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amamelo

Dicas de Bariloche e Villa la Angostura por quem já foi 8 vezes para lá.

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Já fui 8 vezes a Bariloche e Villa la Angostura. Gosto tanto que virei referência entre amigos e no meu blog Atravessar Fronteiras. Fiz um Guia digital com dicas sobre as cidades http://www.atravessarfronteiras.com/2015/11/conheca-o-guia-de-bariloche-e-villa-la.html

 

Vou postar aqui algumas dicas, mas fiquem à vontade para perguntar mais.

 

Quando você vai a Bariloche você tem que escolher se quer ficar no centro e ter facilidade para andar pelas ruas, fazer compras, comer chocolate, etc. Eu já fiquei algumas vezes no centro (apesar de que prefiro ficar mais longe) e posso te dar algumas dicas de hotel. Só posso dizer que nunca fui a Bariloche sem carro alugado, e acho uma perda de tempo não alugar. As atrações mais legais, os restaurantes mais transados, ficam longe do centro, a maioria na av. Bustillo, que margeia o lago. Então inclua logo a despesa de alugar um carro na sua viagem.

ONDE FICAR EM BARILOCHE?

No centro, eu posso começar dizendo ONDE NÃO FICAR! O hotel Aconcágua é um horror! Quartos e banheiros pequenos e sujos, quente quando faz calor, barulhento. Se puder evitar, evite!

E se você optar por ficar no centro, pergunte se o hotel em que deseja ficar aceita as excursões de adolescentes argentinos, que passam uma semana em Bariloche. A cidade fica LOTADA de adolescentes em qualquer época do ano, e imagino que se hospedar no mesmo hotel que eles não seja uma experiência … digamos… tranquila.

Já fiquei também no hotel Edelweiss http://www.booking.com/hotel/ar/edelweiss.en.html?aid=850843. Esse eu recomendo, o quarto familiar era muito bom, o único problema é que não tinha wifi gratuito nos quartos.

Já fiquei no centro também num hotel chamado http://www.costasdelnahuel.com.ar/, na beira do lago... Era simples, mas a vista compensava por tudo.

A Av. Bustillo, que eu já falei aqui, margeia o lago, começa onde acaba o centrinho de Bariloche. E os números querem dizer os km que cada atração fica do centro. Por exemplo, se você for ficar num hotel na AV. Bustillo 3.400, fique sabendo que estará a 3,4km do centro.

Em 2006, eu e Bruno fomos estudar espanhol em Bariloche, com o Arthur com apenas 2 anos. Ficamos 6 semanas ali, vivendo como eles, amando muito tudo aquilo. Ficamos num bangalô simples, mas delicioso, o http://www.elbosquedeloselfos.com.ar/. Estivemos lá agora depois, vi que mudaram os donos, mas os bangalôs continuam lá, à beira do Lago.

Nas minhas duas últimas idas a Bariloche, fiquei nos bangalôs da minha professora de espanhol, a Ani, chamado http://www.booking.com/hotel/ar/bungalows-unsur.en.html?aid=850843, no km 8,4. A família da Ani é um amor, os bangalôs ficam próximos (menos de 10 km) à estação de esqui, Cerro Catedral, e o Jorge, marido dela, faz um serviço de levar os turistas até lá na van. Os bangalôs são confortáveis, não ficam bem em frente ao lago mas dá vista para o lago e o preço é imbatível!

 

ONDE COMER EM BARILOCHE?

 

barix2É também às margens do Nahuel Huapi que ficam as melhores opções de comida em Bariloche. O meu restaurante preferido é El Patacón, que fica próximo ao centro (coisa de 7km). É um restaurante chique, lindo, com atendimento impecável, onde se come bem e não se paga tanto assim. Não comparado aos restaurantes chiques do Brasil.

Outro lugar onde sempre vamos muuuuuito é a Cervecería Blest, que já fica um pouco mais distante, no km 11 da av. Bustillo. Lugar despojado, com centenas de recados deixados por frequentadores, miniaturas de aviões, foguetes, trens penduradas no teto, uma lojinha gostosa dentro. A comida: pizza e cerveja artesanal. Pra que mais? Eu não posso ir a Bariloche sem ir à Blest.

Outras opções são a Família Weiss, que é bem turística, bem no centro de Bariloche, também tem o Rincón Patagonico, que fica a 14km. Ah, e os chocolates... hummmm. Nem precisa falar nada, é só chegar e escolher uma das dezenas de opções... Ah, os alfajores... Eu sou viciada em alfajores, para mim, os melhores são da Abuela Goya. Mas é melhor provar todos e fazer sua própria escolha.

 

Clima em Bariloche

Bariloche faz frio quase o ano todo. Já fomos para lá no inverno, já fomos na primavera, já fomos no verão e no outono. Eu, particularmente, prefiro o verão. As praias são deliciosas, as pessoas realmente aproveitam para tomar um sol, entrar no lago gelado, etc. Tem caminhadas para todo gosto. Mas prepare-se para, mesmo no verão, pegar temperaturas congelantes, se você der azar de topar com uma frente fria. Eu cheguei lá em 2012 no fim de dezembro e estava NEVANDO nas montanhas de Bariloche. Fiquei uma semana com temperaturas que não passaram dos 10 graus. Mas já ouvi dizer que é normal chegar até a 30 graus no verão mesmo.

No verão pode-se aproveitar todos os minutos dos dias longos. Adoro.

Cerro Otto no inverno, BarilocheFui no inverno em 2011 e só posso dizer uma coisa: prepare-se! O frio é cortante, mas se você quer esquiar, prepare sua viagem para a última semana de julho. Antes disso, pode não encontrar estação de esqui aberta. No inverno, a única coisa a fazer é aproveitar a neve, então os outros passeios de natureza ficam cancelados. A única estação de esqui de Bariloche é o Cerro Catedral, e tem atrações para todo tipo: crianças, iniciantes e experts.

Se você gosta de esquibunda, não deixe de subir o teleférico do Cerro Otto, que tem esquibunda para todo tipo, adulto e criança. Uma diversão. O Cerro Otto é um passeio imperdível em qualquer época do ano, a vista é linda demais! Outro teleférico que você não pode deixar de subir é o Campanário, bem longe do centro, cuja vista é tida como uma das mais impressionantes do planeta.

 

 

 

Cerro Tronador, Argentina

O QUE FAZER em Bariloche

Fomos ao Cerro Tronador, um passeio que dura o dia todo. O Tronador é a maior montanha da região, fica sempre nevada. O caminho é maravilhoso. Fomos uma vez em setembro e tinha tanta neve que não conseguimos chegar aos pés do tronador, colocamos o Arthur na mochila e saímos caminhando na neve (veja o vídeo aqui). Passeio imperdível. Fomos outra vez em abril, fazia muuuuuuito frio mas não tinha neve no chão.

Passear pelo lago também é muito bom. Tem um passeio que todos fazem, mas vale muito a pena, vai para Isla Victoria e Bosque de Arrayanes (já em Angostura). O passeio é delicioso, e você ainda sai do porto em frente ao hotel Llao llao, ponto turístico de Bariloche, quando eu crescer que ficar hospedada ali.

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Bom dia...

 

Irei com minha esposa e ficaremos entre os dias 16 à 21 de setembro. Ela está grávida, mas descobrimos agora, ou seja, quando formos para la, ela estará com no máximo 3 meses.

Gostaríamos de saber se os passeios de natureza ainda estão restritos nesse período e se as atrações de setembro se limitam aos passeios aos Cerros, porque dessa forma, não sei se estou exagerando no período de permanência em Bariloche ou se é suficiente 5 dias completos.

É possível fazer nesse período la Ruta de los 7 Lagos?

Os passeios são cansativos ou será que uma mulher grávida de 3 meses consegue realizar?

 

Agradeço pela disponibilidade.

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Nunca vi essa pessoa por aqui,quer dicas?Tem muitas minhas e do Príncipe,um especialista em Bariloche no tópico próprio. Procure lá respostas para suas dúvidas, caso não encontre,estou a disposição. 

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Em 03/02/2016 em 08:13, amamelo disse:

Já fui 8 vezes a Bariloche e Villa la Angostura. Gosto tanto que virei referência entre amigos e no meu blog Atravessar Fronteiras. Fiz um Guia digital com dicas sobre as cidades http://www.atravessarfronteiras.com/2015/11/conheca-o-guia-de-bariloche-e-villa-la.html

 

Vou postar aqui algumas dicas, mas fiquem à vontade para perguntar mais.

 

Quando você vai a Bariloche você tem que escolher se quer ficar no centro e ter facilidade para andar pelas ruas, fazer compras, comer chocolate, etc. Eu já fiquei algumas vezes no centro (apesar de que prefiro ficar mais longe) e posso te dar algumas dicas de hotel. Só posso dizer que nunca fui a Bariloche sem carro alugado, e acho uma perda de tempo não alugar. As atrações mais legais, os restaurantes mais transados, ficam longe do centro, a maioria na av. Bustillo, que margeia o lago. Então inclua logo a despesa de alugar um carro na sua viagem.

ONDE FICAR EM BARILOCHE?

No centro, eu posso começar dizendo ONDE NÃO FICAR! O hotel Aconcágua é um horror! Quartos e banheiros pequenos e sujos, quente quando faz calor, barulhento. Se puder evitar, evite!

E se você optar por ficar no centro, pergunte se o hotel em que deseja ficar aceita as excursões de adolescentes argentinos, que passam uma semana em Bariloche. A cidade fica LOTADA de adolescentes em qualquer época do ano, e imagino que se hospedar no mesmo hotel que eles não seja uma experiência … digamos… tranquila.

Já fiquei também no hotel Edelweiss http://www.booking.com/hotel/ar/edelweiss.en.html?aid=850843. Esse eu recomendo, o quarto familiar era muito bom, o único problema é que não tinha wifi gratuito nos quartos.

Já fiquei no centro também num hotel chamado http://www.costasdelnahuel.com.ar/, na beira do lago... Era simples, mas a vista compensava por tudo.

A Av. Bustillo, que eu já falei aqui, margeia o lago, começa onde acaba o centrinho de Bariloche. E os números querem dizer os km que cada atração fica do centro. Por exemplo, se você for ficar num hotel na AV. Bustillo 3.400, fique sabendo que estará a 3,4km do centro.

Em 2006, eu e Bruno fomos estudar espanhol em Bariloche, com o Arthur com apenas 2 anos. Ficamos 6 semanas ali, vivendo como eles, amando muito tudo aquilo. Ficamos num bangalô simples, mas delicioso, o http://www.elbosquedeloselfos.com.ar/. Estivemos lá agora depois, vi que mudaram os donos, mas os bangalôs continuam lá, à beira do Lago.

Nas minhas duas últimas idas a Bariloche, fiquei nos bangalôs da minha professora de espanhol, a Ani, chamado http://www.booking.com/hotel/ar/bungalows-unsur.en.html?aid=850843, no km 8,4. A família da Ani é um amor, os bangalôs ficam próximos (menos de 10 km) à estação de esqui, Cerro Catedral, e o Jorge, marido dela, faz um serviço de levar os turistas até lá na van. Os bangalôs são confortáveis, não ficam bem em frente ao lago mas dá vista para o lago e o preço é imbatível!

 

ONDE COMER EM BARILOCHE?

 

barix2É também às margens do Nahuel Huapi que ficam as melhores opções de comida em Bariloche. O meu restaurante preferido é El Patacón, que fica próximo ao centro (coisa de 7km). É um restaurante chique, lindo, com atendimento impecável, onde se come bem e não se paga tanto assim. Não comparado aos restaurantes chiques do Brasil.

Outro lugar onde sempre vamos muuuuuito é a Cervecería Blest, que já fica um pouco mais distante, no km 11 da av. Bustillo. Lugar despojado, com centenas de recados deixados por frequentadores, miniaturas de aviões, foguetes, trens penduradas no teto, uma lojinha gostosa dentro. A comida: pizza e cerveja artesanal. Pra que mais? Eu não posso ir a Bariloche sem ir à Blest.

Outras opções são a Família Weiss, que é bem turística, bem no centro de Bariloche, também tem o Rincón Patagonico, que fica a 14km. Ah, e os chocolates... hummmm. Nem precisa falar nada, é só chegar e escolher uma das dezenas de opções... Ah, os alfajores... Eu sou viciada em alfajores, para mim, os melhores são da Abuela Goya. Mas é melhor provar todos e fazer sua própria escolha.

 

Clima em Bariloche

Bariloche faz frio quase o ano todo. Já fomos para lá no inverno, já fomos na primavera, já fomos no verão e no outono. Eu, particularmente, prefiro o verão. As praias são deliciosas, as pessoas realmente aproveitam para tomar um sol, entrar no lago gelado, etc. Tem caminhadas para todo gosto. Mas prepare-se para, mesmo no verão, pegar temperaturas congelantes, se você der azar de topar com uma frente fria. Eu cheguei lá em 2012 no fim de dezembro e estava NEVANDO nas montanhas de Bariloche. Fiquei uma semana com temperaturas que não passaram dos 10 graus. Mas já ouvi dizer que é normal chegar até a 30 graus no verão mesmo.

No verão pode-se aproveitar todos os minutos dos dias longos. Adoro.

Cerro Otto no inverno, BarilocheFui no inverno em 2011 e só posso dizer uma coisa: prepare-se! O frio é cortante, mas se você quer esquiar, prepare sua viagem para a última semana de julho. Antes disso, pode não encontrar estação de esqui aberta. No inverno, a única coisa a fazer é aproveitar a neve, então os outros passeios de natureza ficam cancelados. A única estação de esqui de Bariloche é o Cerro Catedral, e tem atrações para todo tipo: crianças, iniciantes e experts.

Se você gosta de esquibunda, não deixe de subir o teleférico do Cerro Otto, que tem esquibunda para todo tipo, adulto e criança. Uma diversão. O Cerro Otto é um passeio imperdível em qualquer época do ano, a vista é linda demais! Outro teleférico que você não pode deixar de subir é o Campanário, bem longe do centro, cuja vista é tida como uma das mais impressionantes do planeta.

 

 

 

Cerro Tronador, Argentina

O QUE FAZER em Bariloche

Fomos ao Cerro Tronador, um passeio que dura o dia todo. O Tronador é a maior montanha da região, fica sempre nevada. O caminho é maravilhoso. Fomos uma vez em setembro e tinha tanta neve que não conseguimos chegar aos pés do tronador, colocamos o Arthur na mochila e saímos caminhando na neve (veja o vídeo aqui). Passeio imperdível. Fomos outra vez em abril, fazia muuuuuuito frio mas não tinha neve no chão.

Passear pelo lago também é muito bom. Tem um passeio que todos fazem, mas vale muito a pena, vai para Isla Victoria e Bosque de Arrayanes (já em Angostura). O passeio é delicioso, e você ainda sai do porto em frente ao hotel Llao llao, ponto turístico de Bariloche, quando eu crescer que ficar hospedada ali.

 

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Gentiiiiiiiiiiiii, me ajudem???

Não terei grana pra alugar carro!

Existe transporte público em Bariloche??

Queria me hospedar perto de restaurantes e mercados, mas tb que fique perto de paisagens....

Me ajudem?

Obrigada

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    • Por matheusinacioca
      E aí, tudo bem
      Estou terminando de organizar minha viagem e preciso de algumas dicas...
      Meu voo de ida chega em Buenos Aires dia 19.01.19 (onde já tenho reservado no HOSTAL MILLHOUSE AVENUE até dia 22.01.19) e meu voo de volta sai de Ushuaia dia 23.02.19; concluindo assim 36 dias de roteiro.
      Meu segundo destino depois de BNA é Bariloche (vou de ônibus, empresa: VIA BARILOCHE). A partir de Bariloche a ideia é ir para el Bolsón, el Calafate-el Chaltén, Puerto Natales (parque Torres del Paine), e por fim, Ushuaia. Pretendo fazer todos esses trajetos de bus... 
       
      Minhas duvidas são em relação da quantidade de dias que reservo para cada cidade... Pensei da seguinte maneira:
       
      BUENOS AIRES: 3-5 dias
      BARILOCHE: 4 dias (até pensei em ficar mais, mas devido ao preço da cidade não sei se convêm)
      EL BOLSON: 4 dias
      EL CALAFATE: 3 dias
      EL CHALTEN: 5 dias
      PUERTO NATALES (P.TOR.PAINE): 6 dias
      USHUAIA: 5-7 dias.
       
      *Outras duvidas:
      1.devo agregar no trajeto: Villa la Angostura??... vi que tem bastante coisa legal por lá.
      2. de el Calafate vou para Puerto Natales, onde o objetivo é fazer o Parque Torres del Paine, acho que vou acabar optando pelo W, alguém tem alguma dica sobre??
      3. posterior ao Parque Torres del Paine, tenho que voltar para el Calafate pra descer até Ushuaia, trajeto que pretendo fazer de ônibus, vi que tenho que ir primeiro para Rio Gallegos... seria interessante reservar 1-2 dias para conhecer está cidade? ou melhor sigo direto para Ushuaia?
      4. en el Calafate, no glaciar Perito Moreno... minitrekking vs. big ice... já li tanto sobre isso que ainda não consegui decidir... alguém que fez, tendo em conta os valores, vale a pena o Big Ice?
      5. el Chaltén, pode fazer camping no Fitz Roy??
      6. Estendo para 5 dias em Buenos Aires antes de descer para Bariloche, ou 3 já está de bom tamanho?? quero conhecer Tigre tb...
       
      Desde já muito obrigado galera
    • Por daniel.castro
      Olá, bom dia pessoal!
       
      estou embarcando para Bariloche agora dia 26/12 e gostaria de algumas dicas de lugares para passar o Réveillon.
      toda dica será bem vinda, de balada / bar à restaurantes ou passeios.
      obrigado 😉☺️
    • Por kombi 75
      Bom dia pessoal!
      Somos a família Avila de Palhoça - SC. Estamos saindo em viagem no dia 25 de dezembro abordo de nossa kombi (Fiona) com destino a Bariloche - AR.
      Gostariamos de dicas de roteiro, principalmente para o retorno, sendo que a ida será pelo litoral gaúcho, Montevidéu e entrada pela Argentina ,cidade  Fray Bentos.
      Forte abraço a todos.
      ps. Companhias são bem vindas.
       
    • Por emmanuel_oliveira
      Olá, pessoal.
      Eu e minha esposa iremos ao Chile em setembro/2018. Apesar de eu já ter ido, fiz um roteiro diferente do que queremos fazer agora. Sendo assim, gostaríamos de ajuda de vocês para montarmos o itinerário mais adequado.
       
      Sairemos de Fortaleza no dia 16 de Setembro e chegaremos em Santiago às 18:10 do mesmo dia. Aí começam nossas dúvidas. Chegaremos justamente nas Fiestas Pátrias chilenas. Queremos conhecer essas festas, mas sabemos que muitos locais não abrem. Os lugares turísticos são afetados, como Plaza de Armas, museus, Palácio de La Moneda? Estamos pensando em fazer o seguinte percurso:
      Dia 16) Fortaleza - Santiago
      Dia 19) Santiago - Mendonza, ARG (por a passagem de avião ser mais barata)
      Dia 20) Mendonza - Bariloche (avião)
      Dia 23) Bariloche - Puerto Varas (melhor fazer o Cruce Andino ou viajar de ônibus e deixar pra fazer os passeios de barco em Puerto Varas?)
      Dia 26) Puerto Montt - Valdívia - Pucon
      Dia 29 tarde) Volta pra Santiago (ônibus)
      Dia 30) Santiago - Fortaleza

      Não separamos dias específicos pra cada lugar. Queremos curtir o ambiente e decidir se vale a pena ficar mais ou menos dias. 
      Como iremos em Setembro e vai ser fim de inverno, sabem dizer se dá pra esquiar em Valle Nevado, fazer trilha na Cordilheira dos Andes, ir em Cajón Del Maipo?
      Indicam alguma vinícola mais rústica e/ou tenha viagem de trem? 

      Desde já, agradecemos as respostas!!!
    • Por fabricionn
      Relato de viagem 19 dias Patagônia – Bariloche x Futaleufu x Puyuhuapi x Cerro Castillo x Puerto Tranquilo x Los Antiguos x El Chaltén x Ushuaia
       
      Dia 1 – 23/01 – sábado: Rio X Bariloche
       
      E ai Pessoal!
       
      Espero ajudar com mais este relato. Essa viagem foi sensacional!! A viagem ocorreu de 23 de janeiro/2016 a 11/02/2016. Apesar de alta temporada, não fomos com nada reservado e íamos buscando nos locais mesmo.
       
      Em Bariloche tivemos grande dificuldade em conseguir hospedagem a preços aceitáveis, e acabamos pagando mais caro porque não fechamos antes.
       
      Vou falando os custos ao longo do caminho. A passagem foi Rio x Bariloche e Ushuaia x Rio por R$ 2.040,00 com as taxas incluídas.
       
      Chegamos umas 21h30 ao centro da cidade de ônibus do aeroporto por 12 pesos cada um (o táxi seria a partir de 280 pesos), ainda claro.
       
      Procuramos hostel más já estavam todos lotados. Tivemos que procurar um hotel, que encontramos o Copahue na Av. San Martin. O hotel é bem aconchegante e agradável, apesar de caro (1.100 pesos/para 2 pessoas) com café da manhã.
       
      Dia 2 – 24/01 - domingo: Bariloche
       
      Acordamos cedo e fomos buscar uma troca de hotel pra um mais econômico. Rsrsrs os hostels estão cobrando 300 pesos por pessoa em quarto compartilhado, praticamente todos com o mesmo preço.
       
      Andamos pela cidade, calle Mitre onde o pessoal troca moeda.
       
      O câmbio estava 1 real = 3,60 pesos
      1 dólar = 4,15 reais
      1 dólar= 15 pesos
       
      Almoçamos na própria calle Mitre, no los ponchitos e a comida estava na média de preços dos outros restaurantes : 130 pesos (caro!!).
       
      Encontramos uma hospedagem mais a frente chamada Aspen Hotel que estava cobrando 860 pesos para 2 pessoas, melhor que a nossa a 1.100, pena q não deu tempo de trocar no mesmo dia...
       
      Dia 3 - 25/01 – segunda: Bariloche
       
      Resolvemos ficar na cidade em vez de fazer passeio. Fomos ao parque Llao Llao e caminhar por la. O parque é bem interessante.
      Fomos ao centro de turismo e pegamos informações do que fazer lá. Inclusive que tínhamos que comprar o cartão de ônibus (25 pesos) e depois recarregar com base nos valores que usaríamos. Os ônibus não aceitam dinheiro!
      Rodamos o dia todo no parque.
       
      Dia 4 – 26/01 – terça – Tronador
       
      Fechamos um passeio ao tronador por 560 pesos/pessoa que sai do hotel às 9h. O passeio consiste em passar pelo rio manso (que tem variações de coloração em razão dos sedimentos que caem no rio) e ao fim encontramos com uma geleira que constantemente se solta. Não demos sorte de ver uma parte se desprendendo, mas pelo menos conseguimos ouvir alguma coisa. Hehehe
       
      Depois, passa para ver a cachoeira que se forma da geleira... bem interessante. Água bem gelada mesmo.
       
      Trocamos de hotel do Copahue para o Aspen Ski hotel que era bem mais aceitável o preço 860 pesos com café da manhã.
       
      Este hotel também tem serviço de restaurante que é mais econômico que qualquer restaurante que fomos!! Fora que a comida é muito boa e com variação!! Não pensamos duas vezes. Hehehe só comemos os "pratos frios" por 60/pessoa. :)
       
      Só os pratos frios já satisfizeram nossa fome! Grande variedade de comida pra todos os gostos. Este hotel teve o melhor custo x benefício da viagem, pena que não o descobrimos antes.
       
      http://www.hotelaspenski.com/home.htm
       
      Dia 5 – 27/01 – quarta - Bariloche x Esquel (rumo a Futaleufu)
       
      Pesquisando sobre rafting na internet, descobrimos o relato do Márcio/Sp aqui no site dos mochileiros.com (futaleufu-o-paraiso-do-rafting-t32982.html) que falou tão bem de Futaleufu, que desistimos de fazer os oferecidos em Bariloche. Os preços de Bariloche estão surreais 1.690 pesos (nivel 3 e 4). O mais barato que encontramos foi por 1.290 numa agência perto do posto de gasolina do centro, subindo a rua.
       
      Para chegar a Futaleufu, é preciso ir a Esquel e de lá continuar a peregrinação. Hahahaha o preço da passagem foi de 232 pesos em ônibus executivo.
       
      Pegamos o remise ("táxi" ”mais econômico”) do Aspen até o Terminal de bus por 80 pesos.
       
      Infelizmente perdemos o ônibus porque compramos o bilhete no quiosque (El Valle), mas eles vendiam várias empresas... como o atendente não informou sobre isso e não sabíamos que existia isso em guiche, tivemos que pegar o ônibus mais caro (365 pesos) e que venderam como cama...
       
      De ônibus normal até Esquel e de la sentido Chile.
       
      Em Esquel também é possível fazer um rafting no rio Corcovado de nível 3 e 4, mas esse não é o nosso objetivo. Hehehe
       
      Ficamos hospedados por 600 pesos (2 pessoas) numa Cabaña perto da rodoviária mesmo. Tinha também um hostel perto por 200/pessoa em quarto compartilhado.
       
      A central de informações é interessante, pois funciona direto, pelo que vimos, inclusive pela manhã (8h). La eles dão varias informações e indicam onde se hospedar também.
       
      Dia 6 – 28/01 – quinta - Futaleufu
      Após passar pela Aduana na Argentina e Chile, partimos pra cidade.
       
      Chegamos perto das 11h e pensávamos que não seria possível fazer nada neste horário, mas conseguimos fazer o rafting mais curto (que sai mais tarde que os outros) por 45mil pesos chilenos/pessoa na Patagônia Elementary. A Agência tem boa estrutura e vai um fotógrafo profissional acompanhando o bote que oferece os serviços por 5mil/pessoa.
       
      O rafting é irado!! Sem palavras para descrever a tonalidade, exuberância e qualidade do rafting!!
       
      Ficamos tão empolgados com o rafting que resolvemos fazer outro no dia seguinte.
       
      Refeição fica na faixa de 6mil/pessoa.
       
      Ficamos hospedados na pousada Cañete por 12.500 pesos/pessoa. Pequena, porém funcional. Café da manhã básico. Rsrsrs
       
      Ficamos boquiabiertos com tamanha beleza!!
       
      Cotação - 1 real = 165 pesos
      Incrivelmente tem uma agência que troca reais e estava 1 real = 170 pesos!
      Droga que não descobrimos antes do saque. Hehehehe
       
      Dia 7 – 29/01 - sexta - Futaleufu
       
      Fizemos o rafting full day pela agência:
      Outdoor Patagônia
      [email protected]
      http://www.outdoorpatagonia.com
       
      O material deles tá menos novo que o da outra, porém achei o serviço mais top!! O guia Alonso fez a diferença no passeio, indo pelos pontos mais interessantes do rio, além de usar a gopro direto!!
       
      Para sair de Futaleufu, também são poucas opções e dias. Voltando para Esquel, sai na segunda, quarta e sexta, pois os ônibus das duas cidades (Esquel e Futaleufu) se encontram na fronteira.
       
      Para ir mais ao sul, tem um ônibus domingo que vai até Coihaique e há outras opções saindo de Chaitén diariamente. Nessa estrada, o que costuma acontecer é das pessoas esperarem o ônibus de Chaitén na Villa Santa Lucía, que é passagem obrigatória e ponto desses ônibus. Infelizmente não tenho mais detalhes dos horários, pois quem entrou em contato com a empresa de ônibus para gente foi a dona da pousada Cañete (que inclusive vende passagens para Chaitén).
       
      No rafting que fizemos encontramos um casal de australianos que estava de carro e ia para Cerro Castillo também!! Então entramos nessa viagem desse casal e dormimos em La Junta, uma das cidades mais próximas do parque nacional Queulat.
       
      La Junta é uma cidade pequena e tranquila, com água potável saindo pela bica. Rsrs Não só lá acontece isso, mas, pelo que vimos, em toda Patagônia!! Economia garantida na água. Hehehe
       
      Ficamos hospedados num lugar bem fraco, chamada "Hospedaje Valle El Quinto", cuja limpeza é fraca, mas foi o q encontramos, por 10mil/pessoa com café da manhã fraco. Rsrs bom que foi só por uma noite.
       
      Dia 8 – 30/01 - sábado - La Junta x Puyuhuapi
       
      Como não tínhamos barraca pra acompanhá-los, eles nos deixaram em Puyuhuapi em torno das 11h, base da cidade pra conhecer Ventisquero Colgante, que é um glaciar no meio de uma floresta! Visual impressionante e interessante. Ele é menor que o mais perto de Bariloche, mas é mais bonito como um todo.
       
      Esse parque fica a 22km da da vila de Puyuhuapi e chegamos de carona. É possível pegar um bus pra voltar pra Puyuhuapi a partir das 18h, que são os ônibus que saem de Coyhaique até La Junta/Puyuhuapi.
       
      Ficamos na cidade porque não tinha como sair no mesmo dia, pois para ir para Cerro Castillo, tem que ir a Coyhaique e o ônibus sai às 6h da manhã diariamente.
       
      Ficamos hospedados na hospedagem Don Luis, que é un lugar bem agradável e aconchegante por 11mil/pessoa sem café, pois o bus sairia cedo no dia seguinte.
       
      Dia 9 – 31/01 - domingo - Puyuhuapi x Cerro Castillo
       
      Compramos a passagem no dia anterior em Puyuhuapi até Coyhaique por 8mil pesos/pessoa e partimos pra esta cidade.
       
      Ao chegar à rodoviária, buscamos uma passagem pra Cerro Castillo que sai diariamente às 9h, mas a atendente informou que não havia mais vagas até quarta-feira. Perguntamos se havia outro e a atendente disse q teria um sem vaga às 11h. Insistimos se teria desistência e ela disse q teria q esperar. Bingo! Conseguimos partir pra Cerro neste dia por 5mil/pessoa.
       
      Procuramos hospedagem e encontramos a hospedaje El Rodeo que é razoável e saiu por 10mil / pessoa sem café da manhã.
       
      Cerro Castillo é um parque que oferece Trekking de 1 dia ou de 4/5 días, ao estilo Torres del Paine. Infelizmente não viemos preparados pro Trekking maior, então só restou o de 1 dia mesmo que não conseguimos fazer no dia que chegamos e ficou pro dia seguinte.
       
      Refeição tem o preço aproximado das cidades anteriores entre 6 e 7 mil.
       
      Obtendo informações no parque, a central disse que o percurso mais bonito é o que fica perto da Cidade de Cerro Castillo mesmo, tendo variações de caminhada para quem anda bem e pra quem não anda tão bem assim. Rsrsrs
       
      Dia 10 - segunda - Cerro Castillo
       
      Fizemos o Trekking de 1 dia que vai e volta por Cerro Castillo. O visual é irado! Passa-se por bosques, vegetação alta e depois uma parte de pedras para se chegar ao mirante que é impressionante, ainda mais num dia de sol.
       
      Depois, é possível entrar na água gelada que corre da geleira no lago, dar uma refrescada e encher a garrafa de água. A trilha dura entre 6 e 8 horas ida e volta, mas pode passar disso. Rsrs
       
      Na volta, não tinha mais ônibus pra pegar e pedir carona já ficou tarde... Então, voltamos pra pousada El Rodeo para tentar ir embora no dia seguinte.
       
      Dia 11 - terça - Cerro Castillo x Puerto Tranquilo
       
      Os ônibus não passam com frequência nesta estrada então ou se pega um certo ou tem que tentar carona.
       
      O ônibus que passa entre 10h e 11h na estrada principal já estava cheio e o que passava 11h30 só tinha uma vaga...
       
      Moral da história: tivemos que "ir a dedo" (pedindo carona). Depois de 1h30 esperando e praticando bastante, conseguimos!!
      Chegamos a Puerto Tranquilo e não tinha "hospedaje" disponíveis. Felizmente, conseguimos alugar uma barraca na "Bellavista" que tinha uma ótima estrutura tanto pra Camping quanto pra quartos.
       
      Por coincidência, encontramos o casal que nos deu carona no mesmo local. Como iam a capella de marmol, aproveitamos a oportunidade e fomos juntos por 10mil/pessoa. O local realmente é deslumbrante. Como fomos umas 18h30, não tinha mais sol, mas mesmo assim foi lindo demais. O melhor horário para conhecer é entre 8h e 9h, pelo que disseram, porque a água faz um contraste interessante com a capela de mármore.
       
      Dia 12 - quarta - Puerto Tranquilo
       
      Fechamos o passeio de Exploradores de Glaciar por 50mil no cartão de crédito, pois já estavam acabando os pesos chilenos 45mil (dinheiro) na empresa Valle Leones. Achei o valor bem exagerado pelo serviço que oferecem, mas é alta temporada de primavera/verão... Mesmo assim ficamos curiosos pra conhecer.
       
      O passeio consiste em um Trekking guiado em parte do Parque Nacional Laguna San Rafael que você anda em cima de gelo (preto e branco) e observa suas formações. Não chega nem perto do glaciar que se vê ao horizonte. Além disso, vc tb anda no gelo com um acessório acoplado ao calçado. É interessante, mas achei que o pessoal foi devagar enlerdando no caminho pra não ir tão longe. Rsrsrs
       
      No final, essa agência encaixou a gente num outro carro e tivemos que esperar 40min até o grupo da nossa van chegar! Pra um serviço nada barato, isso não parece razoável... Então, espero que tenham mais sorte que a gente.
       
      Para sair de Puerto Tranquilo a Chile Chico tínhamos 2 opções de dia: quarta ou domingo às 14h30. Então, partimos na quarta!
       
      Chegando a Chile Chico, umas 19h40, não tinha como fazer o transfer de bus. Então tivemos que dormir por lá mesmo. Ficamos em uma hospedagem atrás de onde saia a van pra Los Antiguos.
       
      Dia 13 - quinta - Chile Chico x Los Antiguos
       
      Compramos as passagens por 5mil pesos chilenos/pessoa no Martin pescador. Tem ônibus diariamente às 10h e 16h sentido Argentina e uma hora antes sentido Chile (acho eu). Rsrsrs
       
      A distancia é muito pequena (de veiculo)!! Daria pra ter passado a fronteira tranquilamente no mesmo dia (no verão até às 22h), mas não tínhamos transporte.
       
      Em Los Antiguos, o ônibus pra El Chaltén só sai diariamente às 20h (11h30 de percurso), tivemos que passar tempo na cidade.
      Fomos ao ponto de turismo que nos falou que a cidade é conhecida como a "capital da cereja" e tinha uma chácara que fazia um tour guiado. Pagamos 50 pesos argentinos/pessoa e fomos acompanhar e comer muitas cerejas. Hehehe
       
      Esse tour foi na "Chacra Don Neno". O dono da fazenda apresentava, falava pra comer umas frutas frescas do pé (damasco, morango, cereja, framboesa, cassis, entre outras) e ao final nos deu um licor de recordação.
       
      Depois, fomos comer uma pizza antes de pegar o bus em um dos 2 restaurantes que ficam abertos direto na av. principal. Hehehe
       
      Dia 14 - sexta - El Chaltén
       
      Depois de longas 11h30 no bus, chegamos às 7h da manhã a El Chaltén. Cidade agradável e bem fria pela manhã. Ficamos hospedados no Restaurante/Hospedaje La Huella por 375 pesos argentinos/pessoa. Demos meio que sorte que o dono do estabelecimento ia a El Calafate e nos deixou toda a casa, com cozinha e área de serviço. Compramos comida no mercado e resolvemos cozinhar nessa passagem de 3 dias e comer mais opções que carne + variações de batata ou salada ou arroz. Rsrsrs
       
      Como estávamos cansados, fizemos a trilha para o Chorillo del Salto que é uma caminhada tranquila. Ao subir a queda da pra ver a cidade e uma boa parte do vale.
       
      Dia 15 - sábado - El Chaltén
       
      Fizemos a trilha da Laguna Torre. O visual é bonito também. Como tínhamos tempo e fôlego, aproveitamos pra conhecer as Lagunas Hija (agua boa pra dar um tibum, o lago não forma rio e a Madre. A caminhadinha foi forte porque demos a volta pela outra trilha, mas valeu a pena.
       
      Dia 16 - domingo - El Chaltén
       
      Depois de preparamos o café, fomos ao Monte Fitz Roy. O percurso é forte e interessante. Infelizmente o tempo fechou e não estávamos mais acostumados a "sentir frio". Hehehe não levamos roupa de frio e nos lascamos... Quase perdi a mão lá. Hehehe
       
      Ficará para a próxima oportunidade concluir este trekking... rsrs
       
      Dia 17 - segunda - El Chaltén x Ushuaia
       
      Compramos vôo de El Calafate x Ushuaia por 117 dólares e o ônibus de El Chaltén x El Calafate por 370 pesos. Apesar de caro, foi o melhor que podíamos fazer, pois ir de ônibus seria absurdamente demorado (passa pela fronteira, barcos...) e a diferença de preço para o ônibus era nenhuma, fora que eram 2h de vôo... uhuu
      Quando chegamos ao aeroporto de Ushuaia, o indivíduo da central de turismo era poliglota e engraçado. Como não tínhamos reserva, ele se prontificou a contatar alguns hostels e ficamos no Amanacer de la Bahía (http://www.ushuaiahostel.com). O hostel é arrumadinho e limpo por 300 pesos por pessoa.
       
      Os preços das comidas são entre 130 e 600 pesos/pessoa. Aqui tem um caranguejo gigante (king crab) que é o prato mais conhecido, porém é bem caro. Rsrsrs
       
      A atendente do hostel nos indicou opções de passeios e fechamos o transfer pra Laguna Esmeralda pro dia seguinte por 250 pesos ida e volta por pessoa.
       
      Dia 18 - terça - Ushuaia (Laguna Esmeralda)
       
      Agendamos o transfer para às 9h.
       
      Começamos a trilha marcada às 9h30 e a completamos em 2h. O visual é maneiro e sem ventos seria possível ver o reflexo da montanha na água! Pena que não tivemos essa sorte. Rsrsrs voltamos, Almoçamos e fomos ao museu do presídio. A história é interessante, mas dispensaria. Hehehehe custou 90 pesos/pessoa.
       
      Depois, fim do dia, jantamos e hostel.
       
      Dia 19 - quarta - Ushuaia
       
      Como o tempo melhorou, optamos em visitar o parque nacional. Lá contempla trilhas e paisagens de tirar o fôlego! Acho que vale dormir 1 noite no parque... vai poder aproveitar melhor o tempo e procurar os castores com mais detalhes. Rsrs
       
      Para chegar ao parque pagamos o transfer de 300 pesos (ida e volta) na própria agência. Tem este serviço que é bem prático.
       
      Se não fosse o frio, daria para ir Mergulhando no mar de águas cristalinas até o fim da trilha.
       
      Depois de tanto caminhar, chutamos o balde e fomos gastar
       
      Dia 20 - quinta - Ushuaia x Rio
       
      Pegamos o voo pela manhã de Ushuaia até Buenos Aires. Fomos passear na Calle Florida enquanto passava tempo na cidade. Depois, voo noturno e baldeação de aeroporto na madruga de táxi, pois a Tam não oferece o ônibus na madrugada.
       
      Viagem iradíssima e com gosto de quero mais!
       
      Observações importantes :
      1. Na Argentina, o guiche de empresa de ônibus vende passagens de outros ônibus também. Não sabíamos disso... Moral da história: perdemos a saída do ônibus. Nem precisa falar que saiu ainda mais caro né?
       
      2. Bariloche é uma cidade muito cara, com a cotação que viemos pra cá. É também muito bonita e há outros atrativos também. A neve deve dar uma beleza diferente ao local. No verão é possível fazer vários ecoturismos.
       
      3. Acho importantíssimo trazer uma barraca pra eventual oportunidade de encontrar alguém que vá acampar. Como não tínhamos uma barraca leve e pouca bagagem, perdemos a chance de ficar com os australianos que encontramos e iam acampar no Bosque Encantado.
       
      4. A Carretera Austral Sur tem visual esplêndido!! O ruim é que boa parte dela é em estrada de terra, o que dificulta muito o transporte e a linha de ônibus rodar. Rsrsrs ideal seria alugar carro, mas não no$ foi po$$ível. Hehehehe
       
      5. Saque dinheiro nas cidades grandes, pois as pequenas não possuem esse "serviço". A região de Aysén é interessantíssima!! Vale pesquisar outros destinos! Infelizmente dependem de tempo, pois os ônibus não saem diariamente e pedir carona sem uma barraca é arriscado, já que existe a possibilidade de não conseguir a carona... http://www.recorreaysen.cl
       
      6. Tragam roupa de verão! Imaginei pegar frio na Patagônia e me ferrei. Trouxe nenhuma. Hehehe
       
      7. Atenção a abordagem estranha em Buenos Aires. Quase roubaram nossas mochilas com um golpe de te sujar e depois surgir alguém do nada para te limpar... ATENÇÃO!


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