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Queria saber se há outros lugares (pousadas, campings, albergues) para ficar no Jalãpão, além do acampamento da Korubo? Pois em todos lugares as viagens são na Korubo.

E tambem qual a melhor 'cidade' para ficar?

Obrigado

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Olá, acho que a melhor cidade por lá é Ponte Alta do Tocantins. Estive no acampamento da Korubo e eles param antes nessa cidade que é considerada a porta de entrada. É uma cidade pequena mas têm algumas pousadas. Agora, se vc não têm um veículo 4x4 nem adianta ir pq tudo é muito longe e as estradas, em alguns lugares, são de areia pura. Eu vi em algum desses guias (acho q o novo da 4 rodas) q existem 2 caminhonetes para a lugar por lá mas o preço da diária era absurdo (algo como na faixa de 900 reais). É isso, se ficar o bicho como e se fugir o bicho pega !!!!! mas vale a pena pq o lugar é lindo.

Abraços

Dmtr

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Afastado e de difícil acesso, pouco conhecido e selvagem, o Jalapão fica no Estado mais novo do Brasil, Tocantins, cuja capital é Palmas. Celulares não funcionam nem há orelhões. O meio de comunicação usado é a telefonia por satélite, disponível na Pousada do Jalapão e no acampamento Korubo - dois únicos meios de hospedagem da região.

 

Prepare-se também para enfrentar longas distâncias, sempre percorridas em estrada de terra num carro 4x4, e "engolir" muita poeira.

 

Tenha em mente, no entanto, que todos esses "poréns" fazem do Jalapão um lugar inusitado e são totalmente recompensados.

A liberdade de lobos-guarás e veados-mateiros, que correm pelo cerrado alheios é comum.

 

Fervedouro: Nesse ponto, é preciso seguir à pé por um trecho curto, que inclui a travessia de um riacho sobre troncos tombados.

 

Diz-se que a beleza inicial "enche" os olhos e de cara recompensa toda a poeira "engolida". Flutuar na água morna e transparente do Fervedouro. A pressão, criada por um fenômeno chamado de ressurgência das águas, impede que o corpo afunde.

 

Sob a piscina há um lençol freático e logo abaixo uma rocha impermeável. Sem encontrar vazão pela rocha, a água nasce e é jorrada empurrando para cima a areia e o que houver sobre ela. (nesse caso nós!)

 

Depois, cinco passos adiante mergulha-se nas frias águas do Rio Carrapato -afluente do rio Sono- (afluente do rio Tocantins).

 

Cachoeira da Formiga: A areia branca que reveste seu fundo, os tons de verde e azul da cachoeira da Formiga se confundem em suas águas transparentes.

 

Com uma queda pequena e forte, a cachoeira funciona como uma hidromassagem natural.

 

Dá para chegar à parte alta caminhando pela lateral e sentar-se em uma das pedras que, esculpidas pela água, são superanatômicas.

 

Cuidado porque o poço não é muito profundo, tome atenção para não se machucar.

 

Dunas

 

Um dos melhores horários para visitar o grande banco de areia, formado pela erosão das rochas de arenito, é o final da tarde. Conforme o sol se põe, o tom dourado da areia fina e alaranjada fica ainda mais acentuado.

 

 

Gruta da Suçuapara - Canyon da Suçuapara, por onde a água cai de uma fenda. Quem passa ao lado da gruta da Suçuapara nem percebe que ali existe uma enorme fenda de cerca de 15 metros de altura e 60 metros de comprimento.

 

A umidade, as plantas e a ausência do sol, cujos raios não conseguem penetrar, fazem da gruta um refúgio refrigerado.

 

Apesar de escondida, descer à gruta da Suçuapara não é tão difícil, desde que se tenha um pouco de equilíbrio e se use um calçado adequado.

 

Como chegar:

 

de Palmas, a melhor opção é seguir até Porto Nacional e de lá para Ponte Alta do Tocantins: este trecho está todo asfaltado e em boas condições. Existem outras opções, como seguir por Taquaruçu até Santa Tereza do Tocantins, mas a estrada é de terra e sem atrativos. Em Ponte Alta, deve-se pedir informações sobre onde começa a estrada para o Jalapão e depois segui-la até o final da viagem. Só se deve deixar a estrada cascalhada principal, para visitar os atrativos naturais.

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Olá...

 

Eu estive lá em 2002 e fiquei em Mateiros. É uma cidade de 800 habitantes que fica no coração do Jalapão. Tem uma única pousada (bem tranqueira) e um único orelhão em todo o vilarejo. Em Ponte Alta tem mais pousadas, porém, fica muito mais longe de tudo. Na cachoeira da Velha tem uma pousada tb. Fica um pouco distante dos pontos turísticos de mateiros, mas ainda assim é mais perto que Ponte Alta. Essa pousada, porém, é bem mais caro que o resto da região. Mas como foi falado anteriormente, se vc não tem um carro 4x4 desista. Não tem a menor chance de conseguir passar de Ponte Alta e o aluguel de uma picape lá é uma fortuna.

 

abs

Marcelo

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Pretendo conhecer sozinho o lugar no estilo mochileiro. Pelo que andei lendo, acho que a tarefa será extremamente cara, o que foge totalmente da filosofia mochileira. Alguém tem alguma dica de como fazer para conhecer os lugares e não ser esfolado pelos preços absurdos dessas 2 agencias?

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Oi...

 

Não sei se o Jalapão mudou muito nos últimos 2 anos e meio, mas qdo eu estive lá em 2002 deu pra ver que o lugar não tem estrutura nenhuma. Não existe agência de turismo, guias, pousadas, restaurantes ou qualquer outro serviço voltado pra turista. Assim tb como não tem ônibus de linha cruzando os vilarejos do Jalapão. Ou seja, acho que é praticamente impossível ir pra lá no esquema mochileiro. Quem quiser ir pra lá tem que ir com um pacote de agência com tudo incluso. Ou então ir com um carro 4x4, pq sem pickup não se consegue nem entrar na região do Jalapão, e se virar pra conhecer a região (dessa forma é bem mais divertido). A pé e sozinho por lá não rola.

 

abs

Marcelo

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Galera, acho q vcs estão exagerando, tem como ir para o Jalapão sem ser pela Korubo (aliás, odeio a Korubo e odeio os preços dela, risos...). De acordo com os relatos abaixo eu descobri esses dois guias, Da. Lázara e o Belêco q fazem os passeios pelo Jalapão. Aliás, a Da. Lázara tem sim uma pousada lá bem barata (custa 15 reais sem Tv e frigobar... com é 60 para duas pessoas - fica em Ponte Alta) e ela cobra 300 reais para o passeio, mas só dura dois dias. O Belêco cobra 1000 reais, mas podem ser divididos entre as pessoas q forem, e dura 3 dias. Eu reservei com os dois, mas queria saber de mais pessoas q pudessem ir pq a minha intenção é dividir o passeio, e prefiro com o Belêco, pq parece ser mais bem informado, sabe... quem tiver intressado, me avisa... estou indo com uma amiga dias (pode ser dia 10) 11, 12 e 13 de julho (pq estamos vindo de veadeiros)!!! Bom, abaixo estão os relatos do guilherme, um cara q já foi pra lá. ANIMEM-SE GALERA, JALAPÃO É O MÁXIMO!!

 

Seguinte, to aqui em Palmas, capital do TO! Eta lugarzinho bizarro...

Eh uma cidade projetada, tipo Brasilia, mas nao tem nada, apenas um

monte de quadras uma bem longe da outra, com uma galera bem de leve...

Tudo eh longe e as avenidas tem 200m de largura... bizarro...

 

Bom, voltei hj de Ponte Alta do Tocantins, q eh uma cidadezinha porreta

e porta do Jalapão, um parque estadual maneiro por aqui (tá meio na moda

entre os mochileiros do brasil!).

O Jalapas eh demais, mas não eh todo o desespero q dizem por ai.

O lance eh q tem algumas atraçoes muito legais, mas elas sao muito

distantes.. tipo 100km... em estrada de terra bem zuada, entao precisa

ter pickup 4x4 pra passar... Fechei um grupo com um casal de Marilia SP

(uma mina mala e um marido bem bronco e mal educado!) e um outro casal e

filha de Salvador (eta povinho estranho!), pq reservamos uma pickup da

dona da pousada pra fazer o passeio... O motorista foi o Dorival,

ex-caminhoneiro... maior figuraça... o cara jah casou 3 vezes, tem 3

filhos "oficiais" e mais 6 espalhados (gerados na estrada!)...

O passeio começou na segunda as 5:00 (acordei neste horairo, antes do

sol nascer, nos ultimos 3 dias!, tah loko!) e fomos pra tal fenda

Sussuapara, um buraco no chao... meio sem graça... depois foi quase

180km de terra e sol (eu tava dentro da pickup, ainda bem, mas coitado

dos negos q ficaram sentados na carroceria comendo poh!) por uma estrada

bem inabitada, no meio do cerrado, com lindos chapadoes (aquelas

montanhas com uns 600m de altura q sao planas em cima)... atravessamos

umas boiadas e finalmente chagamos no Fervedouro, q eh uma nascente q

jorra agua pra cima, formando um laguinho com areia... o divertido eh q

vc nao consegue afundar e fica com o cuh cheio de areia... hehehe

Depois fomos no camping do Seu Vicente... outro figuraça... o camping eh

muito maneiro, o cara tem sua propria cascata e ateh uma mesa de sinuca

(algo raro aqui nesse mundinho isolado)... Rolou um camping e no dia

seguinte, de novo umas 5:00, acordamos e fomos na cachoeira do

Formiga... pequeninha, mas charmosa, com aguas quentes.. Alias, o tempo

aqui eh maior solaca... agora faz uns 40 C! O engraçado eh q a temp.

desce uns 20 graus a noite... fica friozinho... Nao eh o deserto do

Saara, mas jah eh uma boa diferença... Depois do Formiga fomos numas

dunas de areia avermelhada... a maior atraçao daqui.. elas ficam no meio

do cerrado, meio estranho... Mas o local eh muito lindo... tem uma

lagoa com buritis e um corrego no peh das dunas... o legal eh q tem uma

bela vista, pq o Jalapas eh uma grande planicie (cercada pelos tais

Chapadoes)... Eu curto dunas, pq vc pode sentar no meio delas e ficar

numas de isolado no meio do deserto... o engraçado eh q aqui vc nao tah

no meio do deserto e sim cercado de matas...

Ontem subimos umas dessas Chapadas q tem uma puta vista de toda esta

planicie... muito maneiro... e fomos na cachoeira da Velha, em forma de

ferradura, bem grande (entrei embaixo dela, por tras das agua... pra

desespero da tia da pousada q era a guia... alias, estou me

especializando em escaladas radicais ao lado de cachoeiras... !)

Bom, o Jalapao foi isso, quilometros de estrada de terra com muitos

bichos (vimos lobo guara, veadinhos, emas, raposa, tatu, arars,

coruja...) , quase nenhuma pessoa, e paisagens paradisiacas...

Sem falar nos por e nascer do sol (sim, como acordamos as 5:00 todos

dias, deu pra ver o sol nascer...)

 

 

(...)

 

O lance eh que vc anda muito de carro, pois os lugares legais de visitar

são longes. No total, o passeio tem uns 400km, e vc precisa de uns 3

dias e 2 noites pra fazer tudo com calma. Tem gente q diz q faz em 2

dias, mas eu acho q deve ficar meio corrido, e vc perde algumas coisas.

Vc vai precisar de um carro/pickup com tração 4x4 pra passar pelas

estradas (diz q dah pra fazer sem, mas eu acho roubada, e vendo a

estrada vc vai concordar comigo!). Exitem 2 pessoas lá (Em Ponte Alta

do Tocantins, cidade porta de entrada no Jalapão) q tem um L200 4x4 e levam rpo

passeio. Esse "passeio" são os 3 dias, rodando os 400km, e parando nas

atrações. Uma das pessoas eh a Dona Lazara q eh dona de uma pousada lah

(a menos ruim, diária a cerca de R$15 por pessoa), em frente a Igreja.

Ela tava construindo uma pousada/hotel maior. TAlvez esteja pronto.

Ela forneceu barracas pras 2 noites q dormimos durante o passeio, e um

rango basico. Outra pessoa q tem a L200 eh o Beleco (tel. 63-3781119).

Quando fui, ele não fornecia as barracas.

 

Fiz o passeio com a Lazara, q jah eh uma senhora, pq me hospedei na

ppousada dela e pq fechamos um grupo com ela. O Beleco pareceu-me mais

gente fina (ele tem uns 30 naos) e com certeza eh muito melhor guia (eu

encontrei com ele em alguns lugares no meio do passeio, pois ele tava

levando um cara da revista 4 Rodas, e o Beleco dava muito mais dicas, e

falava coisas bem mais interessantes).

O lance eh q tanto Lazara como Beleco vão cobrar cerca de R$900 pelo

paseio (pra pagar pelo combustivel, carro, tempo deles, etc). Agora, não

importa se vc vai sozinha ou em até 6 pessoas, o preço eh este.

Assim, eu fechei um grupo (liguei pra Lazara antes de ir, pra saber se

ela jah tinha alguem combinado/fazendo o passeio na epoca q eu tava indo.

Perdi o fone dela. Mas vc deve achar no google, jah q ela tem a pousada

lah) e saiu R$150 pra cada um.

Eh legal vc entrar em contato com eles (Lazara ou Beleco) antes de ir,

assim vc pode fechar um grupo e ir com tudo certo pra lah.

 

Acabei indo de carona da Chapada pro Jalapão.

Mas dá pra ir de bumba na boa. De Palmas vc pode ir pra Porto

Nacional e de lá pra Ponte Alta do TO. Se não me engano, tem um

onibus direto Palmas -> Ponte Alta agora...

Esta cidadezinha eh tranquila, tem um rio cortando ela.

Tem umas 3 pousadas (da Dna. Lazara, do Sr. Didico, e um outro

hotelzinho bem ruim), e uns 3 restaurantes, alem de mercado e

loja/comercio basico.

 

D. Lazara (Hotel Planalto) - (63) 3378 1141

Didico e Dolores (Pousada Portal do Jalap?o) - (63) 3378 1313

(site: www.portaldojalapao.com.br)

Beleco (tel. 63-3781119)

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Eu fiquei dois dias na pousada da D. Lázara. O lugar é decente e ali perto tem um barzinho que rola uma sinuca, a única diversão da cidade.

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    • Por Mônica Ferreira Lima
      Gente, se querem conhecer um lugar ainda isolado, com águas cristalinas e visual lindo, com fácil acesso, é lá. Cachoeiras, rafting, caminhadas, tudo bastante simples. Inclusive a hospedagem, mas com muito carinho e atenção. Ainda por cima, conhecemos a cidade histórica de Natividade. Show!




    • Por guilhermenavarro
      Duração: 7 dias, passando a primeira e a última noite em Palmas.
      Veículos: Duster 1.6 (Movida), Renegade 1.8 (Unidas). 09 pessoas.
      Acesso aos atrativos sem carro 4x4: Ao fim do texto há uma lista dos atrativos visitados e especificações sobre o acesso.
      Época do Ano: Fim da estação chuvosa, início da estação seca. Caíram apenas algumas gotas de chuva durante a semana.
      Roteiro básico: Palmas – Ponte Alta – Mateiros – cidade de Rio da Conceição – Pindorama do Tocantins – Palmas. Foram percorridos cerca de 1200 km.
      Custo por pessoa: cerca de 800 reais + passagem aérea. O valor total da viagem foi contabilizado e dividido entre as 09 pessoas do grupo pelo aplicativo Tricount. Nesses 800 reais considera-se quase tudo o que foi gasto, inclusive passeios, camping, hostel, almoços, aluguel de carro e combustível.
       
      Domingo, 29/04. Palmas, Praça dos Girassóis, Praia da Graciosa, Hostel Aconchego.
      Aluguel de Veículos
      Alugamos a Duster pela Movida. Foi pago 926 reais pelos 7 dias; a Movida não oferece franquia reduzida, sendo que o valor é de 1800 reais e caso o dado ao veículo seja menor do que esse, paga-se o valor do concerto. Me ofereceram seguro contra terceiros, seguro contra pneu furado e vidros, porém não achei nenhum deles vantajoso.
      O outro veículo foi alugado na Unidas, lá eles oferecem o Renegade. Há uma vantagem: a franquia reduzida, que aumenta o valor do aluguel, porém a franquia fica por 500 reais. O valor total pago pelos 7 dias foi de 1400 reais.
      Mas porquê a busca pela franquia reduzida? Já prevíamos que as estradas de terra, pedra e areia fossem danificar esses veículos, especialmente o Renegade, que é mais baixo e que não possui um local feito pra que se amarre a corda ou cinta pra viabilizar o reboque. A Duster possui um ferro com um furo no meio, tanto na dianteira como na traseira que facilita muito o reboque.
      Porquê não alugar uma 4x4? É simples, em Palmas o valor da 4x4 era quase 5 vezes maior que o da Duster e do Renegade, por volta de 4.500 reais durante o mesmo período de uma semana.
      Conhecendo Palmas
      Cheguei em Palmas cerca de 06 horas antes do resto do grupo, aproveitei pra conhecer a cidade, apesar de não achar muita coisa pra se fazer por lá.
      Conheci o Palácio do Araguaia, de fato bem bonito. Próximo a ele ficam dois monumentos em homenagem a Luis Carlos Prestes e à Coluna Prestes.
      Após o passeio cultural, achei legal ir conhecer as praias que margeiam o Rio Tocantins. Elas em geral são cercadas por uma rede que impede a entrada das Piranhas (ainda bem hahaha). Conheci a Praia da Graciosa, é simpática, mas não é grande coisa; pude me refrescar enquanto esperava o resto do pessoal.
      A cidade de Palmas parece uma USP gigante, pra quem conhece a Cidade Universitária... São inúmeras rotatórias e avenidas. As avenidas se estendem por muitos quilômetros, não há trânsito, é uma cidade planejada.
      Hospedagem
      Ao fim da tarde, fui atrás de um lugar pra ficarmos a primeira noite em Palmas. O primeiro lugar que fui, adorei! É o Hostel Aconchego (foto 1).
      Fiz o percurso entre o Aeroporto e o Hostel em cerca de 25 a 30 minutos. O lugar é bem bonito e aconchegante (hahaha é verdade), há uma rede do lado de fora, cadeiras e mesinhas. Do lado de dentro é muito limpo e organizado. Pagamos por volta de 40 reais por pessoas, com direito a um ótimo café da manhã – com uma série de ingredientes locais, um suco de Cajá maravilhoso, goiabada... meu deus hahahaha – e as ótimas dicas e conversas com a Ariela, moça que nos recepcionou no Hostel. Gostamos tanto do local que passamos nossa última noite lá, novamente

      Foto 1: Em frente ao Hostel Aconchego, com a Ariela (a esquerda).
      Feira Local
      A nossa janta foi numa feira local, pra mim o melhor lugar de Palmas. Pudemos encontrar muita comida boa e barata, além de artesanato feito com o capim dourado – num preço muito mais em conta do que se encontra no Jalapão.
      Na feira há muitos tipos de caldos, um que é muito bom e local é o Caldo de Chambari (R$ 7,50) (foto 2). Nós gostamos também de um prato que chama Jantinha, onde vem MUITA carne picada, arroz e feijão tropeiro (R$ 10,00).

      Foto 2
      Vale lembrar que passamos em um supermercado e garantimos mantimentos pra quase toda a viagem... muita água, miojo e pão! Hahahahah
       
      30/04 Ponte Alta – Dunas do Jalapão (Antes de Mateiros), via TO-255.
      Passeios do Dia: Cachoeira do Lajeado.
      O café da manhã no Hostel começava as 07. Saímos um pouco tarde, por volta das 09 horas de Palmas, uma vez que paramos numa loja de pesca pra comprar fogareiro.
      Fomos em direção a Ponte Alta, lá abastecemos o carro e seguimos sentido Mateiros pela TO-255. Quando falo o nome das estradas, não é porque está indicado, mas só pra vocês acharem elas no Google haahha
      A ideia inicial era ir para a Cachoeira da Velha, a 30 km da estrada principal, e terminar o dia nas Dunas, a 6 km da estrada principal. Não sabemos se carro sem ser 4x4 chega a Cachoeira da Velha, por ser muito longe deixamos de ir. Em relação as dunas, os 6 km seriam feitos a pé, não fosse a pick up que nos ofereceu carona na caçamba.
      Há um camping em frente à entrada das Dunas, cuja diária é 25 reais por pessoa. Passamos a noite por lá. Eles servem almoço, deve ser em torno de 30 a 35 reais, porém ficamos com o nosso miojo... o moço disse que seria complicado fazer a janta, pois não havíamos avisado que iríamos jantar lá, e então ele teria que matar a galinha ainda... ok né
      De fato, o que fizemos foi ir a Cachoeira do Lajeado (Foto 3), chegamos lá com certa tranquilidade sem carro traçado, além do fato do caminho até ela ser curto. A cachoeira é mais legal do que as fotos que vimos pela internet, talvez as pessoas tenham ficado apenas nas primeiras quedas.... Há uma pequena trilha, que qualquer pessoa com básico preparo físico consegue fazer e chegar no poço da cachoeira, onde há a maior queda.

      Foto 3
      Terminamos o dia na frente das dunas, porém chegamos após o anoitecer. Atolamos algumas vezes, a maioria delas bastava alguém empurrar pra desatolar. Em um dos casos, um guia que passou com turistas numa caminhonete 4x4 nos salvou! 😃
      O camping em questão era o da Dona Benita (Foto 4). Senhora muito simpática, com uma ótima cachaça 51 com Jalapa, uma batata da região.

      Foto 4: A cachaça fez efeito
      Tempo de Viagem Palmas-Ponte Alta-Dunas
      Não consigo lembrar exatamente quanto tempo demoramos no percurso Palmas-Ponte Alta-Dunas, o que é certo é que curtimos uma cachoeira ótima (por cerca de 2 horas) no meio do caminho, e que saímos de Palmas as 09 horas da manhã e chegamos nas dunas por volta das 19 horas da noite.
      Condição das estradas
      A estrada de asfalto que liga Palmas a Ponte Alta é ruim. Por vezes é um tapete, do nada há tantos buracos que você tem que escolher o menor e passar por cima. Tem que ir de vagar.
      A estrada que liga Ponte Alta a Mateiros passa pelo acesso a Cachoeira da Velha, pela Cachoeira do Lajeado, e pelas dunas é a pior do Jalapão, complicadíssimo para carros não traçados.
      Apenas pra explicar o que torna essa estrada (TO-255) complicadíssima: Os carros atolam quando passam pela Areia (foto X), pelo menos na época seca o problema não é lama. Além disso há inúmeras pedras e verdadeiros blocos na pista. Em um dos trechos, há um morro, onde passar por ele é tão complicado que colocaram um pouco de asfalto nesse trecho; o problema é que há tantos blocos antes do asfalto, e um degrau tão grande entre o asfalto e a pista de “terra” que tivemos que fazer uma força tarefa pra melhorar a pista e os carros passarem (fotos 5 e 6).

      Foto 5

      Foto 6: Haviam blocos de pedra muitos grandes logo antes de um pequeno trecho asfaltado, exatamente pelo relevo ser íngreme nessa porção da rodovia que liga Ponte Alta a Mateiros.
       
      01/05 Ponte Alta – Mateiros, via TO-255.
      Passeios do dia: Mirante do Espírito Santo, Cachoeira do Formiga.
      Para ver o nascer do sol no Mirante do Espírito Santo, saindo das dunas, acordamos 03:30, desmontamos as barracas, e saímos do Camping as 04:00.. 04:20. Atolamos algumas vezes logo após a saída do camping hahahaha, chegamos rapidamente ao acesso da trilha.
      Sem carro 4x4 não vale a pena pegar essa acesso, mas sim estacionar na própria estrada principal e percorrê-lo a pé, é muito curto.
      Não sabíamos disso, fomos de carro e a Duster atolou (foto 7); o Renegade conseguiu voltar e ficou pela rodovia.

      Foto 7: Duster atolada no acesso à partir da estrada principal para a Trilha do Mirante do Espírito Santo.
      Abandonamos o carro (Foto 8 ) no acesso. A trilha é bem pesada, porém curta. É pesada pois é muito íngreme.

      Foto 8: O carro acima, na rodovia principal é o Renegade. No meio do caminho é a Duster, atolada. Na parte inferior da imagem, estão os carros das agências de turismo. Um moço nos salvou ao nos desatolar! 😃 
      Suponho que a tenha subido em cerca de 30 minutos, parei pra descansar algumas vezes. É importante levar lanterna. É possível demorar muito mais do que 30 minutos pra fazer essa subida, é necessário estar em boa forma.

      Foto 9: O nascer do sol é mais bonito pra quem tá atolado ahahahha não nos rendemos à mafia da 4x4

      Foto 10: descida do Mirante do Espírito Santo

      Foto 11: Outra vista da mesma trilha... parece que a descida da Serra do Espírito Santo é mais bonita do que a vista do mirante em si...
      Lá em cima há a possibilidade de fazer uma outra trilha, de mais 3 km, onde se tem acesso a outra vista – das dunas e a erosão que dá origem às dunas. Não sabemos se é legal ou não, descemos rapidinho pra pedir ajuda a alguma caminhonete 4x4!
      Após desatolar, fomos rapidinho pra Mateiros, reabastecemos o tanque (gasolina por R$ 5,60, em Palmas é R$ 4,60). Fizemos breves reparos no parachoque, com enforca gato... pois descobrimos que alguns parafusos caíram, e um pedaço quebrou – isso nos custou ao fim da viagem R$ 500,00.
      Em Mateiros achamos uma Padaria, lá comemos demais, e gastamos de menos! O pão na chapa era 1 real, café 1 real... coisa assim... tinha suco de laranja, bolo, tudo muito ótimo!
      Partimos pra Cachoeira do Formiga, sentido São Felix, que fica mais a norte. A estrada (TO-247) que liga Mateiros a São Felix é, como quase todas, de terra. Seu estado é incomparavelmente melhor do que a que liga Mateiros a Ponte Alta.
      Na Cachoeira do Formiga o esquema é R$ 30,00 camping + cachoeira. Só a cachoeira fica por R$20,00. Acampamos por lá mesmo. Curtimos a Cachoeira o resto do dia... almoçamos por lá, mas isso não vale a pena: R$ 35 reais por pessoa, não veio tanta comida assim.
      O legal dessa cachoeira é que não há limite de tempo, nem de pessoas. Boa parte do tempo ficamos lá sem ninguém mais. Pudemos inclusive aproveita-la de noite, pois há uma luz no local!
      O camping é meio precário, mas foi tranquilo. Não tivemos coragem de usar o chuveiro com shampoo e sabonete, pois isso iria diretamente para um córrego. O som da cachoeira durante a noite é ótimo.

      Foto 12: Cachoeira do Formiga

      Foto 13: Cachoeira do Formiga

      Foto 14: Cachoeira do Formiga
      02/05 Nascente(“fervedouro”) Buritizinho, Ceiça e Dunas.
      Acordamos ainda na Cachoeira do Formiga, desmontamos nossas barracas e partimos pro Buritizinho, posteriormente para o Ceiça e terminaríamos o dia nas dunas. O acesso aos dois fervedouros é tranquilo sem carro 4x4.
      O fervedouro do buritizinho é pequeno, a água é muito transparente. Vê-se ao fundo a água “ferver”. Paga-se R$ 15 ou 20,00... pudemos ficar lá um bom tempo, só tinha um casal fora o nosso grupo. Tem um rio bem legal lá também, a água é bem límpida.
      Minha opinião pessoal em relação aos “fervedouros” é que eles na verdade são nascentes, muitas vezes devem cavar pra que se faça essas piscinas – apenar de chamarem por fervedouros, na verdade a água não é quente, é apenas uma nascente. O do buritizinho é pequeno, mas dá pra nadar um pouco e rende boas fotos.
      Partimos pra nascente do Ceiça, é mais legal que o Buritizinho, porém bem mais cheia. R$ 20 reais, 15 minutos... Parte do grupo nadou lá, parte do grupo nadou no riozinho do lado de grátis ahahhaha
      Acho que vale muito a pena quando vazio!
      Almoçamos em Mateiros, num restaurante logo ao lado de um mercadinho! Foi bem barato... algo em torno de 15 reais, foi ótimo.
      Partimos pras dunas umas 15:00, chegamos ao final da tarde, nenhum atolamento no caminho ahahha.
      Fomos começar nossa jornada de 6 km pra ir a pé, 6 km pra voltar. Parte do nosso grupo conseguiu uma carona numa caminhonete de um guia muito simpático, o passeio na caçamba foi muito melhor do que dentro de qualquer carro... que visual (foto 15).

      Foto 15: Eunuco e Juru divando da caçamba... nem precisou descer pra tirar foto
       
      Pra voltar das dunas, os guardas do parque deram carona pra todo mundo!
      As dunas (foto 16) devem ser visitadas mais cedo, desde o começo da tarde até o final da tarde. Há uma série de lagoas ao fundo que podem ser visitadas, não tivemos tempo. Além do que, as próprias dunas já são muito impressionantes!

      Foto 16: Pinga divando nas dunas. Serra do Espírito Santo ao fundo.
      Descemos das dunas e pensamos se íamos dormir novamente no camping em frente. Decidimos ir pra Mateiros e acampar na pousada e camping Toinha. O preço foi R$ 20,00 por pessoa.
      03/05 Serras Gerais: Viagem para Dianópolis e Rio da Conceição. Passeios: Lagoa da Serra
      Partindo de Mateiros, saímos pela TO-247 sentido Pedra da Baliza, já na fronteira com a Bahia. Ao chegar lá viramos a direita na BA-458 sentido Panambi. Passamos por um infinito latifúndio, monocultura: soja.
      Uma estrada não assinalada no mapa do Google, perfeitamente asfaltada, nos levou diretamente para Dianópolis. Em Dianópolis deve-se abastecer o carro, pois não há posto de gasolina em Rio da Conceição. Entre Dianópolis e Rio da Conceição é cerca de 30 minutos. De Rio da Conceição a Lagoa da Serra, mais 1 hora. Apesar de termos saído cerca de 08:00 da manhã de Mateiros, só chegamos na Lagoa da Serra 15:00.
      Uma grande confusão foi criada na internet, em vários lugares a Lagoa da Serra foi citada como sendo a mesma que a Lagoa Bonita. Deixo claro que são lugares diferentes. Vale-se ressaltar que a Lagoa Bonita está fechada.
       A Lagoa da Serra (Foto 17) fica na cidade de Rio da Conceição, seu acesso é possível sem carro 4x4, e em seu estacionamento vimos vários carros de passeio comuns.
      O lugar é muito bonito. A água é bem transparente, e a visão da serra é impressionante.

      Foto 17: Galerinha na Lagoa da Serra. O Stand-Up foi emprestado por uma moça muito legal, dona do Restaurante Quintal da Serra e de uma agência de turismo em Rio da Conceição. Ela aluga Stand Up, e acho que vale muito a pena!

      Foto 18: Capa de disco
      Por fim, apesar de não haver nenhuma placa em nenhum lugar, tivemos que pagar 20 reais por pessoa por ficar na Lagoa da Serra.
      Achamos um PF de 12 reais em Rio da Conceição, ótimo. Ao lado dele ficamos na Pousada Brandão, o dono chama Márcio e me deu várias dicas. Negociamos o valor por estarmos em 9... queríamos acampar exatamente pra abaixar o valor, ele nos fez um desconto e pagamos 35 reais ao invés de 40!
      04/05 Viagem pra Pindorama do Tocantins, Passeios: Cachoeira da Fumaça e Lagoa do Japonês
      Partimos de Rio da Conceição por volta das 09 da manhã. Tomamos café da manhã numa padaria onde tudo era muito barato... café 1 real, pão na chapa 1,50...
      Após uma hora de viagem em estrada de chão, chegamos à Cachoeira da Fumaça (foto 19); pra achar o local exato perguntamos numa casa, antes de uma ponte. Não há placas.
       
      Foto 19: A cachoeira da Fumaça tem uma queda bem alta, muito forte. Não é possível nadar nela, apenas em partes do rio um pouco mais acima. É bem bonita, tem um arco-íris permanente. É uma parada rápida durante a viagem.
      Voltamos à estrada em direção a Pindorama, numa única bifurcação pegamos a esquerda, não há placa. Chegamos lá por volta das 14:30. Comemos um PF barato de 12 reais, partimos pra Lagoa do Japonês.
      O caminho entre Pindorama do Tocantins e a Lagoa do Japonês é relativamente bem sinalizado e simples. Todo mundo conhece, basta perguntar caso seja necessário.
      É um caminho de 30 km entre a cidade e a lagoa. A partir de certo momento a estrada passa por uma pequena serra, muito íngreme.
      Alguns córregos são cortados no meio do caminho, tanto a Duster quanto o Renegade desceram sem maiores dificuldades.
      Durante a descida me questionei se os carros subiriam, mas subiram tranquilamente. Inclusive no estacionamento da Lagoa do Japonês havia: HB-20, Civic, uma Mercedez esportiva. Não me perguntem como esses carros chegaram lá, eu não sei... ahahhaha

      Foto 20: Lagoa do Japonês

      Foto 21: Lagoa do Japonês

      Foto 22: Lagoa do Japonês

      Foto 23: Há uma caverna na Lagoa do Japonês

      Foto 24: Júlio dentro da Caverna; é possível entrar em partes que não estão submersas.
      Atrativos e Acessos sem 4x4 (não traçados):
      A ordem é de acordo com o nosso roteiro;
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Cachoeira do Lajeado
      Chegamos sem maiores problemas até a cachoeira, é um acesso a partir da rodovia principal. É sinalizado.
      Há um córrego que passa em terreno bem arenoso, fui andando antes do veículo para saber se afundava; não afundava.
      Na época das chuvas as condições de acesso podem mudar.
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Serra do Espírito Santo
      Não entre na estradinha de acesso à trilha sem veículo 4x4. Estacione na estrada principal que liga Ponte Alta a Mateiros e ande até o início da trilha, deve ser cerca de 300 metros.
      Estrada Mateiros São Felix: Cachoeira do Formiga
      Chega sem veículo 4x4 pois há uma parte da estrada mais recente, onde os veículos passam com tranquilidade.
      Não vá pelas partes onde há areia, é possível evita-las com tranquilidade.
       
      Estrada Mateiros São Felix: “Fervedouro” Buritizinho
      Veículos não traçados chegam tranquilamente.
      Estrada Mateiros São Felix: “Fervedouro” Ceiça
      Veículos não traçados chegam tranquilamente.
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Dunas
      Estacione na entrada da rodovia de acesso. Só chegam até as dunas veículos 4x4. Você pode dar a sorte de pegar carona em algum  veículo 4x4 que passe pelo caminho.
      São cerca de 4 km para ir, 4 km para voltar.
      Na volta é quase certeza que os guardas do parque forneçam carona.
      Cidade Rio da Conceição: Lagoa da Serra
      Veículos não traçados chegam com tranquilidade, ao menos na época seca.
      Cidade Pindorama do Tocantins: Lagoa do Japonês
      Veículos não traçados chegam com tranquilidade. Porém é ideal que o veículo seja alto, é necessário cruzar alguns córregos no caminho.
      Vi um HB 20, um civic, e uma Mercedez esportiva no estacionamento do local, eu não sei como eles chegaram, mas sei que é possível.
      Estrada entre Pindorama do Tocantins e Ponte Alta: Pedra Furada
      Há uma estrada de acesso, sinalizada, para a pedra furada. Tem bastante areia e é preciso tomar cuidado para não atolar.
       
    • Por Geotur
      Palmas
      Uma cidade bem limpa, com o transito fácil e com boas condições climáticas para visitar o ano todo.
      Sugestão de roteiro:
      1º dia
      O grande cartão postal são as praias https://turismo.to.gov.br/icones/sol-e-praia/palmas/ todas tem estrutura. A Praia da Graciosa tem pier e ótimos bares e restaurantes como o https://www.instagram.com/donamariabeach/?hl=pt-br e o Cafe de la Music. Na Praia também é possível pegar uma canoa ou barco para ter acesso a Ilha da Canela https://turismo.to.gov.br/regioes-turisticas/serras-e-lago-/principais-atrativos/palmas/ilha-canela/ o transporte custa em média 20 reais e inclui ida e volta. Aos finais de semana tem transporte de hora em hora. A ilha possui estrutura de bar, restaurante, banheiros e cadeiras de praia. Tenham um pouco de cuidado pois já vi arraias na ilha, em praias de rio, é bom ter cuidado. Os preços na ilha também são razoáveis um almoço em média sai por 70 a 100 reais para casal.
      Depois de um dia de praia a noite tem várias bares e restaurantes, indico:
      Restaurante Palazzo - https://hotelgirassolplaza.com.br/index.php/pt/servicos-pt/92-descobremais-pt/228-grupogirassois-palazzo-pt 
      por 49,90 mais taxa de serviço tem entradas e sobremesas a vontade + prato principal
      Vila Trancoso Food Park https://www.instagram.com/vilatrancosofoodpark/?hl=pt
      várias opções de comidas, pizza, macarrão, sanduíches etc...
      Smile Foods https://www.instagram.com/smillefoods/?hl=pt-br
      O melhor na relação custo benefício, realmente sabem preparar pratos saborosos.
       
      2º dia
      O Parque Cesamar é incrível para atividades ao ar livre, tem estrutura de lanchonete e banheiros.https://www.visitbrasil.com/pt/atracoes/parque-cesamar.html
      Museu Palacinho https://portal.to.gov.br/reas-de-interesse/cultura/patrimonio-cultural/museu-historico-do-tocantins/
      Ótimo para conhecer a cultura e história do Tocantins, é um lugar lindo para visitar e tirar fotos.
      Praça dos Girassóis, https://turismo.to.gov.br/praca-dos-girassois/
      É enoooorrrmeeee tem muita coisa pra ver e registrar. Vá com tempo... é um lugar lindo.
       
      3º dia 
      Shoppings tem 2: http://www2.palmasshopping.com.br/ e https://www.capimdouradosc.com.br/
      Se a visita for em dia terça ou sexta-feira vale a pena conferir após às 17 horas a Feira da 307 Sulhttps://turismo.to.gov.br/regioes-turisticas/serras-e-lago-/principais-atrativos/palmas/feira-da-304-sul/ grande variedade de comidas, artesanato de capim dourado, frutas exóticas, petiscos etc...
      Aos domingos, final da tarde e noite, tem a Feira do Bosque https://turismo.to.gov.br/regioes-turisticas/serras-e-lago-/principais-atrativos/palmas/bosque-dos-pioneiros/
      ótima para comer, comprar artesanato e passear.
       
      4º dia
      Próximo a cidade, no município de Lajeado tem a Praia do Segredo https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/praia-do-segredo-e-o-novo-destino-turistico-para-banhistas-no-tocantins-fotos.ghtml, linda e com toda a estrutura. É afastada do centro do município e acessível de carro e moto.
      Na região tem também a Pousada Alto do Tocantins, http://www.pousadaaltodotocantins.com.br/, que é acessível via canoa (eles oferecem essa possibilidade de transporte) ou carro, 20 km via estrada sem asfalto. A pousada e a estrutura é ótima, não é barato mas achei que compensa.
      Aproveitem a viagem!!!!
       
       
       
       
    • Por dudavalenca
      Oi gente,
      Estou deixando meu relato sobre uma experiência incrivelmente vibrativa que tivemos no Jalapão. O lugar é repleto de maravilhas, limpo, e com uma energia sem igual!
      Quero também expressar nossa gratidão ao Marcos Tinoco.. sério, guardem esse nome pois tenho certeza que ainda vão ouvir muito por aí, muita confiança e parceria. Nos proporcionou momentos tão únicos, melhor viagem de nossas vidas. Guia que se torna um membro da família, me senti em casa, ele planeja toda a viagem de uma maneira exclusiva e especial! só tenho a agradecer, e INDICO DE OLHOS FECHADOS. 
      Deixo aqui o meu até breve, de coração ❤️🌻🍀✨ @maduvalenc










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