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Mari D'Angelo

Brela e Baska Voda, paraísos escondidos na Croácia!

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Relato original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/brela-e-baska-voda-paraisos-escondidos-na-croacia/

 

Brela e Baska Voda, uma do lado da outra, são minúsculas cidadezinhas na Croácia que escondem praias verdadeiramente paradisíacas banhadas pela imensidão azul do mar adriático! Na verdade mesmo, não havia nada pra fazer lá, o único atrativo era uma ilhota de pedra com árvores no meio do mar que parecia incrível no Google Images (e que praticamente foi o motivo de escolhermos esse lugar tão fora do roteiro) e que ao vivo era bem menos pitoresca. Mas havia calmaria, simpatia sincera e cenários que fazem meu coração palpitar até hoje, e o melhor, tudo isso só pra nós dois, ou quase.

 

Depois de passar pelas paisagens mais lindas das estradas croatas (fizemos praticamente a costa toda nessa viagem), chegamos em Baska Voda. Nosso “hotel” era na verdade era um flatzinho que os próprios moradores alugam (já falei um pouco sobre isso aqui no post de Split), o nome era Haus Bilic e reservamos pelo Booking.com. O lugar era grande e super aconchegante. Aliás, entrando na cidade já era possível sentir o clima de aconchego que pairava por lá. A mulher que veio nos receber era de uma simpatia extrema, deixou uma cestinha com bananas e ainda se ofereceu para lavar nossas roupas. Muito amor, muita simpatia!

 

Como eu disse, não havia muito o que fazer, foi um dia totalmente relax (o único, em uma intensa programação de 30 dias e aproximadamente 10 cidades) e foi maravilhoso! As vezes, tão bom quanto um dia cheio de novidades e cultura é parar e simplesmente andar a toa, sentar nas pedras (lá não tem areia, são praias de pedras), ouvir o mar e se sentir totalmente realizada, naquele momento não queria estar em nenhum outro lugar além daquele!

 

Passamos pelo modesto porto, algumas lojinhas e uma estátua virada para o mar que ainda estou tentando buscar o significado. Andando pelas poucas ruas da cidade vimos muitos carros modelo Renault 4, muito comuns na época comunista, antes da antiga Iugoslávia se desmembrar em países separados, sendo um deles a Croácia.

 

Antes do pôr-do-sol pegamos o carro para ir até Brela e ver a tal pedra! Parece até mentira de tão poética a paisagem que íamos tendo no caminho, as casas em frente a gigantes montanhas com seus topos encobertos por nuvens. O visual do sol se pondo então, foi espetacular! Aliás, a Croácia está lá em cima na minha lista de pores-do-sol maravilhosos!

 

Voltando para Baska Voda, já de noite, observamos um caixa eletrônico no meio do “calçadão”, é engraçado pra nós que estamos sempre preocupados com segurança a ideia de tirar dinheiro assim, tão “abertamente”… é outro modo de viver!

 

Pra terminar nosso day-off da viagem do melhor jeito possível paramos num restaurantezinho pra tomar uma cerveja e comer os melhores cogumelos-recheadinhos-de-queijo-sobre-arroz do mundo! (não faço ideia do nome desse prato e também nunca mais achei igual em outro lugar, mas era divino). O Dan foi de carne de porco com fritas, bem tradicional por lá.

 

E assim foi um dia pacato, numa cidade pequena e totalmente desconhecida do qual não vamos nos esquecer jamais.

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    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Nos últimos dias de 2019 tive o prazer de fazer um dos trechos da Travessia Entre Ilhas, que é mais conhecido como Lagamar. O trecho entre Cananéia/SP e Paranaguá/PR. Na verdade Lagamar é o nome do estuário menos degradado e mais produtivo do mundo situado na região que compreende os estuários do Rio Ribeira, Iguapê e o Estuário de Paranaguá. É uma região de manguesal que abriga uma grande diversidade da flora e principalmente fauna terrestre e marinha. O Lagamar está num trecho de preservação da Mata Atlântica que, explica e chama ainda mais atenção pela sua riqueza.
      Apesar da preparação em grupo acabei fazendo o percurso no estilo "solo". Quando chegamos em Cananéia do grupo que já era reduzido, uma das pessoas não compareceu, e  a outra preferiu ficar na cidadezinha. Como aquecimento, depois de passar boas horas na espera em Registro/SP, aguardando um ônibus para a Ilha, chegamos em Cananéia. Logo tratamos de fazer um tour pela pacata cidade histórica que se orgulha de brigar (ser) considerada a primeira "cidade" brasileira. Fato é que em  1531 Martin Afonso de Souza aportou na Ilha de Cananéia, segundo documentos históricos. Visitamos o museu municipal que também guarda uma preciosidade: o maior tubarão branco em exposição, embalsamado, do mundo. A fêmea, capturada em águas brasileiras da região têm 5,5 m de comprimento e nada menos que 3,5 toneladas.
      Como aquecimento da jornada eminente, subimos (na verdade subi) o Morro São João Batista para conferir a vista do Mar Pequeno e tem uma pequena ideia da dimensão do projeto. Nessa ascensão que acabei ficando sozinho, minha parceria desistiu, melhor que foi ali e não em meio à praia deserta.

      No geral Cananéia é uma daquelas cidades que faz voltarmos no tempo e fazer uma reflexão sobre nós homens, nossa sociedade e nosso progresso. As ruas foram projetadas para o Séc. XVI ou XVII e hoje precisam conviver com carros do séc. XXI, isso não é um problema, quando a população e o fluxo não é muito grande. As marinas e mercados de peixe estão por todo lugar, a pesca é a principal atividade da cidade. Pra quem gosta de curtir um final de tarde num barzinho, vai encontrar na Ilha algumas opções bem aconchegantes, e diversificadas. A sensação de segurança também traz um certo conforto.
      PRIMEIRO DIA DE TRAVESSIA (NA VERDADE PREPARAÇÃO)
      Neste dia acordei às 06:00 na esperança de chegar à Praia do Cambriú antes das 09:00. Na realidade como estava sozinho, mesmo tendo esperado até às 09:30 no pier não consegui nenhuma voadeira rumo ao Cambriú. Para garantir fui para o Marujá, depois faria o trecho de 12 km até o Cambriú caminhando.

      O trajeto até a Comunidade Marujá já foi emocionante, cruzamos com golfinhos, guarás vermelhos e nossa voadeira deu uma pane ficando uns 40 min à deriva no meio do canal.

      Do Marujá até o Cambriú a viagem foi angustiante: cruzar a Praia da Lage se revelou o principal teste emocional da viagem. São cerca de 6 km apenas, mas o fato de conseguirmos enxergar a outra ponta torna essa praia deserta um "inferno".

      Parece não ter mais fim, some-se o fato de ser o início da travessia, então eu queria olhar o relógio a todo instante para saber do meu desempenho, ilusão, nada mudaria. Levei mais que 1h e 30min  de caminhada, tive de fazer algumas paradas e lutar constantemente com os pensamentos negativos. Alguns urubus sobrevoavam meu esqueleto trambaleante fazendo troça.

      Com muita luta cheguei no outro lado e depois na Praia do Fole, alcançando o Cambriú já depois das 15:00. Assustado, e preocupado devido à experiencia na Laje, resolvi dormir por ali mesmo. No finalzinho da tarde, conversando com moradores descobri que o seu Toninho (barqueiro) fez duas travessias de barco vindo de Cananeia naquele mesmo dia. No final eu tinha chegado também.

      SEGUNDO DIA - MAR IMPLACÁVEL ESPERA INFINDÁVEL
      Madruguei. Às 06:15 já me punha a caminhar, na esperança de ver o sol nascendo na Praia do Fole, de frente para a Ilha do Cambriú, nada mais que expectativa. O Astro só apareceu já alto umas 06:50 devido a quantidade de nuvens. Transpor a pequena Praia de Fole Pequeno é simples, a Praia do Fole também foi fácil, ou a ansiedade de chegar na aterradora Praia da Laje novamente fez com que as duas ficassem mais fáceis.

      De peito aberto me pus a caminhar e em menos de 1h cruzei aquela vastidão de areia liza. É curioso como ela parecia ainda maior, apesar de psicologicamente ter sido bem mais fácil. A faixa de areia estava com mais de 50 m de largura, a maré tinha recuado bastante.

      No trecho de pedras entre a Laje e o Marujá, fiz uma pausa para comer e beber água na bica que tem por ali.

      Logo que começa o costão um visual deslumbrante, a Praia do Marujá sumindo no horizonte como um traço reto entre a água azul e a mata verde. Depois de sair no Marujá e caminhar uns 2 km encontrei as primeiras pessoas desse trecho. Era um pequeno grupo, aproximadamente 15 pessoas tomando banho de mar. Pelos demais 14 km daquele dia não vi mais ninguém, apesar de ter encontrado até uma placa indicando um restaurante.


      Caminhei, caminhei, até tentei parar para descansar, mas além de não me sentir cansado, o sol de rachar e a falta de qualquer sombra desencorajam a pausa. Incrível que nesse dia, apesar de a praia ser bem mais extensa, quando me dei conta estava na antiga Vila da Baleia e já eram 12:00.
      A Vila, agora destruída, mostra o quão implacável as águas podem ser. Hoje nenhuma residência permanece no local. O mar cortou um braço de uns 500m por ali, e continua avançando. As pessoas saíram deixando tudo para trás. Inclusive muito lixo (roupas, plástico, fios, canos, etc.) que provavelmente vai acabar no Atlântico, que diga-se de passagem já tem muito lixo. Uma vergonha. Ainda mais sabendo que se trata de uma comunidade que vive do Mar.
      A parte boa é que no canal que se forma atrás da antiga Vila as águas além de limpas são muito calmas. Não resisti, tirei a roupa e dei alguns mergulhos. Arrumei minhas coisas como um travesseiro e tirei um bom cochilo, imaginando a pernada de volta até a nova Vila da Baleia ou Marujá pra conseguir um barco que me deixasse em Ararapira.

      Acordei com o ruído de um barco parando ali pertinho, fui logo perguntar sobre chegar do outro lado. O barqueiro, Pedro, se ofereceu me deixar na agora Vila da Baleia, aceitei. Na Vila consegui um transporte para o final da tarde. Precisei ficar 4h esperando, sentado ao pé de uma árvore, sendo paparicado por uma cachorra que apareceu ali.
      Cheguei em Ararapira quase noite. Lá fui informado que se tivesse parado na Pontal do Sul/SP poderia também chegar no Superagui caminhando: o antigo canal não existe mais, está todo assoreado pela areia e fica exposto, exceto em maré cheia.
      TERCEIRO DIA - A PÉ OU DE CAVALO
      Comecei cedo, e como não podia ser diferente larguei a tralha na ponta do Superagui e fui até o meio do antigo canal, marcar a divisa dos estados.

      Caminhando no Paraná, logo avistei o improvável; no meio do nada um cavalo branco observando o Oceano, cheguei pensar que fosse loucura da solidão na minha cabeça. No entanto, pude confirmar era um cavalo mesmo. Resisti a tentação de cavalgar até a Vila de Superagui.

      Caminhei, passei por alguns riachos, boias, quando encontrei gente, fui saber que já estava chegando na Vila. Eram 11:00 e meus planos de wild camping ficariam para outra oportunidade. Pleno, cheguei na Vila de Superagui. No entanto, um erro crasso me deixou preocupado, e não era o cansaço dos 20km e tanto. Em um dos riacho eu optei por não tirar a bota, resultado foi que era mais fundo que o planejado e entrou água nela, caminhei o resto do trecho, uns 10km, com o pé encharcado. Rendeu muita dor na sola do pé e o medo de aparecerem bolhas me obrigando a desistir no último trecho.

      Achei um camping, muito da hora, e fiz uma coisa improvável que tive vontade lá pelas 09:00 da manhã, comprei uma coca-cola. Pensa num refrigerante gostoso. O marido da dona do camping, ao conversarmos se dispôs a me deixar na Ilha das Peças no outro dia.
      Fiquei algumas horas sentado no píer da Vila esperando o pôr do Sol, durante esse tempo vários grupos de botos desfilaram a poucos metros de mim.

      QUARTO DIA - UMA TRAPAÇA, MUITA ESPERA
      Desarmei acampamento antes de o Sol nascer, mas tive de esperar o barqueiro, kkkk. À 06:40 me deixava na Ilha das Peças, e não quis me cobrar nada ainda. Nesse dia foi muito tranquilo, aquela sensação de tempo e espaço relativa, devido nas Peças eu saber que seriam apenas 16km para completar a trilha tornou tudo psicologicamente muito leve. A areia firme, a companhia da Ilha do Mel a poucos metros tudo preparado para um final incrível.

      Depois do antigo farol, hoje caído, avistei a Vila das Peças. Inocente, mesmo percebendo um trecho que aparentava "mangue" resolvi cruzar por ali mesmo, próximo do mar, para não contornar pela margem da várzea. Foi o trecho mais cansativo, e olha que desisti logo do meio e fui para a margem da mata. A cada pisada o pé afundava alguns centímetros na areia fina, acabando com minha panturrilha (lembrei dos tempos de treino na areia para disputar campeonatos de futebol).

      Chegando na Vila, 10:00, fui procurar alguém que me deixasse em Paranaguá. Não fui bem tratado pelos barqueiros, foram meio rudes - mochileiro acho que eles pensam que nós mendigamos carona. Fiquei chateado, mas paciência. Para piorar um do puto ainda me trapaceou, me disse que eu teria que esperar a escuna regular as 16h, mas se quisesse, por 70 reais me levaria às 15h, já que ele ia buscar mais gente em Paranaguá.

      Achei um camping, armei a barraca para terminar de secar e dormi um sono. Eram 14:30 quando desmontei tudo e fui encontrar o indivíduo. O pilantra apareceu umas 15:20, eu com cara de bobo, fui no barco. A única coisa que o @#$& me disse é que ia para Supergui e não podia me levar (sacanagem, devido ao nosso combinado nem fui atrás de outros barcos).


      Resumindo fiquei torrando no píer até às 16:30 quando a escuna me levou para Paranaguá. Foi um travessia incrível, que e ensinou muito. O fato de eu estar sozinho proporcionou perspectivas únicas. Saí de lá mais experiente, e agora que venha o Cassino.





    • Por jadecdocc
      Ei! Estou precisando de dicas para Punta Cana com o orçamento total máximo de 6000 reais. Tem como fazer uma viagem dessa com esse valor? É preferível comprar pacote como da Decolar (n curto muito a ideia porém os preços estão melhores lá) ou tudo separado? Dica de resort bom para jovens que curtem muita festa;
    • Por Guia Claudia Lucia
      Beleza pessoal? Passando só para deixar contatos. Somos um grupo de trilhas no RJ, sempre haverá companhia para trilhar. Quando passar pelo RJ da uma olhadinha na nossa agenda, trilhas de segunda a segunda por R$25.
      AGENDA em nossas redes sociais
      No rodapé do site: partiunatureza.com
      Na aba eventos do Facebook:
      https://facebook.com/partiunatureza
      Nos destaques do Instagram:
      https://Instagram.com/trilhaspartiunatureza
       

    • Por lobo_solitário
      A seguir, um pequeno relato sobre Maceió. Estive na cidade apenas passando o final de semana (sexta à domingo) e vou relatar o que presenciei na curta estadia.
      TRANSLADO
      Cheguei ao aeroporto na quinta feira quase meia-noite pois queria aproveitar o dia todo já na sexta feira. O aeroporto fica em Rio Largo na região metropolitana a cerca de 25km da cidade de Maceió. Devido ao horário e por estar viajando com minha filha pequena, nao iria procurar meios alternativos e mais baratos pra se chegar a Maceió, entao peguei um Uber até minha hospedagem em Ponta Verde, Edificio TIME.
      É bem distante a viagem, levou cerca de 40 min pra percorrer 32km até meu destino (R$42.00) e nao havia nenhum transito. Entao caso alguem vá em horarios de pico (indo de/para o aeroporto) já é possível tirar de base que leva-se bem mais de 1hr esse percurso.
      A volta no domingo, de Maceió para o aeroporto, tanto o tempo de viagem quanto o valor também foram praticamente os mesmos.
       
      HOSPEDAGEM
      Como eu estava viajando em família optei por ficar num lugar melhor e mais reservado. Fiquei hospedado no Ed TIME, fica no bairro de Ponta Verde, próxima à praia de ponta verde e pajuçara, esta última a que mais gostei. O prédio é novíssimo, há vários flats que comportam até 4 pessoas e fica muito bem localizado próximo a um grande supermercado e às praias. É possivel se deslocar à pé para esses destinos e o bairro nao passa nenhuma sensação de insegurança.
      Com certeza há locais mais baratos pra se ficar, porém o que o prédio oferece e pelo valor cobrado (diárias a partir de R$125.00 que divido pra 4 sai por apenas R$31.25) compensa bastante. No prédio há um piscina aquecida na cobertura, sauna, academia, jacuzzi, espaço para jogos, uma confortável área para relaxar, wifi no quarto com ótimo sinal, garagem gratuita.










       
      PRAIAS
      Essa é a segunda vez que vou à cidade, na sexta feira passei o dia em pajuçara. O mar possui agua quente, ótimo pra quem vai com criança e nem de longe se parece com o mar gelado tipo o RJ. O valor cobrado pelo guarda-sol + cadeira gira em torno de R$30. Há locais que nao cobram pelos mesmos, porem voce precisa obrigatoriamente fazer consumaçao no local o que pode encarecer bem mais a conta, nesses locais a long-neck é em torno de R$12 a R$15 e os pratos de comida à partir de R$35 uma porçao de batata. Como eu havia levado uma bolsa termica optei por pagar a parte o garda-sol e comprar a cerva mais em conta no supermercado.
      No sabado aluguei um carro e fui para Sao Miguel dos Milagres. A viagem leva cerca de quase 2hs, cerca de uns 100km de onde eu estava hospedado e todo o percurso feito em rodovia de pista simples. Nos últimos 30km pra se chegar em Sao Miguel a estrada é bem perigosa, bem estreita, sem acostamento em todo percurso e com inúmeras curvas fechadas. Saindo de Maceió há um posto da policia rodoviária que estava fazendo blitz tanto na ida quanto na volta. Antes de chegar em Sao Miguel tambem havia blitz na estrada com o pessal parando geral na ida e na volta tambem.
      Em Sao Miguel em si nao curti a praia, a maré estava baixa e nao tinha como entrar no mar praticamente. Como eu estava com criança pequena era complicado... na proximidade da praia dava apenas pra molhar as canelas. Sendo assim optei por ir até a praia do patacho que fica uns 10km pra frente da cidade de Sao Miguel. Mesmo com a mará baixa lá foi possivel entrar no mar que estava com a agua bem quente. 
      As praias da regiao sao praticamente desertas, com pouquíssimas pessoas e quase sem infra estrutura, há um ou outro ambulante vendendo bebidas, entao levar o que vai consumir é fundamental. Passei o dia no restaurante Sonhos do Patacho, o local é recem inaugurado, tinha 28 dias de funcionamento e o pessoal é extremamente atencioso. Nao se cobra pela cadeira e guarda-sol, apenas a consumaçao e os preços nao sao tao salgados, ainda mais por se tratar de um local relativamante isolado. Hã passeios de jangada para as piscinas naturais na maré baixa, o valor é de R$50.00 por pessoa mas é possivel dar uma negociada.
      No domingo o dia amanhaceu nublado com um pouco de chuva, porem no meio da manha o sol ja deu as caras, um pouco timido mas nada que atrapalhasse mais um pouco de praia, ainda mais pelo fato da agua do mar ser quente.






       

       

       
      CONSIDERAÇÕES FINAIS
      Vale muito a pena passar uns dias em Maceió, o pessoal é muito educado e recptivo, as coisas nao sao tao caras se comparadas a outras cidades litorâneas. Agua de coco gelada por exemplo na beira da praia custa apenas R$2.00, em locais mais distantes é possivel encontrar a R$1.50 ou até R$1.00. Ja vi em outros lugares beira mar que um coco gelado nao sai por menos de R$8.00.
      No caminho pra Sao Miguel dos Milagres é possivel visitar diversas praias e tambem passa em frente a beach clubs como Hibiscus e Cafe de La Musique. Vale ficar atento apenas às blitz ta lei seca pois o pessoal pára mesmo!
      Como meu tempo foi curto nao deu pra visitar mais coisas, mas compensou pegar uns dias à beira mar.
    • Por Igor Nascimento
      Boas Viajantes!
      Segue minha ultima atualização de roteiro para o Leste Europeu entre Maio e Junho de 2020. 
      Diante de infinitas possibilidades, este roteiro me agradou, tanto pela economia quanto pelos lugares.
      Prefiro mil vezes passar a noite dormindo (durmo muito bem aliás) em um ônibus do que perder meio dia indo e voltando de aeroportos, optei por viajar principalmente à noite e por via terrestre. 
      Alguém já fez essas rotas, poderia acrescentar alguma observação?
       
      06.05.2020 - São Paulo - Roma - Varsóvia.
      07 a 09.05 - Varsóvia - Polônia - 2,5 DIAS
      09.05 - Noite - Ônibus (Lux Express) para Vilnius
      10.05 - Vilnius - Lituania - 1 DIA
      11.05 - Manhã - ônibus (Lux Express) para Riga
      11 e 12.05 - Riga - Letônia 1 DIA
      12.05 - Tarde - ônibus (Lux Express) para Tallinn
      12 a 14.05 - Tallinn - Estônia - 2 DIAS
      14.05 - Noite - ônibus (Lux Express) para São Petersburgo
      15 a 18.05 - São Petersburgo - Russia - 4 DIAS
      18.05 - noite - Trem para Moscow
      19 a 23.05 - Moscow - 5 DIAS
      23.05 - noite - Onibus para Kiev (Ainda a definir empresa) 
      24 a 26.05 - Kiev  - 3 DIAS
      26.05 - noite - Onibus para Krakow ( Ainda a definir a empresa)
      27 a 30.05 - Krakow - Polônia - 4 DIAS
      30.05 - noite - Onibus (Flixbus) para Budapeste
      31.05 a 02.06 - Budapeste - 3 DIAS
      02.06 - noite - Onibus (ainda a definir empresa) para Praga
      03 a 05.06 - Praga - 3 DIAS
      05.06 - Noite - Onibus (FlixBus) para Verona 
      06 e 07.06 - Verona - 2 DIAS
      07.06 - Noite - Trem para Mestre (Veneza) 
      08 a 10.06 - Veneza - 2 DIAS E MEIO 
      10.06 - 18h00 - Aeroporto Marcopolo Veneza - Roma - São Paulo

      Valew a todos!
       
       
       
       



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