a ficar com 10 metros de visibilidade algumas horas kkkk

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Fala Jefferson!!

 

Acabamos desistindo pois a previsão era de chuva no fim de semana inteiro. Como ninguem conhecia a trilha, seria perigoso e desistimos.

De fato, acabei indo para paranapiacaba e tava uma neblina forte, acho que a cidade chegou a ficar com 10 metros de visibilidade algumas horas kkkk

 

Então Fábio, eu irei repetir essa trip agora no começo de Janeiro! Se vc não fizer até lá pode vir conosco!

 

Me adiciona no Face depois => Jefferson Zanandréa

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Opa! Legal Jefferson!!

 

Vou entrar de férias em Janiero, vou viajar, provavelmente, no dia 9. Se você for fazer a viagem antes, pode me chamar que eu to doido pra conhecer!

Aqui do trabalho não tenho acesso ao face, mas quando der eu te adciono sim! Pode me procurar lá. Fábio Vale, não sei se vai ser fácil achar. A foto é com uma roupa de mergulho!!

 

Valeu ! Abraços

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por wjsuellen
      Após as férias de 2017 em Fernando de Noronha, decidimos que 2018 seria Cancun e região.
      Fiquei entrando no site "Melhores Destinos" e "Submarino Viagens" todos os dias até que em janeiro consegui passagem por R$ 1,950 por pessoa  para maio. Em pesquisas, cheguei a conclusão que os melhores meses são abril e maio.
                           Próximo da viagem o dólar começou a subir devido as guerras comerciais que Trump estava disposto a iniciar. Então fiz transferência usando o Western Union. Vi explicações na internet e fiz. Compensou bastante. Tem bastante pontos de saque.  Ficou 5,19 pesos para cada 1 real.
                           Não uso agências e dessa vez não foi diferente. Cobram tudo em dólar. Um chip de celular as agências estavam vendendo por 20 dólares. Minha mãe comprou um com 500 Megas de internet por 100 pesos direto na lojinha da Telcel. Tem lojinhas de celular na rua, o próprio vendedor configura tudo e vc já sai da loja conectado.
                          Alugamos um carro. Fiz a reserva em janeiro logo depois de comprar o vôo. Pagamos 179 dólares por 10 dias com o carro, já com os seguros básicos inclusos. Aluguei na Alamo pois ninguém tinha reclamado e era a melhor avaliada nas pesquisas que fiz. A gasolina tem praticamente o mesmo preço que a do Brasil (só para ter noção, o litro custa aproximadamente 1 dólar). Pagamos uma média de 17, 50 pesos por litro. Só vi duas empresas de postos de gasolina: a Pemex, deve ser tipo a Petrobrás, mas com monopólio pois a grande maioria dos postos eram dessa marca. E a La  gás, em bem menos quantidade..
                           Saímos de São Paulo às 09:45 com a Aeroméxico. Não tenho nada a me queixar. Assim que o avião subiu, serviram um café da manhã. Tinha pão com presunto e queijo, salada, bebidas depois serviram café com "crema y azucar". O entretenimento era bom, com filmes e telas individuais. Por volta das 13:00 nos serviram almoço. "Pasta ou Pollo?" Tinha macarrão (que estava maravilhoso) ou arroz com frango. Salada de frutas e bebidas. Serviram até vinho.
      Após 09:30 horas de vôo chegamos na cidade do Mexico. Tinha trocado 200 dólares para usar até que eu sacasse o dinheiro no Western Union, mas esqueci o dinheiro em casa. O marido trocou 100 reais. A cotação do aeroporto foi 4,50 pesos por 1 real.
                            Chegamos!!! Ufaaaaa. Meia noite estávamos com o carro na mão. Baixei dois aplicativos que funcionam offline. Um é o Here we go (meia boca mas quebrou o galho) e o Offline Maps (foi melhor que o outro). Você tem que baixar o mapa do México (não esquece, caso contrário não vai funcionar!) Ou a região de Cancun, que é o Sudeste do México.
      Alugamos um hotel basiquinho só para dormir. O Blue Coconut, pelo booking. Nos custou 506 pesos. Ah, um detalhe, viajamos em 3 adultos e uma criança de 5 anos. O hotel foi ótimo. Com estacionamento, limpinho e chuveiro muito bom.

      Dia 2: fizemos um passeio pela zona hoteleira, tiramos fotos nos letreiros na praia Langosta e Delfines, depois seguimos para Puerto Morelos. Cheia de sargaço. Tirou toda a beleza do lugar.  Depois seguimos para Playa Del Carmem. Ficamos de tarde na Punta Esmeralda. É uma pontinha de praia, onde brota agua doce, muito lindo, frequentado pelos locais. Lugar lindíssimo e não estava afetado pelos sargaços. Depois de um tempão alí fomos sacar a grana. Sacamos dentro da loja "Mega Playa Del Carmem Elektra". Lá dentro tem o Banco Azeteca. A loja tem estacionamento na parte de trás, entrada pela Avenida 30.
      A suite reservada pelo booking furou conosco. Não atenderam a campainha e nem o telefone. Kika Studio.  Cansados, cheios de areia e frustrados, fomos jantar no Walmart. Tem comida por quilo. E tem mesinhas. Jantamos e compramos coisas essenciais, como aguá. Tentamos mais uma vez o Studio. Mas nada! Partimos para Valladolid (se pronuncia Valládôlí). Encontramos uma pousada novinha e bonitinha: Las Mestizas. Calle 39, pertinho da praça principal e mais perto ainda da rodoviária.  Ótima, com estacionamento, chuveiro maravilhoso, cama bacana. Wifi bom tb. Por 600 pesos a diária.

      Dia 3: Seguimos para o sítio arqueológico EK Balam. Custa 211 pesos por pessoa. Lindo. É um lugar que vc "sente", pois pode tocar, pode subir nas construções, se sentir fazendo parte do local. Imaginando a época vivida. De lá rumamos para Las Coloradas de Yucatán. Que lugar inimaginável!!! A lagoa rosa. Antes era tudo livre, mas devido o aumento de turistas, começaram a surgir erosões ( as ruas que dividem as lagoas são de areia), lixo e as pessoas entravam na lagoa (não pode). Agora tem um portão e os guias cobram 50 pesos por pessoa. Assim o lugar não fica mais sujo, não estragam a estrada e ninguém mais entra na água e trás o desenvolvimento sustentável, dando renda aos locais. O preço é pequeno, 10 reais convertidos. Voltamos para Valladolid, fomos ao mercado Super Che, fizemos nossos lanches na pousada e fomos dormir. 
      Na cidade tem Burguer King e Subway.

      Dia 4: Passeamos pela cidade pela manhã. Depois rumamos para o Cenote Suytun, 8 km do centro de Valladolid. Custa 70 pesos com colete salva vidas incluso. Local lindo. Depois demos uma passadinha em Uayma. Uma igreja com arquitetura diferenciada. Linda mas despedaçada. Está sendo restaurada desde 2003 mas está extremamente degavar, acho que eles arrumam um tijolo por ano. Depois fomos para Izamal, a cidade amarela. Quanta lindeza. Me senti na Espanha. Passeamos de charrete por 150 pesos todos. 
      Rumamos para Pisté, para chegarmos cedinho em Chichen no dia seguinte. Dormimos na pousada Dolores Alba, com um quarto bem confortável e piscina aquecida maravilhosa. Por 900 pesos e café da manhã incluído (não alugamos pelo Booking, vacilamos, por isso pagamos mais caro. No Booking estava 30 reais mais barato).

      Dia 5: Depois de 5 minutos na estrada (a pousada é pertinho de Chichen), pagamos 30 pesos pelo estacionamento e 254 pesos por pessoa para o sítio arqueológico de Chichén Itzá. Dispensa comentários. Só indo mesmo. Lugar bacana para comprar lembracinhas, preços muito bons. Não aceite o primeiro preço, eles abaixam mais duas vezes. De lá fomos para o Cenote Ik Kil. Lindo lindo lindo. Custa 80 pesos mais 30 pesos pelo aluguel do colete. Recomendo que aluguem o colete. O cenote tem 50 metros de profundidade. Coloque o colete e curta a paisagem numa boa. Só relex. De lá fomos para Tulum. Ficamos no Hotel Sun Caribbean Divine por 754 pesos a diária. Foi o melhor quarto. Espaçoso, com poltronas, mesinha. Porém, sem estacionamento. O carro ficou na rua. Local tranquilo.

      Dia 6: Acordamos e fomos direto para as ruínas de Tulum. Se vc puder, chegue às 08:00h, quando abre o sítio arqueológico pois chegamos às 09:00h em ponto e já estava movimentado. Saímos exatamente às 10:35h e a rua de acesso parecia a 25 de março em vésperas de Natal!!! Fomos direto para a área de estacionamento. Tem vários estacionamentos, desde 50 a 180 pesos. No estacionamento nos ofereceram passeio de barco para contemplar as ruínas vistas do mar,  snorkelling nos arrecifes e para ver tartarugas. Tudo por 20 dólares ou 400 pesos por pessoa, com colete e snorkel inclusos, ainda ofereceram uma bebida de cortesia (água ou suco) e ducha após o passeio. Claro que fizemos o passeio e valeu SUPER a pena. Vimos tartarugas, as fotos em frente as ruinas ficaram lindas e os arrecifes tinham vários peixinhos. Mas antes, passeamos pelas ruínas. A entrada ao sítio de Tulum custa 70 pesos por pessoa. NÃO ESQUECER DE LEVAR REPELENTE, POIS TEM MUITO MUITO MUITO PERNILONGO.  Depois disso fomos para a Playa Maya, de onde saiu o passeio de barco. Na volta, tiramos umas fotos na Playa Paraíso e fomos embora. A praia está cheia de sargaço e nem dá vontade de ficar na água. O chato desse dia foi que durante o snorkelling a nossa câmera a prova dágua (uma Olympus que muito nos serviu) parou de funcionar. Depois vimos que entrou água, apesar  de estar vedada corretamente. Nem reclamamos. Temos ela por muitos anos, foram muitas fotos lindas, muita água salgada. Ela foi muito boa mesmo, enquanto durou. Então sabia que não teria fotos aquáticas dessa viagem!

      Dia 7: Primeiramente fomos para o Grand Cenote. O mais lindo de todos, vale os 180 pesos pagos para entrar. Tem parte aberta e tem caverna. Tem um túneo que você passa de um lado para o outro por dentro da caverna e não precisar mergulhar. Muito 10. Depois desse, nem quisemos mais conhecer o famoso Cenote dos Ojos. O Grand Cenote, para nós, foi super completo. Depois seguimos para a Laguna Kaan Luum. Um espetáculo da natureza. Ela é rasa porém no meio dela tem um cenote, que é de acesso proibido. O fundo da lagoa é de argila então a água é super azul. Custou 50 pesos para entrar. Não estava vazia como eu esperava. O povo vai para passar o dia, levam lanche e ficam lá. Passeio que super recomendo. De lá seguimos para Bacalar. Duas horas de estrada. Chegando em Bacalar, fomos almoçar no restaurante La Playta, que eu namorei bastante no face. Preço justo, comida ótima, pier com acesso para a lagoa. Imagens maravilhosas. O sol estava forte então a vista para a lagoa estava perfeita. Depois de comermos (gastamos 200 pesos por pessoa, uma bebida e um hambúrguer de camarão que vem acompanhado de fritas) pagamos a conta e fomos para o pier do restaurante nadar. O restaurante em sí é uma graça. O lugar é feito para você comer e ficar lá descansando, sem pressa nenhuma de ir embora. E assim fizemos. Depois fomos conhecer o forte e se hospedar. 
      Gente! Em Bacalar comemos Marquesitas, é tipo crepe. Mas é bom demais. Eles vendem em barraca, tipo barraca de hot dog, na rua. Não deixem de comer!!!

      Dia 8: Fomos procurar pelo passeio de barco pela lagoa. O preço é tabelado, 250 pesos por pessoa. Eles vendem em frente aos restaurante na lagoa. Passeio lindo lindo. Depois do passeio procuramos pelas Marquesitas, mas não encontramos.  Só vendem do final da tarde pela noite. Partimos rumo Cozumel. Atravessamos com o carro pelo ferry Boat Transcaribe, em Cálica (pertinho do Xcaret). Custou 500 pelo carro com todos os ocupantes.
       
      Dia 9: O dia começou com chatiação! Ficamos hospedados na Vila Flores em Cozumel. A estrutura do lugar é boa mas não tem estacionamento. Deixamos o carro na rua e amanheceu maldosamente  riscado. Com um prego ou algo do tipo, riscaram a porta do motorista. Fizeram 9 riscos profundos. Partimos para a Playa Palancar. A forma mais barata de você conhecer El Cielo (o principal atrativo de Cozumel). Na playa Palancar, ao lado do restaurante tem um quiosque que vende o passeio para El cielo e o arrecife Columbia, por 35 dólares por pessoa. Chegamos tinha acabado de partir um barco. O próximo  horário seria às 13:00h. Fomos passear, dar a volta na ilha - Nada de interessante para mim. Voltamos em Palancar às 12:40h mas ainda não tinha completado o mínimo de 6 pessoas para o barco sair. Quando o povo começou a chegar, caiu uma chuva torrencial. Brochei!!! Voltamos para o ferry para sair da ilha (mais 500 pesos). Definitivamente estávamos com azar em Cozumel. Para quem pretende ir, recomendo NÂO pernoitar em Cozumel. Pegue o ferry de passageiros logo cedo e alugue uma motinho - ou melhor, pois a volta a ilha não tem nada demais, compre o passeio assim que descer do barco. Tem o básico por 50 dólares ou um mais completo, que é all inclusive e para na playa Mia, por 70 dólares.

      Dia 10: Voltamos para Cancún. Agora iríamos curtir a zona hoteleira. Alugamos um apartamento no Booking por 3 dias. Chama-se "Departamento como en casa". Muito show. Tem tudo, é um apartamento montadinho, ar condicionado nos dois quartos e na sala, internet super boa, tv a cabo com muitos canais. O ônibus para a zona hoteleira passa em frente (R2-10) e na volta te deixa na porta do apartamento. A diária nos custou R$160,00 reais, uma pexincha por tudo que ofereceu e pela simpatia do proprietário. Tem piscina. Um taxi até a zona hoteleira por 100 a 120 pesos.

      Dia 11: Fomos conhecer o shopping La Isla. Coisas bonitas mas mais caro. É o tipo "pega turista". De lá fomos ao Mercado 28. Outro "pega turista". Eu sabia que o mercado 28 não é bom para compras, mas fomos conhecer.  E de fato. Meu esposo comprou uma camiseta da Seleção do México em Tulum por 170 pesos. Uma igualzinha, no mercado 28 estava 500 pesos (tudo falsa, claro! Porém bem feitas. Uma original estava 1.600 pesos). O vendedor baixou até 300. Meu esposo riu e fomos embora. De lá fomos ao Walmart. Um monte de gente comprando lembranças de Cancún no mercado. Por incrível que pareça, mais barato. Então os melhores lugares para lembrancinhas são: Chichén Itzá (lá dentro vc pode negociar e chegar a bons preços) e no Walmart. Dia de devolver o carro.... os riscos nos custaram R$ 380 reais.

      Dia 12: Playa Caracol. Ficamos curtindo a praia. Estava um sol bacana. Fui andando até o farol para tirar fotos. Os hotéis não podem te barrar, mas você tem que ir beirando a praia, não pode usar a estrutura deles. Em frente ao Hyatt Ziva, o segurança me abordou, perguntou onde eu ia. Disse que ia ao farol. Ele disse para eu ir beirando a praia e pediu para coletar uma foto no tablet. Segui em frente numa boa. 

      Dia 13: Choveu e ficamos de boa descansando pois o corpo pedia uma parada. A Noite fomos na Plaza de las Americas. Tem um shopping - Las Americas Cancun, se não me engano. Fomos de taxi e pagamos 40 pesos. Para voltar a mesma coisa.

      Dia 14: Fomos nos hospedar no Cancun Clipper Club. A 5 minutos a pé para a Playa Gaviotas. Não tinha datas suficientes para o apartamento, portanto tivemos que sair e resolvemos ficar pertinho da praia. Pagamos R$ 286 por dia para 3 adultos e uma criança. Devido à proximidade de tudo, da piscina e da comodidade, achei válido. A internet não vai ao quarto. Tem que ficar no Hall. O Chedraui que tem na esquina da pousada, tem comida no segundo andar.  Choveu de manhã mas a tarde o sol chegou forte. Ficamos na Playa Gaviotas curtindo até quase o sol se pôr.

      Dia 15: Fomos para a praia mas tinha muito sargaço. Voltamos para o Clipper Club e ficamos na piscina. De tarde, fomos comprar mais lembrancinhas no Chedraui. Minha mãe comprou algumas coisas nas lojinhas, mas tem que ter paciência para ficar negociando. Dia de fazer as malas. Tivemos que comprar uma para trazer as coisas que compramos. Praticamente tudo mais barato que o Brasil.  Pagamos R$ 200 reais em uma grandona, no shopping Das Americas. Na loja Del Sol. Foi um achado.  Neste dia, o aplicativo mostrou uma compra que eu não havia feito! Por sorte, foi 0,12 centavos da TelCel... sei lá como arrumaram o número do meu cartão. Na dúvida, e depois de muito custo consegui cancelar. Tive que ligar para o número 018001230 e pedir para fazerem a ligação numero 11 2197-4005. Assim consegui falar com o Santander e bloquear o cartão.
      A volta foi bem tranquila. As bagagens que despachamos chegaram...uffaaaa!
      Se planejada, a viagem não sai cara. Em comparação com Fernando de Noronha, duas semanas em Cancun saiu 2.500, 00 a mais que uma semana em Noronha. 
      Não nos interessou fazer os parques X (xcaret, xplor, xel há) pois o que tem lá, nós vimos tudo de forma natural. De todo o roteiro planejado, não consegui fazer El Cielo por conta da chuva e Isla Mulheres pois dia 13 choveu e dia 15 a praia estava cheia de sargaço, então não deu vontade de atravessar pois imaginamos que a Playa Norte tb deveria estar com sargaço. Mas o custo da travessia é U$ 19 dólares ida e volta por pessoa.
      Nosso gasto, tirando as passagens aéreas, foi em média de 450 reais por dia, incluindo TUDO (alimentação, hospedagens, lembrancinhas, aluguel do carro, gasolina).
      Ainda voltamos com 1000 pesos e 200  dólares.

       




















    • Por Nicollas Rangel
      Sempre quis sair da bolha e explorar um mundo que ia além da minha janela. Assim, embarquei em rumo à uma aventura com a mochila nas costas e fui vagar por um país vizinho, afim de me deliciar com o que a vida prepara pra gente.

      Enquanto me planejava, era questionado diversas vezes do porquê de ir à Bolivia; porque não para outro país “melhor”; o que fazer num país que não havia nada ou até mesmo se não havia outro país mais bacana mesmo com a moeda mais desvalorizadaem relação à nossa. Hoje vejo com mais clareza o preconceito e o estereótipo que ronda sobre a Bolívia, porém, no fundo, nada disso me importava.

      Sem nada reservado nem comprado com antecedência, adquiri a passagem aodesconhecido. Então, o sentimento de liberdade descomunal reinou.

      É libertador sentar ao lado de pessoas que nunca se tenha visto e as ver te ajudar com todo amor e disposição, cuidar de você como se fosse da família e escutar sobre suas histórias, seus romances, suas dificuldades, suas dores e – principalmente – seus sonhos. Entender sua história e sobretudo, deixar as ignorâncias e preconceitos de lado com essas experiências, mostra como, independente do canto do mundo, todo ser humano é igual. Sempre há um trauma, uma dor, uma necessidade de ser amado e de buscar a felicidade, da maneira que te faz bem.

      Ver o humano que existe dentro de cada uma destas pessoas, me fez ter a noção exata do espaço que eu ocupo neste vasto mundo e perceber o que é necessário carregar no peito e o que se deve deixar pra lá. Olhar pra dentro das pessoas é aprender ao mesmo tempo, sobre o outro e sobre si mesmo.

      A Bolívia é o país mais pobre da América do Sul e já seria evidente pelos perrengues e principalmente pelos aprendizados. A singeleza estampada no rosto das pessoas, nas roupas e no modo de viver é um choque de realidade absurdo e o aspecto que torna esse país rico é sem duvidas, a simplicidade com que se leva a vida.

      As barracas de pano, as tendas de sanduiche no meio das ruas, a infraestrutura básica, pessoas comendo sentadas na calçada, os ônibus velhos sem cinto de segurança, os táxis e micros – que se parecem teletransportados dos anos 60 – caindo aos pedaços ou os rostos queimados devido às altitudes elevadas e à falta de condições para comprar protetor solar. Percebi como nesse país se leva as coisas da maneira que se pode levar, sem status exacerbados ou superficialidades desnecessárias; simplesmente de uma forma singela de garantir o básico da vida: a felicidade e o bem estar.

      Uma das sensações que mais me atinge quando bate a saudade desse país e gente que amo, é a insignificância e o anonimato. No nosso microcosmo cotidiano, nos afogamos num pires com frequência. Nos sentimos perseguidos por coisas que, muitas vezes, não possuem sentido ou sem nem
      saber o que realmente nos persegue. Viajar sozinho para outro país, com um idioma que eu não dominava, uma cultura
      completamente oposta e um preparo – quase nulo – de mochileiro de primeira viagem, me fez enxergar melhor esses incômodos e me proporcionou a autopercepção de ser só mais um cara vagando por aí, buscando ser feliz e realizar os sonhos do coração, como todos os outros 7 bilhões.

      Caminhar sem rumo no meio de um deserto onde só se vê vulcões de um lado e mais paisagens surreais do outro; absorver a beleza do céu refletido no Salar; perambular sem destino pelas vielas de Sucre e nas ruas de La Paz; interiorizar o silêncio das montanhas ou a laucura das buzinas desenfreadas de Santa Cruz, além de ficar em uma rodoviária com 27 pessoas por metro quadrado; tudo isso me trouxe uma noção exata do espaço que eu – e meus problemas diários – ocupam nesse mundão: basicamente zero. Nada melhor.

      Essa passagem pela Bolívia me conectou com a essência que se via aprisionada pela padronização de ideias e costumes. Essência essa de viver apenas com o que é essencial, sem se importar tanto com que pensam sobre nós, sabendo que a sua vida é apenas sua.

      A não carregar julgamentos, preconceitos ou ignorâncias nas costas, e entender que todos somos seres humanos buscando as mesmas coisas em todos os lugares do mundo.

      A ser mais simples, porque existem pessoas que nem isso possuem; e tentar levar a vida de uma forma mais leve e simplificada, procurando sempre a melhor versão de mim e ter empatia pelo próximo: pessoas como nós.
      E enxergar que o que há de mais precioso no mundo, é o que existe no coração de cada um.

      Ali eu soube como queria viajar e de que maneira caminhar. A Bolívia foi o começo
      de tudo.
      - se alguém quiser coloco detalhes de roteiro, custos ou dicas















    • Por Denisedella
      Sou do sexo feminino e tenho 50 anos, resolvi ir à Itália, mas não queria ir com excursão, entrei várias vezes aqui nesse site e outros, fiz várias pesquisas de hospedarias e planejei meu roteiro....queria conhecer a Itália inteira. Me dei um prazo para encontrar uma companhia, foi até dezembro de 2009 porque meu projeto era para abril ou maio de 2010.
      Embarcamos dia 26/abril e chegamos dia 27na hora do almoço em Roma, ficamos (04 noites)
      hospedagem: Orsa Maggiore Roma, Via S.Francesco di Sales, nº 01 – com café da manhã – 52, 00 euros por noite
      28/abril – Coliseu – Museu Capitolino – Pathernon – Piazza Navona – Fontana de Trevi
      29 /abril – Vaticano – Basílica de S.Pedro
      30/abril – Via Apia e Catacumbas
      01/maio – manhã trem para Nápoles - Hotel Casanova - Via Venezia n°2 Corso Garibaldi n°333 – 45 euros o quarto com banheiro e duas camas, café da manhã incluido e portaria 24 hs.
      dia 02/maio de manhã pegamos o trem e fomos a Pompéia e Ercolano
      dia 03 Costa Amalfitana e/ou Ilha de Capri ( de barco )
       
      dia 04 de manhã fomos a Sorrento e por volta de 16 horas pegamos o trem a Bari
      Cosy Rox - Via Imbriani, 91 (Residencial) - 44,50 euros o quarto com banheiro e 2 camas, sem café da manhã, que não recomendo, porque o check inn é até as 17 horas em outro endereço, no nosso caso chegamos a Bari por volta de 23 horas, pedimos ajuda ao taxista que foi muito gentil e ligou, conversou com o gerente e finalmente veio nos atender.
      dia 05 pegamos o trem e visitamos Monopóli e Alberobello
      dia 06 pela manhã pegamos o trem em Bari com destino a Ancona
      Casa per Ferie Colle Sereno Via IV Novembre 78 Montemarciano (AN) – 50 euros O QUARTO COM 2 CAMAS E BANHEIRO, café da manhã incluido.
      dia 07 de manhã rumo à Perugia
      Albergo Anna - via dei Priori 48 – 70 euros quarto com 2 camas, café da manhã incluido, localizado no centro histórico de Perugia.
      dia 08 manhã fomos a Assis
      dia 09 pela manhã fomos à Arezzo
      Residence Le Corniole - Viale Michelangelo, 142 – 70 euros quarto com banheiro e duas camas, café da manhã, localizado no centro de Arezzo.
      dia 10 de manhã fomos a Cortona, e a tarde seguimos para Firenze
      Aramis - Via Nazionale 22 – 44,00 euros, quarto com banheiro, 2 camas, localização central de florença, também não recomendo, a gerente uma grossa e pilantra...não recomendo.
      dia 11 de manhã fomos a Pisa e a tarde à Lucca
      dia 12 de manhã fomos a S.Germiniano e a tarde a Sienna, final de tarde visitamos uma vinicola
      dia 13 ficamos andando por Firenze
      dia 14 de manhã seguimos a Bologna - Hotel Due Torri - Via Degli Usberti, 4 – 120 euros o quarto com banheiro e 2 camas , localizado no centro historico, fizemos passeio local
      dia 15 de manhã vamos a Verona - B&B Rigoletto - Via Amatore Sciesa, 9 – 50 euros por quarto c/ duas camas, localização centro histórico.
      dia 16 fomos à Veneza, passamos o dia.
      dia 17 fomos a Vicenza e Pádova
      dia 18 fomos ao Lago de Garda, na cidade Malcesine, fica bem no norte do Lago, tem um teleférico que nos leva ao alto dos Alpes, muita neve.
      dia 19 fomos a Bolzano e Trento.
      dia 20 de manhã seguimos para Genova Hotel Assarotti - Via Assarotti 40c – 75 euros o quarto com banheiro e 2 camas, café da manhã, localização central da cidade
      dia 21 fomos a Cinqueterre o dia inteiro
      dia 22 ficamos em Genova
      dia 23 fomos a Sta.Margherita e Portofino
      dia 24 de manhã seguimos para Milão
      Eurohotel - Via Sirtori, 24 - 70 euros quarto com 2 camas, banheiro, café da manhã, localidade central.
      dias 25 conhecemos Milão
      dia 26 voo às 07hs retorno a São Paulo
    • Por Breno Pessoa
      Tocam os sinos quando subimos a torre. Estamos no alto e apesar de já pisar solos veroneses há 2 dias, é a primeira vez que meus olhos se dão conta da sua magnitude. Difícil não entender o porquê Shakespeare se apaixonou por Verona e nos deu Romeu e Julieta, para nos transformar em românticos anônimos, perdidos pelo mundo.
       
      A Torre de Lamberti fica no centro da área turísitica e por já passar das 7 horas, embora o Sol insista em não se pôr, nos vemos apenas na companhia de dois alemães. Trocamos a gentileza de tirar fotos uns dos outros, me escapole un Danke Scheon, e logo ganhamos de novo as ruas. A memória do tocar dos sinos continuam a agredir os meu ouvidos, mas a beleza da cidade faz os meus olhos sorrirem.
       
      Uma cidade cercada, que teve muralhas levantadas na época da grande guerra e que conserva a sua história em cada detalhe. Encanta-me saber que a Ponte Pietra, destruída pelos alemães durante a guerra, teve os seus materiais originais resgatados do fundo do rio para ser reconstruída em 1957. Quem me conta isso é um senhor italiano, que apesar de saber que não falo a sua língua, insiste em contar-me sobre a cidade.
       
      O italiano é fácil de entender. Porém, é como um conversa sem volta. Troco para o espanhol e pronucio tudo de forma mais lenta e de repente há um papo meio esquisito entre duas pessoas que devem soar insanas para outros, mas nos entendemos e aprendo a usar este idioma na Itália e engaveto o inglês.
       
      Seguimos até a casa de Julieta. Há inúmeras cartas na parede, dos dois lados. O que pedem os apaixonados? Resisto a ler as cartas, tiramos fotos distantes, e sorrimos. Vemos a sacada, a estátua de Julieta e não resisto a tocar um dos seus seios. Dizem que este ato nos traz sorte. Do lado de dentro da casa, as minhas indagações floreiam. Há um escrito que diz que a casa é tida como a casa de Julieta Capuleto. Será real?
       
      Nos arredores, fica a casa de Romeu, que é propriedade privada. Nos limitamos a observá-la de fora e caminhamos para a tumba de Julieta, num belo casarão, decorado com esculturas e quadros. Hoje, requinto de cerimônias de casamentos. O ápice do romantismo, não?
       
      Há um poço repleto de moedas, para fazer pedidos. Pegamos as menores e a deixamos cair. Não falamos sobre os desejos, mas corremos para o hotel e nos vemos de repente prontos para a Ópera.
       
      É a nossa primeira vez. Na Europa, em julho, o Sol banha as cidades até quase as 10 horas da noite. O ar da Arena é quente e as pedras que a compõem, guardam o calor dos dias. Construída antes do Coliseu, é o cenário perfeito para a nossa estréia.
       
      Escolhemos a Ópera mais clássica, Aida, escrita há quase 200 anos e encenada na Arena há quase cem. Os meus olhos e ouvidos se encantam, por fim, em conjunto e deixo as indagações de lado, e assisto a um espetáculo sem igual. Porém, estamos muito cansados para os seus quatro atos e o calor nos faz querer dormir.
       
      O cair da noite torna a Arena um palco ainda mais espetacular e ao final caminhamos leves pelas ruas quase desertas de Verona, para que outro dia possa de novo ter fim.
       
      Breno Pessoa mora em Londres, trabalha como produtor de conteúdo para uma empresa de intercâmbio, e adora viajar.
       
       

      Verona do alto

      A Arena pouco antes do espetáculo

      Amiga fazendo um pedido
    • Por Ettiene
      Pessoal com idéia de retribuir todas as ajudas que recebi desse blog em minhas viagens vou descrever como foi nossa MARAVILHOSA viagem pra Roma de 18 a 22 de novembro de 2010.
       
      Chegamos em Roma no aeroporto de Ciampino, pegamos um ônibus que leva à estação Termini (a maior de metrô e trem), esses ônibus existem aos montes, pois o aeroporto é pequeno e distante do centro, e parece que não existem ônibus municipais por alí. Custou 4,00 por pessoa.
      Bom, chegamos com chuva, conforme a previsão do tempo que era de chuva pra toda nossa estadia na cidade!
      O hotel (Hotel Colors) foi uma ótima surpresa, com preço de hostel (60 euros/dia pro casal), era muito limpo, tudo novinho, quarto bonito, com TV e água mineral a vontade...além de um bom café da manhã incluído na diária (obrigada pela dica Andressa). Fica muito perto do Vaticano, desce na estação Otaviano.
      Largamos as coisas e fomos em busca de comida, já eram 20h.
      Encontramos uma Cantina bem típica, onde comemos a melhor pizza de nossa viagem, com uma jarra de vinho da casa...comparado com a França a preço de banana...!Depois da janta caminhamos até a Basílica de São Pedro, chovia fraco, e a visão da basílica com aquelas fontes iluminadas no silêncio da noite é de emocionar até os não católicos (como eu), foi emocionante mesmo, muita grandiosidade e beleza...e pensar em tudo que já aconteceu alí, pro bem e pro mal...o lugar tem seu "peso".
      Sexta acordamos cedo e partimos pro Foro Romano, Coliseu, Monumento a Vittorio Emanuele, Pantheon, Fontana di Trevi (meu lugar preferido junto com a Basílica de São Pedro) Piazza di Spagna e ufa...hotel!Foram 11h caminhando, porque entramos no Coliseu e no Foro Romano.DICA: comprar os ingressos no Foro romano, lá a fila é bem pequena e dá direito ao Coliseu tb.No Coliseu, pra fazer a rota ao contrário tem uma fila de horas...as pessoas enxergam o Coliseu e vão direto, sem olhar em volta!
      Sábado tinhamos entradas já compradas pela internet pro Museu do Vaticano, as 09h (isso nos fez evitar uma fila de 3 quadras). O Museu é lindo, antiguidades de 3 mil anos atrás, pinturas nos tetos e nas paredes de cair o queixo...e a Capela Sistina (não pode fotografar) que é lindíssima, mas a semi escuridão não permite ver tão bem as pinturas...
      De lá fomos pra fila pra entrar na Basílica de São Pedro, é de graça, mas a fila é tão grande quanto a do museu e do Coliseu, mas anda mais rápido. Ainda bem porque chovia o mundo!!!!
      A Capela é tão grandiosa que tu fica quinem uma formiguinha no meio daquelas obras de arte imensas...vale a pena!Vimos a Pietá de Michelangelo, é linda mesmo!
      Saimos da Capela com céu azul (foi sempre assim, chove/sol, sol/chove) e fomos ao Castel Sant Angelo (uma fortaleza dos papas construída no século II sobre os restos do mausoléo do imperador Adriano).Decidimos não pagar os 8 euros para entrar, pois já tinhamos ido a muitos museus.
      De lá pra Piazza Navona, uma das muitas praças de Roma, que na verdade são alargamentos das ruas com estátuas e fontes no meio, cercadas por restaurantes e lojas.Ainda percorremos toda a Via Veneto, com muitas lojas e restaurantes chiques. Comemos um tremezino com vinho (eu) e cerveja (Dani) e finalmente...hotel!
      Domingo era o dia de ir à Ercolano, mas a possibilidade de chuva e as 6 horas que iamos passar viajando ao todo nos desanimaram, também já estavamos cansados de museus...
      Fomos então ao Mercati de Porta Portense, um mercado de pulgas enorme, no bairro de Trastevere. Compramos quinquilharias e lembracinhas!Funciona todo domingo das 08-14h e é lotado de turistas.Olhem bem a carteira
      De lá pro Campo di Fiori e pro Pantheon novamente, pq quando fomos a primeira vez estava tão lotado que não pegamos a moral do lugar direito e pra Fontana do Trevi dar tchau pra ela tomando um sorvetinho (clássico).
      Um risoto e uma pizza num restaurante perto do Vaticano, e mais uma visita a Praça São Pedro à noite deram nosso até mais à Roma (não foi um adeus pq jogamos a moedinha na Fontana di Trevi)!!!
      Que bom que todos os caminhos levam à Roma!!!!!!!!!!!
×