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14° dia - 12.01.2017 - Quinta-feira

 

Saída de Cristina(distrito de Caxias do Sul) e chegada a pousada Tio Mica(Nova Petropolis )- RS

+-24 Kms em aprox 05:30hrs

Acumulado: 273 kms

 

Tomamos um excelente café da manhã, corremos até a rodoviária de Nova Petropolis para pegar ônibus ($5 cada), retornando até Cristina.

Descemos no posto de abastecimento,  perguntamos aos frentistas se havia outro caminho para NP (Têm 3, depois da ponte ou pode virar à direita ou a esquerda), resolvemos ir pela  BR116(em frente).

O movimento de veículos é muito grande, essa subida de uns 12 kms, é muito forte, com acostamento estreito, no meio da subida estão retificando os estragos, devido às  chuvas de outubro  (esse trecho ficou interditado muito tempo, estão terminando os serviços ).

Depois de 3 horas chegamos a NP, sol estava queimando,  resolvemos tocar até uns 12 kms(distrito de Linha Imperial) de NP sentido Gramado (trecho com subidas e descidas fortes,  praticamente sem acostamento e com grande movimento de veículos. Lindo visual de montanha).

Próximo à pousada tem restaurante,  $19 por pessoa à vontade.

 

Hospedagem: Pousada Tio Mica 054 3298-8147 e 99950-0351, cama ótima,  tv, frigobar, ventilador, wifi, limpo. Preço  $60 por pessoa com café da manhã. RECOMENDO.

Ótima opção para quem está na região, pois fica na beira da Rodovia que liga Nova Petropolis a Gramado.

Obs.: Próximo ao hotel tem um mercado.

 

Algumas fotos:

Lindo visual de montanha

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Reparos sendo feitos na estrada devido desmoronamento em outubro de 2016

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Centro de Nova Petropolis RS

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Portal saída Nova Petropolis sentido Gramado

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Vinícola na estrada depois de Nova Petropolis

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32° dia - 30.01.2017 - Segunda-feira   Saída de Praia Grande-SC e chegada a Torres - RS +-30 kms em aprox. 07:30hrs Acumulado: 703 kms   Saímos antes das 05 da manhã,  tempo fresco e enco

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15° dia - 13.01.2017 - Sexta-feira

 

Saída da pousada Tio Mica (linha imperial - NP) e chegada a Gramado - RS

+-23 kms em aprox. 05:30hrs

Acumulado: 296 kms

 

Tomamos café da manhã,  gentilmente servido antes do horário,  batemos um longo papo com o proprietário da pousada  (tio mica).

Ele deu umas dicas sobre o caminho de terra até próximo a Gramado.

Esse caminho começa a 1 km da pousada dele (segue rodovia até um mercado, vira-se à direita, quando chegar numa encruzilhada virá à esquerda,  aí é ficar sempre na principal até chegar novamente na rodovia asfaltada, onde vira à direita).

 

O caminho de terra começa com uma subida forte, várias chacaras com construções típicas alemãs,  batemos um longo papo com um alemão,  onde ele explicou como vive a comunidade  (neste trecho plantações de milho, frutas e algumas criações de gado, tem algumas pousadas pois faz parte de um caminho já implantado ).

Chegando à encruzilhada viramos à esquerda, onde começa outra subida forte. Mas com um lindo visual de toda região  (inclusive de Caxias do Sul ), paramos numa propriedade de italianos que plantam uvas de mesa, Ameixa,  pêssego,  maçã. .depois de um bom papo, continuamos.

Algumas subidas e descidas leves até a rodovia, ali começa uma subida longa e forte até próximo do pórtico turístico, mais adiante já chegamos ao centro da cidade.

Paramos num ponto de ônibus acessamos a Internet e localizamos um ótimo apartamento, na rua principal (Borges de Medeiros), a duas quadras da igreja matriz, perto de tudo.

Deixamos as mochilas no apartamento e fomos ao restaurante indicado pela moça que administra os apartamentos  (rua paralela à Borges de Medeiros), comemos um ótimo Self-service à $19,90 por pessoa à vontade.

Retornamos ao apartamento,  tomamos  banho e fomos visitar os principais pontos turísticos da cidade :

Igreja matriz, rua coberta,  palácio dos festivais,  lago Joaquina Rita(estava fechado para a vento encerramento do natal de Gramado no próximo domingo), lago negro, rua torta.

Retornamos ao apartamento e preparamos para assistir o espetáculo do natal de luz, realizado defronte à rua coberta. Lindo show de natal, uma encenação teatral sobre o natal, terminando com neve artificial e acendimento das luzes da avenida (linda decoração de natal) pena que o natal já passou.

Dica : os preços das coisas em gramado são bem salgados, procurem restaurantes nas ruas paralelas à Borges de Medeiros,  tem padaria, supermercados. ...

 

Hospedagem: hospedaria Saint Peter(consultar trivago), quarto ótimo, tv de plasma no quarto, boas camas,  não tem ventilador, cozinha completa,  sala ampla com lareira. Preço: $55 por pessoa sem café da manhã.

Obs.: essa hospedaria tem em dois endereços (rua São Pedro e Borges de Medeiros ) as duas são centrais, mas parece que as acomodações da rua São Pedro são melhores. RECOMENDO.

O melhor custo-benefício da viagem.

 

GRAMADO : Linda cidade, limpa e organizada,  vive do turismo,  por isso preços são salgados. MAS A CIDADE É SHOW!  VALE A PENA VISITAR!

Sem contar a ótima hospitalidade do povo.

 

DICA DE REFEIÇÃO BARATA EM GRAMADO.

No final da avenida Borges de Medeiros tem o supermercado: SUPPER RISSUL(uns 1.200 metros da rua coberta).

estive no domingo e com uns $13 come muito bem.

Vegetais + verduras + arroz + feijão a $18,90 o kg.

Coxa e sobrecoxa assada $18,80 o kg.

Tem carne de  vaca e porco assada.

 

Algumas fotos:

Estrada de terra entre Nova Petropolis e Gramada, casas de alemaes

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No topo, lindo visual de montanha e ao fundo Caxias do Sul RS

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Lindo visual de montanha

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Chegando a Gramado, depois forte subida

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Portal de Gramado RS

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Chegando ao centro da cidade, num calor infernal

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16° dia - 14.01.2017 - Sábado

 

Saída de Gramado visita ao parque Caracol e chegada a Canela - RS

+- 23 kms em aprox. 05:15hrs

Acumulado: 319 kms .

 

Acordamos e preparamos nosso café da manhã.

A iluminação de natal ainda estava acessa, tiramos algumas fotos legais com fundo do amanhecer colorido.

Subimos a Av. Borges de Medeiros até o final,  entramos numa estrada asfaltada com subidas e descidas leves, lindas casas e visual maravilhoso da redondeza.

Resolvemos pegar uma estrada de terra até chegar noutra rodovia asfaltada, viramos à esquerda e rapidamente chegamos ao parque do caracol ($18 por pessoa ).

Fomos até o mirante, lindo visual frontal da cachoeira.

Queríamos descer até o fundo, atraves de escadas de metal, mas está desativada para reforma.

Resolvemos fazer as trilhas que ficam no topo da cachoeira, lindo visual da corredeiras e fortes subidas e descidas..

Saímos do parque e pegamos de novo estrada asfalta, pista única sem acostamento até o centro de Canela num calor infernal. Pegamos uma subida longa e forte antes da cidade.

Almoçamos Self-service à vontade  $24,90 por pessoa na praça próxima igreja matriz.

 

Hospedagem: Pousada dos viajantes,  defronte rodoviária Canela, camas boas,  ventilador, tv aberta, ventilador, wifi. Preço  $70 por pessoa com café da manhã simples.

 

CANELA: Cidade turística,  com boa estrutura turística,  pena que não tem tantas atrações. O ponto alto é o parque Caracol, a igreja Matriz de pedra e alguns museus (que não eram nosso objetivo nesta viagem).

 

Algumas fotos:

Estrada entre Gramado e o parque Caracol em Canela RS

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Estrada de terra antes do caracol

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Cachoeira Caracol

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Trilha no alto da cachoeira, grande subida

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Chegada em Canela RS

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Igreja matriz

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17° dia - 15.01.2017 - Domingo

 

Saída de Canela e chegada a Gramado.

+-8 kms em aprox. 1:30hrs

Acumulado: 327 kms

 

Tomamos um café da manhã bem simples no hotel.

Saímos depois das 08 da manhã pois o trecho era bem curto.

Saímos até o trevo por uma avenida, viramos à esquerda na rodovia asfaltada e duplicada com passeio ao lado.

Praticamente Canela e Gramado estão unidas,  não percebi onde começa uma e termina outra.

Passamos na porta de várias atrações das duas cidade  (mundo à vapor,  do chocolate. ..), a porta destes estabelecimento é um show à parte.

Rapidamente nos dirigimos à mesma hospedagem de antes, mas desta vez ficamos em outra unidade,  pois a outra estava lotada.

Almoçamos Self-service a  $40,20 kg, numa paralela da Borges de Medeiros. Tem que procurar muito para  achar preço baixo,  nesta região a média é  $60 kg.

Depois de almoçar estivemos no supermercado supper riossul no final da Borges de Medeiros onde a comida era bem mais barata.

 

Hospedagem: apartamento Saint Peter,  rua São Pedro 583, camas ótimas, tv aberta, ar condicionado, banheiros privados,  cozinha quase completa,  sala de convívio. Preço  $60 por pessoa com café da manhã simples.

RECOMENDO, fica a duas quadras da igreja matriz.

 

Algumas fotos:

Estrada entre Canela e Gramado, mundo a vapor.

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Para a criançada deve ser uma festa, linda chocoleteria

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EStrada

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Natal luz em Gramado RS

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Gramado

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18° dia - 16.01.2017 - Segunda-feira

 

1° dia RITA ROMÂNTICA - RS (http://www.rotaromantica.com.br)

Saída de Gramado e chegada a  Santa Maria do Herval - RS

+-26 kms em aprox.  06:30hrs

Acumulado: 353 kms

 

Linha marcondes

 

Preparamos nosso café da manhã e saímos antes das 06 horas.

As luzes de natal ainda estavam acessas (tirei mais algumas fotos no centro da cidade) e seguimos um bom trecho dentro da cidade (caminho para Nova Petropolis).

Chegando no portal vira à esquerda na primeira estrada asfaltada.

Subimos um morro e logo a seguir viramos à direita,  pegamos pequeno trecho de asfalto e logo a seguir começou estrada de terra com lindo visual de montanha.

Num entrocamento ao invés de virar à esquerda continuamos retos,  mas logo à frente encontramos outra estrada asfaltada (LINHA MARCONDES),  viramos à esquerda e seguimos nela por um bom trecho. Mais à frente encontramos uma placa indicando SM Herval,  viramos à esquerda e pegamos uma subida MONSTRA até um bairro de SMH.

Seguindo orientação duma moradora viramos à esquerda e pegamos trechos em paralelepípedos, terra e asfalto até o pequeno centro.

Obs.: trecho muito bonito,  com muitas florestas, várias chacaras com plantações de milho,  figo,  pêssego,  batatas,  lindas casas estilo alemã.

Algumas criações de gado e ovinos.

Linda cachoeira de mais de 130 metro de altura no meio da floresta.

 

Neste trecho priorizamos passar mais pelo campo e em estrada de terra, por isso andamos mais quilometragem.

Fizemos parte da linha marcondes.

 

Comemos excelente Self-service no centro da cidade à  $16,90 por pessoa à vontade.

 

Hospedagem: Casa do Aucir fone 051 98656-1154, SM do Herval, camas ótimas , ventilador, tv, frigobar, wifi. Preço  $40 por pessoa com café da manhã.

Obs.: esse senhor aluga a casa dele para hóspedes de um frigorífico da região, tinha um quarto desocupado e ele cedeu para nós. Nesta cidade tem somente essa hospesagem. Tem que ligar antes.

 

Algumas fotos:

Gramado é fantástica

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Estrada de terra entre Gramado e SM do Herval

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Estrada linha marcondes

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Forte subida

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Santa Maria do Herval - RS

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Barragem em SM do Herval RS

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19° dia - 17.01.2017 - Terça-feira

 

2° dia - ROTA ROMÂNTICA

Saída de Santa Maria do Herval e chegada a Picada Café - RS

+- 24 Kms em aprox. 05:10hrs

Acumulado: 377 kms

 

Preparamos nosso café da manhã,  se saímos 06 da manhã.

A saída foi simples,  pegamos a Rua Urbano Schaumloeffel  (no início em pedra depois em terra) com algumas subidas e descidas médias,  passamos por algumas chacaras com lindas casas.

Depois entramos na estrada Walhai e seguimos sempre na principal  (trecho com subidas leves de fortes descidas), estrada de terra linda passando por belas matas.

Num entrocamento viramos à esquerda e pegamos a Rua João Sandes Sobrinho  (passamos por diversas chacaras com lindas casas).

A chuva deu as caras, paramos num ponto de ônibus e aguardamos passar. Fomos até o final dessa rua e chegamos na rua Vicente Prieto asfaltada e dentro da cidade, passamos dentro do distrito de Joaneta (tem uma fábrica da Coca-cola,  que produzem sandálias e tênis dessa marca). Logo a seguir chegamos a Picada Café.

A cidade tem somente uma pousada que fica na beira da BR 116 a uns 200 metros do pequeno centro.

Hoje o tempo esteve encoberto e com chuva no final.

Grande plantações de milho, mandioca e eucalipto. Criações de porcos,  frango e pouco gado e ovinos.

 

Hospedagem: Pousada Camponesa 054 3285-1167, camas ótimas, tv aberta, ar condicionado, frigobar, limpo. Preço  $75 por pessoa com café da manhã  (não fornecem café antes das 07 da manhã ).

 

PICADA CAFÉ : cidade dos lírios, tem banco do Brasil e Bradesco,  alguns restaurantes, supermercados e farmácias.

 

Algumas fotos:

Forte descida

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Linda floresta

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Chuva chegou no distrito de Joaneta

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Lindas casas, essa com essa escultura natural em madeira

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Para chegar ao hotel na rodovia, tivemos que atravessar toda cidade, esse é o portal de entrada de Picada Café

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Fábrica famosa de produtos em couro

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20° dia - 18.01.2017 - Quarta-feira

 

3° dia ROTA ROMÂNTICA

Saída de Picada Café e chegada a Ivoti - RS

+-21 kms em aprox. 05:30hrs

Acumulado: 398 kms

 

Preparamos nosso café da manhã antes das 06 da manhã. Saímos com o tempo encoberto e fresco.

Andamos uns 5 kms pela BR 116 até a primeira ponte onde viramos à direita na primeira pista asfaltada.

Por pouco uma cobra que estava ao lado da pista não picou minha parceira.

Esse primeiro trecho até a ponte é praticamente descida leve.

Antes de chegar a cidade de Presidente Lucena pegamos uma subida forte e depois uma descida média até o centro da cidade (a rodovia corta a cidade).

Tomamos um café numa padaria e voltamos a pegar outra subida forte.

Depois trecho entre subidas e descidas médias.

Vimos muita plantação de milho, batata e eucalipto, e algumas criações de gado e ovinos.

Rapidamente já visualizamos Ivoti, aproveitamos e entramos à esquerda para conhecer o núcleo das casas enxaimel  (construções com quase 200 anos de idade, bem preservadas ) passamos por cima da ponte do imperador e voltamos para rodovia, onde pegamos outra forte subida, sorte que era curta.

Comemos um excelente Self-service a $14,90 na pousada Visão  (próximo ao hotel visão ).

 

Hospedagem: Hotel Visão,  camas ótimas, tv aberta, ar condicionado, frigobar, wifi, limpo. Preço  $70 por pessoa SEM café da manhã. RECOMENDO.  No centro da cidade só tem esse hotel e a pousada de mesmo nome, mas as instalações do outro é bem precária,  com pouca diferença de preço.

 

IVOTI: cidade das flores, tem uma pousada e um hotel no centro e outros distantes da cidade, boa estrutura. Tem agência de alguns  bancos. Nesta cidade tem uma colônia de Japoneses,  segundo moradores,  devido  cruzamento com alemães,  tem Japonês de olhos azuis/verdes.

 

Algumas fotos:

Lindas flores

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Linda rodovia - placa sinalizadora da ROTA ROMÂNTICA

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Fortes subidas

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Atravessamos Presidente Lucena

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Chegada a Ivoti

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Neste parque tem várias casas em enxaimel

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Olhem que sutileza: uma turma escolar(deve ser primário), fizeram esse trabalho, difundir poesia nos pontos de ônibus - tá explicado a educação do povo Gaúcho

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21° dia - 19.01.2017 - Quinta-feira

 

4° dia ROTA ROMÂNTICA

Saída de Ivoti e chegada a Sapiranga -RS

+-23 kms em aprox. 05:40hrs

Acumulado: 421 kms

 

OBS.: Sapiranga não faz parte da ROTA ROMÂNTICA, desvíamos pois depois de DOIS IRMÃOS teríamos que passar em Morro Reuter retornar à SM HERVAL e de lá subir para Gramado (como já conhecíamos esse trecho resolvemos conhecer outras cidades).

 

Acordamos bem cedo, preparamos nosso café da manhã.

Saímos antes das 06 da manhã.

Grande e forte subida na saída da cidade.

Logo à frente entramos numa estrada de terra  com muitas árvores, passamos dentro de algumas pequenas fazendas com criações de  bois, ovelhas, porcos. Grandes plantações de milho e mandioca.

Chegamos na br 116 e viramos à esquerda e fomos até a entrada da cidade de DOIS IRMÃOS, caminhamos um bom tempo pela periferia da cidade (atravessamos algumas chacaras com criações de peixes, porcos e boi e plantações de milho e mandioca).

Pegamos uma estradinha de terra, seguimos o googlemaps, a estrada chamava ESTRADA DOIS IRMÃO /SAPIRANGA, mas na verdade era um atalho pois pegamos uma estrada estreita e com mato alto, quase uma trilha com subida forte e muito barro.

Mais à frente chegamos numa rodovia asfaltada com pouco acostamento. Esse trecho foi feito sobre um sol fortíssimo.

Descemos a serra com muitas curvas, num trecho vimos um barulho forte vindo da mata, chegando perto vimos muitos macacos, fazendo um forte barulho,   devem tá defendendo a área. Vimos muitas cobras mortas na estrada.

Passamos perto de uma chacara que criavam ovelhas,  demos comida na boca de uma...show.

Logo a seguir entramos na cidade.

Comemos um excelente Self-service no centro de Sapiranga a $18,90.

 

Hospedagem: hotel das flores, próximo a rodovia, camas ótimas, tv a cabo, frigobar, wifi, piscina,  limpo e moderno. Preço  $70 por pessoa com café da manhã  (somente fornecem à partir das 06 da manhã ). RECOMENDO (Apesar de não  fornecerem café da manhã antes do horário,  a estrutura é ótima).

 

SAPIRANGA: cidade muito bem estruturada,  tem 2 bons hotéis.

 

Algumas fotos:

Lindo amanhecer

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Rodovia próximo a dois irmãos

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Grandes criações de peixe, ao fundo Dois Irmãos

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Estrada entre Dois Irmãos e Sapiranga(trecho curto)

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Na descida da serra, assustamos com um barulho na mata, eram os macacos defendendo território

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Dando milho aos "bodes"

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22° dia - 20.01.2017 - Sexta-feira

 

Saída de Sapiranga e chegada a Três Coroas - RS

+-35 kms em aprox. 8:30hrs

Acumulado: 456 kms

 

Aguardamos o café da manhã que foi servido às 06 da manhã,  foi um erro pois saímos tarde e pegamos muito calor num longo trecho.

Resolvemos fazer esse roteiro passando por algumas cidades, saímos assim da rodovia movimentada.

No início caminhamos pela rodovia duplicada até entrar à esquerda, numa estrada simples em asfalto e depois seguimos em estrada de terra  (pequeno trecho ) até a cidade de Araricá. Cortamos toda a cidade, que é pequena.

Voltamos ao asfalto e depois novamente em estrada de terra, logo chegamos à cidade de Nova Hartz.

Esses dois trechos é praticamente reto, somente algumas subidas e descidas leves.

Depois de Nova Hartz pegamos estrada de terra e logo na saída da cidade pegamos uma longa e forte subida num calor infernal, com lindo visual de toda região  (inclusive da serra gaúcha ) Logo depois pegamos descida longa e forte. Rapidamente chegamos em Igrejinha,  paramos para almoçar($14,90 por pessoa à vontade) e pensar se continuaríamos até mais à frente.

Por ser perto, cerca de 9 kms,  resolvemos partir,  num calor infernal e, o pior, no asfalto. Quase dissolvemos,  paramos algumas vezes para comprar água e esfriar o corpo.

Chegamos em Três Coroas depois das 15 horas, passamos num hotel e não ficamos,  preço muito alto.

Andamos mais 2 kms e conseguimos uma pousada.

 

Hospedagem: Pousada Raio de sol 2, camas boas, tv aberta, ventilador, wifi, banheiro compartilhado.  Preço $70 por pessoa com café da manhã.

 

TRÊS COROAS; cidade pequena com boa estrutura.

 

Algumas fotos:

Trecho rodovia duplicada com grande movimento de veículos

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Sombras que amenizavam o forte calor que estava fazendo

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Forte descida, à frente serra gaúcha

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Lindo visual

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Lindas casas antigas

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23° dia - 21.01.2017 - Sábado

 

RETORNO À SERRA GAÚCHA

Saída de Três Coroas e chegada a São Francisco de Paula - RS

+- 28 kms em aprox. 06:30hrs

Acumulado: 484 kms

 

Gentilmente a pousada forneceu café da manhã às 04:30hrs da manhã.

Saímos antes das 05 hrs,  tempo bem fresco.

Descemos até a prefeitura da cidade e pegamos avenida que saí em frente e fomos até o trevo, contornamos ele é entramos numa rua à direita, seguindo placa indicativa do Templo budista. Depois de uns 8 kms chegamos nele, só funciona depois das 09 horas da manhã,  a cafeteira que tem perto também estava fechada. Esse trecho é somente subida forte, com lindo visual de montanha.

Retornamos a estrada de terra e seguimos até chegar na rodovia asfaltada,  viramos à esquerda e seguimos viagem em pista com bastante movimento de carros e caminhões, pista sem acostamento com bastante subidas fortes. Paramos numa mercearia no caminho e compramos doces e água,  depois foi só subida forte até o centro de turismo de São Francisco de Paula.

No centro tomamos água e café,  os atendentes foram prestativos e nos forneceram informações e mapas da cidade.

Seguindo dica do atendente, logo depois de um quilômetro chegamos na pousada.

Hoje o tempo ajudou, tempo fresco, com algumas nuvens, e a estrada tinha muitas árvores que amenizada o calor.

Hoje saímos de uns 70 msnm e chegamos a mais de 800 msnm.

 

Hospedagem: Pousada Campo do Meio, entrada da cidade, camas boas, ventilador, tv pequena, wifi, cozinha completa. Preço  $60 por pessoa sem café da manhã. RECOMENDO  (Pessoal super-atencioso, estão disposto a te ajudar. Inclusive um dos donos,  o Mário,  conseguiu hospedagem na casa de um amigo no distrito de TAINHAS  (neste distrito não tem pousada, somente restaurante ), pois teríamos que passar por Tainhas para chegar a Cambará do Sul (é que de Sf de Paula a Cambará são mais de 70 kms).

 

SÃO FRANCISCO DE PAULA : cidade pequena mas com bastante pousadas e hotéis,  restaurantes , bancos.

 

Algumas fotos:

Chegamos ao templo budista e estava fechado(começa a funcionar depois das nove horas)

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Na entrada do templo

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Linda rodovia com muita sombra, mas subidas fortíssimas

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Subidas fortes com grande movimento de veículos, aliado a falta de acostamento, torna tudo muito complicado

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Lindo visual da região de Gramado RS

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Grande plantação de Hortênsias

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Casa antiga em São Francisco de Paula RS

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    • Por mcolzani
      Eu e minha esposa Magali decidimos em setembro de 2020 fazer a travessia. Começamos a planejar e nos preparar desde então. Definimos que a melhor data seria na semana santa pois seria mais fácil de conciliar férias, folga etc e ainda daria uma margem de segurança maior caso fosse necessário estender a travessia.
      Fomos com o objetivo de caminhar no mínimo 35km/dia mas tentar fazer 40km/dia, que reduziria em um dia a travessia.
      Inicialmente iríamos seguir no sentido sul (Rio Grande x Barra do Chuí), porém na semana que antecederia nosso início a previsão indicava maior incidência de vento sul e optamos em inverter, saindo da Barra do Chuí no sentido norte.
      Saímos de Itapema/SC de carro até a rodoviária de Pelotas/RS no dia 27/03 onde deixamos nosso carro e pegamos o ônibus até Chuí. Chegando em Chuí levamos 20min até conseguir um taxi para a Barra do Chuí (lá não existe Uber/99 etc).
      Pernoitamos em um Airbnb lazarento, mas enfim, a ideia era ficar bem próximo da praia para conseguir começar a caminhada cedo.
      Obs: não conseguimos sinal de celular na Barra do Chuí.
      Dia 01
      Iniciamos a caminhada as 06:00 do dia 28/03/2021 com vento sul moderado. Nossa ideia inicial era fazer uma parada a cada 10km, porém preferimos tocar direto até Hermenegildo e nos abrigar do vento.
      Foram aproximadamente 13km até essa primeira parada. Aproveitamos para comunicar os familiares.
      Trocamos as meias e seguimos a caminhada. Logo ao passar Hermenegildo começou uma chuva leve. Vestimos a capa de chuva e continuamos.
      Poucos km a frente a chuva engrossou, porém não havia local para abrigo e continuamos a caminhada por mais 5km até encontrar um barraco de pescador onde nos abrigamos por aproximadamente 1 hora até a chuva passar.
      Ao longo do dia o sol ia e vinha. 
      Como era domingo, vários moradores de Hermenegildo passavam de carro.
      Estávamos aproximadamente no KM 38, totalmente secos quando uma chuva torrencial nos atingiu. Sem possibilidade de abrigo, seguimos até completar 40km e montamos acampamento em meio as dunas (agora sem chuva).
      Nessa noite ventou pouco, porém a chuva recente e o orvalho que se formou acabou gerando um pouco de condensação no interior da barraca.
      Jantamos, cuidamos dos pés e eu percebi a primeira bolha inesperada (bolha nos mindinhos eu já esperava).
      Distância: 41km (areia fofa)
      Dia 02
      Despertador tocou as 5:00, comemos, organizamos as coisas e levantamos acampamento. Eram aproximadamente 6:45 quando começamos a caminhar com as roupas e tênis molhados.
      Decidimos racionar a água para reabastecer na casa do Sr. Ricardo que possui poço e atingiríamos entre 10 e 11 horas da manhã.
      Faltando 1 km da casa do Sr. Ricardo, avistamos uma vaca deitada na beira da praia. Minha esposa achou que ela estivesse morta, mas eu percebi movimentos de orelha. Estávamos a 50mt dela quando nos observou e levantou assustada. Virou-se contra nós e avançou em nossa direção. Nesse momento tentei chamar atenção para mim e me afastei da minha esposa. Imediatamente empunhei os bastões como se isso fosse resolver alguma coisa. A vaca recuou e virou da direção da Magali quando pedi para ela ficar parada e fui até ela. A vaca ameaçou novamente e juntos erguemos os bastões lentamente até que a vaca recuou e se afastou pelo outro lado. Lentamente nos desviamos e seguimos nosso rumo. A adrenalina subiu bastante nessa hora e o susto foi enorme. Melhor que nada aconteceu e ficou apenas por isso.
      Chegamos na casa do Sr. Ricardo e chamamos por ele. Não estava, enchemos nossas garrafas e tratamos com cloro. Enquanto isso, aproveitamos a sombra para um descanso e para trocar as meias.
      Descobri uma nova bolha se formando em baixo do outro pé.
      Quando estávamos para sair chegou um veículo com 3 homens que estavam construindo uma nova casa para o Sr. Ricardo mais aos fundos (pois a atual está quase sendo tomada pelas dunas). Conversamos um pouco e seguimos nossa caminhada.
      Por ser 2a-feira, nesse dia praticamente não tivemos contato humano. Nesse dia encontramos o único caminhante que veríamos ao longo da nossa caminhada. Nos cumprimentamos, conversamos rapidamente e cada um seguiu seu destino. Nós querendo seguir e ele querendo terminar logo.
      No meio da tarde pegamos chuva novamente. Decidimos proteger os tênis com o saco que usávamos para atravessar os arroios pois não queríamos andar novamente com os pés molhados.
      Esse foi o pior dia e a pior noite, o dia todo foi um misto de "chega, vamos desistir, etc", por sorte não passou ninguém oferecendo carona. 
      Quando paramos para acampar, ventava sudoeste e então montei a barraca abrigado por dunas nesse lado. Só havia abertura pequena para o leste e foi ai que começou nossa pior noite. Já estávamos dormindo (aproveitamos 21:30) quando o vento virou leste com chuva forte.
      Vacilei ao não reforçar o estaqueamento da porta que estava exposta ao leste e aconteceu o óbvio, o speck soltou e essa lateral "caiu". Fiquei sentado encostado no bastão para a lateral ficar de pé. Quando estiou sai à procura de algo para ancorar essa porta e achei um barril cortado que coloquei sobre o speck e enchi de arreia.
      Nessa noite continuou ventando muito e chovendo diversas vezes.
      Distância: 40km (areia fofa com bem pouca área firme)
      Dia 03
      Despertador tocou as 5:00, estava chovendo e botei o soneca para + 15min. Continuava chovendo e seguimos dormindo até aproximadamente 6:15 quando parou de chover, então comemos e saímos para caminhar já eram 8:00.
      Decidimos que 30km estaria bom para esse dia.
      Seguimos +/- a ideia do dia anterior e racionamos a água para reabastecer no Farol Albardão que estava a 7-8km de distância.
      Fomos muito bem recebidos no Albardão onde bebemos água e reabastecemos todas nossas garradas. A água lá é potável, então não tratamos nem filtramos.
      Nesse dia percebemos que uma parada a cada 10km não era sustentável e decidimos parar a cada 7km. Nesse dia comecei a sentir fortes dores na junção do fêmur com o quadril e comecei a "mancar" para não estender a perna e doer mais. Assim foi praticamente até o final da travessia.
      Outro dia que tivemos pouco contato humano e com pouco vento, dessa vez sentido leste.
      Apenas no final do dia quando chegamos na área de reflorestamento que avistamos 2 caminhões saindo de uma área indo no sentido norte.
      Quase no final do dia, avistamos um morador indo recolher sua rede. Perguntamos se conhecia algum lugar bom para acampar na região querendo ouvir um "pode acampar no lado da minha casa" mas veio um "lá naquela baleia tem uma base do reflorestamento, talvez consiga lá". A tal baleia estava a uns 3-4 km e já estava começando a anoitecer. Deveríamos nos arriscar a andar toda essa distância e chegar lá de noite correndo o risco de nem achar a base? 
      Preferimos seguir mais 1km e acampar em meio as dunas altas. Dessa vez ancorei muito bem praticamente todos os lados da barraca para não ter surpresas.
      Novas bolhas para cuidar.
      Dormimos magnificamente bem. Como todas as noites anteriores, choveu bastante durante a noite.
      Distância: 35km (areia fofa)
      Dia 04
      Despertador tocou as 5:00, comemos, organizamos as coisas e levantamos acampamento.
      Nesse dia acreditamos que seria difícil manter o ritmo e terminar em 6 dias. Já aceitamos que precisaríamos de 7 dias. Porém mantivemos o desejo de fazer os 35km.
      O dia foi bastante movimentado, muitos caminhões, ônibus, etc. Sabíamos que agora a água viria apenas dos arroios, porém perto das 11:00, quando devíamos ter apenas 1 litro de água, vimos um quadricíclo vindo em nossa direção. Pedi para parar e perguntei se sabia de algum ponto de água pela frente. Conversamos um pouco e o Mauro, funcionário da empresa de reflorestamento, se ofereceu para ir pegar água na base deles. Deixamos nossas 4 garrafas de 1,5lt com ele. Uma hora depois ele passou por nós e falou que deixou as garrafas em uma placa mais a frente para que não precisássemos carregar todo o peso. Caminhamos uns 2km até chegar nas garrafas, tratamos e filtramos. Ficamos absurdamente contentes, não tinha como ficar mais contente.
      Próximo das 15:00 uma caminhonete branca nos intercepta. São funcionários da empresa de reflorestamento. Conversamos um pouco e eles falam (se pedirmos) que iriam trazer água para nós quando voltassem. Ganhamos o dia e agora não tinha mais como melhorar mesmo.
      Uma hora depois passa outra caminhonete igual (também da empresa) e pergunta se queremos algo (água, comida, fruta etc). Respondo que aceitamos qualquer coisa, mas principalmente água. Ele diz que na volta trará algo para nós.
      Continuamos a caminhada e com o sol de pondo resolvemos achar um local para acampar. Enquanto montava a barraca a esposa ficava nas dunas de olho se vinha alguma caminhonete.
      Quando terminei de montar a barraca, avistei um veículo vindo e como já estava escuro sinalizei com a lanterna.
      Dois santos que caíram do céu. Nos trouxeram 4 litros de água tratada e gelada (com pedaços de gelo ainda). Não só isso, trouxeram duas marmitas e frutas. Estávamos nos sentindo reis.
      Só então percebemos que montávamos acampamento praticamente na entrada de uma base deles e nos falaram que o movimento de caminhões ali seria a noite toda pois a operação deles é 24hrs. Nos ofereceram ficar em um alojamento vago.
      Agora certamente não tinha como melhorar. Decidimos aceitar o convite pois o local onde estávamos era de dunas baixas e o vento provavelmente iria incomodar. Caminhamos quase 2km até chegar na base e nos deparamos com o inimaginável, além de tudo que já tinham nos oferecido, poderíamos tomar um banho quente em chuveiro a gás.
      Nossa energia se renovou absurdamente nessa noite. Decidimos dormir uma hora a mais nessa noite pois não precisaríamos arrumar muita coisa pela manhã.
      Agradecemos ao pessoal que nos recebeu e principalmente ao Rodrigo (encarregado). Pegamos seu contato para agradecer novamente quando concluíssemos.
      Nesse dia outras bolhas surgiram e algumas antigas começavam a parar de incomodar.
      Distância: 42km (enfim, areia firme)
      Dia 05
      Despertador tocou as 6:00, comemos, organizamos as coisas, reabastecemos nossa água, nos despedimos do pessoal e começamos a caminhada.
      Pela distância percorrida no dia anterior, decidimos que esse dia seria de luxo, 35km bastaria.
      Saímos dá área do reflorestamento e começamos a avistar as torres geradoras de energia eólica. Que visão horrível. Você começa a enxergar elas a 20-25km de distância, então caminha, caminha, caminha e caminha ainda mais e nunca chega.
      Esse dia foi um dia caminhando olhando apenas para baixo, pois era desmotivador. Esse foi o 1o dia que não pegamos chuva na caminhada.
      O vento estava moderado a forte no sentido leste, o que fez com que a maré estivesse acima do normal, nos forçando a subir para areia fofa em vários momentos.
      Ao final do dia, chegamos em um trecho de dunas baixas e já bateu aquela sensação ruim para achar um local bom para acampar. 
      Nós não queríamos ter que andar 500-700 metros para chegar nas árvores, querendo ou não é uma distância que pode fazer a diferença e em terreno ruim.
      Atravessamos o primeiro grande arroio e achamos um ponto menos exposto. Ancorei bem a barraca e dormimos igual reis.
      Distância: 38km (alternando entre areia firme e fofa)
      Dia 06
      Despertador tocou as 5:00, comemos, organizamos as coisas e levantamos acampamento.
      Esse seria o primeiro dia para captar água nos arroios. Estávamos com 1 litro de água e a esperança era conseguir água com quem passasse, afinal era feriado e teríamos movimento. Passou o primeiro carro e nada de água. Logo chegamos a outro arroio grande e decidimos captar água ali e garantir. Pegamos 4,5 litros, tratamos e filtramos.
      Esse dia estava puxado, o vento resolveu querer dificultar e virou norte moderado. Foi o dia todo contra o vento, mas nada nos seguraria. Muitos arroios pela frente, já estávamos exaustos de colocar e tirar a sacola nos pés, mas assim o fizemos durante todo o dia.
      No 4o ou 5o arroio a Magali não olhou bem o terreno e entrou em uma arreia movediça, ficando com os 2 pés enterrados até acima do tênis. Falei para não tentar sair, fui até ela e puxei ela pela cargueira. Saiu fácil mas encharcou os pés e os tênis.
      Andamos, andamos, andamos e a quilometragem não andava. Parecida que estávamos em uma esteira, andava sem sair do lugar.
      Dia bem movimentado, carros, motos, ônibus, bicicletas e o primeiro cachorro de toda travessia. Esse foi o 2o dia que não pegamos chuva na caminhada.
      Enfim chegamos a praia do Cassino, mas ainda tínhamos 13 km pela frente. Parece que foi a parte mais longa da travessia. A praia estava muito movimentada devido ao feriado. Às 16:30, enfim, chegamos aos molhes. Ficamos sem reação, apenas sentamos e aproveitamos o momento.
      Decidimos pegar um Uber até Pelotas e retornar direto para casa.
      Distância: 34km (areia firme)
      Distância total: 230,74 km

      Equipamentos que levamos:
      Murilo Magali Se alguém querer, posso passar também a relação dos alimentos levados.
      Tracklog
       

    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Em tempos complicados nos colocamos na estrada. Foram 26 horas dentro do ônibus. A lotação praticamente vazia, nem 15 pessoas, uma série de protocolos para evitar ao máximo qualquer contaminação. Depois de todo esse trajeto ficaríamos sós, isolados, quase uma quarentena. Sete dias completos e muitas surpresas, superações e no final um evento triste que poderia estragar toda uma viagem, mas deixa pra lá. As pessoas de boa índole não merecem que seja despendida grande atenção para os intrépidos.
      Dia 1
      Ficamos meio período na cidade de Rio Grande, um local de muita história, 9 museus (fiquei sabendo) todos fechados, muita arquitetura e praças dignas de um povo desbravador.

      Ao meio dia pegamos o circular que vai até a Barra. Descemos no último ponto antes do retorno. Recebeu-nos um aguaceiro danado. Enquanto encapávamos a cargueira e colocava a capa de chuva, tomamos o primeiro banho. Só não foi maior porque fugimos para uma varanda ali do lado. Não demorou para o proprietário aparecer. Depois de algumas curiosidades sanadas, seguimos firmes pelo asfalto até o molhes. Já na chegada encontramos um bugue, nele um homem desesperado. Pedindo ajuda. Seu filho, um amigo e o tio haviam seguido pelo molhes mar adentro. O mar enfurecera e subiu rapidamente. O homem fugiu com o carro mas os outros nem sinal, o molhes já estava praticamente tomado de água. O mar quebrava com força, rajadas de ondas cobriam metros acima do monumento. Orientei o a correr na Barra e chamar o bombeiro ou qualquer coisa (nesse momento eu não havia visto a situação do mar ainda). Quando chegamos no molhes, padre mio... Olhei para trás e lá vinha o homem, não tinha ido atrás do bombeiro ainda. Quando peguei o telefone para fazer a ligação um casal que estava em um trailer ali do lado gritou - Lá, estou vendo alguém. Guardei o telefone, os três vinham com dificuldades entre as ondas. O pai desabou em prantos, e xingamentos. Horas mais tarde fui refletir: ele não ligara para o socorro temendo a notícia horrível que receberia. No final todos ficaram bem.
      Para nós, vida que segue. Primeiro não conseguimos chegar no molhes, o mar tinha tomado toda a praia. Desviamos pela direita e saímos nas dunas. Dali seguimos com dificuldades contra o vento e sobre as dunas. Para ter uma ideia os banheiros químicos que ficam na praia estavam todos tombados. Mas não se apavoremos, toda essa situação se devia a um ciclone que estava sobre o oceano nesses dias.

      Caminhamos os 8 km até o Balneário Cassino, durante o trajeto traçamos vários planos B. Se a tempestade não passasse teríamos de esperar alguns dias, em último caso desistir. Pernoitamos num Hostel. Ventava muito. Passei a noite monitorando o ciclone e os ventos pelo app wheater. De madrugada os ventos começariam a se afastar e no sábado já estaria tudo calmo.

       
      Dia 2
      Acordamos cedo, o vento ainda soprava forte, mas o céu já estava melhor. Partimos. Na praia o mar tinha recuado um pouco, apesar do vento sul. Logo na primeira hora, depois da garoa um arco íris pintou sobre o parque eólico. Isso é um bom sinal.

      Seguimos firmes, 3 horas depois o parque eólico ainda estava às vistas. Chegamos no Naufrágio Altair. Pera lá! Chegamos perto dele, as ondas tomavam a ruína. O mar já avançara sobre a praia novamente, muitos dos canais de água se tornaram bancos de areia movediça engolindo os pés. Paramos para almoçar no Hotel Netuno, único lugar abrigado do implacável minuano (vento).

      Voltamos a marcha, agora pelas dunas. A praia estava alagada. Não demorou muito até que a Bruna fosse engolida até a cintura na areia movediça. Com muita luta conseguimos resgatá-la. Um misto de apreensão, medo e comicidade tomou conta dos dois. Às 15:00 demos por vencidos, depois de 30 km, tomamos o rumo da mata, em meio a um novo parque eólico, as poucas árvores restantes serviram de guarida.
       
      Dia 3
      Saímos cedo, ansiosos por descobrir o que o mar reservara. Pelo menos o vento já reduzira pela metade. Com a praia larga a caminhada fluiu bem. Logo cedo avistamos o Farol Sarita. Mais um desafio psicológico. Caminhamos 25 km dos 30 km, avistando o luminoso, e nada de chegar. Parecia que o negócio tinha rodinhas. Logo depois do almoço o mar voltou a complicar. A caminhada voltou a ser pela duna. Em poucos quilômetros encontramos um homem todo esfarrapado, com uma faca e olhar desafiador. Com receio, me aproximei a tentar um diálogo. Não entendi nenhuma palavra que ele disse, tratava-se de um hermitão que vive nas dunas, provavelmente.

      Enfim às 15:00 chegamos no farol, e logo à frente tentamos ir para a mata acampar. Caminhamos 3 km circulando o mangue alagado até que decidimos acampar embaixo de um arbusto na duna mesmo (sei que é burrice, mas depois do hermitão, fiquei um pouco abalado, não com medo de ser atacado, mas vai que ele se sentisse invadido...). Depois de lavar as partes no alagado, deitamos na barraca e nem lembramos mais do hermitão ou de qualquer coisa. Nessa hora o vento já havia cessado. Durante o dia, manhã, encontramos muitos carros e motos fazendo a travessia, a penas um grupo de motocross parou e falou que acampariam perto do Farol Verga, que deveríamos passar lá. Também encontramos um leão marinho e muitas, muitas tartarugas mortas.

      Dia 4
      Começamos cedinho na tentativa de fugir das dunas no período da tarde. O dia estava lindo, céu azul, vento leve, areia fina, mar calmo. Encontramos muitos carros fazendo a travessia nesse dia, também um grupo de ciclistas, que inclusive nos deram água. Logo avistamos a primeira carcaça de Jubarte, no segundo dia tínhamos visto uma Beluga morta. Mais à frente um naufrágio recente ainda bastante visível apesar das ondas.

      Logo que retomamos do almoço encontramos novamente a galera do motocross. Nos disseram que tinham feito um churrasco e esperado por nós, mas... No fim o seu Zeca falou que seria um bom lugar para acampar, e foi o que fizemos. Durante a caminhada da tarde percebemos que algumas caminhonetes iam e vinham pela praia, só não entendi o motivo. Como o mar tinha acalmado e a praia estava larga aproveitamos. Debaixo do sol forte das 14:00 uma das caminhonetes parou, um simpático senhor nos ofereceu um suco de limão, oh glória. Pensa num negócio bom, agradecidos seguimos em frente. Já eram passadas 15:00 quando chegamos no local de acampar. Definitivamente não chegaríamos a tempo de almoçar. Nesse dia alcançamos a marca importante dos 100 km andados.

      Dia 5
      Foi o dia que começamos mais cedo. Logo nas primeiras horas avistamos um senhor maltrapilho, descalço, caminhando com dificuldades. Ainda lembrando do hermitão, me aproximei. Ele com a mão dentro da bermuda, eu com cautela. Surpreendentemente entendi sua fala. Se chamava Paulo, recusou um sapato que tinha minha mochila, recusou comida, apenas aceitou água. Como tínhamos avistado um pouco antes um acampamento de trabalhadores na mata de pinus, orientei o senhor que caso precisasse chegasse lá. Nesse ponto já estávamos no Farol Verga.

      Saindo do Verga avistamos no horizonte um veículo gigante que saiu na areia e rumou para o sul. Não demorou, encontramos um carro parado com adesivos "Pet Free", não sei o que fazia ali. Uma hora depois aponta no horizonte o gigante, eram um caminhão de carregar toras, carregado. Vinha a todo vapor na areia. Passou por nós, buzinou e sumiu no norte. Paramos para almoçar quando encontramos uma carreta parada na areia. Sentamos à sombra e logo o dono dela apareceu. Curiosamente ele tinha o mesmo nome do senhor dos sucos. Conversando, explicou-nos que têm frentes de trabalho que ficam acampadas na floresta de pinus (chegam a 150 trabalhadores). Ele estava com a carreta-casa esperando um ônibus que traria o pessoal de Rio Grande e Pelotas. Quando falei do seu Paulo ele disse que já havia visto o mesmo homem andando de bicicleta na areia, de certa forma me senti aliviado por saber que ele se virava por aquelas bandas.

      Pouco depois de deixar a carreta, encontramos outra Jubarte, essa bem mais conservada. Ao tirar foto da baleia, olhamos para trás e lá estava o ônibus, descendo uma galera.

      Às 14:00 o reflorestamento que nos acompanhara acabou. Percebemos que seria possível chegar no Farol Albardão ainda naquele dia, ele já se desenhava no horizonte. Com 40 km, exaustos, com chuva, chegamos no farol. Já não esperávamos dormir lá devido a pandemia. Montamos acampamento do lado de fora do pátio da Marinha. Como o vento já rugia, fiz algumas ancoras com sacos cheios de areia que, enterrei e amarrei a barraca neles. Fomos dormir assustados com o vento, mas a amarração deu conta.

       
      Dia 6
      Acordamos de madrugada com trovões, vento e muita chuva. O dia clareou e a chuva castigava, meu maior medo não era se molhar, eram os raios. Pensamos em fazer um dia de descanso caso não passasse. Eram 07:15 quando as nuvens começaram a ceder, fizemos um desjejum e partimos, já 08:10. A chuva sumiu, mas as dunas estavam todas alagadas.

       
      Assim que começamos a caminhar começaram aparecer os problemas. Os passos de água que, até então eram raramente fundos, agora pareciam rios de desgelo. E para piorar se multiplicaram, cruzamos em média 5 por km nesse dia. Nessa manhã observamos uma infinidade de caravelas azuis na areia, assim como raízes e galhos que devem ter saído das dunas com a enxurrada (não as caravelas, que, devem ter vindo do mar).

      Só atingimos os 30 km às 17:00, quando avistamos um pedaço de mata, onde nos escondemos à noite. Além de atingir os 150 km nesse dia, tomar água muito boa drenada das dunas, encontrar um bom local para acampar, acompanhamos o segundo pôr do sol nas dunas (o primeiro havia sido no Albardão), tomamos banho fresco na água da chuva acumulada nas dunas e dormimos em meio a algazarras dos periquitos que aninham nas árvores ali.

       
      Dia 7
      Sabíamos que seria um dia longo, faltavam mais de 40 km para chegar no Balneário Hermenegildo onde teria um camping. Partimos às 06:40. O mar tinha recuado muito, as enxurradas formaram muitos canais (já secos). O chão irregular castigou os pés a manhã toda, quando ficava mais plano o conchal tornava os passos mais pesados. Nesse trecho muita vacas vigiam a praia, é grande também o número de ranchos nas dunas. Lá pelas 09:00 encontramos um negócio motorizado, feito em madeira, puxando uma carretinha cheia de entulho, com rodas largas que parecia um rolo compressor, apinhado de gente. Ainda de manhã avistamos mais dois naufrágios quase submersos na areia e no mar, um hotel destruído e um leão marinho começando a putrefação.

      Na hora do almoço se chegamos à sombra de um rancho na areia. Descansamos, aliviamos os pés e retomamos a marcha. O número de veículos que encontramos cresceu exponencialmente, muitas pessoas pescando de molinete. A praia agora alternava em trechos terríveis de irregular e outros menos, mas os pés doem até a alma. O alento é que já avistamos o Hermenegildo. No final foram 45km caminhados, além de bater os 200km. Valeu a pena. Chegamos no Camping Pachuca, o dono (incrivelmente tinha o mesmo nome dos dois outros homens que conversamos na praia nos dias anteriores) nos recebeu muito bem. Ofereceu a garagem para montar a barraca, nos trouxe pão com queijo e mortadela e ainda disse que seria cortesia da casa. Depois do banho, de barriga cheia, e diga-se de passagem a musica no rádio incrível, dormimos feito criancinhas.

       
      Dia 7
      Se demos o luxo de acordar mais tarde e sair só às 08:00. Diga-se de passagem que amanheceu chovendo. E ventando, mas o vento agora era norte e empurrou nos para o molhes. Na praia novamente, não demorou para dois cachorros, muito brincalhões nos acompanharem.

      Foram 15 km tranquilos. Com muitos passos de água, alguns fundos, inclusive. Mais um negócio estranho aconteceu, eram umas 10:00 quando passou uma patrola por nós. O maquinista ainda ofereceu carona, dispensamos numa boa. Chegamos no molhes da Barra do Chui às 11:50. Fomos recebidos por um bombeiro, todo empolgado que nos revelou estar pronto para fazer a travessia nos próximos dias. Descansamos algum tempo refletindo nosso feito.

      Tomamos as ruas do balneário até encontrar um buffet, onde fomos à desforra. De barriga inchada pegamos o ônibus para o Chui, chegamos lá a então a palhaçada. Como o ônibus para Porto Alegre era só às 22:00 ou às 12:00 do dia seguinte, fomos procurar um local para tomar banho e descansar, quem sabe passar a noite.
      Fomos em um posto Ipiranga que segundo o dono da rodoviária tinha chuveiro para os caminhoneiros. Fomos muito mal recebidos, e mesmo oferecendo para pagar fomos recusados. Segunda tentativa, uma pousada. O velhote que nos atendeu, primeiro fez cara de nojo por que talvez não estávamos muito bem trajados, segundo ele estava lotado, sei. Terceira tentativa, outra pousada. O homem que nos viu nem a porta abriu direito, após nos analisar, disse em tom ríspido que não tinha vaga e deveríamos procurar outro local. Respondi pra ele que não adiantaria procurar, o problema não era vaga, era preconceito. Nossa última investida foi um hotel de uma rede, Turis Firper, apesar de não muito barato (afinal não passamos a noite), fomos muito bem recepcionados.
      Às 22:00 tomamos o ônibus para passar 29 horas viajando até nossa terrinha. A maior dificuldade acabou sendo o chão irregular dos últimos dias, e a batalha psicológica do terceiro e quarto dias. Agora vamos descansar que a temporada de montanhas se avizinha.









       
    • Por Caçadordeviagem
      No dia 14 de Junho de 2019 foi inaugurado o Caminho de Nhá Chica, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela e no Caminho da Fé, a rota se inicia na cidade de Inconfidentes/MG e vai até o Santuário de Nhá Chica em Baependi/MG, são cerca de 260 km cruzando as belíssimas paisagens montanhosas da Serra da Mantiqueira, é todo sinalizado com setas e placas, para mais informações há um grupo no Face com o nome "Caminho de Nhá Chica" ou visite o site: www.caminhodenhachica.com
      1° Dia: Inconfidentes/Borda da Mata (21 km).
      Eu percorri em Setembro de 2019, o 1° trecho, entre Inconfidentes e Borda da Mata, é o mesmo do Caminho da Fé, após Borda os caminhos se separam, o da Fé vai pra Tocos do Moji e o de Nhá Chica vai para Congonhal...
      2° Dia: Borda da Mata/Congonhal (25 km).
      Trecho muito bonito após uma fazenda com um haras, muito pitoresco, na metade do trecho há uma torneira ao lado da Igrejinha no bairro das Almas, o topo da Serra das Almas e Cachoeira das Almas são os destaques desse trecho...
      3° Dia: Congonhal/Espírito Santo do Dourado (26km).
      Trecho magnífico, logo de cara tem que superar a Serra de São Domingos, ainda na Serra, no km 07 tem fonte de água potável e mais uns 7 km depois tem o Santuário da Obediência, com estrutura de água e lanchonete, a paisagem é linda, com lindas araucárias e várias plantações de brócolis e morango, um dos trechos mais bonitos do caminho...
      4° Dia: Espírito Santo do Dourado/Silvianópolis (20 km).
      Trecho muito bonito e ermo até a rodovia MG-179, chegando nessa rodovia, a uns 100 mts tem uma barraca de frutas e doces mineiros onde adquiri bananas e doces, os últimos 3 quilômetros são em asfalto até Silvianópolis...
      5° Dia: Silvianópolis/Careaçu (20 km).
      Trecho plano e tranquilo perto dos anteriores, na saída de Silvianópolis há um belo lago chamado Lago dos Bandeirantes, próximo a Careaçu o caminho coincide com o Caminho de Aparecida até a cidade, paramos no bar da ponte para beber alguma coisa e seguimos para a belíssima Pousada Castelo...
      6° Dia: Careaçu/Heliodora (24km).
      Saindo de Careaçu por baixo da Fernão Dias, chegasse na Comunidade Rainha do Brasil, ali o monge Bernardo ofereceu café e batemos um papo, deixando o local passa-se por umas 3 porteiras e uma pequena trilha até pegar a estrada de terra novamente, a partir dali caminha-se por lugares muito ermos e bonitos até o km 16, ali há um comércio para abastecer e depois seguir pelos 8km finais pelo asfalto visualizando lindas montanhas...
      7° Dia: Heliodora/Natércia/Conceição das Pedras (24km).
      Entre Heliodora e Natércia há uma grande inclinação a ser vencida, ou seja; vai ter que subir muito e descer tudo até Natércia, lá de cima tem uma bela vista de ambas cidades, em Natércia me abasteci com víveres e segui rumo a Conceição das Pedras em meio a belíssimas paisagens, o destaque nesse trecho é a bela Cachoeira da Usina, eu aconselho a ficar em Natércia pois a pousada lá é muito boa e serve janta e a de Conceição das Pedras fica atrás de posto de gasolina, sem janta...
      8° Dia: C. das Pedras/Cristina (36km).
      Mais um dia com uma serra a ser vencida, talvez a maior inclinação do trecho, porém esse trecho é o mais belo do caminho, passa por mata nativa, pelo bairro Sertãozinho e Vargem Alegre onde há muitas plantações de banana e café, em Vargem Alegre (km18) há uma pousada, seguindo adiante, o caminho até Cristina revela-se magnífico com suas belas paisagens, Cristina é uma cidade turística e charmosa, a mais bela do caminho...
      9° Dia: Cristina/Carmo de Minas Carmo de Minas (20km)/ Soledade de Minas (16km).
      Pretendia fazer os 36km mas entre Cristina e Carmo de Minas é por uma rodovia movimentada e sem acostamento, portanto peguei uma carona até Carmo e de lá iniciei os 16 km até Soledade, o trecho é por terra e plano, não tem a beleza dos trechos anteriores mas é bonito, ali já estamos caminhando pela famosa Estrada Real, Soledade de Minas é uma cidade bem pequena, há um trem turístico que vem de São Lourenço até lá...
      10° Dia: Soledade de Minas/Caxambu/Baependi (30km).
      Pra sair de Soledade é necessário subir uns 4 km de asfalto (trecho movimentado) até a estrada de terra que leva a Caxambu, alguns km depois encontra a Estrada Real e segue até a cidade por trechos tranquilos, com matas preservadas, consegui ver alguns saguizinhos nas árvores, ao chegar em Caxambu segue pela rua de cima da rodoviária rumo a Baependi, terra de Nhá Chica, devido a proximidade das cidades, os 7 km finais não tem muita beleza, com alguns lixos no meio da estrada mas ali o importa é chegar ao Santuário de Nhá Chica e agradecer pela jornada perfeita, conhecer o local, comprar lembranças, carimbar e pegar o certificado, foi o que fiz depois segui para um hotel p/ descansar e voltar pra casa no dia seguinte...
      POUSADAS QUE PERNOITEI: Preços em 2019...
      Santa Varanda: Inconfidentes: $50 Tem janta 👍
      Nossa Senhora de Fátima: Borda da Mata: $60 Tem janta 👍
      Hotel Silva: Congonhal: $50🙁 sem janta (é melhor ficar no JS).
      Pousada do Adão: Espírito Santo do Dourado: $50🙁sem janta (Na verdade é ponto apoio onde vc pousa, não tem outra opção por enqto).
      Hotel Luciana: Silvianópolis: $50👍 Tem janta no comércio embaixo do hotel.
      Pousada Castelo: Careaçu: $50👍 Tem janta na praça da Matriz.
      Hotel Vilarejo: Heliodora: $50😒 (Única opção na cidade, tem o suficiente, conseguimos janta mas não sei se é sempre que consegue).
      Natércia: Pousada do Juliano: $?👍Tem janta, eu não fiquei lá mas vi que é bonita.
      Conceição das Pedras: Pousada da Dona Fininha ☹️ $50 sem janta, fica atrás de um posto de gas.
      Bairro rural Vargem Alegre: Zé Toco $?( Por ser casa de família, provavelmente serve janta, eu não fiquei lá).
      Cristina: Pousada Casarão: 👍🤑$100 (belíssima pousada mas é cara e não oferece janta, é melhor ficar na Pousada Real, do Célio, $50 + janta).
      Carmo de Minas: Hotel São Lucas:👍$? (Não fiquei mas vi que o hotel é muito bom).
      Soledade: Solar das Montanhas: 👍$60(boa mas não serve janta).
      Caxambu: Hotel São Francisco 👍$80 não oferece janta.
      Baependi: Pousada Instituto Nhá Chica: 👍$? (não fiquei, não sei se serve janta, a pousada é bonita).
       
      Se quiserem um relato bem detalhado visite o site abaixo:
      http://www.oswaldobuzzo.com.br/Home/caminho-de-nha-chica
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Paulonishi
      Depois de uma série de viagens fantásticas pela Serra Gaúcha, resolvi tirar um tempo e compartilhar a experiência em duas cidades que adoro: Gramado e Canela! Para muitos, até pensam se tratar de um único destino, mas ambas tem um charme muito especial e sempre são um destino maravilhoso.

      A Serra Gaúcha é uma região mágica, cheia de encantos que ganha ares europeus na época de inverno onde a neve tem presença cada vez mais garantida... 
      Em setembro, vira a Hollywood brasileira, com o festival de Cinema de Gramado! Vários artistas, tapete vermelho, muito glamour...

      Outra época especial para se conhecer a região é no mês de dezembro, onde ganha ares de Terra do Papai Noel!


      Mas se você quer se aventurar nessas épocas… É bom preparar o bolso e ter muita paciência com as filas em restaurantes, atrações lotadas, trânsito intenso e congestionamentos… 
      De junho a julho e de novembro a janeiro, é a altíssima temporada na região… Se você quer conhecer a cidade com mais calma, e com preços bem mais em conta, procure fugir desses períodos. Mas, se você ainda assim quer curtir o agito da Serra…Faça as suas reservas de hospedagem com pelo menos 6 meses de antecedência e fique atento a essas próximas dicas:
      Não importa a época, a grande sacada é acessar os sites de cupons, onde é muito comum conseguir comprar passeios, descontos em restaurantes e hospedagem… E funciona muito bem! E olha que não é propaganda… não sou nem patrocinado…. só quero compartilhar o que eu já testei e achei muito bom.
      A dica de ouro são os sites Laçador de Ofertas e Tchê Ofertas, que trazem cupons de restaurantes, hospedagem e das diversas atrações da região. Sempre quando vou à Gramado, faço a minha busca e vou comprando as ofertas, chegando a ter a mais de 30% de desconto e alguns combos grátis! Tipo, almoce com desconto e ganhe um passeio… É bom demais!!! 
      Na grande maioria, basta fazer a compra e nem precisa imprimir o voucher… apenas apresentar o código no estabelecimento.
      Mas atenção, tem que ficar atento à validade da oferta e já ter um período definido pro resgate! Feito isso e tendo um bom planejamento, é só desfrutar a viagem...
      FRIO

      Uma das grandes atrações da Serra Gaúcha é o frio… Principalmente com a possibilidade de neve! Só pra você ter uma idéia, nos últimos 4 anos nevou 5 vezes em Gramado! 
      E o mês mais certo para se ver neve é o mês de JULHO:
      17 de julho de 2016
      21 de agosto de 2016
      17 de julho de 2017
      10 de agosto de 2018
      6 de julho de 2019
      Mas, mesmo que você não tenha a sorte ou a oportunidade de ver a neve caindo em Gramado, tem parques temáticos onde o frio é garantido com temperaturas que podem chegar a 20 graus negativos!
      SNOWLAND
      Imagine poder curtir neve o ano inteiro… praticar ski, snowboard, patinação no gelo… inclusive no verão!
      Sim, esse lugar existe e é um parque de diversões, chamado Snowland!

      É uma atração com neve artificial e com temperaturas que podem chegar a 10 graus negativos!
      O ingresso dá direito a um conjunto de roupas de frio e o acesso à montanha de gelo, além de outras atrações para todas as idades…



      Tá localizado às margens da rodovia  RS235, na altura da linha Carazal, e funciona todos os dias das 10h às 17h. 
      MUNDO GELADO DO CAPITÃO
      Uma outra alternativa para quem quiser conhecer mais um parque temático de gelo, é o Mundo Gelado do Capitão, que tem como atração principal uma caverna de gelo com temperatura que chega à 20 graus negativos durante todo o ano! Também fornece roupas de frio e funciona todos os dias das 9h às 18h.


      CULINÁRIA
      Outra coisa que a Serra Gaúcha é campeã, sem dúvida nenhuma é na culinária! São vários sabores que vão desde as comidas típicas italiana, alemã e suíça, até culinária japonesa!
      Mas, indo pra lá, não deixe de provar a Sequência de Fondue e o Café Colonial… dois verdadeiros ícones da culinária local.
      SEQUÊNCIA DE FONDUE
      São vários restaurantes que oferecem a Sequência de Fondue, mas o funcionamento é o mesmo:
      Primeiro, uma entrada com o fondue de queijo, com acompanhamentos…
      Depois, o fondue de carne… Eles trazem uma pedra aquecida e vários tipos de carnes e molhos. Aí a gente vai fritando a carne e passando nos molhos… Nossa… delícia...
      E, por último, o fondue de chocolate, acompanhado de frutas e biscoitos.

      Todos os os fondues e acompanhamentos podem ser repetidos livremente!
      Você pode encontrar a sequência de fondues a partir de R$ 29,90 com os cupons! 
      CAFÉ COLONIAL
      Outra grande pedida gastronômica imperdível é o Café Colonial…
      Esse é o seguinte… Pegue praticamente todos os tipos de bolos, pães, tortas, salgadinhos, geléias, sucos, cafés, chocolate quente.. junte queijos, presuntos, frango frito, vinho… com direito a livre repetição… e aí temos o famoso café colonial! Um verdadeiro banquete destruidor de qualquer dieta… mas que vale muito a pena conhecer e saborear pelo menos na sua próxima viagem!

      PASSEIOS
      A Serra Gaúcha é um lugar de grandes belezas naturais… São montanhas, cânions, rios, cachoeiras e muito verde, que podem ser visitados durante todo o ano…
      E a própria cidade, com suas construções típicas e ar europeu, é uma atração à parte… 

      Andar pela principal avenida de Gramado, a Borges de Medeiros, e conhecer suas vitrines e atrações, já é um passeio imperdível, principalmente à noite, quando ganha cores ainda mais especiais.
      Vá ainda ao Lago Negro, fazer uma caminhada por entre as hortênsias e pinheiros e dar uma volta de pedalinho no mais famoso lago de toda a Serra!

      Visite também duas igrejas maravilhosas todas feitas em pedra e que são símbolos da Serra.
      A igreja Matriz são Pedro em Gramado é uma obra prima da arquitetura em estilo romano, tendo sido inaugurada em 1942. É toda construída em pedra basáltica e tem 44 metros de altura.

      Já a Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes, a Catedral de Pedra em Canela, uma das maiores e mais belas do Brasil, com uma torre de 65 metros de altura, 12 sinos de bronze e com um verdadeiro show de luzes todas as noites projetadas em sua fachada de pedra basáltica.

      Cascata do Caracol em Canela
      De todos os diversos parques existentes, uma atração imperdível é o Parque da Cascata do Caracol… Um dos cartões postais da Serra Gaúcha!

      Lá, não deixe de fazer o passeio nos bondinhos aéreos, que dão um visual ainda mais incrível de toda a beleza da Cascata do Caracol e da reserva natural repleta de araucárias seculares!

      Cânions
      Ainda, partindo das cidades de Gramado e Canela, tem passeios para os cânions em Cambará do Sul… 

      Um passeio repleto de descobertas e uma visão inesquecível de um dos cânions mais bonitos do país!
      Trem do Vinho
      Se você foi direto para Gramado e ainda não conhece a região do vinho gaúcho, tem passeios saindo nos finais de semana e indo para conhecer as vinícolas e o trem do vinho, que percorre as cidades de Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa. Se estiver de carro, pode fazer o passeio por conta e conhecer ainda mais detalhes das cidades ao redor.

      Bom, espero que tenha gostado das dicas e se quiser conferir o vídeo, tenho o canal Trips & Flicks no youtube, que tem como objetivo compartilhas as informações das viagens que tenho feito, sempre com o lema de gastar pouco para viajar mais... 
      Dicas de Gramado - Trips & Flicks
       













    • Por leticia&MV
      Meu marido e eu fomos para Gramado e Canela, no Estado do Rio Grande do Sul, na primeira quinzena de agosto de 2019, ficamos 9 dias no total (achei o suficiente, mas ficaria uns 15 dias para relaxar mais e repetir algumas coisas rotineiras da cidade, como por exemplo dar uma volta, sentar e apreciar o belíssimo Lago Negro).

      Muito Importante: Sempre terão pessoas oferecendo o serviço de transfer no aeroporto, paguei 120 reais ida + 120 reais volta (para nós dois). Foi bem confortável, melhor que o ônibus, o motorista parou no Pórtico para tirar foto, foi bem legal, dividimos o carro com umas mineiras super legais.
      Dia 1 (06 de ago 19 - terça): Chegamos por volta de 15h (fizemos tudo de UBER e 99) no Hotel Due Nobili (fica bem no centro de Gramado, dá para fazer tudo a pé - MEGA recomendo, principalmente para casais, não sei se acomoda bem famílias grandes).
      Fomos ao Lago Negro no fim da tarde, de UBER, curtimos o friozinho, demos uma volta tiramos fotos e curtimos o local no clima "o amor está no ar".
      A noite comemos carré de cordeiro no restaurante Boreal Rasen Gastropub https://pt-br.facebook.com/borealrasen/ a comida é espetacular, os drinks nem se fala, pedi o garçom para inventar um sem álcool com chá mate e frutas, ele desenvolveu um líquido que era uma explosão de sabor. Paguei o prato principal com uma promoção que adquiri no LAÇADOR DE OFERTAS (só indico esse site de ofertas, os outros não cobrem realmente o preço) Caso contrário minha conta teria dado facilmente uns 300 reais.

       
      Dia 2 (07 de ago 19 quarta): Pegamos o 99 e fomos para o Parque da Serra (bondinhos aéreos), foi bem legal, lá tem uma vista muito bonita e é tudo muito limpo, romântico, vale a pena ir com a família também, crianças adoram. Acho que foi 90 reais para cada um entrar e andar de bondinho. Bem carinho.
      ATENÇÃO: lá não tem transporte para voltar, então é melhor combinar com alguém para te buscar depois.
      Graças a Deus o Michael, que estava levando uma família a passeio, nos levou ao próximo ponto. Ele tem uma agencia de turismo e uns preços bem legais, conhece bem a cidade. Ele fechou para nós a churrascaria Garfo e Bombacha (que estava lotada por que era dia dos pais) conseguiu lugares ótimos para vermos o Show e um descontinho camarada, nós levou e buscou TELEFONE DELE (54) 3282-4292 / 99957-8808 / 98108-8170. Recomendo ele como guia de gramado.
      Fomos logo em seguida ao Terra Magica Floribal, Acho que pagamos 70 reais cada um. Super recomendado para famílias. Eu amo dinossauros, então foi bem legal.
      Lá já tem mais UBER!!!
      Fomos para Canela, almoçamos em um Subway. 
      Canela é bem parada durante o dia, mas demos uma volta, chegamos na catedral de pedra (muito mais bonita que de gramado) e tiramos umas fotos. Fomos ao restaurante Casa da Velha Bruxa, comemos o SORVETE DE FORNO, que é um verdadeiro paraíso na terra, não deixem de comer. Tiramos foto na locomotiva, conhecemos um pouco mais da história do lugar, pois as pessoas são muito receptivas e sentem muito orgulho de lá. No fim fizemos o excelente negócio de comprar biscoitos caseiros tipo cookies, por 7 reais, 1/2 kg, levei uns 4 pacotes, estavam na promoção, me arrependi de não ter trazido mais. (loja de biscoitos em frente a catedral de pedra, do outro lado na rua, tem um boneco de biscoito na frente).
      Na volta o UBER nos levou em uma loja da fábrica de Cerveja Gram Bier http://www.grambier.com.br/ , compramos alguns presente (kits de cervejas), essa fábrica é de gramado, muito boa.
      A noite fomos ao show do ELVIS no Hard Rock Café Gramado. Foi surpresa para meu marido, o mesmo amou.
      Comprei O Show pelo site Laçador de Ofertas (mas quem vende é a brocker turismo), paguei 100 reais por pessoa e cada um tem direito a entrada, prato principal, 1 drink, 1 cerveja ou refri, 1 sobremesa + SHOW do ELVIS (que fiquei sabendo ser o próprio dono do estabelecimento). SUUUUUPER valeu a pena!!!! É show mesmo, sem enrolação.
       
      Dia 3 (08 de ago 19 quinta) - Fizemos um passeio de Bike que durou todo o dia só deixamos as Bikes a noite. Locamos por 3 dias as Bikes da Loope https://www.voudeloop.com/ apesar de não usarmos os 3 dias, foi maravilhoso alugar e andar somente 1. em todo centro de gramado tem pontos para deixar as bikes. (PS peguei a com acelerador que ajuda nas subidas).
      Fomos em todos os pontos de gramado, fonte do amor, rua torta, praça das etnias, rua coberta, mirante, fabrica de chocolate da prawer. O céu é o limite, quase chegamos a canela de bike kkkkk. Super recomendo.
      Nesse dia almoçamos no restaurante da Lolo, comemos macarrão com molho de nata (garantia de barriga cheia e quero mais).
      Não lembro o que comemos a noite, acho que pizza no hotel.

       
      Dia 4 (09 de ago 19 Sexta) - Foi o dia do passeio de Maria Fumaça + Vinícola (PS NÃO FAÇA AOS DOMINGOS). (contratei pela Vento Sul Turismo - Paguei 250 reais para cada um, SUPER INDICO O PASSEIO, MAS NÃO INDICO ESSA EMPRESA, TIVEMOS MUUUUITOS PROBLEMAS COM ELA).
      Nos buscaram às 6h da manhã no hotel, fomos para Nova Petrópolis, fotos, compras etc... Não vale a pena comprinhas, cuidado. Depois passamos por Caxias do sul, e fomos direto para o Vale dos Vinhedos, Vinícola Casa Valduga, (pagamos mais 50 reais para cada - em troca do tour guiado + uma bela taça) o tour da vinícola vale super a pena, saimos bem tortos, tem degustação de vinhos brancos, tintos e espumante. Só não tem petisco, então cuidado para não ficar bebado. A vinícola é linda, chique, comprei alguns vinhos e espumantes na loja, vale a pena. Comprei também uns cosméticos de beleza da Vinotage (marca da vinícola) super recomendo. O sabonete de vinho é tudo.
      Depois almoçamos em um restaurante no alto de uma colina (ele é todo de vidro, tem uma vista de todo vale) no Vale dos Vinhedos (já incluso no preço do passeio) MARAVILHOSO, comida nota 10.
      Fomos logo após para a Epopeia Italiana, não gostei, achei chato. Mas muita gente curte.
      Depois o tão esperado passeio de Maria Fumaça em Bento Gonçalves. Que delícia de passeio, música ao vivo, degustações de suco, vinho, etc... Vinícola Garibaldi.
      Nos deixaram no hotel por volta de 19h.


       
      Dia 5 (10 de ago 19 Sabado) - Dormimos até tarde, só saímos para dar uma voltinha no centro de Gramado a pé por volta das 16h. Andamos, tomamos chocolate quente na Caracol, compramos chocolate etc.
      A noite (PS chege cedo, umas 18h)  fomos a PIZZARIA CARA DE MAU - NAVIO PIRATA, CARA (RODÍZIO 120 REAIS POR PESSOA) MAS VALE CADA CENTAVO, O LOCAL É ANIMADO, A EXPERIÊNCIA É ÚNICA, PIZZAS MUITO BOAS.
      Voltamos para o hotel passando mal de tanto comer kkkkkkk 
       
      Dia 6 (11 de ago Domingo dia dos pais) - Saímos do hotel umas 11:45h e fomos para a churrascaria Garfo e Bombacha, conhecemos a família que gere o lugar, um local extremamente agradável, FARTO, receptivo, para família e amigos baterem aquele bom papo. O Show Gaúcho é maravilhoso, VALE CADA CENTAVO. ( Tem um menino que participa do show, se chama Enzo, ele é um encanto). Depois demos mais voltinhas no centro de gramado (passeio romântico) e já lá pelas tantas, encontramos um bar com música ao vivo, no qual seguramos o artista por mais uma hora depois do seu horário de ir embora kkkk, a cerveja era Gram Bier, meu marido aproveitou.
       
      Dia 7 (12 de ago 19 Segunda) - Dormimos até tarde, chovia, então resolvemos só sair na parte da tarde.
      Fomos ao restaurante no Hotel Ritta Hoppner, compramos no Laçador de ofertas a Experiência Alemã (120 reais para nós dois), entrada, prato principal, degustação de varias comidas alemãs, sobremesa. Cerveja alemã paguei a parte. O CHEFE ESTÁ DE PARABÉNS, IMPECÁVEL OS PRATOS. RESTAURANTE MUITO CHIQUE, ESTILO TITANIC KKKK
      Como não parou de chover, fomos aos museus do carro antigo (hollywood dream cars) e da Harley Motor Show, Super Carros e Museu de Cera (NÃO VÁ AO MUSEU DE CERA, É MUITO RUIM) valeu a pena para um dia de chuva, caso não estivesse chovendo, preferiria fazer passeio ao ar livre.
      A noite fomos a uma hamburgueria chamada The Black Beef, uma delícia de hamburgue, a batatinha com molho de queijo é 10.
       
      Dia 8 (13 de ago 19 terça) -  Fomos a outro passeio pela Vento Sul Turismo (Mais uma vez, passeio maravilhoso, mas a empresa sempre gera problemas, que são resolvidos de ultima hora). Nos encontramos na Praça das Etnias às 8:30h para ir as fazendas (área rural) da região. TOUR LINHA ÁVILA (170 POE PESSOA).
      Tomamos café da manhã em um sítiozinho lindo, com vários tipos de plantações, milho, morango, tangerina etc... lugar simples, bem roça mesmo. Tem pinhão no fogo a lenha, café, geleias do sítio etc
      Depois fomos para outro sítio, esse com plantação de uvas, que lugar lindo, um lago, tudo bem caseiro e artesanal. Lá eles fabricam o próprio vinho e suco de uva, tem plantação de morango, fabricação de queijo, salame, geléias etc. TOMAMOS UM BAITA CAFÉ DA MANHÃ (TUDO INCLUÍDO NO PREÇO DO PASSEIO).
      Depois fomos a uma fazenda com uma cachoeira linda, muros de pedras super antigos e descampados a perde de vista. Local que transmite PAZ.
      Por ultimo fomos a uma Fazenda de grande porte, lá almoçamos um delicioso churrasco fogo de chão, com costelão na vala e tudo mais. Lá tem passeio a cavalo. (ALMOÇO INCLUSO NO PREÇO DO PASSEIO, MENOS BEBIDA). Muita sanfona e lareira a lenha para esquentar e espantar o frio. ESSE DIA PELA MADRUGADA FEZ -2.

      FIQUEI FEDENDO A FUMAÇA, MAS VALEU MUITO A PENA. PASSEIO BEM RAIZ, MUITO GOSTOSO. VOLTAMOS CANTANDO NO ÔNIBUS COM O SANFONEIRO.
      A noite fomos a uma choperia artesanal no centro de gramado, em frente ao hotel lageto stilo. 
      TABERNA MF - Eles realmente entendem o que estão fazendo. São mais de 100 torneira, com chop gelado de todas as escolas possíveis e com sabores que ressaltam a cada gole. Uma experiência única, creio que igual a essa no Brasil não exista kkkkk (TEM MÚSICA AO VIVO, LAREIRA E COMIDA BOA)
      NÃO DEIXE DE IR!!!!!!!
       
      Dia 9 (14 de ago 19) - Acordamos cedo para aproveitar bem o café maravilhoso do hotel, arrumamos as malas e fomos dar o último passeio pelo centro, comprei cuca em um mercadinho próximo ao hotel, compramos chocolates.
      Comemos trúdel, delícia. No fim voltamos a hamburgueria que amamos e comemos mais uma vez antes de ir embora.
      Saímos 14:20h.
       
      __________________________
      Deixamos de Fazer muitas coisas como: Parque da Ferradura, Cânions do Itambézinho, Vinícola Ravanello e Casa se Ganfredo (em gramado), Castelinho do Caracol, Bar Boteco do Bill e Cervejaria do Farol (canela).
      -------------------------------------------- 
      Fiz uma viagem para casal, passeio romântico, de fato foi. Caso vá em família, tem outras coisas para aproveitar.
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      Chocolates e sorvetes, para quem é do Rio de Janeiro, não vai se impressionar.  O CHOCOLATE QUENTE VALE!
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      Na volta cada um de nós trouxemos 4 garrafas de vinhos e espumantes, só que descobrimos no aeroporto que não pode passar produtos sem rótulo, então o vinho e suco de uva artesanal que compramos no sítio, tivemos que colocar na mala, bem como os salames kkkkkkk o restante foi tudo a bordo.
      ________________________
      Restaurantes extras (DICAS):
      Pizza: Il Piacere, Ristore Florence, Cantina Pastaciutta, Magnólia.
      PF: à la minuta, café da banca, simple.
      Rua São Pedro: Ita Brasil, vale quanto pesa, serra grill.
      Buffet: Alecrim Santo, Cantina Galeto Nona Tena.
      Café colonial: Bela vista (não vá ao Hamm - tradicional)
      Fondue: Le Swiss, St Gallen.
      Doces: Royal Trudel
      Rua Coberta: Rasen Platz
      _________________________
      Se precisar comprar alguma roupa na emergência: Mais barato nas lojas Paludo.
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      Lá tem Mc Donalds - se seu dinheiro acabar.
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      Sempre observe a programação dos bares e restaurantes, na Serra Gaúcha, caso você vá de carro, tem várias cidades com programações locais, vale pesquisar.
      _______________________
      SE VOCÊ QUER ROMANTISMO NÃO VÁ NO PERÍODO DE FÉRIAS ESCOLARES, OU NATAL LUZ. TODOS LÁ ME DISSERAM QUE A CIDADE FICA SUPER LOTADA, CHEGA A FICAR CHATO, POIS NÃO SE VIVE O LOCAL.
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      PEGUEI VÁRIAS DICAS NO CANAL DA FELIZA3.
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      PS A SERRA É BEM FÁCIL E TRANQUILA, DÁ PARA DIRIGIR NUMA BOA.
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      LISTA DO QUE FAZER EM GRAMADO:
      - LAGO NEGRO
      - PRAÇA DAS ETINIAS
      - SNOWLAND
      - HOLLYWOD DREM CARS
      - RUA TORTA
      - HARLEY MOTO SHOW
      - LAGO JOAQUINA RITA BIER
      - IGREJA SÃO PEDRO + FONTE DO AMOR
      - RUA COBERTA (A NOITE)
      - LE JARDIM
      - MUSEU MEDIEVAL
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      O QUE FAZER EM CANELA:
      - PARQUE DO CARACOL
      - PARQUE DA FERRADURA
      - ALPEN PARK
      - IGREJA DE PEDRA
      - CASTELINHO CARACOL
      - TERRA MAGICA FLORYBAL
      - MUSEU DO TREM (SÓ PAREI P TIRAR FOTO)
       



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