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Olá Gabi,

depois de assistir o filme "Wild" que eu fiquei com vontade hehehe na realidade, antes disso, nem sabia sobre ela... Vim aqui no mochileiros procurar e não vi ninguém relatando, uma pena :/

E vc? pensando seriamente em ir?

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Nos fóruns gringos tem muita coisa sobre ela, principalmente no backpackers.com

 

Poucas pessoas fazem ela inteira, a maioria escolhe um trecho apenas.

 

No entanto, se eu eu fosse escolher uma trilha nos EUA seria a Apalachian.

 

Mas enfim, devem existir milhares de outras trilhas legais por lá.

 

Abraço!!!

 

Rodrigo Cavalcante

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Olá Gabi,

depois de assistir o filme "Wild" que eu fiquei com vontade hehehe na realidade, antes disso, nem sabia sobre ela... Vim aqui no mochileiros procurar e não vi ninguém relatando, uma pena :/

E vc? pensando seriamente em ir?

 

 

Penso seriamente em ir depois que vi o filme,

vou começar a me organizar para ir ano que vem ::otemo::

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Olá Gabi...estou em fase de pesquisas sobre a PCT....estou tentando também se descubro brasileiros que tenham feito a PCT...Procuro parceiros pra essa aventura .....gostaria de formar uma equipe é melhor ....acredito que Sera mais fácil coletar informações.... Pretendo me organizar esse ano e realizar em 2017....

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Pessoal, também não manjo nada da PCT, mas uma olhadinha rápida no wikiloc e já temos diversos resultados. Pra quem tem GPS é uma mão na roda. Pra quem não tem, pode procurar por mais informações com os próprios autores:

 

http://www.wikiloc.com/wikiloc/find.do?q=pacific+crest+trail&act=2%2C1%2C14%2C47%2C8%2C38%2C6%2C3%2C58%2C59&from=0&to=10

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Olá Gabi...estou em fase de pesquisas sobre a PCT....estou tentando também se descubro brasileiros que tenham feito a PCT...Procuro parceiros pra essa aventura .....gostaria de formar uma equipe é melhor ....acredito que Sera mais fácil coletar informações.... Pretendo me organizar esse ano e realizar em 2017....

 

Olá, caso tenham algum grupo de whats, informações etc, também gostaria de saber e fazer a trilha.

::Ksimno::

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Olá a todos!

 

Estou planejando fazer a PCT daqui a uns três anos, como minha formatura da universidade (faço Geologia). Alguém teria informações concretas sobre a trilha pra compartilhar? Tudo é bem vindo, até curiosidades. Hehe

 

Obrigado! ^^

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  • Conteúdo Similar

    • Por anselmoportes
      Olá, mochileiros.
      Estou planejando minha próxima viagem. Vai ser entre Maio e Junho desse ano que pensei em fazer Canadá e EUA.
      Já tenho em mente as cidades que eu gostaria de conhecer. No entanto não sei ao certo quanto tempo ficar em cada cidade. Já esbocei meu roteiro e ficou assim:
      18 de Maio - Sábado
      11h30 - Chegada à Toronto
      19 de Maio - Domingo
      Toronto
      20 de Maio - Segunda-feira
      Toronto
      21 de Maio - Terça-feira
      Toronto
      22 de Maio - Quarta-feira
      23h55 - Saída de Toronto (ônibus)
      23 de Maio - Quinta-feira
      6h - Chegada a Ottawa
      24 de Maio - Sexta-feira
      8h - Saída de Ottawa (ônibus)
      10h30 - Chegada a Montreal
      25 de Maio - Sábado
      Montreal
      26 de Maio - Domingo
      Montreal
      27 de Maio - Segunda-feira
      6h20 - Saída de Montreal (trem)
      9h45 - Chegada à Quebec
      28 de Maio - Terça-feira
      Quebec
      29 de Maio - Quarta-feira
      15h40 - Saída Quebec (avião)
      17h40 - Chegada Chicago
      30 de Maio - Quinta-feira
      Chicago
      31 de Maio - Sexta-feira
      Chicago
      01 de Junho - Sábado
      Chicago
      02 de Junho - Domingo
      9h10 - Saída Chicago (avião)
      11h50 - Chegada à Washington
      03 de Junho - Segunda-feira
      Washington
      04 de Junho - Terça-feira
      Washington
      05 de Junho - Quarta-feira
      Washington
      06 de Junho - Quinta-feira
      8h40 - Saída Washington (trem)
      10h30 - Chegada à Filadélfia
      07 de Junho - Sexta-feira
      Filadélfia
      08 de Junho - Sábado
      Filadélfia
      09 de Junho - Domingo
      9h20 - Saída Filadélfia (trem)
      10h45 - Chegada à Nova York
      10 de Junho - Segunda-feira
      Nova York
      11 de Junho - Terça-feira
      Nova York
      12 de Junho - Quarta-feira
      Nova York
      13 de Junho - Quinta-feira
      Nova York
      14 de Junho - Sexta-feira
      Nova York
      15 de Junho - Sábado
      21h - Saída de Nova York e retorno ao Brasil
       
      Vc's acham que os dias são suficientes pra cada cidade? Devo ficar menos tempo em algum lugar e priorizar outros?
      Qualquer ajuda é bem vinda!
      Obrigado!
       
    • Por casal100
      Quando estamos fazendo essas travessias, muitas gente pergunta se não temos medo. Claro que temos, são perigos reais: cobras venenosas, atropelamento, assaltos, hipotermia, insolação. .. mas a recompensa é muito grande, lindos visuais, ótimas comidas, ar puro, povo maravilhoso, e tudo mais. .
      Depois de fazer o caminho de Cora Coralina, resolvemos fazer outra parte da serra da Mantiqueira  (alguns mapas informam que a serra da Mantiqueira vai até a Divinolandia), então fizemos uma parte do Caminho da Fé que também passa por essa serra.
      Acordar bem cedo,  ouvir os pássaros,  respirar ar puro e, ainda, conseguir ver e registrar uma cena dessa,  não tem preço:

      Outra atração da serra da Mantiqueira é a pedra do Baú,  subida em grampos de aço,  forte subida até o topo. Recompensa: lindo visual 360° de toda região,  não tem preço que paga!

    • Por deborar
      Em minha primeira viagem a Las Vegas, cheguei obstinada em desvendar as baladas, encontrar as melhores gastando o mínimo possível, mas não tinha a menor ideia de como fazer isso. Se identifica? 

      Se você quiser aproveitar a balada, night, festas, noitada, boates, clubes, enfim, as festas em Las Vegas sem cair em roubadas ou gastar seu rico dinheirinho todas as noites com entradas, vem comigo aqui que eu te conto uma descoberta que fiz e vai te ajudar a entrar nessa economizando muito.
       
       
    • Por Augusto
      Oi pessoal.
       
      Este é um relato dessa caminhada saindo de Tambaú (SP) até a Basílica de Aparecida com algumas dicas, informações e depoimentos em vídeo que fui fazendo ao longo do percurso.
      Iniciei sozinho a caminhada no dia 27 de Maio e fui terminar no dia 10 de Junho. Passei no meio de plantações de café, cana de açúcar, trilhas na mata, trilhos de uma linha férrea e no asfalto.
      Atualmente o Caminho sai de 3 lugares diferentes e sempre estão acrescentando mais cidades. Seguindo sempre as setas amarelas, o Caminho passa por mais de 20 cidades e vilas. Até a cidade de Paraisópolis fui caminhando sozinho e a partir dali continuei a caminhada com a minha esposa Márcia. Ao longo do Caminho encontrei outros peregrinos, alguns de bike e outros caminhando.
       
       
      Tem um trecho de uma música do Gilberto Gil que diz: “Andá com fé eu vou que a fé não costuma faiá”. Acho que reflete bem sobre o que eu passei em toda essa caminhada, que me fez reunir forças para caminhar 429 Km.
      Os primeiros dias foram os mais difíceis (muitas dores musculares). Começou a melhorar lá pelo 4º dia, quando caminhei 50 Km em 15 horas direto.
      Na maioria dos trechos eu saia por volta das 08:00 hrs e chegava na outra cidade no final de tarde. Alguns trechos cheguei já escurecendo.
      Para quem usa GPS, no wikiloc eu plotei toda essa caminhada:
      http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=945495
       
      As fotos eu dividi em vários álbuns, sendo que para cada dia eu fiz um.
       
      No final de cada trecho eu também fazia uma filmagem em vídeo relatando sobre os problemas que passei, como foi o percurso e uma descrição de como é a pousada. O tempo médio de cada vídeo ficou entre 5 a 9 minutos.
      Aqui estão todos os vídeos:
      http://www.youtube.com/view_play_list?p=BEB6909BA9522A51
       
       
       
      Abaixo um pequeno resumo dessa caminhada
       
       
      1º dia: Tambaú/SP até Casa Branca/SP - 35 Km

      Trecho dos mais tranquilos, por ser plano e com poucas subidas e descidas. Ideal levar uns 2 litros de água (apesar de haver indicações e lugares onde pegar água pouco antes da divisa). Ao longo do trecho, o caminho passará por plantações de café, cana de açúcar, batata, feijão, laranjas e tangerinas.
      Ao passar pelo cemitério de Tambaú, logo à frente o Caminho sai da Rodovia à direita e segue por estradas de terra até chegar em Casa Branca.
      A divisa de municípios você chega depois de 11 Km, umas 3 horas depois. Cheguei em Casa Branca depois de pouco menos de 9 horas de caminhada.
      A Pousada na cidade fica em uma área da Igreja Nossa Senhora do Desterro e com café da manhã simples.
      Fornece jantar, mas é necessário reservar antecipadamente.
      Os quartos são coletivos e enormes (sem TV), mas um local bastante tranquilo.
       
      Fotos desse dia:
      Vídeo:

       
       
       
      2º dia: Casa Branca/SP até Vargem Grande do Sul/SP - 31 Km

      Trecho bem desgastante e cansativo, sempre com o Sol incidindo. Leve água da pousada ou compre em algum bar da cidade, pois ao longo do trecho eu não achei. Só nos Kms finais. Logo que estiver saindo da cidade e passar embaixo da Rodovia, fique atento que o Caminho pega uma bifurcação à direita e segue cruzando outras Rodovias até chegar no acostamento de uma delas e aí seguir por 6 Km até um desvio à esquerda (fique atento a isso) que agora segue por inúmeros sítios e fazendas. Com varias paradas para descanso fui chegar em Vargem Grande do Sul depois de 10 horas de caminhada. Existe somente um Hotel na cidade para receber os caminhantes: Príncipe Hotel que fornece café da manhã.
      Melhor lugar para jantar na cidade é no Varanda´s Restaurante (próximo da Igreja Matriz).
      Existe outra Pousada a cerca de 10 Km da cidade, que o Caminho passa ao lado: é a Pousada Da. Cidinha.
      Fotos desse dia:
      Vídeo

       
       
       
      3º dia: Vargem Grande do Sul/SP até São Roque da Fartura/SP - 27 Km

      Trecho inicialmente no plano com subidas leves e depois de passados uns 12 Km se iniciará a árdua e íngreme subida da Serra da Fartura (existe a Pousada da Da. Cidinha no início dessa subida). Já do outro lado da serra, o Caminho segue por um pequeno trecho de asfalto, de onde já se consegue ver São Roque da Fartura ao fundo e depois volta a subir a Serra da Fartura, como se fosse um desvio. É um trecho bem desgastante, pois é só subida (o visual lá da crista vale a pena). Levei 8 horas de Vargem Grande do Sul até São Roque da Fartura.
      A Pousada Cachoeira (que pertence Da. Cida) fica depois da Vila, cruzando a Rodovia e se localiza numa subida bem íngreme e oferece jantar. Se quiser fornece café da manhã também.
      Fotos desse dia:https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157658134415908
      Vídeo

       
       
       
      4º dia: São Roque da Fartura/SP até Andradas/MG - 50 Km

      O trecho mais longo de todos - caminhei durante 15 horas direto até Andradas. Até o início da descida da serra em direção a Águas da Prata é quase todo no plano, passando por inúmeras nascentes e no meio de plantações de café. Saí de São Roque da Fartura pouco antes das 05:00 hrs e cheguei em Águas da Prata pouco depois das 09:00 hrs. Como encontrei a Pousada do Peregrino fechada, passei direto pela cidade. De Águas da Prata até Andradas o trecho segue por um imenso vale inicialmente no plano para depois só subida. Andradas se localiza em um grande vale entre 2 serras, por isso o trecho final é de descida íngreme e longa.
      Fiquei no Hotel Pastre, mas na cidade existe outro Hotel que é melhor: o Hotel Palace.
      Os dois fornecem café da manhã.
      Melhor lugar para comer é no Restaurante União.
      Fotos desse dia:
      Vídeo

       
       
       
      5º dia: Andradas/MG até Crisólia/MG - 36 Km

      Esse trecho é dividido em vários outros: de Andradas a Serra dos Limas e depois até Barra e depois até Crisólia.
      O trecho de Andradas até a Serra dos Lima lembra um pouco a subida da Serra da Fartura por ser muito íngreme.
      De Serra dos Lima até distrito da Barra é plano e depois descida íngreme até o fundo do vale. Já de Barra até Crisólia é uma subida íngreme muito forte, uma parte plana e pequenas descidas. Na parte final é um longo trecho plano que parece nunca terminar. Não se vê Crisólia do Caminho. Ela aparece de repente, escondida entre os morros. Saí de Andradas por volta das 07h30min, chegando na Barra pouco depois das 12:00 hrs e por volta das 18:00 hrs em Crisólia.
      Na Serra dos Lima, a cerca de 10 km de Andradas fica a Pousada da Da. Natalina.
      No distrito da Barra, a cerca de 20 km de Andradas se localiza a Pousada do Tio João.
      Em Crisólia fiquei na Pousada da Da. Adelaide e que fornecia café da manhã.
      Atualmente em Crisólia só funciona a Pousada do Peregrino, que pertence a Da. Maria.
      Melhor lugar para comer em Crisólia é no Bar da Zéti.
      Fotos desse dia:
      Vídeo

       
       
       
      6º dia: Crisólia/MG até Borda da Mata/MG - 38 Km

      Crisólia está próxima de Ouro Fino (7 Km). Esse trecho passa por dentro dessa cidade (passe no Supermercado Peg Pag e visite a Gruta de Nossa Sa. Aparecida) e depois chega a Inconfidentes (pare no Bar do Maurão – fica na entrada da cidade). Depois o Caminho segue por uns 2 Km pela Rodovia e logo sai para a esquerda, junto a um ponto de ônibus. Passa ao lado da Pousada Águas Livres e segue ora no plano, ora subidas leves. Nesse trecho, talvez você encontre o Seu Joaquim, ao lado da bica que ele fez (tem uma enorme placa em frente). O lugar é perfeito para descanso. O trecho final, de onde se enxerga a cidade de Borda da Mata é de descida e algumas partes planas, mas bem tranquilo. Saí de Crisólia as 07h30min e cheguei as 19:00 hrs em Borda da Mata.
      Se puder visite a Igreja Matriz de Borda da Mata, pois os vitrais internos são lindos.
      Fiquei no Hotel Village com café da manhã.
      Melhor lugar para comer em Borda da Mata: Restaurante San Diego onde também funciona um Hotel.
      Fotos desse dia:
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=TyTeRQK1N5A
       
       
       
      7º dia: Borda da Mata/MG até Tocos do Mogi/MG - 16 Km

      Um dos trechos mais tranquilos dessa caminhada. Saí de Borda da Mata por volta das 10:00 hrs e cheguei em Tocos do Moji por volta das 15h30min.
      Alguns aclives e declives bem fáceis e muita plantação de morango ao longo do Caminho (isso se estiver na época).
      Não deixe de ir à Pastelaria Zé Bastião, que vende pastel de fubá. Pouco antes de chegar na cidade encontrei o Ronald (colega de uma lista de trekking da qual eu participo) e que me acompanhou até Estiva (de lá ele retornou para São Paulo).
      Fiquei na Pousada do Peregrino (Da. Terezinha) que não oferece café da manhã e nem refeição.
      Fotos desse dia: https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157656209632074
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=zrHN79M3ntY
       
       
       
      8º dia: Tocos do Mogi/MG até Estiva/MG - 22 Km

      Li em alguns relatos de que esse trecho seria um dos mais difíceis, mas não chegou a ser. Depois de uma subida inicial, o Caminho passa pelo distrito de Fazenda Velha e depois uma longa descida e subida pelo Vale dos Teodoros. É um dos trechos mais bonitos de todo o Caminho. Muita plantação de morango também. Saí de Tocos do Moji as 08h30min e cheguei em Estiva pouco antes das 15:00 hrs.
      Fiquei na Pousada do Póka que se localiza sobre Padaria Santa Edwiges e ao lado da Igreja Matriz.
      Melhor lugar para comer: Nélios Restaurante
      Fotos desse dia: https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157656220156963
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=9RLl3q9kO00
       
       
       
      9º dia: Estiva/MG até Consolação/MG - 20 Km

      Trecho também bem tranquilo. Saí de Estiva as 09:00 hrs e cheguei em Consolação por volta das 15h30min. Depois de cruzar a Rodovia Fernão Dias, o Caminho segue no plano a sua maior parte. Cerca de 2 horas depois da cidade se inicia uma longa subida da Serra do Caçador por quase 1 hora. Chegando ao topo o trecho é todo no plano com descidas até chegar em Consolação.
      Fiquei na Pousada da Da. Elza, que oferece jantar e café da manhã.
      A cidade é bem pequena e não oferece muita coisa.
      Fotos desse dia: https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157658131337630
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=zPyrn6FpCcc
       
       
       
      10º dia: Consolação/MG até Paraisópolis/MG - 22 Km

      Trecho também bastante tranquilo. Saí as 08h30min de Consolação e cheguei em Paraisópolis as 15h30min. O inicio dele é com leves descidas e todo no plano com uma ou outra subida leve. A longa subida não tão íngreme já tá quase no final, depois que o Caminho segue por uma estrada secundária. Chegando no topo é só descida até Paraisópolis, onde já se avista a Pedra do Baú de ângulo bem diferente.
      Fiquei no Hotel Central que oferece café da manhã.
      Melhor lugar para comer: Restaurante Choupana (simples, mas de qualidade)
      Fotos desse dia:https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157656209731114
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=26TQDEioe6U
       
       
       
      11º dia: Paraisópolis/MG até Campista/MG - 41 Km

      Sem dúvida nenhuma um dos trechos mais difíceis de todos. Aqui eu já estava com a Márcia que se juntou a mim até a Basílica de Aparecida. Por não saber como era o trecho e não encontrar relatos de outros peregrinos, já que ele foi inserido em substituição ao trecho de São Bento do Sapucaí, Sapucaí Mirim e Santo Antônio do Pinhal, caminhamos cerca de 14 horas direto. Ao chegarmos ao Distrito de Luminosa, que fica em um imenso vale, imaginávamos que a subida da serra não fosse tão extensa. Foi um desnível de 1000 metros, tendo de subir um trecho muito íngreme e extremamente cansativo no final.
      Não recomendo fazer esse trecho se você não está preparado para uma longa subida.
      Já quem for fazer esse trecho, deverá estar passando por Luminosa no máximo até 12:00 hrs, para chegar no asfalto antes do anoitecer, senão terá problemas - sugiro ficar na Pousada N. Sra das Candeias (Da. Ditinha) que fica ao lado da Igreja de Luminosa ou na Pousada da Da. Inez, uns 4 Km depois de Luminosa, já na subida da serra. No final da subida da serra, o Caminho segue por um trecho de mata e sem qualquer vestígio de vida humana (só com lanterna para fazer esse trecho no escuro).
      A Pousada Barão Montês fica na Estrada do Campista (que liga Campos do Jordão à São Bento do Sapucaí) e tá no meio do nada.
      Por não saber onde ficava a Pousada, cometemos vários erros nesse trecho.
      Nem imaginávamos que a Pousada ficava longe de tudo. E para piorar nem avisamos ao proprietário da Pousada que íamos chegar durante a noite.
      Por isso avise com antecedência que você vai pernoitar na Pousada para ele preparar o jantar.
      Fornece café da manhã.
      Fotos desse dia: https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157658134904928
       
      Vídeo 1
      http://www.youtube.com/watch?v=lhWUQKTpd_8
       
      Vídeo 2
      http://www.youtube.com/watch?v=yjXA9ErDFWg
       
      Vídeo 3
      http://www.youtube.com/watch?v=OBkPI-AHOoM
       
       
       
      12º dia: Campista/MG até Campos do Jordão/SP - 21 Km

      Saímos de Campista as 09:00 hrs e chegamos em Campos do Jordão por volta das 15h30min. O trecho é tranquilo e segue descendo pelo asfalto durante uns 30 minutos e ao chegar na divisa São Bento do Sapucaí/Campos do Jordão, o Caminho segue por estradas de terra à direita, agora em aclive.
      Chegando na crista o visual compensa, mostrando alguns bairros de Campos do Jordão e passando próximo da Pedra do Baú, à direita. Existe um pequeno bar à esquerda, pouco depois de se avistar a Pedra do Baú. O ideal é parar aqui, pois ainda tem um longo trecho até a Pousada Refúgio do Peregrino, que oferece café da manhã.
      Campos do Jordão oferece inúmeras opções de alimentação, mas dependendo da época se tornam muito cara.
      Fotos desse dia: https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157658478799316
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=gxLkCskaDCM
       
       
       
      13º dia: Campos do Jordão/SP até Pindamonhangaba/SP - 42 Km

      O trecho inicial ainda é pelo asfalto com algumas subidas e descidas, passando pelo ponto culminante ferroviário do país. O trecho mais chato é quando você caminha pela linha do trem (cuidado com o trenzinho, pois sempre tem algum descendo ou subindo). Chegando na Estação Eugênio Lefreve, em Santo Antônio do Pinhal, aqui é ponto final dos trenzinhos que saem de Campos do Jordão, por isso está sempre cheia - dizem que o bolinho de bacalhau do barzinho da estação é um dos melhores. No local tem um belo mirante de todo o vale e agora o Caminho sai da linha do trem e segue por uma trilha no meio da mata - tem a opção de continuar pela linha do trem, mas é bem mais cansativo. Terminando a descida chegamos no Bairro de Piracuama, onde existe uma estação de trem e 2 Pousadas, mas no dia nenhuma tinha vaga. Se quiser pernoitar por aqui em qualquer das pousadas é necessário reservar antecipadamente. Até o centro de Pindamonhangaba são uns 20 Km e lá existem mais 3 pousadas. Saímos de Campos do Jordão as 08h30min e chegamos no centro de Pindamonhangaba por volta das 20:00 hrs. Tivemos um pequeno problema nesse trecho. Veja no vídeo.
      Ficamos no Hotel Comendador, que oferece café da manhã.
      Fotos desse dia: https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157658134964888
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=O_2Kc4BSmqc
       
       
       
      14º dia: Pindamonhangaba/SP até a Pousada Jovimar (Aparecida)/SP - 27 Km

      Saímos por volta das 08h30min e chegamos na Pousada Jovimar as 17:00 hrs.
      O percurso foi todo no asfalto, ao lado da Rodovia que segue para Aparecida. É bem entediante, monótono e barulhento e para piorar não existem trechos de sombra (foi Sol na cabeça o tempo todo). Como não pretendíamos chegar no final de tarde na Basílica ficamos em uma Pousada a 3 Km antes, de onde ainda não se consegue ver a Basílica. O legal é que durante todo percurso sempre vão passando bikers ou peregrinos de outras cidades e ao verem eu e a Márcia de mochilas passam incentivando.
      Fotos desse dia:https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157658478853556
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=6o8_9wGcKpw
       
       
       
      15º dia: Pousada Jovimar até Basílica - 3Km

      Saímos da Pousada pouco antes das 09:00 hrs, já que pretendíamos participar da Missa das 10:00 hrs. Assim que nos aproximávamos da Basílica, percebíamos que estaria lotada, haja vista o número impressionante de ônibus de turismo.
      Fomos subir as escadas da Basílica as 09h40min e depois da Missa fomos pegar nossa Mariana (certificado de quem conclui o Caminho da Fé) e no final da tarde voltamos para São Paulo.
       
      Fotos desse dia: https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157656220376453
      Vídeo
      http://www.youtube.com/watch?v=jZnqML264mg
       
       
      Por hora é isso.
       
       
       
      Abcs
    • Por TARLEY PERSAN
      Organizei essa travessia um mês antes de pegar a estrada definitiva que me conduzia para mais uma aventura. Como normalmente sou um viajante solitário, nada me prendia, como o tempo, clima, calendário em fim nada mesmo, só eu e minha mochila.Sabia que ia ser uma travessia árdua e cansativa, porem minha curiosidade pelo desconhecido foi maior que meu medo.
      Bem, minha longa caminhada começou em uma cidadezinha pitoresca e histórica chamada São José do Barreiro. Cheguei bem tarde, ás 8:00 da noite, pois fiquei esperando o ônibus em Guaratinguetá por longas horas na rodoviária.
      Chegando em São José do Barreiro, logo fui procurar uma pousada para descanar. Fiquei no da dona Maria, por um preço camarada, tomei um longo banho e sai para comer algo e explorar a cidade a noite. Somente três bares estavam abertos beirando a praça central e que também eram o ponto de encontro do pessoal. Percebi que todos se conheciam, e que eu era o forasteiro na cidade. Sentei, pedi uma cerveja e alguns petiscos para comer e lá fiquei por algumas horas observando aquelas pessoas e do que elas falavam. Paguei a conta e sai para andar um pouco pela cidade, lógico acompanhado sempre pela minha inseparável câmera. Passei pela praça, onde haviam várias pessoas por lá, algumas fantasiadas de festa junina e outras com roupas pesadas de inverno e eu de bermudão e camiseta perambulando pela praça. Eu acho que era o único turista daquele dia. Sobe ladeira e desce ladeira dei de cara com o histórico cemitério dos escravos em uma ruela sem saída. Dei uma volta ao redor do muro e  encontrei uma passagem perfeita para explorar aquele lugar ás 11:30 da noite. Pulei o muro e dei de cara com um túmulo meio aberto, onde quase caí dentro dele. Bem tirando o susto, adentrei no cemitério para fazer uma matéria. Com uma lanterna na mão e a câmera em outra comecei minha excursão por lá.  E um verdadeiro cenário de terror.Voltei para a pousada umas 2:00 h da manhã, sendo que pretendia sair bem cedo, mas só pretendia, pois acordei ás 10:00 h.Pulei da cama, reorganizei minha mochila e deixei a pousada ás pressas. Tomei um rápido café em um bar e parti para a empreitada. A minha intenção logo de início era subir a serra á pé, que até o parque são 27 km de subida, e muita subida.
      No começo é tudo flores, mas depois de duas horas em uma subida que não tem fim, seu corpo começa a reclamar e cada placa de quilometragem te avisa o quanto ainda tem que andar. A música fazia me esquecer um pouco do cansaço e a beleza da serra me extasiava de prazer e felicidade e uma paz que invade a alma. Em cada curva um cenário diferente. Já eram 4:00 h da tarde, precisava parar, escançar, na verdade repousar. Meu corpo já estava esgotado e no Km 6 estava louco procurando um lugar para montar acampamento, o que era difícil. Em uma região onde havia morro e algumas fazendas cercadas, eu tinha que procurar muito.Quando estava descendo a estrada, bem do alto, pude visualizar a região e encontrar um possível lugar para acampar, foi quando eu vi uma área plana em cima de um barranco. Mas ainda tinha que chegar lá e trinta minutos depois me deparei com esse barranco, que tinha uns dois metros de altura e ficava bem em uma curva. Soltei a mochila e circulei o barranco para encontrar alguma parte mais baixa. Nada feito, mas tinha uma árvore em cima e algumas raízes que me ajudaram a subir. Amarrei uma corda na mochila e lá de cima puxei, já quase sem forças. Quando eu olhei para esse plano, percebi que na verdade era um pasto, um imenso pasto. Não tinha gado, mas sua marca estava em quase todo lugar. Procurei um lugar mais limpo e realmente consegui montar a barraca e cair dentro, onde dormi até ás 10:00, com um frio de congelar e com uma chuva fina que não dava trégua. Fiz a minha janta e tomei um copo de vinho tinto e voltei a dormir até ás duas da manhã, quando um mugido alto veio me acordar. Eu pensei: isso são horas de vacas pastarem e eu lá bem no meio do quintal delas. Levantei, peguei minha lanterna e sai para fora da barraca para ver onde elas estavam. Nada vi, e o som abafado não parava nunca e nada de vacas, bois e nem bezerros.Entrei na barraca e consegui dormir. Ás 6:00 h levantei no meio da forte neblina e um frio cortante, comecei desmontar acampamento para prosseguir e quando estava tudo pronto dei uma última olhada no lugar e descobri de onde estava vindo aquele som de vacas.Em uma fazendinha bem distante onde eu estava, lá estavam elas, berrando feito doidas.Serra da Bocaina
      Quando cheguei no Km 7 encontrei minha companheira de trilha, parece que ela estava lá me esperando. Parei para descansar, abri um pacote de bolacha e ela acanhada me olhando devorar aqueles biscoitos. Ofereci alguns para ela, que não fez cerimônia alguma, até que finalmente terminamos aquele pacote, mas eu precisava prosseguir minha jornada. Peguei minha mochila e segui.Essa cadela me acompanhou até o Km 25
      Não estava nem na metade do caminho e já estava precisando descansar mais uma vez. Quando o trajeto é longo e em subida ingrime, sua velocidade é lenta, e com uma mochila pesada, se torna mais árduo e cansativo. Tive que fazer mais um pernoite na estrada. Desta vez peguei um terreno acidentado, mas era o que tinha e lá montei mais uma vez a barraca e dormi no Km 18. Ao amanhecer me senti mais disposto, eu já estava bem no alto da serra, mas tinha mais subida pela frente, até o Km 25, depois é suave até a entrada do parque.
      A subida continua, e a vontade de chegar lá, aumentava em cada passo. Cada quilômetro percorrido já era uma vitória, uma conquista. Mas o prazer de estar lá, lá em cima era imenso. Todo meu esforço foi compensado. Porque fazer o trajeto do modo mais fácil, alugar um carro e subir aquela imensa serra, deixando tudo passar pelo retrovisor ou apenas sentir o vento frio entrando pela janela, se pode sentir isso e muito mais subindo em companhia dela, da natureza. E assim fui eu caminhando no meio do nada, ou melhor de tudo, tudo que é belo e magnífico, que com certeza jamais esquecerei, e lógico, voltarei a passar pelo mesmo caminho, onde que do cansaço e exaustão extraiu minha perseverança e coragem de prosseguir o meu caminho no parque, que irei atravessar.    
       27 Km a menos. Agora eu prossigo o caminho do ouro até o final da trilha. Será o próximo relato de um caminhante solitário.  
       
       
       
       


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