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24° dia - 22.01.2017 - Domingo

 

Estadia em São Francisco de Paula - RS

+- 6 Kms em aprox.

Acumulado:  490 kms

 

Acordamos tarde, decidimos curtir um pouco a cidade.

De manhã fomos caminhar e visitar o lago São Bernardo (lindo, com muitas árvores,  um bonito hotel, pedalinho . .).

Depois passamos no supermercado e resolvemos fazer comida na pousada e dormir depois do almoço.

 

Hospedagem: a mesma do dia anterior.

 

Algumas fotos:

Esculturas em ferro

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Cuia de chimarão

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Pousada do Mário

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Lindo lago a uns 300 metros do centro da cidade

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32° dia - 30.01.2017 - Segunda-feira   Saída de Praia Grande-SC e chegada a Torres - RS +-30 kms em aprox. 07:30hrs Acumulado: 703 kms   Saímos antes das 05 da manhã,  tempo fresco e enco

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25° dia - 23.01.2017 - Segunda-feira

 

Saída de São Francisco de Paula e chegada ao distrito de Tainhas  (SFP)-RS

+- 35 kms em aprox. 07:30hrs

Acumulado: 525 kms

 

Acordamos 04 da manhã,  preparamos nosso café da manhã.

O dia começou frio, caminhamos uns 4 kms até o trevo(ficava do outro lado da cidade) para Tainhas.

Pegamos rodovia asfaltada, com acostamento e bastante movimento,  principalmente de caminhões transportando madeira.

Grande quantidade de carros da argentina passaram por nós.

O tempo continuou encoberto até as 10 da manhã, depois pegamos um tempo muito quente. Quando estávamos chegando ao distrito de Tainhas caiu uma chuva leve que amenizou o forte calor.

Esse trecho tem grandes retas,  subidas e descidas médias.

Grandes plantações de milho, batata, soja, eucalipto, pinus e algumas criações de gado.

Lindo visual de montanhas,  vimos um tatu bola.

Obs.: esse trecho não têm lugares para fornecer água. São grandes fazendas e suas sedes ficam longe da rodovia.

Comemos um excelente Self-service a vontade $25,50 por pessoa,  no Café Tainhas na entrada do distrito

 

Hospedagem : o Mário da pousada de SFP conseguiu um amigo em tainhas que ofereceu hospedagem na casa dele.

 

TAINHAS: não tem lugar para hospedagem tem um ótimo restaurante na entrada do distrito e algumas casas.

 

Algumas fotos:

Estrada entre São Francisco de Paula e Tainhas(distrito)

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lindo visual dos campos de cima

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Chegando ao distrito de Tainhas RS

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26° dia - 24.01.2017 - Terça-feira

 

Saída de Tainhas  (SFP) e chegada ao Cambará Lodge (pousada rústica ).

+- 21 kms em aprox. 05:30hrs

Acumulado:  546 kms.

 

Acordamos por volta das 03:15hrs e  saímos as 04 da manhã.

Como estávamos na casa do amigo do Mário,  não tinha café da manhã  (também não pagamos pela hospedagem).

O tempo estava frio com muita neblina,  pegamos a rodovia do sol em asfalto e com acostamento.  Apesar do horário o movimento de veículos era muito grande(pessoal indo pra praia) caminhamos alguns quilômetros até ao trevo que dá acesso a Cambará do sul, viramos à esquerda e pegamos estrada asfaltada com acostamento estreito com algumas subidas e descidas médias. Grandes plantações de milho, eucaliptos e pinus, poucas criações de bois. Lindo visual de montanha apesar das plantações. Vimos um tatu atravessar a rodovia ainda deu tempo para tirar uma foto.

Como não tínhamos tomado um cafezinho preto, vimos uma pousada do lado direito e resolvemos perguntar se poderiam vender para nós.

Um ciclista de Porto Alegre estava tomando café, ficamos conversando,  ele me informou que ali era o acesso a entrada do Parque do Cannyon de Itaimbezinho,  sabendo disso, resolvemos hospedar naquele lugar.

Pessoal super atencioso com uma ótima comida  ($25,40 por pessoa à vontade ).

 

Hospedagem: Cambará Lodge http://www.cambaralodge.com.br  (pousada rural) fone 054 99702-7013 e 99613-8566. Camas boas, wifi, tv, ar condicionado,  limpo e silencioso pois fica longe da cidade. Preço  $67,50 por pessoa com bom café da manhã  (eles deixaram um kit de café da manhã,  pois saímos às 05:30hrs). RECOMENDO

Obs.: a pousada está sendo reformulada, por isso o quarto é pequeno, a janela não fecha direito, o chuveiro quente não funciona bem.

Mas o atendimento é nota 10, nos ajudaram em tudo.

Acompanhe o site Booking que tem boas promoções.

 

Neste local tem somente essa pousada.

 

OBS.: pra quem vai ao parque, esse é a pousada mais próxima pra quem vem de Tainhas. Fica a uns 12 kms de Cambará do sul.

 

Algumas fotos:

Um tatu bola atravessou a rodovia na nossa frente, entrou no mato e ficou ali imóvel

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Fazenda de criação de gado.

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Lindo amanhecer

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Pousada, do lado direito começa estrada de terra que dá acesso ao Cannyon Itaimbezinho

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27° dia - 25.01.2017 - Quarta-feira

 

Saída do Cambará Lodge, visita a pé ao Cannyon Itaimbezinho e carona a Cambará do sul - RS

+-25 kms a pé em aprox. 05:50hrs

Acumulado: 571 kms

 

Acordamos cedo, a pousada gentilmente deixou um kit de café da manhã para nós.

O tempo estava nublado e frio, no horizonte sinal de chuvas esparsas, seguimos assim mesmo por uma estrada de terra com muitas pedras,  subidas e descidas médias,  lindo visual de montanha.

Criações de gado e ovinos,  poucas plantações.

A uns 10 kms à frente, entramos à direita numa estrada de terra de uns 4kms com uma subida forte,  mais a frente outra descida até a portaria do parque dos aparados da serra.

Na portaria um voluntário recebia os visitandes (o governo não está pagando a empresa que administra o parque e a comunidade assumiu o controle do parque até a resolução do problema) portanto não estavam cobrando ingresso ($7 por pessoa), estavam pedindo uma contribuição para viabilizar esse sistema.

Acessamos ao parque, depois de 2 kms chegamos ao centro de visitantes,  depois de uma rápida explicação, fizemos as duas trilhas do parque:

1) trilha do vértice: com extensão de 1,5 km, essa trilha tem uma visão  excepcional de duas cachoeiras, lindos mirantes para os paredões, trilha bem demarcada;

 

2) trilha do cotovelo: com 6 kms de extensão,  essa trilha segue dentro de um lugar bem arborizado,  bem sinalizada.  Depois percorre muitos metros na beira do cânion com linda vista dos paredões e duma cachoeira,  trecho bem fácil.

 

Da pousada até portaria do parque aparados da serra: 03:20hrs.  +- 14kms

Trilha do cotovelo + trilha do vértice +- 7,5 kms em aprox. 02:55horas.

 

Conhecemos uns gaúchos da região de Santa Maria - RS, batemos um longo papo durante as trilhas,  no final fomos convidados por eles a irem para Cambará do Sul no ônibus deles, claro que aceitamos,  o tempo estava muito fechado com possibilidade grande se chuva. OS GAÚCHOS SÃO TRI-LEGAIS.

 

Eles nos deixaram próximo ao centro de visitantes de Cambará do Sul, pegamos a relação das pousadas,  almoçamos um Self-service à vontade  $30 por pessoa (muito caro) e fomos atrás de pousada. Vimos algumas e estavam cobrando acima de $160.

Lembramos duma dica de uns hóspedes da pousada que ficamos em São Francisco de Paula,  e fomos até próximo da rodoviária e achamos uma BBB.

 

Hospedagem: Pousada Alvorada 054 3251 1284, camas boas, wifi(não estava funcionando),  limpa, simples,  com pessoal atenciosos. Preço  $40 por pessoa sem café da manhã. RECOMENDO .  Ótimo custo /benefício.

 

Cambará do Sul: cidade voltada para o turismo,  grande quantidade de pousadas,  tem pequena rodoviária alguns caixas eletrônicos,  lotérica.

 

Algumas fotos:

Estrada depois do Cambará Lodge

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Pegamos outra estrada até a entrada do parque

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Entrada do parque

20170125_093734_zpse0jkcxvv.jpg lindas cachoeiras

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Idem

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Lindo cannyon

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28° dia - 26.01.2017 - Quinta-feira

 

Saída de Cambará do sul e visita a pé ao cânion Fortaleza e pedra do segredo - RS e retorno de carona para Cambará do Sul - RS

+-25 kms em aprox. 04:30hrs até portaria e aprox. 2 horas dentro do parque nas duas trilhas.

Acumulado: 596 kms

 

Acordamos antes das 05 da manhã,  preparamos nosso café da manhã.

Saímos ainda escuro e com muita neblina, seguimos estrada asfaltada sem acostamento com muitas subidas e descidas fortes,  lindo visual de montanhas,  pousadas lindas pelo caminho. Grandes florestas de pinus e pinheiros e plantação de repolho.

Depois de uns 12 kms o asfalto termina e começa estrada com muitas pedras, algumas áreas desmatadas e lindo visual de montanha.

Chegamos à portaria do parque,  um voluntário atendia a todos. Fizemos nossa entrada (dados pessoais) ofereceram água e banheiro. O mesmo esquema do outro parque, somente estavam pedindo colaboração.

Seguimos uns 4 kms até o início das trilhas.

Trilha do mirante : um caminho bem demarcado com muitas pedras, uma subida média até o topo do mirante.

Linda visão de toda região,  vimos inclusive o mar. LINDO AQUI LÁ.

 

Trilha da pedra do segredo: conhecemos um casal de JOINVILE-SC,  que nos ofereceram carona quando estávamos chegando ao parque. Encontramos eles no topo do mirante,  como o tempo estava muito escuro e a meteorologia indicava chuva com raios à tarde, resolvemos aceitar carona até Cambará do sul.

Pegamos o carro no estacionamento e pouco tempo depois chegamos a entrada da trilha.

Trilha bem demarcada, passamos pelo rio que forma a Cachoeira do tigre preto.  Seguimos uma seta e logo após chegamos a pedra do segredo com lindo visual de todo cânion.

Retornamos pelo mesmo caminho até o carro.

 

Passamos na portaria do parque para informar que estávamos saindo(quando entrarem a pé ou de bike) e pegar carona, tem que avisar na portaria que está saindo.

 

Eles nos deixaram no posto Ipiranga, aproveitamos e já Almoçamos um Self-service à vontade por  $24,90 por pessoa em frente do posto.

 

Hospedagem: a mesma do dia anterior. 

 

Algumas fotos:

Rodovia asfaltada

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Linda pousada no caminho

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lindo

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Cannyon fortaleza

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29° dia - 27.01.2017 - Sexta-feira

 

Visita ao concurso de laço no Parque de Rodeios - Cambará do sul - RS

+-10 kms em aprox. 2 horas

Acumulado: 606 kms

 

Acordamos mais tarde,  tomamos café espresso numa padaria e pegamos estrada até parque de Rodeios da cidade. Assistimos algumas provas, conhecemos toda estrutura do certame.

Retornamos à cidade, comemos Self-service à vontade  $24,90 por pessoa em frente ao posto Ipiranga.

 

Hospedagem: o mesmo do dia anterior.

 

Algumas fotos:

Entrada do parque de exposições de Cambará do Sul

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Lançando o bezerro

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30° dia - 28.01.2017 - Sábado

 

Saída de Cambará do sul chegada as cachoeiras dos Venâncios e retorno até porteira da fazenda Venâncios - RS - retorno de carona até Cambará do sul

+-27 kms à pé  em aprox 06:10hrs

Acumulado:  633 kms

 

Saímos antes das 05 da manhã com o tempo encoberto e frio.

Pegamos rodovia asfaltada com acostamento estreito. Subidas e descidas fortes até entrada estrada de terra, viramos à direita e seguimos diante de um visual incrível de montanha, logo à frente vimos uma raposa atravessar a estrada a uns 20 metros de nós. Grandes plantações de milho, eucaliptos, pinus, criações de gado e ovinos.

Este trecho é bem leve(uns 15 kms) até porteira da fazenda Venâncios,  entramos na propriedade e uns 2 kms estávamos na casa principal. O valor cobrado para visitantes é de $10 por pessoa  (passar o dia é  $20 e acampar $25 por pessoa).

Andamos mais uns 1000 metros e chegamos às lindas cachoeiras.

Retornamos à casa principal conversamos com o pessoal e voltamos até a porteira e fomos pedir carona,  depois de uns 40 minutos pegamos uma  para 1 km à frente até entrada de uma fazenda,  descemos da caminhonete e logo a seguir outra parou e nos deu carona até rodovia asfaltada. Depois se uns 10 minutos outra camionete parou e nos deu carona até Cambará do sul.

Comemos Self-service com churrasco a $30 por pessoa à vontade.

 

Hospedagem: o mesmo do dia anterior.

 

Algumas fotos:

Lindo amanhecer

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Cachoeira 1

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Cachoeira 2

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Lindo visual

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Estrada dentro da fazenda retorno a casa principal

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31°dia - 29.01.2017 - Domingo

 

Saída de Cambará do sul - RS e chegada a Praia Grande - SC

+- 40 kms em aprox. 08:40hrs

Acumulado: 673 kms

 

Acordamos bem cedo,  tomamos rápido café da manhã.

Saímos antes das 05 da manhã com o tempo bem frio e encoberto.

Pequeno trecho na cidade, entramos na estrada de terra que passa perto do rodeio onde ainda estava rolando um bailão. Quase fui atropelado por um veículo que estava saindo do rodeio.

Depois de 18 kms de subidas e descidas médias chegamos próximo a entrada do canyon itaimbezinho, viramos à esquerda e pegamos estrada com muitas pedras com subidas fortes e longas até o topo.

Forte nevoeiro encobria a paisagem, não foi possível visualizar a baixada.

Pegamos mais ou menos 15 kms de descida fortíssima até a cidade de Praia Grande, com piso escorregadio devido a alta umidade.

Estão preparando o terreno para asfaltar esse trecho, já foram feitos uns 5 kms de asfalto, o resto tá preparado para terminar o serviço.

Comemos um excelente Self-service à vontade por  $25 por pessoa na entrada de praia grande com direito a costela assada na brasa, gentilmente o garçom colocou na nossa mesa um enorme pedaço de costela (maravilha ).

Aqui já começamos a sentir o calor humano do povo Catarinense (como o pessoal do sul do Brasil é acolhedor e educados, sempre querendo agradar a todos, quanta diferença ) NOTA DEZ PRA ELES!

 

Hospedagem: Hotel do Sérgio, próximo a matriz, camas boas, tv aberta, ventilador, wifi, limpo. Preço  $70 por pessoa sem café da manhã.

 

Praia Grande: apesar do nome não fica próximo do mar e nem é grande,  cidade pequena com algumas pousadas e restaurantes.

 

Algumas fotos:

subidas e descidas até entrada do cannyon Itaimbezinho RS

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Estrada de terra com muitas pedras(trevo do cannyon Itaimbezinho

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Forte nevoeiro

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Descida da serra do faxinal

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Flora

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Descendo....

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Gula

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32° dia - 30.01.2017 - Segunda-feira

 

Saída de Praia Grande-SC e chegada a Torres - RS

+-30 kms em aprox. 07:30hrs

Acumulado: 703 kms

 

Saímos antes das 05 da manhã,  tempo fresco e encoberto.

Saímos da cidade e depois da ponte entramos à esquerda numa estrada de terra com grandes plantações de arroz, milho, maracujá e criações de gado, ovelha.

Essa estrada segue o leito do  rio mampituba  (esse rio separa Rio Grande do Sul de Santa Catarina e desagua no mar em Torres-RS).

À nossa retaguarda víamos o canyon Fortaleza,  linda visão.

Numa ponte pênsil atravessamos para o RS, seguimos mais alguns quilômetros e chegamos a BR 101, pegamos o trevo que dá acesso à cidade e uns 3 kms chegamos ao centro  (muito bem organizado, com escritório de informações turísticas ).

Achamos uma pousada bem no centro.

Fomos ao supermercado e compramos nosso almoço  (frutas, sardinha e seleta), pois chegamos tarde e os restaurantes perto da pousada estavam fechados.

À tarde formos conhecer a praia de Torres, grande movimento de turistas, muitos uruguaios e argentinos. Ficamos impressionados com a limpeza das praias e da orla.

 

Hospedagem: Pousada São Marcos,  atrás do escritório de turismo no centro,   camas boas, ventilador, tv aberta, ar condicionado, wifi, frigobar, Preço  $70 por pessoa sem café da manhã. Recomendo, pois é bem no centro da cidade e mesmo na alta estação praticam preços condizentes.

 

TORRES: grande estrutura turística, cidade extremamente limpa.

 

Algumas fotos:

Chegando a um pequeno distrito

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Atravessando ponte pênsil, saimos de Santa Catarina e retornamos para o Rio Grande do Sul

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Estrada de terra com muita poeira, grandes plantações de arroz

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Ao fundo o Cannyon Fortaleza em Cambará do Sul RS

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Um porco espinho atravessou a rodovia bem devagar, chegamos perto e ele preparou para lançar os espinhos..

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Chegando a Torres RS, fiquei impressionado com a quantidade de prédios.

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Praia do centro de Torres RS

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Depois de terminar o trecho do Rio Grande do Sul (de Portão a Torres), resolvemos partir com destino a Santa Catarina, primeiro, seguindo a dica de um morador de Treze Tílias, que encontramos em Bento Gonçalves na porta da Vinícola Salton, queríamos conhecer esse município catarinense.

Outras pessoas falaram muito bem da subida da Serra do rio do rastro(já passamos por ela de carro várias vezes, a pé seria a primeira vez), segundo eles, muitos ciclistas sobem aquela estrada sem grandes problemas, baseado nisso, começamos a estudar como faríamos esse trecho até a Serra.

Tínhamos algumas alternativas(por Criciúma, pelo litoral....). No ano passado fomos muito felizes no litoral norte de Santa Catarina, resolvemos fazer parte do Litoral sul Catarinense, começando em Torres -RS e terminando em Laguna-SC pelo litoral.

Em Laguna iríamos atrás de informações de como chegar até a Serra do Rio do Rastro, pois tínhamos algumas alternativas, o problema que algumas cidades de alguns roteiros não tinham hospedagem, e os trecho eram em estradas asfaltadas.

No final deu tudo certo, fomos até Laguna e de lá, caminhamos até Tubarão, Orleans, Guatá e finalmente, subimos a pé a Serra, tudo foi muito tranquilo e belo.

Em Laguna decidimos que iríamos subir a serra até Bom Jardim da Serra e de lá iríamos rever a serra catarinense de ônibus(São Joaquim, Urubici e Lages), em Lages pegaríamos um ônibus até Fraiburgo-SC e faríamos um longo trecho à pé até CHAPECÓ-SC, passando assim em Treze Tílias. No final deu tudo certo, ficamos maravilhados com a acolhida do povo catarinense e a beleza de todo o estado.

TREZE TÍLIAS, a grata surpresa de toda a viagem.

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    • Por mcolzani
      Eu e minha esposa Magali decidimos em setembro de 2020 fazer a travessia. Começamos a planejar e nos preparar desde então. Definimos que a melhor data seria na semana santa pois seria mais fácil de conciliar férias, folga etc e ainda daria uma margem de segurança maior caso fosse necessário estender a travessia.
      Fomos com o objetivo de caminhar no mínimo 35km/dia mas tentar fazer 40km/dia, que reduziria em um dia a travessia.
      Inicialmente iríamos seguir no sentido sul (Rio Grande x Barra do Chuí), porém na semana que antecederia nosso início a previsão indicava maior incidência de vento sul e optamos em inverter, saindo da Barra do Chuí no sentido norte.
      Saímos de Itapema/SC de carro até a rodoviária de Pelotas/RS no dia 27/03 onde deixamos nosso carro e pegamos o ônibus até Chuí. Chegando em Chuí levamos 20min até conseguir um taxi para a Barra do Chuí (lá não existe Uber/99 etc).
      Pernoitamos em um Airbnb lazarento, mas enfim, a ideia era ficar bem próximo da praia para conseguir começar a caminhada cedo.
      Obs: não conseguimos sinal de celular na Barra do Chuí.
      Dia 01
      Iniciamos a caminhada as 06:00 do dia 28/03/2021 com vento sul moderado. Nossa ideia inicial era fazer uma parada a cada 10km, porém preferimos tocar direto até Hermenegildo e nos abrigar do vento.
      Foram aproximadamente 13km até essa primeira parada. Aproveitamos para comunicar os familiares.
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      Poucos km a frente a chuva engrossou, porém não havia local para abrigo e continuamos a caminhada por mais 5km até encontrar um barraco de pescador onde nos abrigamos por aproximadamente 1 hora até a chuva passar.
      Ao longo do dia o sol ia e vinha. 
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      Distância: 41km (areia fofa)
      Dia 02
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      Descobri uma nova bolha se formando em baixo do outro pé.
      Quando estávamos para sair chegou um veículo com 3 homens que estavam construindo uma nova casa para o Sr. Ricardo mais aos fundos (pois a atual está quase sendo tomada pelas dunas). Conversamos um pouco e seguimos nossa caminhada.
      Por ser 2a-feira, nesse dia praticamente não tivemos contato humano. Nesse dia encontramos o único caminhante que veríamos ao longo da nossa caminhada. Nos cumprimentamos, conversamos rapidamente e cada um seguiu seu destino. Nós querendo seguir e ele querendo terminar logo.
      No meio da tarde pegamos chuva novamente. Decidimos proteger os tênis com o saco que usávamos para atravessar os arroios pois não queríamos andar novamente com os pés molhados.
      Esse foi o pior dia e a pior noite, o dia todo foi um misto de "chega, vamos desistir, etc", por sorte não passou ninguém oferecendo carona. 
      Quando paramos para acampar, ventava sudoeste e então montei a barraca abrigado por dunas nesse lado. Só havia abertura pequena para o leste e foi ai que começou nossa pior noite. Já estávamos dormindo (aproveitamos 21:30) quando o vento virou leste com chuva forte.
      Vacilei ao não reforçar o estaqueamento da porta que estava exposta ao leste e aconteceu o óbvio, o speck soltou e essa lateral "caiu". Fiquei sentado encostado no bastão para a lateral ficar de pé. Quando estiou sai à procura de algo para ancorar essa porta e achei um barril cortado que coloquei sobre o speck e enchi de arreia.
      Nessa noite continuou ventando muito e chovendo diversas vezes.
      Distância: 40km (areia fofa com bem pouca área firme)
      Dia 03
      Despertador tocou as 5:00, estava chovendo e botei o soneca para + 15min. Continuava chovendo e seguimos dormindo até aproximadamente 6:15 quando parou de chover, então comemos e saímos para caminhar já eram 8:00.
      Decidimos que 30km estaria bom para esse dia.
      Seguimos +/- a ideia do dia anterior e racionamos a água para reabastecer no Farol Albardão que estava a 7-8km de distância.
      Fomos muito bem recebidos no Albardão onde bebemos água e reabastecemos todas nossas garradas. A água lá é potável, então não tratamos nem filtramos.
      Nesse dia percebemos que uma parada a cada 10km não era sustentável e decidimos parar a cada 7km. Nesse dia comecei a sentir fortes dores na junção do fêmur com o quadril e comecei a "mancar" para não estender a perna e doer mais. Assim foi praticamente até o final da travessia.
      Outro dia que tivemos pouco contato humano e com pouco vento, dessa vez sentido leste.
      Apenas no final do dia quando chegamos na área de reflorestamento que avistamos 2 caminhões saindo de uma área indo no sentido norte.
      Quase no final do dia, avistamos um morador indo recolher sua rede. Perguntamos se conhecia algum lugar bom para acampar na região querendo ouvir um "pode acampar no lado da minha casa" mas veio um "lá naquela baleia tem uma base do reflorestamento, talvez consiga lá". A tal baleia estava a uns 3-4 km e já estava começando a anoitecer. Deveríamos nos arriscar a andar toda essa distância e chegar lá de noite correndo o risco de nem achar a base? 
      Preferimos seguir mais 1km e acampar em meio as dunas altas. Dessa vez ancorei muito bem praticamente todos os lados da barraca para não ter surpresas.
      Novas bolhas para cuidar.
      Dormimos magnificamente bem. Como todas as noites anteriores, choveu bastante durante a noite.
      Distância: 35km (areia fofa)
      Dia 04
      Despertador tocou as 5:00, comemos, organizamos as coisas e levantamos acampamento.
      Nesse dia acreditamos que seria difícil manter o ritmo e terminar em 6 dias. Já aceitamos que precisaríamos de 7 dias. Porém mantivemos o desejo de fazer os 35km.
      O dia foi bastante movimentado, muitos caminhões, ônibus, etc. Sabíamos que agora a água viria apenas dos arroios, porém perto das 11:00, quando devíamos ter apenas 1 litro de água, vimos um quadricíclo vindo em nossa direção. Pedi para parar e perguntei se sabia de algum ponto de água pela frente. Conversamos um pouco e o Mauro, funcionário da empresa de reflorestamento, se ofereceu para ir pegar água na base deles. Deixamos nossas 4 garrafas de 1,5lt com ele. Uma hora depois ele passou por nós e falou que deixou as garrafas em uma placa mais a frente para que não precisássemos carregar todo o peso. Caminhamos uns 2km até chegar nas garrafas, tratamos e filtramos. Ficamos absurdamente contentes, não tinha como ficar mais contente.
      Próximo das 15:00 uma caminhonete branca nos intercepta. São funcionários da empresa de reflorestamento. Conversamos um pouco e eles falam (se pedirmos) que iriam trazer água para nós quando voltassem. Ganhamos o dia e agora não tinha mais como melhorar mesmo.
      Uma hora depois passa outra caminhonete igual (também da empresa) e pergunta se queremos algo (água, comida, fruta etc). Respondo que aceitamos qualquer coisa, mas principalmente água. Ele diz que na volta trará algo para nós.
      Continuamos a caminhada e com o sol de pondo resolvemos achar um local para acampar. Enquanto montava a barraca a esposa ficava nas dunas de olho se vinha alguma caminhonete.
      Quando terminei de montar a barraca, avistei um veículo vindo e como já estava escuro sinalizei com a lanterna.
      Dois santos que caíram do céu. Nos trouxeram 4 litros de água tratada e gelada (com pedaços de gelo ainda). Não só isso, trouxeram duas marmitas e frutas. Estávamos nos sentindo reis.
      Só então percebemos que montávamos acampamento praticamente na entrada de uma base deles e nos falaram que o movimento de caminhões ali seria a noite toda pois a operação deles é 24hrs. Nos ofereceram ficar em um alojamento vago.
      Agora certamente não tinha como melhorar. Decidimos aceitar o convite pois o local onde estávamos era de dunas baixas e o vento provavelmente iria incomodar. Caminhamos quase 2km até chegar na base e nos deparamos com o inimaginável, além de tudo que já tinham nos oferecido, poderíamos tomar um banho quente em chuveiro a gás.
      Nossa energia se renovou absurdamente nessa noite. Decidimos dormir uma hora a mais nessa noite pois não precisaríamos arrumar muita coisa pela manhã.
      Agradecemos ao pessoal que nos recebeu e principalmente ao Rodrigo (encarregado). Pegamos seu contato para agradecer novamente quando concluíssemos.
      Nesse dia outras bolhas surgiram e algumas antigas começavam a parar de incomodar.
      Distância: 42km (enfim, areia firme)
      Dia 05
      Despertador tocou as 6:00, comemos, organizamos as coisas, reabastecemos nossa água, nos despedimos do pessoal e começamos a caminhada.
      Pela distância percorrida no dia anterior, decidimos que esse dia seria de luxo, 35km bastaria.
      Saímos dá área do reflorestamento e começamos a avistar as torres geradoras de energia eólica. Que visão horrível. Você começa a enxergar elas a 20-25km de distância, então caminha, caminha, caminha e caminha ainda mais e nunca chega.
      Esse dia foi um dia caminhando olhando apenas para baixo, pois era desmotivador. Esse foi o 1o dia que não pegamos chuva na caminhada.
      O vento estava moderado a forte no sentido leste, o que fez com que a maré estivesse acima do normal, nos forçando a subir para areia fofa em vários momentos.
      Ao final do dia, chegamos em um trecho de dunas baixas e já bateu aquela sensação ruim para achar um local bom para acampar. 
      Nós não queríamos ter que andar 500-700 metros para chegar nas árvores, querendo ou não é uma distância que pode fazer a diferença e em terreno ruim.
      Atravessamos o primeiro grande arroio e achamos um ponto menos exposto. Ancorei bem a barraca e dormimos igual reis.
      Distância: 38km (alternando entre areia firme e fofa)
      Dia 06
      Despertador tocou as 5:00, comemos, organizamos as coisas e levantamos acampamento.
      Esse seria o primeiro dia para captar água nos arroios. Estávamos com 1 litro de água e a esperança era conseguir água com quem passasse, afinal era feriado e teríamos movimento. Passou o primeiro carro e nada de água. Logo chegamos a outro arroio grande e decidimos captar água ali e garantir. Pegamos 4,5 litros, tratamos e filtramos.
      Esse dia estava puxado, o vento resolveu querer dificultar e virou norte moderado. Foi o dia todo contra o vento, mas nada nos seguraria. Muitos arroios pela frente, já estávamos exaustos de colocar e tirar a sacola nos pés, mas assim o fizemos durante todo o dia.
      No 4o ou 5o arroio a Magali não olhou bem o terreno e entrou em uma arreia movediça, ficando com os 2 pés enterrados até acima do tênis. Falei para não tentar sair, fui até ela e puxei ela pela cargueira. Saiu fácil mas encharcou os pés e os tênis.
      Andamos, andamos, andamos e a quilometragem não andava. Parecida que estávamos em uma esteira, andava sem sair do lugar.
      Dia bem movimentado, carros, motos, ônibus, bicicletas e o primeiro cachorro de toda travessia. Esse foi o 2o dia que não pegamos chuva na caminhada.
      Enfim chegamos a praia do Cassino, mas ainda tínhamos 13 km pela frente. Parece que foi a parte mais longa da travessia. A praia estava muito movimentada devido ao feriado. Às 16:30, enfim, chegamos aos molhes. Ficamos sem reação, apenas sentamos e aproveitamos o momento.
      Decidimos pegar um Uber até Pelotas e retornar direto para casa.
      Distância: 34km (areia firme)
      Distância total: 230,74 km

      Equipamentos que levamos:
      Murilo Magali Se alguém querer, posso passar também a relação dos alimentos levados.
      Tracklog
       

    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Em tempos complicados nos colocamos na estrada. Foram 26 horas dentro do ônibus. A lotação praticamente vazia, nem 15 pessoas, uma série de protocolos para evitar ao máximo qualquer contaminação. Depois de todo esse trajeto ficaríamos sós, isolados, quase uma quarentena. Sete dias completos e muitas surpresas, superações e no final um evento triste que poderia estragar toda uma viagem, mas deixa pra lá. As pessoas de boa índole não merecem que seja despendida grande atenção para os intrépidos.
      Dia 1
      Ficamos meio período na cidade de Rio Grande, um local de muita história, 9 museus (fiquei sabendo) todos fechados, muita arquitetura e praças dignas de um povo desbravador.

      Ao meio dia pegamos o circular que vai até a Barra. Descemos no último ponto antes do retorno. Recebeu-nos um aguaceiro danado. Enquanto encapávamos a cargueira e colocava a capa de chuva, tomamos o primeiro banho. Só não foi maior porque fugimos para uma varanda ali do lado. Não demorou para o proprietário aparecer. Depois de algumas curiosidades sanadas, seguimos firmes pelo asfalto até o molhes. Já na chegada encontramos um bugue, nele um homem desesperado. Pedindo ajuda. Seu filho, um amigo e o tio haviam seguido pelo molhes mar adentro. O mar enfurecera e subiu rapidamente. O homem fugiu com o carro mas os outros nem sinal, o molhes já estava praticamente tomado de água. O mar quebrava com força, rajadas de ondas cobriam metros acima do monumento. Orientei o a correr na Barra e chamar o bombeiro ou qualquer coisa (nesse momento eu não havia visto a situação do mar ainda). Quando chegamos no molhes, padre mio... Olhei para trás e lá vinha o homem, não tinha ido atrás do bombeiro ainda. Quando peguei o telefone para fazer a ligação um casal que estava em um trailer ali do lado gritou - Lá, estou vendo alguém. Guardei o telefone, os três vinham com dificuldades entre as ondas. O pai desabou em prantos, e xingamentos. Horas mais tarde fui refletir: ele não ligara para o socorro temendo a notícia horrível que receberia. No final todos ficaram bem.
      Para nós, vida que segue. Primeiro não conseguimos chegar no molhes, o mar tinha tomado toda a praia. Desviamos pela direita e saímos nas dunas. Dali seguimos com dificuldades contra o vento e sobre as dunas. Para ter uma ideia os banheiros químicos que ficam na praia estavam todos tombados. Mas não se apavoremos, toda essa situação se devia a um ciclone que estava sobre o oceano nesses dias.

      Caminhamos os 8 km até o Balneário Cassino, durante o trajeto traçamos vários planos B. Se a tempestade não passasse teríamos de esperar alguns dias, em último caso desistir. Pernoitamos num Hostel. Ventava muito. Passei a noite monitorando o ciclone e os ventos pelo app wheater. De madrugada os ventos começariam a se afastar e no sábado já estaria tudo calmo.

       
      Dia 2
      Acordamos cedo, o vento ainda soprava forte, mas o céu já estava melhor. Partimos. Na praia o mar tinha recuado um pouco, apesar do vento sul. Logo na primeira hora, depois da garoa um arco íris pintou sobre o parque eólico. Isso é um bom sinal.

      Seguimos firmes, 3 horas depois o parque eólico ainda estava às vistas. Chegamos no Naufrágio Altair. Pera lá! Chegamos perto dele, as ondas tomavam a ruína. O mar já avançara sobre a praia novamente, muitos dos canais de água se tornaram bancos de areia movediça engolindo os pés. Paramos para almoçar no Hotel Netuno, único lugar abrigado do implacável minuano (vento).

      Voltamos a marcha, agora pelas dunas. A praia estava alagada. Não demorou muito até que a Bruna fosse engolida até a cintura na areia movediça. Com muita luta conseguimos resgatá-la. Um misto de apreensão, medo e comicidade tomou conta dos dois. Às 15:00 demos por vencidos, depois de 30 km, tomamos o rumo da mata, em meio a um novo parque eólico, as poucas árvores restantes serviram de guarida.
       
      Dia 3
      Saímos cedo, ansiosos por descobrir o que o mar reservara. Pelo menos o vento já reduzira pela metade. Com a praia larga a caminhada fluiu bem. Logo cedo avistamos o Farol Sarita. Mais um desafio psicológico. Caminhamos 25 km dos 30 km, avistando o luminoso, e nada de chegar. Parecia que o negócio tinha rodinhas. Logo depois do almoço o mar voltou a complicar. A caminhada voltou a ser pela duna. Em poucos quilômetros encontramos um homem todo esfarrapado, com uma faca e olhar desafiador. Com receio, me aproximei a tentar um diálogo. Não entendi nenhuma palavra que ele disse, tratava-se de um hermitão que vive nas dunas, provavelmente.

      Enfim às 15:00 chegamos no farol, e logo à frente tentamos ir para a mata acampar. Caminhamos 3 km circulando o mangue alagado até que decidimos acampar embaixo de um arbusto na duna mesmo (sei que é burrice, mas depois do hermitão, fiquei um pouco abalado, não com medo de ser atacado, mas vai que ele se sentisse invadido...). Depois de lavar as partes no alagado, deitamos na barraca e nem lembramos mais do hermitão ou de qualquer coisa. Nessa hora o vento já havia cessado. Durante o dia, manhã, encontramos muitos carros e motos fazendo a travessia, a penas um grupo de motocross parou e falou que acampariam perto do Farol Verga, que deveríamos passar lá. Também encontramos um leão marinho e muitas, muitas tartarugas mortas.

      Dia 4
      Começamos cedinho na tentativa de fugir das dunas no período da tarde. O dia estava lindo, céu azul, vento leve, areia fina, mar calmo. Encontramos muitos carros fazendo a travessia nesse dia, também um grupo de ciclistas, que inclusive nos deram água. Logo avistamos a primeira carcaça de Jubarte, no segundo dia tínhamos visto uma Beluga morta. Mais à frente um naufrágio recente ainda bastante visível apesar das ondas.

      Logo que retomamos do almoço encontramos novamente a galera do motocross. Nos disseram que tinham feito um churrasco e esperado por nós, mas... No fim o seu Zeca falou que seria um bom lugar para acampar, e foi o que fizemos. Durante a caminhada da tarde percebemos que algumas caminhonetes iam e vinham pela praia, só não entendi o motivo. Como o mar tinha acalmado e a praia estava larga aproveitamos. Debaixo do sol forte das 14:00 uma das caminhonetes parou, um simpático senhor nos ofereceu um suco de limão, oh glória. Pensa num negócio bom, agradecidos seguimos em frente. Já eram passadas 15:00 quando chegamos no local de acampar. Definitivamente não chegaríamos a tempo de almoçar. Nesse dia alcançamos a marca importante dos 100 km andados.

      Dia 5
      Foi o dia que começamos mais cedo. Logo nas primeiras horas avistamos um senhor maltrapilho, descalço, caminhando com dificuldades. Ainda lembrando do hermitão, me aproximei. Ele com a mão dentro da bermuda, eu com cautela. Surpreendentemente entendi sua fala. Se chamava Paulo, recusou um sapato que tinha minha mochila, recusou comida, apenas aceitou água. Como tínhamos avistado um pouco antes um acampamento de trabalhadores na mata de pinus, orientei o senhor que caso precisasse chegasse lá. Nesse ponto já estávamos no Farol Verga.

      Saindo do Verga avistamos no horizonte um veículo gigante que saiu na areia e rumou para o sul. Não demorou, encontramos um carro parado com adesivos "Pet Free", não sei o que fazia ali. Uma hora depois aponta no horizonte o gigante, eram um caminhão de carregar toras, carregado. Vinha a todo vapor na areia. Passou por nós, buzinou e sumiu no norte. Paramos para almoçar quando encontramos uma carreta parada na areia. Sentamos à sombra e logo o dono dela apareceu. Curiosamente ele tinha o mesmo nome do senhor dos sucos. Conversando, explicou-nos que têm frentes de trabalho que ficam acampadas na floresta de pinus (chegam a 150 trabalhadores). Ele estava com a carreta-casa esperando um ônibus que traria o pessoal de Rio Grande e Pelotas. Quando falei do seu Paulo ele disse que já havia visto o mesmo homem andando de bicicleta na areia, de certa forma me senti aliviado por saber que ele se virava por aquelas bandas.

      Pouco depois de deixar a carreta, encontramos outra Jubarte, essa bem mais conservada. Ao tirar foto da baleia, olhamos para trás e lá estava o ônibus, descendo uma galera.

      Às 14:00 o reflorestamento que nos acompanhara acabou. Percebemos que seria possível chegar no Farol Albardão ainda naquele dia, ele já se desenhava no horizonte. Com 40 km, exaustos, com chuva, chegamos no farol. Já não esperávamos dormir lá devido a pandemia. Montamos acampamento do lado de fora do pátio da Marinha. Como o vento já rugia, fiz algumas ancoras com sacos cheios de areia que, enterrei e amarrei a barraca neles. Fomos dormir assustados com o vento, mas a amarração deu conta.

       
      Dia 6
      Acordamos de madrugada com trovões, vento e muita chuva. O dia clareou e a chuva castigava, meu maior medo não era se molhar, eram os raios. Pensamos em fazer um dia de descanso caso não passasse. Eram 07:15 quando as nuvens começaram a ceder, fizemos um desjejum e partimos, já 08:10. A chuva sumiu, mas as dunas estavam todas alagadas.

       
      Assim que começamos a caminhar começaram aparecer os problemas. Os passos de água que, até então eram raramente fundos, agora pareciam rios de desgelo. E para piorar se multiplicaram, cruzamos em média 5 por km nesse dia. Nessa manhã observamos uma infinidade de caravelas azuis na areia, assim como raízes e galhos que devem ter saído das dunas com a enxurrada (não as caravelas, que, devem ter vindo do mar).

      Só atingimos os 30 km às 17:00, quando avistamos um pedaço de mata, onde nos escondemos à noite. Além de atingir os 150 km nesse dia, tomar água muito boa drenada das dunas, encontrar um bom local para acampar, acompanhamos o segundo pôr do sol nas dunas (o primeiro havia sido no Albardão), tomamos banho fresco na água da chuva acumulada nas dunas e dormimos em meio a algazarras dos periquitos que aninham nas árvores ali.

       
      Dia 7
      Sabíamos que seria um dia longo, faltavam mais de 40 km para chegar no Balneário Hermenegildo onde teria um camping. Partimos às 06:40. O mar tinha recuado muito, as enxurradas formaram muitos canais (já secos). O chão irregular castigou os pés a manhã toda, quando ficava mais plano o conchal tornava os passos mais pesados. Nesse trecho muita vacas vigiam a praia, é grande também o número de ranchos nas dunas. Lá pelas 09:00 encontramos um negócio motorizado, feito em madeira, puxando uma carretinha cheia de entulho, com rodas largas que parecia um rolo compressor, apinhado de gente. Ainda de manhã avistamos mais dois naufrágios quase submersos na areia e no mar, um hotel destruído e um leão marinho começando a putrefação.

      Na hora do almoço se chegamos à sombra de um rancho na areia. Descansamos, aliviamos os pés e retomamos a marcha. O número de veículos que encontramos cresceu exponencialmente, muitas pessoas pescando de molinete. A praia agora alternava em trechos terríveis de irregular e outros menos, mas os pés doem até a alma. O alento é que já avistamos o Hermenegildo. No final foram 45km caminhados, além de bater os 200km. Valeu a pena. Chegamos no Camping Pachuca, o dono (incrivelmente tinha o mesmo nome dos dois outros homens que conversamos na praia nos dias anteriores) nos recebeu muito bem. Ofereceu a garagem para montar a barraca, nos trouxe pão com queijo e mortadela e ainda disse que seria cortesia da casa. Depois do banho, de barriga cheia, e diga-se de passagem a musica no rádio incrível, dormimos feito criancinhas.

       
      Dia 7
      Se demos o luxo de acordar mais tarde e sair só às 08:00. Diga-se de passagem que amanheceu chovendo. E ventando, mas o vento agora era norte e empurrou nos para o molhes. Na praia novamente, não demorou para dois cachorros, muito brincalhões nos acompanharem.

      Foram 15 km tranquilos. Com muitos passos de água, alguns fundos, inclusive. Mais um negócio estranho aconteceu, eram umas 10:00 quando passou uma patrola por nós. O maquinista ainda ofereceu carona, dispensamos numa boa. Chegamos no molhes da Barra do Chui às 11:50. Fomos recebidos por um bombeiro, todo empolgado que nos revelou estar pronto para fazer a travessia nos próximos dias. Descansamos algum tempo refletindo nosso feito.

      Tomamos as ruas do balneário até encontrar um buffet, onde fomos à desforra. De barriga inchada pegamos o ônibus para o Chui, chegamos lá a então a palhaçada. Como o ônibus para Porto Alegre era só às 22:00 ou às 12:00 do dia seguinte, fomos procurar um local para tomar banho e descansar, quem sabe passar a noite.
      Fomos em um posto Ipiranga que segundo o dono da rodoviária tinha chuveiro para os caminhoneiros. Fomos muito mal recebidos, e mesmo oferecendo para pagar fomos recusados. Segunda tentativa, uma pousada. O velhote que nos atendeu, primeiro fez cara de nojo por que talvez não estávamos muito bem trajados, segundo ele estava lotado, sei. Terceira tentativa, outra pousada. O homem que nos viu nem a porta abriu direito, após nos analisar, disse em tom ríspido que não tinha vaga e deveríamos procurar outro local. Respondi pra ele que não adiantaria procurar, o problema não era vaga, era preconceito. Nossa última investida foi um hotel de uma rede, Turis Firper, apesar de não muito barato (afinal não passamos a noite), fomos muito bem recepcionados.
      Às 22:00 tomamos o ônibus para passar 29 horas viajando até nossa terrinha. A maior dificuldade acabou sendo o chão irregular dos últimos dias, e a batalha psicológica do terceiro e quarto dias. Agora vamos descansar que a temporada de montanhas se avizinha.









       
    • Por Caçadordeviagem
      No dia 14 de Junho de 2019 foi inaugurado o Caminho de Nhá Chica, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela e no Caminho da Fé, a rota se inicia na cidade de Inconfidentes/MG e vai até o Santuário de Nhá Chica em Baependi/MG, são cerca de 260 km cruzando as belíssimas paisagens montanhosas da Serra da Mantiqueira, é todo sinalizado com setas e placas, para mais informações há um grupo no Face com o nome "Caminho de Nhá Chica" ou visite o site: www.caminhodenhachica.com
      1° Dia: Inconfidentes/Borda da Mata (21 km).
      Eu percorri em Setembro de 2019, o 1° trecho, entre Inconfidentes e Borda da Mata, é o mesmo do Caminho da Fé, após Borda os caminhos se separam, o da Fé vai pra Tocos do Moji e o de Nhá Chica vai para Congonhal...
      2° Dia: Borda da Mata/Congonhal (25 km).
      Trecho muito bonito após uma fazenda com um haras, muito pitoresco, na metade do trecho há uma torneira ao lado da Igrejinha no bairro das Almas, o topo da Serra das Almas e Cachoeira das Almas são os destaques desse trecho...
      3° Dia: Congonhal/Espírito Santo do Dourado (26km).
      Trecho magnífico, logo de cara tem que superar a Serra de São Domingos, ainda na Serra, no km 07 tem fonte de água potável e mais uns 7 km depois tem o Santuário da Obediência, com estrutura de água e lanchonete, a paisagem é linda, com lindas araucárias e várias plantações de brócolis e morango, um dos trechos mais bonitos do caminho...
      4° Dia: Espírito Santo do Dourado/Silvianópolis (20 km).
      Trecho muito bonito e ermo até a rodovia MG-179, chegando nessa rodovia, a uns 100 mts tem uma barraca de frutas e doces mineiros onde adquiri bananas e doces, os últimos 3 quilômetros são em asfalto até Silvianópolis...
      5° Dia: Silvianópolis/Careaçu (20 km).
      Trecho plano e tranquilo perto dos anteriores, na saída de Silvianópolis há um belo lago chamado Lago dos Bandeirantes, próximo a Careaçu o caminho coincide com o Caminho de Aparecida até a cidade, paramos no bar da ponte para beber alguma coisa e seguimos para a belíssima Pousada Castelo...
      6° Dia: Careaçu/Heliodora (24km).
      Saindo de Careaçu por baixo da Fernão Dias, chegasse na Comunidade Rainha do Brasil, ali o monge Bernardo ofereceu café e batemos um papo, deixando o local passa-se por umas 3 porteiras e uma pequena trilha até pegar a estrada de terra novamente, a partir dali caminha-se por lugares muito ermos e bonitos até o km 16, ali há um comércio para abastecer e depois seguir pelos 8km finais pelo asfalto visualizando lindas montanhas...
      7° Dia: Heliodora/Natércia/Conceição das Pedras (24km).
      Entre Heliodora e Natércia há uma grande inclinação a ser vencida, ou seja; vai ter que subir muito e descer tudo até Natércia, lá de cima tem uma bela vista de ambas cidades, em Natércia me abasteci com víveres e segui rumo a Conceição das Pedras em meio a belíssimas paisagens, o destaque nesse trecho é a bela Cachoeira da Usina, eu aconselho a ficar em Natércia pois a pousada lá é muito boa e serve janta e a de Conceição das Pedras fica atrás de posto de gasolina, sem janta...
      8° Dia: C. das Pedras/Cristina (36km).
      Mais um dia com uma serra a ser vencida, talvez a maior inclinação do trecho, porém esse trecho é o mais belo do caminho, passa por mata nativa, pelo bairro Sertãozinho e Vargem Alegre onde há muitas plantações de banana e café, em Vargem Alegre (km18) há uma pousada, seguindo adiante, o caminho até Cristina revela-se magnífico com suas belas paisagens, Cristina é uma cidade turística e charmosa, a mais bela do caminho...
      9° Dia: Cristina/Carmo de Minas Carmo de Minas (20km)/ Soledade de Minas (16km).
      Pretendia fazer os 36km mas entre Cristina e Carmo de Minas é por uma rodovia movimentada e sem acostamento, portanto peguei uma carona até Carmo e de lá iniciei os 16 km até Soledade, o trecho é por terra e plano, não tem a beleza dos trechos anteriores mas é bonito, ali já estamos caminhando pela famosa Estrada Real, Soledade de Minas é uma cidade bem pequena, há um trem turístico que vem de São Lourenço até lá...
      10° Dia: Soledade de Minas/Caxambu/Baependi (30km).
      Pra sair de Soledade é necessário subir uns 4 km de asfalto (trecho movimentado) até a estrada de terra que leva a Caxambu, alguns km depois encontra a Estrada Real e segue até a cidade por trechos tranquilos, com matas preservadas, consegui ver alguns saguizinhos nas árvores, ao chegar em Caxambu segue pela rua de cima da rodoviária rumo a Baependi, terra de Nhá Chica, devido a proximidade das cidades, os 7 km finais não tem muita beleza, com alguns lixos no meio da estrada mas ali o importa é chegar ao Santuário de Nhá Chica e agradecer pela jornada perfeita, conhecer o local, comprar lembranças, carimbar e pegar o certificado, foi o que fiz depois segui para um hotel p/ descansar e voltar pra casa no dia seguinte...
      POUSADAS QUE PERNOITEI: Preços em 2019...
      Santa Varanda: Inconfidentes: $50 Tem janta 👍
      Nossa Senhora de Fátima: Borda da Mata: $60 Tem janta 👍
      Hotel Silva: Congonhal: $50🙁 sem janta (é melhor ficar no JS).
      Pousada do Adão: Espírito Santo do Dourado: $50🙁sem janta (Na verdade é ponto apoio onde vc pousa, não tem outra opção por enqto).
      Hotel Luciana: Silvianópolis: $50👍 Tem janta no comércio embaixo do hotel.
      Pousada Castelo: Careaçu: $50👍 Tem janta na praça da Matriz.
      Hotel Vilarejo: Heliodora: $50😒 (Única opção na cidade, tem o suficiente, conseguimos janta mas não sei se é sempre que consegue).
      Natércia: Pousada do Juliano: $?👍Tem janta, eu não fiquei lá mas vi que é bonita.
      Conceição das Pedras: Pousada da Dona Fininha ☹️ $50 sem janta, fica atrás de um posto de gas.
      Bairro rural Vargem Alegre: Zé Toco $?( Por ser casa de família, provavelmente serve janta, eu não fiquei lá).
      Cristina: Pousada Casarão: 👍🤑$100 (belíssima pousada mas é cara e não oferece janta, é melhor ficar na Pousada Real, do Célio, $50 + janta).
      Carmo de Minas: Hotel São Lucas:👍$? (Não fiquei mas vi que o hotel é muito bom).
      Soledade: Solar das Montanhas: 👍$60(boa mas não serve janta).
      Caxambu: Hotel São Francisco 👍$80 não oferece janta.
      Baependi: Pousada Instituto Nhá Chica: 👍$? (não fiquei, não sei se serve janta, a pousada é bonita).
       
      Se quiserem um relato bem detalhado visite o site abaixo:
      http://www.oswaldobuzzo.com.br/Home/caminho-de-nha-chica
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Paulonishi
      Depois de uma série de viagens fantásticas pela Serra Gaúcha, resolvi tirar um tempo e compartilhar a experiência em duas cidades que adoro: Gramado e Canela! Para muitos, até pensam se tratar de um único destino, mas ambas tem um charme muito especial e sempre são um destino maravilhoso.

      A Serra Gaúcha é uma região mágica, cheia de encantos que ganha ares europeus na época de inverno onde a neve tem presença cada vez mais garantida... 
      Em setembro, vira a Hollywood brasileira, com o festival de Cinema de Gramado! Vários artistas, tapete vermelho, muito glamour...

      Outra época especial para se conhecer a região é no mês de dezembro, onde ganha ares de Terra do Papai Noel!


      Mas se você quer se aventurar nessas épocas… É bom preparar o bolso e ter muita paciência com as filas em restaurantes, atrações lotadas, trânsito intenso e congestionamentos… 
      De junho a julho e de novembro a janeiro, é a altíssima temporada na região… Se você quer conhecer a cidade com mais calma, e com preços bem mais em conta, procure fugir desses períodos. Mas, se você ainda assim quer curtir o agito da Serra…Faça as suas reservas de hospedagem com pelo menos 6 meses de antecedência e fique atento a essas próximas dicas:
      Não importa a época, a grande sacada é acessar os sites de cupons, onde é muito comum conseguir comprar passeios, descontos em restaurantes e hospedagem… E funciona muito bem! E olha que não é propaganda… não sou nem patrocinado…. só quero compartilhar o que eu já testei e achei muito bom.
      A dica de ouro são os sites Laçador de Ofertas e Tchê Ofertas, que trazem cupons de restaurantes, hospedagem e das diversas atrações da região. Sempre quando vou à Gramado, faço a minha busca e vou comprando as ofertas, chegando a ter a mais de 30% de desconto e alguns combos grátis! Tipo, almoce com desconto e ganhe um passeio… É bom demais!!! 
      Na grande maioria, basta fazer a compra e nem precisa imprimir o voucher… apenas apresentar o código no estabelecimento.
      Mas atenção, tem que ficar atento à validade da oferta e já ter um período definido pro resgate! Feito isso e tendo um bom planejamento, é só desfrutar a viagem...
      FRIO

      Uma das grandes atrações da Serra Gaúcha é o frio… Principalmente com a possibilidade de neve! Só pra você ter uma idéia, nos últimos 4 anos nevou 5 vezes em Gramado! 
      E o mês mais certo para se ver neve é o mês de JULHO:
      17 de julho de 2016
      21 de agosto de 2016
      17 de julho de 2017
      10 de agosto de 2018
      6 de julho de 2019
      Mas, mesmo que você não tenha a sorte ou a oportunidade de ver a neve caindo em Gramado, tem parques temáticos onde o frio é garantido com temperaturas que podem chegar a 20 graus negativos!
      SNOWLAND
      Imagine poder curtir neve o ano inteiro… praticar ski, snowboard, patinação no gelo… inclusive no verão!
      Sim, esse lugar existe e é um parque de diversões, chamado Snowland!

      É uma atração com neve artificial e com temperaturas que podem chegar a 10 graus negativos!
      O ingresso dá direito a um conjunto de roupas de frio e o acesso à montanha de gelo, além de outras atrações para todas as idades…



      Tá localizado às margens da rodovia  RS235, na altura da linha Carazal, e funciona todos os dias das 10h às 17h. 
      MUNDO GELADO DO CAPITÃO
      Uma outra alternativa para quem quiser conhecer mais um parque temático de gelo, é o Mundo Gelado do Capitão, que tem como atração principal uma caverna de gelo com temperatura que chega à 20 graus negativos durante todo o ano! Também fornece roupas de frio e funciona todos os dias das 9h às 18h.


      CULINÁRIA
      Outra coisa que a Serra Gaúcha é campeã, sem dúvida nenhuma é na culinária! São vários sabores que vão desde as comidas típicas italiana, alemã e suíça, até culinária japonesa!
      Mas, indo pra lá, não deixe de provar a Sequência de Fondue e o Café Colonial… dois verdadeiros ícones da culinária local.
      SEQUÊNCIA DE FONDUE
      São vários restaurantes que oferecem a Sequência de Fondue, mas o funcionamento é o mesmo:
      Primeiro, uma entrada com o fondue de queijo, com acompanhamentos…
      Depois, o fondue de carne… Eles trazem uma pedra aquecida e vários tipos de carnes e molhos. Aí a gente vai fritando a carne e passando nos molhos… Nossa… delícia...
      E, por último, o fondue de chocolate, acompanhado de frutas e biscoitos.

      Todos os os fondues e acompanhamentos podem ser repetidos livremente!
      Você pode encontrar a sequência de fondues a partir de R$ 29,90 com os cupons! 
      CAFÉ COLONIAL
      Outra grande pedida gastronômica imperdível é o Café Colonial…
      Esse é o seguinte… Pegue praticamente todos os tipos de bolos, pães, tortas, salgadinhos, geléias, sucos, cafés, chocolate quente.. junte queijos, presuntos, frango frito, vinho… com direito a livre repetição… e aí temos o famoso café colonial! Um verdadeiro banquete destruidor de qualquer dieta… mas que vale muito a pena conhecer e saborear pelo menos na sua próxima viagem!

      PASSEIOS
      A Serra Gaúcha é um lugar de grandes belezas naturais… São montanhas, cânions, rios, cachoeiras e muito verde, que podem ser visitados durante todo o ano…
      E a própria cidade, com suas construções típicas e ar europeu, é uma atração à parte… 

      Andar pela principal avenida de Gramado, a Borges de Medeiros, e conhecer suas vitrines e atrações, já é um passeio imperdível, principalmente à noite, quando ganha cores ainda mais especiais.
      Vá ainda ao Lago Negro, fazer uma caminhada por entre as hortênsias e pinheiros e dar uma volta de pedalinho no mais famoso lago de toda a Serra!

      Visite também duas igrejas maravilhosas todas feitas em pedra e que são símbolos da Serra.
      A igreja Matriz são Pedro em Gramado é uma obra prima da arquitetura em estilo romano, tendo sido inaugurada em 1942. É toda construída em pedra basáltica e tem 44 metros de altura.

      Já a Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes, a Catedral de Pedra em Canela, uma das maiores e mais belas do Brasil, com uma torre de 65 metros de altura, 12 sinos de bronze e com um verdadeiro show de luzes todas as noites projetadas em sua fachada de pedra basáltica.

      Cascata do Caracol em Canela
      De todos os diversos parques existentes, uma atração imperdível é o Parque da Cascata do Caracol… Um dos cartões postais da Serra Gaúcha!

      Lá, não deixe de fazer o passeio nos bondinhos aéreos, que dão um visual ainda mais incrível de toda a beleza da Cascata do Caracol e da reserva natural repleta de araucárias seculares!

      Cânions
      Ainda, partindo das cidades de Gramado e Canela, tem passeios para os cânions em Cambará do Sul… 

      Um passeio repleto de descobertas e uma visão inesquecível de um dos cânions mais bonitos do país!
      Trem do Vinho
      Se você foi direto para Gramado e ainda não conhece a região do vinho gaúcho, tem passeios saindo nos finais de semana e indo para conhecer as vinícolas e o trem do vinho, que percorre as cidades de Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa. Se estiver de carro, pode fazer o passeio por conta e conhecer ainda mais detalhes das cidades ao redor.

      Bom, espero que tenha gostado das dicas e se quiser conferir o vídeo, tenho o canal Trips & Flicks no youtube, que tem como objetivo compartilhas as informações das viagens que tenho feito, sempre com o lema de gastar pouco para viajar mais... 
      Dicas de Gramado - Trips & Flicks
       













    • Por leticia&MV
      Meu marido e eu fomos para Gramado e Canela, no Estado do Rio Grande do Sul, na primeira quinzena de agosto de 2019, ficamos 9 dias no total (achei o suficiente, mas ficaria uns 15 dias para relaxar mais e repetir algumas coisas rotineiras da cidade, como por exemplo dar uma volta, sentar e apreciar o belíssimo Lago Negro).

      Muito Importante: Sempre terão pessoas oferecendo o serviço de transfer no aeroporto, paguei 120 reais ida + 120 reais volta (para nós dois). Foi bem confortável, melhor que o ônibus, o motorista parou no Pórtico para tirar foto, foi bem legal, dividimos o carro com umas mineiras super legais.
      Dia 1 (06 de ago 19 - terça): Chegamos por volta de 15h (fizemos tudo de UBER e 99) no Hotel Due Nobili (fica bem no centro de Gramado, dá para fazer tudo a pé - MEGA recomendo, principalmente para casais, não sei se acomoda bem famílias grandes).
      Fomos ao Lago Negro no fim da tarde, de UBER, curtimos o friozinho, demos uma volta tiramos fotos e curtimos o local no clima "o amor está no ar".
      A noite comemos carré de cordeiro no restaurante Boreal Rasen Gastropub https://pt-br.facebook.com/borealrasen/ a comida é espetacular, os drinks nem se fala, pedi o garçom para inventar um sem álcool com chá mate e frutas, ele desenvolveu um líquido que era uma explosão de sabor. Paguei o prato principal com uma promoção que adquiri no LAÇADOR DE OFERTAS (só indico esse site de ofertas, os outros não cobrem realmente o preço) Caso contrário minha conta teria dado facilmente uns 300 reais.

       
      Dia 2 (07 de ago 19 quarta): Pegamos o 99 e fomos para o Parque da Serra (bondinhos aéreos), foi bem legal, lá tem uma vista muito bonita e é tudo muito limpo, romântico, vale a pena ir com a família também, crianças adoram. Acho que foi 90 reais para cada um entrar e andar de bondinho. Bem carinho.
      ATENÇÃO: lá não tem transporte para voltar, então é melhor combinar com alguém para te buscar depois.
      Graças a Deus o Michael, que estava levando uma família a passeio, nos levou ao próximo ponto. Ele tem uma agencia de turismo e uns preços bem legais, conhece bem a cidade. Ele fechou para nós a churrascaria Garfo e Bombacha (que estava lotada por que era dia dos pais) conseguiu lugares ótimos para vermos o Show e um descontinho camarada, nós levou e buscou TELEFONE DELE (54) 3282-4292 / 99957-8808 / 98108-8170. Recomendo ele como guia de gramado.
      Fomos logo em seguida ao Terra Magica Floribal, Acho que pagamos 70 reais cada um. Super recomendado para famílias. Eu amo dinossauros, então foi bem legal.
      Lá já tem mais UBER!!!
      Fomos para Canela, almoçamos em um Subway. 
      Canela é bem parada durante o dia, mas demos uma volta, chegamos na catedral de pedra (muito mais bonita que de gramado) e tiramos umas fotos. Fomos ao restaurante Casa da Velha Bruxa, comemos o SORVETE DE FORNO, que é um verdadeiro paraíso na terra, não deixem de comer. Tiramos foto na locomotiva, conhecemos um pouco mais da história do lugar, pois as pessoas são muito receptivas e sentem muito orgulho de lá. No fim fizemos o excelente negócio de comprar biscoitos caseiros tipo cookies, por 7 reais, 1/2 kg, levei uns 4 pacotes, estavam na promoção, me arrependi de não ter trazido mais. (loja de biscoitos em frente a catedral de pedra, do outro lado na rua, tem um boneco de biscoito na frente).
      Na volta o UBER nos levou em uma loja da fábrica de Cerveja Gram Bier http://www.grambier.com.br/ , compramos alguns presente (kits de cervejas), essa fábrica é de gramado, muito boa.
      A noite fomos ao show do ELVIS no Hard Rock Café Gramado. Foi surpresa para meu marido, o mesmo amou.
      Comprei O Show pelo site Laçador de Ofertas (mas quem vende é a brocker turismo), paguei 100 reais por pessoa e cada um tem direito a entrada, prato principal, 1 drink, 1 cerveja ou refri, 1 sobremesa + SHOW do ELVIS (que fiquei sabendo ser o próprio dono do estabelecimento). SUUUUUPER valeu a pena!!!! É show mesmo, sem enrolação.
       
      Dia 3 (08 de ago 19 quinta) - Fizemos um passeio de Bike que durou todo o dia só deixamos as Bikes a noite. Locamos por 3 dias as Bikes da Loope https://www.voudeloop.com/ apesar de não usarmos os 3 dias, foi maravilhoso alugar e andar somente 1. em todo centro de gramado tem pontos para deixar as bikes. (PS peguei a com acelerador que ajuda nas subidas).
      Fomos em todos os pontos de gramado, fonte do amor, rua torta, praça das etnias, rua coberta, mirante, fabrica de chocolate da prawer. O céu é o limite, quase chegamos a canela de bike kkkkk. Super recomendo.
      Nesse dia almoçamos no restaurante da Lolo, comemos macarrão com molho de nata (garantia de barriga cheia e quero mais).
      Não lembro o que comemos a noite, acho que pizza no hotel.

       
      Dia 4 (09 de ago 19 Sexta) - Foi o dia do passeio de Maria Fumaça + Vinícola (PS NÃO FAÇA AOS DOMINGOS). (contratei pela Vento Sul Turismo - Paguei 250 reais para cada um, SUPER INDICO O PASSEIO, MAS NÃO INDICO ESSA EMPRESA, TIVEMOS MUUUUITOS PROBLEMAS COM ELA).
      Nos buscaram às 6h da manhã no hotel, fomos para Nova Petrópolis, fotos, compras etc... Não vale a pena comprinhas, cuidado. Depois passamos por Caxias do sul, e fomos direto para o Vale dos Vinhedos, Vinícola Casa Valduga, (pagamos mais 50 reais para cada - em troca do tour guiado + uma bela taça) o tour da vinícola vale super a pena, saimos bem tortos, tem degustação de vinhos brancos, tintos e espumante. Só não tem petisco, então cuidado para não ficar bebado. A vinícola é linda, chique, comprei alguns vinhos e espumantes na loja, vale a pena. Comprei também uns cosméticos de beleza da Vinotage (marca da vinícola) super recomendo. O sabonete de vinho é tudo.
      Depois almoçamos em um restaurante no alto de uma colina (ele é todo de vidro, tem uma vista de todo vale) no Vale dos Vinhedos (já incluso no preço do passeio) MARAVILHOSO, comida nota 10.
      Fomos logo após para a Epopeia Italiana, não gostei, achei chato. Mas muita gente curte.
      Depois o tão esperado passeio de Maria Fumaça em Bento Gonçalves. Que delícia de passeio, música ao vivo, degustações de suco, vinho, etc... Vinícola Garibaldi.
      Nos deixaram no hotel por volta de 19h.


       
      Dia 5 (10 de ago 19 Sabado) - Dormimos até tarde, só saímos para dar uma voltinha no centro de Gramado a pé por volta das 16h. Andamos, tomamos chocolate quente na Caracol, compramos chocolate etc.
      A noite (PS chege cedo, umas 18h)  fomos a PIZZARIA CARA DE MAU - NAVIO PIRATA, CARA (RODÍZIO 120 REAIS POR PESSOA) MAS VALE CADA CENTAVO, O LOCAL É ANIMADO, A EXPERIÊNCIA É ÚNICA, PIZZAS MUITO BOAS.
      Voltamos para o hotel passando mal de tanto comer kkkkkkk 
       
      Dia 6 (11 de ago Domingo dia dos pais) - Saímos do hotel umas 11:45h e fomos para a churrascaria Garfo e Bombacha, conhecemos a família que gere o lugar, um local extremamente agradável, FARTO, receptivo, para família e amigos baterem aquele bom papo. O Show Gaúcho é maravilhoso, VALE CADA CENTAVO. ( Tem um menino que participa do show, se chama Enzo, ele é um encanto). Depois demos mais voltinhas no centro de gramado (passeio romântico) e já lá pelas tantas, encontramos um bar com música ao vivo, no qual seguramos o artista por mais uma hora depois do seu horário de ir embora kkkk, a cerveja era Gram Bier, meu marido aproveitou.
       
      Dia 7 (12 de ago 19 Segunda) - Dormimos até tarde, chovia, então resolvemos só sair na parte da tarde.
      Fomos ao restaurante no Hotel Ritta Hoppner, compramos no Laçador de ofertas a Experiência Alemã (120 reais para nós dois), entrada, prato principal, degustação de varias comidas alemãs, sobremesa. Cerveja alemã paguei a parte. O CHEFE ESTÁ DE PARABÉNS, IMPECÁVEL OS PRATOS. RESTAURANTE MUITO CHIQUE, ESTILO TITANIC KKKK
      Como não parou de chover, fomos aos museus do carro antigo (hollywood dream cars) e da Harley Motor Show, Super Carros e Museu de Cera (NÃO VÁ AO MUSEU DE CERA, É MUITO RUIM) valeu a pena para um dia de chuva, caso não estivesse chovendo, preferiria fazer passeio ao ar livre.
      A noite fomos a uma hamburgueria chamada The Black Beef, uma delícia de hamburgue, a batatinha com molho de queijo é 10.
       
      Dia 8 (13 de ago 19 terça) -  Fomos a outro passeio pela Vento Sul Turismo (Mais uma vez, passeio maravilhoso, mas a empresa sempre gera problemas, que são resolvidos de ultima hora). Nos encontramos na Praça das Etnias às 8:30h para ir as fazendas (área rural) da região. TOUR LINHA ÁVILA (170 POE PESSOA).
      Tomamos café da manhã em um sítiozinho lindo, com vários tipos de plantações, milho, morango, tangerina etc... lugar simples, bem roça mesmo. Tem pinhão no fogo a lenha, café, geleias do sítio etc
      Depois fomos para outro sítio, esse com plantação de uvas, que lugar lindo, um lago, tudo bem caseiro e artesanal. Lá eles fabricam o próprio vinho e suco de uva, tem plantação de morango, fabricação de queijo, salame, geléias etc. TOMAMOS UM BAITA CAFÉ DA MANHÃ (TUDO INCLUÍDO NO PREÇO DO PASSEIO).
      Depois fomos a uma fazenda com uma cachoeira linda, muros de pedras super antigos e descampados a perde de vista. Local que transmite PAZ.
      Por ultimo fomos a uma Fazenda de grande porte, lá almoçamos um delicioso churrasco fogo de chão, com costelão na vala e tudo mais. Lá tem passeio a cavalo. (ALMOÇO INCLUSO NO PREÇO DO PASSEIO, MENOS BEBIDA). Muita sanfona e lareira a lenha para esquentar e espantar o frio. ESSE DIA PELA MADRUGADA FEZ -2.

      FIQUEI FEDENDO A FUMAÇA, MAS VALEU MUITO A PENA. PASSEIO BEM RAIZ, MUITO GOSTOSO. VOLTAMOS CANTANDO NO ÔNIBUS COM O SANFONEIRO.
      A noite fomos a uma choperia artesanal no centro de gramado, em frente ao hotel lageto stilo. 
      TABERNA MF - Eles realmente entendem o que estão fazendo. São mais de 100 torneira, com chop gelado de todas as escolas possíveis e com sabores que ressaltam a cada gole. Uma experiência única, creio que igual a essa no Brasil não exista kkkkk (TEM MÚSICA AO VIVO, LAREIRA E COMIDA BOA)
      NÃO DEIXE DE IR!!!!!!!
       
      Dia 9 (14 de ago 19) - Acordamos cedo para aproveitar bem o café maravilhoso do hotel, arrumamos as malas e fomos dar o último passeio pelo centro, comprei cuca em um mercadinho próximo ao hotel, compramos chocolates.
      Comemos trúdel, delícia. No fim voltamos a hamburgueria que amamos e comemos mais uma vez antes de ir embora.
      Saímos 14:20h.
       
      __________________________
      Deixamos de Fazer muitas coisas como: Parque da Ferradura, Cânions do Itambézinho, Vinícola Ravanello e Casa se Ganfredo (em gramado), Castelinho do Caracol, Bar Boteco do Bill e Cervejaria do Farol (canela).
      -------------------------------------------- 
      Fiz uma viagem para casal, passeio romântico, de fato foi. Caso vá em família, tem outras coisas para aproveitar.
      __________________________
      Chocolates e sorvetes, para quem é do Rio de Janeiro, não vai se impressionar.  O CHOCOLATE QUENTE VALE!
      _________________________
      Na volta cada um de nós trouxemos 4 garrafas de vinhos e espumantes, só que descobrimos no aeroporto que não pode passar produtos sem rótulo, então o vinho e suco de uva artesanal que compramos no sítio, tivemos que colocar na mala, bem como os salames kkkkkkk o restante foi tudo a bordo.
      ________________________
      Restaurantes extras (DICAS):
      Pizza: Il Piacere, Ristore Florence, Cantina Pastaciutta, Magnólia.
      PF: à la minuta, café da banca, simple.
      Rua São Pedro: Ita Brasil, vale quanto pesa, serra grill.
      Buffet: Alecrim Santo, Cantina Galeto Nona Tena.
      Café colonial: Bela vista (não vá ao Hamm - tradicional)
      Fondue: Le Swiss, St Gallen.
      Doces: Royal Trudel
      Rua Coberta: Rasen Platz
      _________________________
      Se precisar comprar alguma roupa na emergência: Mais barato nas lojas Paludo.
      ________________________
      Lá tem Mc Donalds - se seu dinheiro acabar.
      ________________________
      Sempre observe a programação dos bares e restaurantes, na Serra Gaúcha, caso você vá de carro, tem várias cidades com programações locais, vale pesquisar.
      _______________________
      SE VOCÊ QUER ROMANTISMO NÃO VÁ NO PERÍODO DE FÉRIAS ESCOLARES, OU NATAL LUZ. TODOS LÁ ME DISSERAM QUE A CIDADE FICA SUPER LOTADA, CHEGA A FICAR CHATO, POIS NÃO SE VIVE O LOCAL.
      _______________________
      PEGUEI VÁRIAS DICAS NO CANAL DA FELIZA3.
      _______________________
      PS A SERRA É BEM FÁCIL E TRANQUILA, DÁ PARA DIRIGIR NUMA BOA.
      _______________________
      LISTA DO QUE FAZER EM GRAMADO:
      - LAGO NEGRO
      - PRAÇA DAS ETINIAS
      - SNOWLAND
      - HOLLYWOD DREM CARS
      - RUA TORTA
      - HARLEY MOTO SHOW
      - LAGO JOAQUINA RITA BIER
      - IGREJA SÃO PEDRO + FONTE DO AMOR
      - RUA COBERTA (A NOITE)
      - LE JARDIM
      - MUSEU MEDIEVAL
      _______________________________
      O QUE FAZER EM CANELA:
      - PARQUE DO CARACOL
      - PARQUE DA FERRADURA
      - ALPEN PARK
      - IGREJA DE PEDRA
      - CASTELINHO CARACOL
      - TERRA MAGICA FLORYBAL
      - MUSEU DO TREM (SÓ PAREI P TIRAR FOTO)
       



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