Shangri-la, da criação literária de 1925 do inglês James Hilton, Lost Horizon (Horizonte Perdido), é descrito como um lugar paradisíaco situado nas montanhas do Himalaia, sede de panoramas maravilhosos e onde o tempo parece deter-se em ambiente de felicidade e saúde, com a convivência harmoniosa entre pessoas das mais diversas procedências. Shangri-la será sentido pelos visitantes ou como a promessa de um Shangri-la, mundo novo possível, no qual alguns escolhem morar, ou como um lugar assustador e opressivo, do qual outros resolvem fugir. O romance inspira duas versões cinematográficas nas décadas seguintes.
No mundo ocidental, Shangri-la é entendido como um paraíso terrestre oculto
Fonte: Wikipédia.
Vou começar desta vez pelas fotos, depois pelo relato.
Trekker atravessando a ponte sobre o Rio Azul.
Começo da ponte pênsil.
A ponte.
Após passar o Mallín de los Palos, vista ao fundo para o cerro Piltriquitron.
Vista do mirador da Rachel.
A frente do Glaciar Barda Negra.
Companheiros de jornada: Iain (escocês) e Hélène (francesa).
Vista da morena frontal do glaciar para o vale onde está o refúgio Hielo Azul, abaixo.
O belíssimo rio Azul onde ele sai do canion (Cajón del Azul).
A bonita área de camping em Cajón del Azul.
Outra foto do Cajón del Azul.
Vista para o lago defronte ao refúgio Los Laguitos. Há uma ilhota ao fundo.
O refúgio. Dormi lá devido a chuva no dia/noite anterior.
Um sagrado Alerce milenário.
A valente Carina Milec, na passarela, com Diego Abregú a frente, subindo para o passe, rumo a Encanto Blanco.
Vista do passe, para o vale do Cajón del Azul.
O vale do Encanto Blanco.
O hermoso local para acampar no refúgio Encanto Blanco.
Na companhia dos gentis refugieros (Julieta e Nacho).
A ponte sobre o rio Blanco, na descida, voltando para pegar o bus para El Bolsón.
Shangri-la, da criação literária de 1925 do inglês James Hilton, Lost Horizon (Horizonte Perdido), é descrito como um lugar paradisíaco situado nas montanhas do Himalaia, sede de panoramas maravilhosos e onde o tempo parece deter-se em ambiente de felicidade e saúde, com a convivência harmoniosa entre pessoas das mais diversas procedências. Shangri-la será sentido pelos visitantes ou como a promessa de um Shangri-la, mundo novo possível, no qual alguns escolhem morar, ou como um lugar assustador e opressivo, do qual outros resolvem fugir. O romance inspira duas versões cinematográficas nas décadas seguintes.
No mundo ocidental, Shangri-la é entendido como um paraíso terrestre oculto
Fonte: Wikipédia.
Vou começar desta vez pelas fotos, depois pelo relato.
Trekker atravessando a ponte sobre o Rio Azul.
Começo da ponte pênsil.
A ponte.
Após passar o Mallín de los Palos, vista ao fundo para o cerro Piltriquitron.
Vista do mirador da Rachel.
A frente do Glaciar Barda Negra.
Companheiros de jornada: Iain (escocês) e Hélène (francesa).
Vista da morena frontal do glaciar para o vale onde está o refúgio Hielo Azul, abaixo.
O belíssimo rio Azul onde ele sai do canion (Cajón del Azul).
A bonita área de camping em Cajón del Azul.
Outra foto do Cajón del Azul.
Vista para o lago defronte ao refúgio Los Laguitos. Há uma ilhota ao fundo.
O refúgio. Dormi lá devido a chuva no dia/noite anterior.
Um sagrado Alerce milenário.
A valente Carina Milec, na passarela, com Diego Abregú a frente, subindo para o passe, rumo a Encanto Blanco.
Vista do passe, para o vale do Cajón del Azul.
O vale do Encanto Blanco.
O hermoso local para acampar no refúgio Encanto Blanco.
Na companhia dos gentis refugieros (Julieta e Nacho).
A ponte sobre o rio Blanco, na descida, voltando para pegar o bus para El Bolsón.
Monumento na praça principal de El Bolsón.
Depois posto o relato correspondente!
Abraços, peter