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Julio_BH

Roteiro de 4 noites e 3 dias em Florianópolis

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Viajamos um amigo e eu de 04 a 08/10/17. Chegamos em Florianópolis numa quarta à noite, e foi tranquilo pegar UBER do aeroporto para Lagoa da Conceição, região onde nos hospedamos.

Ficamos hospedados no Aldeia Container, que recomendo (reservamos pelo Booking.com).

Florianópolis, carinhosamente chamada de Floripa e também de Ilha da Magia, é uma capital com uma atmosfera de tranquilidade, rodeada de lindas praias e de mata Atlântica. Achei a cidade estruturada para o turismo e com povo receptivo. Fomos em baixa temporada, locais turísticos relativamente vazios (que prefiro), mas com todos os locais que conversamos falaram que a ilha enche bastante no verão, o que não é surpresa né, afinal sol, calor e as praias lindas de lá são uma combinação perfeita.

Fizemos um roteiro bem tranquilo, aproveitando os três dias inteiros que teríamos na ilha. Abaixo o que fizemos em cada dia.

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Aldeia Container

 

Gastos na chegada:

- Passagem área BH-FL-BH – R$360,00

- UBER aeroporto – Lagoa da Conceição – R$15,75

- Jantar no Santi – R$ 23,00

- 04 diárias no Aldeia Container (quarto com duas camas de solteiro, banheiro, utensílios de cozinha, geladeira e fogão) – R$450,00

 

Quinta - Praia do Campeche e Praia da Joaquina.

 

Saímos cedo, tomamos café na região da Lagoa mesmo, visitamos a Igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição (estava fechada) e fomos caminhar na Av. das Rendeiras, depois de bater pernas pegamos um UBER para a praia do Campeche. O dia estava quente, porem com tempo nublado, então a praia não estava cheia. Lá tem estrutura com uns bares e restaurantes. Caminhamos pela areia  e sentamos admirando a ilha do Campeche ao fundo (a ilha está distante da praia alguns quilômetros e há passeios de barco disponíveis para visitá-la, que não fizemos). Depois seguimos para a praia da Joaquina.

Fomos de UBER do Campeche para Joaquina, chegamos e almoçamos por lá. Há vários barzinhos e restaurantes na chegada da praia, próximo ao estacionamento. Praia bem bonita, rodeada de dunas com areia branquinha, um lindo visual, com algumas rochas onde dá para sentar e só ficar comtemplando o mar (o tempo nublado não ajudou muito, mas faz parte).

Voltamos a pé para a lagoa, passando pela AV. das Rendeiras e apreciando o visual.

 

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Igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição

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Vista da Av. das Rendeiras

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Praia da Joaquina

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Dunas na praia da Joaquina

 

Gastos do dia:

- Café da manhã: R$ 20,90

- UBER entre Lagoa e Campeche: R$ 10,42

- UBER entre Campeche e Joaquina: R$ 14,24

- Almoço na praia da Joaquina: R$ 37,29

Jantar na pizzaria Federica: R$ 45,61

 

Sexta - Jurerê Internacional, Praia do Forte e Santo Antônio de Lisboa.

 

Logo após tomar café em uma padaria na região da lagoa, pegamos UBER e partimos para Jurerê Internacional. Olhar a ostentação das mansões não era meu forte, fui mais por causa da praia, que é bonita, mas não tanto como as do dia anterior. O sol estava brilhando, calor então foi dia de tomar aquele banho de mar para repor as energias.

Depois seguimos para de UBER para a praia do forte, onde caminhamos pela orla e depois visitei o Forte. Gostei da visita, a vista do forte é linda. Depois fomos para a chegada da praia, onde há bares e restaurantes e almoçamos. Daí seguimos para Santo Antônio de Lisboa, um bairro da cidade, mas que parece um vilarejo histórico, com suas casinhas coloridas, uma herança da colonização açoriana em Floripa. Não aproveitamos muito lá porque caiu um aguaceiro, eram 16h e já parecia noite. Então voltamos para o hotel.

A noite parou de chover e demos uma caminhada na região da lagoa e jantamos na hamburgueria artesanal O Açougueiro. Depois do jantar visitamos o Mirante da Lagoa.

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Praia de Jurerê Internacional

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Praia de Jurerê Internacional

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Praia do Forte

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Praia do Forte

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Santo Antônio de Lisboa

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Mirante da Lagoa da Conceição

 

Gastos do dia:

- Café da manhã: R$13,50

- UBER Lagoa – Jurerê: R$ 18,60

- UBER Jurerê – praia do Forte: R$ 3,37

 - Entrada no forte: R$ 8,00 a inteira.

- Almoço na praia do Forte: R$37,40

- UBER praia do Forte – Santo Antônio de Lisboa: R$ 16,92

- Lanche no Café da Praça em Santo Antônio de Lisboa: R$ 14,80

- UBER Santo Antônio de Lisboa – Lagoa da Conceição: R$ 37,55 (tarifa dinâmica – estava caindo um temporal na ilha)

- Jantar no O Açougueiro: R$ 48,95

 

Sábado

Compras e Almoço no Mercado Público

 

No Mercado Público de Florianópolis você encontra com peixarias, lojas com suvenires/artesanato e restaurantes com várias opções de pratos em um ambiente bem descontraído. Horário de funcionamento:

As lojas ficam abertas de segunda a sexta-feira das 7h às 19h e aos sábados das 7h às 14h. Não abrem aos domingos. Já os bares, poderão funcionar em dias úteis até 22h e, nos fins de semana e feriados até às 17h.

Depois de ir embora do mercado, que fecha cedo aos sábado fomos caminhar pelo centro e depois seguimos a pé pela na Av. Beira Mar curtindo a vista, até que começou a chover.

 

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Mercado Público

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Av. Beira Mar

Gastos do dia

- Café da manhã: R$15,00

- UBER Lagoa – Mercado Público: R$ 12,46

- Almoço e cervejinhas no mercado: R$ 57,86

- UBER Centro - Lagoa: R$ 12,65

- Jantar na pizzaria Federica: R$ 40,54

 

Domingo

 

Saímos cedo para o aeroporto.

Gastos do dia:

UBER Lagoa – Aeroporto: R$13,87

- Café da manhã no aeroporto: R$11,00

 

Dicas Gerais

      É bem tranquilo encontrar UBER em Floripa. Só pegamos uma tarifa dinâmica, para voltar de Santo Antônio de Lisboa para a Lagoa, por que começou a chover muito e o transito da ilha bagunçou.

      Gostamos bastante de termos nos hospedados na região da Lagoa da Conceição com boas opções de barzinhos e restaurantes.

      Não sentimos falta de segura na cidade, mas fica a dica para que vale para qualquer cidade no mundo: Ficar de olho aberto no entorno e evitar andar por lugares ermos, sobretudo a noite.

      Gostamos do atendimento em todos os bares, restaurantes e dos motoristas de UBER que pegamos.

Três dias não foram o suficiente para curtir toda a ilha de Florianópolis, mas essa primeira visita nos deixou com gosto de quero mais.

Qualquer dúvida é só perguntar.

Abraço,

Júlio.

 

 

  • Gostei! 3

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Oi, Andressa. Eu não visitei a ilha, mas nas minhas pesquisas pre-viagem consultei o site: http://www.guiafloripa.com.br/turismo/ilhas-florianopolis/ilha-do-campeche

Onde tem a seguinte informação:

“Há três pontos de saída de barcos para a Ilha do Campeche. A partir da Praia da Armação, o transporte é realizado em embarcações de pesca artesanal, licenciadas pela Capitania dos Portos, e o trajeto dura entre meia hora e quarenta minutos. A partir da Praia do Campeche, o transporte é realizado por botes infláveis e o percurso dura entre 10 e 15 minutos. Já a saída da Barra da Lagoa, é feita em embarcação fechada e o percurso dura uma hora e vinte minutos. Os valores variam entre R$ 75 a R$ 150, para o percurso de ida e volta. Saídas da Praia da Armação – Entre R$75 a R$ 90 por pessoa. Crianças até 06 anos não pagam. Saídas da Praia do Campeche – Entre R$100 a R$ 150. Saídas da Barra da Lagoa – Entre R$100 a R$150.”

 

Agora se vc estiver indo no verão, alta temporada, pode pegar preços mais altos.

 

Espero ter ajudado.

Abraço.

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Julio...... novidade mas estranho.... hospedagem num contaner?  achei muito ROOTs..... vc tem foto da parte interna do container?  acho que nao teria coragem de me hospedar neste container.....  se pelo menos fosse de frente a praia....:D

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Boa tarde, Kenji!

Internamente o roteiro é igual um quarto de hotel mesmo, com Miño cozinha e banheiro. Gostei muito de ficar rodeado de natureza, barulho do córrego próximo, muito bom. Olha umas rotos internas do Booking.com ( eu não tirei🤦🏾‍♂️). Abraço!

http://www.booking.com/Share-t54uIw

 

 

 

 

 

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7 horas atrás, Julio_BH disse:

Boa tarde, Kenji!

Internamente o roteiro é igual um quarto de hotel mesmo, com Miño cozinha e banheiro. Gostei muito de ficar rodeado de natureza, barulho do córrego próximo, muito bom. Olha umas rotos internas do Booking.com ( eu não tirei🤦🏾‍♂️). Abraço!

http://www.booking.com/Share-t54uIw

 

 

 

 

 

Por dentro eh bem bonitinho mesmo...  mas mesmo assim para mim hospedar teria que ser bem baratinho mesmo.... se bem que a diaria que vc pagou nao esta tao caro.....   Qual a localizacao do container?  uma coisa que eu prezo tb eh a localizacao, perto da praia e das comodidades.... Da ultma vez estive hospedado no hostel da barra da lagoa, ate queeh bom.... e pertinho dos comercios da barra....

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Em 31/10/2017 em 09:25, Andressa Carneiro disse:

Olá. Sabe dizer quanto estava o passeio para a Ilha do Campeche?

ola Andressa....  faz muito tempo atras que fui ao campeche.... nao sei dos preços.... mas o passeio que peguei foi na barra da lagoa, o passeio consiste em sair de manha cedo creio que umas 9 horas e o barco chegando a ilha todos descem pelo bote inflavel e sao deixados na ilha para curtir o dia.... Tem restaurante no local para o almoço e tb tem um passeio monitorado na ilha que trata da preservacao da ilha.....  a tardezinha o barco vem pegar todos de volta.....  Acho muito valido este passeio.....

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Em 15/11/2017 em 01:06, Kenji disse:

Por dentro eh bem bonitinho mesmo...  mas mesmo assim para mim hospedar teria que ser bem baratinho mesmo.... se bem que a diaria que vc pagou nao esta tao caro.....   Qual a localizacao do container?  uma coisa que eu prezo tb eh a localizacao, perto da praia e das comodidades.... Da ultma vez estive hospedado no hostel da barra da lagoa, ate queeh bom.... e pertinho dos comercios da barra....

Bom dia, Kenji.

 

O Aldeia Container fica na Lagoa da Conceição, em uma rua bem pacata a poucos minutos a pé do centrinho da Lagoa. Gostei da Localização.

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    • Por bstorquato
      Visitar Florianópolis é uma experiência incrível, a Ilha da Magia, na minha opinião, é um dos melhores destinos brasileiros. Não importa se você é amante da natureza e gosta de tranquilidade ou se gosta de bares e baladas. Em Florianópolis você tem de tudo.
       
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      O que fazer em Florianópolis
       
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      Lagoa da Conceição.
       
      Meu lugar preferido em toda a ilha, aqui existem muitas opções, sejam atividades, restaurantes, barzinhos, etc. Eu recomendo:
       

      Stand-up paddle. 20 reais meia hora.
      Passeio de barco. 10 reais para um passeio de 1hr.
      Sandboard. Não tenho certeza mas acredito que seja em torno de 30 reais 1hr.
       

       
      Além dessas atividades, muita gente faz piquenique na beira da lagoa, ou passa a tarde caminhando pelas lojinhas de artesanato, e pra fechar o dia uma boa cerveja num dos diversos bares e restaurantes é uma ótima opção.
       
      Ainda na Lagoa, recomendo 2 lugares ótimos. Bar do Boni é um restaurante na beira da lagoa que oferece boas porções e algumas opções de cervejas artesanais, recomendo a porção de isca de côngrio. E o The Black Swan é pub inglês de excelente qualidade, serve ótimas porções e oferece diversas opções de choppes, inclusive alguns ingleses.
       
      Passear pelo centrinho da lagoa é um bom passatempo, tem diversas lojinhas, bares, pessoas vendendo artesanato na rua, feirinhas e etc. Tem até um espaço de food trucks com várias opções. Bem bacana!
       

       
      Trilhas
       
      Trilha do Gravatá
       
      Essa é uma trilha bem tranquila com duração media de 30min e que pode ser feita até de chinelo. A entrada é já do lado do Bar do Boni e a primeira parte é bem curta, terminando numa rua, na qual você desce um pouco, atravessa e começa a segunda parte. O final da trilha é numa praia incrível com água clara e azul, também há uma uma casa onde mora um senhor muito simpático. Passando essa praia e subindo no próximo pico é possível ver a Praia do Mole.
       

       
      Trilha Piscinas Naturais
       
      Para chegar nessa trilha vá até a Barra da Lagoa e chegando lá, caminhe para a direita até o final da praia, onde vai ter uma ponte, atravesse a ponte e siga sempre em frente. Simples assim. Também é uma trilha leve de mais ou menos meia hora e vale muito a pena, o lugar é muito bonito.
       

       
      Trilha da Lagoinha do Leste
       
      Talvez a mais famosa trilha de Florianópolis, a Lagoinha do leste é imperdível para quem gosta desse tipo de atividade. É no final dessa trilha também, que fica a famosa pedra da coroa.
       

       
      Até a praia, são aproximadamente 60 minutos de trilha, de dificuldade leve/moderada. A trilha é bem construída e sinalizada, mas é uma subida um pouco pesada e pode ser cansativa. Da praia até a pedra da coroa são mais uns 45 minutos de pura subida. Esse é o trecho mais pesado de toda a trilha, mas a vista faz valer a pena.
       

       
      Além da trilha, também é possível conhecer a praia da lagoinha do leste de barco, que custa R$ 40,00 na alta temporada.
       
      Beira Mar Norte
       
      A melhor opção para fazer uma caminhada/corrida, passear de bike ou quem sabe até fazer um passeio de barco. A beira mar norte é uma boa opção para passar o final da tarde e ver pôr do sol, e depois jantar em um dos restaurantes ali localizados.
       
      Reveillon
       
      A noite da virada de Florianópolis é considerada uma das mais bonitas do país, e não é por menos. Passei a virada de 2015/16 lá e foi fantástica, foram mais de 20min de queima de fogos, junto com diversos shows na beira mar norte, bem no estilo Rio de Janeiro. O clima é bem tranquilo seguro e familiar, com uma estrutura muito boa, contando com banheiros, enfermaria e um bom número de policias para garantir a segurança.
       
      Gastronomia
       
      - Sanduicheria da Ilha. O melhor lugar da ilha pra comer um sandubão caprichado, fica na beira mar norte e oferece um cardápio bem completo.
       
      - Santo Antônia de Lisboa (Bairro). Esse bairro merece um destaque aqui, um pouco afastado do centro da ilha, lá encontram-se muitos restaurantes ótimos, com comidas para todos os gostos. Além disso ainda tem um clima muito aconchegante e até romântico.
       
      - Mercado Municipal. Mercadões são sempre ótimos lugares pra comer e em Florianópolis não podia ser diferente. O mais famoso no mercado é o Box 32.
       

       
      - Guacamole. Rede de restaurantes mexicanos, em Floripa o guacamole fica na bera mar norte e sempre lota, é bom chegar antes das 19h.
       

       
      - Rosso Restro. Conhecido pelo seu famoso Polvo à Rosso, eleito o melhor polvo do Brasil, o Rosso está localizado em Santo Antônia de Lisboa, na beira do mar e com um ambiente fantástico.
       

       
      - Costa da Lagoa. A Costa da Lagoa é uma pequena parte da ilha onde só se chega através de trilha ou pegando o barco na lagoa da conceição. Só o passeio já vale a pena, mas também tem restaurantes por ali. O mais recomendado é o que está no pier número 19, mas em todos os piers tem algum lugar bacana pra comer.
       
      - Bar do Arantes. O Bar do Arantes é famoso mundialmente, você talvez até já tenha ouvida falar. O restaurante funciona desde 1958, e fica localizado no bairro Pântano do Sul, que é muito procurado pelas trilhas. A fama do bar deve-se aos bilhetinhos, que antigamente eram deixados por mochileiros, avisando os colegas que chegariam mais tarde, onde encontrá-los. Hoje isso virou tradição no bar e quem passa por lá deixa o seu bilhetinho. Já são mais de 70 mil bilhetes colados pelas paredes do bar!
       

       
      Pântano do sul
       
      Pântano do sul é um bairro bem ao sul da ilha, cheio de trilhas e natureza. Ao contrário do centro e norte de Florianópolis, esse é um bairro bem menos agitado, apesar de bastante visitado. Turistas vão diariamente para lá para fazer a trilha da Lagoinha do Leste e visitar o Bar do Arantes, mas não costumam se hospedar por lá.
       

       
      Em minha última viagem à Florianópolis, ficamos hospedados em Pântano do Sul, e foi perfeito pra relaxar. A praia é ótima e tranquila, sem muita gente, também fizemos uma trilha e descansamos bastante. Mas recomendo se hospedar lá se quiser mesmo fugir do agito, pois todo o resto dos atrativos da ilha ficam bem longe, e a estrutura do bairro é fraca, com poucos mercados e lojas.
       

       
      Hospedagem
      Florianópolis tem hospedagem pra todos os gostos e bolsos, eu geralmente fico na casa de um amigo, mas já sei que vários hostels da ilha estão entre os melhores do Brasil.
       
      Minha dica é: pegue algum que seja bem localizado, assim você não depende de transporte, o que facilita bastante. Recomendo se hospedar na Lagoa da Conceição.
       
      --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
       
      Florianópolis é sem dúvida uma das cidades mais bonitas do Brasil e definitivamente merece uma visita, gosto muito da cidade e estive por lá diversas vezes. Não deixe de ir caso esteja pela região.
    • Por kely.alves
      Muitos me questionaram porque ir para Florianópolis que é a Ilha da Magia em pleno outono e a resposta foi bem simples: MEGA PROMO!!
      Tava um valor bom, então bora fazer desse limão uma limonada delícia. 😀
      Floripa é muito conhecida por suas praias exuberantes e gente bonita passando para cima e para baixo. Mas por conta do período do ano (Outono) eu sabia que não daria praia, mas que poderia fazer muitas outras atividades como trilhas e bater perna por outras áreas.
      Época fria, mas tive a sorte de não pegar chuva nenhum dia, então, foram dias e noites bem aproveitados.
      Eu dispunha somente de um final de semana prolongado, então fiz muitas coisas nesses meus 3 dias e meio. Mais uma vez com a ajuda de alguns amigos desse site, consegui fazer a seguinte programação:
      13.06.2018: Chegada em Floripa (à noite)
      14.06.2018: Trilha Lagoinha do Leste
      15.06.2018: Tour Área Norte: Santo Antonio de Lisboa, Jurerê Internacional, Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Barra da Lagoa
      16.06.2018: Trilha da Galheta
      17.06.2018: Jogo do Brasil e retorno para SP
      Dia 1: Chegada em Floripa
       

      Dentre as muitas opções que me foram dadas, optei em me hospedar na Lagoa da Conceição por ser o centro efervecente de Floripa, uma boa quantidade de hostels, restaurantes, bares, mercados, fácil acesso ao Sul e ao Norte. Enfim, localização perfeita!
      Me hospedei no Gecko´s hostel http://www.geckoshostel.com/ (RECOMENDO!!) e com um valor ótimo de diária R$ 30,00 sem café da manhã. Caso opte pelo café, paga-se R$ 10,00 a mais.
       

      📌Sugestão:
      Faça suas compras nos mercados próximos. Há opções de orgânicos, sacolões, mercados grandes, mercados menores, padarias com pãoes quentinhos. É possível usar todos os utensílios da cozinha do hostel. Sai mais barato e você pode fazer um café mais reforçado, pois achei bem fraquinho o deles. Para o jantar, sugiro o mesmo, pois só tinha lanches disponíveis nos arredores e precisava de comida por conta da energia gasta nas atividades. Sendo baixissima temporada, muitos locais estavam fechados. Na ponta do lápis, foi uma ótima economia também!💲
      Do aeroporto até o hostel o percurso foi de meia hora e custou R$ 26,00 com uber. Chegando lá, a recepcionista me perguntou se eu estava afim de ir numa festa numa balada onde a entrada era VIP até 23h30 e tinha um free shot de Catuaba pelo simples fato de estar hospedada com eles (ganharam pontinho positivo). Com meu colega de quarto (que tinha acabado de conhecer e topou meu convite) partimos para essa vibe underground chamada Santa https://pt-br.facebook.com/santalagoa/. O lugar toca um pouco de tudo desde funk a clássicos indie anos 2000. Tava meio vazio, mas o pouco pessoal que lá estava tocaram o terror e foi bem animado.
      Voltamos cedo porque no dia seguinte seria o único dia de sol daquele final de semana e queria fazer a melhor trilha de todas.
      Dia 2: Trilha Lagoinha do Leste
      De todas as dicas que recebi a mais indicada foi essa trilha. Ela possui dois caminhos: um fácil e rápido (sem vista) ou um mais longo e com vista espetacular. Optei pelo segundo.
      Usando ponto de partida como a Praia do Matadeiro:

       
      📌Depois de passar pela praia e entrar na trilha depois das placas indicativas, mantenha sempre o lado direito. Pq uma hora as placas desaparecem e sobram trilhas no chão. Não tem erro. É tranquilo.
       

       
      Essa foi a única placa que encontrei no caminho, depois foi seguir esse esquema de manter a direita e deu tudo certo. Pelo caminho sempre se encontram pessoas que estão fazendo o mesmo trajeto e passada a parte de mata fechada, se abre um costão lindo, rende fotos espetaculares:

      E o lance de manter a direita faz todo sentido se chega nessa parte: se for para a esquerda você desce o costão que cai direto no mar, e não queremos isso, certo?
      Fiz uma parada para contemplação e lanchinho antes de continuar a caminhada e depois que retomei o caminho, vê-se do alto de um morro o destino: Praia da Lagoinha do Leste:

      Como se pode ver no canto direito da foto é realmente uma lagoinha que fica de frente para uma praia. Sendo baixíssima temporada, estava sem ninguém, por exceção de dois pescadores que parei para conversar e saber como ir embora (já que não seria o mesmo caminho da ida) e como faz para chegar no ponto alto do passeio: Morro da Coroa.
      Andando pela praia vê-se uma montanha e dizem que no alto dela a vista é sensacional, mas tem que ter disposição e pernas fortes para subir. Como não estava lá à toa, fui, é claro.
       

      É uma subida realmente bem íngrime e há pontos em que para ter mais segurança, você sobe literalmente de quatro, mas vale a pena e a vista. Os pescadores tinham dado uma dica boa por qual caminho seguir onde não há desprendimento de pedras no caminho e subi bem e em segurança.

      À medida em que se vai ganhando altura, consegue ver perfeitamente a Lagoa e a praia.
      Chegando no topo, estava receosa de estar sozinha no meio do nada e no alto de um morro, mas tinha um grupo de amigos lá e me juntei a eles. Foi ótimo pela cia, pela conversa, pelas trocas de fotos e principalmente pela cia no retorno, pois apesar de gostar de entrar no meio do mato, não gostaria de estar nele sozinha com pouca luz, afinal, segurança em primeiro lugar.
       
      Existe um ponto de foto clássica nesse morro, tipo Pedra do Telégrafo no Rio de Janeiro. Fiquei meio desengonçada, mas eu fiz a tal foto depois de milhares de tentativas. Ficou mais ou menos boa. Preciso de braços mais fortes para erguer as pernas, mas o que vale é a intenção.

      Esse foi o único dia de sol que realmente peguei nessa viagem então, a cor da água fica incrivel e rende ótimos flashs. Super recomendo. (Mesmo em dias nublados, porque a vista vale muito a pena, além do desafio de fazer uma trilha de tempo razoavelmente longo)
       

      Como tudo o que sobe, desce, fizemos com tranquilidade o caminho de volta e com atenção para não nos machucarmos ou sofrer qualquer torção. Porque sendo íngrime, certas partes na volta, também faz-se sentado.
       

      O retorno foi feito pela trilha do Pântano Sul que é bem demarcada, com pontos onde é possível encher as garrafas de água e não tem erro porque ela é fechada por mata e não tem bifurcações, mas diferente do caminho da Praia do Matadeiro, ela não tem vista, e consequentemente ela é mais rápida (45 mins mais ou menos)

       

      A saída por essa placa leva a uma rua que não sei o nome, mas que tem ponto de ônibus que roda por vários lugares, inclusive para a Lagoa da Conceição. Mas não pode ter pressa, porque o sistema de transporte de Florianópolis não me pareceu muito eficente: ele te deixa num terminal e depois desse terminal tem que pegar outro ônibus. É bem demorado, mas é o modo mais econômico.
      Chegando no hostel, fui fazer meu jantar e descansar, afinal a caminhada foi boa: 3h na ida e 1h20 na volta + o trajeto de buso que desisti de contar o tempo.
      Portanto, se forem à Floripa coloquem esse destino na lista, não vão se arrepender!
      📌O que levar para esse passeio:
      Água: não há quiosques ou ambulantes pelo caminho (na alta temporada, talvez); Lanche; Protetor solar; Agasalho; Ao fazer a trilha pelo Matadeiro, sugiro estar com calça comprida para proteger as canelas da vegetação rústica que tem pelo caminho e não se machucar; Repelente; Câmera para fotos espetaculares; Disposição, muita disposição. Dia 3: Tour Área Norte: Santo Antonio de Lisboa, Jurerê Internacional, Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Barra da Lagoa
      Por meio do app Couchsurfing troquei contato com uma pessoa que mora em Floripa e estava disponível para me levar para passear. Esse novo amigo me perguntou o que eu gostaria de conhecer e respondi que parte histórica das cidades é algo me encanta. Então, fomos eu e uma colega do hostel que estava sem programação. Colocamos gasosa no carro do amigo e fomos rodar por aí para conhecer um pouco do passado para entendermos o tempo presente. Esse foi o nosso roteiro:

      Foi muito produtivo!
      Breve resumo histórico:
      "Os primeiros habitantes da região de Florianópolis foram os índios tupis-guaranis. Praticavam a agricultura, mas tinham na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência. Os indícios de sua presença encontram-se nos sambaquis e sítios arqueológicos cujos registros mais antigos datam de 4.800 A.C. Já no início do século XVI, embarcações que demandavam à Bacia do Prata aportavam na Ilha de Santa Catarina para abastecerem-se de água e víveres. Entretanto, somente por volta de 1675 é que Francisco Dias Velho, junto com sua família e agregados, dá início a povoação da ilha com a fundação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis) - segundo núcleo de povoamento mais antigo do Estado, ainda fazendo parte da vila de Laguna - desempenhando importante papel político na colonização da região.                                                                                                                                          Em 1726, Nossa Senhora do Desterro é elevada a categoria de vila, a partir de seu desmembramento de Laguna. A ilha de Santa Catarina, por sua invejável posição estratégica como vanguarda dos domínios portugueses no Brasil meridional, passa a ser ocupada militarmente a partir de 1737, quando começam a ser erguidas as fortalezas necessárias à defesa do seu território. Esse fato resultou num importante passo na ocupação da ilha.
      Nesta época, meados do século XVIII, verifica-se a implantação das "armações" para pesca da baleia, em Armação da Piedade (Governador Celso Ramos) e Armação do Pântano do Sul (Florianópolis), cujo óleo era comercializado pela Coroa fora de Santa Catarina, não trazendo benefício econômico à região.
      No século XIX, Desterro foi elevada à categoria de cidade; tornou-se Capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. A modernização política e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao Imperador D. Pedro II (1845).
      Dentre os atrativos turísticos da capital salientam-se, além das magníficas praias, as localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, como o Ribeirão da Ilha, a Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa e o próprio centro histórico da cidade de Florianópolis."
      Fonte completa: http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/turismo/index.php?cms=historia&menu=5&submenuid=571
      Santo Antonio de Lisboa: grande ocupação açoriana e portuguesa. Região que tem grande concentração de sambaquis que são vestígios indígenas.


      Igreja de Nossa Senhora das Necessidades: construção proximada em 1750.

      Considerada uma das mais belas expressões do barroco no sul do Brasil.
      Jurerê Internacional: a cara da riqueza com suas mansões estilo americanas. Casas sem muros e ruas largas. Muito chique.  

       
      Fortaleza de São José de Ponta Grossa (1740): Ao Norte da Ilha de Santa Catarina, entre as praias do Forte e Jurerê, ergue-se um dos mais belos monumentos catarinenses do século XVIII: a Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Em conjunto com as Fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones, formava o sistema triangular de defesa que deveria proteger a Barra Norte da Ilha contra investidas estrangeiras e consolidar a ocupação portuguesa no Sul do Brasil. (Fonte: http://www.fortalezas.ufsc.br/fortaleza-ponta-grossa/guia-fortaleza-de-sao-jose-da-ponta-grossa/)

       
      Fui muito bem recebida por um ser gracinha que estava no caminho😍

      Barra da Lagoa: O bairro da Barra da Lagoa está localizado na costa leste da Ilha de Santa Catarina, entre o Rio Vermelho e a Lagoa da Conceição. Distante cerca 19,8 km do centro de Florianópolis, a Barra da Lagoa é uma comunidade tradicional, que ainda mantém viva a raiz cultural açoriana e madeirense, como a pesca e a produção de trançados, a confecção da renda de bilro e de redes para a pesca artesanal. (Fonte: http://www.guiafloripa.com.br/cidade/bairros/barra-da-lagoa)
      Ruelas estreitas, vida simples e com um paz que muita gente procura. Ótimo lugar para caminhadas.

       

       
      Dia 4: Trilha da Galheta
      Florianópolis tem muitas trilhas para serem apreciadas. Escolhi essa porque me falaram que era muito bonita a vista e daria tranquilamente para eu fazer sozinha. Sai na caminhada da Lagoa da Conceição e fui até a Praia Mole. Chegando lá tem uma entradinha de terra sentido praia que disseram que era caminho para chegar na Galheta.

      No final dessa estradinha realmente vira praia e como era um dia de semana, no outono e tempo nublado não tinha quase ninguém só raros gatos pingados.

      Não deu praia, mas deu para fazer a caminhada com muita tranquilidade e relaxamento:

      Da praia mole até a Galheta há um paredão de pedras que a gente segue uma trilhazinha e é bem demarcada e esse lado é realmente muito bonito. No meio do caminho encontrei um rapaz que fazia sua caminhada de boas como eu e conversamos. Como ele  tb estava sozinho, eu disse que estava fazendo essa trilha da Galheta e queria sair na Barra da Lagoa, perguntei se ele tava afim de acompanhar e ele topou. Perguntamos a um local como fazíamos para subir a trilha pela mata e ele indicou uma faixinha de areia que passou desapercebida da gente e seguindo os conselhos do local deu tudo certo e tivemos essa vista:

      Tenho certeza que num dia ensolarado a cor da água deve ser sensacional.
      Infelizmente não há placas indicativas, mas depois que se entra na trilha é só seguir a demarcação no chão e seguir sempre em frente. No final saimos num bairro residencial e encontramos outro morador ilustre pelo caminho e não resisti, tirei uma fotinho:

      O final do nosso caminho nos levou até a Trilha Arqueológica também chamada de Trilha da Oração, é um santuário Arqueoastronômico. Nela encontra-se um conjunto de Monumentos Megalíticos, que são pedras que estão posicionadas de forma estratégica, que mostram exatamente quando ocorrem os fenômenos de solstício e equinócio, e também determinam a direção norte-sul.
      (Fontes: https://inspiralma.com/2017/10/11/trilha-arqueologica-fortaleza-da-barra/  https://arqueoastronomia.com.br/atividades)

      Infelizmente não pude conhecer esse lugar e estava rolando umas atividades muito boas e algumas gratuitas, mas como eu tinha caminhado uns 9km estava bem cansada e precisava almoçar em algum lugar. Deixo os links acima para quem tiver interesse nesse lado místico que eu achei sensacional e gostaria de me aprofundar, mas a natureza da fome foi mais forte.

      Tudo bem, mais um motivo para voltar para esse lugar incrível e como vocês podem ver, há muitas trilhas e caminhos para desbravar.
      Depois de comer algo, mais uns 3km desse local chegamos na Barra da Lagoa e é uma graça de simplicidade e beleza:

      Meu parceirinho de trilha precisava ir embora e eu estava cansada, mas aproveitando que eu já estava na Barra da Lagoa, fui conhecer uma trilha que leva para umas piscinas naturais Ela é bem curtinha e leva uns 30 minutos e é bem sinalizada. Reuni força, animo e vontade e fui.

      Valeu a pena!


      Depois de ver tudo o que gostaria, peguei um ônibus de volta para a Lagoa da Conceição. Jantei, estiquei as pernocas e vocês acham que fui dormir? Bem, era esse o plano original, mas quando você se hospeda em hostel, ainda mais naqueles que parece que você está em casa com seus melhores amigos, recebi o convite para um aniversário de uma moça que estava no mesmo quarto que eu numa balada mara em Floripa. Fizemos nosso esquenta no hostel e depois tocamos pra vibe! Já que temos espírito teen, ele baixou em mim e assim ficou...hehehe

      Pessoas sensacionais. E que noite!!!
      O dia seguinte era meu retorno a SP e pela primeira vez na trip me permiti dormir até a hora em que meu corpo quisesse. (Respeitando o horário do check out, é claro).
      Esses poucos dias foram lindos e intensos e conheci muita gente boa e especial pelo caminho. Muitas mulheres ficam com receio de sairem sozinhas por ai afora e posso dar a dica de ouro: SE JOGA!! Quando emanamos boas energias, boas pessoas e bons momentos serão atraídos até a gente. Não se limite a esperar cia, às vezes a sua agenda e de seus amigos podem não bater e você perde a oportunidade de fazer bons novos amigos pelo caminho.
      Ir para novos lugares é um prazer imenso e uma perfeita válvula de escape para mim, mas voltar para casa tb me alegra, e muito.

      Espero ter colaborado um pouco para o planejamento de algumas pessoas e mostrar que a Ilha da magia, mesmo em céu cinzento é linda e acolhedora.
      Qualquer dúvida que tiverem podem me perguntar que será um prazer ajudar. Tenho comigo a planilha de gastos dessa viagem, caso necessitem.

       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por PriAbdias
      Nunca é tarde!
      Assim começo esse relato, querendo, inicialmente, me desculpar com todos os apaixonados pelo mundo que utilizam esse site para obter informações, se divertir e trazer sonhos à realidade. É como vejo o “Mochileiros”.
      Durante muito tempo tenho acessado o site e nunca me organizo para escrever... Mas, como nunca é tarde para começar, desta vez farei diferente. Espero poder contribuir de alguma forma e retribuir a imensa ajuda que sempre encontro. Infelizmente, demorei a fazer o relato e minha memória está me deixando na mão rsrs. Mas, vamos lá.
      Minhas férias foram decididas em cima da hora, por isso, não consegui separar tempo para pesquisar destinos e, principalmente, para cotar valores. Acabei tirando férias em janeiro- que é um mês ótimo para muitas coisas – mas, ruim em termos de $$$.
      Moro no Rio de Janeiro e acabei encontrando valores interessantes de voos para Floripa/SC. Comecei a pesquisar mais sobre o local e seus arredores e vi que era uma boa opção para viajar com crianças. Assim, montei meu roteiro para conhecer: Balneário Camboriú, Beto Carrero e Florianópolis.
      Alguns dados:
      - $ - não anotei rsrs e minha memória não é lá essas coisas! Mas, nosso tipo de viagem é aquela em que procuramos diminuir certos custos, mas mantendo algum conforto e, principalmente, segurança para as crianças. Por ser alta temporada, sei que consegui economizar e, ao mesmo tempo, fazer atividades interessantes. Mas, não poderei ajudar nesse quesito.
      - TEMPO: de 9 a 17/1/2015 (9 dias)
      - PESSOAS: 7. Eu, marido e filha de 2 anos + casal de amigos com dois filhos (de 3 e 9 anos).
      - CARRO: alugamos uma doblô durante toda a viagem. Quase sempre alugo carros quando viajo. Acho que vale a pena. Você tem um gasto a mais, é verdade, porém ganha em comodidade, tempo e energia; principalmente, ao viajar com crianças pequenas (e pesadas!).
      - HOSPEDAGEM: em Balneário, alugamos um apartamento, pois saiu mais em conta para o grupo. O imóvel fica em cima do Mc Donalds, entre as Avenidas Brasil e Atlântica. Essa localização é boa. Recomendo. Tem vários anúncios no site Alugue Temporada. Só alerto aqueles que forem viajar com crianças, que chequem se o imóvel possui telas de segurança. Ficamos num apartamento super alto, com janelas “mega escancaradas”, o que me gera pavor até hoje só de lembrar a preocupação que tive. Acabamos fechando quase todas as janelas (podem imaginar, né?!). Não sou paranoica, mas sou mãe de uma bebê escaladora!!!
      Já em Floripa, ficamos na Lagoa da Conceição, onde alugamos quartos na Pousada Manga Rosa. É simples, mas gostamos. A localização é muito boa.
      Segue o roteiro que fiz e que deixo como sugestão. Deu super certo.
       
      Dia 1 – sexta-feira
      Almoçamos em Floripa. Seguimos de carro até Balneário Camboriú (BC). Essa cidade é realmente o que a maioria diz: limpa e linda. As pessoas bastante simpáticas. Eu amei!
      À noite, demos um rolé pela orla e pelos arredores. A cidade estava lotada de gente e de carros de luxo. Pelo menos na alta temporada, o comércio fica aberto até tarde (2h, 3h da manhã).
       
      Dias 2 e 3 – sábado e domingo
      Fomos ao Beto Carrero.
      Amei o parque e recomendo para quem vai com crianças que fique 2 dias. Tínhamos outras opções de dias para visitar o parque, mas várias pessoas da região disseram que o domingo é o dia de menor movimento. Realmente, estava bem mais vazio que o sábado.
      Dica para quem vai com crianças: leve filtro solar, roupas leves/extras, boné e se for com bebês, alugue/leve carrinho.
      Se só puder fazer uma única coisa no parque, vá ao espetáculo do “Velozes e Furiosos”. É encantador.
      Se você tem uma criança pequena e acha que ela pode não curtir, esqueça! Minha filha tinha acabado de fazer 2 anos e hoje, 4 meses depois, ainda lembra de algumas coisas. Ela adorou a viagem. Um outro bebê que foi conosco de 3 anos, chorou quando voltou pro Rio (rsrs/Own). Vale a pena, eles curtem muito e, sabendo lidar com aquelas coisas naturais de se ter um bebê (comida, sono, banheiro, etc etc), dá para se divertir.
      Assisti a vários espetáculos e fui em vários brinquedos com minha filha. Foi muito divertido.
      Meu marido e um amigo andaram de helicóptero. É uma atração à parte. Eles gostaram muito. Para quem nunca andou, fica aí a oportunidade $$$
       
      Dia 4 – segunda-feira
      Reservamos esse dia para conhecer as praias de Bombinhas, distante aproximadamente 37km de Balneário. As praias são bonitas. Vimos vários peixinhos e as águas estavam mornas e calmas. As crianças brincaram muito na água e na areia.
       
      Dia 5 – terça-feira
      Apanhamos o Bondidinho e nele conhecemos um pouco de Balneário. No ponto final, apanha-se o bondinho (Estação Barra Sul). Muito legal, dá pra ver a cidade toda. Mesmo que tenha medo de altura, vá, é super tranquilo. Descemos na praia de Laranjeiras e, à tarde, voltamos para conhecer o Parque Unipraias. Lá existe um mirante de onde se tem uma bela vista da cidade e também estão as atrações radicais. Pela hora avançada, só conseguimos ir na tirolesa Zip Ridder. A primeira impressão da tirolesa gera medo, mas a experiência é demais. Vença o medo e vá. A sensação dos hormônios saltitando, quando se chega lá em baixo, é show! Adrenalina pura. Dá vontade de ir de novo. Pergunte aos funcionários, mais ou menos, onde ficam as câmeras para que você saia bem na foto (tipo com olhos abertos, etc etc) rsrsrs. Embora seja rápido pra caramba, vc pode tentar. Eu consegui rsrsrs
      Depois da visita ao parque, ficamos no parquinho - bem legal - e no molhe da Barra Sul – também vale a pena conhecer.
       
      Dia 6 – quarta-feira
      Dia de dirigir de volta à Floripa. Fizemos o check in na pousada Manga Rosa. O esquema lá é de aluguel de quartos com utensílios (não oferecem comida). Em baixo da pousada há uma lavanderia.
      À noite, fomos conhecer a Lagoa da Conceição e apanhamos um cineminha num shopping (o qual não lembro o nome rsrs).
       
      Dia 7– quinta-feira
      Conhecemos as praias de Floripa: Jurerê, Canasvieiras, Ingleses.
      Demos sorte de pegar muito calor (nesses dias, estava mais calor que no Nordeste). As praias são legais. Em minha opinião, há praias mais bonitas (RJ: Ilha Grande, Arraial e outras ; Nordeste: várias), mas cada lugar tem sua beleza e cada um precisa ver com seus próprios olhos. Gostei muito de visita-las, passei momentos muito agradáveis.
       
      Dia 8– sexta-feira
      Visitamos o projeto Tamar e ficamos boa parte do dia na Lagoa, curtindo o calor, a brisa, o balanço gostoso das águas, fazendo stand up paddle, enfim, nos preparando psicologicamente para voltar para a correria do dia a dia. A Lagoa é um lugar bem legal para levar crianças, existem faixas de grama e árvores e, em dias de semana não fica cheia, dá pra fazer pique-nique, praticar esportes, de repente, levar uns jogos, etc.
      À noite, fomos a um rodízio.
       
      Dia 9– sábado
      Volta ao Rio de Janeiro.
      Leve seus filhos para viajar, isso faz toda a diferença na aquisição de cultura, conhecimentos, na formação do caráter e, principalmente, para consolidação dos laços familiares. É isso!
    • Por casal100
      Realizamos no periodo de 05 a 17 de Julho de 2015 a Volta completa da ilha de florianopolis a pé. Foram 12 dias e 251 quilometros.
      Somente a trilha entre ponta de canas e lagoinha que estava fechada, as outras estavam abertas.
      Em breve relato completo.
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