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Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono

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Período: 24 a 26/10/2009

Cidades: Paraty - Vila de Trindade

A Vila de Trindade pertence à cidade de Paraty, porém enquanto o centro histórico preserva a arquitetura de época e fica devendo em matéria de praia, a pequena vila, embora com menos infra-estrutura, esbanja em natureza e praias lindas. Ficou conhecida como reduto e símbolo dos hippies e depois como destino dos aventureiros que ousavam percorrer a terrível estrada de terra, para acampar nas belas praias. A estrada era tão terrível que um morro foi nomeado como Deus Me Livre, tal era a dificuldade de passar por esse trecho, especialmente em épocas chuvosas. Atualmente a estrada asfaltada permite o acesso a pessoas não tão aventureiras e as casas dos pescadores viraram pousadas e bares simples, bem como mercearias, lojinhas e restaurantes foram abertos, aumentando a infra-estrutura do local. As praias são belíssimas e as trilhas ótimas para cansar o corpo, mas descansar a mente e encher os olhos.

 

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem.

 

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

 

A cidade

A Vila de Trindade, pertencente à cidade de Paraty, fica situada na região conhecida como Costa Verde, no Rio de Janeiro. A cidade faz limite com as cidades de Angra dos Rei, Cunha e Ubatuba. Possui cerca de 33mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 928 Km². Apresenta clima tropical com temperatura média de 24 ºC.

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Paraty está localizada a cerca de 245Km da capital Rio de Janeiro e a 330Km da cidade de São Paulo. O principal acesso é pela Rod. Rio-Santos (BR-101), que liga Paraty a Ubatuba a oeste e à Angra dos Reis a leste. No sentido SP-RJ, após 7Km da divisa estadual, chega-se ao trevo do Bairro do Patrimônio. Deve-se pegar à direita a subida de acesso para Trindade, seguindo a sinalização. Mais a frente, há uma bifurcação: à direita para Trindade e à esquerda para Laranjeiras.

 

* Rodoviária, Rua Jango Pádua, s/n, 3371-1224. Do centro de Paraty, é possível pegar um circular para a Vila de Trindade

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O verão atrai turistas do país e do exterior. Ano Novo, Carnaval e feriados prolongados enchem a pequena vila.

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Trindade:

• Há barqueiros oferecendo passeios que saem da P. dos Ranchos ou da P. do Meio com destino à P. e Piscina do Cachadaço, mas eu não experimentei, fui de trilha mesmo

• Mirante, no meio do caminho, na Rio-Santos, ainda em Ubatuba, perto da P. do Félix, logo após o Posto da Polícia Rodoviária. É apenas um mirante, mas é legal para tirar fotos

• P. dos Ranchos, mais movimentada da vila, tem várias pousadas, campings e barzinhos à beira da praia. Saída de barcos p/ a piscina natural do Cachadaço

• P. de Fora, continuação da Praia dos Ranchos, o número de construções a beira da praia vai diminuindo em direção à P. do Cepilho

• P. do Cepilho: tem acesso por carro, estacione perto do rio que corta a estrada, mas acho que vale mais a pena deixar carro no estacionamento da Vila, na P. dos Ranchos, e seguir a pé, caminhando pelas praias, não é longe e o visual é muito bonito. É bem bonita, com todas aquelas pedras. Tem barzinho na beira da praia. Conhecida como praia de surfistas. Nas marés baixas, a praia do Cepilho se junta com a praia de Fora

• P. do Meio: não sei se tem outro caminho, mas peguei a trilha que se inicia no final da R. da Cachoeira. Seguir até o final da rua e pegar o acesso à esquerda, bem estreito, entre algumas casas. Tem placa indicando que você está no Parque Estadual da Serra da Bocaina. Depois de duas pontes de madeira, tem placa indicando cachoeiras à direita, P. do Meio à esquerda. A trilha é curta e fácil, aliás, trilha é modo de dizer, pois são apenas 3min de caminhada leve. Tem barzinhos na beira da praia e barqueiros para te levar para o Cachadaço. É pequena e bonita, mas tem muita gente e muita construção para o meu gosto. Pequenos barcos a motor transportam turistas até à Piscina do Cachadaço. Algumas pessoas chamam a metade direita dessa praia de Codó. Existe bela formação rochosa, que de seu alto, permite avistar as outras praias e o mar aberto

• P. do Cachadaço: Acesso por trilha ou barco. Trilha inicia no fim da P. do Meio. Existem 2 opções: pela costeira ou pelo morro do Fiscal, que é aconselhável quando o mar estiver agitado ou por falta de experiência em andar em pedras. Fui de trilha, basta seguir até o final da P. do Meio. Há placa indicando o início da trilha e dando informações. A trilha é curta, 400m e cerca de 10min de caminhada, mas é um pouco íngreme e exige cuidado para não tropeçar em pedras e raízes de árvores, uma vez que o chão é irregular. Tinha chovido na semana anterior, então estava com um pouco de lama e escorregadia, mas deu para ir de chinelo mesmo. A praia é bonita e um pouco mais sossegada. Não lembro se tinha alguma construção, mas disseram que há alguns campings e moradores sem energia elétrica. Não possui restaurantes nem quiosques ou barzinhos. Vi informações de cachoeiras e outras trilhas, mas não fui. Disseram que não é permitida a entrada na cachoeira do Cachadaço, pois é área particular. Por um dos campings chega-se à linda cachoeira Galeta escondida na mata. Na trilha do Cachadaço, logo após o bar do Cachadaço que fica no meio da montanha próximo ao mirante depois da bica, existe uma bifurcação; a esquerda você vai p/ a piscina e a direita p/ uma caverna. Depois de andar um bom pedaço, você chega em uma caverna que a tempos atrás era usada como casa de farinha. Se você não entrar na caverna e seguir em frente você vai sair num terreno onde morava uma família que foi expulsa pela companhia. A casa não existe mais, mas no terreno ainda tem alguns pés de frutas (goiaba, pitanga, amora, limão). Se você não entrar na caverna e virar a direita você vai sair no Cachadaço na parte de trás, p/ ir até a piscina tem que nadar um pedacinho

• Piscina do Cachadaço: a trilha se inicia no final da P. do Cachadaço. A trilha é um pouco mais longa, 700m, cerca de 20min de caminhada, um pouco mais íngreme e tinha mais lama. Não teve jeito, foi necessário arrancar o chinelo, amassar barro e tomar muito cuidado para não escorregar e cair sentado naquela lama toda. Chegamos à piscina e o primeiro visual foi de água meio turva, por causa da lama da trilha, mas era só na beirada, mais para dentro estava bem limpa e dava para ver até os peixinhos. As pedras enormes eram muito bonitas. Barqueiros no local oferecem para te levar de volta para a P. do Meio ou dos Ranchos. Foi tentador, depois de tanta lama, mas voltamos de trilha mesmo. Do Cachadaço tem vista do Pico do Cairuçu, com 1070 m. Guias locais podem levar turistas até o pico, saindo de Ponta Negra, por trilhas bem fechadas num passeio de 2 dias. Do Cachadaço é possível se ver a P. da Figueira ou dos Pelados. Pode-se chegar a ela a nado, por uma descida a partir da trilha ou também por barco. Melhor horário é ir pela manhã. O mais estranho é ver surgido do nada, um barzinho no meio do mato, no final da trilha, um pouco antes de chegar à Piscina

• Trilha das Cachoeiras: Seguir até o final da R. da Cachoeira e pegar o acesso à esquerda, bem estreito, entre algumas casas. Tem placa indicando que você está no Parque Estadual da Serra da Bocaina. Depois de duas pontes de madeira, tem placa indicando cachoeiras à direita, P. do Meio à esquerda. A trilha é estreita e o mato está invadindo a trilha em alguns trechos, mas é bem demarcada, pois a terra está batida no meio da vegetação densa. A primeira placa indica o Chuveiro. Dizem que é uma “hidromassagem natural”, mas não testei. Continuando, a trilha se bifurca em duas, à esquerda uma trilha sobe e à direita a outra trilha segue margeando o rio. Subindo tem-se belo visual da Vila de Trindade e suas praias. Nesse trecho a trilha era bem fechada, com mato roçando dos dois lados e tinha aquele capim, de folhas compridas e finas, parecido com erva cidreira e que corta. Calça comprida e blusa de mangas longas seriam mais confortáveis nesse trecho. Lá em cima a trilha continua, mas não sei onde vai dar. Parece que ela desce em direção ao rio, mas é muito íngreme. Voltando e continuando pela trilha que beira o rio, mais amena, passamos por um lugar que talvez seja a Cachoeira do Escorrega, mas não tenho certeza, pois não estava sinalizado. Também não encontrei a Cachoeira Duas Paredes, que fica nesse trecho. Disseram que as cachoeiras desse rio não têm queda grande, são mais corredeiras. Continuando, chegamos ao Poço Fundo e à Pedra que Engole, sinalizados por placa. Primeiro você vê o Poço Fundo. Vi um pessoal em cima das pedras e fui perguntar, já que eu não sabia qual era a Pedra que Engole. Atravessando o rio, do outro lado dá para subir pelas pedras, que não escorregavam. Então o moço indicou para mim qual era a Pedra que Engole. De um lado tem um pequeno vão entre pedras, por onde a pessoa entra e some por debaixo de uma grande pedra, reaparecendo do outro lado. Desse lado, abaixando dá para ver o vão debaixo da pedra. É interessante. Não sei se na época de cheia dá para ver esse vão ou se ele fica cheio de água

 

Outras opções:

• P. Brava: acesso por trilha de 30min, que se inicia na descida da estrada p/ Trindade, início da trilha à esquerda (não sinalizado). Descendo a trilha p/ praia tem uma hora que aparece uma bifurcação, p/ esquerda é a cachoeira e p/ direita a praia

• P. da Figueira ou dos Pelados: Prática de naturismo. Acesso por trilha, um pouco difícil, tem de descer por um declive bem acentuado. Ela fica pouco antes de se chegar à Piscina Natural do Cachadaço. É muito pequena e um pouco escondida, com muita sombra

• Cabeça do Índio, a trilha é a mesma que vai p/ o Cachadaço só que ao invés de descer o barranco escorregadio, você sai à direita, cerca de 40 min. A trilha é meio fechada e os nativos costumam desencorajar! Lá de cima avista-se todas as praias e a Vila de Trindade

 

A partir de Laranjeiras:

• P. do Sono: acesso fácil de carro até Laranjeiras. No sentido SP-RJ, 7Km após a divisa, tem-se o trevo do Patrimônio, pegar saída à direita. Depois de um curto trecho tem uma bifurcação, pegar a esquerda para Laranjeiras, pois a outra estrada vai para Trindade. A estrada é bem sinuosa, íngreme e estreita, mas o asfalto está perfeito. Peguei um croqui, num dos sites de Paraty, mas não tem erro. Basta seguir a estrada, tem uma portaria e o rapaz te ensina o caminho se você não souber. Continuando, você verá outra portaria à direita, mas você deve continuar pela esquerda. Depois de pouco menos de 1Km, vire à direita. Logo adiante você será abordado por alguém que te indicará onde estacionar o carro. Parece que há outras opções, alguns moradores fazem do quintal um estacionamento. Tem ônibus também que sai do centro de Paraty e te deixa bem no início da trilha. O início da trilha é uma subida bem íngreme, mas é uma espécie de estrada, é larga e boa para andar. Somente no trecho final que é uma trilha propriamente dita, com muitas pedras, algumas raízes de árvore e exige mais cuidado ao caminhar. Em alguns trechos há escadas para facilitar o acesso. Vimos umas 2 fontes d’água no meio do caminho, acho que são potáveis, mas no mínimo serve para refrescar. Levamos 1h6min para completar a trilha. Cuidado com cobra no meio da trilha, vimos algumas, acho que não eram venenosas, mas melhor não arriscar. A P. do Sono é mais longa, cheia de amendoeiras. Dizem que uma trilha de 20 min que inicia junto à igreja localizada no meio da praia leva a várias piscinas naturais formadas pelo córrego da Jamanta, sendo o Poço do Jacaré uma das melhores piscinas p/ banho. No canto esquerdo da praia deságua o córrego do Sono, também um bom lugar p/ banho de água doce. Tem certa infra-estrutura, campings, casas para alugar, bares e barqueiros para fazer o transporte para Laranjeiras (este inclui transporte de Kombi até o local de estacionamento do carro) ou para Trindade. É possível ir e voltar de barco, para quem não quer fazer a trilha

• P. de Antigos: A trilha é visível mesmo de longe, uma linha alaranjada que corta o morro, mas o início da trilha não fica muito claro, mas depois de atravessar o rio e dar uma olhada dá para ver a trilha no meio das pedras. A trilha é curta, mas bem íngreme. No alto do morro tem-se um belo visual da P. do Sono, mas não dá para ver a P. de Antigos. A praia é pequena, porém muito bonita e deserta, sem nenhuma construção. Muitos vão até Ponta Negra e acampam por lá, para continuar no dia seguinte, dando a volta pelo outro lado. Possui algumas amendoeiras e uma grande pedra no meio da areia. No canto direito há dois córregos

 

Outras opções:

• Praia dos Antiguinhos: Acesso por trilha de 200 m, com início na praia dos Antigos. Depois da P. dos Antigos, saia da trilha principal e pegue a bifurcação à direita. Possui vegetação nativa, um córrego no canto direito e algumas pedras espalhadas pela areia

• Praia de Ponta Negra: Acesso por trilha de 50 min a partir da praia dos Antigos. O córrego do Caju deságua no canto direito da praia. Pequena comunidade de pesca vive no local. Próximo à praia estão a Cachoeira do Saco Grande e os poços do Moisés e das Galhetas. Existem várias trilhas que começam a partir dessa praia: a da Pedra da Jamanta (1098m), a do Pico do Cairuçu (1070m), a da praia do Pouso e a da cachoeira do Saco Bravo

• Trilha P. do Sono a Ponta Negra: caminhada de 2 a 3h, passa por Antigos, Antiguinhos e Galhetas. No final da P. do Sono, no lado leste, vc já vai encontrar a trilha que inicialmente sobe o morro e depois segue sempre próximo do costão, passando pelas P. dos Antigos e Antiguinhos e Galhetas (tem muita pedra e poção junto a essa praia). As melhores cachoeiras estão junto à P. das Galhetas. Tem um rio que deságua nessa praia. Sinalização é desnecessária, pois a trilha é muito usada pelos moradores de Ponta Negra

• P. Martin de Sá: bela cachoeira próxima à praia. O único morador permite a prática de camping em seu terreno. Não há luz, telefone e terá de levar tudo o que for necessário. Na P. do Pouso é possível encontrar pessoas que fazem o serviço de transportar mochilas

• P. do Pouso da Cajaíba: Acesso por barco, na parte da manhã até umas 14h, pois é longe (2,5h de viagem a partir do cais de Paraty ou 40 min a partir de Paraty-Mirim). Procura o barco "Bela da Tarde" (um barco amarelinho). Pequena comunidade de pescadores, alguma infra-estrutura (restaurantes, casas de pescadores p/ alugar, quiosques, campings, igreja, gerador p/ energia elétrica, telefone público). No canto esquerdo da praia há um pequeno lago de água doce. Várias trilhas levam a praias e mirantes. Não deixe de ir à Pedra da Miranda e ao Farol da Joatinga (50 e 120 min de caminhada respectivamente) ambos com vista p/ baía de Paraty e Ilha Grande. Não tem cachoeiras na região segundo informações

• P. Grande de Cajaíba: Acesso por barco (2h) ou por trilha de 30 min a partir da praia do Pouso. Dois córregos e um rio se encontram desaguando no meio da praia, formando um grande lago. Poucas casas de pescadores, camping, não tem telefone. No canto direito da praia, junto a um bar de bambu que abre eventualmente, uma curta trilha leva p/ duas cachoeiras com poços

• Travessia da Ponta da Joatinga: inicia em Laranjeiras, passa por P. do Sono, P. dos Antigos, Antiguinhos, Galhetas, Ponta Negra, Cairuçú, Martim de Sá e Pouso da Cajaiba. A maioria do pessoal faz essa travessia no sentido Pouso-Laranjeiras, seguindo de leste a oeste, pois é mais fácil pegar barco de Paraty p/ Pouso, onde inicia a trilha e depois voltar de ônibus de Laranjeiras p/ Paraty. A trilha segue próximo ao costão e é bem demarcada. Não existe água na trilha salvo em algumas épocas que até rola um fio de água, mas logo no começo e depois que começa a descida tem outro em meio as pedras, por isso é recomendável comprar água em Pouso. Do Pouso a Martim de Sá, o inicio da trilha é um pouco difícil de encontrar, mas é só perguntar aos moradores, a trilha leva o mesmo tempo do barco em média 2h. De Martim de Sá é só seguir rente ao costão pela trilha. Apenas no trecho Cairuçú-Ponta Negra é uma subida bem íngreme, porém a trilha não é difícil encontrar. É só seguir a indicação de uma placa escrita Ponta Negra. No trecho Ponta Negra até o Sono é a parte mais tranquila de toda a travessia

• P. do Pouso da Cajaiba a P. Grande do Cajaíba: 2,5h com algumas dificuldades (morros, sol, barro, pedras, mato, etc). Existe possibilidade de voltar de barco

• P. do Carro: 15 min. de trilha, praia pequeninininha e linda! Trilha fácil, se estiver seca

• P. de Itanema (ou Ipanema, ou ainda Tanema): na mesma trilha, + 30 min. Localizada ao lado da praia do Pouso, possui algumas casas simples e pequeno córrego no meio da praia. Cercada por coqueiros e amendoeiras. No canto direito há um pequeno lago de água doce. Praia vazia, linda, tamanho médio e com banheiro e ducha escondidos no canto final da praia

• P. de Calhaus: na mesma trilha, + 30 min, várias casas de pescadores, areia amarelada e grandes pedras no mar logo em frente à praia. No seu meio, junto a uma escola, há um córrego. Sem maiores atrativos turísticos

• P. de Itaoca: na mesma trilha, + 30 min, em frente à pequena ilha Itaóca, não possui casas, apenas alguns ranchos onde pescadores guardam suas canoas. Praia inclinada, de areia amarelada e águas esverdeadas. Há uma pequena capela no meio da praia

• P. Grande do Cajaíba: + 30 min, a maior em extensão

• Trilha Paraty-Mirim a Saco do Mamanguá: 3h de caminhada. Atrações: o encontro do mangue com a floresta, uma aldeia indígena Guarani, ruínas de fazendas coloniais e a paisagem da Baía da Ilha Grande

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• P. do Marquinhos, R. da Cachoeira, s/n, (24) 3371-5182 / 5150, com café da manhã e ar-condicionado. A Rose e o Marquinhos são muito simpáticos e a pousada tem um ambiente muito bom, muito agradável. Local bom, no final da Vila, perto do início da trilha para a P. do Meio

 

Outras opções:

• P. 4 Estações, (24) 3371-5203 / 8138-7269, com café da manhã e ar-condicionado. Parece bom, mas não tinha vaga quando fui

• P. Maré Mansa, R. da Cachoeira, próx a Embratel, (24) 3371-5165 / 3371-5266, com café da manhã e ar-condicionado

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• Rest. Tia Judith, comida caseira, boa, atendimento muito bom. Demorou um pouco, mas foi por que estava cheio. Local simples, parece que o forte do local são os PFs, eles trazem a carne, a salada, a batata frita e você se serve de arroz, feijão e farinha de mandioca à vontade

• Rest. Loucos e Malucos, à la carte, provamos o PF que é muito bom, comida caseira, boa e o prato bem servido

• Rest. Branca’s, à la carte, provamos o PF. Comida caseira, boa, mas um pouco caro. Local simples, mas com AC e aceita cartão

• Rest. Badalô, à la carte, fomos de peixe que estava muito bom. É um pouco caro, mas o local é agradável e tem uma decoração bonita, não aceita cartão

• Pizzaria Loucos e Malucos, a pizza é boa, mas é um pouco caro

 

Outras opções:

• Rest. Amendoeiras

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Contatos úteis:

 

* Prefeitura Municipal de Paraty, Alameda Princesa Izabel, s/n, Pontal, (24) 3371 - 9900

* Centro de Informações Turísticas, no Portal e na avenida principal, na esquina com o centro histórico

* Posto de informações turísticas, Sede da Associação Cairuçu, no início da estrada para Trindade

 

Links úteis:

 

Trindade

Trindade

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• Acesso: para quem vem de São Paulo, pegue a Rod. Tamoios em São José dos Campos, para quem vem do Rio de Janeiro, pegue a Rod. Oswaldo Cruz em Taubaté. Há planos de asfaltar a Estrada Cunha-Paraty, mas por enquanto continua sendo um caminho bom para jipeiros. É um trecho curto e era possível enfrentá-lo com carro desde que um pouco alto, mas disseram que a estrada piorou muito com as chuvas desse ano. A partir de Caraguatatuba ou Ubatuba, basta seguir pela Rod. Rio-Santos até o trevo do Patrimônio, onde se pega a estrada à direita. Um pouco adiante a estrada se bifurca: à direita vai para Trindade, à esquerda para Laranjeiras

• Rod. Oswaldo Cruz está com bom estado de conservação, mas é apenas uma pista mais acostamento. Em alguns trechos de subida, o acostamento vira faixa adicional. Tem muitas curvas e a faixa é continua a maior parte do percurso, só trechos curtos estão sinalizados para ultrapassagem. Se não quiser tomar multa, não ultrapasse em faixa continua, pois sempre tem guarda em pontos estratégicos para pegar no ato quem se arrisca. O trecho final da serra tem os famosos cotovelos ou curva U. Quem nunca passou por lá e esta acostumado com estradas como a Tamoios, assusta. Nesse trecho é comum o cheiro de freio queimado, pois o pessoal desce freando direto. Evite os horários de pico, pois transito fica lento, uma vez que e difícil ultrapassar e pode se formar um alonga fila atrás de um caminhão e/ou de um carro muito lento

• A Rio-Santos está em bom estado de conservação. Bem sinalizada, há placas indicando os acessos aos bairros, praias e outros pontos turísticos

• A estrada para Trindade bem sinuosa, íngreme e estreita. Aquela descida deve ser o famoso “Morro do Deus me Livre”. Está asfaltada, porém no trecho final há muitos buracos, alguns bem grandes. Na P. do Cepilho, a estrada atravessa um rio com fundo de pedra, mas é tranqüilo para atravessar

• A rua principal e suas poucas transversais são calçadas e em bom estado, mas são estreitas, tem várias lombadas e não é permitido estacionar. Vi 2 estacionamentos na vila

• Existe ônibus circular do centro de Paraty para Trindade. Dessa forma, uma opção é ficar hospedado em Paraty e passar o dia em Trindade

• A Vila de Trindade é bem pequena, simples, com uma rua principal e algumas poucas transversais. A maioria das pousadas e restaurantes são simples, mas é possível encontrar várias opções. Num final de semana comum, estava bem tranqüila e ótima para descansar, relaxar e curtir a natureza

• Tem várias lojas vendendo camisetas e artesanato. Tem uma feira de artesanato no final da vila, perto do ponto final de ônibus. Acho que ela funciona apenas de dia, pois quando passei por lá no final da tarde e à noite não tinha ninguém nas barraquinhas. Provavelmente isso se deve ao fato de que era baixa temporada quando estive lá

• Não tem posto de combustível, banco ou caixa eletrônico. Portanto encha o tanque antes de ir, de preferência em uma cidade antes do litoral, pois preços costumam ser mais salgados à beira da praia. Leve dinheiro trocado. Poucos locais aceitam cartão, a maioria funciona só no dinheiro mesmo e ainda não tem troco

• Tem uma farmácia pequena, alguns mercadinhos e padarias. É bom levar tudo o que você precisar

• Vi bastante pernilongo, mas pouco borrachudo. De qualquer forma, é bom sempre prevenir com repelente

• Para quem gosta de agito, o clima deve ficar bom na época do ano novo, carnaval, feriados e no mês de janeiro

• Se tempo for escasso, chegue bem cedo em Trindade e acredito que dê para conhecer o básico em um dia. Fazer uma caminhada pelas Praias dos Ranchos, de Fora e do Cepilho. Depois pegar a trilhinha para a P. do Meio, de lá seguir para a P. do Cachadaço e Piscina do Cachadaço. Na volta pegar a outra trilha para as cachoeiras. Quem quiser relaxar, pode passar alguns dias na praia sem fazer nada ou pode caminhar e fazer passeios de barcos para as praias vizinhas

• Hospedagem: pousadas são simples, algumas tem apenas ventilador, mas outras têm AC. Algumas não servem café da manhã em baixa temporada, mas vi duas padarias no centro da vila parecem dar conta do recado. Quem quiser hospedagens mais luxuosas pode ficar em Paraty e visitar Trindade durante o dia

• Parece óbvio, mas só me dei conta disso depois de algumas ligações, pousadas na beira da praia são mais caras, na maioria das vezes. Afinal de contas, abrir a janela do quarto e olhar o mar e/ou tomar café da manha numa varanda com a praia à vista tem o seu preço. Se você não faz questão disso, há muitas opções mais em conta na R. das Flores, na R. da Cachoeira e outros locais um pouquinho mais afastados das praias. Porém como a vila é pequena, essas pousadas não ficam longe da praia, basta uma caminhada curta

• Nos sites de Paraty ou específicos de Trindade há uma longa listagem de hospedagem. A maioria tem websites, mas apenas uma minoria tem e-mail e, desses, pouquíssimos respondem. Então para reservar o jeito é gastar interurbano. Num final de semana comum, em baixa temporada, várias pousadas não tinham vaga, pois elas são pequenas, normalmente com poucos quartos. Se não quiser reservar, pode estacionar o carro e descer a R. Principal a pé parando nas pousadas e pesquisando. Tem muitas opções, vi algumas que não me lembro de ter visto nos sites

• Não é permitido estacionar nas ruas da vila, portanto se for de carro é mais cômodo ficar em pousada que tenha estacionamento

• Restaurantes são simples em sua maioria. Na baixa temporada os preços são razoáveis, há alguns mais caros e outros com PFs a preço razoável

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24/10/2009 - Dia ensolarado

Vila de Trindade

 

Saímos de Taubaté por volta das 9h. A Rod. Oswaldo Cruz estava tranqüila, pegamos trânsito um pouco lento a partir da parte da serra até trevo da Rio-Santos. Depois disso foi tranqüilo. A Rio-Santos está bem sinalizada, há placas indicando os acessos aos bairros, praias e outros pontos turísticos. Resolvemos parar no Mirante, perto da P. do Félix, logo após o Posto da Polícia Rodoviária. É apenas um mirante, mas é legal para tirar fotos. A pista está boa, estavam fazendo manutenção, recapeando e pintando as faixas. Ficamos atentos à sinalização para pegar a saída no trevo do Patrimônio. Um pouco adiante a estrada se bifurca: à direita vai para Trindade, à esquerda para Laranjeiras. A estrada é bem sinuosa, bem íngreme e estreita, deve ser o famoso “Morro do Deus me Livre”. Está asfaltada, porém no trecho final há muitos buracos, alguns bem grandes. Na P. do Cepilho, a estrada atravessa um rio com fundo de pedra, mas foi bem tranqüilo. Pouco depois chegamos à Vila de Trindade, passando por várias lombadas. A rua principal e suas poucas transversais são calçadas e em bom estado, mas são estreitas e não é permitido estacionar. Seguimos até o final da vila, para chegar a Pous. do Marquinhos. Deixamos nossa bagagem e fomos para a vila almoçar. Almoçamos no Rest. Branca’s, comida caseira, boa, mas um pouco caro. Local simples, mas com AC. Depois resolvemos caminhar pela praia. Passamos pela P. dos Ranchos, depois pela P. de Fora e fomos até a P. do Cepilho, que em minha opinião é a mais bonita, com aquelas pedras. Voltamos tudo e fomos para a P. do Meio. Pegamos a trilha para a P. do Cachadaço, que é tranqüila, íngreme, porém curta. O único problema é que tinha um pouco de lama, pois tinha chovido nos dias anteriores. Fomos até o final da praia e pegamos a trilha para a Piscina do Cachadaço, que é um pouquinho mais longa, íngreme também e tinha muita lama, o que garantiu vários escorregões. Fui de chinelo até um trecho, depois fui descalça mesmo, amassando barro. Chegando à piscina, a água estava um pouco turva, por conta da lama, mas era só na beirada, mais para dentro estava bem limpa e dava para ver até os peixinhos. As pedras enormes eram muito bonitas. Barqueiros no local oferecem para levar de volta para a P. do Meio ou dos Ranchos. Não vimos nem pernilongos nem borrachudos na trilha. Voltamos pela trilha mesmo e fomos direto para a pousada. Depois de um bom banho, saímos para dar uma volta pela vila e jantar. Jantamos no Rest. Badalô, um pouco caro, mas o peixe estava muito bom. O local tem uma decoração bonita. A vila é bem pequena e simples, dá para percorrê-la todinha a pé. Além dos vários restaurantes e pousadas, há várias lojas de artesanato e lembranças, alguns mercadinhos e uma farmácia. Tinha um pouco de pernilongo no restaurante e ficamos com receio de ter no quarto, até passamos no mercadinho, mas o inseticida estava muito caro e vimos a moça do caixa brigando com alguns clientes por falta de troco, então deixamos de lado. Na pousada, vimos que as telas nas janelas protegeram bem, pois apesar de ter pernilongo nos corredores, o quarto estava sem nenhum. De qualquer forma, resolvi que ia colocar na minha lista de viagem, algum tipo de produto para matar/espantar pernilongos, para ir precavida da próxima vez.

 

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25/10/2009 - Dia nublado

Praia do Sono

 

Acordamos, tomamos café, simples, mas muito bom. Pegamos o carro e rumamos em direção à P. do Sono. Tivemos que voltar um pouco pela estrada de Trindade, até a bifurcação para Laranjeiras. Essa estrada é muito boa, por conta do condomínio luxuoso que tem lá. Passamos pela primeira portaria, onde o rapaz deu instruções de como ir. Chegamos ao ponto inicial da trilha e deixamos o carro numa espécie de pracinha. O Renato, moço que ia tomar conta dos carros, deu dicas de como era a trilha e aproveitei para confirmar se tinha barcos lá para fazer o retorno. Seguimos pela Trilha para a Praia do Sono, que no início é uma subida bem íngreme, mas é uma espécie de estrada, é larga e boa para andar. Se não me engano começaram a abrir a estrada para a P. do Sono com intenção de construir um condomínio lá, mas a obra foi embargada e a estrada abandonada. Somente no trecho final que é uma trilha propriamente dita, com muitas pedras, e algumas raízes de árvore. Em alguns trechos há escadas para facilitar o acesso. Ela estava bem seca e boa para andar, nada de lama e escorregões. Vimos umas 2 cobras tanto na ida, quanto na volta, bem no meio da trilha. Não sei se eram venenosas, mas de qualquer forma vimos as cobras e jogamos um galhinhos de árvore, para espantá-las do nosso caminho. O episódio rendeu um bom susto e muitas risadas. Encontramos com poucas pessoas na trilha. Vimos umas 2 fontes d’água no meio do caminho, acho que são potáveis, mas no mínimo serve para refrescar. Depois de 1h6min, chegamos à P. do Sono, fomos até o final dela, passando pela vila. Tinha um ou outro borrachudo, mas acho que eles apareceram apenas porque o dia estava nublado. Há várias casas, campings, bares e vários barqueiros nos abordaram oferecendo transporte até Laranjeiras, lá uma Kombi levaria até o local de estacionamento do carro. As casas na beira da praia parecem chalés para alugar e não de moradores do local. Há bares oferecendo porções e refeições a um preço razoável, considerando-se a dificuldade de acesso, mas não sei se a qualidade e quantidade da comida são boas. Atravessamos o pequeno rio que há no final da praia e resolvemos ir até a P. de Antigos. De longe dá para ver a trilha que corta o morro, mas o início da trilha não fica muito claro, mas depois de atravessar o rio e dar uma olhada dá para ver a trilha no meio das pedras. A trilha é curta, mas bem íngreme. O visual da P. do Sono, lá de cima é demais. A P. de Antigos é pequena, porém muito bonita e deserta, sem nenhuma construção. Voltamos, paramos na sombra e sentados nas pedras, fizemos o nosso piquenique. Atravessamos o rio e deitamos debaixo das amendoeiras, de olho nos urubus, pois vai que eles pensam que a gente morreu e virou comida... Depois de um descanso rápido, voltamos pela trilha mesmo, pois ela estava muito boa. De volta a Vila de Trindade, almoçamos no Rest. Tia Judith, comida caseira, boa e atendimento muito bom. Demorou um pouco, mas foi por que estava cheio. Pedimos PF com peixe grelhado, mas o peixe desmanchou e a moça pediu desculpas, disse que estava providenciando mais 2 filés no capricho e que só tinha trazido aqueles filés, para a gente não ter que esperar muito. Comemos os filés que estavam feios, mas saborosos e depois ainda comemos os outros filés, esses bonitos e também saborosos. Na saída o outro rapaz também pediu desculpas. Por conta da atitude do pessoal do restaurante, achei o atendimento ótimo, além da comida ser muito boa. Depois de bem alimentados, voltamos à pousada para tomar um bom banho e descansar. Mais tarde fomos à Pizzaria Loucos e Malucos e pedimos uma pizza grande, que estava muito boa, mas a gente não deu conta, depois de almoçar tarde. Fizemos uma boa ação e alimentamos um cachorro, que estava com aquela cara de pidão, na porta do restaurante.

 

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26/10/2009 - Dia nublado

Vila de Trindade

 

Tomamos café e resolvemos fazer a trilha para as cachoeiras. O primeiro ponto de parada sinalizado era o Chuveiro. Dizem que é uma “hidromassagem natural”, mas não parei para testar. Continuamos e eu errei o caminho e fomos parar no alto do morro. Não foi ruim, pois a vista lá de cima é incrível. Porém eu insisti no erro e continuamos a seguir essa trilha, descendo em direção ao rio, mas desistimos no meio do caminho e resolvemos voltar. Provavelmente, essa trilha vai dar em algum ponto do rio, mas estava muito íngreme, parecia que a gente ia descer rolando a qualquer momento. Então tivemos que subir tudo o que já tínhamos descido até chegar ao alto do morro e de lá descemos por onde tínhamos vindo até o rio. Lá vi que a trilha bifurcava, uma continuava margeando o rio e a outra subia, era esta a que eu tinha pegado. A trilha era bem fechada, com mato roçando dos dois lados e tem aquele capim, de folhas compridas e finas, parecido com erva cidreira e que corta. Como estava de short e camiseta de manga curta, voltei com alguns arranhões e cortes leves nos braços e pernas. Seria mais confortável se estivesse de calça comprida e blusa de mangas longas. Porém, continuando pela beira do rio, por uma trilha mais amena, passamos por um lugar que talvez seja a Cachoeira do Escorrega, mas não tenho certeza, pois não estava sinalizado. Disseram que as cachoeiras desse rio não têm queda grande, são mais corredeiras. Continuando, chegamos ao Poço Fundo e à Pedra que Engole, sinalizados por placa. Primeiro você vê o Poço Fundo. Vi um pessoal em cima das pedras e fui perguntar, já que eu não sabia qual era a Pedra que Engole. Atravessando o rio, do outro lado dá para subir pelas pedras. Estava tranquilo, as pedras não escorregavam. Então o moço indicou para mim qual era a Pedra que Engole e ainda fez o amigo dele descer, para eu ver como era. Eles insistiram para eu ir e disseram que iam tirar foto para mim, mas não fui. Fiquei satisfeita de conhecer, ver e tirar foto da pedra. De um lado tem um pequeno vão entre pedras, por onde a pessoa entra e some por debaixo de uma grande pedra, reaparecendo do outro lado. Desse lado, abaixando dá para ver o vão debaixo da pedra. É interessante. Não sei se na época de cheia dá para ver esse vão ou se ele fica cheio de água. Depois de conhecer a famosa pedra, descemos e voltamos para a pousada, tomamos um banho, arrumamos as malas, fechamos a conta e fomos dar uma enrolada na vila até almoçar. Almoçamos no Rest. Loucos e Malucos, PF muito bom, comida caseira, prato bem servido. Depois de alimentados, infelizmente tivemos que retornar a nossa cidade, deixando aquele visual incrível para trás.

 

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Mapas de Trindade:

 

otf_pic.php?pic_cat=users_pics&pic_id=user_61186_Digitalizar0001.jpg Mapa de praias de Paraty

http://visiteparaty.com/images/mapa02.jpg Vila de Trindade

http://www.paratytrindade.com.br/trindade/embuscadosol/mapa.htm Mapa de localização de uma pousada, mas serve p/ ver como é a vila

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  • Conteúdo Similar

    • Por AnaCarolinaZ
      Pessoal, estou indo para praia do sono (Paraty) agora em outubro, pretendo acampar por lá.
      Gostaria de saber algumas dicas de quem foi, em relação a Camping, bar, mercadinhos, restaurante na praia do sono e região nessa época do ano, se há infraestrutura operante o ano todo...ou se devo me preparar e levar comigo em termos de suprimentos para passar aproximadamente 4 dias.
      Grata.
    • Por eitagu
      Fala, galera!
       
      Esse é meu primeiro post aqui no site e eu quis escrevê-lo como forma de retribuir tudo o que li aqui que me foi MUITO útil pra montar esse roteiro. Inicialmente seríamos dois amigos fazendo essa viagem, mas chamamos mais umas pessoas e acabamos viajando em quatro. Nossa meta era gastar em torno de R$1k cada e ficar dez dias de rolê pela costa verde - região do RJ que engloba Paraty, Angra e suas particularidades.
       
      Se alguém tiver lendo isso e tiver meio perdidão sobre como montar um roteiro, assim como eu tava no início, vou deixar aqui mais ou menos como a gente começou a planejar. Antes de mais nada: o Excel (ou, no meu caso, o Google Sheets) é seu melhor amigo! Lá tu pode lançar todos os links úteis de relatos de outras pessoas, dicas, lugares pra ficar, visitar, etc. A gente fez uma planilha que tinha uma relação de transportes e hospedagens e os preços. Aí ficava até mais fácil comparar. Botamos lá uma coluna de observações também que era bem útil. A gente deixava já na ordem dos dias também pra ficar mais fácil pra gente se guiar. 
       
      Se alguém quiser ver como a planilha ficou no final, só dar uma ideia aí que eu mando o link!
      No mais, bora lá! Viagem feita dos dias 15/07 ao dia 24/07 (de 2019).
       
      Dia 1. Paraty
      Viajamos de BH pro RJ de Buser e como a gente tinha distribuído nosso código, conseguimos salvar essa ida e volta. Chegamos no RJ por volta de 5h30 e pegamos o primeiro ônibus direto pra Paraty. O busão sai da rodoviária Novo Rio mesmo, às 7hs (mas costuma atrasar muito!), e custa R$83 pela Costa Verde. Ficamos hospedados no Chill Inn Hostel e, sinceramente, recomendo demais! Staff muito atencioso e café da manhã na praia. Almoçamos por lá mesmo, paramos pra tomar umas brejas e fazer umas compras pros próximos dias. Não sei se era pq a cidade ainda tava cheia de gringos pós-flip, mas tava rolando um forró na praça em frente à Matriz pela noite e o comércio ficou aberto até bem tarde no centro histórico. Ficamos apaixonados pelo lugar e pegamos nosso carimbo do passaporte da Estrada Real. O preço das coisas é normal fora do centro histórico (almoço em torno de R$20,00) e bem alto dentro do centro histórico.
      R$83 busão
      R$18 lanches pra viagem e café da manhã
      R$34 almoço e brejas
      R$20 de rolezin a noite durante o forró
      R$44 a diária
      R$28 compras pros dias seguintes

       
      Dias 2 - 3. Ponta Negra (comunidade tradicional caiçara)
      Tínhamos planejado ir pra Cachoeira do Saco Bravo pegando uma trilha de dois dias saindo de Paraty, mas o tempo não colaborou. Além disso, tava rolando uma manifestação na estrada, o que fez a gente sair de Paraty só por volta de 14hs. Pegamos o busão que vai até a Vila Oratório, descemos no ponto final e começamos a caminhada. É bem sinalizada e tranquila, mas tem muitas descidas e subidas. Se cê tiver na dúvida, só usar o Wikiloc que lá tem aos montes. Por volta de 16hs chegamos na Praia do Sono e pretendíamos seguir caminhada até a Ponta Negra pra acampar lá, mas o tempo tava muito fechado e a gente teria que passar correndo pelas praias e cachoeiras no caminho, então acampamos nessa mesmo. Encontramos um caiçara gente finíssima - salve Abraão! - que deixou a gente acampar no quintal dele por R$15 e deu umas dicas pra gente de como seguir. Aproveitamos pra conhecer a comunidade tbm, recomendo esse passeio e trocar ideia com os nativos da região. Na manhã seguinte partimos assim que acordamos rumo à cachoeira, mas o tempo tava MUITO fechado e o mar muito bravo, então acabamos parando em Ponta Negra pra curtir a praia nos minutinhos de sol que abriram (a cachoeira do Saco Bravo é na beira do mar, então é perigoso de se ficar em dias de ressaca). No caminho paramos na praia dos Antigos e na cachoeira da Galheta, os dois lugares MUITO BONITOS! Chegamos de volta na vila do Oratório de volta umas 16h e pegamos o primeiro busão de volta pra Paraty.
      R$10 busão (ida e volta, saindo da rodoviária de Paraty)
      R$15 camping do Abraão
      R$4 miojo que compramos na vila pra dar um gás a noite, pq a comida acabou rápido kkkkk

       
      Dias 3 - 4. Paraty
      De volta a Paraty no fim da tarde do terceiro dia, comemos num restaurante perto da rodoviária e compramos uns vinhos e pães pra fazer uma social à noite no hostel. A galera da recepção ficou trocando ideia com a gente e uma das hóspedes apresentou pra gente a Gabriela, cachaça típica de Paraty. Gostamos tanto que fomos no centro histórico no dia seguinte comprar algumas. Dia seguinte, na hora do almoço, comemos o resto do rango que tínhamos e partimos pra Trindade.
      R$44 a diária
      R$20 rango no restaurante
      R$16 vinhos + paradas de fazer hotdog
      R$45 cachaças (compramos Gabriela e umas outras também)
       
       
      Dias 4 - 6. Trindade
      Chegamos em Trindade na tarde de quinta-feira, largamos as paradas no hostel sem nem explorar direito e fomos direto conhecer as praias mais próximas - praia do Forte e praia do Meio. Pegamos o sol se pondo nas pedras, lugar maneirasso e de energia incrível! No início da noite comemos no Laranja's Bar por indicação da gerente do Hostel - salve, Heidi! - e ficamos APAIXONADOS no lugar. Achamos os rangos em Trindade muito mais baratos que em Paraty e nesse lugar, além de rolar umas cachaças pra degustação, a ambientação faz tudo ficar mais gostoso. E é open feijão e open pirão! Fizemos umas compras e voltamos pro Hostel Kaissara à noite. Lugar simplesmente maravilhoso! É um pouco mais afastado da rua principal e fica no meio das árvores, com um riacho percorrendo por baixo. Fizemos amizade com um argentino que trabalhava por lá - grande Matias - e ficamos trocando ideia até o fim da noite. Dia seguinte fomos pras piscinas naturais do Caxadaço e visitamos algumas praias ali pela região, mas quando a gente decidiu ir na Pedra Que Engole eu me machuquei feio e precisei voltar pra Paraty pra ir na UPA. Voltei pra Trindade só à noite, bati um rango e no dia seguinte a gente já ia partir pra Ilha Grande.
      R$70 duas diárias no Hostel Kaissara
      R$46 rangos no Laranja's (dos dois dias)
      R$7,50 lanches e frutas pra comer na praia
      R$20 busão Paraty x Trindade (duas idas e duas voltas)

       
      Dias 6 - 10. Ilha Grande
      Saímos de Trindade às 10h, fomos pra Paraty e fizemos compras pra levar pra Ilha Grande. Tinha lido aqui no fórum que lá quase não existiam mercados e os poucos que tinham eram muito caros e não aceitavam cartão - balela! kkkk TODOS os lugares que passamos aceitam cartão e os preços eram um pouco mais altos que em Paraty, mas nada que tivesse valido a pena levar as sacolas de macarrão e legumes que levamos. Esperávamos chegar em Angra a tempo de pegar a barca que saía as 13h30 (é uma ao dia e custa $17, saindo nesse horário por ser um sábado), mas com as compras e o trânsito acabamos atrasando e chegando às 15h. Pegamos um flex boat até Ilha Grande, que sai de hora em hora, e chegamos lá antes das 17h. Ficamos hospedados no Biergarten, na rua principal. O hostel é bonito e bem cuidado, mas tem uma vibe muito diferente dos últimos que ficamos - que eram bem menores e menos "comerciais". O Biergarten tem um restaurante e um bar que ficam abertos até tarde e tem várias opções, porém todas bem caras.
       
      No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo.

       
      No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte.
      R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel
      R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande)
      R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila)
      R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas)
      R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30)
      R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj)

       
      Dia 10. Rio de Janeiro
      Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe
      R$7,00 lanche pra viagem
      R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos)
      R$15 fast food da massa
      R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária
      R$13 cerveja pré-busão

       
      No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. 
       
      Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí!
      Qualquer dúvida, só mandar msgs!


    • Por Evelyn Atanasio
      Olá, 
      É possível conhecer as cachoeiras e alambiques de carro ou o trajeto é ruim podendo ser feito apenas no passeio de 4x4 ?
      Também estou com dúvidas em relação a Trindade, quero passar um dia na vila e queria saber se as trilhas são bem dermacadas e de fácil acesso ?
    • Por ricardobm
      Pessoal, estou indo para praia do sono (Paraty) em julho, vou acampar na praia, e como estarei de férias, não tenho dia certo para voltar,  pretendo fazer a travessia que tem nessa região.
      Gostaria de saber algumas dicas de quem foi, em relação a Camping, bar, alimentação e lazer na praia do sono e região!
      Obrigado


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