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Curitiba-PR

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Amo CWB é já fui algumas vezes. O que aconselho:

Museu da Resistência (tem que agendar a visita pelo site e ir com o endereço certinho, porque não há qualquer placa ou indicação do local na rua, e lá vc entenderá o motivo)

Museu Oscar Niemeyer - paga para entrar.

Mercadão na 7 de setembro

Feirinha do Largo da Ordem no domingo

 

Jardim Botânico

Parque Tanguá

Parque Tinguí (Memorial Ucraniano e comer um Cutiá, acho que escreve assim... Rs)

Opera de Arame

UniLivre (Universidade sustentável belíssima)

 

Comer

Velho Madalosso, não é barato.

Churrascaria Jardins, achei muito melhor que a famosa Batel.

 

Noite

Ir na quinta ao Bagdad Café. Tem que agendar e estar pronto para uma noite animada e com muita dança árabe. Paga-se cover na quinta.

Bar Aqueces (bem legal, com música ao vivo, água potável e pipoca gratis)

Bar do Alemão no largo da Ordem (experimente o submarino escuro o joelho de porco)

 

Hospedagem, aconselho algo na 7 de Setembro ou entornos. Aconselho o aplicativo AirBnb. Sempre uso e é confiável.

 

Se tiver tempo, visite as Cidades de Antonina e Morretes. Tem o.passeio de trem, mas como achamos muito caro, fechamos com um motorista de UBer, ficando a gasolina mais 150 a diária.

 

Vale a pena fazer o circuito do vinho aos sábados. Não achei deliciosos os vinhos, mas o café colonial e as cervejas artesanais valem o passeio.

 

Fui em Agosto, e tirando o frio, tudo perfeito. Inclusive as cerejeiras em flor.

Quando fui dezembro, a maioria dos locais estava fechado.

 

Espero ter ajudado e qualquer coisa, só perguntar.

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    • Por Andreaz Herz
      se tromba na trip, só dá um slv ;
       
      ✌️
       
       
    • Por luizh91
      Alô pessoal!
      No feriado do dia do trabalho (01/05), estava afim de conhecer algum lugar que não fosse muito longe, que eu ainda não havia ido e que não fosse muito caro. Entre as opções cogitadas, escolhi Curitiba e não me arrependo. Existem milhares de relatos aqui no fórum sobre a cidade e o litoral do PR, mas é sempre bom ter informações atualizadas. Dessa vez fomos em duas pessoas e o custo-benefício da viagem foi ótima.
      Nesta viagem, optamos por hospedagem através do Airbnb e foi um acerto, rentabilizou muito o valor da diária e a localização do flat era ótima. Vamos agora ao detalhamento da viagem:
      27/04/2018 - Deslocamento para Curitiba
      O final do dia 27/04 foi apenas para deslocamento entre Santos e Curitiba. Pegamos o ônibus às 23:40hrs, com previsão de 6 horas de viagem. Geralmente quando viajo de ônibus, prefiro fazer durante a madrugada, assim chego no destino com o dia todo para aproveitar.
      28/04/2018 - Curitiba e Linha Turismo
      Chegamos em Curitiba por volta das 06hrs da manhã. Na rodoviária, aproveitei para trocar as passagens para o litoral do PR que eu já havia comprado pela internet anteriormente. De lá, pegamos um Uber para o flat que nos hospedaríamos. Organizamos nossas coisas no apartamento, compramos alguns itens no mercado e por volta das 09hrs fomos ao centro em direção a Praça Tiradentes, que é de onde parte o ônibus da Linha Turismo. Ao chegar na Praça Tiradentes, demos uma volta nos arredores e fomos conhecer o Centro Histórico de Curitiba, que é bem perto. Por ali, fomos em algumas lojas e alguns sebos (amo!) dar uma olhada nos itens, além de comer um pastel de café da manhã rs

                                                                                Foto: Largo da Ordem
      Os ônibus da Linha Turismo começam a circular por volta das 09:30 da manhã e como era final de semana, circulavam de 15 em 15 minutos. Por volta das 10hrs pegamos nosso ônibus e o valor da tarifa é de R$ 45,00, com cinco tickets que te dá direito a cinco reembarques no ônibus. Particularmente falando, compensa MUITO utilizar a Linha Turismo por vários motivos:
      - Caso você não vá viajar de carro, como eu, é um meio prático de conhecer a cidade toda.
      - Alguns pontos turísticos de Curitiba são bem distantes um do outro, então a linha facilita muito nesse aspecto.
      Devidamente embarcados, o primeiro ponto em que descemos foi no famoso Jardim Botânico. O sol estava de rachar, o que deixou o parque ainda mais belo. O local é bem clichê e um clássico em Curitiba, mas que realmente vale a pena ser visitado. Muito lindo, limpo e bem projetado, sem dúvida nenhuma é o grande cartão postal da cidade e merece tal título.
      Ficamos lá por cerca de 1:30 e voltamos ao ponto da Linha Turismo, onde logo passou o ônibus e nosso próximo ponto de desembarque foi o Museu Oscar Niemeyer. Mais um ponto turístico bem conhecido na cidade, possui uma linda arquitetura. Se o seu interesse for exposições, vale a pena perder algumas horas por aqui. Não vimos nenhuma, mas para conhecimento, o valor da entrada para ver as exposições é de R$ 5,00.
      Enquanto eu montava meu roteiro para Curitiba antes da viagem, um local me chamou atenção e não estava incluso da Linha Turismo, que é o Museu Egípcio. Sou fascinado pela cultura egípcia e resolvemos incluir o museu no itinerário. Pegamos um uber do Museu Oscar Niemeyer até o Egípcio e a visita valeu super a pena. O local é bem legal, com reproduções bem fiéis de artigos do Egito antigo e um jardim com diversas estátuas, além de uma múmia de verdade exposta! Para quem gostar do tema, vale a visita. De lá, pegamos mais um uber e fomos direto para a Ópera de Arame (essa está inclusa na Linha Turismo, rs).

      A Ópera de Arame foi construída na área de uma antiga pedreira, e para mim, foi o melhor ponto que visitamos em Curitiba. Local belíssimo e imperdível para quem visita a cidade. Lá possui uma lanchonete e comemos uma coxinha antes de continuar o passeio.
      Depois disso, fomos para o Parque Tanguá, de onde se admira um belo pôr do sol em Curitiba. Também vale a parada, possui vários mirantes e é bem grande.
      Nosso último ponto de parada da Linha Turismo foi o bairro Santa Felicidade, local em que fica nítido a forte presença da colônia italiana na cidade. Fomos até a Vinícola Durigan, degustamos alguns vinhos e espumantes e compramos alguns doces para levar para SP. Local super agradável e a Linha Turismo tem um ponto praticamente em frente.
      Por fim, pegamos novamente a linha para voltar ao centro e ao apartamento. Reservem um dia inteiro para esse passeio, pois ele é bem longo.
      Resumo dos pontos visitados com a Linha Turismo:
      1. Jardim Botânico

      2. Museu Oscar Niemeyer

      3. Ópera de Arame

      4. Parque Tanguá

      5. Santa Felicidade
      Queria muito ter conhecido o Memorial Ucraniano também, mas infelizmente não foi possível. Fica para uma próxima
      29/04/2018 - Litoral do Paraná - Morretes, Antonina e Estrada da Graciosa
      No dia seguinte, acordamos bem cedo para seguir em direção ao litoral do Paraná. Antes de comprar as passagens do ônibus, pesquisei os valores para descer a serra de trem pela Serra Verde Express, mas estavam muito caros e não cabiam no orçamento. Então optamos por utilizar a linha turística da Viação Graciosa, que sai da rodoviária de Curitiba todos os dias às 09hrs da manhã e ao invés de seguir o trajeto convencional e descer a serra pela BR-277, ele vai pela famosa estrada da Graciosa.
      Sem dúvida nenhuma vale a pena descer pela Graciosa, o trajeto é um pouco mais longo, porém as paisagens compensam. O ônibus faz uma parada de 15 minutos em um dos mirantes da estrada e lá é possível comer na lanchonete a coxinha de aipim (recomendo). O visual pela estradinha é encantador, florido, de mata atlântica preservada e com muitas, mas muitas curvas e paralelepípedo!
      Chegamos em Morretes por volta das 11hrs e fomos conhecer um pouco da cidade. Demos uma volta pelo centro histórico, compramos alguns souvenirs e fomos procurar algum restaurante para experimentar o famoso barreado, prato típico da região. Haviam nos indicado o restaurante Madalozo, mas optamos por comer no Hotel e Restaurante Nhundiaquara, e digo com toda a certeza: Valeu cada centavo. Pagamos R$ 49,00 em um combo que incluia o barreado, marisco, filé de pescada, camarão, maionese, salada, pirão, arroz e frutas. Tudo a vontade e se acabasse, era só pedir para o garçom repor. Comida gostosa e atendimento muito bom. Gostei bastante do barreado, é um prato que divide bastante opiniões, mas eu curti demais.
      Por volta das 13:30hrs pegamos um ônibus de Morretes para Antonina (25 minutos de distância).
      Antonina é uma cidade encantadora, super calma e que conserva muita história. Tem muitos casarões coloniais e ruas estreitas que remetem ao passado. Foi um dos pontos altos da viagem, pois o tempo estava aberto e rendeu boas fotos da Baía de Antonina, das ruínas do antigo armazém e do centro histórico. Ficamos na cidade até as 16:15hrs, quando retornamos para Curitiba com o ônibus da viação Graciosa (desta vez pela BR-277). Chegamos em Curitiba por volta das 18hrs e fomos para o flat jantar e descansar.


      Fotos acima: Estrada da Graciosa e suas paisagens


      Acima: Morretes e o barreado



      Acima: Antonina e sua simplicidade.
      30/04/2018 - Retorno para SP
      Dia de ir embora. Nosso voo estava marcado para às 11hrs da manhã e partiu pontualmente. Chegamos em SP por volta do meio-dia.
      Feedback da viagem: Muito satisfeito. Curitiba mereceria mais um dia para visitar os demais pontos turísticos da cidade, mas conseguimos visitar o que foi planejado. O litoral do Paraná também merece a visita e experimentar o barreado é imperdível! Só não consegui visitar o Parque Estadual de Vila Velha dessa vez pelas dificuldades em chegar lá sem carro, mas fica para uma próxima oportunidade.
      Gastos gerais (p/pessoa):
      Passagem de ônibus Santos x Curitiba: R$ 69,00
      Passagem de avião Curitiba x SP: R$ 110,00
      Passagem de Curitiba X Morretes e Antonina X Curitiba: cerca de R$ 25,00 cada trecho, total R$ 50,00
      Passagem Morretes x Antonina: R$ 5,00
      Almoço no restaurante Nhundiaquara: R$ 49,00
      Hospedagem em Airbnb (3 diárias): R$ 147,00
      Linha Turismo: R$ 45,00
      Alimentação, demais transportes e souvenirs: R$ 65,00
      Total: R$ 540,00
      Qualquer dúvida estou a disposição! 
       
       
       
    • Por samysam
      Esse vai ser mais um relato do que não se deve fazer do que o que se deve fazer...
      Como ir até São Luíz do Purunã ou Recanto dos papagaios de ônibus...
      Aquela região de São Luíz do Purunã é bastante frequentada por ciclistas, escaladores e pessoas de carro, por isso resolvi por meu relato da trip de busão.
       
      Eu já tinha ido para o Recanto dos Papagaios à 3 anos atrás de bicicleta, mas como a magrela ta meio dodói, a gente foi de ônibus dessa vez.
       
      O que a gente fez: Pegamos o ônibus Princesa dos Campos até São Luiz do Purunã (linha Curitiba Palmeira) (R$13,74) e descemos antes do pedágio na esperança de que encontraríamos algo para fazer lá.
      Talvez tivessemos encontrado caso aquelas inocentes e doces vaquinhas não estivessem conspirando contra nós.
      Como o sol estava forte pra andar no meio do pasto (é sim... a temperatura mais alta dos últimos 6 anos), resolvemos ir pro Recanto dos Papagaios.
      Carona? Difícil.
      Ônibus? Difícil também, mas passou. Uma linha da Princesa dos Campos que sai de Campo Largo e passa dentro de São Luíz do Purunã e Colonia Witmarsun e para 3Km longe do Recanto.
       
      continua...
    • Por LarissaBenjamin
      09/07 - quinta-feira
       
      Chegamos no aeroporto de São José dos pinhais. Um amigo nosso nos buscou de carro, de lá fomos na rodoferroviária comprar a passagem de trem para Morretes (dia seguinte) e a volta de ônibus de Paranaguá para Curitiba (dia13/07). Compramos a classe turística do trem. Saindo de lá fomos para o Hotel Savoy, onde fizermos uma reserva de um dia. A noite conhecemos o Bar do Alemão, ponto turístico de Curitiba, famoso pela culinária alemã e principalmente pelo chopp "Submarino", uma caneca de chopp, com uma pequena canequinha de cerâmica típica alemã com steinehegen dentro dela. Cada caneca sai por 15,00, bem gostosa e forte. Comemos joelho de porco com 2 guarnições e Pato recheado com 2 guarnições também. Éramos quatro pessoas. Todos satisfeitos. Muito bom!
       
      Gastos:
      Trem - 99,00 × 2 pessoas = 198,00
      Ônibus de volta - 29,55 × 2 pessoas = 59,50
      Bar do Alemão - 180,00 para duas pessoas
       
      Total gasto: R$437,50
       
      10/07
       
      Acordamos às 7:00hs pontualmente, tomamos café da manhã no hotel e fomos para a rodoferroviária. Café da manhã bem servido. Pegamos um táxi para rodoferroviária que era bem perto. Chegamos às 7:50hs, esperamos um pouco e pontualmente, às 8:15hs saiu o trem. Linda viagem! Maravilhosa! O tempo ajudou bastante, pois estava aberto com sol. O guia de turismo que foi falando durante a viagem era muito simpático, sabia bem o que estava falando sobre os atrativos turísticos, histórias e dados geográficos da região. Um lanche foi distribuído no início com biscoitinhos e uma água, refrigerante ou chá gelado, a sua escolha. Essas bebidas e o kit de biscoito era vendido se alguém quisesse, como cerveja também. Bebidas por 3,00. Souvenirs eram vendidos também pelo guia, compramos um kit de imãs de geladeira e kit de postais. Tinha um fotógrafo que tirava uma foto sua e revelava na hora com um cap de condutor de trem. Uma recordação bem bacana por 10 reais. Durou quase 4 horas. Mas foi incrível! Belas vistas, túneis, pontes que parecia q o trem estava voando, cidades e vilarejos da região e montanhas e muito verde.
      Chegando em Morretes procuramos um restaurante para comer o famoso prato típico da região, a Barreada. Carne cozida por um dia dentro da terra. Tem esse nome porque antigamente fechavam a panela com barro, como se fosse um durepoxi para vedar a panela, daí o nome. A comida é nada de mais, como se fosse uma carne assada misturada com farinha, ficando uma "massa" bem consistente, é servido com arroz branco e salada de maionese. Fomos em um restaurante que cobrava 40 reais pelo prato, mas lá tinha outros a partir de 25 reais.
      Tínhamos visto pelo site da ilha do mel que sairia ônibus de Morretes para Paranaguá direto às 13:40hs, mas tinha saído às 13:20hs, ou seja, cuidado com o site, pois não estava atualizado. Para conseguirmos pegar uma barca para a Ilha do Mel, tivemos que pegar o ônibus para Paranaguá, mas de lá a última barca era às 15:30hs, já não contávamos com ela, de lá pegamos outro ônibus para pontal do Sul e de lá pegar a barca para a Ilha do Mel. Cada ônibus com duração de uma hora e uma hora e meia, respectivamente.
       
      Pegamos a barca, durou meia hora. Chegamos na pousada Bob pai Bob filho, era bem perto do trapiche da Encantadas, parte da ilha que escolhemos ficar. Deixamos as coisas e fomos comer em um restaurante-bar que a moça da pousada indicou, chamado zham. Comemos anéis de cebola, Vinagrete Burger e Kebab de frango temperado e com batata frita dentro do kebab, criado pelo restaurante. Bebemos 3 garrafas de Amstel. No restaurante teve voz e violão de um cantor da região chamado Rael, tocando música brasileira, bem bacana. Comida boa também.
       
      Gastos:
      Táxi - R$8,50
      Souvenirs - R$15,00
      Foto - R$10,00
      Almoço Morretes(2 pessoas) - R$100,00
      Ônibus para Paranaguá(2 pessoas)- R$10,20
      Ônibus pra pontal - R$10,20
      Pousada 3 diárias para casal - R$507,00
      Janta para dois - R$ 100,00
       
      Total: R$760,90
       
      11/07
       
      Acordamos às 8:30hs, tomamos café da manhã, com pães, ovo mexido, presunto, queijo, pão salgado, bolo de cenoura com chocolate, sucos e café, havia também banana e laranja, granola, Sucrilhos e leite.
      Iniciamos a caminhada para o outro lado da trilha, Nova Brasília.
      Saímos da pousada às 10:00hs, estava frio, saímos de casaco, calça e tênis, levando uma mochila com capa de chuva, água, biscoito, barras de cereal, etc, também um guarda chuva, pois a previsão era que chovesse mais tarde. Passamos pela praia do Mar de Fora, ao ver umas bandeirinhas vermelhas subimos o morro do sabão, um pouco escorregadio, para chegar na praia de são Miguel, mas bem leve. Entre a praia de São Miguel e a praia Grande havia uma parte com pedras, tranquila, porém um pouco cansativa, paramos pra tirar foto, fazer filmes, demoramos uns 25 minutos para atravessar as pedras.
      Passamos pela Praia Grande e na altura de um resort de surfistas (Grajagan Surf Resort), entramos em uma trilha beirando a Ponta do Joaquim. Chegamos na Praia de Fora. Caminhamos por ela e subimos a escada do grande Farol da ilha. Diversas fotos de vários ângulos da ilha. De lá de cima pescadores ficam avistando cardumes de tainha e com Walk-talk avisam os pescadores que ficam na Praia do Farol para lançar as redes do barco. Essa é a pesca artesanal da praia do Farol (Farol das Conchas). Na parte da ilha que é chamada de Farol tem uns restaurantes, pousadas e campings e tb um trapiche com saída de barcos para os outros lugares da ilha e para o continente também. Além disso, tem o aluguel de bicicletas, onde você paga 15 reais a hora. Pegamos duas e fomos em direção a Fortaleza que tem na ilha (Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres). Uma pedalada de vinte minutos onde se atravessa a pequena faixa de areia que se chama Praia do Istmo, indo pela direita da ilha, onde o caminho é mais próximo. Passa também pela parte da ilha que se chama Nova Brasília. Uma linda pedalada pela ilha. Chegando na Fortaleza, você pode deixar a bicicleta na lateral ou na frente da fortaleza. Lá ainda existem canhões, um museu falando sobre a história da ilha, a biblioteca da ilha e banheiros. Também tem uma trilha de 13 minutos para o mirante da Fortaleza. Lá do Mirante você pode observar mais uma linda paisagem da ilha, além de passear pelo labirinto dos canhões, se assemelhando a paisagem do filme jardim secreto, podendo até se divertir fazendo esconde-esconde. Rs
      No caminho de volta demos um mergulho que lavou a alma e esfriou o corpo do longo e maravilhoso passeio. Deixamos a bicicleta e pegamos o último barco para Encantadas às 17:00hs. Depois disso apenas os "táxis", que custam 60 reais. Essa barca custa 10 reais por pessoa.
      Chegando em Encantadas jantamos no restaurante de frente pra praia chamado Estrela do Mar. Comemos moqueca de um peixe da região para dois. Lá o próprio dono do restaurante faz um voz e violão para seus clientes. Fomos bem atendidos pelo jovem e simpático garçom, Lucas.
      Paramos pela praia, compramos um vinho no mercadinho e terminamos a noite em frente ao trapiche tomando um vinho e vendo as estrelas.
       
      Gastos:
       
      Três horas de bicicletas para duas pessoas - R$90,00
      Volta de barco para duas pessoas - R$20,00
      Muqueca para duas pessoas - R$65,00
      Refri, suco e duas latinhas - R$20,00
      Total - R$93,50
      Duas garrafas de vinho no mercadinho - R$59,80
       
      Total gasto: R$263,30
       
      12/07
       
      Acordamos, tomamos o café da manhã da pousada e fomos conhecer a Gruta das Encantadas que era dez minutos da pousada, em direção a Praia Mar de Fora. Foi construída uma passarela que facilita bastante a chegada até a Gruta, bem fácil o acesso. É o patrimônio natural mais importante da Ilha. Ficamos um tempo na Praia Mar de Fora e fomos almoçar.
      Antes paramos em um restaurante na beira da praia para tomar uma cerveja e comer um siri.
      Almoçamos no restaurante Fim da Trilha, onde há um ótimo cardápio do chef do restaurante com pratos nos valores entre 40 e 55 reais. Comemos duas massa, uma era com Camarões com ervas finas e Camarões ao fim da Trilha. No cardápio há vinhos, cervejas, sucos etc. Tomamos uma Baden Baden que custava 28 reais antes do almoço.
      Voltamos a noite nele por ser muito bom, lá também funciona uma pousada. O garçom, com uma roupa bem simples fez um dos melhores atendimentos que já presenciei, simpático sem exageros, solícito e super atento a todas as mesas do restaurante. A noite, comemos panqueca de camarão e spaghetti de frutos do Mar. Tomamos uma garrafa de Itubaína, um refri paulista de tuti-fruti. É um espaço super agradável, com áreas internas e externas, tem até uma cama de casal na parte de fora para quem quiser dar uma descansada depois da refeição.
       
      Gastos:
       
      Siri e duas garrafas de cerveja - 30,00
      Dois pratos - 90,00
      Baden Baden - 28,00
      Água - 4,00
      Total - R$134,00
      Spaguetti - R$35,00
      Panqueca - R$25,00
      Itubaína - R$6,00
      Total: R$72,60
       
      Total gasto - R$236,60
       
      13/07
       
      Acordamos, tomamos café e fomos pegar a barca das 8hs para o pontal. A barca demora 30 minutos e as 9hs pegamos o ônibus direto para Curitiba. Duas horas e meia de viagem. A passagem já tinha sido comprada na rodoferroviária no primeiro dia.
      Chegamos no hotel e fomos pegar o ônibus de turismo que passa por vários pontos turísticos de Curitiba, custa R$35,00 e você tem o direito de parar em 4 pontos a sua escolha. Ele passa de meia em meia hora nos pontos. Pegamos no ponto do Museu da Ferrovia. Nossa primeira parada foi no Jardim Botânico, muito bonito e um dos pontos turísticos mais famosos de Curitiba. Segunda parada foi na Ópera de Arame, parada rápida, bem bonito lá também. A Pedreira Paulo Leminski só é aberta quando há algum evento. De lá fomos andando até o Parque Tanguá, uma caminhada de 15 minutos. Não recomendamos fazer a pé pq tem uma subida íngreme... Melhor ficar no ponto e pegar outra jardinheira, como é conhecido o ônibus de turismo. O parque tanguá é bem bonito também, com dois paredões de pedra onde se tem vista de baixo e de cima. Próxima parada foi no bairro típico italiano, Santa Felicidade. Era segunda feira, a maioria dos restaurantes estavam fechados. Fomos para a avenida das torres para jantar em uma churrascaria. O nome é Boi Dourado, muito fraca a churrascaria. Esperávamos mais.
       
      Barca duas pessoas - R$20,00
      Ônibus de Turismo de Curitiba para duas pessoas - R$70,00
      Duas águas - R$6,00
      Táxi - R$30,00
      Janta - R$27,00 por pessoa
      Total - R$65,00
       
      Total de gastos: R$218,00
       
      14/07
       
      Acordamos, tomamos café e fomos dar uma volta pelo centro. Andamos pela Rua das Flores e passamos por alguns pontos turísticos, compramos roupas de frio já que havia umas lojinhas que estavam em promoção. Conhecemos um projeto bem legal. É o bonde da cultura, uma biblioteca dentro de um vagão de trem na Rua das Flores parado. Onde você pode levar o livro pra casa e depois devolver. Bem legal!
      Almoçamos no aeroporto, prato executivo no Lanches jatinho. E seguimos de volta a nossa amada Cidade Maravilhosa.
       
      P.f - R$27,00
       
      Total gasto: R$65,00
       
      Relato por Rafael Cassel e Larissa Benjamin.





























    • Por thsouthier
      Amigos,
       
      Com grande satisfação compartilho com vocês nosso sincero relato de viagem, na certeza de que a lembrança do passeio levará às lágrimas os que já visitaram os lugares extraordinários pelos quais passamos.
       
      No resumo: saímos de Chapecó-SC, passamos por Curitiba, Morretes, Ilha do Mel, Guaratuba, Balneário Camboriú, no Beto Carrero World em Penha e na Serra do Rio do Rastro, em Lauro Muller, numa aventura de sábado a sábado, em abril de 2014.
       
      1º dia: Sábado na estrada.
       

       
      Arrumamos as malas, enchemos o tanque, calibramos os pneus, fizemos quatro sanduíches de mortadela pra viagem e embarcamos no auto rumo à liberdade com grande alegria. Saímos de Chapecó-SC ao meio-dia e meio, precisamente, com destino à capital do Paraná.
       
      Viajamos a tarde inteira e não chegamos. Estávamos quase lá quando o sol se pôs.
      Como estava escurecendo, decidimos passar a noite em Campo Largo-PR, cidade vizinha da capital, e nos hospedamos no ótimo Hotel Campo Largo. Confortável, limpo, bonito, barato e com um bom atendimento. Sendo sábado, conseguimos um desconto bacana num quarto executivo. Que maravilha.
       
      Jantamos por lá mesmo, no restaurante do hotel, com música ao vivo e o pessoal dançando tango. Bem legal.
       
      2º dia: Domingo na capital.
       

       
      Acordamos sem pressa de acordar, tomamos um excelente café da manhã colonial no Hotel Campo Largo, e nos despedimos.
       
      Entramos no auto rumo à Curitiba. Sendo domingo, trânsito tranquilo.
      Pela localização em frente à Rodoferroviária, preferimos o Hotel Novo Vernon. Igualmente confortável, limpo, bonito e barato. A recepção estava em reformas para melhor nos atender em breve. O café da manhã não era muito variado, mas cumpria com a sua função. Deixamos o auto na garagem e saímos passear. Era quase meio dia.
       
      Passamos no Mercado Público, ali pertinho, assistimos uma bonita apresentação gratuita do grupo que representa a cultura polonesa em Curitiba, que, diga-se de passagem, é a segunda maior colônia de poloneses no mundo, e almoçamos um delicioso pastel frito na hora, barato e muito bem servido por um garçom sincero, gente fina e careca. De sobremesa, um gelato Diletto.
       
      Saímos correndo pra alcançar o ônibus da Linha Turismo que para ali na frente, para passar a tarde fazendo um tour pela capital mais verde do país. Este ônibus é o seguinte: você paga um embarque e tem direito a outros quatro. O ônibus passa pelos principais pontos turísticos de Curitiba e você pode descer ou subir em quais quiser. Entenda melhor aqui: http://www.curitiba.pr.gov.br/idioma/portugues/linhaturismo.
       
      Interessantíssimo. Tem que se fazer.
      Como a Ópera de Arame estava fechada e o Museu Oscar Niemeyer não era muito a nossa praia, descemos no Parque Tanguá, que é um parque bem legal assim como todos os outros parques de Curitiba; no Centro Histórico, que é... histórico; no Museu Ferroviário, onde também fica o shopping Estação; e no Jardim Botânico, lógico. Curitiba é uma cidade bem bacana.
       
      3º dia: Segunda de trem.
       

       
      Acordamos cedo com pressa de acordar, ou perderíamos o trem que sai exatamente às 8:15h da Rodoferroviária.
      É o mundialmente famoso Trem da Serra do Mar, que desce até Morretes. Mais informações aqui: http://www.serraverdeexpress.com.br/site/Index.aspx.
       
      Se você for a Curitiba, precisa fazer este passeio.
      Embarcamos no vagão turístico, que inclui alguns biscoitos e uma água ou um refri. Não menos importante que o lanche é o guia que nos acompanha e explica o que está acontecendo, conta histórias, imita o canto de passarinho e nos mostra essa paisagem à esquerda em 1, 2, 3 e... passou... Quem viu, viu.
       
      O passeio é muito legal. Imperdível.
      Passa pela Mata Atlântica em uma ferrovia centenária, com pontes de ferro, com estações abandonadas e tudo o mais. O problema é que demora, e aí a gente vai cansando.
       
      Mas tudo bem.
      O trem chega em Morretes perto do meio-dia e aí o pessoal sai louco para experimentar o famoso barreado, que também experimentamos e não achamos nem bom nem ruim. Há muitos restaurantes na cidade que servem o legítimo barreado, alguns com vista para o rio que corre sem cessar.
       
      Feito o passeio e comido o barreado, se você for voltar pra Curitiba tem o seguinte, querido: você pode voltar de trem, de ônibus, de táxi ou de van. Nós optamos por voltar de ônibus, com a Viação Graciosa. O bus é bom e veio cheio. A volta dura cerca de 1:30h até a Rodoferroviária e a passagem custou 20 e poucos pilas.
       
      À noite fomos no shopping Estação. Minha noiva decidiu comer um prato feito. E comeu mesmo.
      Já eu estava curioso pra saber como era o best burger in the world e por este motivo e não querendo mais nada, fui ao Madero e comi muito bem. Senhores, experimentem uma vez na vida.
       
      4º dia: Terça na ilha.
       

       
      Saímos de Curitiba com destino à belíssima e rústica Ilha do Mel.
      No caminho passamos em Paranaguá pra conhecer, que é uma cidade histórica e tem o segundo maior porto do Brasil. Nunca vi tanto caminhão graneleiro todos juntos reunidos. Passeamos de carro pela cidade histórica, que é realmente histórica, mas não paramos. Bastante poeira. Seguimos em frente.
       
      Não vou contar o que aconteceu pelo caminho porque não aconteceu nada.
       
      Certo. Chegamos em Pontal do Sul pelo meio-dia. Deixamos o auto num estacionamento duvidoso por R$ 10. Passei a tarde com dúvidas.
      Corremos e subimos no barco para Encantadas, que é uma das vilas na Ilha do Mel. No barco, só nós, uma mulher e os pilotos do barco. Praticamente vip. O passeio é tranquilo. Chegamos na ilha e fomos almoçar umas iscas de peixe. Minha noiva quis um prato feito outra vez.
       
      Depois de satisfeitos, fomos passear e conhecer o máximo que podíamos no pouco tempo que ficaríamos na ilha. Estava deserta. Não achamos bike pra alugar, então fomos caminhando até a Gruta das Encantadas, que, sinceramente, é só uma gruta de frente pro mar. Subimos e descemos uns morros, caminhamos pra lá e pra cá, tiramos algumas fotos e curtimos o visual bacana da ilha. A praia é bonita mesmo! Outra hora vamos com mais tempo.
       
      Pegamos o penúltimo barco pra voltar ao continente, ansiosos, com dúvidas se o auto ainda estava lá no estacionamento.
      Como sou muito esperto, bolei uma tática e disse exatamente o seguinte: 'minha querida e amada noiva que tanto amo, você fica aqui e eu vou buscar o auto sozinho. Se eu demorar mais do que 10 minutos você chama ajuda e vai me buscar'. Não precisou. O auto estava bem. Pode ficar tranquilo querido.
       
      De volta para a estrada.
      Passamos o ferryboat em Guaratuba e ficamos no Hotel Santa Paula, que é um hotel bem bonito. O hotel me pareceu um pouco antigo, mas é um ótimo hotel. Boa estrutura, confortável, limpo, bom e barato. Estava lá também hospedada uma excursão de senhoras, curtindo uma prainha.
       
      5º dia: Quarta jantamos galeto.
       
      Acordamos tarde, tomamos café e fomos dar uma volta na praia. Só que o dia estava nublado. Então subimos o Morro do Cristo pra dar uma olhada, e foi isso. Almoçamos num buffet por kg e seguimos viagem.
       
      No caminho, entramos em Itapoá para ver como é que é. É uma praia que nem as outras praias: tem a areia e tem o mar e tem o porto que eu queria ver mas não vimos. Certo.
       
      Seguimos em direção a Balneário Camboriú pela BR-101 que é uma boa estrada pra se dirigir. Nem lembro onde almoçamos. Talvez nem almoçamos.
       
      Em Balneário Camboriú ficamos no Hotel Melo, que é um hotel muito bom de se ficar. Confortável, limpo, bom e barato. Aí achamos uma baita oferta, que foi o passaporte e o transfer pro Beto Carrero World no balcão de uma agência de viagens que fica no andar térreo do BIG. Cara, por um preço ótimo.
       
      Passeamos de bondindinho pela linda e bem iluminada Av. Atlântica e jantamos na Cantina Dilda. Amigo, o galeto primo canto de lá é bom demais. De entrada tem pão caseiro com vinagrete, e o galeto vem acompanhado de massa seca-barriga, polenta frita diet, maionese light e rúcula com bacon. Sempre somos muito bem atendidos lá. Comemos até envergar e fomos embora satisfeitos.
       
      6º dia: Quinta na Firewhip.
       

       
      Como combinado no dia anterior lá na agência de viagens, a van apareceu e nos levou segura e confortavelmente até a entrada do Parque Beto Carrero World. Pra você ter uma ideia, tinha até um alerta que disparava quando a van passava de 90km/h. Interessante, me senti ainda mais seguro.
       
      Cara, aqui vai a dica mais preciosa que você pode precisar: se você estiver em Balneário, vá de van ao Beto Carrero. Penso que não te vale a pena ir de carro, e de ônibus é muito demorado. Fomos e voltamos tranquilos, sem o stress de trânsito e sem pagar estacionamento. Perfeito.
       
      O Parque é muito legal e se você não conhece, precisa conhecer. Sendo quinta-feira e com o tempo nublado, acredite meu amigo: não pegamos fila nenhuma, a não ser na Firewhip, montanha-russa que me fez tremer a base. Minha noiva gostou e queria ir de novo, e depois ainda queria me levar junto pra passear na Big Tower, hahaha. Vê se pode. Não fui.
       
      Demos muita sorte. Conhecemos o parque inteiro, fomos em todos os shows que queríamos, e não perdemos tempo em filas. Parabéns. Obrigado.
      Cara, não perca o Velozes e Furiosos Show. É muito fera, bicho.
       
      Tem o seguinte também: os restaurantes da praça de alimentação estão todos combinados. O almoço livre estava em R$ 32. Eu comi uma fatia de pizza por uns R$ 9 e minha noiva um prato cheio de yakisoba por R$ 19, muito bom por sinal, segundo ela.
       
      Às 19h, depois do espetáculo Sonho de Cowboy, a van nos esperava no mesmo lugar onde nos havia deixado, para um retorno tranquilo.
      De volta à Balneário, como se não houvessem outras opções, jantamos no Madero. Depois de experimentar um pedaço do best burger in the world lá em Curitiba, minha noiva não quis mais saber de prato feito.
       
      7º dia: Sexta na Serra.
       

       
      Acordamos cedo, tomamos um ótimo café da manhã no Hotel Melo, nos despedimos com lágrimas nos olhos de Balneário Camboriú, e seguimos para o sul. Almoçamos um xis salada muito bom no Panifício e Lanchonete Real, lá em Tubarão, e pegamos a estrada até Lauro Muller. A gasolina estava um pouco cara em Lauro Muller.
       
      Subimos a Serra do Rio do Rastro com tempo nublado.
      Encontramos alguns caminhões e ciclistas pelo caminho. Até que deu um friozinho na barriga pilotar naquelas curvas. No Mirante, tiramos fotos e curtimos o visual. A Serra é coisa mais linda. É um negócio incrível. E bem gelada também. Lá em cima venta muito e é frio pra caramba.
       
      Pegamos a estrada novamente até Campos Novos. Dormimos no Bebber Hotel. Confortável, limpo, bom e barato também. Seguindo a dica do recepcionista do hotel, jantamos uma picanha gaúcha no Restaurante Candelábro. Bá, que coisa bem boa.
       
      8º dia: Sábado em casa.
       
      Depois de tudo isso, cheguei a conclusão de que todos os hotéis que ficamos eram confortáveis, limpos, bons e baratos também.
      Se você leu até aqui, muito obrigado.
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