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Marthon Luiz Garcia Livram

CAPITÓLIO E SERRA DA CANASTRA SUPER EM CONTA!

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INFORMAÇÕES DE: Fevereiro de 2017.

 

HOSPEDAGEM: Airbnb – Aplicativo para hospedagem.

 

ROTEIRO

 

Planejamento

 

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Um feriado de Carnaval é preciso programar com pelo menos 2 ou 3 meses de antecedência devido a demanda e também para tentar correr dos preços exorbitantes que aparecem na época.

 

Capitólio, como é turístico e anda na moda, não é diferente, e para reduzir o orçamento de uma viagem assim, uma das melhores alternativas que encontrei foi ficar em outra cidade nos arredores do lago de Furnas.

 

Os hotéis e pousadas esta época do ano estavam com preços além do imaginável, por isso nesta viagem usei pela primeira vez o AirBnb, o aplicativo de alugueis de casas para férias e feriados, foi um teste, e agora virei cliente e recomendo.

 

Eu e a turma pegamos um apartamento no centro de Piumhi para 5 noites e 4 dias por R$ 1.045 (com taxa de limpeza). Um imóvel de 3 quartos para até 8 pessoas, ou seja, o carnaval todo por R$ 130,63 / pessoa, bem em conta, não??

 

O POST completo recheado de foto, contatos e demais informações esta no blog http://www.queromochilar.com.br.'>http://www.queromochilar.com.br.

 

Sobre a hospedagem com AirBnb

 

Foi a primeira experiência de muitas, após reservado o imóvel, entramos em contato com a proprietária, quem nos instruiu sobre passeios, recebeu os primeiros que chegaram no imóvel, apresentou o bairro e teve o cuidado de deixar um lanchinho para quando chegássemos. Não tivemos nenhum tipo de problema. Só tenho Elogios a Francisca.

 

Sobre a escolha de Piumhi.

 

A cidade fica a 20 km de Capitólio, é uma cidade bem estruturada e bem menos movimentada. Como os atrativos ficam afastados de Capitólio, você acabará andando 30 km a mais (ida e volta) para fazer os passeios, isso dará em torno de 10 reais a mais (R$ 2,50 por pessoa se dividir por todos do carro), e ira economizar até um terço do valor da hospedagem que pagaria na disputada Capitólio.

 

Ah, outra coisa, tem um pedágio de R$ 5,50 de Piumhi à Capitólio, ida e volta, mas mesmo assim acaba compensando.

 

Planejando os passeios

 

Como saímos na sexta as 15h30 de Montes Claros e chegamos ás 00h40 – nove horas de viagem por causa do trânsito pesado – e acordamos no sábado cedo, tivemos o dia todo pela frente para curtir as atrações deste lugar.

 

Como todos ainda estávamos cansados, fomos nos passeios mais “próximos” e planejamos Morro do Chapéu na parte da manhã e Cascata Ecopark na parte da tarde.

 

Morro do Chapéu.

 

Entrada: Gratuito.

 

Horário: Sem horário de funcionamento.

 

Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

 

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O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

 

Como chegar:

 

Para chegar ao Morro do Chapéu, peguei a MG-050, sentido Canyons e andei até a estrada do Dique. Você vai seguir as placas do Hotel Engenho da Serra.

 

Após andar 24 km (de Piumhi), ou 12 km se sua referência for de Capitólio, você vai cruzar a pista e entrar sentido o hotel Engenho da Serra, esta entrada é em uma curva e péssima de visão, achei perigosa. Após entrar começa a estrada de terra de 10,1 km até o topo, você vai passar pela estrada do Dique, e vai seguindo. Há Placas, logo vai ver uma indicando a entrada para o Morro do Chapéu.

 

Havia trechos muito ruins para o carro ainda mais por que havia chovido, não eram atoleiros, mas trechos com buracos e pedras, muito ruim mesmo. Achamos carros voltando, desistindo e nos alertando, mas teimosos que somos resolvemos seguir, fui de Uno, mas não indico carro baixo se não for habilidoso em estrada de terra.

 

Uma hora de carro e chegamos a um ponto quase no mirante que preferimos não passar com o carro e seguimos a pé devido as mas condições da estrada.

 

Mapas: Estão disponíveis no Blog: http://www.queromochilar.com.br

 

Sobre o Trekking:

 

Impossibilitados de subir o morro até o final com carro, resolvemos terminar a pé, pois estávamos bem próximos.

 

Fomos cortar caminho, pois era mais curto que seguir a estrada e fomos por uma trilha bem íngreme no meio dos morros, andamos menos de 1 km, mas foi um pouco puxado devido a subida.

 

Quando chegamos no topo o visual compensa tudo. Lá de cima temos uma visão privilegiada do lago de furnas com seu verde esmeralda incrível que rende excelentes foto.

 

Cascata Ecopark.

 

Entrada: R$ 35,00 – Preço do Carnaval; Preço normal R$ 30,00.

 

Horário: 9h00 as 18h00.

 

Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

 

Como Chegar:

 

Após o Morro do Chapéu, voltamos para MG-050 sentido Passos andamos por mais 24 km (22 min) e chegamos na entrada do Ecopark. Aqui também temos que cruzar a pista, mas é mais tranquilo e a estrada de terra é bem curta, praticamente insignificante.

 

Sobre a Cascata Ecopark

 

No lugar há um restaurante que serve somente porções pequena a preços bem salgados (Ex: R$ 35,00 de filé de carne e R$25,00 de mandioca) e uma trilha curta de 1,2 km (ida e volta) com acesso ao mirante, cachoeiras e piscinas naturais.

 

No Ecopark há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

 

O começo da trilha é bem sinalizado, mas depois vamos seguindo a trilha rumo ao mirante e ficamos sem saber onde termina, então seguimos até ver que se andássemos mais não mudaria a paisagem.

 

Depois dos Mirantes fomos rumo as cachoeiras, para chegar até lá temos algumas pedras escorregadias como obstáculos, mas nada perigoso, só ter cuidado. Em alguns trechos temos que passar por água, o que pode molhar o tênis. Como esta trilha é fácil, curta e com mais de três paradas, recomendo ir de chinelo.

 

A primeira cachoeira é a melhor para banho, com uma queda d´água que termina no lago dos Canyons de furnas e é possível ver várias lanchas que fazem os tours chegando para apreciar a paisagem.

 

Para finalizar a trilha temos uma pequena escaladas em pedras para passar por outro poço de banho e outra cachoeira, a da entrada do Ecopark, na primeira foto.

 

Acabou que ficamos das 12h30min até as 17h curtindo este belo lugar até retornarmos para Piumhí.

 

Acordamos cedo e às 9h00 fomos direto para o Paraíso Perdido.

 

Paraíso Perdido.

 

Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.

 

Horário: 8h00 as 18h00.

 

Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.

 

Como chegar:

 

Para chegar no Paraíso Perdido, pegamos novamente a MG-O50 sentido Passos, e andamos por 53 km (vindo de Piumhi) até chegarmos a estrada de terra que está em boas condições e são somente mais 4,6 km até a portaria da propriedade.

 

O acesso é fácil, não se preocupe, pois é bem sinalizado e daqui podemos ver a hidrelétrica de furnas.

 

Quando chegamos a fila de carros para entrar estava enorme, e esperamos em torno de uns 30 min para conseguir chegar a portaria.

 

Na portaria, recebemos as instruções de funcionamento do lugar e segurança e seguimos rumo as cachoeiras.

 

Sobre o Paraíso Perdido

 

O Paraíso perdido tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo, só que juro, esperava mais.

 

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei 40 reais e vi 3 quedas (eu considerei, não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

 

Nossa sorte foi ter chegado cedo e curtido a cachoeira e o poço, pois próximo ao meio dia os instrutores começaram a retirar todo mundo por risco de tromba d´água, e para sair foi bem chato, pois só tem um caminho e estava lotado.

 

Sobre a trilha:

 

Para fazer a trilha não é permitido levar comida, nem garrafas descartáveis, mas como não revistam a mochila todo mundo acaba levando. Só não deixar lá, né pessoal?? Acho que vocês não fariam isso…

 

A trilha é bem curta, mas quase 100% sobre as pedras, o que pode deixá-la um pouco perigosa, principalmente em dias de chuvas. Há três quedas pelo caminho, onde podemos tomar banho, e também há travessia na água. Eu recomendo ir de chinelo nesta trilha ou sapatilha aquática.

 

A trilha é bem sinalizada e por ser um caminho único de ida e volta se for temporada fica lotada e um caos para subir e descer, mesmo com a equipe do lugar orientando o povo.

 

Acabamos almoçando por aqui, pois há um restaurante ótimo com comida a quilo (R$ 38,00 / kg).

 

Saindo daqui fomos curtir a cachoeira do Filó que estava próxima e no caminho de volta para Capitólio.

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Cachoeira do Filó

 

Entrada: Gratuita.

 

Horário: Sem horário de funcionamento.

 

Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.

 

Como chegar:

 

A Cachoeira do Filó fica nas margens da MG-050, vindo de Capitólio está do lado direito, mas como estávamos voltando do paraíso perdido ela está ao lado esquerdo há 1,1 km.

 

Não tem placa sinalizando o local, mas não tem erro, é cheio de carros parados no acostamento, ônibus, assim viu a muvuca fique sabendo que é lá.

 

Sobre a Cachoeira do Filó

 

A cachoeira do Filó é top!

 

Uma bela queda d´água com um poço enorme excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

 

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante, só ir contornando a queda dá água e subir pela mata, mais uns 100 m e você estará no topo da cachu, além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

 

O lado ruim é que ninguém cuida deste lugar, uma pena. E por estar assim ao Deus dará o pessoal MAL EDUCADO deixa lixo, e ouvi dizer até que estava tendo assaltos lá, por isso, cuidado.

 

Trilha do Sol.

 

Entrada: R$ 40,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 35,00.

 

Horário: 8h00 as 18h00.

 

Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.

 

Como chegar:

 

Como quase todos passeios, a trilha do sol também fica na MG-050, no Km 304, há 38,1 km de Piumhi. Há sinalizações na estrada indicando a entrada da estrada de terra onde temos que entrar. A estrada de terra é ótima e somente 1 km.

 

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Sobre a Trilha do Sol

 

Recomendo ir no primeiro horário, principalmente em véspera de feriado, pois a portaria estava lotada e uma bagunça no inicio da manhã.

 

Neste dia fiquei feliz, pois realmente fiz uma trilha. E achei o melhor dos passeios pagos, sério, é imperdível este lugar.

 

Há três atrativos principais na trilha do sol:

 

1- Cachoeira no Limite.

 

2- Cachoeira do Grito.

 

3- Poço Dourado.

 

Ah, e a parte naturista se não tiver acanhado…rs.

 

Sobre a Trilha – Passando pelos 3 atrativos.

 

Primeiro fomos em direção a Cachoeira no Limite e penso que é por onde devemos começar a trilha. Uma caminhada de apenas uns 25 minutos e estamos no lugar.

 

A trilha é show, pelo cerrado florido e rodeado de paisagens incríveis, poucas subidas e descidas e a mais fácil das 3.

 

Depois da cachoeira e do banho de chuva, voltamos o caminho até a bifurcação inicial com as placas e agora vamos rumo a cachoeira do Grito.

 

A trilha para o grito também é bem tranquila, com subidas pouco íngremes e paisagens incríveis. Somente para descer até a cachoeira que os mais sedentários sofrem um pouco, pois tem uma escada com 69 degraus que na volta cansa um pouco as pernas rsrs….

 

Após subir a escada para o retorno vamos seguindo as placas rumo ao poço dourado, que é o mais top de todos os atrativos na minha opinião. Como eu não tinha lido nada sobre este lugar, esse poço foi uma bela surpresa.

 

Para chegar até lá temos uma descida íngreme, e chegamos em um poço, na hora não achei nada demais, mas então descobri que as pessoas estavam entrando em uma abertura na mata seguindo o córrego e descobrimos que o poço na verdade era lá dentro.

 

Entrei no córrego e fui seguindo, tem horas que a água chega quase na cintura (minha cintura de uma pessoa de 1,67 m…rs), mas a maior parte do trajeto a água fica no joelho.

 

O caminho dentro do córrego no meio da mata é espetacular, ainda mais que durante a trilha temos paredes com muitas pedrinhas empilhadas que deixam o lugar ainda mais interessante.

 

No final da trilha temos uma cachu que é impossível resistir, ainda mais você estando todo suado da caminhada.

 

Mesmo com travessia em água, recomendo na trilha do sol ir de tênis, pois são 4 km. O lugar tem estrutura com restaurante, que apesar de não ter comido por lá, parece ser bom.

 

Daqui fomos direto para o lugar onde saem os passeios de lancha que já estava agendado. No local ficam dois restaurantes, entre eles, o do Turvo que estava saindo pessoas para fora. Então resolvemos almoçar no Águas Minas (R$ 40,00 / kg), fila menor e comida ótima.

 

Passeio de Lancha nos Canyons.

 

Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.

 

Horário: Agendado – das 8h00 as 16h00.

 

Duração do passeio: 2 horas.

 

Após o almoço fomos procurar o Furnas Aventura, a empresa que nos levaria para fazer o Canyon de lancha, o passeio foi incrível, mas a empresa uma decepção. Umas duas semanas antes do passeio liguei e reservei o mesmo para 6 pessoas, na data que liguei me informaram o preço de R$ 80,00 por pessoa, informei todos meus amigos e na hora que chegamos lá estavam cobrando R$ 100,00, ok, entendo que aumentam o preço do carnaval, mas deviam informar seus clientes, pois combinar uma coisa e fazer outra para mim é falta de respeito.

 

Questionamos a situação e a única alternativa que nos deram foi desistir do passeio, disseram claramente que não precisavam da gente e que a fila de espera era grande, se quiséssemos desistir podíamos ficar à vontade. Sem outra opção e sem vontade de ficar sem fazer o principal de Capitólio, acabamos indo e curtindo muito, mas nunca mais uso esta empresa e nem recomendo.

 

Nosso passeio de lancha saiu as 14h00 de frente ao restaurante do Turvo e teve duração de 2 horas. Pedem para não levar garrafas de vidros, destilados e caixas térmicas grandes, pois o espaço é pequeno.

 

Mapa do passeio de lancha no Aplicativo Wikiloc.

Fomos direto nos Canyons com as duas cachoeiras, cuada e de cuadinha, quando vamos chegando a paisagem é fantástica e ver aquelas duas quedas de água no meio daquele Canyon com águas verde esmeralda com certeza é uma cena para se gravar na mente para vida toda. Este lugar é o cartão postal de Capitólio e Lago de Furnas.

 

O lugar estava lotado demais e não atrapalhou o bom banho no rio e as fotos.

 

Depois daqui fomos conhecer o Vale dos Tucanos, onde nosso motorista explicou sobre a história do lago de furnas e esclareceu várias dúvidas. Este vale tem pontos de 80 até 190 metros de profundidade. Não paramos para nadar, pois o tráfego de lanchas e jets estava grande, sendo nadar perigoso.

 

Fomos então na cachoeira do Ecopark pelo Canyon – onde fomos no nosso primeiro dia – e a vista deste angulo foi demais.

 

Depois fomos para frente da Lagoa Azul, que estava bem cheia e ruim descer para nadar, penso que nem azul estaria….rs.

 

Tinha que pagar R$ 20,00 para acessar e como é possível fazer por terra este passeio, o nosso piloto nos levou para finalizar o passeio em um lugar desconhecido, o Vale das esmeraldas, lá estava bem tranqüilo e finalizamos nosso passeio com um banho delicioso aqui.

 

Mais paisagens incríveis na volta e ao som do Bob Marley tocando na lancha retornamos, foi um passeio incrível, com certeza imperdível.

 

Aproveitando que ainda era 16h00 fomos conhecer outro lugar muito procurado – o Mirante do Canyon.

 

Sobre o Mirante do Canyon

 

Entrada: Gratuita.

 

Horário: Aberto.

 

Duração do passeio: Em torno de 40 min.

 

Como Chegar:

 

Após o restaurante do Turvo, andei sentido Passos mais 5,4 km e cheguei a entrada do mirante. Você irá ver muitos carros estacionados no acostamento. Neste dia, paramos um pouco mais afastado, uns 100 m, em uma entrada de estrada de terra, pois tínhamos escutado que a polícia estava multando os carros estacionados irregularmente no acostamento.

 

O acesso ao mirante é supertranquilo, apenas 300 metros da rodovia e plano, lá temos uma visão incrível das duas cachoeiras que desaguam no Canyon. Por ser gratuito e de fácil acesso nem preciso dizer que lá está sempre lotado, né?

 

Em frente ao mirante há uma outra cachoeira gratuita e bem bonita, a Diquadinha.

 

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

 

1- Orçamento minha viagem: R$ 249,75 / dia / pessoa.

 

Considerado: Gastos com carro (14 km /l) e pedágio dividido por 4 passageiros + Passeios + Compras + Alimentação fora Hospedagem Airbnb + Viagem de Montes Claros a Piumhi.

 

2- Orçamento sem hospedagem e combustível do deslocamento MOC – Piumhi: R$ 122,98/ dia / pessoa.

 

Muito mais dicas e informações no http://www.queromochilar.com.br

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Muito bom seu relato, vou para a região em agosto e seu roteiro é muito parecido com o meu, inclusive quero passar em Vargem Bonita para conhecer o parque da Serra da Canastra. Fiz também a mesma escolha em me hospedar em Piumhi pelo aplicativo Airbnb (estava receosa com esse tipo de hospedagem, bom saber que deu certo para você), então seus mapas vão ser de grande ajuda para mim. Obrigada pela riqueza em detalhes, vai ser de grande valia.

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    • Por Filipe Salese
      Tudo começou com uma brincadeira... ãã2::'>
       
      Pratico Escalada e técnicas verticais em geral, sou fã desse esporte fantástico, até que postei mês passado no Face um vídeo do Esporte Espetacular falando sobre o PsicoBloc "Escalada Solo, sem equipo, queda na água, mar, represa, rio, etc" e a região de Capitólio MG é um paraíso para essa modalidade.
      Citei o nome de uns amigos que conheci atravez da escalda e perguntei quem arrumaria a lancha, "com um tom de ironia", quando um deles, me fala que tem um conhecido pela região que faz o serviço de barco na represa, onde é praticado o PsicoBloc. Não deu outra, preparamos tudo, e decidimos ir no feriado de Páscoa.
      Era pra irmos em quase 20, como sempre, alguns desistentes, outros em cima da hora, e acabamos partindo em apenas 5 de SP e 1 de Bauru.
       
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      vista da Usina.
       
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      Acordamos no Sábado cedo e fomos fazer o passeio de Lancha para os Canyons, praticar o PsicoBloc e conhecer aquela maravilha de local, porém estava lotado, agendamos pro Domingo e partimos pra Pedra do Chapéu, a idéia era fazer uma trilha até o Cume, porém fomos informados que é possível chegar no cume de carro, blz, a estrada é de terra, carro normal sobe, porém com alguma dificuldade, mais sobe, aproximadamente uns 9km até o Pico.
      Sentido Capitólio, entrando na Pousada Engenho da Serra. Existe placas, é fácil/simples o acesso.
       
       

      Vita do Cume Pedra do Chapéu
       
      Hora do almoço, paramos em um restaurante na saída de Capitólio, um almoço divino, completíssimo, muita variedade típica culinária Mineira, saiu por 22k por cabeça.
       
      Próxima parada seria a cachoeira Serra da Mata, basta entrar a direita na pousada do Rio Turvo na própria MG050 e seguir por 9km, estrada de terra, deixe o carro em frente a uma escola abandonada e siga a trilha.
       
      Atenção, existe um enorme poço, mais não é legal entrar para nadar, aguá muito agitada devido a grande força da queda, e muito escura, barro/argila no fundo, não é possível ver onde se pisa/nada, é possível chegar atras da queda, visão show, mais
      muito cuidado.
       
      Difícil acesso.
       

      Cachoeira do Rio Turvo, ou como conhecida pelos locais, Cachoeira Serra da Mata.

      Atras da Queda
       
       
       
      Retornando para o camping, paramos na Cachoeira da Dicadinha, fica ás margens da MG050, sempre tem mts carros parados próximo a Rodovia, se prestar atenção é possível ver a Cachu, poço para banho, muito bonita, porém muito lotada.
       
       

      Cachoeira Dicadinha
       
      Começou a cair a noite e paramos na Barragem da Usina para apreciar o por do sol, chegamos atrasados, rs mais deu pra fazer umas fotos.
       
       


      Anoitecer na Barragem da Usina.
       
      Domingo acordamos cedo, tomamos um café, 6k o Bule de café no Camping.aproximadamente 1,5 L de puro café
      e partimos pro passeio principal.
       
      No restaurante do Turvo as margens da MG050, saem passeio de Chalana e Lancha.
      O passeio de Chalana dura 3horas, e visita 2 locais, o de Lancha dura 2horas e visita 4.
       
      Chalana R$40,00
      Lancha R$50,00
      O mínimo é de 8 pessoas, mais conseguimos fechar pra 6 por R$300,00 total saindo 50k por cabeça, resolvemos pegar o de lancha, compensa mais, o deslocamento é mais rápido, e o passeio mais privativo.
       
      A principal, loka D+, tem uma pequena pedra do lado esquerdo onde é possível uns jumps,

      1º Parada Cachoeira dos Canyons
       
      Gruta do tucanos, onde a lancha vai até uma pequena fenda que é possível, entrar nadando por ela, local show, porém nao vimos nenhum Tucano. rs
       

      2º Parada, gruta dos Tucanos
       
       
      Esse era o pico onde iriamos praticar o PsicoBloc, é possível subir descalço, mais cuidado, quinas cortantes, estávamos de sapatilha, oq ajudou bastante. O local é ótimo para fazern uns Cliff Jump, é possível saltar da altura que desejar, mais tem q escalar solo antes, tranquilo, em caso de queda cai na água, fundo aproximadamente 40m.
       
       

       

       

       

       
      3º Parada, Cachoeira da Cascata-PsicoBloc
       
      4º Parada seria a lagoa azul, como é possível acessar por carro, resolvemos enforcar essa e matar o resto do tempo na cascata, vale a pena, as margens MG050 pare o carro em um restaurante, "tem placa-Lagoa Azul" e paga-se uma taxa de 10k por pessoa para visitar, podendo ficar o dia todo, lá em baixo tem outro restaurante flutuante, que serve porções, 15k Batata, 20k Peixe e Carne, provolone, bebidas e afins.
       
       
       

       

      Lagoa Azul
       
      Dica, leve Snorkel, vale muito a pena fazer Snorkelling nas cachu, uma mais linda que a outra, pra quem gosta de uns Jump, Cachoeiras Filó, Cascata, POço atras do camping Quebra Anzol,
      O camping do Turvo saia por 150k o feriado todo, o Quebra Anzol ficou por 20k o dia, totalizando 60k por cabeça.
       
      Tem ainda a Cachoeira do Lobo, que falam que é show, mais não tivemos tempo de conhecer, ficara pra próxima.
       
      É uma trip show e não gastamos muito, totalizando Pedágio, Combustível e Almoço em restaurante saiu menos de 200k por pessoa, tirando oq levamos de casa para café e a cachaça..
       
      Mais fotos no Face:
      http://www.facebook.com/media/set/?set=a.254642411298937.56126.100002595409024&type=3
       
      Logo menos jogo o vídeo da trip e mando o Link.
       
      Abraços e boas Trips...
    • Por FerFabri
      Salve, viajantes!
       
      Vou usar esse espaço para compartilhar com vocês minha experiência de viagem para um dos lugares mais lindos de Minas Gerais. Fui com mais 5 amigas no ferido de Tiradentes desse ano (2017), e quando começamos a organizar a viagem, foi bastante penoso encontrar informações sobre passeios, campings, restaurantes, etc. Por tanto, quero que esse texto facilite as coisas para quem se interessar em conhecer esse destino "necessário" a todos que amam viajar.
       
      Não é meu intuito descrever cada km percorrido, mas passar as informações sobre Capitólio que apenas conseguimos quando chegamos lá e, dessa forma, ajudar você com seu roteiro.
       
      Ficamos hospedados em uma casa no centro de Capitólio. A família passa os finais de semana em outro lugar da cidade para alugar o espaço, por tanto, se você escolher essa opção, não terá que se preocupar com colchões, roupa de cama, nem nada. A casa possui tudo, utensílios domésticos, inclusive, e é ótima, fica próxima a mercado, farmácia e a rua principal da cidade. Pagamos o total de R$ 600 pelos três dias (R$ 33/dia para cada uma), valor que deve ser mais baixo em finais de semana comuns ou baixa temporada. Além disso, o preço era menor do que qualquer camping que conseguimos contatar (R$ 35 em média)! Além de maior conforto, pois estava um pouco frio e nublado, livramos o bagageiro de barracas e sacos de dormir.
       
      O contato para a hospedagem foi feito com a empresa que realiza passeios de lancha pelo Lago de Furnas (vou descrever essa parte melhor logo abaixo), que se chama Capitólio Turismo. A empesa oferece diversos tipos de passeios, aluguel de casas e ranchos. Não cabe a esse texto detalhar isso, entretanto, deixo com vocês os dados para contato com o Seu Elias:
      www.capitólioturismo.com.br
      (37) 9 9966-2937 (vivo) whatsapp
      R Dr. Avelino de Queiroz, 832 Centro - Capitólio/MG
       
      [DIA 1]
       
      Antes de chegar a cidade, fizemos uma parada num dos principais pontos turísticos do lugar, o Mirante do Lago de Furnas. Você pode encontrar pelo maps, mas é preciso deixar o carro na rodovia (em um dos pequenos pontos de parada) e chegar até ele caminhando alguns metros. A rodovia é frequentada por caminhões, portanto, tenha cuidado. Em contrapartida, a vista vale tanto a pena que você PRECISA fazer essa parada! Ah, nada é cobrado para acessar o local.
       

       
      Chegamos na cidade no dia 21, próximo das 13h. A primeira parada foi para o almoço no Restaurante Tropeiro (ponto 13 do mapa abaixo) e recomendo com contundência o lugar. Os pratos são generosos, dois à la carte serviram 6 pessoas e todos trazem comidas típicas da culinária mineira. Com as bebidas, gastamos em torno de R$ 30 cada. No entanto, a cidade oferece várias outras opções.
       

       
       
      Depois, após pegarmos a chave com seu Elias e descarregamos as malas, partimos para a Cachoeira do Grotão, que fica a 11km do centro, com acesso pela MG-050 mais um trecho de terra em bom estado. O lugar pode ser localizado pelo maps no celular, e o caminho é bem sinalizado. Chegamos lá em torno das 16h e nos cobraram uma taxa de 15 reais por pessoa para entrar (não aceitam cartão), valor que caiu para 80 reais no total depois de alguns minutos pechinchando. Água gelada, alma lavada!
       

       
      [DIA 2]
       
      O Segundo dia começou com a Trilha do Sol. A trilha é de dificuldade leve, em geral, e moderada em alguns trechos. Demora cerca de 4h para ser percorrida, contando com as paradas nas Cachoeiras do Grito, Poço Dourado e No Limite, além do Mirante. Há guias e pontos de referências em todo o trajeto. O custo do passeio fica 40 reais por pessoa (aceitam cartões de crédito). Há também um restaurante nesse lugar, mas os preços não são lá tão atrativos, optamos por levar lanches e almoçar em casa depois.
       


       
      Poço Dourado

       
      Mirante no Limite

       
      No Limite

       
       
      No período da tarde realizamos o passeio de Lancha pelo Lago Furnas. Há vários pacotes com duração e pontos de parada diferentes. Optamos pelo passeio de 4h, com valor de R$130 por pessoa, que valeu muito a pena, inclusive, durou 6h! Esse passeio inclui cinco pontos do Lago de Furnas, que são eles: Lagoa Azul (Nesse, cobram R$ 30 no local para que você tenha acesso a piscina natural, há também um bar flutuante na área), Cascatinha, Vale dos Tucanos, Canyon e o “kanto da ilha” que é um restaurante às margens do Lago de padrão e preços altos. Há também a Cervejaria de fabricação artesanal Scarpa. É importante levar um agasalho se for fazer esse passeio a tarde também. Voltar na lancha no fim do dia depois dos pontos de mergulho foi penoso.
       

       
       
      [DIA 3]
       
      Dia de voltar! Acordamos bem tarde para aguentar o trajeto de volta. Na MG-050, alguns km após a saída da cidade, você pode (e deve) visitar o Queijos Califórnia. É possível encontrar os queijos, doces, carnes defumadas, artesanato e cachaças típicas de todo o Estado de Minas Gerais. Não aceitam cartão nesse lugar por conta da falta de sinal de telefone. Por falar nisso, tivemos acesso a conexão 3G razoável, com operadoras vivo e tim, em toda a cidade, mas é bem falho quando você se afasta do centro. Por tanto, trace e salve as rotas dos pontos turísticos antes de partir. Há vários! Fica difícil escolher o que fazer. Deixo com vocês o mapa turístico do local logo abaixo. Cada ponto traz a distância que possui em relação ao centro da cidade, mas essa informação não está muito correta. Confie no GPS.
       

       
       
      Agradeço a sua leitura e espero ter ajudado. Estou à disposição para quaisquer outras informações, basta deixar sua pergunta nos comentários!
      Boa viagem!!
    • Por Eliel Guerreiro
      PRÉ-EXPEDIÇÃO A CAPITÓLIO!
      Passeio incrível nas montanhas e Gran cânionda região, lugar sensacional. De Belo Horizonte até lá de carro você gasta em média 3:30min com 4 pedágios na rodovia, lá você encontra Cachoeiras e trilhas próximas, o passeio de lancha custa em média R$ 70,00 (com método turco consegui até $45,00) almoço a vontade com sobremesa paguei R$25,00, pousadas de $150 à $400, andando um pouco adiante você visita a hidrelétrica de Furnas e a cachoeira da filó, aproveitei e fiz um tour intenso pela Serra da canastra, breve mais fotos das expedições. Abraços.


    • Por rafacarvalho33
      Confesso que tinha um pouco de preconceito com Capitólio, como era um lugar que tinha ganhado muita fama aqui em São Paulo nos últimos anos pelo passeio de lancha por Furnas, eu acreditei que era um destino um pouco "gourmetizado" para mim, mas ao chegar lá percebi que daria para fazer muitos passeios de graça e com um contato grande com a natureza, como fui no meio da semana estava tudo muito vazio, isso deu um charme a mais aos locais visitados, não que eu tenha nada contra as pessoas, mas quando você esta naquela cachoeira sozinho ou acompanhado com 100 famílias, muda toda a vibe do lugar hahaha .

      Fiquei duas noites e um dia na cidade, ou seja, tive apenas um dia inteiro para fazer os passeios, pois cheguei de noite, montei barraca, ai o dia livre para fazer tudo que é possível, dormir e no dia seguinte partir cedinho para Serra do Cipó, mas tivemos a sorte de ter algumas dicas no camping e organizar um roteiro muito bom que deu para ver muitas coisas, confira o relato abaixo:
       
      - Hospedagem
       
      Capitólio é uma cidade muito turística que vem recebendo centenas de turistas a cada fim de semana, digamos que foi uma “área” descoberta recentemente por sua beleza natural, há um bom numero de lugares para se hospedar, seja hotel, pousada ou camping, como estávamos na pegada mais barata encontramos um Camping na beira da estrada que fica a uns 20 km do centro de Capitólio, mas que fica mais próximo de todos os outros passeios,  poderíamos ter pesquisado mais e provavelmente encontraríamos lugar mais barato, mas como chegamos a noite e sem informação, não tínhamos muita escolha, ficamos no primeiro que vimos.
       
      O escolhido foi o Camping Canarinho, a diária por pessoa sai 35 reais, a estrutura do local é excelente, além disso, a senhora que cuida do camping é um amor de pessoa e nos deu toda as dicas possíveis da região, fez total diferença já que teríamos só um dia para fazer o máximo de passeios possíveis e nos ajudou a montar um roteiro barato, fugindo dos lugares caros. 


      - Alimentação
       
      Como tínhamos um isopor e passaríamos o dia todo rodando, a ideia foi fazer sanduíches e comprar frutas como café da manhã e almoço, os mercados mais pertos ficam no centro da cidade, a noite saímos para buscar um lugar para jantar e foi difícil encontrar, no centro da cidade tem muitos restaurantes porém com preços na faixa de 35 reais, mas procurando bem encontramos um macarrão com carne moída a 10 reais e no dia seguinte a solução foi comer hambúrguer por 10 também. Outra ideia é cozinhar também no camping, mas como o dia foi tão corrido, o cansaço era grande para cozinhar.
       
      - Transporte
       
      Infelizmente no Brasil o turismo não tem o investimento e a estrutura que merecem, geralmente se você não tiver um carro, você não conseguira chegar a lugar nenhum, só se estiver viajando de bike ou carona, pois se depender de transporte público dificilmente chegara nos lugares turísticos. diferente de outros países que conta com uma rede de turismo forte, ou então vai ter que depender de agências de viagem que vão cobrar o olho da cara. O que posso recomendar é ter um carro, ou alugar um, pegar o mapa da cidade com os pontos de seu interesse e dirigir ate ele, nada que perguntando, não se chegue.
       
      - Segurança
       
      Capitólio me pareceu ser super tranquila, com o jeito de cidade do interior, tranquilo e mais seguro, comparado com a minha cidade, logicamente, que nem preciso falar que é bem perigosa.
       
      - Passeios
       
         
       
      Paraíso Perdido: Um dos destinos mais procurados da região, dando a oportunidade ate de acampar no lugar, o lugar parece ser lindo, mas só tem um problema, a entrada custa 40 REAIS, bem puxado para ver algo da natureza, que esta lá com sua beleza natural, pessoalmente sou um pouco contra a esses preços abusivos para ver algo proporcionado pela natureza, mas é a vida.
       
       
      Ao conversar com a senhora do camping, ela nos deu a melhor dica do mundo, seguindo o Paraíso Perdido, você continua ate a estrada e tem outro sítio, chamado Cachoeira Pé da Serra, que é possível chegar ao mesmo lugar, à diferença que o valor cai para 25 REAIS, bem melhor né?! Mas a dica não para aí, se você continuar pela mesma estrada ate o final, chegara a uma porteira, num lugar chamado RETIRO DO VIKING, o sítio é de um dinamarquês e quando ele esta lá, cobra apenas 15 reais a entrada, a diferença que muitas vezes ele não esta, aí é só você entrar e curtir tudo de graça, foi o que aconteceu com nós, fomos lá, não encontramos ninguém, seguimos a trilha e tivemos a oportunidade de conhecer duas belas cachoeiras, tudo isso de graça e graças à dica do Camping Canarinho.
       
       
       
      Cachoeira Fecho da Serra:  De Capitólio a Paraíso Perdido você passara por uma ponte, depois dela a primeira direita você entra na estrada de 07 km para a Cachoeira Fecho da Serra, tudo por estrada de terra, ali você vera uma escola abandonada do seu lado direito, da para abrir a porteira, deixar seu carro lá e fazer o caminho a pé ate a cachoeira, da para descer ate a boca dela, mas a estrada piora e como nosso carro era baixo, preferimos não arriscar, o lugar é totalmente gratuito, não paga nada para entrar. Vale muito a pena ir.
       
         
      Mirante dos Cânions: Na estrada Capitólio sentido Paraíso Perdido, ao seu lado esquerdo você vera uma cerca verde e um estacionamento, ali será o lugar que você pode parar para apreciar o mirante, que é a vista de cima da formação do Cânion, vale muito a visita, a natureza do local é impressionante, e aproveite e dê uns gritos para escutar os ecos hahaha . Lembrando que esse passeio é totalmente gratuito.
       
         
      Cachoeira Dicadinho: De frente a entrada do Mirante tem uma pequena entrada para a trilha, que são uma série de cachoeiras no qual você pode ir avançando e conhecendo, o bom que é totalmente gratuito e como você já esta ali no Mirante, não custa nada né?!
      Capitólio oferece passeios para mais uns 4 dias no mínimo, a diferença que muita coisa é paga, pois fica em propriedade privada, existe a Trilha do Sol, passeio de barco em Furnas e por ai vai, o nosso roteiro deu para fazer em 1 dia, chegamos a noite, acampamos, acordamos cedo e fizemos todos esses passeios que eu descrevi e voltamos para o camping para descansar e no dia seguinte seguir viagem para Serra do Cipó. Como nosso tempo era curto foi a melhor saída buscar fazer os passeios bons e gratuitos.
       
      É isso ae galera... nos próximos dias sairá mais relatos de Serra do Cipó, Conceição do Mato Dentro, Diamantina e o destino final que foi a Chapada Diamantina.
       
      Espero que tenham gostado do relato e...
       
      Follow me.
    • Por Bruna M.Correard
      Faço o relato no intuito de dar algumas dicas para quem pretende conhecer esta região, uma das partes da Serra da Canastra/MG. A viagem não foi uma trip independente, descobri um grupo de ecoturismo estilo "excursão" de SP indo pra lá, confirmei com eles de última hora, pois ainda não tinha a informação se teria ou não recesso do trabalho.
       
      A viagem foi no período de 27/12/13 a 1/1/14 e eu fui sozinha, na cara e coragem, sem conhecer ninguém da tal excursão, nem mesmo o organizador! Adianto que tirando alguns perrengues que vou descrever no relato, a viagem foi ótima, os lugares são lindos.
       
      Vamos ao relato.
       
      Dia 27/12- Saída de SP
      Combinei de esperar o Ronaldo, organizador do evento, no Terminal Tietê, nas catracas do metrô sentido Jabaquara. Esperei o cara por horas, como cheguei mais cedo do que previsto, fui tomar um banho no terminal mesmo. Não recomendo, só se você for fazer uma viagem longa, como seria a minha, e tiver suado no trabalho o dia todo, o banho custa uns R$7, se vc quiser comprar toalha e sabonete, sai a R$10, mas o banheiro é cheio de fungos, ou bichinhos estranhos colados na parede, quiçá pulgas...eles não chegam até você, mas argh....nojento!
       
      Ronaldo apareceu lá pelas 22h, e me levou até a van que aguardava ali perto. De lá, fomos até a Estação Tiradentes do Metrô, onde estavam todo o restante do grupo. Já de cara senta ao meu lado a Márcia, gente boníssima e que viajava sozinha também. Todos acomodados, a viagem durou umas 6h, e teve umas duas paradas. Chegamos na pousada do Netto, em Delfinópolis, onde ficamos hospedados durante todo o período.
       
      NÃO recomendo a pousada, pelo motivo da falta de cuidado do proprietário, ele tem duas pousadas na mesma rua, ficamos na Pousada Dois, lá não fica NINGUÉM recepção, ok, só estava nosso grupo e mais pouca gente de carro, mas, eles não trocam roupa de cama, tudo fica concentrado na pousada 1, que depois eu soube que também não ocorre a troca da roupa de cama. A toalha precisamos solicitar. Tem um hotel do lado dessa pousada, quem sabe melhores acomodações. A única vantagem era a localização central.
       
      Chegamos de madrugada, por volta de 4h, fomos recebidos pela Elizandra, que eu inicialmente pensei ser guia ou da pousada, depois soube que é de Guarulhos e tava viajando sozinha por lá, já conhecia o Ronaldo e se dispôs a ajudar.
       
      Dia 28/12 - Fazenda Serro Alegre
       
      Saímos por volta de 9h, após café da manhã razoável na pousada do Netto 1, no roteiro estava este local por todos já terem chego cansados da viagem para fazer trilha e por ser o local mais próximo, mas, sinceramente, não vale a pena, todos os outros locais que fomos são lindos, o Serro Alegre não tem metade da metade da beleza, é um local "comum". Eles servem almoço a R$20 pra comer à vontade, mas há locais com comidas e atrativos melhores.
      Algumas fotos:







       
      Dia 29/12 - Complexo Paraíso
       
      Este local, Complexo Paraíso, não pode ser confundido com Paraíso Selvagem, atualmente infelizmente fechado para visitação. Soubemos de um morador local, dono de lan house, que houve um acidente com turista, que morreu após queda de uma cachoeira de mais de 50 metros, e daí adiante, o proprietário não aceita mais visitantes. Bom, o Complexo Paraíso conta com 8 cachoeiras de diversos tamanhos, e uma trilha puxadinha, que o guia local Tião nos conduziu {único dia em que utilizamos serviços do guia}, Trilha da Casinha Branca, eu considero-a nível médio-difícil, tem bastante subida, muitas pedras, e começa com uma travessia a um riozinho bem raso, mas escorregadio. De cara eu e a Márcia fomos queimadas por uma lagarta verde, quando segurávamos na árvore no começo escorregadio da trilha. nada que uma pomadinha emprestada não aliviasse, ufa
       
      Recomendo fortemente uma caminhada total pelo Complexo, mas com guia, pois o local é muito extenso e é fácil se perder.
      Não almocei lá, como andamos até umas 16h, eu e Márcia já compramos na véspera banana, maçã, pão, queijo e suco, além das barras de cereal que eu levei, com lanche reforçado foi tranquilo!
       
      Fotos:





















       
      Dia 30/12 - Capitólio
       
      Digo tranquilamente que este dia foi a "Cereja do Bolo", fomos a Capitólio para o passeio de Chalana na represa de Furnas, passeio para ver além da represa, os cânions e cachoeiras que ali se formam. Só digo que o lugar é muito mais lindo do que eu poderia supor, e que nenhuma foto capta tanta beleza, é de arrepiar a chegada ao Cânion.
       
      Fizemos reservas prévias com Ronaldo, que não foi no dia, a Elizandra se responsabilizou pelo grupo, e como o pessoal era a maioria tranquilo, fluiu bem. O passeio saiu a R$35 por pessoa e dura aproximadamente 3h30min. De lá, preferimos almoçar num restaurante por quilo, melhor opção, cada um comeu o que quis e o quanto quis.
       
      De lá fomos até Furnas, ver a hidrelétrica, não pode descer do carro e nem parar, passamos devagar para as fotos, é possível parar apenas no Mirante, onde fizemos fotos e seguimos de volta a Delfinópolis.
       
      Fotos:

























       
      Dia 31/12 - Complexo do Claro
       
      Outra fazenda particular, com seis cachoeiras, recomendo o local pelas belíssimas cachoeiras e pelo almoço gostoso e organização do local para recebimento das refeições, além da variedade boa de comida, por R$18 pra comer à vontade. Achei suco de latinha, mas tinha, coisa que no 1º dia me faltou!
      Fechamos os passeios com o Complexo do Claro, devo ressaltar que eu, a Patrícia, a Marta, a Márcia, a Inna e a Denice nos embrenhamos em mata fechada para ver um dos locais que faltava, pegamos um atalho mas com necessidade de facão mesmo pra demarcar a trilha...uma subida punk que se caísse,. rolava penhasco afora, uau! Morri de medo, mas era impossível descer, tive que ir, cortei bastante o braço, as marquinhas duraram uma semana e já passaram, que sufoco!!!












       
      À noite fomos todos a um restaurante numa chácara central, não me recordo o nome, tinham petiscos para self service, tudo incluso já no que pagamos ao Ronaldo, comi salame e queijos, a ceia chegou literalmente meia noite, não sou chegada nestas carnes de porco, tipo leitoa, comi pouco, depois chegou o menu da Márcia, vegetariana, e tinha uma farofa de banana muito boa, além de um bolinho de massa de mandioca e recheio de queijo. Antes vimos algumas queimas de fogos ali do local mesmo.



       
       
      DICA: Delfinópolis é uma cidade bem precária no quesito turismo, existe apenas um guia credenciado, autônomo, visto que os atrativos da cidade não precisam de guia, são propriedades particulares onde a pessoa pode ir sem guia mesmo, mas os locais são distantes do centro, e não há ônibus nem nada pra se locomover, sem carro não recomendo! Se tiver tempo, vá para o passeio da Nascente do Rio São Francisco e Cachoeira Casca D'anta, pretendo voltar para ver estes locais.
       
      É isso, qualquer dúvida, à vontade!


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