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  • 4 semanas depois...
  • 1 mês depois...
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Opa! Curti demais teu relato, tô me programando pra ir e achei ótimo sua descrição, tbm moro em BH e partindo daqui achei pouca coisa... 
Curto demais passeios mais natureza e trilha mesmo, mas tbm queria saber como é a noite por lá (tanto Paraty, quanto Trindade)? Oque você achou? Pelo que você comentou rola um forrózinho e tal né! 
😘

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  • 1 mês depois...
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@Sttemartins Opa!! Espero não estar respondendo essa msg tarde demais hehe

Paraty a noite não rola muita coisa, pelo menos não ali pelo centrinho. Tinha dia (se não me engano, às segundas-feiras) que rolava um forró na praça e fica bem cheio e era uma delícia. Mas nos outros dias não vi nada rolando por lá. Trindade tem vários barzinhos com música ao vivo, umas varandas e tal. Bem legal.

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  • 1 mês depois...
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Em 16/12/2020 em 23:41, renatasoares disse:

Ti querendo fazer roteiro parecido,  já conheço Ubatuba, amei e quero voltar pra ficar mais dias, então meu roteiro seria sp- Ubatuba- Paraty-     ( acho que vou incluir Trindade)- ilha grande e Angra - e terminar no Rio. Poderia me dar mais informações de como ir de Paraty pra Trindade, onde pegou ônibus, onde o ônibus deixa 🙏

O ônibus de Paraty pra Trindade sai da rodoviária de Paraty mesmo, junto com os ônibus que chegam de Angra, do RJ, de Ubatuba e tal. Lá não é tão grande e é até bem sinalizado, não tem erro hehe. O ônibus faz a rota Paraty - Trindade só, tem alguns poucos pontos na mesma rua depois q chega, não faz muuita diferença de onde você desce. Mas é só perguntar pro motorista algum ponto de referência tipo uma praia ou algum estabelecimento, por exemplo.

 

Em 17/12/2020 em 21:29, Lucas_Ribeiro disse:

Relato muito bom!

já estava planejando alguns lugares pra ir em 2021 e o seu roteiro já entrou na minha lista de desejos haha, Muito bom 👏

Que bom, cara! To doido pra voltar já hehe. Agradeço

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      A minha localização foi na Vila do Abrãao e meus dias na Ilha ficaram divididos assim:
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      As opções de Ilha Grande são limitadas, logo em feriados ou férias escolares a procura deve aumentar bastante fazendo com que não aja tanta opção, logo é importante se planejar e reservar com bastante antecedencia, acabei ficando em um Airbnb, que pode ser reservado pelo Booking também, uma casinha bem pequena, com uma cama de casal, um banheiro e uma cozinha com geladeira e fogão, foi a hospedagem ideal para quem ia passar uma semana no local, fora que a decoração do lugar é demais e o local fica mais afastado do centro.
      O telefone do responsável é 0 (21) 96486-8183 se chama Romulo, lá você pode pedir por mais informações e fotos do local.
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      As paradas da Lancha são nas praias de Caxadaço, Parnaioca (nesse local tem uma igrejinha e atras dela o caminho para uma cachoeira, a parada é de uma hora no local), Aventureiros (no local tem um mirante de pedra e a parada é de uma hora) e a Praia de Meros, boa para mergulho, fora a parada do almoço em uma praia X, porém recomendo você levar uma mochila com comes e bebes e assim economizar no almoço.
      O passeio leva o dia inteiro praticamente, saindo as 9 da manhã e retornando as 16 horas, nesse dia tivemos a felicidade de ver uma Orca no mar.
            Passeio de Lancha - Meia Volta
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      O ponto alto desse passeio são as Lagoas Azul e Verde, onde você encontra uma quantidade enorme de peixes, e ele praticamente funciona no esquema do passeio anterior, tem parada de almoço, mas tem possibilidde de você levar sua comida e bebida, a unica diferença é que o passeio sai as 10h da manhã e retorna as 16h da tarde. Quem quiser conversar sobre os passeios de Lancha, só chamar a Patricia (21) 99181-7990, ela nos ajudou a realizar os passeios de lancha no menor preço possível e dando todas as dicas para aproveitar o dia, quem nos passou o contato dela foi o Romulo, da hospedagem.       Praia do Abraãozinho
      No ultimo dia de passeio em Ilha Grande, o destino foi a Praia do Abraãzinho, localizada no canto esquerdo da Vila, ali começa uma trilha que passa pela Praia da Julia, Bica, Comprida ate chegar na Abraãzinho, uma pequena praia com dois bares no local, perfeito para quem quer se afastar um pouco do centro e relaxar em um dia de praia, a trilha leva em torno de 40 minutos, existe a possibilidade de ir de barco e voltar de barco também.
                Assim foi minha estadia em Ilha Grande, um lugar incrivel que me surpreendeu demais, além desses passeios citados acima você pode fazer a trilha para a Praia Lopes Mendes, Trilha do Pico do Papagaio e o passeio de lancha pelas Ilhas Paradisiacas, com certeza Ilha Grande é um local que merece mais tempo para aproveitar tudo o que a ilha pode oferecer.
      Espero que tenham gostado do relato, para qualquer dúvida só mandar mensagem pelas minhas rede sociais, estou presente no Instagram no rafacarvalho33 e no Facebook no Follow The Portuga.
       
      Follow me
    • Por Ana Lazara Paiva
      Aproveitando o feriado do Natal resolvi aproveitar viajando, esta foi minha primeira viagem estilo mochilão e o destino escolhido foi Paraty, cidade que sempre me encantou devido a junção da parte histórica, que remonta a história colonial do brasil, e a deslumbrante Costa Verde do Brasil: uma conservada porção de mata atlântica formando um verdadeiro paraíso tropical com praias, cachoeiras, entre outros. 
      Vale ressaltar que não possuo carro e que todas as minhas viagens são low cost, ou seja, aqui vou compartilhar informações de como fiz para viajar sem gastar muito.
      Minha aventura começa em Passos, cidade do interior de Minas Gerais, sendo assim foi necessário primeiramente me deslocar de busão até o Terminal Rodoviário do Tietê. Tentei economizar nas passagens, sendo que nos trajetos Passos - São Paulo, e São Paulo - Passos, utilizei meu IDJOVEM, um benefício do governo onde é possível fazer trajetos interestaduais com 50% de desconto, ou então gratuitamente (depois posso fazer um post explicando mais sobre).
      Para chegar em Paraty não foi possível utilizar o IDJOVEM isso porque todas as passagens já haviam sido reservadas, sendo assim comecei a buscar alternativas, como caronas no aplicativo BlaBlaCar, ou então nos grupos de Facebook, entretanto o que mais compensou nessa trip foi utilizar o Buser, uma alternativa inovadora que estou completamente apaixonada, pois além de muito seguro oferece passagens de ônibus muito baratas! Para vocês terem ideia o trajeto São Paulo - Paraty pela empresa que possui guichê dentro da rodoviária custa em dezembro de 2020 R$111,15 já pela Buser paguei R$49,90. Vou deixar aqui o link para que vocês possam se cadastrar e procurar disponibilidade de passagens para Paraty ou qualquer outro destino: https://www.buser.com.br/convite/cqvkdy2. (Para primeira viagem você só paga a passagem de volta.)
      Foram aproximadamente 15 horas de espera somando ida e volta na rodoviária do Tietê devido a diferença de horários das conexões. Depois de um verdadeiro chá de rodoviária cheguei em Paraty durante à noite e fui direto para meu camping, e essa foi minha primeira experiência acampando. Fiquei no Camping Portal de Paraty e em dezembro de 2020 e paguei 35,00 a diária. Super recomendo esse camping, existem partes com tendas para proteger da chuva (que diga-se de passagem salvaram minha viagem pois choveu muito durante minha passagem por Paraty e eu não tinha uma super barraca), banheiro com ducha água quente, cozinha equipada e uma localização estratégica.
      Como eu disse anteriormente choveu muito durante essa viagem, por isso no primeiro dia foi impossível sair para curtir o mar, apenas já de tarde que eu aproveitei para conhecer o centro histórico de Paraty. Eu tenho que confessar que achava que o centro era menor, mas ainda existe uma porção bem conservada de casinhas coloridas, fiquei zanzando por entre as ruas, conheci o cais onde ficam os barcos que fazem os passeios (existem agências que fazem passeios de escuna, entre outros, como eu estava evitando gastar deixei para outra oportunidade), e as praias acessíveis de Paraty, que são impróprias para banho, mas valem para admirar a paisagem.

      No segundo dia a chuva já estava mais fraca, decidimos partir então para Trindade, uma vila onde ficam algumas das praias de Paraty, mas não espere nada luxuoso, o lugar tem uma vibe hippie e caiçara. Peguei o ônibus Trindade no ponto que ficava bem próximo ao camping, o valor da passagem em dezembro de 2020 foi de R$ 5 reais. Descemos em uma das primeiras praias do percurso do ônibus: a praia dos Ranchos. Nessa praia escolhi não ficar na parte onde estão os restaurantes e as cadeiras, isso porque prefiro locais mais vazios, e foi assim que descobri no canto oposto da parte badalada da praia um verdadeiro canto de paz, nessa parte existem imensas pedras, porém não recomendo tentar entrar na água pois as ondas quebram com muita força, mas dá sim para molhar os pés. Acho que por conta da chuva e da força da água não havia mais ninguém nessa parte, o que deixou o lugar ainda mais espetacular, foi um momento de introspecção, vendo a força do mar e claro tomando chuva hahaha mas esse foi de longe meu lugar favorito de Trindade. (No último dia descobrimos que andando mais pelas pedras você encontra uma praia para poder entrar).

      Depois de um certo tempo, parti para conhecer as Praias do Meio e do Cachadaço, as distâncias entre as praias são bem curtas e você consegue fazer o caminho a pé, aproveitando também para conhecer um pouco do centrinho de Trindade. 
      Na Praia do Meio apenas aproveitamos a passagem pois mesmo sendo cedo, já estava muito cheia, o que intensifica devido a faixa de areia pequena, entretanto é onde observei que as águas são mais calmas e sem fortes ondas, ou seja ideal para quem tem medo, ou então para quem pretende levar crianças.
      No final dessa praia é que fica uma pequena trilha de cerca de 10min que leva a Praia do Cachadaço, depois de atravessar o rio de água doce que deságua no mar é que fica o início da trilha. Pessoalmente achei muito tranquila de fazer, mas isso pode variar de pessoa a pessoa e quantidade de peso que você está carregando. 
      Como gosto mais de mar com ondas, a praia do Cachadaço foi excelente para passar um tempo, existem alguns bancos de areia, mas mesmo sendo um dia nublado com o mar mais agitado estava muito bom para tomar um banho. Na praia do Cachadaço existe outra trilha que leva às piscinas naturais, não visitamos esse local pois novamente estávamos evitando aglomerações, e o fluxo de pessoas que estava pegando a trilha era grande, logo resolvemos ficar apenas na praia onde havia mais espaço para relaxar.

      No terceiro dia fiz o passeio que mais estava com vontade, a trilha para a Praia do Sono. Deixamos para esse dia na esperança de que a chuva cessasse, acontece que não foi bem isso que aconteceu, apesar de existirem barcos que fazem esse trajeto, escolhi a opção que era mais barata, debaixo de chuva mesmo. Tomei o ônibus para a Vila Oratório, cujo valor também era de R$ 5,00. Você precisa descer no ponto final dessa linha que já é praticamente  no início da trilha. Posso resumir o trajeto em 3  palavras: chuva, lama e tombos! Mas a sensação de recompensa quando avistamos aquela praia praticamente deserta não teve preço. Essa trilha deve ser uma dificuldade média, com duração de 1h, mas por conta da lama e da chuva ficou mais complicada e demoramos mais. A praia estava absurdamente vazia, e foi de longe o melhor passeio da viagem. Existem alguns campings e restaurantes por lá, além das casas da população tradicional caiçara que mora na Praia do Sono, mas novamente nada luxuoso, a única coisa que se pode ostentar nesse local é conexão com a natureza bastante preservada.

      No último dia voltamos à Trindade, o tempo ainda estava fechado, dessa vez descobri a praia do Cepilho, o lugar que eu citei mais acima, que você tem acesso pela Praia dos Ranchos, ela tem uma faixa de areia pequena, e é denominada como dos surfistas por conta das ondas, mas mesmo não surfando aproveitei muito pegando uns jacarezinhos. Também gostei muito dessa praia. Depois de curtir, retornamos para Paraty, dessa vez para desmontar nossa barraca e retornar para casa.
      Durante todos os dias cozinhei na própria cozinha do camping, além de levar lanchinhos e bebidas para praia, apenas em uma noite fui em um barzinho chamado Prosa (que pesquisei antes e foi classificado como um local barato) , recomendo o local pois tinha uma vibe legal, mas infelizmente comer em Paraty é bem caro, tanto nos preços do supermercado, tanto nos estabelecimentos. No bar pedi um Jorge Amado (caipirinha feita com uma cachaça de cravo e canela) que é um drink inventado e bem típico em Paraty, duas cervejas e duas porções e gastei R$240,00.
      Minhas considerações finais são que vale muito a pena conhecer Paraty e que 4 dias foram muito pouco!
       
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